sábado, 24 de outubro de 2015

RESERVATÓRIO INESGOTÁVEL





Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável. É a classe média!


Em sua busca desenfreada por mais recursos para tentar sanar o rombo nas contas públicas, a estratégia do governo federal agora é buscar o apoio de governadores e prefeitos para aprovar no Congresso o retorno da CPMF, o imposto do cheque. Repelido pela população, o projeto que ressuscita o tributo não terá tramitação fácil no Parlamento, já que os políticos temem os efeitos negativos sobre eles se aprovarem a matéria.

Aí é que entram prefeitos e governadores. Com sua influência local e regional, os chefes dos executivos pretendem tentar convencer deputados e senadores de que o imposto é essencial para a sobrevivência de suas administrações. É evidente que ninguém, em sã consciência, seria contra a destinação de recursos para serviços como saúde e educação, por exemplo. O problema está em qual uso, efetivamente, será dado ao valor arrecadado.

A CPMF foi criada em 1996 para financiar exclusivamente a saúde e seria, como o próprio nome diz, provisória e com prazo de validade. Só que, com o correr do tempo, ela foi perdendo essas duas características. Conforme um estudo do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal realizado em 2007, em 1996 a alíquota foi estabelecida em 0,25% e a duração do imposto seria de 13 meses. Em 97, esse prazo passou para 24 meses e a alíquota caiu para 0,20%. Em 99, o prazo foi prorrogado por mais 36 meses e a alíquota pulou para 0,38%. E assim foi, com sucessivas revalidações.

O destino do dinheiro, antes exclusivo para a saúde, passou a colaborar com a Previdência Social e depois com o combate à pobreza. Os sucessivos ajustamentos duraram até 2007, quando o Congresso pôs fim à CPMF. Em todo o período de vigência, o imposto havia arrecadado quase R$ 200 bilhões. Mas, como se sabe, não houve melhoras substanciais no atendimento à saúde.

A ideia inicial do governo atual era de uma alíquota de 0,20%, mas estados e municípios estão defendendo que seja de 0,38%. O governo calcula que, durante quatro anos de vigência, a CPMF poderá arrecadar R$ 32 bilhões. Entretanto, somente o rombo nas contas da União chegará, em 2015, a cerca de R$ 76 bilhões, conforme admitiu nesta semana o próprio ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner.

Ou seja, não há dinheiro que cubra tamanho descontrole na administração dos recursos da nação.

  

Eduardo Costa

Foi mais uma semana difícil nesta crise que não é só econômica e nem apenas combinada com a política. É também de confiança – ou de falta desta – é de prostração, vitaminada por frustração e, convenhamos, também de caráter. Quando a Dilma chamou os governadores para falar de impostos, imaginamos que pediriam a ela para ter juízo... Aprovaram a inacreditável ideia de nova CPMF desde que, claro, venha um pouco a mais para eles também...

Lembrei-me que minha colega Camila Dias enviou-me trecho do diálogo da peça teatral “Le Diable Rouge”, de Antoine Rault, escrito 400 anos atrás. Vejam como é atual:

Colbert: Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço…

Mazarino: Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas e não consegue honrá-las, vai parar na prisão. Mas o Estado é diferente! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se… Todos os Estados o fazem!

Colbert: Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criamos todos os impostos imagináveis?

Mazarino: Criando outros.

Colbert:Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino: Sim, é impossível.

Colbert: E sobre os ricos?

Mazarino: E os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert:Então, como faremos?

Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável. É a classe média!




IMPOSTO DO IMPOSTO



  
Matheus Ferraz*


“Essa ração está barata demais!” Ouvi isso de uma cliente, já uma senhorinha, que, feliz da vida, conseguiu comprar um pacote de ração com absurdos 41,26% descontados no preço no Dia da Liberdade de Impostos deste ano, do qual participamos em parceria com a CDL/BH. “Isso tudo é imposto?”, me perguntou a senhora, em uma expressão ambígua de alegria e susto. Sim, isso tudo é imposto!
Permitam-me corrigir: isso tudo era imposto. Melhor: isso tudo e mais um pouco é imposto! Com o aumento da alíquota de ICMS (que em Minas já é mais alta que em alguns estados) em alguns itens, muitos deles, inclusive a já sobretaxada ração para os pets, tiveram esse imposto estadual aumentado de 18% para 20%.

Apesar de um péssimo ano em termos econômicos, no qual as vendas do varejo acumulam baixa de 3% até agosto e os pedidos de falência acumularam alta de 9,2% no primeiro semestre, vários empresários buscam motivar a si mesmos e às suas equipe.

Criatividade, bom atendimento e inovação têm sido palavras de ordem para buscar reverter o momento ruim. Tudo o que se esperava do governo seria algum estímulo, alguma ajuda para tentar amenizar o mal que tem sido causado pela própria desgovernança governamental.

Entretanto, se há um dogma dos últimos governos é o de que o povo deve pagar – literalmente – pela incompetência do Estado. Por que agora seria diferente? Fernando Pimentel pediu, e os deputados estaduais aprovaram, mais um aumento de impostos.

Eleva-se o ICMS para que nós, empresários e consumidores, paguemos pela incompetência do governo, pelos seus maus gastos e pela máquina pública inchada. Eu, você e a senhorinha assustada pagamos pelos desvios, pela corrupção.
Afinal, é muito mais fácil tirar mais do povo (ainda mais com impostos sobre o consumo) do que rever os desvios de dinheiro, melhorar os contratos e licitações e controlar os gastos públicos.

Espero, no próximo protesto, marcado para o dia 21 de maio de 2016, encontrar novamente a senhorinha. Ano que vem, no Dia da Liberdade de Impostos, a ração que ela comprou provavelmente já estará com cerca de 45% de desconto, relativo ao imposto que pagamos a cada compra. Ou 50%. Ou 60%. Não sabemos até onde vai a mão pesada e cruel do governo, seja ele municipal, estadual ou federal.

O que sabemos é que vemos um poder público que parece atuar, sempre, contra empresários e consumidores. Pagamos e pagaremos ainda mais, para vermos novos/velhos erros políticos jogarem nosso dinheiro no ralo. E ano que vem, quando a senhorinha me perguntar se “isso tudo é imposto”, responderei: “sim! Isso tudo e mais um pouco !”

*Diretor comercial do Grupo Dog’s Shop

CADASTRO BOULEVARD MONDE


EMPREENDEDORISMO 10



EMPREENDEDORISMO 10

TEXTOS DO LIVRO – O NEGÓCIO DO SÉCULO XXI  – DE ROBERT T. KIYOSAKI



Viver a vida
O que o torna rico? A maioria das pessoas responderia: “Dinheiro, claro!” E estariam erradas. Ter dinheiro não o torna rico porque você sempre pode perdê-lo. Possuir imóveis não o torna verdadeiramente rico porque (como estamos vendo dramaticamente nos últimos anos) imóveis sempre podem perder valor. Então, o que o torna rico? Conhecimento.
O objetivo de seu negócio de marketing de rede não é você fazer dinheiro, mas dar-lhe habilidades e inteligência financeira para usar esse dinheiro adicional para construir riqueza genuína. Mas mesmo esse não é o objetivo final. O objetivo final de construir essa riqueza é para que você possa ter uma vida magnífica.
Das minhas observações das pessoas em muitas situações diferentes, eu diria que existem três maneiras de viver. Essas três formas surgem de três emoções diferentes, e também correspondem a três diferentes estados financeiros e emocionais:
VIVER COM MEDO - Sei o que significa estar falido. Já descrevi como, em 1985 – em vários aspectos o pior ano da minha vida –, Kim e eu estivemos em situação financeira tão precária que, literalmente, éramos sem-teto, vivendo em nosso velho Toyota quebrado. O sentimento de medo durante esses dias foi paralisante, tão intenso que amortecia inteiramente nossos corpos. Eu conhecia esse sentimento: foi a mesma sensação que tivera na infância, crescendo em uma família que vivia quebrada quase o tempo todo. Essa nuvem escura de “o dinheiro não é suficiente” pairou sobre nossa família a maior parte da minha infância. Não ter dinheiro suficiente para viver é uma experiência horrível, e machuca em muitos mais aspectos além do financeiro. Pode minar sua autoconfiança e senso de autoestima e sabotar todos os outros aspectos de sua vida.
VIVER COM RAIVA E FRUSTRAÇÃO - A segunda maneira de viver é com a emoção da raiva ou da frustração de ter de se levantar e ir para o trabalho, especialmente quando você preferiria estar fazendo outra coisa. Uma pessoa que vive com esse sentimento pode até ser alguém que tem um bom trabalho e ganha bem, mas não pode se dar ao luxo de parar de trabalhar. É aí que a frustração vem. Ela sabe que, se parar, o mundo em que vive desabaria. Pessoas assim costumam dizer: “Não posso me dar ao luxo de parar. Se eu parar, os bancos viriam e levariam tudo embora.” Essas pessoas muitas vezes dizem: “Mal posso esperar até minhas próximas férias” ou “Faltam só 10 anos para a aposentadoria”.
VIVER COM ALEGRIA, PAZ E CONTENTAMENTO - A terceira maneira de viver é com a paz de espírito de saber que, independentemente de você trabalhar ou não, o dinheiro entra com abundância. Essa é a sensação com a qual Kim e eu temos convivido, desde 1994, quando vendemos nosso negócio e nos aposentamos. Kim tinha, então, 37 anos e eu, 47. Hoje, muitos anos depois, continuamos a trabalhar; na verdade, trabalhamos duro. Por quê? Porque amamos o que fazemos. O sentimento de não precisar trabalhar, sabendo que, não importa o que façamos, teremos dinheiro mais do que suficiente durante o tempo que vivermos, é incrivelmente libertador, emocionante, que nos permite fazer o que realmente amamos. Gastamos nosso tempo juntos e, estejamos jogando golfe, viajando ao redor o mundo ou despendendo longas horas em nossa sala de reuniões, para nós, é tudo diversão e é uma coisa dos sonhos. É a nossa vida, exatamente como sempre sonhamos que fosse, e nós valorizamos cada momento disso.
Já mencionei a fábula da formiga e da cigarra. Todos nós crescemos com essa ideia de que existem duas maneiras de se viver: viver como a boa, modesta, laboriosa e frugal formiga e juntar migalhas para o futuro, ou como a cigarra irresponsável e perdulária, dançando e tocando violino sem nunca pensar no futuro.
De certa forma, essa imagem nos fez mais mal que bem. Claro, é bom ser responsável e frugal e se preparar para o futuro. Mas olhe para o estilo de vida da formiga! Você realmente quer ser uma engrenagem em uma colônia gigantesca de formigas, empurrando migalhas imundas, dia após dia, para o resto da vida?
Sejamos sinceros: não somos formigas e não somos gafanhotos; somos seres humanos. Não é razoável esperar termos uma vida plena que nós, seres humanos, somos capazes de ter?   
Se você compreender os conceitos básicos de riqueza; se administrar seu dinheiro, o tempo e a atenção com inteligência; se criar grandes sonhos e tiver a audácia de persegui-los, então pode ter uma vida com o sucesso inesperado em algum momento do cotidiano.
O negócio do século XXI
Uma razão pela qual tenho forte respeito pelo marketing de rede é que se trata de uma oportunidade de negócio genuinamente democrática. O marketing de rede é muito amplo. Quando você observa atentamente os mais de 60 milhões de pessoas no mundo envolvidas nesse tipo de negócio, encontrará gente de todas as cores e credos, de todas as faixas etárias, de todos os backgrounds e níveis de habilidade e experiência.
Isso também faz com que seja o negócio do futuro. No século XXI, estamos percebendo pela primeira vez com muita intensidade que a riqueza, como eu disse, não é um jogo de soma zero. Não é uma questão de alguns de nós prosperarmos, mantendo os outros empobrecidos. O futuro de uma riqueza verdadeira reside nas formas pioneiras de se fazerem negócios que elevam o bem-estar financeiro da humanidade.
Esses são meus valores pessoais de fazer negócios e o marketing de rede compartilha esses valores. E defender esses valores não só faz com que nos sintamos bem – também é um bom negócio.
Uma das principais razões para eu depositar tanta energia em apoiar e promover a indústria de marketing de rede é simplesmente isto: seus sistemas são mais justos do que os sistemas anteriores de aquisição de riqueza.
Um sistema de marketing de rede é estabelecido para tornar possível a qualquer pessoa compartilhar riqueza. Essa é uma maneira muito democrática de criação de riqueza. O sistema está aberto a qualquer pessoa que tenha ímpeto, determinação e perseverança. O sistema realmente não se importa com a faculdade que você frequentou ou se não frequentou. Ele não se importa com quanto dinheiro você faz hoje, com sua raça ou sexo, se você tem boa aparência, quem são seus pais ou o quão popular você é. A maioria das empresas de marketing de rede se preocupa principalmente com o quanto você está disposto a aprender, a mudar e a crescer, e se você tem coragem suficiente para enfrentar dificuldades, enquanto aprende a ser um empresário.
O marketing de rede é mais do que apenas uma boa ideia; em muitos aspectos, é o modelo de negócio do futuro. Por quê? Porque o mundo está finalmente começando a despertar para a realidade de que a Era Industrial acabou.
Para um mundo que tem cada vez menos a antiga segurança, o marketing de rede está emergindo como um novo motor de realização individual e de segurança. O marketing de rede dá a milhões de pessoas em todo o mundo a oportunidade de tomar as rédeas de sua vida e de seu futuro financeiro. É por isso que, mesmo que os pensadores do velho mundo insistam em não enxergar isso ainda, a indústria do marketing de rede continuará a crescer.
Nos próximos anos, espero assistir a uma explosão na prevalência de penetração, visibilidade e maturação de empresas importantes de marketing de rede.
Anteriormente, escrevi sobre como Thomas Edison se tornou rico, não por fazer uma lâmpada melhor, mas pela criação da rede elétrica, que deu suporte ao uso da lâmpada. Edison tinha um jovem empregado, chamado Henry, que fez algo muito parecido com outra nova invenção que, na época, parecia não ter uso prático.
Como Edison, com a lâmpada, o jovem Henry Ford não inventou o automóvel, mas fez algo radical que mudou para sempre o destino dessa invenção, juntamente com o destino de milhões de pessoas. Na virada do século XIX para o século XX, o automóvel era visto como uma curiosidade, um brinquedo de gente rica. E, de fato, eles eram tão excessivamente caros que só os ricos podiam se dar ao luxo de possuir um. A ideia radical de Ford era tornar o automóvel acessível a todos.
Ao cortar os custos de produção e adaptar a linha de montagem para produzir em massa carros padronizados baratos, Ford se tornou o maior produtor de automóveis do mundo. Não só ele tornou seu carro acessível, como também pagava os salários mais altos da indústria e até mesmo ofereceu planos de participação nos lucros, redistribuindo mais de $30 milhões anualmente para seus trabalhadores – e $30 milhões valiam muito mais no início de 1900 do que hoje!
A declaração da missão da Ford era “democratizar o automóvel” e, no cumprimento dessa missão, ele se fez um homem muito rico.
O marketing de rede é uma forma revolucionária de negócios: pela primeira vez na história, é possível para qualquer um e para todos partilhar a riqueza que, até agora, tem sido reservada apenas aos poucos escolhidos ou sortudos.
Não é um negócio sem seus detratores. E já teve a sua quota de embusteiros, pessoas sem ética tentando fazer um dinheirinho rápido. Mas, por sua própria natureza e design, o marketing de rede é um sistema justo, democrático e socialmente responsável por geração de riqueza.
Apesar do que seus detratores dirão, o marketing de rede não é um negócio muito bom para pessoas gananciosas. Na verdade, a única maneira de você enriquecer no marketing de rede é ajudando outros a se tornarem ricos no processo. Para mim, isso é tão revolucionário quanto foram Thomas Edison e Henry Ford em seus dias.
O projeto do marketing de rede é o negócio perfeito para pessoas que gostam de ajudar outras. Eu não necessariamente condeno a ganância; um pouco de ganância e interesse pessoal sempre é saudável. Mas quando o objetivo de ganho pessoal sai da perspectiva e as pessoas o perseguem à custa dos outros, torna-se repugnante. Acredito que a maioria das pessoas é inerentemente generosa e nós tiramos grande satisfação e gratificação de nossas próprias realizações quando elas servem também para ajudar outras pessoas.
O marketing de rede satisfaz este impulso generoso. Ele oferece um caminho pessoal de sucesso, para a construção de uma grande riqueza e a criação da liberdade financeira através de um processo que só funciona se ajudarmos os seres humanos.
Você pode ficar rico sendo medíocre e ganancioso. Também pode ficar rico se for altruísta e generoso. O método que você escolher será aquele que mais se aproxima de seus valores mais essenciais.
Voei de helicóptero em missões sobre as selvas do Vietnã, e sei, por experiência própria, como é a guerra. Sei também que a desigualdade é uma das causas principais da guerra. Enquanto o fosso entre ricos e pobres continuar se alargando, será difícil criar condições de paz. Nós podemos marchar para a paz, dar palestras endossando-a, formar comissões para estudá-la e promovê-la, mas será impossível realmente criar a paz sobre a qual falamos a menos que possamos levar oportunidades econômicas substanciais para muitos milhões de pessoas.
E por mais incrível que o objetivo pareça, é exatamente isso que o marketing de rede está fazendo. Hoje, as empresas de marketing de rede estão espalhando a paz através de oportunidades econômicas em todo o mundo.
Não apenas as empresas de marketing de rede estão prosperando em todas as principais capitais do mundo, como também muitas estão funcionando nas nações em desenvolvimento, trazendo esperança financeira para milhões de pessoas que vivem em países pobres. Empresas mais tradicionais só podem sobreviver onde as pessoas são ricas e têm dinheiro para gastar.
É hora de as pessoas ao redor do mundo terem a mesma oportunidade de desfrutar de uma vida rica e abundante, em vez de passar a vida trabalhando duro só para enriquecer ainda mais os ricos.
É hora de você ter essa oportunidade. Bem-vindo ao século XXI!

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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