sábado, 10 de março de 2018

EM 4 MESES DE INTERVENÇÃO FEDERAL NO RIO DE JANEIRO A POPULAÇÃO SENTIRÁ MUDANÇAS NA ÁREA DE SEGURANÇA



População do Rio sentirá mudanças na segurança em até 4 meses, diz Jungmann

Agência Brasil










Segundo Jungmann, as mudanças serão graduais, e "existem razões para esperança"

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse hoje (9) que as mudanças na segurança pública devem ser sentidas pela população do Rio de Janeiro em até quatro meses. Jungmann participou de uma reunião com parlamentares fluminenses na Escola Superior de Guerra e explicou que o prazo é uma estimativa do interventor federal na segurança do estado, general Walter Braga Netto.
"Em conversas com o interventor Braga Netto, ele me dizia que, num espaço de até quatro meses, ele  calcula, serão sentidas as mudanças pela população. Isso não quer dizer que terá passe de mágica", disse o ministro. Segundo Jungmann, as mudanças serão graduais, e "existem razões para esperança".
Jungmann tinha um encontro com o general Braga Netto na manhã desta sexta-feira, que foi remarcado por questões de agenda. O ministro defendeou as ações integradas na Vila Kennedy e avaliou que servem como um piloto do que será feito em outras favelas do estado e mostram resiliência das forças de segurança contra o crime organizado.
"Não adianta nos desafiar, porque temos disposição de continuar", afirmou o ministro. "É um recado de que não vamos desistir. Estamos determinados e vamos até o fim", enfatizou.
O encontro do ministro com os deputados federais do Rio de Janeiro começou pouco depois do meio-dia e terminou por volta das 15h. Os parlamentares participantes integram a comissão externa criada na Câmara para acompanhar a intervenção federal em seu planejamento, sua execução e seus desdobramentos. A reunião contou também com a presença do prefeito de Guapimirim, Zelito.

Ação sustentável

Integrante da comissão, o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) disse que os parlamentares questionaram qual era o planejamento da intervenção e os métodos que seriam utilizados, assim como o orçamento previsto. Seundo Molon, Jungmann respondeu que essas informações seriam prestadas em breve ao grupo.
O deputado elogiou a proposta de combate à corrupção policial e sugeriu alterações legislativas para aprimorar as corregedorias, o que, na visão dele, permitiria que as mudanças permaneçam. "É preciso tornar essa ação uma ação sustentável ao longo do tempo", afirmou.
A intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro teve início em fevereiro e transferiu a gestão desta área para o general Walter Braga Netto, que é o comandante militar do Leste.
Outro decreto do presidente Michel Temer autoriza, desde julho do ano passado, a realização de operações de Garantia da Lei e da Ordem, como as que ocorreram nesta semana na Vila Kennedy, integrando Forças Armadas e polícias.
Nesta manhã, os militares participam da quarta operação integrada na Vila Kennedy, favela que fica às margens da Avenida Brasil, na zona oeste da capital.

Mais recursos

Jungmann informou que a intervenção federal vai receber recursos novos. Segundo o ministro, esse dinheiro precisará ser remanejado de outras áreas, devido ao teto de gastos do governo federal. "Sim, vamos ter dinheiro novo. Sim, virá dinheiro a mais. E por que não se sabe, ou não se tem ainda como comunicar quanto virá? Porque esse é um trabalho que está sendo desenvolvido a quatro mãos com a equipe da área e a equipe econômica", explicou.
O ministro destacou que a reestruturação das polícias já começou com a nomeação dos novos comandantes da Polícia Militar e da Polícia Civil. Além disso, o Estado também já adquiriu maior capacidade de efetuar prisões e reduziu o poderio do crime organizado com o combate ao roubo de carga.
Jungmann afirmou que as Forças Armadas sempre cumpriram o que foi solicitado quando estava em vigor apenas o decreto de Garantia da Lei e da Ordem e, com a intervenção, os militares agora atuam na reestruturação da segurança no estado. "A reestruturação da segurança pública do Rio de Janeiro é o aspecto central, é  onde se trava a principal batalha para resgatar a sensação de segurança no Rio de Janeiro."
Nessa reestruturação, o ministro enfatizou a importância de combater a corrupção policial e melhorar as condições de trabalho, equipamento e salários dos policiais. "Os maus policiais, aqueles que estão ligados ao crime organizado ou à corrupção, têm que deixar a corporação. É uma minoria, é evidentemente um grupo minoritário, mas não podem continuar dentro de uma instituição que queremos que tenha a melhor valorização e a melhor autoestima", concluiu Jungmann.

O FACEBOOK AGORA TERÁ ACESSO A MÚSICAS



Facebook assina parceria com Warner Music

Agence France Presse









"Nossa parceria com o Facebook ajudará a expandir o universo da transmissão de música online e criar receitas adicionais para os artistas", disse Ole Obermann

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (9) um acordo com a Warner Music, o último selo a assinar com a rede social, que promete mais música personalizada para seus milhões de usuários.
Quem tem uma conta na maior das redes sociais poderá fazer publicações mais criativas usando o catálogo da Warner, que inclui artistas como Ed Sheeran, Coldplay e Prince.
"Nossa parceria com o Facebook ajudará a expandir o universo da transmissão de música online e criar receitas adicionais para os artistas", disse Ole Obermann, chefe digital do Warner Music Group.
"Os vídeos feitos por fãs são uma das maneiras mais pessoais, sociais e muitas vezes virais em que se aprecia a música, mas seu potencial comercial, em grande medida, não é explorado", disse em comunicado.
A Warner afirmou que estava esperando pelo "melhor acordo possível". Seus dois rivais, Universal Music e Sony Music, assinaram com o Facebook recentemente.
A empresa de Mark Zuckerberg ficou para trás na transmissão de música online enquanto outros gigantes como Apple e Google investiram fortemente no setor.
Ainda que as publicações com música sejam onipresentes no Facebook, a empresa remove os conteúdos protegidos que são postados sem autorização.

MEDIDAS PROTECIONISTAS DE TRUMP AFETAM O COMÉRCIO MUNDIAL



Merkel diz que conversas com EUA sobre tarifas devem ser prioridade

Estadão Conteúdo











Durante evento em Munique, Merkel disse que o melhor cenário seria que a isenção das tarifas sobre os produtos da EU

A chanceler alemã Angela Merkel afirmou nesta sexta-feira que conversas com os Estados Unidos sobre as tarifas sobre aço e alumínio importados devem ser uma prioridade. Ao mesmo tempo, ela sublinhou que apoia totalmente a Comissão Europeia, que negocia questões comerciais em nome dos membros da União Europeia.

Durante evento em Munique, Merkel disse que o melhor cenário seria que a isenção das tarifas sobre os produtos da UE, acrescentando que, se as conversas fracassarem, "nós, na Europa, podemos reagir, é claro".

Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um decreto impondo tarifas de 25% sobre a impostação de aço e de 10% sobre a de alumínio. A tarifação entrará em vigor em 15 dias e não vale para o México e para o Canadá, que negociam com Washington uma revisão do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta na sigla em inglês). Fonte: Associated Press.

China expressa forte oposição às tarifas dos EUA sobre aço e alumínio

Estadão Conteúdo








Nesta queinta-feira (8), o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou decreto adotando tarifas de 25% sobre importações de aço e de 10% sobre as de alumínio

A China criticou nesta sexta-feira (9) com firmeza a decisão do governo dos EUA de impor tarifas a importações de aço e alumínio.

Nesta queinta-feira (8), o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou decreto adotando tarifas de 25% sobre importações de aço e de 10% sobre as de alumínio, como havia ameaçado na semana passada. As novas tarifas vão entrar em vigor em duas semanas.

Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (9), o Ministério de Comércio chinês disse ser "fortemente contrário" à iniciativa de Washington e pediu aos EUA que retirem as tarifas, em sinal de respeito pela ordem internacional de comércio. Ainda no comunicado, o ministério afirmou que vai avaliar o impacto das tarifas e "tomar medidas efetivas para proteger os direitos da China".

A Associação de Ferro e Aço da China, por sua vez, pediu a Pequim que aja contra importações dos EUA, incluindo de aço inoxidável e de produtos eletrônicos, em resposta às tarifas dos EUA. Já a Associação da Indústria de Metais Não Ferrosos da China, pediu medidas do governo contra produtos agrícolas e de alto valor agregado importados dos EUA.

Ambos os grupos pediram também medidas contra o carvão comprado dos EUA. Nos últimos anos, a demanda chinesa tem favorecido muitos os produtores de carvão americanos.

O impacto das tarifas dos EUA nas siderúrgicas chinesas, no entanto, deverá ser pequeno. Embora a China seja responsável por metade da produção mundial de aço, a maior parte é utilizada internamente.
Fonte: Dow Jones Newswires.

COMO É DIFÍCIL PRENDER UM POLÍTICO NO BRASIL



STF não julgará execução da pena após a segunda instância na pauta de abril

Agência Brasil







A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, decidiu não pautar para o mês de abril as ações que questionam autorização da Corte para execução provisória da pena de réus condenados pela segunda instância, questão que foi decidida em 2016.
A pauta de julgamentos para o próximo mês foi publicada nesta sexta-feira e não inclui duas ações constitucionais relatadas pelo ministro Marco Aurélio que pretendem rediscutir a questão e o habeas corpus no qual a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende evitar a prisão após último recurso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
No mês passado, a ministra afirmou, durante um jantar com empresários, que o assunto não será debatido novamente pelo pleno. A presidente é responsável pela elaboração da pauta de julgamentos. A decisão da ministra ocorre no momento em que advogados do ex-presidente e ministros da Corte defendem que o plenário volte a julgar a questão.
Por trás da movimentação nos bastidores, está a possibilidade de o TRF negar último recurso de Lula contra a condenação a 12 anos e um mês de prisão na ação penal sobre o triplex do Guarujá (SP).
A previsão é de que, até o final de abril, a Oitava Turma do tribunal julgue um recurso da defesa do ex-presidente chamado embargos de declaração. Se o recurso for rejeitado, Lula poderá ser preso em função do entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o início do cumprimento da pena após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça.
Além do pedido da defesa de Lula, estão pendentes de julgamento duas ações protocoladas pela OAB e pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) nas quais são requeridas que as prisões ocorressem apenas após o fim de todos os recursos, com o trânsito em julgado.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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