terça-feira, 21 de julho de 2015

COMUNO-PETISMO



NEOLIBERALISMO X COMUNISMO 

Lauro Soares Lelis 


O neoliberalismo sempre existiu, sendo redefinido depois dos anos 1930 na Europa e EUA. Em 1989, houve o Consenso de Washington, que estabeleceu dez regras básicas para manter um país forte e viável economicamente:
1 – Disciplina Fiscal;
2 – Redução dos gastos públicos;
3 – Reforma Tributária;
4 – Juros de Mercado;
5 – Câmbio de Mercado;
6 – Abertura Comercial;
7 – Investimento estrangeiro direto, com eliminação de restrições;
8 – Privatização das Estatais;
9 – Desregulamentação (afrouxamento das leis econômicas e trabalhistas);
10 – Direito à propriedade intelectual.

Ronald Reagan (EUA) e Margareth Thatcher  (Inglaterra) conseguiram tirar seus países de crises insustentáveis aplicando esses dez itens.
O Comunismo é contra estas regras simples e objetivas, defendendo a “Economia de Estado”. Os resultados são a implosão do “Gigante Soviético” e a extrema pobreza, miséria e ditadura infrene em Cuba e Coreia do Norte. A Venezuela caminha para isto.
No Brasil, aos poucos, Dilma Rousseff, muito a contra gosto, vai sendo obrigada a aplicar estas 10 regras simples para sair do buraco em que se meteu com o seu “comuno-petismo” juntamente com o seu padrinho Lula.

Levy Fidelix 

O comuno-petismo está abrindo as fronteiras brasileiras para o narcotráfico e imigrantes guerrilheiros, e financiando eles com Bolsa Família!

Como brasileiro, político, jornalista e, principalmente, cidadão brasileiro, me sinto inteiramente desconfortável em admitir que essa organização criminosa chamada Foro de São Paulo está querendo acabar com a nossa nação!. Por ordem do governo brasileiro, estrangeiros que residem no país terão acesso ao Bolsa Família e, do jeito que as coisas andam, o próximo passo é dar-lhes direito ao voto. Essa será a medida definitiva para a perpetuação desse governo criminoso e bolivarianista no poder e o fim do que conhecemos como Brasil!

A história - Uma ilustre desconhecida

Por Dartagnan da Silva Zanela

UMA NOVA OPOSIÇÃO - Definitivamente o povo brasileiro compreendeu com grande clareza que o nosso país não carece apenas de um novo governo, do fim do comuno-petismo, mas sim e urgentemente, de uma nova oposição, duma verdadeira oposição ao protejo de poder que está em curso. Projeto esse que o tucanato não dá o menor sinal de querer seriamente combater.
BRAVA GENTE - Os cidadãos brasileiros, unicamente munidos com seus corações e dignidade, mostraram a sua cara, pintada ou não, para dar o seu recado, pra expressar claramente o seu não ao projeto de poder do Foro de São Paulo. As ruas transpiraram esperança e coragem. Bravíssimo!
Doutra parte, até o momento, a oposição brindou a sociedade brasileira com uma clara demonstração de fraqueza, covardia e inanidade política frente ao projeto comuno-petista que está sendo repelido maciçamente pelos brasileiros.
Por isso, aos primeiros, os louros da honradez merecida. Aos segundos, o desprezo silencioso é muito mais do que é devido ao seu desonroso demérito.
REGALO DA VIDA - Sempre que um caboclo opina sobre um assunto político e começa dizendo que não têm posição alguma, pode ter certeza: é treta. Pode crer que é um comuno-petista inconfesso ou, no mínimo, um simpatizante agonizante, porém, em hipótese alguma, você tem diante de seus olhos um sujeito “neutro”. O sujeito apenas diz isso pra florear, fazer pose de detentor duma autoridade que não possui e que, possivelmente, jamais terá.
De mais a mais, em regra, os supostamente neutros, que simulam estar acima do bem e do mal, desmarcaram-se sozinhos com aquelas frases prontas, típicas, do gênero: o imperialismo americano é isso ou aquilo, no Brasil sempre houve isso ou aquilo, a elite é assim e assada e por aí segue o andor. E sempre, sempre mesmo, afirmam que todos aqueles que conhecem um pouco de história, essa ilustre desdenhada, sabem isso ou aquilo sobre a "direita", sobre o "imperialismo" e tutti quanti. Aí, meu amigo, quando se está diante dum caboclo desse naipe, as gargalhadas, ou as lágrimas, ficam ao gosto do freguês.
E o gozado é que esses sujeitinhos, na maioria absoluta dos casos, nunca leram um único tratado de história em suas vidas. Falam de boca cheia da História dos EUA sem nunca tê-la estudado. Referem-se garbosamente a história de nosso país, desconhecendo-a vergonhosamente. Enfim, manifestam sua nulidade humana de maneira absolutamente soberba sem perceber o ridículo a que estão se expondo.
Fazer o que? O que é do gosto é regalo da vida.
RIA PRA NÃO CHORAR – Com toda certeza todos já viram uma e outra notinha aqui e acolá dizendo que as pessoas deveriam ter mais umas aulinhas de história sobre isso ou aquilo, que esses e aqueles sujeitos deveriam estudar a mestra da vida por isso ou por aquilo. Umas graças. Quem vê essa gente falar, tem a impressão de que os fofos são assíduos estudiosos da matéria. Mas não o são. Não mesmo. O que eles sabem mesmo, de cor e salteado, é uma e outra frase de efeito, um e outro jargão politicamente-correto e tchã-tchã! E com isso temos um cidadatonto criticamente deformado, cheio de opiniões vazias sem nada de substancial na cabeça. Enfim, se eles realmente soubessem tanto quanto imaginam saber, se realmente fossem tão esclarecidos quanto querem parecer, o Brasil não teria se tornado esse vergonhoso trem fuçado. Não mesmo.


segunda-feira, 20 de julho de 2015

BOA NOTÍCIA



Vinho e cerveja ajudam a blindar artérias do colesterol ruim
Iêva Tatiana - Hoje em Dia



       Apaixonado por vinho, Cássio não abre mão da bebida pelo menos três vezes por semana

Se beber ou não beber for a questão, a resposta será clichê: sim, mas com moderação. A afirmação não reserva surpresas, mas deve ser levada a sério. Isso porque depois de muito se falar sobre os benefícios e riscos das bebidas, médicos e nutricionistas vêm alinhando os discursos e defendendo que, de fato, existem vantagens no consumo de doses moderadas, sobretudo, dos produtos fermentados.
As opções com mais propriedades benéficas à saúde são o vinho e a cerveja. No primeiro caso, os resultados obtidos com a ingestão de duas taças diárias, pelos homens, e de uma, pelas mulheres, são, além da ação antioxidante, o aumento de até 10% do chamado colesterol bom (HDL) – resultado semelhante ao obtido com os exercícios físicos –, e a diminuição da formação de coágulos.
“Esse conceito (de que vinho faz bem) existe e vem sendo estudado. Volta e meia sai algo na imprensa leiga e nas publicações científicas. O efeito antioxidante não deixa o colesterol ruim (LDL) se fixar nas paredes dos vasos sanguíneos”, explica o cardiologista José Pedro Jorge Filho.
Segundo ele, é seguro afirmar que pessoas que bebem pequenas doses de vinho, diariamente, são mais beneficiadas do que as que não consomem nada. Já quem bebe muito deixa de ter qualquer tipo de benefício. “Álcool em excesso pode provocar aumento de pressão, arritmia, alcoolismo, transtornos de comportamento e miocardiopatias”, alerta.

Sem culpa
Para os que sabem dosar o consumo, a gerente de Nutrição do Hospital do Coração de São Paulo, Rosana Perim, acrescenta à lista de benefícios a contribuição da cerveja, uma das bebidas preferidas e mais consumidas entre os brasileiros.
“Nesse caso, o maior fornecedor (de benefícios) é o lúpulo. As cervejas são ricas em fibras e minerais, além de ter vitamina B, que é muito importante para nossa saúde”, enumera a nutricionista. Segundo ela, de maneira geral, as bebidas fermentadas apresentam boas propriedades nos componentes.
Para quem teme o aumento da barriguinha, outra boa notícia: a culpa não é da cerveja, mas dos acompanhamentos. “O ideal é pedir petiscos mais saudáveis, como queijos magros, espetinhos de legumes e brusquetas. Bebidas destiladas têm teores alcoólico e calórico maiores do que as fermentadas, então, quem está brigando com a balança deve evitá-las”, aconselha Rosana Perim.

BENEFÍCIO COMPROVADO
Ciente do proveito que pode tirar de algumas bebidas – e de que ele vai além do mero prazer de consumi-las –, o designer de ambientes Cássio Diniz, de 38 anos, não abre mão de um bom vinho. Ele conta que tomou gosto pela bebida há quase duas décadas e, desde então, não fica sem.
“Bebo pelo menos três vezes por semana. Tenho algumas garrafas que ficam abertas, cada uma de um tipo de uva, e escolho conforme o humor, para relaxar e melhorar a energia”, comenta.
Para ele, que também faz parte de um clube de assinantes e recebe, em casa, exemplares de vinhos de toda parte do mundo, os benefícios, reais, foram comprovados depois de conhecer a produção.
“Vi pesquisas que mostram que o vinho faz bem à saúde e sobre a longevidade que proporciona. Conheci algumas vinícolas em viagens e tudo que se fala é provado nesses lugares. Também conheci pessoas mais velhas que têm o hábito de consumir a bebida e que são mais relaxadas e vivem melhor”, diz.
Surpresa: cerveja tem ação antioxidante e ajuda na reidratação
Geralmente consumidas no happy hour e nos finais de semana para descontrair e relaxar, as cervejas também podem ser aliadas da saúde se forem consumidas adequadamente. Além dos benefícios listados pela gerente de Nutrição do Hospital do Coração de São Paulo, Rosana Perim, alguns tipos da bebida são capazes de reidratar atletas, e outros possuem ação antioxidante – proveniente do lúpulo – mais acentuada do que a de alguns vinhos.
“Mas, claro que não são as do nosso dia a dia”, ressalta o beer sommelier Tulio Rodrigues, também de São Paulo. Segundo ele, para quem pratica atividades físicas, por exemplo, existem cervejas com baixo teor alcoólico e mais sais minerais. Algumas marcas, inclusive, patrocinam eventos esportivos.

Moderação
Mas, para que essas informações não sejam utilizadas como desculpa para o consumo exagerado, Rosana afirma que a estratégia de economizar no consumo durante a semana para compensar nos sábados e domingos é equivocada.
“Beber muito em um ou dois dias faz a pessoa exceder os limites diários recomendados. Isso pode favorecer o ganho de peso, porque o álcool se transforma em açúcar, e ainda altera o triglicérides e o funcionamento do fígado”.
Como profissional, Rodrigues também enfatiza a importância de não cair em tentação, principalmente, porque o Brasil já oferece os 120 estilos de cervejas produzidos no mundo inteiro. Segundo ele, porém, apesar da oferta e do aumento no consumo nos últimos cinco anos, a procura por informações também tem se destacado.
“A busca por cursos é notória. Em 2010, trouxe ao Brasil o primeiro curso de sommelier de cerveja e, hoje, já existe uma cultura muito grande sobre esse universo”, comenta o profissional, que ainda dá a dica: “Se beber, não dirija. Beba sempre com moderação. Beber menos, seguramente, é beber melhor”.

Cientistas descobrem relação entre marcas genéticas e depressão
A presença de marcas genéticas pode ser um caminho para a busca de tratamentos específicos para a depressão. Cientistas ingleses fizeram, pela primeira vez, uma associação entre genes e o diagnóstico da doença. Quase 7% da população mundial tem depressão, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 400 milhões de pessoas. O estudo, publicado pela revista Nature, uma das mais respeitadas pela comunidade científica, foi desenvolvida na Universidade de Oxford. A descoberta pode ajudar a entender melhor a biologia da depressão, além de definir alvos genéticos que medicamentos podem atingir no futuro. Apesar da descoberta, as variantes são responsáveis por menos de 1% das chances de uma pessoa desenvolver a doença.

Plaquetas de sílica são testadas para diagnóstico rápido da hanseníase
Um novo método, mais simples, não invasivo e de baixo custo, para diagnosticar a hanseníase foi desenvolvido no Laboratório Innovare Biomarcadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Pela nova metodologia, basta uma plaqueta de sílica de 1 cm² ser colocada sobre a pele do paciente e pressionada levemente por um minuto. Depois, o material é processado e analisado. Com esse procedimento, é possível identificar, em cerca de 5 minutos, marcadores lipídicos em pacientes com a doença. Atualmente, os testes de diagnóstico da hanseníase mais utilizados são a histopatologia diagnóstica e a baciloscopia, que dependem da biópsia da pele, considerada um processo invasivo e de baixa sensibilidade para formas mais brandas da doença, que se manifesta, principalmente, por lesões cutâneas e redução da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato.

Pesquisa da USP sugere Manteiga enriquecida para tratar alzheimer
Pesquisadores brasileiros demonstraram que o consumo de um tipo de manteiga enriquecida com ácido graxo extraído do leite ajuda no tratamento de pacientes em fase inicial do Alzheimer. A dieta aumenta a atividade de uma enzima vinculada à memória e reduz os danos da doença ao cérebro. O estudo é desenvolvido na Universidade de São Paulo (USP).

OS JUROS SÓ PREJUDICAM OS POBRES E A CLASSE MÉDIA



  

Paulo Haddad


Estimativas recentes mostram que, de maio do ano passado a maio deste ano, o Governo Federal pagou um total de juros sobre a sua dívida de 350 bilhões de reais, o que equivale ao total de sua arrecadação de imposto de renda. O imposto de renda é extraído de milhões de contribuintes, enquanto os juros são transferidos apenas para os detentores da riqueza financeira.

Estima-se também que os juros pagos durante um mês superam o valor total dos gastos com o programa Bolsa Família durante um ano inteiro. Ou seja, uma transferência anual de renda para as famílias mais pobres equivale à transferência mensal de renda para os mais bem aquinhoados da sociedade. Trata-se de um modelo de distribuição de renda do estilo Robin Hood às avessas.

Num primeiro momento, o ajuste fiscal tal como vem sendo implementado atualmente contribui para aguçar este mecanismo perverso de concentração de renda em benefício dos 10 por cento de maior renda em nossa sociedade.

A dimensão desse mecanismo pode ser estimada pelos seguintes grandes números: a taxa de juros SELIC do Banco Central, que basicamente remunera a dívida pública, está próxima de 14 por cento ao ano; esta taxa é aplicada de alguma forma ao valor total da dívida de 3 e meio trilhões de reais. Números que são valores absurdamente draconianos em termos de suas mazelas econômicas e sociais. Ressalta-se que a taxa incidente sobre os títulos públicos varia em função do tipo de indexação do título, do seu prazo de maturação, etc. e é preciso levar em consideração a diferença entre a dívida bruta e a dívida líquida.

Mas as taxas de juros exageradas não serviriam para reduzir as elevadas taxas de inflação e os seus efeitos de corrosão do poder de compra dos trabalhadores? A austeridade fiscal, da qual a taxa de juros é um instrumento, não iria favorecer a retomada do crescimento econômico e a geração de novos empregos?

Sim e não. Sim, se as taxas de juros estratosféricas forem um instrumento apenas transitório para viabilizar a austeridade fiscal expansionista por meio da reversão das expectativas pessimistas dos investidores e consumidores. Não, se as taxas de juros abortarem todo o esforço do ajuste com os gastos de juros superando a leveza das conquistas do superávit fiscal. Sabe-se que, se a taxa de crescimento da economia é baixa e a taxa de juros é muito elevada, a dívida pública se expande geometricamente.

De qualquer forma, algo é certo. Enquanto durar o processo de juros elevados para reduzir as taxas de inflação, o crescimento da economia fica comprometido com o aprofundamento da recessão e do desemprego e com as desigualdades sociais se ampliando. Keynes dizia que os principais defeitos da sociedade econômica em que vivemos são a sua capacidade para proporcionar o pleno emprego e a sua arbitrária e desigual distribuição da riqueza e das rendas.

Se o ajuste fiscal esticar demasiadamente o tempo para gerar os seus resultados, o país poderá ter em 2016 o pior dos mundos: crescimento baixo, desemprego elevado, déficit fiscal nominal realimentando a inflação.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...