quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

NOTÍCIAS DO DIA 26/12/2019


Agenda do dia: veja o que você precisa saber hoje





 
  
Jovem adota felino selvagem pensando que era gato

Bolsonaro escolhe o nº 38 para seu novo partido

POLÍTICA
- Bolsonaro sobre lei anticrime: 'Não posso sempre dizer não ao Parlamento'
O presidente Jair Bolsonaro publicou nesta quarta (25), em rede social, que 'não pode sempre dizer não ao Parlamento' pois estaria 'fechando portas', em referência ao projeto de lei anticrime sancionado na última terça (24). A manutenção do chamado 'juiz de garantias', incluído no texto pela Câmara de Depurados, contraria a  propostos do ministro Sergio Moro e gerou polêmica com a Associação dos Magistrados Brasileiros e o líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias. (Via Estadão)

Bolsonaro sanciona projeto anticrime (AFP)


Moro: projeto anticrime sancionado 'não é o dos sonhos'
Alexandre de Moraes: Lei anticrime revoluciona o combate ao crime organizado
Weintraub compartilha post que chama Bolsonaro de 'traidor'
Carlos Bolsonaro critica comunicação do governo
Bolsonaro brinca com drone no Natal



MUNDO
- Netanyahu deixa comício após disparo de míssil
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu teve de deixar um comício eleitoral após relatos de iminentes disparos de mísseis na Faixa de Gaza. 'Um projétil foi disparado da Faixa de Gaza para o território israelense, sendo interceptado pelo sistema de defesa', afirmou o Exército. (Via Poder 360)
Chile declara estado de alerta devido a incêndio

Papa Francisco clama contra as “trevas” do mundo

- Homem rouba banco e joga dinheiro nas ruas
David Wayne Oliver, 65 anos, roubou um banco nos Estados Unidos no último dia 23 e começou a distribuir o dinheiro pelas ruas de Colorado Springs, no Colorado. O homem foi preso ao dar dinheiro e desejar 'Feliz natal'. (Via Catraca Livre)

BRASIL
SP: polícia desconsidera denúncia sobre mistério de ossadas
A Polícia Civil desconsiderou uma denúncia anônima de que a ossada encontrada na rua Abílio Soares poderia ter sido removida a um aterro em Carapicuíba. Os ossos seriam de presos e assassinados pelo regime militar no Doi-Codi. Um laudo de 13 de dezembro descarta que a origem de dois ossos achados sejam humanos. A delegada do caso, Juliana Romangoli Elias, não explicou o motivo de não haver buscas no aterro de Carapicuíba (Via El País)

Menino de 9 anos morre atacado por cães no Jabaquara

Mulher sofre queimaduras após celular pegar fogo

CGU cassa aposentadoria de ex-chefe da Petrobras



NBA
- 'Batalha de Los Angeles': Clippers vence Lakers
O quinto jogo da rodada de Natal da NBA reuniu dois grandes craques no clássico de Los Angeles. O Clippers de Kawhi Leonard, que fez o 8º duplo-duplo da temporada, derrotou o Lakers de LeBron James por 111 x 106. Destaque para Patrick Beverley, que desarmou James no último lance da partida. (Via ESPN)
Green decide, Warriors faz 'jogo perfeito' e vence o Rockets

FUTEBOL
- Abel cobra na Justiça premiação dos títulos do Fla
Ex-técnico do Flamengo, Abel Braga pretende processar o ex-clube para cobrar uma porcentagem relativa aos títulos conquistados neste ano. 'Se participei de alguns jogos, mereço a minha parte'. O carioca de 67 anos comando o time rubro-negro em 32 jogos, sendo 19 votórias, oito empates e cinco derrotas, neste ano. (Via ESPN)

- Site vaza nova camisa do Cruzeiro
O novo uniforme do Cruzeiro foi divulgado por um site estrangeiro nesta quarta-feira (25). O novo material é feito pela Adidas, que tem contrato com a equipe mineira até dezembro de 2022. (Via Super Esportes)

Palmeiras teria recebido 'mala branca' para rebaixar o Cruzeiro

CSA confirma a contratação de Rodrigo Pimpão

Santos recusa proposta por Eduardo Sasha

Jornal coloca Sampaoli e Hulk na mira do Espanyol

  

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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO BRASIL ULTRAPASSA A MARCA DE 3 MILHOES DE BARRIS POR DIA


Produção de petróleo ultrapassa marca de 3 milhões de barris por dia

Agência Brasil







A produção nacional de petróleo ultrapassou a marca de 3 milhões de barris por dia, pela primeira vez. Segundo dados divulgados hoje (23) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a média de produção de 3,09 milhões de barris de óleo por dia foi atingida no mês de novembro.
O recorde anterior era a média diária de 2,989 milhões de barris de óleo, registrada no mês de agosto, de acordo com a ANP.
A produção de petróleo em novembro deste ano foi 4,3% superior à registrada em outubro e 20,4% maior do que a observada em novembro de 2018.
Já a produção de gás natural em novembro chegou a 137 milhões de metros cúbicos por dia, 3,8% a mais do que em outubro e 21,6% superior à produção de novembro do ano passado.
A produção diária do pré-sal atingiu uma média de 2,061 milhões de barris de petróleo, 66,7% do total nacional, e 83,7 milhões de metros cúbicos de gás natural, 61,1% do total do país.
Somando-se o petróleo e o gás natural, a produção total do país - pré-sal, pós-sal e terra - chegou a 3,95 milhões de barris de óleo equivalente, dos quais 2,588 milhões, 65,5% do total, foram obtidos em poços do pré-sal.

O preço dos combustíveis tem que ser tratado como o de qualquer outro produto e não se deve definir periodicidade para os reajustes. A conclusão é do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco que descartou ainda um controle de preços. Para o executivo, a atual política de preços é positiva para a companhia e para o Brasil.
“Tem periodicidade para o preço da carne. O preço da carne deu um salto com o choque de oferta. E aí? Vamos fazer periodicidade e controlar o preço da carne? Não vai porque o controle de preços pertence ao museu de armas falidas contra a inflação há muito tempo”, disse, durante um café da manhã com jornalistas, na sede da empresa, no centro do Rio.
“Não se justifica nenhum controle de preços de combustíveis, periodicidade. Deixa o mercado livre”.
O presidente disse que não tem “a menor preocupação” com uma possível deflagração de greve dos caminhoneiros, em consequência dos preços do diesel como ocorreu no governo Temer. De acordo com Castello Branco, o problema da categoria é um excesso de oferta dos serviços causada da expansão irresponsável de crédito do BNDES especificamente entre 2008 e 2015.
“No governo Temer uma das respostas [à greve dos caminhoneiros] foi tabelar o preço do frete. O mercado reagiu e as empresas do agronegócio se integraram e adquiriram frotas de caminhões, piorando o problema criado pelos governos anteriores. Existe excesso de oferta, o que vai consumir esse excesso de oferta vai ser o crescimento da economia, gerando maior demanda por carga. O mercado vai se ajustar porque não há mais crédito subsidiado para comprar caminhão”, afirmou.
Segundo o presidente da Petrobras, não adianta seguir o sistema de preços venezuelanos como tentativa de baratear o custo do diesel.“ O problema deles [caminhoneiros] é excesso de oferta, se cobramos diesel a preço venezuelano não vai resolver problema nenhum, só vai criar problemas. Eu espero que esse problema tenha sido resolvido, a questão deixada no passado e os preços sejam livres”.
Castello Branco lembrou que os preços do petróleo são livres desde 2002, quando se completou o período de cinco anos estabelecido pela lei do petróleo aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em 1997. “Então é lei e vamos obedecer a lei”, assegurou.



MINISTRO GENERAL HELENO DISSE QUE O BRASIL ESTÁ SAINDO DA UTI


'O Brasil está sendo tirado da UTI', diz general Augusto Heleno

Agência Brasil








Ele tem 45 anos dedicados à vida militar e à defesa dos interesses brasileiros, já atuou como comandante militar da Amazônia e hoje está ao lado da maior autoridade do país, aconselhando sobre os próximos movimentos de um Brasil que se redesenha. O general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional do governo de Jair Bolsonaro, foi o entrevistado do programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar nesta segunda-feira (23).
O ministro, que comanda a segurança do presidente da República, fez um balanço do primeiro ano do governo Bolsonaro. “O primeiro ano do presidente, a gente comparando com o esporte, é um ano de aquecimento, onde vai conhecer as coisas. Ele imagina fazer muita coisa que a estrutura não vai permitir que faça. A burocracia vai impedir que faça. Ele tem que se adaptar a todas as conjunturas que o obrigam a se limitar àquelas regras do jogo. Este primeiro ano é de adaptação.”
O general também tratou de questões consideradas prioritárias para o próximo ano, como educação, saúde, meio ambiente e investimentos em infraestrutura, principalmente no que se refere à Região Nordeste. “Ele [o presidente], desde o início, tem na cabeça que se quiser modificar o Brasil, tem que modificar o Nordeste. Não podemos mais ter aquela imagem do Nordeste com aquela seca na época da estiagem, não podemos admitir que o semiárido seja um foco de pobreza extrema, que as pessoas tenham que sair do Nordeste para sobreviver em outras regiões do país”. E revela que as conversas do presidente com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, vão gerar melhorias. “Fica muito evidente que ali [no Nordeste] será investida não só uma quantidade razoável de dinheiro, mas também a esperança de modificação daquele estado de coisas. Investimento para colocar água no Nordeste, colocar energia, melhorar o sistema de comunicação viária, não só com estradas, mas com ferrovias e turismo.”
Apesar disso,  Augusto Heleno reconheceu que ainda há muito por fazer em algumas áreas prioritárias. “Desde o primeiro momento, ele [o presidente], colocou como prioridades absolutas a educação e a saúde. Só que elas foram tão comprometidas ao longo desses 16 anos e até mais, que é muito difícil você recuperar”. Para o ministro, o país precisa apostar na educação profissional. “O nosso ensino profissionalizante foi muito descuidado, nós precisamos de mão de obra técnica. Não adianta só doutores, você precisa ter mão de obra técnica para ocupar esse espaço que fica entre o ensino médio e a universidade, que é gente que precisa botar a mão na massa”.
Ao comentar sobre a economia, o general Heleno demonstrou otimismo. “Para a infelicidade de alguns idiotas de plantão, como dizia Nelson Rodrigues, é muito triste o Brasil estar dando certo, né? Mas é obvio que o Brasil está dando certo”. Ele disse que após passar por uma gestão desastrosa, o país agora está se recuperando. “Nós recebemos um país que foi empobrecido pela corrupção, pela falta de gestão, pela falta de honestidade pela coisa pública. E no momento em que ele empobreceu, nós estamos tendo que puxar ele lá da UTI. O Brasil foi para a UTI e está sendo tirado da UTI. E rapidamente os índices estão aparecendo. E essa recuperação está aparecendo para o mundo. E temos certeza de que o mundo quer investir no Brasil”.
Em resposta às críticas recebidas pelo governo às questões que envolvem a Amazônia e o meio ambiente, o general ponderou: “O próprio governo reconhece que poderia ter sido mais eficiente na preservação do meio ambiente. Só que o governo foi acusado de um descuido que não é verdadeiro. Nós temos uma região que chama a atenção, que é a Amazônia oriental, onde realmente houve um desmatamento exagerado". O ministro cita a Amazônia Legal, que tem mais de 5 milhões de quilômetros quadrados e que, segundo ele, é uma região muito preservada. “Não há nenhum outro país do mundo com esse tamanho de área preservada. E aí sofremos críticas severas, raivosas, de países que pelaram suas reservas e hoje cantam “marra”, que são os grandes preservadores da humanidade. Mentira! Interessa a eles criar essa campanha contra o Brasil para que se aproveitem da Amazônia mais tarde”, concluiu Augusto Heleno.
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, bateu boca com a deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) na tarde desta quarta-feira (6), durante uma audiência pública na Câmara. Ele afirmou que a ditadura militar brasileira foi uma contrarrevolução que evitou que o País virasse uma "grande Cuba" e que a anistia "levou uma terrorista à Presidência da República".

"Há duas visões da História do Brasil. Para mim, não foi golpe, foi contrarrevolução. Se não houvesse contrarrevolução, hoje seríamos Cuba. A sua posição é a posição que a esquerda adotou. Essa radicalização política não interessa a ninguém", disse ao responder à deputada.

Sâmia também insistiu para que o ministro se posicionasse claramente contra as declarações feitas pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que sugeriu a necessidade de "um novo AI-5" para conter uma possível "radicalização" da esquerda no País. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo na semana passada, Heleno deu uma declaração favorável à fala do deputado. Na entrevista, o ministro comparou a dificuldade para emplacar uma regra como o AI-5 ao ritmo lento que tramita no Congresso o pacote anticrime de Sérgio Moro.

Na comissão, Sâmia lembrou os casos de tortura na ditadura e disse que Heleno, ao não condenar veementemente a ideia de um novo AI-5, "flerta com a possibilidade" de algo semelhante ser feito novamente.

"O senhor até agora não teve a oportunidade de repudiar a declaração [de Eduardo Bolsonaro]", disse. "Eu não vou repudiar, porque ele já repudiou. Ele disse que falou uma coisa que não é o que ele pensa. Não vou falar mais nada", disse. Diante da insistência da deputada, Heleno retrucou: "A senhora vai me torturar porque eu não quero falar?"

O ministro afirmou ainda que a anistia realizada após a ditadura militar "levou uma terrorista à Presidência da República e a vários cargos importantíssimos da República. Isso é questão de visão, de lado", disse fazendo referência à ex-presidente Dilma Rousseff, que foi presa e torturada durante a ditadura militar. Ela integrou a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), que deu origem à VAR-Palmares, movimento contrário à ditadura.

Heleno participou como convidado de audiência pública realizada pela comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia sobre o monitoramento dos movimentos sociais, em especial dos povos indígenas. O convite já havia sido feito ao ministro antes das declarações que ele deu na semana passada ao Estado em defesa do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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