domingo, 29 de dezembro de 2024

GOVERNO BRASILEIRO SUSPENDE VISTOS TEMPORÁRIOS PARA CHINESES DA BYD

 

História de Mariana Carneiro – Jornal Estadão

BRASÍLIA – O governo brasileiro suspendeu a concessão de novos vistos temporários para trabalhadores chineses que atuam na construção da fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia. A informação é do Ministério de Relações Exteriores.

No último dia 23, uma força-tarefa de órgãos federais interditou a obra após identificar 163 operários chineses em condições análogas à escravidão.

Eles trabalhavam para a Jinjiang Group, uma das empreiteiras contratadas pela BYD para realizar a obra.

Na ocasião, a BYD afirmou não tolerar “desrespeito à lei brasileira e à dignidade humana” e que decidiu “encerrar imediatamente” o contrato com a empreiteira responsável por parte da obra na fábrica de Camaçari, além de estudar “outras medidas cabíveis”. A BYD também afirmou ter transferido os trabalhadores resgatados para hotéis da região.Obras na fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia Foto: Werther Santana/Estadão

Obras na fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia Foto: Werther Santana/Estadão

O visto de trabalho concedido aos trabalhadores chineses que vieram ao País para a obra é do tipo Vitem V, concedido a estrangeiros com qualificações e/ou experiência compatíveis com as atividades a serem realizadas no Brasil.

A suspensão de novos vistos foi objeto de instrução do Itamaraty enviada aos postos brasileiros na China no dia 20, até que a apuração sobre a denúncia de trabalho escravo seja concluída

O Ministério da Justiça e Segurança Pública é o responsável pela análise da documentação e pela concessão dos vistos de trabalho.

Em nota, a pasta informou que tem acompanhado as fiscalizações do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho.

“Caso a apuração comprove o desrespeito à legislação migratória, inclusive no que concerne ao tipo de vínculo trabalhista entre a empresa e os empregados migrantes, as autorizações de residência concedidas serão canceladas, conforme prevê a legislação brasileira”, informou o Ministério da Justiça. “Por enquanto, as emissões de autorização de residência seguem em análise, mas o ministério tem acompanhado com cautela o desenrolar do caso.”

CÂMARA DOS DEPUTADOS RESPONDE AO STF SEM JUSTIFICATIVA PLAUSÍVEL

História de Levy Teles – Jornal Estadão

BRASÍLIA – A Câmara dos Deputados informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), na noite desta sexta-feira, 27, que agiu “sob orientação jurídica” de pastas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao indicar R$ 4,2 bilhões em emendas apadrinhadas por 17 de líderes de bancada. Esse recurso foi bloqueado por determinação do ministro da Corte Flávio Dino, na segunda-feira, 23.

Em ofício enviado ao STF, a Câmara não apresenta as atas que identificam os deputados que apadrinharam a destinação de verbas por meio de emendas e alega que não havia previsão de que as indicações “tivessem que ser votadas pelos respectivos colegiados”.

A Casa diz que há legalidade no procedimento adotado e também um “estranhamento” em participar sozinha do diálogo institucional com a Suprema Corte”, sem que haja cobrança igual ao Senado.

BRASILIA (DF) 19/12/2024 NACIONAL ARTHUR LIRA CAMARA 19/12/2024 - Plenário - Sessao Deliberativa Discussao e votacao de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP - AL) FOTO BRUNO SPADA AGENCIA CAMARA Foto: BRUNO SPADA AGENCIA CAMARA

BRASILIA (DF) 19/12/2024 NACIONAL ARTHUR LIRA CAMARA 19/12/2024 – Plenário – Sessao Deliberativa Discussao e votacao de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP – AL) FOTO BRUNO SPADA AGENCIA CAMARA Foto: BRUNO SPADA AGENCIA CAMARA

“Daí o estranhamento de que apenas a Câmara dos Deputados esteja participando neste momento de diálogo institucional com a Suprema Corte, para fins de aprimoramento do processo orçamentário das emendas parlamentares, quando a competência para a matéria é do Congresso Nacional, quando o Senado da República adotou rito rigorosamente idêntico ao da Câmara dos Deputados e quando ambas as Casas se limitaram a seguir orientações técnicas prévias do Poder Executivo, para fins de mero encaminhamento de indicações que sequer são impositivas”, diz o ofício assinado pela Advocacia da Câmara.

Segundo esse documento, a orientação jurídica partiu dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento, da Gestão e Inovação, da Secretaria de Relações Institucionais e da Casa Civil da Presidência da República, da Advocacia-Geral da União, que fundamentou a ação dos deputados e senadores. “Caso não houvesse a orientação em questão, não haveria qualquer ofício de indicação”, diz o texto.

Embora tenha respondido, argumenta a Advocacia da Câmara, a Casa não apresentará recurso à decisão, por entender que isso competiria ao Congresso Nacional e à Advocacia-Geral da União.

Nesse mesmo texto, a Câmara diz que essas emendas bloqueadas não são impositivas, que o Congresso limita-se a apenas encaminhar ao Executivo “indicações para execução de emendas de comissão”, e que o Senado seguiu processo idêntico ao da Casa.

Na manhã desta sexta-feira, Dino considerou as primeiras respostas enviadas pela Câmara insuficientes e fez novas perguntas que deveriam ser respondidas até às 20h ainda desta sexta-feira. O ministro também pediu para que a Câmara juntasse as atas que comprovam a indicação das emendas de comissão.

 

A CERVEJA NUNCA SAI DE MODA SEJA INDUSTRIAL OU ARTESANAL

 

História de Radar – Jornal Estadão

Cerveja nunca sai de moda. Cada vez mais, as indústrias investem em produções que visam tanto aumentar a quantidade de rótulos quanto participar ou criar tendências. Seja como for, uma dúvida que pode surgir sobre o tema é se vale a pena trocar a cerveja industrial pela artesanal?

Paladar conversou com Fernanda Ueno, da Japas Cervejaria, para responder essa questão. Ela menciona que as cervejarias artesanais, que também são industriais, exploram mais as possibilidades de estilos e tem tempo maior de produção pelos processos pouco similares, o que resulta em uma bebida complexa.

A industrial, por sua vez, produz mais estilos tradicionais, como lagers, e conta com menor tempo até a chegada ao mercado, até porque as bebidas são feitas de modo tradicional e não levam tantos meses. E qual é a melhor? Vale a pena trocar?

Na verdade, as respostas para essas perguntas são muito particulares, pois depende do gosto individual de cada pessoa. Sabendo das diferenças entre os dois tipos, você pode escolher a da sua preferência. Gostou e quer saber mais sobre cerveja? Confira o Youtube Paladar Estadão, que aborda esse e outros temas com especialistas.

Existe jeito certo para degustar cerveja?

Outro assunto respondido por Ueno foi sobre a degustação da cerveja. E a resposta para a pergunta é sim, especialmente quando for uma análise da bebida, que começa já pela latinha ou garrafa. Nesse formato, é necessário considerar aroma, sabor, aparência e muitos outros detalhes, diferente de uma degustação informal. Confira detalhes.

Cerveja e comida: como encontrar a melhor combinação?

Sabemos que cerveja combina com comida, mas com qual tipo de comida? A verdade é que dá para considerar diferentes estilos com distintas combinações com comida. Ueno cita, em mais um episódio de perguntas, que a cerveja sour, por exemplo, vai bem com fruta e com sobremesa. Você sabia?

Cerveja e comida: como encontrar a melhor combinação?

Especialista ensina como combinar cerveja com diferentes pratos

Cerveja. Foto: stokkete - stock.adobe.com

Foto: stokkete – stock.adobe.com

Por Radar

cerveja é uma das bebidas alcoólicas mais populares do mundo e muito consumida pelos brasileiros. É ideal para acompanhar petiscos, mas você já pensou que ela pode ficar boa com qualquer tipo de comida?

Quais cervejas harmonizam com comida?

Com tantas opções de estilos disponíveis no mercado, é possível achar cervejas que combinam com os mais diversos pratos.

Ao Paladar, Fernanda Ueno, das Japas Cervejaria, explicou como cada cerveja deve ser harmonizada com determinados tipos de comida. Veja abaixo:

“Tem as combinações mais clássicas, como as IPAs, que combinam com carnes e comidas mais gordurosas”, explica Fernanda. “Eu gosto muito de harmonizar Witbier ou Pilsen com sushi, com comidas mais leves ou até saladas”, sugere ela.

“A cerveja sour, por exemplo, vai bem com fruta e com sobremesa. Então para todos os pratos a gente consegue achar uma combinação para harmonizar a cerveja.”

Tipos de cerveja

A profissional cita alguns tipos principais de cerveja no vídeo. Confira as especificações de cada estilo da bebida:

Embora apresentem baixo teor alcoólico, as session IPAs são para aqueles que apreciam uma boa dose de amargor na bebida.

Witbier

As cervejas dessa categoria são à base de trigo, muito leves e apresentam notas de casca de laranja e sementes de coentro.

Lager

Entre as citadas, as cervejas da família lager, em especial as american lager e pilsen, são as mais leves, com alta drinkability (termo que indica a facilidade de beber).

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Sour

Com sabor ácido e azedo, a cerveja tipo Sour apresenta notas mais frutadas.

Como degustar cerveja da forma correta?

De acordo com a especialista, para fazer uma análise sensorial correta de uma cerveja, você começa desde o momento em que a latinha ou a garrafa é aberta.

“Você já escuta o barulhinho do gás saindo e segue para analisar visualmente: a cor da cerveja, se ela é turva, se ela é brilhante, se a espuma é estável, se as bolhas são pequenas ou grandes. Você também vai para o aroma, então vai cheirar, vai perceber quais aromas a cerveja tem. E, só aí, você segue para o primeiro gole”, afirma Fernanda.

OS JUROS SÃO O VALOR PELO QUAL O DINHEIRO É NEGOCIADO E A SELIC É PARA CONTER A ALTA DOS PREÇOS DOS PRODUTOS

 

História de João Nakamura – CNN Brasil

O que são juros e como a Selic se relaciona com a inflação?

O que são juros e como a Selic se relaciona com a inflação?

Proteger o valor do real é a missão estabelecida por lei ao Banco Central (BC). O conjunto de medidas que a autarquia adota para cumprir esse objetivo é o que chamamos de política monetária. E a principal ferramenta adotada pelo BC no combate à inflação é a Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira. O nome vem da sigla do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, uma estrutura do mercado financeiro administrada pela autarquia, pela qual são movimentados os títulos públicos federais.​ Os juros são o valor pelo qual o dinheiro é negociado. Quando fechamos empréstimos, financiamentos ou aplicações financeiras, é definido no contrato o quanto esse pagamento vai valorizar ao longo do tempo. O banco é a parte responsável por intermediar o negócio entre o investidor que dispõe o dinheiro e quem precisa dele. O tomador recebe o valor solicitado, que será devolvido com a soma aos juros cobrados. A instituição financeira fica com parte do pagamento como remuneração, e devolve a aplicação ao investidor com os juros combinados no futuro. Como a Selic e a inflação se relacionam? A inflação tende a subir em momentos nos quais a economia está aquecida, ou seja, quando o dinheiro está circulando, quando há demanda pela moeda. Para conter a alta dos preços, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC então sobe a Selic. O resultado: o custo para se realizar as operações financeiras encarece e a demanda por dinheiro se controla. Quando o Banco Central sobe os juros, ele esfria principalmente a demanda por bens e serviços, de modo a reduzir a demanda da economia, enquanto mantém a mesma oferta de dinheiro. Assim, os preços tanto de bens quanto os de serviços tendem a se acomodar e ficarem menos pressionados, explica Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de Política Monetária do BC. “Quando eu aperto o custo do dinheiro, eu acabo esfriando a demanda por produtos e serviços. Porque fica mais caro para investir, e assim reduzindo o investimento. Também fica mais caro para tomar empréstimos, uma vez que as prestações ficam mais caras com o juro mais alto, então eu faço menos ou não tomo empréstimo”, diz Figueiredo. “Do outro lado, quem tem recursos tende a gastar menos e a poupar mais, porque o juro está pagando uma taxa maior”, conclui. O economista e especialista em inflação da FGV/Ibre, André Braz, aponta que o BC dispõe de outros mecanismos à mão para lidar com a inflação. Porém, uma vez que a Selic serve de referência para as transações realizadas no mercado e influencia diretamente nas perspectivas e expectativas dos investidores, o remédio amargo se faz mais efetivo. “Tem várias formas [de o BC controlar a inflação], mas a mais comum é via Selic mesmo. É ela que tem maior força dentre as outras opções, que teria o efeito mais rápido ao diminuir a demanda”, comenta Braz. Porém, a política monetária sozinha não é suficiente para conter a alta dos preços. Outros fatores macroeconômicos também ajudam a ditar o ritmo e o comportamento da variação dos preços. https://www.youtube.com/watch?v=jBDjhLY9JM0 Por que os juros estão altos no país? Ao tomar sua decisão de política monetária, o BC olha para uma coisa chamada taxa de juros neutra, um nível no qual a Selic nem esfria e nem a movimenta a economia. O Copom estima que os juros neutros do Brasil sejam de 4,75% mais a inflação. No mercado, há cálculos que apontam um valor ainda maior. “Em função do grande endividamento público e por conta das incertezas que a gente tem no Brasil, – como o sistema tributário – o nosso juro de equilíbrio é muito alto em termos reais [descontado a inflação]”, aponta Figueiredo. “Dadas as incertezas que nós tivemos recentes – que cresceram bastante -, primeiro associadas ao orçamento do governo federal deste ano e do ano que vem, segundo pela briga do presidente Lula com o Banco Central, isso gera dúvida nas pessoas. E essas duas dúvidas juntas fizeram com que o câmbio se desvalorizasse e as expectativas das pessoas com relação à inflação para frente também subissem muito”, conclui.

A HERANÇA E O INVENTÁRIO SÃO TEMAS DE GRANDE RELEVÂNCIA NO ÂMBITO JURÍDICO E PESSOAL

VITOR HUGO DA SILVA, analista jurídico com atuação em analises e auditoria de prazos, com um breve período de experiencia. Graduado em Direito pela Universidade Anhanguera. Atua no acompanhamento de prazos no escritório Vigna Advogados Associados.

O artigo aborda os principais mitos e verdades sobre herança e inventário, esclarecendo questões comuns como a obrigatoriedade do inventário, o pagamento de dívidas do falecido, a renúncia à herança e o papel do testamento na partilha de bens. Destaca-se que o inventário é indispensável para a transferência de bens e que herdeiros não são responsáveis por dívidas além do valor da herança. Também é enfatizada a ilegalidade da divisão informal de bens antes do inventário. O texto conclui ressaltando a importância do planejamento sucessório e da orientação jurídica para evitar conflitos e garantir uma partilha justa.

1. Introdução

A partilha de bens após o falecimento de um ente querido é um tema delicado que envolve tanto questões legais quanto emocionais. Esse momento, já marcado por dor e luto, frequentemente levanta uma série de dúvidas entre os herdeiros, especialmente quando não há um entendimento claro sobre o processo de inventário. Além disso, é comum que mitos e informações imprecisas circulem, o que pode complicar ainda mais a resolução do caso. A falta de clareza sobre aspectos como a divisão de dívidas, o alcance de um testamento ou a obrigatoriedade de envolver um advogado, por exemplo, pode gerar conflitos e desentendimentos familiares, tornando o processo ainda mais desgastante. Nesse contexto, compreender as verdades sobre a partilha de bens no ordenamento jurídico brasileiro é essencial para evitar problemas e garantir um inventário eficiente. O inventário pode ser feito judicial ou extrajudicialmente, dependendo da existência de consenso entre os herdeiros e da presença de testamento, e a assistência de um advogado especializado é indispensável para assegurar que todos os direitos e obrigações sejam respeitados. Além disso, desmistificar equívocos comuns, como a ideia de que todas as dívidas do falecido são automaticamente herdadas ou de que o inventário pode ser resolvido informalmente, é fundamental para evitar decisões erradas que possam trazer prejuízos financeiros e emocionais. Ao entender melhor o funcionamento desse processo, os herdeiros podem conduzi-lo de maneira mais tranquila, justa e eficiente.

2. O que é herança e como é realizada a partilha de bens?

A herança compreende o conjunto de bens, direitos e obrigações deixados por uma pessoa após seu falecimento, e sua correta administração é essencial para garantir que os interesses dos herdeiros sejam preservados. Entre os bens que podem compor uma herança estão imóveis, veículos, saldos bancários e investimentos, mas também podem existir dívidas, que deverão ser quitadas antes da partilha. Para que a transferência formal desses bens ocorra, é indispensável passar pelo processo de inventário, que organiza e oficializa a divisão, sempre respeitando as disposições legais previstas no Código Civil e, quando existentes, as cláusulas de um testamento válido. O inventário pode ser realizado de duas formas principais: judicial ou extrajudicial, dependendo das circunstâncias. O inventário judicial é obrigatório nos casos em que há conflitos entre os herdeiros, quando existem menores ou incapazes envolvidos ou quando há dúvidas sobre a validade de um testamento. Esse processo é conduzido no âmbito do Poder Judiciário e pode ser mais demorado devido à necessidade de análise detalhada e decisões do juiz. Por outro lado, o inventário extrajudicial, realizado diretamente em cartório, é uma alternativa mais ágil e menos onerosa. Ele é permitido quando todos os herdeiros estão de pleno acordo sobre a divisão dos bens, são maiores e capazes, e não há testamento ou, caso exista, já tenha sido previamente validado em juízo. Independentemente da modalidade escolhida, o inventário tem como objetivo fundamental assegurar uma partilha justa e eficiente, evitando futuros litígios. É importante que o processo seja acompanhado por um advogado especializado, que garantirá o cumprimento das exigências legais e a proteção dos direitos de cada herdeiro. Planejar e conduzir o inventário de forma transparente e bem organizada é a melhor maneira de honrar a memória do falecido e minimizar os impactos emocionais e financeiros para os envolvidos, permitindo que os herdeiros possam usufruir da herança de forma tranquila e segura.

3. Mitos sobre herança e inventário

1. “Quem mora na casa herdada tem mais direito sobre ela.” Este é um dos mitos mais comuns. Residir em um imóvel herdado não confere ao ocupante um direito maior sobre ele. Todos os herdeiros têm direitos iguais aos bens, salvo disposições legais ou testamentárias que indiquem o contrário.

2. “Se não houver testamento, o cônjuge herda tudo.” A divisão da herança depende do regime de bens adotado no casamento. Em regimes como o de comunhão parcial, o cônjuge herdará junto com os descendentes. Porém, em uniões regidas pela separação total, o cônjuge pode não ter direito à herança, salvo se houver testamento prevendo essa condição.

3.“O inventário pode ser feito a qualquer momento.” O inventário deve ser iniciado em até 60 dias após o falecimento, sob pena de multa tributária em alguns estados. Embora o prazo não impeça a abertura tardia do inventário, o atraso pode gerar custos adicionais e complicações legais.

4.“O testamento sempre prevalece sobre a lei.” O testamento é um instrumento poderoso, mas não pode contrariar as regras de herança obrigatória previstas em lei. Os herdeiros necessários (descendentes, ascendentes e cônjuge) têm direito a, no mínimo, 50% dos bens, independentemente das disposições testamentárias.

4. Verdades sobre herança e inventário

1. Dívidas podem ser quitadas com os bens da herança. As obrigações financeiras deixadas pelo falecido são pagas com os recursos do espólio. No entanto, os herdeiros não respondem com seu patrimônio pessoal pelas dívidas que excederem o valor dos bens herdados.

2. O inventário pode ser amigável ou litigioso. Se todos os herdeiros concordarem com a partilha, o inventário pode ser resolvido de forma extrajudicial, economizando tempo e dinheiro. Caso contrário, o processo será decidido pela Justiça.

3. A renúncia à herança é irrevogável. Herdeiros podem optar por renunciar à herança, mas essa decisão é definitiva e não pode ser desfeita posteriormente.

4. O planejamento sucessório reduz conflitos. Planejar a divisão do patrimônio em vida, por meio de doações ou testamentos, é uma maneira eficaz de evitar disputas e garantir que os bens sejam distribuídos conforme a vontade do titular.

5. Dicas para lidar com herança e inventário

1. Busque orientação jurídica especializada. Um advogado experiente em Direito Sucessório pode auxiliar no planejamento e condução do inventário.

2. Mantenha a documentação organizada. Certidões de óbito, certidões de propriedade e outros documentos são essenciais para o processo.

3. Priorize o diálogo. Conflitos entre herdeiros podem ser evitados com comunicação aberta e transparente.

Conclusão

A herança e o inventário são temas de grande relevância no âmbito jurídico e pessoal, pois envolvem questões patrimoniais e emocionais que podem impactar profundamente as famílias. Esses assuntos exigem conhecimento legal e uma abordagem cautelosa para evitar problemas e garantir que os direitos de todos os envolvidos sejam respeitados. A partilha de bens, por exemplo, é um momento crucial que pode gerar conflitos familiares se não for conduzida de maneira transparente e justa. Por isso, desmistificar os mitos e compreender as verdades que cercam esses processos é essencial para tomar decisões informadas e assertivas. Um dos grandes desafios nesse contexto é lidar com as particularidades de cada caso, como a existência ou não de testamento, a inclusão de bens no inventário, e a divisão de possíveis dívidas deixadas pelo falecido. Muitos acreditam, erroneamente, que todas as dívidas são automaticamente transferidas aos herdeiros ou que é possível decidir a partilha sem a intervenção de um advogado. No entanto, o processo é regulado por normas específicas, e a assessoria jurídica é fundamental para evitar equívocos que possam gerar prejuízos financeiros e legais. Além disso, a escolha entre inventário judicial e extrajudicial pode trazer mais agilidade ou segurança, dependendo das circunstâncias e do acordo entre os herdeiros. Por isso, é altamente recomendável contar com o auxílio de um advogado especializado em direito sucessório. Esse profissional não apenas orienta sobre as obrigações e direitos dos herdeiros, mas também auxilia na condução de um processo eficiente, respeitando as leis e prevenindo conflitos. Assim, compreender os aspectos legais da herança e do inventário não é apenas uma forma de proteger o patrimônio familiar, mas também de garantir que o legado do falecido seja honrado de forma justa e digna.

 

SE VOCÊ É UM PROFISSIONAL COM DÉCADAS DE BAGAGEM O MOMENTO É PERFEITO PARA PLANEJAR O PRÓXIMO ATO

 

Autor: Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria

Imagine uma orquestra sinfônica. Aos 60 anos, você não está no encerramento do espetáculo, mas no auge da execução. O regente conhece cada nota, cada pausa e, mais importante, sabe como combinar a experiência com a paixão pela música. A vida profissional aos 60 pode (e deve) ser assim: cheia de propósito, harmonia e reinvenção.

Se você é um profissional com décadas de bagagem, o momento é perfeito para planejar o próximo ato com a maestria que só a experiência proporciona. E isso não significa apenas continuar a trabalhar — mas repensar como, por quê e com que ferramentas você pode usar sua sabedoria a favor de uma vida mais plena e gratificante.

Vamos falar de ferramentas práticas e aplicativos que facilitam o planejamento e olhar para os talentos que só você tem e como usá-los para criar o próximo capítulo da sua trajetória.

Por que planejar agora?

Se você acha que planejamento é coisa de jovem em busca de um futuro, permita-me um ajuste: planejar é para quem não quer apenas viver, mas viver com propósito. Segundo dados do IBGE, a expectativa de vida no Brasil ultrapassa os 75 anos. Ou seja, aos 60, você tem pelo menos mais 15, 20 ou até 30 anos para construir, criar e realizar.

Sem planejamento, o tempo passa. Com planejamento, ele é seu aliado. Pense nisso: você tem a experiência de quem já enfrentou crises, reinventou negócios e resolveu problemas que os mais jovens sequer imaginam. Agora, é hora de usar esse arsenal a seu favor.

1. Identifique seus propósitos e prioridades

Aos 60+, as perguntas mudam. Já não é sobre acumular mais coisas, mas sobre fazer o que importa. Então, comece com uma reflexão:

● O que me traz satisfação profissional?

● Quais são meus talentos únicos?

● Que legado quero deixar?

Pegue um caderno ou um aplicativo como o Evernote e faça uma lista de três coisas que você ama fazer e três coisas em que é excepcionalmente bom. Combine essas respostas. Esse será o ponto de partida para qualquer decisão profissional.

2. Reinvente sua carreira (ou negócio)

A reinvenção profissional não precisa ser uma ruptura. Pode ser um ajuste. Pense no que a escritora americana Julia Cameron chama de “pequenos começos”. Talvez você queira:

● Dar consultoria em sua área de expertise;

● Ensinar o que aprendeu ao longo da vida;

● Trabalhar em um projeto que sempre desejou, mas nunca teve tempo.

Plataformas como LinkedIn e Workana ajudam a conectar profissionais experientes a projetos e empresas que valorizam o conhecimento.

3. Adote ferramentas simples e eficientes

Você não precisa ser um gênio da tecnologia para usar ferramentas digitais. Muitos aplicativos foram projetados para facilitar o planejamento, mesmo para quem não nasceu na era digital. Aqui estão alguns que funcionam bem para a geração 60+:

● Google Agenda: fácil de usar, ajuda a organizar compromissos, projetos e até momentos de lazer;

● Trello: um quadro virtual onde você pode listar tarefas e acompanhar seu progresso;

● Pocket: permite salvar artigos e ideias interessantes para ler mais tarde, útil para quem está sempre aprendendo;

● Zoom: para reuniões online ou conversas com amigos e parceiros de negócios.

Essas ferramentas são intuitivas e, com poucos cliques, você terá tudo organizado sem complicações.

4. Crie rotinas que respeitem seu ritmo

Aos 60+, você já sabe que a vida não é só sobre trabalhar duro, mas sobre trabalhar com inteligência. Planeje sua rotina de forma equilibrada:

● Dedique as manhãs às tarefas mais importantes, quando sua mente está fresca;

● Reserve tempo para atividades físicas, que ajudam a manter a energia e o foco;

● Desconecte-se no fim do dia. O descanso é tão importante quanto o trabalho.

Aqui, a dica é simples: use um planner físico ou digital para mapear suas prioridades semanais. A sensação de controle faz maravilhas pelo ânimo e pela produtividade.

5. Aprenda algo novo

Você já ouviu aquela expressão: “É difícil ensinar truques novos a um cachorro velho”? Pois esqueça. Seu cérebro é capaz de se reinventar aos 60, 70, e além. A neurociência chama isso de neuroplasticidade — a capacidade do cérebro de aprender e criar conexões, independentemente da idade.

● Faça um curso online em plataformas como a FM2S;

● Leia sobre temas que sempre despertaram sua curiosidade;

● Participe de grupos de discussão ou mentorias em sua área.

A ideia é simples: quanto mais você aprende, mais relevante e atualizado permanece.

6. Compartilhe sua experiência

Você tem algo que nenhuma ferramenta ou aplicativo pode oferecer: experiência. Compartilhar esse conhecimento é uma forma de se realizar, ajudar os outros e, muitas vezes, abrir novas oportunidades.

● Dê palestras em faculdades ou eventos;

● Torne-se mentor de jovens profissionais;

● Escreva sobre sua trajetória e aprendizados.

Seja em redes como LinkedIn ou em conversas presenciais, sua história é valiosa.

7. Invista em networking

Aos 60+, o networking deixa de ser sobre “quem você conhece” e passa a ser sobre “quem valoriza o que você sabe”. Use seu tempo para fortalecer conexões que realmente importam:

● Reconecte-se com ex-colegas e parceiros;

● Participe de eventos ou grupos de sua área de atuação;

● Esteja presente em redes sociais como o LinkedIn, mas de forma genuína, compartilhando reflexões e participando de discussões.

O segredo aqui é mostrar como sua experiência pode ser relevante para o presente e o futuro – e que pode servir de aprendizado rico para quem ainda está começando.

8. Planeje o prazer

Nem tudo é trabalho, e isso é ainda mais verdadeiro aos 60+. Seu planejamento deve incluir momentos para aproveitar as coisas boas da vida:

● Viagens que você sempre quis fazer;

● Projetos pessoais, como jardinagem, escrita ou fotografia;

● Tempo de qualidade com família e amigos.

A Microsoft tem um estudo que aponta que profissionais mais felizes são até 12% mais produtivos. Ou seja, cuidar do prazer também é uma estratégia profissional.

9. Monitore seus progressos

Planejar sem acompanhar é como remar sem direção. Estabeleça momentos regulares para revisar suas metas e ações:

● Pergunte-se: estou indo na direção certa? Algo precisa ser ajustado?

● Use ferramentas como Excel ou aplicativos simples para monitorar seus objetivos.

Aos 60+, você tem o que muitos jovens ainda buscam: clareza sobre o que realmente importa. Planejar sua vida profissional agora é um ato de coragem, mas também de celebração. Afinal, você chegou até aqui com muito para oferecer — para o mercado, para sua comunidade e, principalmente, para si mesmo.

Planeje, use as ferramentas certas, conecte-se e, acima de tudo, continue aprendendo. Acredite: o melhor ainda está por vir.

Que tal começar hoje?

Preferências de Publicidade e Propaganda

Moysés Peruhype Carlech – Fábio Maciel – Mercado Pago

Você empresário, quando pensa e necessita de fazer algum anúncio para divulgar a sua empresa, um produto ou fazer uma promoção, qual ou quais veículos de propaganda você tem preferência?

Na minha região do Vale do Aço, percebo que a grande preferência das empresas para as suas propagandas é preferencialmente o rádio e outros meios como outdoors, jornais e revistas de pouca procura.

Vantagens da Propaganda no Rádio Offline

Em tempos de internet é normal se perguntar se propaganda em rádio funciona, mas por mais curioso que isso possa parecer para você, essa ainda é uma ferramenta de publicidade eficaz para alguns públicos.

É claro que não se escuta rádio como há alguns anos atrás, mas ainda existe sim um grande público fiel a esse setor. Se o seu serviço ou produto tiver como alvo essas pessoas, fazer uma propaganda em rádio funciona bem demais!

De nada adianta fazer um comercial e esperar que no dia seguinte suas vendas tripliquem. Você precisa ter um objetivo bem definido e entender que este é um processo de médio e longo prazo. Ou seja, você precisará entrar na mente das pessoas de forma positiva para, depois sim, concretizar suas vendas.

Desvantagens da Propaganda no Rádio Offline

Ao contrário da televisão, não há elementos visuais no rádio, o que costuma ser considerado uma das maiores desvantagens da propaganda no rádio. Frequentemente, os rádios também são usados ​​como ruído de fundo, e os ouvintes nem sempre prestam atenção aos anúncios. Eles também podem mudar de estação quando houver anúncios. Além disso, o ouvinte geralmente não consegue voltar a um anúncio de rádio e ouvi-lo quando quiser. Certos intervalos de tempo também são mais eficazes ao usar publicidade de rádio, mas normalmente há um número limitado,

A propaganda na rádio pode variar muito de rádio para rádio e cidade para cidade. Na minha cidade de Ipatinga por exemplo uma campanha de marketing que dure o mês todo pode custar em média 3-4 mil reais por mês.

Vantagens da Propaganda Online

Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.

Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.

Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.

Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.

A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.

Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.

Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.

Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.

Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.

A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.

Vantagens do Marketplace Valeon

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.

Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.

Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

  • Publicidade e Propaganda de várias Categorias de Empresas e Serviços;
  • Informações detalhadas dos Shoppings de Ipatinga;
  • Elaboração e formação de coletâneas de informações sobre o Turismo da nossa região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas das 27 cidades do Vale do Aço, destacando: Ipatinga, Cel. Fabriciano, Timóteo, Caratinga e Santana do Paraíso;
  • Ofertas dos Supermercados de Ipatinga;
  • Ofertas de Revendedores de Veículos Usados de Ipatinga;
  • Notícias da região e do mundo;
  • Play LIst Valeon com músicas de primeira qualidade e Emissoras de Rádio do Brasil e da região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas e dos seus produtos em cada cidade da região do Vale do Aço;
  • Fazemos métricas diárias e mensais de cada consulta às empresas e seus produtos.

sábado, 28 de dezembro de 2024

JANJA SEM CARGO NO GOVERNO MANTÉM UMA EQUIPE QUE CUSTA MILHÕES AOS COFRES PÚBLICOS

 

Jetss

Janja mantém uma equipe mesmo não tendo um cargo oficial no governo
Sem cargo oficial, mas com uma equipe de peso, Janja, esposa do presidente Lula, segue agindo nos bastidores com um grupo de 12 pessoas, segundo o jornal "O Estadão"

Janja mantém uma equipe mesmo não tendo um cargo oficial no governo©Foto: Agência Brasil

Sem cargo oficial, mas com uma equipe de peso, Janja, esposa do presidente Lula, segue agindo nos bastidores com um grupo de 12 pessoas, segundo o jornal “O Estadão”. A revelação é estarrecedora: sem um cargo definido, a primeira-dama tem ao seu lado assessora de imprensa, fotógrafos, especialistas em redes sociais e até um militar. O custo disso tudo? Cerca de R$ 160 mil por mês, sem contar as viagens que já ultrapassaram a marca de R$ 1,2 milhão desde o início do governo.

Em um cenário de gastos milionários, um dos detalhes mais polêmicos é a presença constante do fotógrafo pessoal de Janja, Cláudio Adão, conhecido como Claudinho, que a acompanha em todas as suas viagens oficiais. Somente as viagens de Claudinho já custaram R$ 182,3 mil, sem incluir os custos secretos com a Força Aérea Brasileira.

O que está sendo escondido por trás dessa estrutura de apoio? E o povo brasileiro, que paga a conta, está sendo informado sobre esses gastos exorbitantes? Além da equipe, Janja também viaja com um forte aparato de segurança, formado por oito policiais federais, em viagens internacionais como as que fez ao Qatar e a Paris

LIRA RESPONDE AO STF SOBRE AS EMENDAS PARLAMENTARES

 

História de Karina Ferreira – Jornal Estadão

Câmara dos Deputados enviou um documento ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 27, em resposta à determinação do ministro Flávio Dino, que bloqueou R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares, na última segunda-feira, 23, alegando falta de transparência. Com o documento, os parlamentares pedem a reconsideração ou revogação das medidas determinadas pelo STF.

A argumentação da Casa é de que os parlamentares agiram de boa-fé, respeitando a legislação vigente e interpretações jurídicas oficiais do poder Executivo, e que a aprovação das emendas ocorreu de forma transparente.

O documento cita que o procedimento adotado pelos Líderes da Câmara, com a assinatura de 17 líderes de bancadas, foi considerado legal e conforme a decisão da Corte por diversos órgãos do governo, citando pareceres da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Casa Civil, além da análise de quatro ministérios – Fazenda, Planejamento e Orçamento, Gestão e Inovação e Relações Institucionais.

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), enviou resposta ao STF pedindo revogação da medida que suspendeu emendas de comissão Foto: Lula Marques/Agência Câmara

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), enviou resposta ao STF pedindo revogação da medida que suspendeu emendas de comissão Foto: Lula Marques/Agência Câmara

Ao determinar a suspensão, Dino avalia que houve um “apadrinhamento” das emendas pelos líderes partidários, o que, na prática, impede a identificação dos parlamentares que efetivamente fizeram os pedidos de distribuição. Na decisão, o ministro afastou a possibilidade da criação das “emendas de líder partidário”.

“Não há qualquer óbice a que os líderes partidários sugiram emendas às comissões da Câmara e do Senado. No entanto, não há fundamento constitucional para que detenham monopólio na indicação. (…). É um imperativo constitucional que qualquer parlamentar membro da comissão seja reconhecido como autêntico legitimado para indicar emendas (…). Constituiria uma incompatibilidade constitucional e semântica que a ‘emenda de comissão’ fosse transformada em ‘emenda de líder partidário’”, escreveu Dino.

Na resposta, a Casa presidida por Arthur Lira (PP-AL) argumenta que o ofício encaminhado pelos Líderes ao Executivo apenas ratificou as indicações de emendas já aprovadas pelas comissões, e não serviu para a “criação ou aprovação de novas emendas à revelia das Comissões”.

O entendimento de que Câmara não precisaria realizar as individualizações dessas emendas considera uma diferença nos requisitos legais para este ano e aqueles que passaram a vigorar, com a Lei Complementar nº 210/2024, que definiu um novo rito na indicação e na execução dos repasses a partir do ano que vem.

A diferença entre elas, segundo a avaliação de Arthur Lira, é que até 2024 havia a exigência da aprovação da emenda e de um parlamentar solicitante, enquanto de 2025 em diante, também será necessário que a comissão aprove as indicações de para onde o dinheiro está indo, com o devido registro em atas. Os deputados argumentam, portanto, que o que era previsto para as emendas de 2024 foi cumprido pela Casa.

Outro ponto trazido em “defesa” pelos parlamentares é de que a suspensão das atividades das comissões entre 12 e 20 de dezembro ocorreu para que o plenário votasse as matérias de corte de gastos, e que a prática é prevista no regulamento interno.

A advocacia da Câmara ainda argumentou que o bloqueio dos recursos pode causar danos a políticas públicas da Saúde, uma vez que a execução pelo Ministério da Saúde teria afetado volume maior de recursos do que o previsto na decisão judicial.

Além da suspensão das emendas, Dino também determinou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF) para investigar a captura das emendas de comissão. Segundo o ministro, em uma primeira análise, os fatos “desbordam, em muito, da Constituição, pois não se trata de normal exercício de autonomia institucional ou de saudável celebração de pactos políticos”.

DESFECHO DAS VIDAS PÚBLICAS DE LULA E BOLSONARO SERÁ EM 2025

 

História de Larissa Pereira – IstoÉ

Lula e Jair Bolsonaro completarão idades redondas em 2025. O atual presidente fará 80 anos em outubro. Bolsonaro faz aniversário antes, em março, quando fechará 70. Os dois terão em 2025, por razões diferentes, um ano com potencial de definir como serão as últimas etapas de suas tão distintas vidas públicas. O torneiro mecânico eleito presidente por três ocasiões viverá o ano do vai-ou-racha de seu emperrado terceiro governo, com talvez a última chance de se capitalizar para um quarto e último mandato. Já o capitão reformado, amante da ditadura, será julgado por crimes diversos. O desfecho pode resultar em mais de uma década preso.

Para Lula, o principal desafio político em 2025 será consolidar sua agenda de governo diante de um Congresso Nacional fragmentado e frequentemente hostil. A dupla Hugo Motta e Davi Alcolumbre, prováveis novos presidentes da Câmara e do Senado, trarão uma dinâmica diferente para essa relação, mas não necessariamente melhor. A estreia de Motta na grande cena da política nacional é uma incógnita. O apetite de Alcolumbre, uma certeza. Mas, sem a equação das emendas ser resolvida, em essência, nada mudará.

Lula enfrenta pressões não apenas da oposição conservadora, mas principalmente do Centrão, que vende caro os temas com os quais naturalmente já teria concordância, e nem promete entregar uma agenda mais próxima do cardápio progressista da base original do presidente.

Lula também precisará saber aproveitar a vitrine da COP30, a primeira na Amazônia, e que pode simbolizar o fracasso de sua tentativa de avançar globalmente no combate às mudanças climáticas ou ser um marco de avanço.

Na economia, há bons sinais no desemprego baixo, e no crescimento, mas a inflação crescente e a péssima relação com o mercado financeiro ofuscam as conquistas. O dia a dia com o Banco Central comandado por Gabriel Galípolo será objeto de atenção (e talvez tensão) permanente. Os juros altos dificultarão o crescimento que era esperado para o terceiro e quarto anos de governo e que seriam motrizes para robustecer suas chances de reeleição.

Por fim, o governo precisa deslanchar. Falar isso no terceiro ano é estranho, mas, em muitos setores, a sensação é que o governo até hoje não aconteceu. Há críticas aqui e ali à Comunicação, à Saúde, à articulação política, mas poucos falam da falta de gestão de que padece o Palácio do Planalto. A Casa Civil de Rui Costa claramente precisa se apossar do governo e fazer uma coordenação geral que hoje inexiste. Fazer isso em 2025 com vistas à eleição de 2026 será difícil, mas ainda é possível.

O ano de Bolsonaro será mais dramático. O calendário que o espera é de uma denúncia em fevereiro pelos crimes de falsificação de carteira de vacina, roubos das joias que ganhou enquanto presidente e — o mais importante de todos — a tentativa de golpe de Estado, em 2022. Ainda no primeiro semestre, o STF tornaria o ex-presidente réu e, ao fim de 2025, ele e as dezenas de outros acusados seriam julgados. Uma eventual prisão aconteceria entre o final do ano e os primeiros meses de 2026. Ninguém na Procuradoria-Geral da República ou no Supremo avalia haver chances de o ex-presidente ser inocentado.

Fora isso, Bolsonaro terá que lutar para preservar seu protagonismo nas articulações da direita. Por isso, insiste tanto em dizer a todo tempo que ele é o candidato A, B e C de 2026. Faz isso para manter as rédeas das negociações, pois já percebeu que o fato de ser o favorito de seu eleitorado não significa que terá de fato o poder de decidir sobre quem disputará no campo da direita.

Existe a ameaça concreta de Pablo Marçal, nome que, caso saia para o Planalto em 2026, poderia esvaziar uma candidatura da direita avalizada por Bolsonaro. Por isso, cresce a pressão para que o ex-presidente registre uma chapa tendo um de seus filhos como vice para que, uma vez negado o registro pelo Tribunal Superior Eleitoral, alguém com o sobrenome da família assuma a chapa. Embora tudo isso só vá acontecer em 2026, será em 2025 que as peças desse xadrez serão movimentadas — à espera do xeque-mate que Alexandre de Moraes prepara para seu maior detrator.

O ARCABOUÇO FISCAL DO GOVERNO É UMA ILUSÃO E NUNCA SERÁ CUMPRIDO POR ESTE GOVERNO

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

A cada vez que se debruça sobre seus resultados fiscais, o governo Lula da Silva empurra para um horizonte mais distante a estimativa de estabilização da dívida pública. Na projeção mais recente, a Secretaria do Tesouro Nacional previu que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) será estabilizada apenas em 2028 – no segundo ano do próximo governo, portanto –, quando já estiver correspondendo a 81,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Trata-se de uma mudança e tanto em relação ao que projetava originalmente o arcabouço fiscal. Em abril de 2023, para explicar de forma clara os objetivos do que classificava de “regime fiscal sustentável”, o Ministério da Fazenda elaborou um questionário com respostas a dúvidas que porventura surgissem sobre o arcabouço. Uma delas explicitava que a dívida deveria se estabilizar em 76,54% do PIB já em 2026, último ano da atual gestão. Isso num cenário conservador. A versão otimista, com queda dos juros futuros, dizia que o endividamento iria parar de crescer no mesmo ano, mas num patamar de 75,05%.

Todos esses cálculos são do Tesouro, e o fato de estarem sendo sistematicamente revistos – sempre para cima – comprova aquilo que o governo se recusa a encarar: o malogro do arcabouço fiscal. O regime que foi adotado em substituição ao teto de gastos com o propósito declarado de equilibrar e manter sob controle as contas públicas, “e ainda realizar investimentos nos próximos anos”, não tem sido capaz de conter o crescimento das despesas obrigatórias de um governo esbanjador.

O descontrole fiscal já estava instalado antes da posse de Lula, mas se intensifica mês a mês. Se o teto de gastos, ao impedir a explosão de gastos limitando seu crescimento à inflação, dificultava o financiamento de políticas públicas, o arcabouço tem sido ineficaz simplesmente por não estar sendo cumprido. Ao perceber que não entregaria a primeira meta prevista, o governo reviu as metas. Quando, mesmo assim, anteviu o rombo fiscal, se propôs a apresentar um pacote de corte de gastos, cuja fragilidade é evidente.

O plano apresentado, quando muito, tenta reduzir o ritmo de crescimento das despesas. A estratégia não convenceu, a percepção de piora fiscal levou ao atual choque de juros promovido pelo Banco Central para conter a inflação, que estoura o teto da meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional, fazendo o País entrar num círculo vicioso.

Relatório de Projeções Fiscais do Tesouro não deixa dúvidas sobre a piora da Dívida Bruta do Governo Geral, que abrange os governos federal, estaduais e municipais e é uma das principais referências para avaliação econômica dos países pelas agências de classificação de risco. Por esse parâmetro, parece óbvio que o Brasil está longe de recuperar o grau de investimento, a nota que indica o menor risco de inadimplência. Quanto maior a dívida, maior o risco de calote, mais onerosa a captação de recursos e menos investimentos são destinados ao país. Nessa toada, o País terá sorte se não perder o pouco de credibilidade que ainda lhe resta.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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