sábado, 30 de março de 2019

IMPASSE NO BREXIT BRITÂNICO



Parlamento britânico rejeita acordo do Brexit pela terceira vez

Agência Brasil








Os parlamentares em Londres decidiram, mais uma vez, não aceitar o acordo feito entre a primeira-ministra Theresa May e a União Europeia (UE) para conduzir a saída britânica do bloco. É a terceira vez consecutiva que o Parlamento rejeita o acordo, deixando a data e os termos do Brexit incertos.
A votação na Câmara dos Comuns resultou em 344 votos contra e 286 a favor do acordo costurado entre a primeira-ministra Theresa May e a UE. Após a contagem, May disse que o resultado traz "graves" consequências e admitiu que teme que a Câmara tenha chegado ao "limite do processo" para a saída do bloco.
Agora, o Reino Unido tem até 12 de abril para informar a UE sobre seus próximos passos. As opções envolvem o cancelamento do Brexit, buscar um prazo maior ou sair do bloco sem um acordo.
Uma série de votações deve ocorrer na segunda-feira (1°) para que o Parlamento tente encontrar uma nova alternativa.
May havia pedido aos deputados que "deixassem de lado a si mesmos e seus partidos e aceitassem a responsabilidade dada pelo povo britânico". A primeira-ministra também havia oferecido sua renúncia caso os deputados aprovassem o acordo, permitindo a saída da UE em maio.
Mesmo assim, a Câmara dos Comuns permaneceu dividida. Alguns apoiadores do Brexit que mostravam resistência, como o ex-ministro do Exterior Boris Johnon, provável concorrente para substituir May como primeiro-ministro, disse que rejeitar o acordo apresentava o risco de o país ser "forçado a aceitar uma versão ainda pior do Brexit ou perder o Brexit inteiramente".
O Partido Democrático Unionista, da Irlanda do Norte, com dez assentos na Câmara dos Comuns, se recusou a apoiar o acordo porque o texto trata a Irlanda do Norte de maneira diferente do restante do Reino Unido.
May disse que, com o resultado, é quase certo que o Reino Unido tenha que participar das eleições europeias em maio.
Acordo de separação
O acordo votado nesta sexta previa um período de transição até o final de 2020, estabelecia os direitos dos cidadãos britânicos e da UE e o preço que o país pagaria por sua saída – cerca de 45 bilhões de euros. O acordo também tratava da polêmica salvaguarda irlandesa, cujo objetivo era garantir a livre circulação entre a Irlanda e a Irlanda do Norte.
O Parlamento acabou não votando uma declaração sobre os futuros laços com a UE, o que também era um requisito do acordo de separação. May esperava que votar apenas o acordo de saída seria o suficiente para diminuir a oposição, embora não houvesse sinais claros de que isso ocorreria.
O porta-voz do Partido dos Trabalhadores, Keir Starmer, disse que remover a declaração política deixou o Brexit cego, "pois você não sabe para onde está indo".
Conselho Europeu
A data original para a saída da UE era esta sexta (29), mas diante do impasse na política britânica, o bloco concedeu uma extensão do prazo ao Reino Unido.
Após a rejeição do acordo, a Comissão Europeia afirmou que uma saída desordenada do Reino Unido do bloco em 12 de abril é agora "o cenário provável", indicando que a UE está "plenamente preparada" para um Brexit sem acordo.

Parlamento britânico rejeita acordo do Brexit pela terceira vez

Agência Brasil






Os parlamentares em Londres decidiram, mais uma vez, não aceitar o acordo feito entre a primeira-ministra Theresa May e a União Europeia (UE) para conduzir a saída britânica do bloco. É a terceira vez consecutiva que o Parlamento rejeita o acordo, deixando a data e os termos do Brexit incertos.
A votação na Câmara dos Comuns resultou em 344 votos contra e 286 a favor do acordo costurado entre a primeira-ministra Theresa May e a UE. Após a contagem, May disse que o resultado traz "graves" consequências e admitiu que teme que a Câmara tenha chegado ao "limite do processo" para a saída do bloco.
Agora, o Reino Unido tem até 12 de abril para informar a UE sobre seus próximos passos. As opções envolvem o cancelamento do Brexit, buscar um prazo maior ou sair do bloco sem um acordo.
Uma série de votações deve ocorrer na segunda-feira (1°) para que o Parlamento tente encontrar uma nova alternativa.
May havia pedido aos deputados que "deixassem de lado a si mesmos e seus partidos e aceitassem a responsabilidade dada pelo povo britânico". A primeira-ministra também havia oferecido sua renúncia caso os deputados aprovassem o acordo, permitindo a saída da UE em maio.
Mesmo assim, a Câmara dos Comuns permaneceu dividida. Alguns apoiadores do Brexit que mostravam resistência, como o ex-ministro do Exterior Boris Johnon, provável concorrente para substituir May como primeiro-ministro, disse que rejeitar o acordo apresentava o risco de o país ser "forçado a aceitar uma versão ainda pior do Brexit ou perder o Brexit inteiramente".
O Partido Democrático Unionista, da Irlanda do Norte, com dez assentos na Câmara dos Comuns, se recusou a apoiar o acordo porque o texto trata a Irlanda do Norte de maneira diferente do restante do Reino Unido.
May disse que, com o resultado, é quase certo que o Reino Unido tenha que participar das eleições europeias em maio.
Acordo de separação
O acordo votado nesta sexta previa um período de transição até o final de 2020, estabelecia os direitos dos cidadãos britânicos e da UE e o preço que o país pagaria por sua saída – cerca de 45 bilhões de euros. O acordo também tratava da polêmica salvaguarda irlandesa, cujo objetivo era garantir a livre circulação entre a Irlanda e a Irlanda do Norte.
O Parlamento acabou não votando uma declaração sobre os futuros laços com a UE, o que também era um requisito do acordo de separação. May esperava que votar apenas o acordo de saída seria o suficiente para diminuir a oposição, embora não houvesse sinais claros de que isso ocorreria.
O porta-voz do Partido dos Trabalhadores, Keir Starmer, disse que remover a declaração política deixou o Brexit cego, "pois você não sabe para onde está indo".
Conselho Europeu
A data original para a saída da UE era esta sexta (29), mas diante do impasse na política britânica, o bloco concedeu uma extensão do prazo ao Reino Unido.
Após a rejeição do acordo, a Comissão Europeia afirmou que uma saída desordenada do Reino Unido do bloco em 12 de abril é agora "o cenário provável", indicando que a UE está "plenamente preparada" para um Brexit sem acordo.

EX-PRESIDENTE MICHEL TEMER É DENUNCIADO PELA SEGUNDA VEZ POR CORRUPÇÃO


MPF denuncia Temer e Moreira Franco por corrupção na Eletronuclear

Agência Brasil









Temer já é réu em processo por corrupção envolvendo a JBS. Se a Justiça Federal aceitar a nova denúncia, o ex-presidente também será réu em processo de origem na Operação "Lava Jato"



O ex-presidente da República, Michel Temer, o ex-ministro Moreira Franco e mais sete pessoas foram denunciados nesta sexta-feira (29) pelo Ministério Público Federal (MPF) ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal no Rio. Eles são acusados de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Eletronuclear, levantados na Operação Descontaminação.
Nas duas denúncias oferecidas hoje pelo MPF, o desvio calculado é de R$ 18 milhões das obras de Angra 3, além de pagamento de propina de R$ 1,1 milhão.
Temer já é réu em processo por corrupção envolvendo a JBS. Se a Justiça Federal aceitar a nova denúncia, o ex-presidente também será réu em processo de origem na Operação "Lava Jato".
No Rio, procuradores partiram da delação do empresário José Antunes Sobrinho, da construtora Engevix, para investigar Temer. A força-tarefa cruzou as informações com e-mails do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro, que também foi denunciado.
Também foram denunciadas suas filhas de Othon, Ana Cristina da Silva Toniolo e Ana Luiza Barbosa da Silva Bolognani, por evasão de divisas e lavagem de dinheiro, em razão da manutenção em contas no exterior de valores equivalentes a quase R$ 60 milhões com suspeita de atividades ilícitas.
Denúncias
Na primeira denúncia apresentada hoje, a Força-tarefa da "Lava Jato" no Rio de Janeiro sustentou que cometeram crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro o ex-presidente Temer, o coronel João Baptista Lima Filho, o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva e, ainda, Maria Rita Fratezi, José Antunes Sobrinho, Carlos Alberto Costa, Carlos Alberto Costa Filho, Vanderlei de Natale, Carlos Alberto Montenegro Gallo e Carlos Jorge Zimmermann.
Os crimes envolvem a contratação irregular da empresa finlandesa AF Consult Ltda, da Argeplan e da Engevix, para a execução de contrato de engenharia eletromecânico, da usina nuclear de Angra 3, apropriando-se de quase R$ 11 milhões dos cofres públicos.
Segundo o MP, os pagamentos ocorriam por meio de empresas como a Construbase Engenharia, que repassava valores para a PDA Projetos, pertencente ao coronel Lima, tendo como beneficiário final o ex-presidente Michel Temer.
“A peça é muito robusta e demonstra como era feito o esquema. Em um dos e-mails, o presidente da Eletronuclear pede ao coronel Lima a nomeação de um diretor. O fato demonstra que quem mandava na empresa era o Michel Temer, por meio do coronel Lima”, disse o procurador regional Eduardo El Hage, integrante da força-tarefa da "Lava Jato" no Rio, em coletiva na tarde de hoje.
Na segunda denúncia, Temer, Moreira, coronel Lima, almirante Othon, José Antunes Sobrinho, Maria Rita Fratezi, Carlos Alberto Costa, Carlos Alberto Costa Filho e Rodrigo Castro Alves Neves respondem pela contratação fictícia com a empresa Alumi Publicidades, como forma de dissimular o pagamento de propina de cerca de R$ 1,1 milhão.
“O colaborador disse que foi procurado para viabilizar o pagamento de propinas, foi cobrado por Lima a mando de Michel Temer. Eram do pleno conhecimento de Moreira Franco. Se buscou uma solução através da Secretaria de Aviação Civil [à época chefiada por Moreira]. O colaborador encontrou uma outra solução, dentro de um contrato. Coronel Lima solicita propina ao colaborador, que efetiva pagamentos através da Alumi, que prestava serviços ao Aeroporto de Brasília, e voltam a PDA, que era do coronel Lima. Foram firmados contratos fictícios entre a Alumi e o Aeroporto de Brasília para dar aparência de legalidade”, contou o procurador Stanley Valeriano.
As defesas dos acusados negam envolvimento em atividades criminosas.
Prisão
Temer foi preso preventivamente, por quatro dias, na Operação Descontaminação, deflagrada no dia 21 de março, com mais nove pessoas. Entre elas, Moreira Franco e João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, amigo do ex-presidente e apontado pelo MPF como operador de Temer nos esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.
Temer, Moreira e Coronel Lima foram soltos por habeas corpus concedido provisoriamente pelo desembargador federal Antonio Ivan Athié. O Ministério Público recorrerá da soltura até a próxima segunda-feira (1).
A defesa de Temer nega os crimes e classifica a prisão preventiva como “abuso de direito”.

COLUNA ESPLANADA DO DIA 30/03/2019


Pretensões antecipadas

·        Coluna Esplanada – Leandro Mazzini










As farpas públicas do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, têm endereço certo: o Palácio do Planalto, com vistas a 2022. Maia é o nome de aposta de seleto grupo de empresários bilionários e de um grande grupo de comunicação que, em suas avaliações, podem perder muito dinheiro com o poder nas mãos de Jair Bolsonaro. A agenda mais nacional que paulista do governador João Dória (PSDB), a linha independente do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), e o projeto de ascensão dentro do MDB do neófito Ibaneis Rocha, do DF, entram na jogada. Todos eles, aliados pero no mucho do presidente, podem surgir como opções ao Planalto em médio prazo.

Aposta no lucro
A Caixa lucra tanto no monopólio dos jogos no Brasil que decidiu abrir mais 7 mil lotéricas país adentro. Enquanto isso, sem jogos legalizados, o Brasil perde dinheiro.

Ascensão
Após uma vitória surpreendente sobre Cesar Maia (DEM), o senador Arolde de Oliveira ganhou mais destaque no partido. Vai comandar o PSD no Estado do Rio de Janeiro.

Ciclone tropical
A ‘chuva de verão’ citada como metáfora pelo presidente Bolsonaro na troca de farpas com Rodrigo Maia causou estrago maior. Dólar passou de R$ 4, com viés de alta ainda.

Aliás..
... a posição de Bolsonaro lembrou a do o ex-presidente Lula falando em ‘marolinha’ em relação à crise internacional de 10 anos atrás, que atingiu em cheio o Brasil.. da Dilma.

Muda, STF
Além da abertura da CPI da Lava Toga, senadores querem acelerar a tramitação da PEC 16/19, do senador Plínio Valério (PSDB-AM), que estabelece mandatos de 8 anos para os futuros ministros da Corte. Hoje, o cargo de ministro é vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos. Em muitos países, há mandatos sem recondução.

Boleto
Chegaram ao STF mais seis Ações Diretas de Inconstitucionalidade para questionar a Medida Provisória 873/2019, editada pelo presidente Bolsonaro, que proíbe desconto da contribuição sindical direto da folha de pagamento, determinando sua quitação apenas por meio de boleto bancário. Já são 12 as ações que questionam a constitucionalidade.

Toga no cabide
Um personagem do meio jurídico tem circulado bem entre ministros do STJ e STJ – e desponta como cotado para togado de uma das Cortes. O desembargador federal Ney Bello. Ele reuniu a nata do Judiciário em jantar recente. Rendeu convite para palestrar, ao lado do ministro Gilmar Mendes, no Teatro CIEE, em São Paulo, dia 2 de abril.

Sinais
A ministra Damares Alves (e não Medina, como citamos) pediu a membros da Comissão da Anistia que até junho tenham respostas para os pedidos de Lula da Silva e Dilma Rousseff sobre direito a indenização. Se depender do atual Governo....

Socialista liberal
O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), o ‘Risadinha’ para os amigos, anda rindo à toa. Pode convencer em breve o empresário bilionário João Carlos Paes Mendonça a comprar o prédio do Hospital Psiquiátrico no bairro Tamarineira. Paes Mendonça, que investe em vários setores, quer espaço para novo shopping seu na capital.

Esplanadeira
. A Omega Geração atingiu produção anual recorde de  2.103,5 GWh  de energia em suas unidades no País, e o EBITDA ajustado2 foi de R$ 153,0 milhões no quarto trimestre de 2018, 31% acima do período anterior
.     O presidente do COB, Paulo Wanderley, e a gerente do Instituto Olímpico Brasileiro, Soraya Carvalho, participam da 9ª edição do Seminário de Gestão Esportiva Trajetórias de Sucesso na Indústria do Esporte, amanhã, em Botafogo
.    A empresária Yedda Maria Teixeira recebeu homenagem póstuma ( ela faria 104 anos)de amigos pelo seu aniversário.


AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...