terça-feira, 17 de dezembro de 2024

DOS PAÍSES QUE COMPÕEM O SUDESTE ASIÁTICO SINGAPURA É CONSIDERADO OMAIS INOVADOR É UM DOS QUE INVESTE EM TECNOLOGIA NO MUNDO

 

Redação StartSe

O Sudeste Asiático tem avançado significativamente os investimentos em inovação e novas tecnologias. Dos países que compõem a região, Singapura é considerado o mais inovador, pois é um dos que mais investe em tecnologia no mundo.

Foto: Pexels

Com a economia em ascensão e um enorme público consumidor – estamos falando de uma população de 618 milhões de pessoas -, o Sudeste Asiático tem avançado significativamente os investimentos em inovação e novas tecnologias, tornando-se inclusive um terreno fértil para startups.

Dos países que compõem a região, Singapura é considerado o mais inovador, pois é um dos que mais investe em tecnologia no mundo, sendo inclusive, considerado o Vale do Silício asiático. 

O país é destaque por oferecer incentivos, criar polos tecnológicos e possuir a capacidade de atrair muitas multinacionais. 

Também fazem parte do Sudeste Asiático: Brunei, Mianmar, Camboja, Indonésia, Malásia, Filipinas, Tailândia e Vietnã.

A Microsoft, que não é boba nem nada, inclusive está investindo pesado no território. A companhia anunciou recentemente o investimento de US$ 1,7 bilhão, pelos próximos quatro anos, para alavancar a inteligência artificial e nuvem na Indonésia, incluindo a construção de data centers no país.

Com o mesmo objetivo, a Microsoft também investirá US$ 2,2 bilhões na Malásia e vai estabelecer uma infraestrutura tecnológica na Tailândia.

Com políticas governamentais amigáveis ao empreendedorismo e um cenário dinâmico de evolução tecnológica, o ecossistema de inovação do Sudeste Asiático tem crescido em ritmo constante. 

Startups dos mais diversos segmentos contribuem para o rápido crescimento econômico regional. Confira, a seguir, algumas das que mais se destacam no sudeste asiático:

Fang Thai Factory – Tailândia

Uma jovem empresária tailandesa resolveu transformar “palha em ouro”. Quando notou que a palha que sobrava nos arrozais após a colheita era queimada, prejudicando o meio ambiente, Jaruwan Khammuang decidiu fundar a Fang Thai Factory. A startup compra os restos das plantações de arroz e, em sua fábrica, trabalha o bagaço para usar na produção de embalagens descartáveis.

Grab – Singapura

O Grab, espécie de “Uber asiático”, oferece desde serviços de carona e delivery de comida a meios de pagamento e wallets. O negócio nasceu na Malásia, mas com a expansão, a sede foi para Singapura. O unicórnio, que estreou na Nasdaq no fim de 2021, se posiciona como uma plataforma “all in one” para os usuários dos oito países nos quais atua: Singapura, Malásia, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Vietnã, Mianmar e Camboja.

Gojek – Indonésia

Principal rival da Grab, de Singapura, o unicórnio Gojek foi fundado em 2009, como um serviço de call center que conectava as pessoas com os couriers responsáveis por suas entregas. A evolução da internet fez com que o modelo de negócio mudasse para, em 2015, mediar o transporte entre pessoas e veículos em um modelo parecido com o da Uber, mas também envolvendo transporte por mototáxi. Em 2018, a empresa lançou o Go-Pay, carteira digital que já é o quarto principal serviço de pagamento na Indonésia.

MoMo – Vietnã

O MoMo é a e-wallet mais popular do Vietnã, com mais de 23 milhões de usuários ativos. Seu principal produto inclui um aplicativo móvel que permite aos clientes realizar transações diretamente de seus dispositivos. É aceito em mais de 80% dos estabelecimentos de alimentos e bebidas e 70% dos supermercados no Vietnã.

A fintech vietnamita se tornou unicórnio no fim de 2022, com valuation de US$ 2 bilhões, depois de levantar US$ 200 milhões em uma Série E liderada pelo Mizuho Bank, uma empresa financeira global com sede no Japão.

Naluri Life – Malásia

A Naluri Life é uma solução de saúde digital que melhora a saúde física e mental por meio de uma abordagem orientada por humanos e alimentada por IA. Fundada em 2017 em Kuala Lumpur, a startup já levantou mais de US$ 7 milhões em rodadas de investimento.

As 3 características de uma mente inovadora

Igor Lopes – Innova

Primeiro, inovar não é sobre criar coisas novas, mas também encontrar soluções que, embora já existentes, nunca foram adotadas em seu projeto.

Um caso real que comprova a minha tese é o Sr. Valdir Novaki, conhecido como “O pipoqueiro mais famoso do Brasil”.

Valdir era um pipoqueiro como os outros, mas ele sentia que precisava inovar em seu mercado.

Diante disso, Sr. Valdir adotou medidas de higiene e atendimento que ninguém fazia, mas que impactava diretamente na experiência do consumidor:

• Quem chegava no carrinho de pipoca do Valdir recebia uma dose de álcool em gel nas mãos antes de pegar a pipoca.

• Ele também limpava toda a bancada (de inox) do carrinho com álcool na frente dos clientes, deixando tudo impecável.

• Em cada dia da semana Sr. Valdir utilizava um uniforme (impecavelmente branco e limpo) do qual havia um bordado sinalizando o dia da semana.

• Ao receber a pipoca, os clientes de Valdir ganhavam uma balinha de brinde, para refrescar o hálito após o lanche.

Perceba que ele inovou, sem reinventar a roda, mas apenas trazendo abordagens simples que seus concorrentes não ousavam fazer.

Por conta disso, digo que a primeira e maior característica de uma mente inovadora é questionar o tempo todo.

Afinal, ao questionar situações e circunstâncias você encontra:

• Novos problemas;

• Oportunidades;

• E soluções.

Esse loop cria um mecanismo de descobertas que leva você (e o seu projeto) a novos resultados no caminho da inovação.

No entanto, trilhar este caminho não é fácil, por isso, toda mente inovadora tem a habilidade de ser constante, sem perder o ânimo.

Sem isso, é impossível levantar todos os dias e garimpar soluções em meio às frustrações causadas pelos fracassos que surgem no caminho da inovação.

Se olharmos para a história do Sr. Valdir, você notará que o sucesso dele não foi repentino. Mesmo inovando, as coisas levaram tempo para acontecer.

Por fim, a última característica de uma mente inovadora é o desconforto.

Imagina só:

Se homens como Steve Jobs, Jeff Bezos, Elon Musk e Sr. Valdir fossem pessoas satisfeitas e confortáveis com seus resultados, será que eles teriam conquistado tudo o que conseguiram?

Provavelmente não. Sr. Valdir, por exemplo, não só recebeu a alcunha de “Pipoqueiro Mais Famoso do Brasil”, como também já viajou boa parte do país dando palestras sobre empreendedorismo.

Ok, sabemos que não inovar é ruim.

Agora, será que inovar em excesso é bom?

Os limites da inovação

Pela minha experiência empreendendo no campo da tecnologia, esses são os dois maiores erros quando o assunto é inovação:

01 – Tentar reinventar a roda.

02 – Omissão.

Quem não se lembra do Google Glass, um típico exemplo de quem tentou inovar demais e precisou recuar.

Ou então a Playstation com o PS Vita, um videogame portátil que prometia grande desempenho e resolução, mas, no final, não teve adesão dos grandes desenvolvedores e, consequentemente, dos clientes.

Ainda no mundo dos games, a Microsoft lançou o Xbox Kinect, um sensor de movimentos exclusivo que prometia substituir os controles tradicionais do videogame.

Após alguns anos de insistência e baixa adesão dos desenvolvedores e gamers, o Kinect foi descontinuado pela Microsoft.

Inovação demais, utilidade de menos.

Por outro lado, temos alguns exemplos clássicos de empresas omissas que esperaram demais e perderam o bonde.

Blackberry

A primeira empresa de celulares a proporcionar conexão Wireless em seus aparelhos, dando origem à era dos Smartphones — uma inovação que acertaram de mão cheia.

Há 20 anos, ter um Blackberry era mais exclusivo, chique e estiloso do que ter um iPhone de última geração.

Na boa, sempre gostei dessa marca.

Realmente é uma pena que a empresa mãe dos smartphones tenha ficado para trás e hoje não ser nem a sombra do que já foi.

Também temos os exemplos clássicos, né? Nokia, Kodak, etc. Que você já cansou de ver por aí.

Todas essas foram empresas que, por arrogância, excesso de confiança ou medo, ficaram na mesma e sumiram do mapa por não inovar.

Mas, há também as empresas que inovaram na medida certa:

• Microsoft: vendia software de caixinha e hoje é uma potência tecnológica tanto em produtos como em serviços.

• Toyota: uma empresa tradicional do mercado automotivo, mas que nunca perde o timming em inovação. Da era do motor a combustão aos motores híbridos, a Toyota sempre está no topo do ranking em qualidade, confiabilidade, tecnologia e conforto.

• Amazon: de e-commerce de garagem a uma potência de varejo e tecnologia.

• Nvidia: a empresa que surfou a onda dos games (quando ainda era uma marola ignorada por todos), aproveitou o boom das criptomoedas e hoje é a maior fabricante de GPUs utilizadas no desenvolvimento de IAs.

Sabe o que todas essas empresas têm em comum?

Elas não inovaram por moda, mas para resolver problemas concretos na vida de seus consumidores.

Você não pediu, mas eu dou: minha opinião

Sabe qual é o grande problema desse papo de inovação?

Ela é uma faca de dois gumes que pode:

• Fazer você se perder em meio ao vício de inovar.

• Fazer você perder pela falta de inovação.

Então, fica a pergunta:

Como inovar mesmo que você não tenha uma mente inovadora?

Tenha dados e informações concretas na sua mão. Sempre.

Se você tem dados, você enxerga gargalos que precisam ser resolvidos. Se você enxerga os gargalos, você precisa de soluções — e é aqui onde a inovação se esconde.

Na maioria das vezes, inovar é ser como o Sr. Valdir, e não necessariamente como Elon Musk.

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

JUSTIÇA COMPANHEIRA DO GOVERNO E DOS DERROTADOS DO PT

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Há tempos as pesquisas de opinião registram que a credibilidade do Judiciário junto à população, em especial a do Supremo Tribunal Federal (STF), diminuiu na exata proporção em que cresce a percepção de seu protagonismo político. Há pelo menos dez anos está em curso um círculo vicioso e antirrepublicano que não dá sinais de arrefecer: a judicialização da política retroalimentada pela politização da Justiça.

Há razões estruturais para isso. A Constituição de 1988 é um documento excessivamente abrangente e prolixo que, como já notou o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, “constitucionalizou inúmeras matérias que, em outras partes do mundo, são deixadas para a política”.

Mas há razões conjunturais. Os freios e contrapesos estão estiolados. Sob chefes do Executivo fragilizados, o Congresso assumiu para si prerrogativas exorbitantes, mormente sobre o Orçamento, gestando uma espécie de parlamentarismo bastardo, em que os caciques têm muito poder e pouca responsabilidade. Com o colapso do presidencialismo de coalizão, ante um Legislativo indócil, o Executivo tem buscado no Judiciário um fiador da governabilidade.

Chamada para a dança política, a Suprema Corte não se fez de rogada, e tomou gosto em atuar ora como poder moderador da República, ora como poder tensionador, seja ditando políticas públicas às instâncias executivas, seja legislando a pretexto da “omissão” das Casas Legislativas. Na Lava Jato, instâncias inferiores do Judiciário se auto-outorgaram uma espécie de “competência universal de combate à corrupção”. Hoje, é o STF quem assume para si uma “competência universal de defesa da democracia”.

Os próprios representantes eleitos contribuem para a politização da Justiça. Partidos nanicos, sobretudo de esquerda, abusam do tapetão judiciário para reverter ou impor nas cortes causas que perderam no voto. “Nós temos culpa de tanta judicialização”, confessou ninguém menos que o presidente Lula da Silva, no início de seu mandato, num raro surto de sinceridade. “A gente perde uma coisa no Congresso Nacional e, ao invés de a gente aceitar a regra do jogo democrático de que a maioria vence e a minoria cumpre aquilo que foi aprovado, a gente recorre a uma outra instância para ver se a gente consegue ganhar.”

Se fosse o estadista que finge ser, Lula teria buscado sanear esse estado de coisas, desestimulando seus partidários de recorrerem ao tapetão sempre que perdem no voto e fazendo indicações técnicas para a Justiça. Ao contrário, Lula mandou às favas o pudor e o notório saber jurídico e indicou para o STF seu amigo e advogado Cristiano Zanin e o também amigo e correligionário Flávio Dino, realizando um “sonho antigo” de instalar nele alguém com “cabeça política”.

A colonização da Justiça não para por aí. Como mostrou reportagem do Estadão, Lula tem se dedicado com afinco a forrar não só o Executivo, mas tribunais superiores e regionais, além de órgãos e autarquias com leais servidores. As nomeações ligadas ao grupo de advogados militantes de esquerda Prerrogativas chegam às dezenas.

Respeitadas as prioridades técnicas, seria natural indicar figuras que compartilhem de uma visão progressista sobre a coisa pública. Mas não se trata apenas de alinhamento ideológico. Se fosse, a indicação de Joaquim Barbosa ao STF, em 2003, não seria considerada “desastrosa”, como disse um interlocutor próximo ao presidente à reportagem. Do que se sabe de suas manifestações públicas, Barbosa comunga dos ideais progressistas, mas seu pecado foi ter aplicado a lei no julgamento do mensalão petista.

“Estou convencido que tentar mexer na Suprema Corte para colocar amigo, para colocar companheiro, para colocar partidário é um atraso”, disse o então candidato Lula na disputa presidencial de 2022. Já o presidente Lula parece convencido de que se trata de um avanço. “A gente ganhou mais malícia”, disse o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas e amigo de Lula. Quando a malícia é critério para indicações na Justiça, o corolário, por necessidade lógica, é um só: más escolhas e más consequências para a legitimidade do Judiciário.

EXÉRCITO NÃO APOIA BRAGA NETTO E SE DESCOLA DELE

 

História de CÉZAR FEITOSA – Folha de S, Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A prisão do general Braga Netto no sábado (14) criou um fato inédito na história do país. Nunca antes um militar do mais alto posto do Exército havia sido detido por decisão do Judiciário, em processo conduzido por civis.

No ápice do enquadramento das Forças Armadas pela Justiça por causa da investigação sobre a trama golpista que envolve fardados, integrantes da cúpula do Exército tentam distanciar Braga Netto da instituição.

Quatro oficiais-generais ouvidos pela Folha dizem que o ineditismo da prisão causa constrangimentos para a caserna. Eles justificam, porém, que Braga Netto teria praticado os atos suspeitos como político, longe dos quartéis e já tendo queimado pontes com o oficialato.

A relação de Braga Netto com a cúpula das Forças Armadas ficou esgarçada ainda no fim de 2022, no governo de Jair Bolsonaro (PL). Naquela época, militares já suspeitavam que ele atuava nos bastidores para enfraquecer o comando do general Freire Gomes, então chefe do Exército, por causa da resistência deste aos planos golpistas.

As suspeitas viraram certeza quando a Polícia Federal revelou, em fevereiro, mensagens trocadas entre Braga Netto e o capitão reformado Ailton Barros. Na conversa, o general disse para “oferecer a cabeça” de Freire Gomes aos leões. “Cagão”, escreveu.

“Senta o pau no Batista Júnior [então chefe da Aeronáutica]. Povo sofrendo, arbitrariedades sendo feita [sic] e ele fechado nas mordomias”, escreveu Braga Netto, segundo diálogos capturados pela PF. “Traidor da pátria. Daí para frente. Inferniza a vida dele e da família.”

Braga Netto ainda incentivou Ailton Barros a espalhar um relato de uma reunião que o general Tomás Paiva teve com o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, ainda em 2022. “Parece até que ele é PT, desde pequenininho”, dizia o texto. Paiva é o atual comandante do Exército.

Os fatos distanciaram Braga Netto da atual cúpula militar, que agora diz que já esperava a prisão do general cedo ou tarde. Há ainda temor de que militares mais próximos, como os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, tenham o mesmo fim.

O entendimento que tem sido defendido —e difundido— pela cúpula das Forças Armadas é o de que a trama golpista foi uma ação de militares da reserva, e não um plano de golpe militar, de iniciativa institucional.

A PF indiciou, até agora, 25 militares por participação na trama golpista. Entre eles, estão sete oficiais-generais —dentre os quais, um (Estevam Theophilo) estava no Alto Comando do Exército no fim do governo Bolsonaro. Ao todo, 12 eram da ativa.

Embora a prisão já fosse esperada, ela pegou de surpresa a cúpula do Exército por ter acontecido em um sábado. De acordo com relatos, o comandante Tomás Paiva foi informado pela PF na noite de sexta-feira (13) sobre a operação, sem saber dos alvos, como de praxe. A informação foi repassada ao ministro da Defesa, José Mucio Monteiro.

Ainda segundo relatos, Tomás só teve conhecimento de que Braga Netto seria preso por volta das 6h —a cúpula das Forças Armadas é comunicada com antecedência de operações contra militares só quando mandados devem ser cumpridos em instalações oficiais.

Por cerca de três horas, os militares da cúpula do Exército debateram onde ele ficaria preso. A cautela se deve à preocupação com a hierarquia para manter sob custódia um general quatro estrelas.

Braga Netto está detido na 1ª Divisão de Exército, no Rio de Janeiro, em uma cela individual. Ele foi preso por suspeita de obstrução de Justiça, porque teria buscado detalhes sigilosos da delação premiada de Mauro Cid com familiares do tenente-coronel. Todos os militares têm direito a ficar presos em quartéis.

O general, porém, pode ser levado para um presídio comum caso seja declarado indigno para o oficialato pelo Superior Tribunal Militar. Para isso, teria que ser condenado a mais de dois anos de prisão, em processo transitado em julgado e com a perda do posto e da patente confirmada na Justiça Militar.

Em nota, o Exército disse que tem colaborado com as investigações em curso. “A Força não se manifesta sobre processos conduzidos por outros órgãos, procedimento que tem pautado a relação de respeito do Exército Brasileiro com as demais instituições da República”, afirmou.

Apesar do enquadramento no Judiciário, o ministro José Mucio tem apostado numa política de acomodação com as Forças Armadas para arrefecer a crise. O Congresso Nacional também evita temas espinhosos para os militares —Braga Netto nem sequer foi chamado a depor na CPI do 8 de Janeiro, realizada em 2023.

Mucio foi procurado, mas não respondeu à reportagem. A defesa de Braga Netto nega que ele tenha tentado interferir nas investigações e diz que isso será provado. Anteriormente, ele negou ter participado da trama golpista.

A história brasileira registra outros generais presos. O general-de-exército Euclydes Figueiredo Filho ficou detido por dez dias em 1989 por chamar o então ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, de “covarde” e “omisso”.

Euclydes era irmão de João Baptista Figueiredo, general que presidiu o país na ditadura militar. Ele também ficou preso no Comando Militar do Leste.

Por questões disciplinares, o marechal Hermes da Fonseca foi preso duas vezes, e os generais Alcides Etchegoyen e Fiúza de Castro foram detidos por poucos dias em 1955.

O general Hugo Abreu foi preso em 1978, durante a ditadura militar, por ter enviado a colegas fardados um documento com acusações contra integrantes do governo Ernesto Geisel. No ano seguinte, foi preso novamente por publicar um livro com as mesmas queixas.

O historiador Carlos Fico, estudioso da ditadura militar, conta que a diferença do caso de Braga Netto é que a prisão não decorre de questões internas do Exército.

“O ineditismo realmente está nesse fato de que não se trata, no caso do Braga Neto, de uma prisão ordenada pelo Poder Executivo, seja o presidente da República, seja o ministro da Guerra. Não é uma simples questão disciplinar, mas um crime contra a democracia, uma tentativa de golpe”, diz Carlos.

“Nesse sentido, é inédito porque a prisão preventiva decorre de uma ação da Justiça e também porque nós estamos numa fase democrática, quer dizer, não se trata de uma ordem de prisão no contexto de uma crise institucional”, completa.

Colaborou Demétrio Vecchiolli, de Brasília

JABUTIS DAS TERMOELÉTRICAS VÃO ENCARECER A CONTA DE LUZ EM 2025

 

Blog do Pedro Côrtes – CNN

Senadores aprovaram eólicas offshore, mas incentivaram térmicas movidas a combustíveis fósseis1

Jabutis propostos pelo Senado acabam penalizando duplamente os consumidores.
Jabutis propostos pelo Senado acabam penalizando duplamente os consumidores. • Jonas Pereira/Agência Senado

As usinas termoelétricas, que utilizam combustíveis fósseis, são a fonte mais custosa de geração de energia elétrica no país. É exatamente esse o tipo de fonte beneficiada, com jabutis inseridos na lei, que regulamenta o funcionamento das usinas eólicas offshore no país.

Texto seguiu para sanção presidencial e o governo anuncia que vetará trechos que exigem maior uso de termelétricas, mas o Congresso poderá derrubar a decisão da Presidência.

Na política brasileira, o termo “jabuti” é utilizado para descrever dispositivos incluídos em um projeto de lei, sem relação com o objetivo principal. O termo vem da expressão “jabuti não sobe em árvore”, indicando que algo foi colocado ali artificialmente.

As usinas eólicas offshore apresentam um grande potencial de geração de energia elétrica, mais barata, por aproveitarem os ventos oceânicos, em geral, mais intensos e frequentes.

Ao mesmo tempo em que busca regular esse tipo de serviço, o texto aprovado no Senado incluiu incentivos ao uso de geração termoelétrica não previstos no texto original.

Maior custo

Quando o uso das termoelétricas se intensifica, isso repercute diretamente no aumento da conta de luz.

Os jabutis propostos pelo Senado acabam penalizando duplamente os consumidores. Incentivam o uso da geração termoelétrica, ao ampliar o prazo de contratação dessa fonte para 2050 (antes, o prazo original iria até 2040) e incluiu mais duas usinas a carvão na lista.

O projeto de lei aprovado também determina a contratação compulsória de pequenas centrais hidrelétricas, com 4,9GW adicionais, mesmo se não houver necessidade. Novamente, quem pagará essa conta serão os consumidores.

Também foi acrescentada a contratação compulsória de 4,25GW produzidos por usinas termelétricas a gás natural que operem continuamente, sem possibilidade de redução ou desligamento, mesmo quando há excesso de energia ou opções mais baratas, como solar e eólica.

Vetos presidenciais

O presidente Lula poderá vetar dispositivos específicos desse projeto de lei, como subsídios a termelétricas, por serem contrários à política ambiental ou à transição energética. Nesse caso, o texto voltaria ao Congresso, que poderia manter ou derrubar os vetos.

Caso o Congresso opte por derrubar vetos presidenciais, será necessária a aprovação da maioria absoluta, 257 deputados e 41 senadores, em votação conjunta. Os jabutis colocados nesse projeto sobreviverão?

LULA ACHA QUE A PROMOÇÃO DO SEU GOVERNO É RUIM TANTO QUANTO ELE É

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Ao participar do encerramento de um seminário do PT destinado a debater os rumos do partido – aquele tipo de encontro em que o comissariado petista costuma reafirmar vícios do passado para aprimorá-los no futuro –, o presidente Lula da Silva fez uma crítica contundente à comunicação do governo. “Há um erro do governo na questão da comunicação e sou obrigado a fazer as correções necessárias”, disse o presidente, em declaração interpretada como um prenúncio de que em breve trocará o responsável pela área, o desgastado ministro Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. “Quero começar a resolver no começo de ano”, avisou. Apoquentado com o que considera um abismo entre suas grandes realizações e a tépida aprovação popular, Lula endossou e inflamou as queixas já recorrentes num tema que ganha evidência toda vez que o demiurgo sente que seus poderes divinos não estão sendo bem compreendidos..

A fala amuada de Lula contra a comunicação do seu governo até adquiriu contornos inéditos pelas palavras duras que escolheu, mas na prática ele só repetiu o velho hábito de terceirizar a responsabilidade por problemas que nascem, no fundo, no próprio gabinete presidencial. A Lula o que é de Lula: a despeito da inquestionável má qualidade da comunicação no atual mandato e do baixo nível de conhecimento dos seus artífices sobre as dinâmicas do ambiente digital, o defeito de origem está no produto, não no marketing destinado a vendê-lo. O fato é que não há ministro, marketing político ou estratégia de qualidade capaz de vender um produto ruim.

Ocorre que, com a fritura pública de Pimenta, a bolsa de apostas para substituí-lo já tem até favorito: o marqueteiro do presidente na eleição vitoriosa de 2022, Sidônio Palmeira, ideia que teria ganhado corpo após o ruidoso anúncio que misturou, em rede nacional de rádio e TV, o pacote de ajuste fiscal e a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Coube a Sidônio a ideia de combinar as duas coisas e adornar a fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, convertida no primeiro ato de uma campanha institucional, lançada com slogan marqueteiro e consistência duvidosa. A mistura, o timing e a forma do anúncio provocaram estragos adicionais em um pacote que deveria comprovar a alegada sobriedade econômica do governo, mas foi levado adiante como peça de propaganda eleitoral. Ao que parece, contudo, Lula considerou a operaç.

Não faltou nem mesmo a velha tática de afetar humildade, quando Lula se incluiu entre os responsáveis pelos problemas de comunicação: “Há um equívoco meu na comunicação. O Stuckert (referência a seu fotógrafo oficial, Ricardo Stuckert) costuma dizer ‘presidente, o senhor é o maior comunicador do nosso partido, o senhor tem que falar mais’. E a verdade é que não tenho organizado as entrevistas coletivas”. Então estamos combinados: Lula, que já fala pelos cotovelos, avisou que vai “falar mais”.

E talvez seja exatamente esse o problema. Quando Lula fala, quase sempre de improviso, ou cria expectativas incompatíveis com a capacidade do governo de realizá-las, ou constrange a equipe econômica com discursos demagógicos que contrariam o compromisso com a saúde das contas públicas. O resultado é a crescente falta de credibilidade do governo.

Mas Lula está convencido de que seu governo é um primor e que a maioria dos brasileiros se convenceria disso se o presidente concedesse “mais entrevistas” – sobretudo para meios escolhidos a dedo pelo Palácio por deixarem Lula à vontade.

Enquanto isso, Lula não comenta sobre os problemas de coordenação política (liderada por ele mesmo), ou sobre a falta de um núcleo dirigente no Planalto capaz de corrigir os rumos ditados pelo presidente, ou ainda sobre a malaise provocada por um governo que chega envelhecido à metade do mandato. Como se vê, o que o presidente espera da comunicação do seu governo é algo que diz respeito mais a ele próprio. Uma certeza que só escancara a inutilidade do debate proposto na reunião do PT.

 

PROGRAMA DO HUCK DA REDE GLOBO HOMENAGEIA SILVIO SANTOS DO SBT NA PESSOA DE SUA FILHO PATRÍCIA

 

História de André Carlos Zorzi – Jornal Estadão

Luciano Huck e Patricia Abravanel interagiram por cerca de 11 minutos na noite deste domingo, 15, em transmissão simultânea pela Globo e pelo SBT durante homenagem a Silvio Santos no prêmio Melhores do Ano, do Domingão Com Huck. O fato chama atenção, mas não é inédito: em 2003, Gugu e Faustão dividiram a tela durante uma campanha publicitária.

O tom da homenagem não foi dramático e nem recorreu às lágrimas. Foram ditas palavras bonitas e, ao fim das contas, uma bem-humorada referência ao bordão “Quem quer dinheiro”, com direito a Huck arremessando aviõezinhos de dinheiro à plateia.

https://youtube.com/watch?v=QLQcsj60YVM%3Fautoplay%3D0%26mute%3D1%26enablejsapi%3D1

Do lado da Globo, a programação apenas retornou do intervalo. Pelo SBT, o Programa Silvio Santos, gravado, foi interrompido pela vinheta de um “plantão” acompanhado por uma animação de Silvio e o anúncio feito por sua filha sobre a união das transmissões. Apesar de tudo ter acontecido nos estúdios da Globo, o logotipo do SBT continuou a ser exibido na emissora paulista – e o da Globo na fluminense.

Também estavam presentes na plateia Paulo Marinho, diretor-presidente da Rede Globo, e Daniela Beyruti, a filha de Silvio que preside o SBT. Como um todo, o encontro chamou atenção, como haveria de ser, parece algo potencialmente mais marcante para parte dos telespectadores do que o encontro ocorrido há 20 anos, do qual muita gente ainda se lembra.

Luciano Huck e Patricia Abravanel em homenagem a Silvio Santos no 'Domingão' da Globo, com transmissão simultânea no SBT Foto: Reprodução de 'Domingão Com Huck' (2024)/Globo|SBT

Luciano Huck e Patricia Abravanel em homenagem a Silvio Santos no ‘Domingão’ da Globo, com transmissão simultânea no SBT Foto: Reprodução de ‘Domingão Com Huck’ (2024)/Globo|SBT

Em fevereiro 2003 (alguns meses antes de vir à tona o escândalo dos falsos integrantes do PCC no Domingo Legal) a ‘guerra pela audiência’ era maior do que hoje, o que poderia dar uma sensação até de maior estranheza para a ‘união’ entre emissoras à época.

Gugu e Faustão até trocaram breves elogios. “Ao contrário do que muita gente gostaria, nós somos concorrentes, jamais fomos inimigos. Muito pelo contrário”, disse o apresentador da Globo. Mas não saiu muito disso. Em pouco mais de três minutos, cada um já havia voltado à programação normal.'Domingão do Faustão' e 'Domingo Legal' uniram transmissões durante a promoção 'Junta Brasil', da Nestlé, em 23 de fevereiro de 2003, quando Faustão estava na Globo e Gugu Liberato no SBT Foto: Reprodução de 'Domingão do Faustão' (2003)/Globo

‘Domingão do Faustão’ e ‘Domingo Legal’ uniram transmissões durante a promoção ‘Junta Brasil’, da Nestlé, em 23 de fevereiro de 2003, quando Faustão estava na Globo e Gugu Liberato no SBT Foto: Reprodução de ‘Domingão do Faustão’ (2003)/Globo

DIA DO RESERVISTA E CURIOSIDADES

 

Karla Netto – Colunista Correspondente

Nesta segunda-feira(16), é celebrado o Dia do Reservista, uma justa homenagem à sua devoção patriótica e por ter contribuído para o fortalecimento da consciência cívica no país e estímulo às reflexões sobre o papel de cada brasileiro perante a Nação, a defesa da Pátria e a todos os valores que ela representa.

Esse também é o dia do nascimento de Olavo Bilac, poeta brasileiro parnasiano e patrono do serviço militar que escreveu a letra do Hino à Bandeira.
Olavo Bilac nasceu em 1865 e ficou conhecido pelo seu patriotismo, tal como dá mostras a letra do hino que compôs:

“Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!”

(Trecho do Hino à Bandeira, adotado em 1906)

Ele defendia a obrigatoriedade do serviço militar e, junto com outros intelectuais, fundou a Liga de Defesa Nacional em 1916. Assim, com o seu ideal cívico, Bilac tende a inspirar os brasileiros e, por essa razão, motiva a origem da celebração do Dia do Reservista.

É assim desde 1939, quando o presidente do Brasil Getúlio Vargas instituiu a data pelo Decreto-Lei n.º 1908, de 26 de Dezembro de 1939. A data tem como objetivo homenagear os reservistas, os oficiais da força militar que conciliam sua vida civil estando sempre disponíveis para o caso de serem convocados para situações de urgência ou em caso de guerra.

Além dos reservistas, o dia 16 de dezembro homenageia Olavo Bilac (1865-1918), brasileiro dedicado que demonstrou amor à pátria e, por isso, o Decreto nº 58.222, de 19 de abril de 1966, o consagrou como patrono do Serviço Militar.

Fonte: Karla Neto
Foto:  Reprodução

CURIOSIDADES  – Karla Neto

Você sabia que o chá de cravo alivia a dor de dente?

A dor de dente é um problema bastante comum e pode ser causada por diversos fatores, como cáries, infecções ou até mesmo problemas na gengiva. Quando a dor aparece, pode ser difícil encontrar alívio imediato. Felizmente, existem alguns chás que podem ajudar a aliviar a dor de dente de forma rápida e eficaz. Neste artigo, serão apresentados cinco chás que podem ajudar a aliviar a dor de dente e como prepará-los.

A dor de dente é um dos incômodos mais desagradáveis que alguém pode sentir. Ela pode ser causada por diversos fatores, como cáries, inflamações na gengiva, infecções e até mesmo por um dente quebrado. Quando a dor aparece, é importante buscar ajuda médica para tratar o problema. Mas enquanto isso não é possível, existem alguns chás que podem ajudar a aliviar a dor de dente.

Chá de cravo: alívio imediato para a dor de dente O cravo é um ingrediente muito utilizado na culinária brasileira, mas também tem propriedades medicinais importantes. Ele é um analgésico natural e pode ajudar a reduzir a dor de dente. Para fazer o chá de cravo, basta colocar uma colher de sopa de cravos em uma xícara de água quente e deixar descansar por alguns minutos. Depois, é só coar e beber.

Você sabia que a girafas podem limpar suas orelhas usando suas enormes línguas que podem chegar aos 50 centímetros!

As girafas são animais vertebrados da classe dos mamíferos, família Giraffidae e ordem Cetartiodactyla. Alimentam-se de folhas, caules, flores e frutos de plantas, preferencialmente, do gênero Acacia sp., portanto são animais herbívoros.

Apesar de sua enorme diferença de tamanho, se comparadas a outros mamíferos, as girafas possuem sete vértebras no pescoço. As girafas possuem um pescoço longo justamente por possuírem vértebras cervicais extremamente alongadas.

Outra característica é a presença de apêndices cefálicos. Esses animais podem ter de dois a cinco dessas estruturas chamadas de ossicones. Os ossicones são estruturas ósseas localizadas no topo da cabeça das girafas. Em machos, os ossicones são grossos e sem pelos no topo, nas fêmeas são mais finos e com tufos de pelos na parte superior.

Sua reprodução ocorre internamente, ou seja, seus filhotes se desenvolvem no útero da fêmea, portanto, são vivíparos. O tempo de gestação é de 15 meses e quando o ocorre o parto, o filhote chega a cair de uma altura de aproximadamente 2 metros.

Girafas são animais dóceis e, como a maioria dos mamíferos, garantem o importante cuidado parental de seus descendentes. Amamentam e cuidam dos filhotes até um ano e meio após seu nascimento.
Diferenciar o sexo de uma girafa é relativamente simples.

Os machos possuem de duas a cinco estruturas ósseas na cabeça, chamadas ossicones que são mais grossos e sem “tufos” de pelos no topo. Por outro lado, as fêmeas possuem de dois a cinco ossicones mais finos e com “tufos” de pelos na ponta.

Elas possuem pernas longas, sendo as dianteiras mais altas que as traseiras, e número reduzido de costelas. O tempo de vida de uma girafa é de aproximadamente 15 a 20 anos.

Devido ao baixo teor nutritivo das folhas, as girafas precisam comer grandes quantidades e passam quase 20 horas por dia comendo. O comprimento do corpo pode ultrapassar os 2,25 metros e ainda possui uma cauda com 80 centímetros de comprimento, não contando com o pincel final.

O seu peso pode ultrapassar os 500 Kg. Apesar do seu tamanho, a girafa pode atingir a velocidade de 47 km/h, suficiente para fugir de seus predadores.

Você sabia que um simples alimento pode não só ajudar a melhorar a qualidade do seu sono, mas também fortalecer a saúde do seu cérebro?

Incluir pistaches em sua alimentação diária oferece benefícios notáveis para o corpo e mente. Estes pequenos frutos secos são ricos em ácidos graxos insaturados, nutrientes essenciais para a saúde do coração e do cérebro, e ainda são práticos e baratos. Mas o que realmente os torna especiais é seu impacto direto na qualidade do sono e no bem-estar mental.

Se você está em busca de uma forma natural de melhorar o descanso noturno e dar um impulso à saúde cognitiva, as nozes podem ser a chave.

O pistache é uma fonte importante de melatonina, hormônio responsável pela regulação do ciclo do sono. Uma porção de cerca de 30 gramas de pistache fornece aproximadamente 6 mg desse hormônio, o que contribui para um sono mais profundo e reparador.

Além de melhorar o descanso, essa noz é um aliado poderoso da saúde cognitiva. Ela contém luteína e zeaxantina, carotenoides que protegem as células cerebrais do estresse oxidativo, prevenindo o envelhecimento precoce do cérebro.

Com uma riqueza em minerais como potássio, magnésio, fósforo, ferro e zinco, ele fortalece a memória, melhora a concentração e até ajuda a controlar o estresse, promovendo o bom humor.

Fonte: Karla Neto
Foto: Reprodução

PRIMEIRO TREM TURÍSTICO ENTRE MINAS E RIO DE JANEIRO SERÁ INAUGURADO EM 2025

História de Gustavo Werneck – EM.com.br

Locomotiva e vagões do futuro trem Rio-Minas, que tem previsão de entrar em operação no primeiro semestre de 2025. Trecho Três Rios-Sapucaia (RJ), passando por Chiador (MG)

Locomotiva e vagões do futuro trem Rio-Minas, que tem previsão de entrar em operação no primeiro semestre de 2025. Trecho Trás Rios-Sapucaia (RJ), passando por Chiador (MG)© Oscip Amigos do trem/Divulgação

Após nove anos de espera, mineiros e fluminenses terão, finalmente, um novo transporte de passageiros. Está previsto para entrar nos trilhos, no primeiro semestre de 2025, o trem turístico Rio-Minas, que vai circular entre Três Rios e Sapucaia, ambas no Rio de Janeiro, passando por Chiador, na Zona da Mata mineira, onde fica a primeira estação ferroviária das Gerais, agora em fase adiantada de restauração. No total, serão 36 quilômetros de um trecho com belas paisagens, fazendas centenárias e patrimônio cultural precioso. “Estamos muito satisfeitos, esperamos muito por esse dia. Essa etapa foi decisiva”, comemora a presidente da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Amigos do Trem, Cyntia Nascimento.

Na quarta-feira (11/12), foi firmado na sede do Ministério dos Transportes, em Brasília (DF), um acordo entre a VLI (companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais) e a Amigos do Trem. Em nota, a companhia informou que a assinatura do Contrato Operacional Específico (COE), que regula a possibilidade de operação de um trem de passageiros conectando as cidades de Três Rios e Sapucaia (RJ), possibilita uma nova rota turística sobre trilhos no país, a ser operada e administrada pela Amigos do Trem”. Após a assinatura, o COE será encaminhado à Agência Nacional do Transporte Terrestre (ANTT), responsável pela análise e autorização da operação.

Para viabilizar todo o processo, a companhia investiu cerca de R$ 40 milhões na malha férrea, além de ceder gratuitamente quatro locomotivas para a Amigos do Trem. “A assinatura representa o entendimento entre VLI e a Amigos do Trem quanto a obrigações e responsabilidades operacionais; entrará em vigor após a expressa autorização da ANTT para o transporte de passageiros com finalidade turística e histórico-cultural, nos termos da Resolução ANTT 5975/2022”, afirma o CEO da VLI, Fábio Marchiori.

A devolução de trechos não operacionais prevista na proposta de renovação antecipada da Ferrovia Centro-Atlântica poderá originar novas possibilidades de operação similares, uma vez que a concessão é vocacionada para o transporte de carga geral”, acrescenta Marchiori.

Para a viabilização operacional do COE pela Amigos do Trem, a VLI cedeu gratuitamente quatro locomotivas, uma oficina ferroviária em Recreio, na Zona da Mata, pátios e linhas de manobra, bem como a recuperação da via permanente do trecho, com a substituição de 5 mil dormentes, dentre outros itens. Os vagões que farão o transporte de passageiros integram o acervo da Amigos do Trem e serão transportados pela VLI até a cidade de Três Rios, em um prazo de 120 dias contados a partir da assinatura do Contrato.

Novo capítulo

O percurso do trem de passageiros tem extensão total de 36 quilômetros, sendo considerado promissor do ponto de vista turístico em razão da relevância histórica da região de Três Rios e Sapucaia, que reúne ainda paisagens naturais e se encontra nas proximidades de outros centros urbanos. “Precisaremos, a partir de agora, de participação, com recursos, das prefeituras dos três municípios (Três Rios, Sapucaia e Chiador, esse na Zona da Mata mineira), para fazer a manutenção dos carros e outras ações fundamentais”, destaca Cyntia. No total, serão transportados, em cada viagem, 1.014 passageiros ou 78 em cada um dos 13 vagões.

Na assinatura do acordo, a presidente da Oscip agradeceu à VLI por contribuir para que o projeto, dentro de toda a sua complexidade, se tornasse realidade, bem como o empenho de municípios, empresas e demais entes públicos, além de voluntários da Amigos do Trem e todos aqueles que já passaram pela nossa história. “É uma grande satisfação participar da construção de um novo capítulo do turismo ferroviário no Brasil”.Este será o primeiro trem turístico interestadual do Sudeste do país. “A partir da autorização da ANTT, a Amigos do Trem passará a ser o operador ferroviário do trecho. Teremos total autonomia”, observa Cyntia.

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A Amigos do Trem foi criada há 26 anos pelo mineiro de Juiz de Fora (Zona da Mata), Paulo Henrique do Nascimento, que faleceu em novembro de 2018 e dedicou décadas para estruturar as bases do projeto e colocar em práticas suas ideias. O projeto concebido por ele percorreria 168 quilômetros, nos fins de semana e feriados. No roteiro, estavam Cataguases, Leopoldina, Recreio, Volta Grande e Além Paraíba, na Zona da Mata, Sapucaia (RJ), Chiador e Três Rios (RJ). Trata-se do antigo ramal ferroviário Leopoldina.

Desde a mobilização para colocar o trem turístico nos trilhos, o EM vem documentando o caso. No último dia 28, a coluna “Nossa História/Nosso Patrimônio” mostrou o andamento das obras de restauro da estação de Chiador, a primeira de Minas, inaugurada, em 1869, pelo imperador dom Pedro II (1825–1891), por onde passará o trem turístico. O imóvel histórico, antes em ruínas, tem obras patrocinadas pela Eletrobras.

A chegada da estrada de ferro a Chiador propiciou o intercâmbio com outras localidades, inclusive o litoral, e promoveu o surgimento das indústrias de laticínio e cerâmica. O intenso comércio com o Rio de Janeiro garantiu o crescimento do povoado, que, em 1880, se tornou distrito de Mar de Espanha.

Memória

Em 19 de maio de 2018, a pacata cidade de Recreio viveu um momento histórico. Bem cedo, veio gente de todo lado para ver a partida do trem Rio-Minas, que, naquele dia, fazia uma viagem-teste em direção a Cataguases, em um trajeto de 60 quilômetros. A equipe do Estado de Minas estava presente e postou um vídeo que viralizou na internet.

Tendo à frente Paulo Henrique do Nascimento, idealizador do projeto e falecido em novembro daquele ano, a viagem envolveu 15 pessoas, sendo sete a bordo e oito de carro, munidos de rádios de comunicação para fazer acompanhamento. Naquela viagem-teste, os passageiros ficaram de fora, apenas acenando de longe para o trem que trafegava em velocidade baixa (3 a 5 km/h) com duas locomotivas e três vagões.

 

A TECNOLOGIA TROUXE INÚMERAS FACILIDADES PARA O AMBIENTE CORPORATIVO COMO TROCA DE MENSAGENS VIRTUAIS MAS O OLHO NO OLHO PRESENCIAL AINDA TEM O SEU LUGAR DE DESTAQUE

 

Henrique Mol – Especialista em franquias

Segundo empresário especialista em franquias Henrique Mol, o ideal é aliar os dois métodos; ele compartilha dicas de estratégias para aplicar ambas prospecções em seus negócios

A tecnologia digital trouxe inúmeras facilidades para o ambiente corporativo, especialmente com o trabalho remoto e as vendas realizadas de forma on-line. O uso de videoconferências, aplicativos de mensagem e outras ferramentas de comunicação à distância permite que os vendedores alcancem mais leads em menos tempo e economizem com deslocamentos.

No entanto, apesar das vantagens, o olho no olho presencial ainda tem seu lugar de destaque, principalmente em negociações mais complexas, como a venda de franquias. Henrique Mol, especialista em franquias e presidente da holding Encontre Sua Franquia, reforça a importância de equilibrar prospecções virtuais e presenciais para alcançar resultados melhores.

O crescimento das vendas virtuais

O avanço das Inside sales, vendas realizadas remotamente, facilitou o trabalho de prospecção. Com ferramentas como Zoom, Google Meet e WhatsApp, os vendedores conseguem conduzir várias reuniões em um único dia, mantendo o contato frequente com leads, realizando follow-ups e agilizando propostas.

Antes, com a dependência dos encontros presenciais, especialmente em capitais como a Grande São Paulo, era possível fazer de duas a quatro reuniões presenciais, por dia. Mas, agora, com as ferramentas virtuais, este número pode crescer expressivamente. 

Além disso, as vendas virtuais reduzem o Custo de Aquisição do Cliente (CAC), já que não há gastos com deslocamento e estadia, e o vendedor pode se preparar melhor para cada reunião. O tempo economizado no transporte é utilizado para estudar o lead e ajustar a abordagem. “Hoje é uma realidade que deve fazer parte da estratégia de qualquer negócio, afinal as pessoas gastam mais tempo por lá. A internet é o local onde, independentemente de qual seja o interesse de negócio, servirá como fonte de pesquisa”, relata Henrique.

Entretanto, há algumas limitações. O vendedor remoto pode enfrentar taxas mais altas de reagendamentos e a falta de envolvimento total do cliente, como quando se negam a ligar a câmera ou dividem a atenção com outras atividades, como e-mail e mensagens no celular. Por isso, seja presencial ou não, é necessário buscar meios de manter a conexão e a fluidez da negociação.

Para tornar as prospecções virtuais mais efetivas, Henrique compartilha algumas dicas de estratégias que ajudam a construir autoridade e segurança, no caso das vendas de franquias:

– Documentar provas sociais por vídeos;

– Ter materiais na internet que mostrem a estrutura que possui aos futuros franqueados da rede;

– Bastidores do dia a dia da franqueadora;

– O negócio precisa ter uma referência, com seus fundadores se posicionando nas redes sociais;

– Usar bastante das videoconferências.

O poder do contato presencial nas prospecções

Se o ambiente digital acelera etapas do processo de venda, ele não substitui a importância de um encontro presencial, principalmente quando falamos de vendas de maior complexidade, como a de franquias. As vendas presenciais (Field sales) permitem que o vendedor estabeleça uma relação de confiança mais profunda e envolva o cliente de maneira mais emocional.

“O contato presencial é algo que sempre terá maior conversão, o desafio está na escala e custos para que ocorra as negociações. Entendemos que ter o presencial em locais onde exista um número grande de negociações, possa fazer sentido.”

Este tipo de prospecção é especialmente eficaz para produtos e serviços com tíquete médio alto, onde o processo de decisão de compra é mais demorado e exige um vínculo mais forte entre o vendedor e o cliente. Por meio destes encontros, o prospect consegue analisar o comprometimento da marca antes de tomar a decisão final.

Além disso, o contato humano em um encontro presencial facilita a leitura de sinais não-verbais, como a linguagem corporal e o tom de voz, elementos importantes na condução da negociação. Assim, o vendedor consegue identificar hesitações, preocupações e oportunidades de uma forma que, no virtual, nem sempre é possível.

O melhor dos dois mundos: unindo estratégias de prospecção

Apesar das diferenças, é importante ressaltar que vendas virtuais e presenciais não são excludentes. Segundo Henrique Mol, o ideal é encontrar um equilíbrio entre estas abordagens, aproveitando o melhor de cada uma delas. Inclusive, é isso que ele aplica em sua holding “Encontre Sua Franquia”.

Ele relata: “Criamos ações em marketing para despertar o desejo de potenciais franqueados. Entendemos que, para os formatos de negócios que temos internamente, seja a melhor estratégia.” A isso, Henrique alia as abordagens presenciais em situações com alta circulação de pessoas, como uma forma de reduzir o CAC e o tempo de prospecção. “A estratégia que utilizamos é utilizar de eventos como feiras e palestras”, completa.

As empresas podem utilizar a prospecção virtual para qualificar leads, otimizar o tempo e os recursos da equipe de vendas. Assim, os vendedores podem concentrar seus esforços nas reuniões presenciais com prospects que demonstraram um alto potencial de fechamento. Desta forma, as abordagens virtuais ajudam a preparar o terreno, enquanto as presenciais permitem selar o acordo com mais segurança. Essa pode ser uma boa aliança.

No caso das vendas de franquias, especialmente, o encontro presencial, muitas vezes, pode ser o que vai definir a decisão final. Isso porque o cliente quer sentir a segurança e o comprometimento do franqueador, algo que o contato olho no olho transmite com muito mais eficácia.

Sobre o Henrique Mol

Henrique Mol, natural de Belo Horizonte/MG, é presidente da holding Encontre Sua Franquia, detentora das marcas Entre Sua Viagem, SUAV, Zaplus Car, Acquazero, Quisto Corretora de Seguros e Only Mule, que juntas somam mais de 1 mil franqueados no Brasil e exterior e teve faturamento anual de R$ 220 milhões em 2023. O empresário também conta com seu próprio canal sobre franquias no Youtube (www.youtube.com/@HenriqueMol1). Ele utiliza o espaço para falar sobre diversas oportunidades de negócios em diferentes segmentos. Hoje, o canal soma 84 mil inscritos, 1.448 vídeos e mais de 4 milhões de visualizações, o que o deixa no 3º lugar como o maior youtuber referência no franchising.

A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO

Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon

A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz divulgação de todas

as empresas da região do Vale do Aço, chama a atenção para as seguintes questões:

• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou pela

primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.

• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas

para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.

• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.

• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.

• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se expanda, seja através

de mobilidade, geolocalização, comunicação, vendas, etc.

• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:

a) Digitalização dos Lojistas;

b) Apoio aos lojistas;

c) Captura e gestão de dados;

d) Arquitetura de experiências;

e) Contribuição maior da área Mall e mídia;

f) Evolução do tenant mix;

g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;

h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;

i) Convergência do varejo físico e online;

j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;

k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;

l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;

m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.

Vantagens competitivas da Startup Valeon:

• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar rapidamente

reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a Startup Valeon não foge disso,

fazem dois anos que estamos batalhando para conquistarmos esse mercado aqui do

Vale do Aço.

• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos contar com apoio de

parceiros já consolidados no mercado e que estejam dispostos a investir na execução de

nossas ideias e a escolha desses parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui

do Vale do Aço para os nossos serviços.

• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois são capazes de

proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.

• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos

diariamente à procura do inédito.

• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do mercado e na falta de

um Marketplace para resolver alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser

mais um complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso

funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia, inovação com

soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande empresa. Temos a missão de

surpreender constantemente, antecipar tendências, inovar. Precisamos estar em constante

evolução para nos manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em

como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.

• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de divulgação de suas

empresas e bem como contribuindo com o seu faturamento através da nossa grande

audiência e de muitos acessos ao site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter

mais de 150.000 acessos.

Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:

• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas

de marketing;

• Atraímos visualmente mais clientes;

• Somos mais dinâmicos;

• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;

• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;

• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.

• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em buscadores, redes

sociais e em várias publicidades online para impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso

site e aumentar as suas vendas.

Proposta:

Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas Empresas na nossa

máquina de vendas, continuando as atividades de divulgação e propaganda com preços bem

competitivos, bem menores do que os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.

Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada empresa contendo: fotos,

endereços, produtos, promoções, endereços, telefone, WhatsApp, etc.

O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja também uma

SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.

CONTATOS:

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Fone Wpp: (31) 98428-0590

Site: valedoacoonline.com.br

domingo, 15 de dezembro de 2024

A AMAZÔNIA EM 2024 TEM O MAIOR NÚMERO DE QUEIMADAS E INCÊNDIOS EM 17 ANOS

 

História de Redação – IstoÉ Dinheiro

“Já vi situações extremas, mas eu nunca tinha visto nada tão forte quanto agora”.

A frase de Francisco Wataru Sakaguchi, agricultor de Tomé-Açu, no nordeste da Amazônia paraense, dá o tom do que representaram as queimadas e incêndios florestais este ano. Sakaguchi tinha agendado uma palestra em Manaus no início de dezembro, mas teve que cancelá-la de última hora para impedir que o fogo chegasse na propriedade dele. Os esforços deram resultado, mas outros vizinhos não tiveram a mesma sorte.

“A minha situação está resolvida, fiquei mais protegido. Mas muita gente perdeu tudo. A gente presencia o desespero das pessoas, perguntando o que vai ser da vida delas dali para frente. E tudo o que a gente pode fazer é dar um apoio moral”, disse o agricultor, em vídeo enviado para a TEDxAmazônia.

Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que em 2024  a Amazônia teve o maior número de focos de calor dos últimos 17 anos. Até o início de dezembro foram 137.538, o que inclui queimadas, controladas ou não, e incêndios florestais. O período só não foi pior do que em 2007, quando foram registrados 186.480 focos.

Em relação a 2023, houve aumento de 43%. Em todo o ano passado, foram 98.646 focos. Em 2024, a maior parte dos registros ocorreu entre julho e novembro, com números acima da média histórica. Só em setembro foram 41.463 focos. A média para o mês é de 32.245.

A Amazônia é o bioma mais impactado, com 50,6% de todos os focos do país. Logo na sequência, vem Cerrado (29,6% / 80.408 focos), Mata Atlântica (7,7% / 21.051), Caatinga (6,5% / 17.736), Pantanal (5,3% / 14.489) e Pampa (0,2% / 419). E não se trata apenas de ter o maior número de focos, mas da capacidade de reagir ao fogo.

“A Floresta Amazônica é do tipo ombrófila, por ser muito úmida. Ela tem vários estratos que impedem a passagem do vento e é mais sombreada. Caso o fogo ocorra e se propague nela, o impacto é muito maior. Porque ela não tem adaptações de resistência ao fogo. A casca é mais fina, as folhas são mais membranosas. Diferentemente do Cerrado, que é uma vegetação dependente do fogo e evolui em dependência dele. A vegetação tem casca mais grossa, as gemas são protegidas”, explica o engenheiro Alexandre Tetto, coordenador do Laboratório de Incêndios Florestais (Firelab) e do Laboratório de Unidades de Conservação (Lucs) no Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

O Pará, que tem como bioma predominante a Amazônia, é o estado que lidera em número de focos de calor: 54.561. Os municípios mais impactados são os de São Félix do Xingu (7.353), Altamira (5.992) e Novo Progresso (4.787).

Nas últimas semanas, o céu paraense foi coberto por uma fumaça densa, oriunda das queimadas e incêndios florestais. A maior parte está relacionada ao desmatamento ilegal da Amazônia. A qualidade do ar ficou comprometida em diversas cidades. Santarém ganhou destaque pelos números altos de concentração de poluentes e teve decretada situação de emergência ambiental.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), no dia 24 de novembro, a poluição do ar no município foi 42,8 vezes superior à diretriz anual de qualidade do ar da Organização Mundial de Saúde (OMS). A Secretaria Municipal de Saúde disse que, entre os meses de setembro e novembro de 2024, Santarém registrou 6.272 atendimentos relacionados a sintomas respiratórios.

Brigadistas 

Amazônia tem o maior número de queimadas e incêndios em 17 anos. 

Daniel Gutierrez, faz parte da brigada voluntária de Alter do Chão, um dos distritos administrativos de Santarém. O grupo existe desde 2018 e tem lidado cada vez mais com episódios de fogo na região e arredores. Na semana passada, um esquadrão precisou ser enviado à Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns para ajudar a combater três incêndios. O grupo se juntou às equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e às outras brigadas de locais próximos.

“A gente que vive aqui, sentiu que aumentaram muito as queimadas. E, agora, parece que estacionou uma nuvem. A fumaça que a gente sentiu nos últimos meses, eu nunca tinha visto antes, em dez anos morando aqui. As pessoas que são daqui e vivem há muito mais tempo do que eu, também nunca tinham visto. Esse ano foi muito pior”, relata Gutierrez.

O brigadista destaca que é preciso melhorar as investigações sobre os focos de incêndios e queimadas, porque eles são majoritariamente provocados pela ação humana.

“A vegetação fica seca e mais propensa a pegar fogo. Mas alguém provoca, não tem fogo natural. Fogo natural na Amazônia é de raio. Só que quando tem raio, tem chuva. Pode acontecer um fogo com raio? Pode. Eu só vi uma vez aqui em Alter do Chão, em um dia que não choveu. Mas é uma exceção da exceção”, diz o brigadista.

O Pará, que tem como bioma predominante a Amazônia, lidera em número de focos de calor. Foto: Agência Santarém.

Focos de calor

O engenheiro florestal Alexandre Tetto explica que as condições climáticas em 2024 foram favoráveis para a propagação do fogo, seja ele natural, legal ou criminoso.

“Picos de focos de calor ocorrem em função de duas coisas. Maior disponibilidade material combustível, quer dizer, você tem mais vegetação para queimar. E condições meteorológicas: temperaturas mais altas, umidade relativa do ar mais baixa, velocidade do vento maior, e estiagem, tempo maior sem precipitação. Tudo isso acaba possibilitando a maior ocorrência e propagação dos incêndios”, diz o especialista.

O fogo pode ser usado de forma controlada e autorizada em determinadas condições meteorológicas. Quando o índice de incêndio está baixo ou médio, a queima controlada pode ser feita com mais segurança.

“A queima controlada e autorizada tem uma série de funções e objetivos no campo, desde melhoria do habitat para fauna, manejo de vegetação, abertura de área para agricultura de subsistência. Inclusive para a FAO [Food and Agriculture Organization, das Nações Unidas], a queima controlada é vista como uma forma de reduzir a pobreza, por possibilitar ao pequeno agricultor abrir uma área com baixo custo, de uma forma relativamente segura”, explica Alexandre.

Tempo de extremos

Francisco Sakaguchi conta que chegada da chuva esta semana ajudou a impedir que fogo se propagasse Foto: Agência Santarém.

Em Tomé-Açu, onde vive o agricultor Francisco Sakaguchi, a chegada da chuva esta semana ajudou a impedir que o fogo se propagasse e causasse danos ainda maiores. Mas os acontecimentos climáticos extremos e inéditos deste ano não deixam boas perspectivas para o futuro.

“Nunca vi o meu lago secar. Tem umas áreas de brejo, alagadas, que tem muito açaí. Nunca vi o açaizeiro, que eu sempre andei quando criança e andava dentro do igapó, morrendo pela seca. E esse anos, eu estou vendo isso”, relata Francisco. “Nós aqui da comunidade sempre tivemos preocupação de medir índice pluviométrico, umidade relativa do ar. A gente usa isso como ferramenta da nossa agricultura. E eu nunca vi na minha vida, a umidade relativa do ar ser abaixo de 50% aqui na nossa região. E esse ano teve dias que marcaram 42%. Foram cento e cinquenta dias sem chuvas”.

Notas

A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará disse que o combate às queimadas em Santarém e outras regiões do estado foi intensificado. Desde o fim de novembro, as operações receberam um reforço de “40 novos bombeiros, totalizando 120 profissionais na linha de frente, distribuídos em cinco frentes de trabalho. Além disso, oito novas viaturas e abafadores de incêndio foram incorporados às três já em operação, com o suporte adicional de dois helicópteros no combate aéreo. O monitoramento é realizado em tempo real via satélite, garantindo uma resposta ágil e coordenada aos focos de calor”.

A nota diz ainda que “somente 30% do território do Pará está sob jurisdição estadual. Os outros 70% são federais, o que demanda uma coordenação de esforços com a União. Neste sentido, o estado solicitou em setembro deste ano o apoio do governo federal com recursos para reforçar o combate às queimadas no estado. Além disso, a gestão estadual faz parte do Centro Integrado Multiagências de Coordenação Operacional Nacional (CIMAN), coordenado pelo governo federal, que reúne representantes dos estados e de órgãos federais como Ministério do Meio Ambiente, IBAMA, ICMBio, FUNAI, CENSIPAM e INCRA, para discutir linhas de trabalho e atuações em conjunto para o combate às queimadas”.

Em nota, o Ministério do Meio Ambiente disse que “em 2024, desde o início das ações de combate aos incêndios na Amazônia, o governo federal mobilizou mais de 1.700 profissionais, disponibilizou 11 aeronaves, mais de 20 embarcações e mais de 300 viaturas, além de combater 578 incêndios de grandes proporções. É importante ressaltar que a resposta foi iniciada em 1º de janeiro de 2023, com a criação da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas. Atualmente, 500 profissionais atuam no combate aos incêndios no Pará e no Maranhão”.

A pasta também disse que em junho, o governo federal assinou “um pacto com governadores para combater o desmatamento e os incêndios no Pantanal e na Amazônia”. Em julho, foi sancionado o Projeto de Lei n° 1.818/2022, que institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. O Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo, previsto pela política, foi instalado pelo governo federal em 9 de outubro e já realizou duas reuniões”. Além disso, assinou, em setembro, uma medida provisória “que autoriza crédito de R$ 514 milhões para o combate aos incêndios na Amazônia, incluindo R$ 114 milhões para o MMA. Uma terceira MP, assinada em novembro, flexibiliza a transferência de recursos do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) para estados e municípios em regiões com emergência ambiental, priorizando a agilidade no combate aos incêndios,

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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