Jornal Hoje em Dia
O general Carl Von Clausewitz, da
antiga Prússia, território embrião do que depois se tornaria a Alemanha,
afirmava que “a guerra é a continuação da política por outros meios”. Um dos
grandes estrategistas de seu tempo (1780-1831), ele também criou o conceito de
que o melhor ataque é possuir uma ótima defesa. Em seu livro “Vom Kriege” (“Da
Guerra”), definiu estratégias da guerra de atrito e estabeleceu também
critérios éticos para os conflitos armados.
O que o Brasil vive atualmente é uma verdadeira guerra entre o presidente da Câmara e a presidente da República. Mas, ao contrário do que disse Clausewitz, não está sendo “uma continuação da política”. As hostilidades estão sendo abertas, de ambos os lados.
Enquanto a população observa mais esse conflito entre as forças políticas, a nação submerge em uma crise cada vez mais grave. As opiniões sobre o processo de impeachment divergem. Ontem, na primeira abertura do mercado financeiro após a notícia do impedimento, a Bolsa de Valores teve uma alta fortíssima, no patamar de 3,29%. Já o dólar caiu mais de 2% em relação ao real.
Parte dos analistas diz que o impeachment anima o mercado por ser uma possibilidade de encerrar a crise política que perturba a economia. O vice-presidente Michel Temer também seria alguém mais hábil para promover reformas macroeconômicas. Já os contrários veem o impeachment como causador de um período de incertezas que aumentaria o risco país, que paralisaria os investimentos externos.
Na imprensa internacional, o clima foi de apreensão. O jornal inglês “The Guardian” considerou que o Brasil “afundou em sua pior crise política deste século” por causa do impeachment. O “Washington Post” disse que o Congresso é um “inimigo jurado da líder sitiada”. Para o “New York Times”, o Brasil está “estilhaçando sob o peso da pior recessão” e de uma “corrupção maciça”. O espanhol “El País” disse que a crise política deixou a economia “moribunda”.
As consequências são imprevisíveis, mas o processo é legítimo, está previsto em lei. Os dois lados em guerra vão tentar arregimentar o maior contingente de tropas (parlamentares) para o seu lado. Os métodos para isso é que causam apreensão, pois os critérios éticos de Clausewitz, certamente, serão as primeiras vítimas.
O que o Brasil vive atualmente é uma verdadeira guerra entre o presidente da Câmara e a presidente da República. Mas, ao contrário do que disse Clausewitz, não está sendo “uma continuação da política”. As hostilidades estão sendo abertas, de ambos os lados.
Enquanto a população observa mais esse conflito entre as forças políticas, a nação submerge em uma crise cada vez mais grave. As opiniões sobre o processo de impeachment divergem. Ontem, na primeira abertura do mercado financeiro após a notícia do impedimento, a Bolsa de Valores teve uma alta fortíssima, no patamar de 3,29%. Já o dólar caiu mais de 2% em relação ao real.
Parte dos analistas diz que o impeachment anima o mercado por ser uma possibilidade de encerrar a crise política que perturba a economia. O vice-presidente Michel Temer também seria alguém mais hábil para promover reformas macroeconômicas. Já os contrários veem o impeachment como causador de um período de incertezas que aumentaria o risco país, que paralisaria os investimentos externos.
Na imprensa internacional, o clima foi de apreensão. O jornal inglês “The Guardian” considerou que o Brasil “afundou em sua pior crise política deste século” por causa do impeachment. O “Washington Post” disse que o Congresso é um “inimigo jurado da líder sitiada”. Para o “New York Times”, o Brasil está “estilhaçando sob o peso da pior recessão” e de uma “corrupção maciça”. O espanhol “El País” disse que a crise política deixou a economia “moribunda”.
As consequências são imprevisíveis, mas o processo é legítimo, está previsto em lei. Os dois lados em guerra vão tentar arregimentar o maior contingente de tropas (parlamentares) para o seu lado. Os métodos para isso é que causam apreensão, pois os critérios éticos de Clausewitz, certamente, serão as primeiras vítimas.
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