sexta-feira, 14 de março de 2025

POR COINCIDÊNCIA OU NÃO NENHUM DEPUTADO DO PT/PSOL VAI PERDER O MANDATO SÓ DEPUTADOS DE OUTRAS SIGLAS

 

História de Raisa Toledo – Jornal Estadão

Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, 13, que deve ter efeito imediato julgamento que considerou ilegal a adoção de um critérios chamado de sobras eleitorais em 2024. Com isso, um grupo de sete deputados eleitos terá que deixar o mandato. Outros sete tomarão posse na Câmara.

Embora tenha a decisão tenha validade imediata, seu cumprimento depende da Justiça Eleitoral e da Câmara dos Deputados para ser efetivada. Sua confirmação alteraria a composição das bancadas.

A deputada federal Sílvia Waiãpi (PL-AP) é uma das parlamentares que perderão o mandato Foto: Câmara dos Deputados

A deputada federal Sílvia Waiãpi (PL-AP) é uma das parlamentares que perderão o mandato Foto: Câmara dos Deputados

A do estado do Amapá, por exemplo, que tem oito parlamentares, teria metade das cadeiras renovada. Os quatro novos deputados são aliados políticos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Com exceção de Lázaro Botelho (PP-TO), que está na Câmara desde a legislatura 2007-2011 e exerce o quinto mandato, todos os outros que terão os mandatos anulados estão em sua primeira legislatura.

Quem são os deputados que deixam a Câmara:

  • Professora Goreth (PDT-AP);
  • Sílvia Waiãpi (PL-AP);
  • Sonize Barbosa (PL-AP);
  • Gilvan Máximo (Republicanos-DF);
  • Lebrão (União Brasil-RO);
  • Lázaro Botelho (PP-TO);
  • Augusto Puppio (MDB-AP).

Quem assume mandatos como deputados:

  • Professora Marcivânia (PCdoB- AP);
  • Paulo Lemos (Psol-AP);
  • André Abdon (PP-AP);
  • Rodrigo Rollemberg (PSB-DF);
  • Rafael Fera (Podemos-RO);
  • Tiago Dimas (Podemos-TO);
  • Aline Gurgel (Republicanos-AP).

Em fevereiro de 2024, o STF considerou inconstitucional uma mudança na regra das “sobras” aprovada pelo Congresso em 2021 — que foi aplicada nas eleições de 2022. Depois, voltaram ao tema para definir se a decisão valeria de 2024 em diante ou de forma retroativa, vigorando desde 2021.

Ao decidirem que a mudança seria retroativa, o efeito foi a interferência no resultado das eleições de 2022, que afetou deputados que assumiram mandato com base na regra invalidada.

Os que os substituem são aqueles que teriam direito às sobras eleitorais pela regra vigente antes da mudança de 2021. Segundo essa norma, as vagas das “sobras” só poderiam ser ocupadas por partidos que tivessem pelo menos 80% do quociente eleitoral e por candidatos com votos em número igual ou superior a 20% desse quociente.

O questionamento que levou o caso ao STF foi feito pelos partidos Rede, PSB e Podemos. A alegação era de que os critérios prejudicavam partidos menores, diminuindo o pluralismo político

O GOVERNO LULA É TÃO LEAL E SINCERO AOS SEUS PRINCÍPIOS QUE TODOMUNDO SABE QUAL SERÁ O PRÓXIMO PASSO DO GOVERNO

 

História de Redação

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza comenta sobre como Lula abandonou qualquer pretensão de mudança de rota política e econômica já há algum tempo. Refugiou-se nas poucas ideias velhas, nas táticas conhecidas e surradas e nos rostos de sempre. A questão é saber se funcionam para 2026.

O que parece surgir para Lula como “caminho seguro” na verdade é uma aposta política de risco altíssimo. Causado por sensíveis mudanças sociais que alteraram a percepção dos benefícios fornecidos pelo Estado, e também pela sensível deterioração do poder do Executivo frente ao Legislativo. Diminuiu, em termos relativos, o peso do voto ligado ao assistencialismo.

Além disso, como o espaço para prosseguir na expansão fiscal vem se estreitando perigosamente (devido a armadilha que Lula criou para si mesmo), a necessidade política de estimular a demanda sofre com a lei das consequências não intencionais. A mais evidente delas é uma persistente inflação e seu corrosivo efeito político. Em outras palavras, a busca pelo efeito eleitoral aumenta as dificuldades políticas (entre elas, incluir no Orçamento os programas sociais).

EDUARDO BOLSONARO SERÁ MESMO O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES DA CÂMARA

 

História de Gustavo Uribe, Tainá Falcão – CNN Brasil

Eduardo Bolsonaro vence embate com PT por Comissão de Relações Exteriores

Eduardo Bolsonaro vence embate com PT por Comissão de Relações Exteriores

Em uma derrota para a esquerda, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) assumirá a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. O presidente da Casa Legislativa, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu que não irá interferir na indicação do PL, a maior bancada federal da Câmara. O regimento da Casa permite que as maiores bancadas tenham prerrogativa de escolha na composição das comissões parlamentares. O PL já avisou que não abrirá mão da indicação de Eduardo, que é respaldada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A expectativa é de que o anúncio seja feito por Hugo Motta nesta quinta-feira (13), quando ele definirá os comandos das comissões permanentes. O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), chegou a fazer uma ofensiva para evitar a indicação, com a possibilidade de o partido abrir mão de outras comissões federais. O esforço, contudo, não surtiu efeito. Por isso, a esquerda solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o passaporte de Eduardo Bolsonaro seja apreendido. Bolsonaro tem atuado para que seus filhos com cargo no Congresso Nacional, tanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como Eduardo, tenham protagonismo em comissões permanentes para se cacifarem para a disputa eleitoral de 2026. O ex-presidente não esconde que, caso a sua inelegibilidade seja mantida até 2030, os dois são os favoritos para substituí-lo em uma disputa presidencial.

PROJETO DE ANISTIA AOS CONDENADOS DE 8/1 DEVERÁ SER VOTADO AINDA NO MÊS DE MARÕ

 

História de Gabriel de Sousa – Jornal Estadão

BRASÍLIA – O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou nesta quinta-feira, 13, que deve apresentar o projeto de lei que anistia os condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro como prioridade do partido na próxima reunião de líderes da Casa, prevista para o próximo dia 20.

Caso a proposta seja incluída na pauta pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o projeto pode ser votado pelo plenário da Casa na semana entre 24 e 28 de março.

Anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro pode ser votado no fim deste mês de março Foto: Wilton Junior/Estadão

Anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro pode ser votado no fim deste mês de março Foto: Wilton Junior/Estadão© Fornecido por Estadão

“Eu estou com muita esperança que, na próxima semana, a gente possa apresentar o pedido de inserção na pauta. Acho que na próxima semana a gente tem novidades”, afirmou Sóstenes.

O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, avalia que já tem os votos necessários para aprovar a proposta. Por ser um projeto de lei, é necessário ter a aprovação da maioria da Casa, que tem 513 deputados.

Passado por essa etapa, o projeto será encaminhado para o Senado, onde é preciso ser aprovado pela maioria dos 81 senadores. É necessário ainda uma sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Se o petista vetar o texto, o Congresso pode derrubar a medida.

No mês passado, uma pesquisa exclusiva do instituto Ranking dos Políticos divulgada pelo Estadão mostrou que 50% dos deputados entrevistados são favoráveis à proposta, enquanto 41,8% são contrários. Outros 8,2% não souberam ou não responderam.

Já no Senado, os que apoiam são 46,2%, enquanto os opositores somam 38,4%. Outros 15,4% dos senadores entrevistados não souberam responder.

Também no mês passado, em entrevista ao portal Poder 360, o senador e presidente do PTHumberto Costa (PE), afirmou que a base governista vai trabalhar para barrar uma eventual votação da proposta na Casa.

O Ranking dos Políticos ouviu 110 deputados de 18 diferentes partidos e 26 senadores de 11 diferentes siglas, respeitando o critério de proporcionalidade partidária, entre os dias 11 e 12 de fevereiro. A margem de erro é de 3,5 pontos porcentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi realizada antes de vir a público a denúncia do Ministério Público contra 34 acusados de organizar tentativa de golpe, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A proposta de lei que anistia os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro contém brechas que podem possibilitar a habilitação do ex-presidente, que está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na eleição presidencial de 2026. O texto está engavetado e aguarda a análise de uma comissão especial pela Câmara.

Nesta quarta-feira, 12, Bolsonaro e o presidente do PLValdemar da Costa Neto, se reencontraram em público e discutiram a aprovação da anistia até as eleições do ano que vem. Os dois ficaram impedidos de se comunicar por pouco mais de um ano, devido a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no âmbito da investigação sobre uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

“O PL da Anistia para nós é uma prioridade. Todos os partidos, com exceção da esquerda, estão do nosso lado, ou muito favoráveis”, disse Bolsonaro.

PREJUÍZO DA PREVI EM 2024 FOI MAIOR DO AQUELE QUE HAVIA SIDO DIVULGADO PREIAMENTE

 

História de HELENA SCHUSTER – Folha de S. Paulo

PELOTAS, RS (FOLHAPRESS) – A Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, informou nesta quinta-feira (13) que o Plano 1, o maior da instituição, encerrou o ano de 2024 com déficit de R$ 17,6 bilhões. O valor contrasta com o superávit de R$ 9,8 bilhões em 2023.

O resultado acumulado de 2024, que considera o acumulado de 2023 e todos os investimentos ao longo do ano, foi de déficit de R$ 3,16 bilhões. No documento oficial dos resultados, a instituição diz que a oscilação é comum no mercado financeiro brasileiro e afirma que o segmento de renda variável foi o que mais contribuiu para o baixo desempenho do Plano 1.

“O resultado de 2024 é reflexo do que ocorreu no mercado, em especial de renda variável, mas as análises de cenário mostram que este ano será menos desafiador. O mais importante é que a estratégia que vem sendo executada está bem sedimentada e os planos da Previ se encontram em equilíbrio”, diz o diretor de investimentos da Previ, Cláudio Gonçalves, no documento. Janeiro de 2025 se encerrou com superávit de R$ 1,3 bilhão.

O resultado consolidado do ano é divulgado em meio a uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União), aberta em fevereiro deste ano a pedido do ministro Walton Alencar Rodrigues, que investiga as contas do fundo.

Alencar Rodrigues disse que o fundo acumulava prejuízo e apontou que em 2024 os investimentos do plano renderam 1,58%, abaixo dos 16,12% de 2023. “Se tivessem pegado o dinheiro e comprado títulos do Tesouro teriam rendido o valor integral da Selic mais acréscimos”, disse.

Segundo o ministro, o desempenho traz perspectiva de danos graves para o Banco do Brasil, que “em caráter extraordinário poderá ser obrigado a contribuir paritariamente com os segurados”. Alencar Rodrigues também disse que “sérios problemas de gestão parecem estar a afligir a entidade”.

A Previ afirmou em fevereiro que recebeu os auditores do TCU para o levantamento de informações, que deve ser concluído neste mês. Diante dos resultados completos do ano, a Previ manteve a mesma posição divulgada quando a auditoria foi aberta, que afirma que não há rombo nem prejuízo nas contas do fundo.

“São conceitos bem distintos. A Previ não precisou vender nenhum ativo em 2024 para recompor suas reservas ou cumprir com suas obrigações. Pelo contrário, segue saudável pagando mais de R$ 16 bilhões em benefícios por ano, inclusive com recursos oriundos de dividendos das empresas que possui em seu portfólio”, afirmava nota de fevereiro.

No documento dos resultados desta quinta, Gonçalves voltou a reforçar esse discurso. “Mesmo diante de um resultado abaixo do esperado pela meta atuarial, é sempre bom lembrar que a Previ tem uma política de caixa mínimo, que mantém recursos líquidos necessários para garantir o pagamento de benefícios, sem a necessidade de venda de ativos.”

O Plano 1 é o plano de Previdência complementar dos funcionários do Banco do Brasil admitidos até dezembro de 1997 e encerrou o ano com R$ 225,1 bilhões investidos: R$ 143,9 bilhões alocados em renda fixa (63,9%), R$ 59,9 bilhões em renda variável (26,6%) e R$ 21,3 bilhões em outros investimentos (9,5%).

DIA MUNDIAL DOS CARECAS E CURIOSIDADES

 

Karla Neto – Colunista Correspondente

Nesta sexta-feira(14), é celebrado o Dia Mundial dos Carecas, objetivo é celebrar as pessoas que assumiram a calvície sem usar perucas, chapéus ou implantes.

A data celebra aqueles que possuem calvície, uma forma gradual e progressiva onde as pessoas perdem os cabelos, e é mais comum nos homens. 
Isso acontece devido a uma alteração genética herdada de uma substância chamada DHT, que acaba ficando com um nível elevado no couro cabeludo, o que faz com que os cabelos caiam. A idade em que a calvície acontece depende da quantidade de genes herdados pelo pai, mãe e seus familiares. 
Mas existem também aqueles que são carecas por escolha própria. Muitas pessoas raspam a cabeça para manter o estilo e um visual próprio, se livrando do trabalho que os cabelos podem dar.  

Fonte: Karla Neto
Foto: Reprodução

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Saúde/bem-estar

Por Alejandro Sigfrido Mercado Filho

Dia Mundial do Careca: 7 fatos pouco conhecidos sobre a calvície

Celebrado anualmente no dia 14 de março, o Dia Mundial do Careca pode até soar piada, mas é uma data real, criada com o objetivo de enaltecer homens e mulheres que assumiram a calvície. Muitas são as pessoas que ficaram famosas desfilando o topo de suas cabeças descabelados, demonstrando que não possuir cabelo está longe de ser um sinal de fraqueza. 

Pacifistas como Mahatma Gandhi, cientistas como Charles Darwin, atletas como Zinedine Zidane e artistas como o dramaturgo William Shakespeare e o cantor Seal são reconhecidos pelo poder de suas carecas. Agora que você já sabe que exista uma data específica para celebrar a falta de cabelos, que tal conhecer alguns fatos curiosos sobre a carequice? Confira.

1. A principal causa é a alopecia androgenética

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

O nome é diferentão e parece saído diretamente de um roteiro de cinema, mas o nome pelo qual a principal causa de ausência de cabelos na cabeça é conhecido cientificamente é alopecia androgenética. É um misto de fatores genéticos com a presença de hormônios masculinos.

Nada mais é que a transformação de testosterona em um andrógeno conhecido como di-hidrotestosterona (DHT), que ataca os folículos pilosos, encolhendo-os, até que eles caiam e parem de crescer.

2. Queda de cabelos é bastante comum em homens

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Isso ocorre em virtude da calvície ser uma condição associada à presença da testosterona no organismo, bem como de outros hormônios sexuais masculinos. Um estudo da American Hair Loss Association apontou que, até os 50 anos, cerca de 85% dos homens acabam com os cabelos significativamente ralos.

3. Homens são os mais afetados, mas não os únicos

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Ainda que raros, os casos de alopecia androgenética também ocorrem em mulheres. Como a quantidade de testosterona que produzem é menor que em homens, a calvície feminina, quando ocorre, é menos drástica. Em geral, os cabelos ficam finos, de modo particular no topo da cabeça, o que torna o couro cabeludo visível em casos mais avançados.

4. Há várias causas para a calvície

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Como explicamos no primeiro tópico dessa lista, fatores a calvície androgenética é a principal causa para a doença, mas não a única. A calvície pode ser resultado de areata (fatores autoimunes), congênita, traumática, neurótica, medicamentosa, seborreica, etária, alérgica ou pela ausência de ferro na alimentação.

5. Existem tratamentos eficazes conta a queda de cabelo

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Se você ou alguém que você conhece está enfrentando perda de cabelo, é importante saber que é possível reverter o quadro, mas isso precisa ser feito o quanto antes. Os primeiros sintomas aparecem, geralmente, entre os 17 e 23 anos.

O dermatologista pode solicitar uma tricoscopia, exame que examina o couro cabeludo para saber a dimensão da perda de cabelo. A partir daí, ele determinará um tratamento, provavelmente com um dos medicamentos entre os mais populares:

  • Minoxidil
  • Finasterida
  • Dutasterida
  • Cortisona
  • Retinol
  • Fórmulas tópicas compostas

6. Retardar a queda de cabelo é mais eficaz do que fazê-lo crescer

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Quando de diz da importância de consultar um dermatologista caso note aumento na queda de fios de cabelo é porque os tratamentos atualmente existentes são mais eficazes em recuperar a estrutura de seus folículos pilosos do que fazer novo cabelo crescer.

7. Assumir a calvície melhora a saúde mental

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Por décadas, homens com calvície e/ou carecas eram diagnosticados com baixa autoestima, em grande parte por alimentarem percepções negativas a respeito de sua aparência. A situação modificou nos últimos anos, especialmente com personalidades assumindo a careca e a calvície sem vontade de escondê-la.

Nomes como Steve Jobs, Jeff Bezos, Samuel L. Jackson, Kelly Slater e Usain Bolt foram fundamentais em fazer com que outros homens entendessem que era possível serem vistos como inteligentes e bem-sucedidos, mesmo com poucos ou nenhum cabelo.

CURIOSIDADES – KARLA NETO

Você sabia que o melão ajuda a fortalece os ossos e dentes?

O melão é uma fruta com propriedades diuréticas e antioxidantes, ajudando a diminuir a retenção de líquidos e a prevenir o envelhecimento precoce da pele. Além disso, é rico em nutrientes como cálcio, potássio e fibras, ajuda a fortalecer os ossos e dentes, reduzir a pressão arterial e favorecer a perda de peso.

O melão deve ser consumido, pelo menos, 3 a 4 vezes por semana e incluído numa alimentação saudável, equilibrada e variada. Além disso, o melão é um alimento rico em água que melhora o funcionamento do intestino, evitando a prisão de ventre e ajudando na hidratação do corpo, podendo ser uma opção saudável para refrescar os dias quentes.

O melão é uma fruta rica em carotenoides, que atuam prevenindo doenças cardíacas, e em potássio, que permite reduzir a pressão arterial e, consequentemente, diminuir o risco de complicações do coração como o infarto.

Além disso, é um alimento rico em fibras que ajuda na redução dos níveis de colesterol no sangue, evitando o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos e, com propriedades antioxidantes que ajudam a eliminar elementos que podem ser prejudiciais para as células, mantendo a saúde do coração.O melão é rico em água, pois cada 100 gramas contém 91,8 gramas de água e, por isso, ajuda a manter o organismo hidratado. Além disso, é rico em eletrólitos como sódio, potássio, cálcio e magnésio, e, por isso, é considerado uma excelente opção para os dias mais quentes ou para consumir logo após a prática de atividade física.

As sementes do melão promovem o fortalecimento dos ossos e dentes, uma vez que são ricas em cálcio, ajudando a mantê-los mais saudáveis e prevenindo doenças como osteoporose, osteopenia e cáries.

Saiba aqui dicas práticas para manter sua casa livre de moscas!

E embora elas possam não parecer perigosas, esses insetos tendem a carregar doenças e sujeira, o que pode causar problemas para a sua casa e saúde de você e de seus entes queridos (incluindo animais de estimação).

Se você mora em uma cidade grande, nos subúrbios ou no campo, as moscas estão por toda parte – especialmente nos meses quentes.

As moscas são atraídas por cheiros de materiais orgânicos e restos de comidas, por isso é muito comum aparecerem na hora do preparo de alimentos. Assim, a principal forma de espantá-las é garantir uma boa limpeza e organização na cozinha: não deixando alimentos expostos, louça suja, nem lixeiras abertas. Entretanto, mesmo com todo cuidado e limpeza, esses insetos ainda podem surgir, principalmente na hora das refeições.

Como espantar moscas com limão e cravo
Essa é uma opção bem fácil de reproduzir. É uma boa dica para utilizar na cozinha, principalmente na hora de preparar ou servir os alimentos.

Separe um limão e um pacote de cravos-da-índia;
. Corte o limão ao meio;
. Espete os cravos em cada metade;
. Deixe na cozinha para afastar as moscas.

Como espantar moscas com vinagre
Essa é uma forma prática de eliminar as moscas da cozinha sem veneno, ou mandá-las para bem longe na hora do churrasco!

. Em um balde, coloque meio litro de água e adicione meia garrafa de vinagre branco;
. Passe um pano úmido com a mistura de vinagre nas mesas, chão e bancadas da cozinha ou área de churrasco.

Tanto a higienização do espaço quanto o cheiro do vinagre atuam para afastar os insetos.
O cheiro forte do cravo ajuda a repelir as moscas e mantê-las longe. Se não tiver um limão para espetar os cravos, é possível substituir por uma maçã, cortada ao meio. Essa é uma sugestão sutil, e com aroma natural agradável, que pode ser colocada na mesa na hora de servir os alimentos para deixar as moscas longe.

quinta-feira, 13 de março de 2025

LULA ACHA QUE DINHEIRO NA MÃO É FELICIDADE E A MÚSICA DIZ QUE É VENDAVAL

 

História de William Waack – CNN Brasil

Waack: Lula impulsiona a inflação que pretende combater

Waack: Lula impulsiona a inflação que pretende combater

Lula editou hoje medida provisória que vai injetar bilhões na economia via crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada. Um estímulo ao consumo, portanto. Mesmo na própria equipe econômica do governo, registra-se certo grau de preocupação com incentivo à demanda no momento em que a inflação morde o bolso — e a popularidade do governo. Ocorre que, na visão de Lula, a equipe econômica não entende nada de ganhar eleições. E Lula acha que só se ganha eleições com expansão fiscal — gastança, para usar uma palavra mais popular. O presidente não concorda com a visão de que o desequilíbrio das contas públicas, causado por gastos sempre maiores que receitas, tenha algo a ver com inflação. E, portanto, com juros. Pressionado por popularidade em baixa e foco nas eleições, só enxerga um caminho pela frente: o de encontrar programas que facilitem o consumo das famílias. Não tem sido nada fácil por dois motivos. O primeiro é a armadilha fiscal criada pelo próprio Lula para si. Quanto mais ele esbraveja dentro dela, maior é a desconfiança dos agentes econômicos. O segundo motivo é de natureza política. O Congresso fareja que Lula embarcou numa aposta de alto risco: a de um governo minoritário, sem ideias novas ou grandes planos, para buscar, custe o que custar, a popularidade perdida. O custo já está mesmo sendo bem alto. Custo político. E para a economia.

SENSAÇÃO DE IMPUNIDADE É UMA PESSOA COMETER UM CRIME BÁRBARO E CUMPRIR SÓ A METADE DA PENA OU MENOS

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Não há pena de caráter perpétuo no Brasil, mas seria muito bom se ao menos os condenados a penas privativas de liberdade ficassem presos pelo tempo determinado pela Justiça, em especial os que cometeram crimes brutais. Compreende-se como natural, portanto, a sensação de impunidade diante da notícia segundo a qual Cristian Cravinhos, um dos assassinos do casal Richthofen, foi colocado em liberdade, no dia 5 passado, depois de ter cumprido apenas cerca de metade da pena de 38 anos e seis meses de prisão à qual foi condenado em 2006.

Sentenciados a penas ainda mais severas pela participação no duplo homicídio, o irmão de Cristian, Daniel, e a namorada deste, Suzane von Richthofen, filha do casal assassinado, já estavam em liberdade. E o fato de que os três já caminham livremente, a despeito da hediondez do crime que cometeram, é uma afronta não só à memória das vítimas e seus familiares, como também a uma sociedade amedrontada pela leniência do Estado para combater a criminalidade.

Evidentemente, os criminosos em questão não fugiram da cadeia. Seus advogados apenas cumpriram o dever profissional ao explorar todos os instrumentos legais para resguardar os interesses de seus clientes. Eis o problema de fundo. O Brasil é dotado de um sistema recursal e de progressão de regime mal formulado, mal executado e mal fiscalizado.

À falta de legislação mais severa para impedir rápidas progressões de regime para criminosos violentíssimos porque, ora vejam, eles tiveram bom comportamento no cárcere – o que não é mais do que a obrigação de qualquer apenado – soma-se o despreparo do Estado para bem definir quem, de fato, pode progredir no cumprimento da pena e, sobretudo, fiscalizar a contento essa progressão.

Dia sim e outro também, a sociedade é tomada por um misto de revolta e desalento ao tomar conhecimento de crimes graves, muitos culminando em morte, cometidos por bandidos que claramente não deveriam estar cumprindo pena em liberdade. A um só tempo, o atual arcabouço jurídico-penal premia criminosos violentos e prejudica o processo de ressocialização de apenados que, de fato, são dignos da progressão de regime. Veja-se, à guisa de exemplo, a facilidade com que o Congresso aprovou o fim das saídas temporárias de presos em feriados nacionais, conhecidas como “saidinhas”.

O Estado brasileiro, em suas múltiplas esferas de atuação – Congresso, polícias, Ministério Público, Poder Judiciário, administração prisional – precisa ser mais inteligente no trato dos condenados sob sua custódia. Isso passa tanto por uma completa refundação das cadeias Brasil afora, muitas transformadas em usinas de ódio e degradação da condição humana, mas também, e sobretudo, por uma análise mais criteriosa sobre quem deve permanecer intramuros por mais tempo e quem, eventualmente, pode voltar ao convívio social. Ou seja, impõe-se uma revisão do sistema de progressão de regime.

Uma das dimensões da pena é a sua natureza retributiva, uma justa resposta do Estado a uma injusta agressão do cidadão infrator. Resta claro, no caso Richthofen, mas não só, que de justa a reparação não teve quase nada.

PROCESSO EM LONDRES POR TRAGÉDIA AMBIENTAL CONTRA A BHP TERMINOU

História de AFP

(Arquivo) Uma visão geral do local onde ocorreu o rompimento de uma barragem em Bento Rodrigues, em Mariana, estado de Minas Gerais, em 6 de novembro de 2015

(Arquivo) Uma visão geral do local onde ocorreu o rompimento de uma barragem em Bento Rodrigues, em Mariana, estado de Minas Gerais, em 6 de novembro de 2015© Douglas Magno

O julgamento contra a mineradora australiana BHP pelo rompimento da barragem de Fundão, em 2015 no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana, Minas Gerais, termina nesta quinta-feira (13) em Londres, à espera de um veredicto, que deve ser anunciado em alguns meses, com 630.000 pessoas afetadas reivindicando indenizações.

Os autores da ação recorreram à Justiça britânica porque não concordaram com os processos julgados no Brasil, reivindicando indenizações de 36 bilhões de libras (mais de 46 bilhões de dólares, 266 bilhões de reais).

A decisão pode ser anunciada dentro de alguns meses, mas não há uma data concreta, o que pode resultar em um segundo processo se uma das partes apresentar um recurso contra o veredicto.

Em 5 de novembro de 2015, o rompimento da barragem de rejeitos de uma mina de ferro em Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana, no estado de Minas Gerais, matou 19 pessoas, devastou várias localidades, incluindo comunidades indígenas, e despejou 40 milhões de metros cúbicos de lama tóxica no rio Doce e no oceano Atlântico. 

A BHP tinha duas sedes na época dos fatos, uma delas em Londres, o que explica este julgamento civil na capital britânica. 

O julgamento britânico começou em 21 de outubro, mas entrou em recesso no fim de janeiro, antes de ser retomado em 5 de março, para ser concluído nesta quinta-feira. As duas partes apresentaram suas conclusões na última semana

A barragem de Fundão era operada pela Samarco, empresa de propriedade conjunta da australiana BHP e da brasileira Vale. A BHP rejeita ser o “poluidor direto” desde o início do julgamento.

– Acordo no Brasil –

Após o início do processo em Londres, a Justiça brasileira absolveu, em meados de novembro, a Samarco, a Vale e a BHP de qualquer responsabilidade pela tragédia.

A decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) de Belo Horizonte entendeu que as provas analisadas não eram “determinantes” para estabelecer sua responsabilidade. 

Pouco antes, em 25 de outubro, quando o julgamento em Londres havia acabado de começar, o Governo Federal assinou um acordo de indenização com as empresas envolvidas no valor de cerca de R$ 132 bilhões.

“Este caso evidenciou o conhecimento da BHP, praticamente desde o início, do grave risco que a barragem representava para as comunidades vizinhas e o meio ambiente”, afirmou Tom Goodhead, diretor geral do Pogust Goodhead, escritório britânico de advocacia que defende os demandantes.

“O fato de ter continuado a evadir sua responsabilidade durante uma década, utilizando seus consideráveis recursos, para evitar proporcionar uma compensação adequada às comunidades que ficaram sepultadas, é triste para uma empresa que antes era carinhosamente conhecida como a Grande Australiana”, acrescentou o advogado.

A empresa australiana alegou nos cinco meses de julgamento em Londres que ofereceu assistência financeira a 432.000 pessoas, empresas locais e comunidades indígenas, mas os advogados das vítimas não estão satisfeitos com as medidas adotadas pela BHP, Vale e Samarco.

“Quando o julgamento começou na Inglaterra, a BHP cinicamente fechou um acordo político com as autoridades brasileiras, mas não informou a ninguém que sabia que menos de 40% dos afetados que são parte do processo inglês poderiam participar”, explica Tom Goodhead.

A empresa australiana, que afirma que a qualidade da água do rio foi recuperada, reconhece uma “tragédia”, mas acredita ter demonstrado, durante o julgamento em Londres, que “priorizou a segurança e agiu com responsabilidade”, segundo um porta-voz do grupo.

EDUARDO BOLSONARO NÃO É BEM VISTO PELO PT E STF PARA A COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES DA CÂMARA

 

História de Gabriel de Sousa – Jornal Estadão

BRASÍLIA – A indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para a presidência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara rachou a Casa e deixou o Supremo Tribunal Federal (STF) em alerta. O motivo é a aproximação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com parlamentares ultraconservadores aliados do presidente dos Estados UnidosDonald Trump.

Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado federal Foto: Bruno Spada/Agência Câmara

Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado federal Foto: Bruno Spada/Agência Câmara

Desde a posse de Trump, em janeiro, Eduardo Bolsonaro esteve nos Estados Unidos, em três ocasiões, para articular, com congressistas norte-americanos, um projeto de lei que visa atacar o Supremo.

A ida de Eduardo para a comissão é vista pela base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com receio, pois o colegiado é responsável por debater e votar propostas sobre as relações diplomáticas e consulares e a política externa do País. Também está no escopo de análise do grupo projetos que tratam sobre direito militar, defesa nacional, direito internacional, público e privado, autorização para a saída do presidente e do vice-presidente do País e outros assuntos referentes às Forças Armadas.

O filho do ex-presidente, portanto, deverá ver sua influência nas negociações com aliados de Trump aumentar caso assuma o controle do colegiado. Na análise de aliados do presidente, o cenário será propício para uma maior pressão sobre o Supremo e o governo Lula.

Pessoas próximas de ministros do STF afirmam que a Corte analisa de perto os rumos da indicação de Eduardo para a comissão e como isso pode afetar as investigações envolvendo o ex-presidente. No último dia 18, Bolsonaro foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

No último dia 1.º, o ministro do STF Alexandre de Moraes pediu que a PGR se manifeste sobre pedido de parlamentares do PT para que Eduardo tenha o passaporte apreendido e seja investigado criminalmente por articular reações ao STF com políticos americanos. Ainda não houve retorno do procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre o tema.

Por ser o maior partido da Câmara, com 92 deputados, o PL tem prioridade na escolha dos presidentes das comissões permanentes e deseja controlar, além da colegiado de Relações Exteriores, a Comissão de Saúde, que concentra a maior quantia de verbas destinadas a emendas de comissão.

A indicação de Eduardo Bolsonaro colocou o PT contra a parede. O partido está disposto a desistir da Comissão de Saúde, que preside hoje, se o PL desistir da indicação do filho do ex-presidente para a de Relações Exteriores.

O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), disse que só aceita Eduardo no colegiado caso ele esteja sem passaporte. Em resposta, o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o filho do ex-presidente vai presidir a comissão “com ou sem” o documento.

Sóstenes afirmou ao Estadão nesta quarta-feira, 12, que a indicação de Eduardo para o grupo ainda não está acordada. O líder do PL disse que vai tentar consolidar a escolha do filho do ex-presidente para o cargo até esta quinta-feira, 13

Nos bastidores, contudo, o PL traçou um “plano B” caso a indicação de Eduardo seja inviável diante de reações dos demais partidos. Se isso ocorrer, o deputado Luiz Phillipe de Órleans e Bragança (PL-SP), tetraneto do imperador d. Pedro II (1825-1891), vai ser lançado para o comando da comissão de Relações Exteriores.

Os líderes partidários devem definir na manhã desta quinta-feira qual sigla assumirá cada comissão permanente. As bancadas, após essa reunião, escolherão quem ficará no comando dos colegiados. Ainda não há data para baterem o martelo. O presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), prometeu que os colegiados serão instalados na próxima semana.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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