O primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, criticou as tarifas
anunciadas pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
descrevendo-as como uma “coisa muito estúpida”.
“Hoje, os Estados Unidos lançaram uma guerra comercial contra o
Canadá, o seu parceiro e aliado mais próximo, o seu amigo mais próximo.
Ao mesmo tempo, estão a falar em trabalhar de forma positiva com a
Rússia, apaziguando Vladimir Putin, um ditador mentiroso e assassino.
Que isso faça sentido”, disse Trudeau.
“Não tenho o hábito de concordar com o Wall Street Journal, mas
Donald, eles apontam para o facto de que, apesar de ser um homem
inteligente, isto é uma coisa muito estúpida de se fazer. Nós dois
amigos a lutar é exatamente o que os nossos adversários em todo o mundo
querem ver”.
Os comentários de Trudeau surgem depois de Trump ter lançado uma guerra comercial contra
os três maiores parceiros comerciais dos Estados Unidos: Canadá, China e
México. O Canadá e o México enfrentam tarifas de 25% sobre os seus
produtos, enquanto a China será cobrada 20% sobre as importações.
Os contentores marítimos são vistos no terminal de contentores
Atlantic Hub em Halifax na segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025 Darren
Calabrese/The Canadian Press
A medida desencadeou uma retaliação imediata e fez com que os mercados bolsistas mundiais entrassem em parafuso, uma vez que os EUA enfrentam inflação e incerteza financeira para as empresas.
Trudeau anunciou que o seu país iria impor direitos aduaneiros de 25%
sobre 155 mil milhões de dólares canadianos (102,1 mil milhões de
euros) de produtos norte-americanos, com direitos aduaneiros sobre 30
mil milhões de dólares canadianos (19,8 mil milhões de euros) de
importações a entrarem em vigor na terça-feira e os restantes em 21
dias.
“As nossas tarifas permanecerão em vigor até que a ação comercial dos
EUA seja retirada e, caso as tarifas dos EUA não cessem, estamos em
discussões ativas e contínuas com as províncias e territórios para
buscar várias medidas não tarifárias”, disse Trudeau em um comunicado.
Numa publicação na aplicação de redes sociais Truth Social, Trump
avisou que “quando (Trudeau) aplicar uma tarifa de retaliação aos EUA, a
nossa tarifa recíproca aumentará imediatamente num montante
semelhante”.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, disse que seu país
responderia aos novos impostos com suas próprias tarifas de retaliação.
Claudia Sheinbaum disse que irá anunciar os produtos que o México irá
atingir no domingo, num evento público na praça central da Cidade do
México, com o atraso potencialmente sinalizando a esperança de diminuir a
guerra comercial desencadeada por Trump.
A China anunciou que irá impor tarifas adicionais de
até 15% sobre as importações de produtos agrícolas importantes dos EUA,
incluindo frango, carne de porco, soja e carne de vaca, e irá
restringir ainda mais os negócios com empresas americanas.
Pequim está “fortemente insatisfeita” com as tarifas dos EUA, afirmou
o Ministério do Comércio chinês em comunicado, avisando que “tomará
contramedidas para salvaguardar os seus direitos e interesses”.
Tal como prometeu aos eleitores, o presidente norte-americano está a
abandonar as políticas de comércio livre que os Estados Unidos seguiram
durante décadas após a Segunda Guerra Mundial. Trump argumenta que o
comércio livre custou aos Estados Unidos milhões de empregos em fábricas
e que as tarifas são o caminho para a prosperidade nacional. Rejeita os
principais economistas que defendem que esse protecionismo é
dispendioso e ineficaz.
O presidente dos EUA, Donald Trump, o primeiro-ministro canadiano,
Justin Trudeau, o presidente da China, Xi Jinping, e a presidente do
México, Claudia Sheinbaum AP/Copyright 2025 The AP. All rights reserved.
Os impostos sobre as importações são “uma arma muito poderosa que os
políticos não usaram porque eram desonestos, estúpidos ou pagos de outra
forma”, disse Trump na segunda-feira na Casa Branca. “E agora estamos a
usá-los
Ferramentas de IA são programas que usam inteligência artificial para realizar tarefas, como analisar dados, reconhecer padrões, e tomar decisões. Elas podem ser usadas para automatizar tarefas, criar conteúdo, e otimizar operações.
Ferramentas de IA para redação
Copy.ai: Gera cópias de marketing e vendas
Rytr: Cria conteúdo de alta qualidade
Writesonic: Simplifica a criação, edição, e publicação de conteúdo
Jasper: Gera conteúdo original
Wordtune: Sugere melhorias para escrever conteúdo
Outras ferramentas de IA
Zotero Detecta automaticamente pesquisas utilizadas e gera uma bibliografia
ChatGPT Chatbot que usa algoritmos de processamento de linguagem natural
Fireflies.ai Transcreve, resume, e analisa reuniões
DataLab, Julius AI, e GitHub Copilot
LivePerson, Windows PowerShell, e ClickUp
Beautiful.AI, Picsart AI, Grammarly, e Midjourney
Flair.ai, Chat Fuel, Synthesia, e Voicely
As ferramentas de IA podem ser especializadas em um campo específico, como medicina, educação, ou jogos.
Ferramentas
de IA: Top 12 de 2025 [Guia do Comprador] – Guru19 de fev. de 2025 — O
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1 de set. de 2024 — As 20 melhores ferramentas de inteligência
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As 10 Melhores Ferramentas de IA em 2024 para Ajudar – MyStudyLife
16 de fev. de 2024 — 6. Zotero. Começando seu primeiro artigo de
pesquisa e precisa criar uma bibliografia perfeitamente formatada? E…
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A IA generativa é experimental.
A inteligência artificial generativa (IA generativa) é uma tecnologia que cria conteúdo original, como texto, imagens, vídeos, músicas e códigos de programação.
Como funciona
A IA generativa usa modelos de aprendizado de máquina, chamados de modelos de deep learning
Esses modelos simulam o processo de aprendizado e tomada de decisões
do cérebro humano A IA generativa pode aprender linguagem humana,
linguagens de programação, arte, química, biologia ou qualquer assunto
complexo A IA generativa pode ser adaptada para casos de uso
específicos com poucos dados de exemplo
Aplicações Chatbots, Criação de mídia, Desenvolvimento e design de produtos, Interações virtuais, Discursos.
Considerações
A IA generativa pode ser usada para criar novos tipos de proteínas que não são encontradas na natureza
É importante incluir um “toque humano” quando se estiver desenvolvendo ou usando uma IA generativa
A IA generativa pode ser usada para prevenir potenciais riscos e
garantir que a tecnologia criada não será utilizada de maneira
irresponsável ou antiética.
A inteligência artificial generativa (IA generativa) é uma tecnologia que cria conteúdo original, como texto, imagens, vídeos, músicas e códigos de programação.
Como funciona
A IA generativa usa modelos de aprendizado de máquina, chamados de modelos de deep learning
Esses modelos simulam o processo de aprendizado e tomada de decisões
do cérebro humano A IA generativa pode aprender linguagem humana,
linguagens de programação, arte, química, biologia ou qualquer assunto
complexo A IA generativa pode ser adaptada para casos de uso
específicos com poucos dados de exemplo
Aplicações Chatbots, Criação de mídia, Desenvolvimento e design de produtos, Interações virtuais, Discursos.
Considerações
A IA generativa pode ser usada para criar novos tipos de proteínas que não são encontradas na natureza
É importante incluir um “toque humano” quando se estiver desenvolvendo ou usando uma IA generativa
A IA generativa pode ser usada para prevenir potenciais riscos e
garantir que a tecnologia criada não será utilizada de maneira
irresponsável ou antiética
Descubra o Marketplace Valeon do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores
Moysés Peruhype Carlech – ChatGPT – Founder da Valeon
O Vale do Aço é uma região próspera e empreendedora, conhecida por
sua indústria siderúrgica e seu ambiente de negócios dinâmico. Agora
imagine ter um único local onde você pode encontrar todas as informações
e recursos necessários para ter sucesso nesse ambiente competitivo.
Bem-vindo ao Marketplace Valeon do Vale do Aço – um hub online que
engloba empresas, notícias, diversão e empreendedorismo, oferecendo uma
plataforma única para empresários e gerando leads valiosos.
Um ecossistema empresarial abrangente:
O Marketplace Valeon do Vale do Aço reúne empresas locais de diversos
setores em um só lugar. Com uma interface intuitiva, os usuários podem
facilmente encontrar e se conectar com fornecedores, parceiros
comerciais e clientes potenciais na região. A plataforma oferece uma
ampla gama de categorias de negócios, desde indústrias tradicionais até
empresas inovadoras, garantindo que todos os empreendedores encontrem as
oportunidades certas para expandir seus negócios.
Notícias e insights atualizados:
Além de ser um diretório empresarial, o Marketplace Valeon do Vale do
Aço também oferece um fluxo contínuo de notícias e insights relevantes
para os empresários da região. Através de parcerias com veículos de
comunicação locais e especialistas em negócios, a plataforma mantém os
usuários informados sobre as últimas tendências, oportunidades de
mercado, mudanças regulatórias e eventos relevantes. Essas informações
valiosas ajudam os empresários a tomar decisões informadas e a se
manterem à frente da concorrência.
Diversão e engajamento:
Sabemos que a vida empresarial não é só trabalho. O Marketplace
Valeon do Vale do Aço também oferece uma seção de entretenimento e
lazer, onde os usuários podem descobrir eventos locais, pontos
turísticos, restaurantes e muito mais. Essa abordagem holística permite
que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma
comunidade unida e fortalecendo os laços na região.
Foco no empreendedorismo:
O Marketplace Valeon do Vale do Aço é uma plataforma que nutre o
espírito empreendedor. Além de fornecer informações e recursos valiosos,
também oferece orientação e suporte para os empresários que desejam
iniciar seus próprios negócios. Com seções dedicadas a tutoriais,
estudos de caso inspiradores e conselhos de especialistas, o marketplace
incentiva e capacita os empreendedores a alcançarem seus objetivos.
Geração de leads para os empresários:
Uma das maiores vantagens do Marketplace Valeon do Vale do Aço é a
capacidade de gerar leads qualificados para os empresários. Com um
público-alvo altamente segmentado, a plataforma oferece a oportunidade
de se conectar diretamente com potenciais clientes interessados nos
produtos e serviços oferecidos pelas empresas cadastradas. Isso
significa que os empresários podem aumentar sua visibilidade, expandir
sua base de clientes e impulsionar suas vendas de forma eficiente.
Conclusão:
O Vale do Aço é uma região cheia de oportunidades e empreendedorismo,
e o Marketplace Valeon do Vale do Aço se torna um recurso indispensável
para os empresários locais. Ao oferecer um ecossistema empresarial
abrangente, notícias atualizadas, diversão, suporte ao empreendedorismo e
a geração de leads qualificados, o Marketplace Valeon se destaca como
uma ferramenta poderosa para impulsionar os negócios na região. Não
perca a chance de fazer parte dessa comunidade dinâmica e descubra o
poder do Marketplace Valeon do Vale do Aço para o seu sucesso
empresarial.
A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO
Moysés Peruhype Carlech
A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz
divulgação de todas as empresas da região do Vale do Aço, chama a
atenção para as seguintes questões:
• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou
pela primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.
• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas
para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.
• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.
• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.
• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se
expanda, seja através de mobilidade, geolocalização, comunicação,
vendas, etc.
• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:
a) Digitalização dos Lojistas;
b) Apoio aos lojistas;
c) Captura e gestão de dados;
d) Arquitetura de experiências;
e) Contribuição maior da área Mall e mídia;
f) Evolução do tenant mix;
g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;
h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;
i) Convergência do varejo físico e online;
j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;
k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;
l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;
m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.
Vantagens competitivas da Startup Valeon:
• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar
rapidamente reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a
Startup Valeon não foge disso, fazem dois anos que estamos batalhando
para conquistarmos esse mercado aqui do Vale do Aço.
• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos
contar com apoio dos parceiros já consolidados no mercado e que estejam
dispostos a investir na execução de nossas ideias e a escolha desses
parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui do Vale do
Aço para os nossos serviços.
• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois
são capazes de proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.
• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos diariamente à procura do inédito.
• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do
mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas
desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na
divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso
funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia,
inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande
empresa. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar
tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos
manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em
como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.
• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de
divulgação de suas empresas e bem como contribuindo com o seu
faturamento através da nossa grande audiência e de muitos acessos ao
site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter mais de 100.000 acessos.
Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:
• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;
• Atraímos visualmente mais clientes;
• Somos mais dinâmicos;
• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;
• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;
• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.
• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em
buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para
impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as
suas vendas.
Proposta:
Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas
Empresas na nossa máquina de vendas, continuando as atividades de
divulgação e propaganda com preços bem competitivos, bem menores do que
os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.
Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada
empresa contendo: fotos, endereços, produtos, promoções, endereços,
telefone, WhatsApp, etc.
O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja
também uma SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar
ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a
oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de
divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma
Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa
livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua
empresa seja oficializada.
A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando
para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as
melhores marcas do varejo e um mix de opções.
O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o
cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de
compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.
Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que
pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa
plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é
muito abaixo do valor praticado pelo mercado.
Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:
O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação
das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site
de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a
comunicação dos clientes com as lojas.
Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim
trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da
compra.
No país, as lojas online, que também contam com lojas
físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com
relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que
compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
O número de visitantes do Site da Valeon (https://valedoacoonline.com.br/) tem crescido exponencialmente, até o momento, temos mais de 222.000 visitantes e o site (https://valeonnoticias.com.br/) também nosso tem mais de 5.800.000 de visitantes.
O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de
comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e
ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros
marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e
promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como:
empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de
produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais
do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.
Nós
somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos
tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa história
ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.
Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.
Em um episódio que surpreendeu observadores internacionais, o
encontro entre o presidente americano Donald Trump e o presidente
ucraniano Volodymyr Zelensky no Salão Oval terminou em confronto aberto,
comprometendo um acordo estratégico sobre minerais que poderia
beneficiar ambos os países.
O que deveria ser uma reunião diplomática para finalizar um acordo
histórico transformou-se em uma troca acalorada de acusações. Trump,
visivelmente irritado, acusou Zelensky de “jogar com a Terceira Guerra
Mundial” e de desrespeitar os Estados Unidos, país que tem fornecido
bilhões em ajuda à Ucrânia desde o início do conflito com a Rússia.
A tensão escalou quando o vice-presidente JD Vance questionou se
Zelensky havia demonstrado gratidão suficiente pelo apoio americano. O
presidente ucraniano tentou defender sua posição, mas acabou deixando a
Casa Branca antes do previsto, sem assinar o acordo de minerais.
O acordo fracassado
O acordo proposto por Trump daria aos Estados Unidos acesso às vastas
reservas de minerais raros da Ucrânia, que representam aproximadamente
5% das matérias-primas críticas mundiais. Em troca, os americanos
forneceriam apoio contínuo e ajuda na reconstrução do país devastado
pela guerra.
Dias antes do encontro, Trump havia anunciado um rascunho de acordo
que, segundo ele, poderia valer cerca de um trilhão de dólares. A
proposta incluía a criação de um “fundo de investimento” para
reconstrução, administrado em conjunto pelos dois países, com a Ucrânia
contribuindo com 50% dos rendimentos futuros de seus recursos minerais,
petróleo e gás.
“A Ucrânia possui aproximadamente 19 milhões de toneladas de reservas
comprovadas de grafite, colocando o país entre os cinco maiores
fornecedores desse mineral essencial para a fabricação de baterias para
veículos elétricos”, explicam especialistas do setor.
Além disso, o país tem depósitos significativos de titânio, lítio e
metais de terras raras – elementos usados na produção de tecnologias
avançadas, desde smartphones até sistemas de armas e turbinas eólicas.
Benefícios mútuos e obstáculos
Para os Estados Unidos, o acesso aos minerais ucranianos representa
uma oportunidade de diversificar seu fornecimento de metais raros e
reduzir a dependência da China, que atualmente extrai cerca de 60% do
fornecimento mundial desses minerais e processa aproximadamente 90%.
Trump também vê o acordo como uma forma de recuperar parte dos
aproximadamente 180 bilhões de dólares em ajuda enviados à Ucrânia desde
o início da guerra.
Para a Ucrânia, o acordo poderia trazer benefícios significativos
para a reconstrução pós-guerra e crescimento econômico, potencialmente
atraindo mais investimentos estrangeiros.
Entretanto, existem obstáculos significativos. Boa parte dos recursos
minerais ucranianos está em territórios atualmente ocupados pela
Rússia. Ademais, cerca de 25% do território ucraniano está contaminado
com minas terrestres e outros explosivos, tornando a exploração mineral
extremamente perigosa sem um extenso trabalho prévio de desminagem.
O impasse sobre segurança
A principal razão para o fracasso nas negociações foi a falta de
garantias de segurança no documento proposto. Desde o início das
conversações, Zelensky tem insistido que qualquer acordo sobre minerais
deve incluir compromissos concretos dos Estados Unidos para proteger a
Ucrânia de futuros ataques russos.
“Para Zelensky, é muito importante colocar a Ucrânia no caminho para
ingressar na OTAN ou alguma estrutura de segurança similar. Mas Trump
tem resistido à ideia, preferindo que os países europeus assumam a maior
parte da responsabilidade pela segurança ucraniana”, explica um
analista internacional.
O presidente ucraniano, conhecendo a realidade no terreno – seu país
enfrenta não apenas a perda de território, mas também uma crise
humanitária – considera que um acordo sem garantias de segurança seria
insuficiente, independentemente dos benefícios econômicos potenciais.
Tensões históricas
A relação entre Trump e Zelensky tem um histórico complicado. Em
2019, uma conversa telefônica entre os dois líderes tornou-se o centro
do primeiro processo de impeachment contra Trump, quando o presidente
americano pediu que Zelensky investigasse Joe Biden e seu filho Hunter
na Ucrânia.
Segundo fontes próximas à situação, Trump passou a ver a Ucrânia como
parte de seus problemas políticos, associando o país ao seu processo de
impeachment.
Ao retornar à Casa Branca, Trump começou a fazer declarações cada vez
mais críticas sobre Zelensky, chamando-o de “ditador sem eleições” –
ignorando que a Ucrânia suspendeu eleições devido à lei marcial imposta
pela guerra.
A proposta russa
Enquanto as relações entre norte-americanos e ucranianos se
deterioravam, a Rússia aproveitou a oportunidade para apresentar sua
própria proposta. Segundo fontes americanas, a Rússia ofereceu à
administração Trump um acordo pelo qual os Estados Unidos obteriam
acesso a minerais de terras raras em partes da Ucrânia atualmente
controladas pelo exército russo.
Esta proposta foi apresentada por assessores de Putin durante um
encontro com funcionários americanos na Arábia Saudita. Putin, em uma
entrevista à televisão estatal russa, mostrou-se aberto a oferecer aos
Estados Unidos acesso a minerais raros tanto em território ocupado na
Ucrânia quanto na própria Rússia.
A alternativa europeia
Em resposta à crise nas negociações, a União Europeia ofereceu à
Ucrânia sua própria proposta. Stéphane Séjourné, comissário da UE,
apresentou uma oferta durante uma visita a Kiev: “Vinte e um dos trinta
materiais críticos de que a Europa precisa podem ser fornecidos pela
Ucrânia em uma parceria vantajosa para ambos.”
A proposta europeia surge em um momento estratégico, oferecendo à
Ucrânia uma alternativa ao acordo americano. A União Europeia é o maior
parceiro comercial do país e um forte defensor de sua eventual
integração ao bloco.
Paralelamente, Mark Rutte, Secretário-Geral da OTAN, anunciou que a
aliança investirá mais em defesa e está preparando “bilhões” em ajuda
para a Ucrânia. Vários países membros, incluindo Lituânia, Estônia e
Reino Unido, já anunciaram planos para aumentar seus gastos com defesa.
Além do apoio coletivo da OTAN, aliados individuais como Finlândia,
Polônia, Espanha e Japão comprometeram-se com novos pacotes de ajuda, o
que poderá compensar qualquer redução no apoio direto dos Estados
Unidos.
Em meio a este complexo cenário geopolítico, a Ucrânia enfrenta um
difícil dilema: priorizar acordos econômicos para reconstruir seu país
devastado pela guerra, ou insistir em garantias de segurança robustas,
mesmo que isso prolongue o conflito. O desfecho desta crise diplomática
poderá redefinir o futuro da Ucrânia e as relações de poder no leste
europeu.
História de ARTHUR GUIMARÃES DE OLIVEIRA – Folha de S. Paulo
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Desde o início deste mandato, o governo
do presidente Lula (PT) registrou decisões em linha com as suas posições
e obteve uma sucessão de vitórias no STF (Supremo Tribunal Federal) por
meio da AGU (Advocacia-Geral da União).
Das 111 ações constitucionais com origem no STF nas quais a AGU se
manifestou e que foram julgadas pela corte em 2023 e 2024, 99 tiveram
resultados aderentes ao posicionamento da instituição, o que corresponde
a 89% do total.
Nesse tipo de ação, em tese não se discute um interesse individual
como em um processo judicial comum. O Supremo verifica se o objeto em
debate é constitucional ou não em abstrato, ou seja, independentemente
do caso concreto.
Sob outra ótica, a taxa de sucesso judicial da AGU nos processos em
que ela atuou efetivamente como parte defendendo os interesses da União
alcançou 74% em um universo de 5.888 decisões no acumulado do período.
Em 2024, a razão foi de 76%. No ano anterior, de 72%.
À Folha o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que o
resultado da atuação no Supremo ao longo de 2024 demonstra o trabalho do
órgão na defesa do patrimônio da União e do Estado democrático de
Direito.
“Estamos no caminho certo e nos preparamos para obtenção de
resultados ainda melhores em 2025”, disse Messias, que tem entre as
atribuições a representação da União no STF e o assessoramento direto e
pessoal do presidente da República.
Questionada, a AGU não enviou dados relativos ao período de Jair Bolsonaro (2019-2022).
LULA X BOLSONARO
A opinião de especialistas ouvidos pela Folha é a de que, para além
dos números registrados em cada período, vitórias da gestão petista
contrastam com o padrão observado sob governo de Bolsonaro.
O governo Lula contabiliza êxitos em processos relacionados à
restrição de acesso a armas de fogo, à PEC dos Precatórios, à
desoneração da folha de pagamento e à abertura de crédito extraordinário
para combate a queimadas.
O ex-presidente Bolsonaro, por outro lado, enfrentou derrotas quando
estava no poder, na disputa com os estados em torno do isolamento
social, na tentativa de flexibilização do acesso a armas de fogo e até
na nomeação de Alexandre Ramagem para a Polícia Federal.
Antes de Jorge Messias, que está no cargo de advogado-geral da União
desde o início do governo Lula, em 2023, ocuparam o posto, sob
Bolsonaro, Bruno Bianco, José Levi e André Mendonça, este hoje ministro
do STF.
Gabriela Zancaner, professora de direito constitucional da PUC-SP,
considera que a diferença entre os governos Lula e Bolsonaro não deriva
tanto da atuação da AGU, mas da composição da corte e, principalmente,
da própria falta de compatibilidade das políticas evocadas pelo
ex-presidente com as leis do país.
Zancaner vê um tribunal, composto inclusive por uma maioria de
ministros indicados nas gestões petistas, mais alinhado a Lula que a
Bolsonaro.
Mas, segundo ela, “não é uma questão de eu chuto, e você marca o
gol”, e sim uma “questão de competência do Supremo e do caminho que esse
governo tem seguido”.
“Estávamos um pouco fora da normalidade, com determinadas atitudes do
governo passado, próprias e até pessoais do ex-presidente, que foram
autoritárias e contrárias ao texto constitucional,” afirma a professora.
“Lula, parafraseando Bolsonaro, age muito mais dentro das quatro linhas
da Constituição”.
O professor de direito constitucional do IDP André Rufino,
coordenador grupo Observatório Constitucional, vinculado à mesma
instituição, afirma que, pelo menos nos últimos dois anos, o Supremo e
os órgãos que atuam perante a corte trabalham em um ambiente de “maior
tranquilidade institucional”.
O diálogo era um dos problemas do governo Bolsonaro, de acordo com o
pesquisador, e o foi em especial de 2020 a 2022, durante a pandemia e
antes das eleições presidenciais. “Quando não há essa conversa, isso
traz resultados negativos aos processos, aos julgamentos, a tudo. É um
efeito em cadeia.”
Segundo Rufino, a própria atuação da AGU no governo anterior se dava
mais pela via do processo, em uma lógica mais combativa de ganha-perde,
enquanto a gestão atual, afora o engajamento para o retorno da
normalidade democrática, tem visado a uma construção dialógica de
soluções pela via da conciliação.
Por exemplo, o STF assumiu em outubro do ano passado a repactuação do
acordo de Mariana (MG). Um mês depois, o plenário da corte homologou um
acordo de R$ 170 bilhões envolvendo União, os estados de Minas Gerais e
Espírito Santo, Ministério Público, Defensoria Pública e as empresas
Samarco, Vale e BHP.
ENTENDA O FUNCIONAMENTO DO STF
Por sua vez, Álvaro Palma de Jorge, professor de direito
constitucional da FGV Direito Rio, diz não ver um Supremo mais inclinado
ao governo Lula, ao governo Bolsonaro ou a outro. Aponta também a
dificuldade de se separar as vitórias de cada gestão por as questões
serem muitas vezes circunstanciais.
“Depende do que chega ao Supremo, em que momento chega, quem é que
propôs ( ) O tribunal faz o papel institucional com o que se apresenta,
decide, às vezes de modo favorável, às vezes contrário”, afirma ele.
“Haverá decisões que podem corresponder a um eventual interesse do
governo e outras que não.”
Ele diz que Bolsonaro pode ter tido mais ações contestadas por
desrespeitar a Constituição e adotar medidas erradas na pandemia. No
entanto, ressalta que Lula não enfrentou uma crise como aquela nem
outras situações semelhantes, por isso não seria possível prever o que
ele faria nessas circunstâncias.
“A percepção”, afirma Palma de Jorge, “de que o Supremo tomou mais
decisões [contrárias] ao governo Bolsonaro tem muito mais a ver com o
governo Bolsonaro do que propriamente com o Supremo, tem muito mais a
ver com o quanto o governo agiu em questões que são constitucionalmente
sensíveis ou não”.
A avidez com que o governo busca soluções de efeito imediato para a
abalada popularidade do presidente Lula da Silva desafia os limites do
bom senso. Entre as medidas de ampliação da oferta de crédito preparadas
pelo Planalto está o aumento do limite prudencial de empréstimos
bancários a municípios, assim como a ampliação do teto que os bancos de
desenvolvimento têm de respeitar na emissão de Letras de Crédito de
Desenvolvimento (LCD). Trata-se de medidas bastante temerárias.
Segundo reportagem recente do Estadão, as articulações estão
centralizadas na Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), que
tem instituições públicas como a Caixa, o Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco de Desenvolvimento
de Minas Gerais (BDMG) como associados. A demanda para elevar a oferta
de financiamento a municípios é antiga e, sob o ponto de vista político,
vem a calhar para o governo federal cativar prefeitos, ainda mais
levando em conta a perda de espaço do Executivo na distribuição de
recursos para os parlamentares e suas inúmeras emendas.
Em operações de crédito para entes públicos, os bancos podem aportar,
no máximo, 45% de seu patrimônio de referência, como é chamado o
capital de que a instituição dispõe para cobrir eventuais riscos. É uma
regra de prudência bancária estabelecida pelo Conselho Monetário
Nacional – formado pelo Banco Central e Ministérios da Fazenda e do
Planejamento – com o objetivo de garantir a solvência da instituição e a
estabilidade do sistema financeiro como um todo. A proposta em análise é
dobrar esse limite para até 90%.
Comprometer quase todo o patrimônio de referência com qualquer tipo
de operação, em qualquer segmento, é um excesso de risco que bancos
privados, por exemplo, jamais assumiriam. Já bancos públicos, como a
Caixa, e bancos de desenvolvimento, como o BNDES e bancos regionais,
ficam mais suscetíveis a decisões do governo. E é aí que mora o perigo.
Até porque as operações menos arriscadas são as que têm garantia da
União. Ou seja, em caso de inadimplência, o erário assume o débito, o
que significa dizer que, de uma forma ou de outra, a conta acaba
chegando ao contribuinte.
Defensores da proposta alegam que o risco de inadimplência é baixo,
mas um fato que não pode ser ignorado é que metade dos mais de 5 mil
municípios brasileiros estava no vermelho em 2023, com déficit total em
torno de R$ 18 bilhões, de acordo com levantamento da Confederação
Nacional dos Municípios. Equacionar dívidas é mais urgente do que elevar
crédito, mas, ao que parece, a aposta central do governo para
solucionar todo e qualquer problema é injetar recursos na economia, o
que, nesse caso específico, tende a impactar bancos públicos.
A avidez com que o governo busca soluções de efeito imediato para a
abalada popularidade do presidente Lula da Silva desafia os limites do
bom senso. Entre as medidas de ampliação da oferta de crédito preparadas
pelo Planalto está o aumento do limite prudencial de empréstimos
bancários a municípios, assim como a ampliação do teto que os bancos de
desenvolvimento têm de respeitar na emissão de Letras de Crédito de
Desenvolvimento (LCD). Trata-se de medidas bastante temerárias.
Segundo reportagem recente do Estadão, as articulações estão
centralizadas na Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), que
tem instituições públicas como a Caixa, o Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco de Desenvolvimento
de Minas Gerais (BDMG) como associados. A demanda para elevar a oferta
de financiamento a municípios é antiga e, sob o ponto de vista político,
vem a calhar para o governo federal cativar prefeitos, ainda mais
levando em conta a perda de espaço do Executivo na distribuição de
recursos para os parlamentares e suas inúmeras emendas.
Em operações de crédito para entes públicos, os bancos podem aportar,
no máximo, 45% de seu patrimônio de referência, como é chamado o
capital de que a instituição dispõe para cobrir eventuais riscos. É uma
regra de prudência bancária estabelecida pelo Conselho Monetário
Nacional – formado pelo Banco Central e Ministérios da Fazenda e do
Planejamento – com o objetivo de garantir a solvência da instituição e a
estabilidade do sistema financeiro como um todo. A proposta em análise é
dobrar esse limite para até 90%.
Comprometer quase todo o patrimônio de referência com qualquer tipo
de operação, em qualquer segmento, é um excesso de risco que bancos
privados, por exemplo, jamais assumiriam. Já bancos públicos, como a
Caixa, e bancos de desenvolvimento, como o BNDES e bancos regionais,
ficam mais suscetíveis a decisões do governo. E é aí que mora o perigo.
Até porque as operações menos arriscadas são as que têm garantia da
União. Ou seja, em caso de inadimplência, o erário assume o débito, o
que significa dizer que, de uma forma ou de outra, a conta acaba
chegando ao contribuinte.
Defensores da proposta alegam que o risco de inadimplência é baixo,
mas um fato que não pode ser ignorado é que metade dos mais de 5 mil
municípios brasileiros estava no vermelho em 2023, com déficit total em
torno de R$ 18 bilhões, de acordo com levantamento da Confederação
Nacional dos Municípios. Equacionar dívidas é mais urgente do que elevar
crédito, mas, ao que parece, a aposta central do governo para
solucionar todo e qualquer problema é injetar recursos na economia, o
que, nesse caso específico, tende a impactar bancos públicos.
A China suspendeu temporariamente a importação de carne bovina de
três empresas brasileiras. A informação foi confirmada pela Associação
Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A medida, que
passa a valer nesta segunda-feira, 3, abrange uma unidade da JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo).
Procurada, a JBS afirmou que, por ser um tema setorial, o assunto
está sendo tratado pela Abiec. Em nota, a associação informou que a
Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) realizou auditorias
remotas em três estabelecimentos exportadores de carne bovina do Brasil,
dois da Argentina, um do Uruguai e um da Mongólia, este último
referente às carnes bovina e ovina.
“Em todos os casos, foram identificadas não conformidades em relação
aos requisitos chineses para o registro de estabelecimentos
estrangeiros”, diz a entidade.
Suspensão atingiu três unidades, e as demais seguem operando normalmente, diz entidade Foto: Clayton de Souza/Estadão
Com isso, o GACC determinou a suspensão temporária das importações
destes estabelecimentos a partir de 3 de março de 2025. As empresas
envolvidas já foram notificadas e estão adotando medidas corretivas para
atender às exigências das autoridades chinesas, segundo a Abiec.
No pronunciamento, a associação destaca que os demais
estabelecimentos habilitados seguem operando normalmente, assegurando o
fluxo das exportações de carne bovina brasileira ao mercado chinês.
A Abiec afirma ainda que, em parceria com o Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), segue em diálogo com as
autoridades competentes “para garantir a rápida resolução da questão”. A
entidade encerra a nota dizendo que “o Brasil reafirma sua confiança na
robustez do controle sanitário nacional, conduzido pelo Mapa, e segue
trabalhando ativamente para solucionar os questionamentos apresentados
com celeridade, garantindo a segurança e qualidade da carne bovina
exportada”.
A obesidade e o sobrepeso acometem a saúde de mais de 2 bilhões de
pessoas em todo o planeta. 4 de março é o Dia Mundial da Obesidade, data
em que organizações e agentes focados em preveni-la e tratá-la, assim
como combater seu estigma social, podem debater e compartilhar
conhecimentos, buscando atuar de forma articulada e em sinergia nestas
agendas.
Missão do Dia Mundial da Obesidade:
Aumentar a consciência: a obesidade é uma doença. Estamos aumentando a
conscientização e melhorando a compreensão de suas causas raízes e das
ações necessárias para resolvê-las.
Encorajar a defesa dos direitos: mudando a forma como a obesidade é
abordada na sociedade, estamos incentivando as pessoas a se tornarem
defensoras, levantando-se e pedindo mudanças.
Melhorar as políticas: criando um ambiente saudável que prioriza a
obesidade como um problema de saúde, estamos trabalhando para mudar
políticas e construir sistemas de apoio para o futuro.
Compartilhar experiências: juntos e mais fortes, estamos criando
plataformas para compartilhar experiências, inspirando e unindo a
comunidade global para trabalhar em prol de nosso objetivo comum.
Fatos sobre a obesidade:
– 800 milhões de pessoas em todo o mundo vivem com obesidade; – as consequências médicas da obesidade custarão mais de US$ 1 trilhão em 2025; – pessoas que vivem com obesidade têm duas vezes mais chances de serem hospitalizadas se forem acometidas pela COVID-19; – prevê-se que a obesidade infantil aumente 60% na próxima década, chegando a 250 milhões até 2030.
Pela definição da Organização Mundial da Saúde, obesidade é o excesso
de gordura corporal, em quantidade que determine prejuízos à saúde. Uma
pessoa é considerada obesa quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) é
maior ou igual a 30 kg/m2 e a faixa de peso normal varia entre 18,5 e
24,9 kg/m2. Os indivíduos que possuem IMC entre 25 e 29,9 kg/m2 são
diagnosticados com sobrepeso e já podem ter alguns prejuízos com o
excesso de gordura.
A obesidade é um dos principais fatores de risco para várias doenças
não transmissíveis (DNTs), como diabetes tipo 2, doenças
cardiovasculares, hipertensão, acidente vascular cerebral e várias
formas de câncer.
O tratamento inclui alimentação saudável com diminuição da ingestão
de calorias e aumento da atividade física, podendo-se associar o uso de
medicamentos. Em casos mais graves e refratários, pode ser indicado o
tratamento cirúrgico.
Números da obesidade no Brasil:
Há 17 anos quatro em cada dez brasileiros apresentavam excesso de peso. De acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de
2019, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, atualmente seis em cada
dez brasileiros, tem obesidade ou sobrepeso, ou seja, cerca de 96
milhões de pessoas.
Se for analisada exclusivamente a porcentagem de adultos com
obesidade, percebe-se que ela mais do que dobrou nesse mesmo período,
indo de 12,2% para 26,8%. Não resta dúvida: torna-se urgente fazer algo.
Entre os adolescentes, 19,4% estão com excesso de peso, o que
representa, aproximadamente, 1,8 milhão de indivíduos. E, entre eles,
6,7% já têm obesidade. O problema é mais prevalente nas meninas (8%) em
comparação com os meninos (5,4%).
A PNS indica, ainda,: que na faixa etária dos 18 aos 24 anos, 33,7%
de pessoas estão pesando além da conta. Na faixa entre 40 e 59 anos, a
prevalência sobre para 70,3% dos indivíduos dessa idade estão com
excesso de peso, isto é, a esmagadora maioria.
Na média geral, segundo a PNS 2019, 29,5% das mulheres têm obesidade —
praticamente uma em cada três — contra 21,8 dos homens. O sobrepeso,
por sua vez, foi encontrado em 62,6% delas e em 57,5% deles.
Neste 04/3/2021, no Brasil, o Painel Brasileiro da Obesidade organiza um webinar, em
que organizações que atuam diretamente nestas agendas apresentarão
diferentes perspectivas sobre o panorama da obesidade no Brasil e no
mundo, a sindemia global e seus aspectos territoriais.
Saiba como a berinjela pode ajudar a melhorar sua saúde digestiva: Veja
Este vegetal é uma excelente fonte de antioxidantes, que ajudam a
combater os radicais livres no organismo, contribuindo para a
prevenção de diversas doenças. A berinjela é um vegetal amplamente
apreciado por suas propriedades nutricionais e versatilidade culinária.
Rica em fibras, vitaminas e minerais, ela se destaca como um alimento
benéfico para a saúde.
A berinjela oferece uma série de benefícios à saúde, que vão
além de sua contribuição para a perda de peso. Entre os principais
benefícios, destaca-se a capacidade de melhorar a saúde
cardiovascular. O consumo regular de berinjela pode ajudar a reduzir os
níveis de colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL),
graças à presença de compostos como a nasunina, um tipo de
antioxidante.
A alta quantidade de fibras na berinjela auxilia no bom funcionamento
do sistema digestivo, prevenindo problemas como a constipação. Além
disso, a fibra dietética também é importante para o controle dos
níveis de açúcar no sangue, tornando a berinjela uma boa opção para
pessoas com diabetes. Por fim, a berinjela é rica em vitaminas do
complexo B, como B1, B3 e B6, que são essenciais para o metabolismo
energético e para a saúde do sistema nervoso. Minerais como potássio,
magnésio e manganês também estão presentes, contribuindo para a
saúde óssea e muscular.
A berinjela é um alimento versátil e nutritivo que pode ser
facilmente incorporado em uma dieta equilibrada. Seus benefícios para a
saúde, aliados à sua capacidade de se adaptar a diversas receitas,
fazem dela uma excelente escolha para quem busca uma alimentação
saudável. Experimente novas formas de preparar a berinjela e aproveite
todos os seus benefícios.
Você sabia que erva de tereré pode ser usado como adubo?
A erva de tereré pode ser usada como adubo, mas é importante compostá-la antes.
Como fazer o adubo
. Junte toda a erva usada em um vaso . Misture com terra de jardim até ficar escura . Acrescente o adubo nas suas plantinhas . Vantagens do adubo É uma forma de descarte sustentável, Ajuda o planeta, . Enriquecendo a terra, Melhora os frutos.
Cuidados É comum crescerem mofos sobre a superfície da erva, o que pode ser prejudicial às plantas Um
estudo realizado na UFFS – Campus Cerro Largo concluiu que o descarte
da erva-mate em hortas pode afetar o crescimento das plantas.
Você sabia que a pimenta do reino ajuda a estimula a libido?
A pimenta-do-reino é encontrada na forma de grãos ou em pó,
podendo ser usada para temperar carnes, massas, sopas e saladas. Além
disso, essa especiaria também pode ser usada para fins medicinais no
preparo de chás e na forma de óleos essenciais.
É uma especiaria rica em compostos bioativos antioxidantes e
termogênicos, que evitam doenças cardíacas e aceleram o metabolismo,
favorecendo a queima de gordura corporal e o emagrecimento.
Os flavonoides, a piperina e as cumarinas presentes na
pimenta-do-reino, estimulam a secreção de enzimas digestivas pelo
pâncreas, fígado e estômago, melhorando a digestão.
A pimenta-do-reino melhora a circulação sanguínea e aumenta a
temperatura corporal, estimulando a libido. Além disso, a capsaicina
presente nesse fruto também atua no sistema nervoso central,
estimulando a liberação de endorfina, um hormônio que estimula o
prazer.
A pimenta-do-reino contém capsaicina, limoneno, cariofileno e
linalol, que são compostos bioativos com ação analgésica e
anti-inflamatória, ajudando a aliviar dores de cabeça, dor muscular,
fibromialgia, torcicolo e reumatismo, por exemplo.
O texto foi traduzido para 60 idiomas. Neste sentido, o significado de algumas expressões pode ser diferente em cada país.
O mundo mudou, mas a estrutura da educação permanece ancorada em um
modelo que não responde às necessidades sociais. Hoje, já não podemos
encarar as escolas apenas como instituições de ensino; elas se tornaram
verdadeiros centros de acolhimento. Da mesma forma, os professores
deixaram de ser meros transmissores de conhecimento para se tornarem
tutores, figuras essenciais na formação integral dos alunos. Enquanto a
tecnologia transforma o acesso ao conhecimento, entregando uma
informação instantânea, há uma necessidade de filtrar e personalizar
tudo isso, para formar indivíduos capazes de pensar e agir com
autonomia.
Não há mais espaço para a ilusão de que podemos competir com a
tecnologia. O verdadeiro papel do professor vai além: ser a ponte entre o
virtual e a vida real, ajudar os alunos a interpretar a avalanche de
dados que recebem, ensiná-los a discernir entre o que é relevante e o
que é descartável. Mais do que nunca, ele é insubstituível — não pela
capacidade de ensinar fórmulas, mas pela habilidade de formar cidadãos
críticos e preparados para um mundo imprevisível.
Contudo, a sociedade, por inércia do poder público, tem delegado ao
professor uma responsabilidade colossal. Ele precisa amparar
emocionalmente os alunos, suprir carências deixadas pela família,
garantir disciplina, lidar com questões psicológicas e acompanhar
crianças com necessidades especiais — tudo isso sem o suporte adequado. A
escola se tornou um refúgio, mas quem cuida do professor? Quem garante
que ele tenha estrutura emocional e profissional para suportar o peso
dessa nova função?
Enquanto a inteligência artificial avança sobre diversas profissões,
substituindo diagnósticos e decisões, o professor continua sendo a peça
central na formação da sociedade. Nenhum algoritmo pode substituir sua
empatia, seu olhar atento ou sua capacidade de inspirar. No entanto, sem
reconhecimento, sem apoio e sem uma reformulação do sistema
educacional, corremos o risco de perder não apenas a qualidade do
ensino, mas o próprio sentido da educação.
A mudança que buscamos não virá de reformas superficiais, mas da
valorização real do professor. Ele não é apenas um educador — é o mentor
de uma geração que precisará mais do que conhecimento técnico para
enfrentar o futuro. Se queremos um mundo equilibrado, inovador e
humanizado, precisamos entender que a base dessa transformação está,
acima de tudo, na força daqueles que ensinam.
Autor: Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria
Você está numa praia maravilhosa. O som das ondas, o sol batendo no
rosto, um drink gelado ao lado. Tudo perfeito. Até que o notebook apita.
Você confere e lá está: um e-mail urgente. O que fazer? Deixar para
depois ou responder ali mesmo, entre um gole e outro? Bem-vindo ao
conceito de workcation.
A palavra vem da junção de “work” (trabalho) e “vacation” (férias).
Ou seja, uma viagem onde se mistura descanso e produtividade. Não é
exatamente um home office, mas também não é um período de folga total.
A popularidade do conceito cresceu com o avanço do trabalho remoto.
Empresas perceberam que muitas funções podem ser desempenhadas em
qualquer lugar do mundo. Funcionários passaram a testar novos formatos.
E, assim, nasceu essa tendência.
Aqui no Brasil, a aceitação do workcation ainda é tímida. Isso porque
a cultura do trabalho tradicional ainda prevalece. Muitos gestores têm
dificuldade em aceitar que um funcionário pode estar num resort e, ao
mesmo tempo, ser produtivo. Afinal, se não está no escritório, será que
realmente está trabalhando?
Mesmo assim, há sinais de mudança. Profissionais autônomos e startups
lideram esse movimento. Cidades turísticas já perceberam a oportunidade
e estão investindo em infraestrutura para atrair nômades digitais.
Florianópolis, por exemplo, virou um hub para esse novo estilo de vida.
Cada vez mais empresas estão adotando o modelo de workcation,
permitindo que seus funcionários trabalhem de qualquer lugar do mundo. O
Airbnb, por exemplo, incentiva essa flexibilidade, enquanto o Dropbox
implementou o conceito de “Virtual First”, eliminando a necessidade de
um escritório fixo. No Spotify, o programa “Work from Anywhere” garante
total liberdade geográfica para os colaboradores. No Brasil, empresas
como a Resultados Digitais também investem nesse modelo, apostando na
flexibilidade como forma de melhorar a qualidade de vida dos
funcionários.
Prós e contras
Os benefícios são claros. Trabalhar em um local agradável, muitas
vezes cercado pela natureza, pode reduzir o estresse e melhorar a
qualidade de vida. A mudança de ambiente também pode estimular a
criatividade, proporcionando novas perspectivas e ideias que
dificilmente surgiriam em um escritório tradicional. Além disso, a
autonomia para definir a própria rotina contribui para uma produtividade
mais saudável, sem a pressão de horários rígidos.
No entanto, nem tudo são vantagens. Um dos principais desafios do
workcation é a dificuldade em estabelecer limites entre trabalho e
lazer. Afinal, como garantir que um momento de descanso não seja
interrompido por e-mails ou reuniões inesperadas? Além disso, a
infraestrutura nem sempre acompanha a necessidade do profissional – nem
todos os destinos contam com internet estável ou um espaço confortável
para longas jornadas de trabalho.
Outro obstáculo é o preconceito ainda presente no mercado, que muitas
vezes associa produtividade à presença física no escritório. E,
paradoxalmente, a flexibilidade pode levar ao excesso de trabalho, já
que, sem uma divisão clara entre vida profissional e pessoal, há o risco
de estar sempre disponível e, consequentemente, sobrecarregado.
O workcation não é para todo mundo, mas pode ser uma alternativa
interessante para aqueles que buscam mais liberdade e bem-estar sem
abrir mão da performance.
A tendência está crescendo, mas ainda precisa de ajustes. As empresas
precisam aprender a confiar mais nos funcionários. Os profissionais,
por sua vez, devem saber equilibrar as demandas de trabalho e descanso.
Se bem aplicado, o workcation pode ser um grande avanço na forma como
enxergamos o trabalho. Se mal gerenciado, pode ser só um disfarce para a
cultura da hiperprodutividade.
E você? Acha que conseguiria trabalhar com os pés na areia ou prefere a disciplina do escritório?
Virgilio Marques dos Santos é um dos fundadores da FM2S, gestor de
carreiras, PhD, doutor, mestre e graduado em Engenharia Mecânica pela
Unicamp e Master Black Belt pela mesma Universidade. Autor do livro
“Partiu Carreira”, TEDx Speaker, foi professor dos cursos de Black Belt,
Green Belt e especialização em Gestão e Estratégia de Empresas da
Unicamp, assim como de outras universidades e cursos de pós-graduação.
Atuou como gerente de processos e melhoria em empresa de bebidas e foi
um dos idealizadores do Desafio Unicamp de Inovação Tecnológica.
A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO
Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon
A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz divulgação de todas
as empresas da região do Vale do Aço, chama a atenção para as seguintes questões:
• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou pela
primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.
• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas
para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.
• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.
• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.
• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se expanda, seja através
de mobilidade, geolocalização, comunicação, vendas, etc.
• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:
a) Digitalização dos Lojistas;
b) Apoio aos lojistas;
c) Captura e gestão de dados;
d) Arquitetura de experiências;
e) Contribuição maior da área Mall e mídia;
f) Evolução do tenant mix;
g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;
h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;
i) Convergência do varejo físico e online;
j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;
k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;
l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;
m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.
Vantagens competitivas da Startup Valeon:
• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar rapidamente
reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a Startup Valeon não foge disso,
fazem dois anos que estamos batalhando para conquistarmos esse mercado aqui do
Vale do Aço.
• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos contar com apoio de
parceiros já consolidados no mercado e que estejam dispostos a investir na execução de
nossas ideias e a escolha desses parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui
do Vale do Aço para os nossos serviços.
• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois são capazes de
proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.
• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos
diariamente à procura do inédito.
• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do mercado e na falta de
um Marketplace para resolver alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser
mais um complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso
funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia, inovação com
soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande empresa. Temos a missão de
surpreender constantemente, antecipar tendências, inovar. Precisamos estar em constante
evolução para nos manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em
como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.
• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de divulgação de suas
empresas e bem como contribuindo com o seu faturamento através da nossa grande
audiência e de muitos acessos ao site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter
mais de 100.000 acessos.
Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:
• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas
de marketing;
• Atraímos visualmente mais clientes;
• Somos mais dinâmicos;
• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;
• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;
• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.
• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em buscadores, redes
sociais e em várias publicidades online para impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso
site e aumentar as suas vendas.
Proposta:
Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas Empresas na nossa
máquina de vendas, continuando as atividades de divulgação e propaganda com preços bem
competitivos, bem menores do que os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.
Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada empresa contendo: fotos,
endereços, produtos, promoções, endereços, telefone, WhatsApp, etc.
O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja também uma
SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.
Não tardou para mais um episódio de violência constranger as forças
de segurança de São Paulo. Após uma série de vídeos mostrando abusos
cometidos por maus policiais, vieram a público agora imagens de um
agente da Polícia Militar (PM) desferindo um tapa no rosto de um homem
rendido e ameaçando-o de morte.
A abordagem ocorreu na Vila Ema, na zona leste da capital paulista,
no dia 21 de fevereiro. Na ocasião, um PM maltrata vários jovens
enfileirados em um muro. A um deles o policial diz que já o conhece,
afirma que o homem “sabe muito bem como o bagulho funciona” e pergunta
se ele “quer tomar na cara”.
Em seguida, após aparentemente receber alguma informação de um
colega, o agente acerta, com a mão aberta, o rosto do rapaz. Em meio a
xingamentos, o PM pede um revólver a um colega, engatilha a arma e a
aponta para a cabeça do abordado, dizendo que o tiro “tem que ser na
cara para estragar o velório”.
As circunstâncias dessa abordagem ainda não foram esclarecidas e não
se sabe se os jovens são inocentes ou se estão envolvidos em alguma
atividade ilegal. No entanto, o que se sabe é que a conduta do policial
representa uma violação de direitos humanos em estado bruto.
Nenhum PM recebeu salvo-conduto para extrapolar o exercício dos
poderes que lhes foram conferidos pelo Estado. Pelo contrário: a eles se
impõe o mandamento máximo do estrito cumprimento de suas funções dentro
da legalidade e dos preceitos constitucionais, que não autorizam
ninguém a cometer agressões injustificadas ou fazer ameaças.
Na PM do maior Estado do País, existem protocolos que devem ser
seguidos à risca por seus integrantes. Não consta que barbarizar quem
quer que seja esteja entre os seus ensinamentos. Ademais, no Estado
Democrático de Direito, a função de julgar e punir, com o respeito ao
devido processo legal e à ampla defesa, não foi outorgada a PMs. E não
há previsão de castigo físico a quem supostamente infringe a lei nem há
pena de morte no País.
Infelizmente, a truculência de alguns policiais tem envergonhado
muito a PM paulista, que, vale lembrar, é certamente composta em sua
maioria por bons agentes. Recentemente, vídeos flagraram policiais
agredindo uma senhora durante uma abordagem, um motociclista sendo
arremessado de cima de uma ponte e o assassinato de um estudante de
Medicina com um tiro no abdome após dar um simples tapa no retrovisor de
uma viatura.
No caso da Vila Ema, a Secretaria da Segurança Pública disse o óbvio:
que a abordagem não condiz com os protocolos da PM. Ademais, informou
que dois agentes foram afastados das ruas e que um inquérito foi
instaurado. Mas a gestão estadual precisa ir além.
Esses casos reforçam a necessidade de uma intervenção rápida das
autoridades, sem margem para discursos dúbios ou lenientes com a
violência, uma atitude firme do comando da PM, para enquadrar a tropa, e
a aplicação de punição exemplar por parte dos órgãos de correição, para
cessar a reincidência. Do contrário, os paulistas ficarão à espera dos
próximos vídeos com novas práticas abusivas daqueles que desonram a
polícia.