Quais são as empresas brasileiras mais afetadas pela sobretaxa ao aço
A sobretaxa anunciada por Donald Trump para o aço importado pelos
Estados Unidos deve atingir três siderúrgicas instaladas no Brasil:
ArcelorMittal, Ternium e CSN. De acordo com relatos feitos à CNN por
executivos da indústria, essas companhias lideram as exportações de
semiacabados de aço (principalmente laminados planos) para o mercado
americano, que totalizaram US$ 2,8 bilhões em 2024. No caso da
ArcelorMittal e da Ternium, as principais exportações de semiacabados
para os Estados Unidos têm sua produção localizada em Pecém (CE) e no
Rio de Janeiro (a antiga Companhia Siderúrgica do Atlântico). Trata-se,
segundo fontes, de vendas que abastecem as próprias siderúrgicas
americanas em produtos finais. Na avaliação de fontes do setor, o Brasil
tem um ponto que pode ser colocado em futuras negociações com o governo
Trump: para fabricar esse aço, compra cerca de US$ 1 bilhão por ano em
carvão proveniente dos Estados Unidos. Ou seja: menos produtos
siderúrgicos fabricados no Brasil significam também menos importações de
carvão americano. Em 2019, ainda no governo do ex-presidente Jair
Bolsonaro (PL), Trump usou a Seção 232 — uma medida alegadamente de
segurança nacional — para aplicar sobretaxa de 25% ao aço e de 10% ao
alumínio importados. Três países, na ocasião, conseguiram negociar um
acordo com o governo americano: Brasil, Argentina e Coreia do Sul. Todos
aceitaram cotas máximas de importação que, se não fossem excedidas,
ficavam isentas da sobretaxa. Agora, o governo brasileiro acredita na
possibilidade de abrir negociações e pretende adotar um tom de cautela
na reação a Trump. A maior dificuldade, no entanto, é a ausência de
canais estabelecidos entre auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva (PT) e a cúpula do novo governo em Washington. Nenhum contato de
alto nível foi feito, até agora, com o USTR (a representação comercial
da Casa Branca) ou com o Departamento de Comércio. Nem com o
Departamento de Estado ou com o Conselho de Segurança Nacional.
Nos últimos dias, a Lei da Ficha Limpa voltou ao centro dos debates
por conta de um projeto de lei, de autoria do deputado federal Bibo
Nunes (PL-RS). A proposta pretende reduzir o período de inelegibilidade
de políticos condenados, de oito para dois anos. Aprovada em 2010, a Lei
da Ficha Limpa alterou a legislação de inelegibilidade, criada em 1990,
estabelecendo regras mais rígidas para impedir que políticos condenados
por crimes, como corrupção e abuso de poder, disputem as eleições.
Atualmente, a lei prevê que políticos condenados fiquem inelegíveis por
oito anos. Caso aprovado, o projeto de Bibo Nunes modificaria a Lei das
Inelegibilidades, reduzindo, de oito para dois anos, o período de
inelegibilidade para políticos condenados, o que impactaria na Lei da
Ficha Limpa. A mudança reduziria o prazo de inelegibilidade para
condenações por abuso de poder político ou econômico, e uso indevido dos
meios de comunicação — crimes pelos quais o ex-presidente Jair
Bolsonaro (PL) foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em
junho de 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou Bolsonaro
inelegível por oito anos, entendendo que ele cometeu abuso de poder e
uso indevido dos meios de comunicação, ao reunir embaixadores, em julho
de 2022, para atacar, sem provas, o sistema eleitoral. Posteriormente,
Bolsonaro foi condenado novamente à inelegibilidade pelo TSE, desta vez
por abuso de poder político e econômico durante as cerimônias do
Bicentenário da Independência, em 7 de setembro de 2022, durante a
campanha eleitoral. Parlamentares aliados a Bolsonaro enxergam, no
projeto, uma chance de viabilizar a candidatura do ex-presidente nas
próximas eleições. Na quarta-feira (5), Bibo Nunes postou, nas redes
sociais, um encontro em que teve com Bolsonaro, para discutir sobre a
proposta. “Oito anos é tempo que permite muita injustiça e o político
corrupto deve ir para a cadeia e não ficar apenas inelegível”, escreveu o
deputado. O que diz a proposta O projeto de lei está na Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara e tem relatoria do
deputado Filipe Barros (PL-PR), também aliado de Bolsonaro. O texto
argumenta que a inelegibilidade de dois anos já seria uma punição
suficiente para garantir a moralidade eleitoral. “Entende-se que a
inelegibilidade por dois anos seguintes ao pleito eleitoral é uma sanção
mais do que suficiente para os fins que se almeja a inelegibilidade”,
afirma o projeto. A proposta ganhou força após o presidente da Câmara
dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fazer a sinalização de que
considera oito anos um tempo muito extenso para a inegibilidade. “Oito
anos são quatro eleições, é um tempo extenso na minha avaliação”, disse
Hugo sobre a Lei da Ficha Limpa, em entrevista à CNN, na última
terça-feira (4). Na proposta, o deputado também argumenta que políticos
condenados por improbidade administrativa já estão sujeitos a outras
sanções, como a obrigação de ressarcir os cofres públicos. “A punição de
2 (dois) anos é suficiente em um período eleitoral, dado que afasta
qualquer influência que os agentes políticos possam ter neste período
eleitoral”, complementa o texto. Com esses argumentos, o deputado afirma
que a proposta busca adequar a punição da inelegibilidade, pois entende
que dois anos seria mais “razoável e proporcional”. STF pode barrar
mudanças Mesmo que a proposta avance no Congresso, a mudança na Lei da
Ficha Limpa pode enfrentar resistência no Supremo Tribunal Federal
(STF). Uma ala do Tribunal entende que a flexibilização da legislação
pode ser considerada inconstitucional por enfraquecer o princípio da
moralidade e da integridade eleitoral. Já considerando certa a
judicialização das possíveis alterações na legislação, ministros da
Corte veem pouca chance de Bolsonaro reverter a situação dele para
disputar a eleição de 2026. Além disso, caso a proposta seja aprovada, a
redução do prazo para dois anos — como propõe o projeto — não poderia
retroagir para condenações passadas, apenas as futuras. Dessa forma,
Bolsonaro não seria beneficiado. A tramitação do projeto na Câmara ainda
está em estágio inicial, e a proposta ainda pode gerar intensos debates
no Legislativo e no Judiciário nos próximos meses.
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, o colunista Carlos Andreazza comenta a situação em que o presidente Lula enfrenta uma piora em sua avaliação popular.
Integrantes da base aliada pressionam por mudanças na equipe de Lula
nos ministérios e também nas lideranças de governo, mas com popularidade
em queda é difícil encontrar alguém disposto a assumir o papel de
articulador político
O petista está cercado apenas de correligionários no Palácio do
Planalto, com isso só ouve a voz do próprio partido e não tem noção do
termômetro real do Congresso e das ruas. Essa avaliação tem sido feita
nos bastidores por integrantes da base aliada, que pressionam por
mudanças na equipe de Lula nos ministérios e também nas lideranças de
governo. Os dois cargos mais visados, nesse caso, são o do ministro
Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e de José Guimarães (líder
na Câmara).
Para dois ex-ministros do Centrão, atualmente com mandato
parlamentar, o “pessoal do PT” não tem coragem de falar o que Lula
precisa ouvir de críticas ao governo. Como consequência, o presidente
conduz a política de forma errônea, não consegue fidelidade da base na
Câmara e no Senado, e vê a popularidade despencar de forma vertiginosa.
Pesquisa Quaest mostrou que a desaprovação de Lula chegou a 49% e
superou aprovação pela primeira vez em janeiro.
WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
disse neste domingo que está comprometido com a compra e a posse da
Faixa de Gaza, mas que poderia ceder partes da terra a outros Estados do
Oriente Médio para ajudar no esforço de reconstrução.
“Estou comprometido com a compra e a posse de Gaza. No que diz
respeito à reconstrução, podemos dar a outros países do Oriente Médio a
oportunidade de construir seções da Faixa de Gaza, outras pessoas podem
fazê-lo… Mas estamos comprometidos em possuí-la, tomá-la e garantir que o
Hamas não volte para lá.”
Trump estava falando a repórteres a bordo do Força Aérea Um.
“Não há nada para onde voltar. O local está demolido. O restante será demolido. Tudo foi demolido”, disse ele.
Trump também disse que está aberto à possibilidade de permitir a
entrada de alguns refugiados palestinos nos EUA, mas que consideraria
tais solicitações caso a caso.
Pouco depois de ser empossado para um segundo mandato presidencial em
20 de janeiro, Trump lançou a ideia dos EUA assumirem o controle de
Gaza e se envolverem em um esforço de reconstrução maciço.
Sua declaração foi vaga sobre o futuro dos palestinos que suportaram
mais de um ano de bombardeio por Israel em resposta a um ataque do Hamas
em outubro de 2023.
Não ficou claro sob qual autoridade os EUA assumiriam o controle de
Gaza. O anúncio de Trump provocou repreensões imediatas de vários
países.
Se fazer negociação significa ameaçar uma catástrofe para obter pequenos ganhos, então Donald Trump é o mestre dessa arte. Após ameaçar o Canadá e o México com
tarifas de 25% que colocariam em risco a produção de automóveis que
atravessa as fronteiras da América do Norte, ele concedeu a ambos um
adiamento de 30 dias em 3 de fevereiro. Em troca, ele recebeu um modesto
impulso para proteger as fronteiras dos Estados Unidos, incluindo 10
mil soldados mexicanos extras, além da reiteração de algumas promessas
antigas.
A “guerra comercial mais estúpida da história” foi também a mais
curta? Os investidores parecem pensar que sim. Durante meses, eles
consideraram as ameaças de Trump como manobras de negociação. Então, com
a iminência da imposição de tarifas, o índice S&P 500
de ações americanas caiu 3%. Mas, desde o primeiro acordo com o México,
elas recuperaram o equilíbrio e mais da metade de suas perdas.
Infelizmente, isso parece complacência. Seria um erro concluir que a
agressão comercial de Trump é uma distração tática. O mais provável é
que ela esteja apenas começando.
A guerra comercial proposta por Trump não terminou e pode estar apenas no começo Foto: Alex Brandon/AP
Por um lado, uma tarifa geral de 10% realmente entrou em vigor contra
a China – acrescentando mais da metade desse valor às taxas médias
existentes sobre o país. A China definiu sua retaliação, que entrará em
vigor em 10 de fevereiro. E Trump prometeu dar mais golpes e, talvez,
cumprir suas ameaças contra a União Europeia e Taiwan.
Por outro lado, o presidente acredita genuinamente que as tarifas
seriam boas para a economia americana. É verdade que, em seu primeiro
mandato, Trump desistiu várias vezes de suas ameaças tarifárias; a taxa
média efetiva dos Estados Unidos aumentou apenas 1,5 ponto porcentual.
Como um showman, ele agrada a sua base ao jogar o peso dos Estados
Unidos e se vangloriar de suas vitórias.
No entanto, ele expõe repetidamente sua visão para a
reindustrialização dos Estados Unidos pela força. Ele quer que os
fabricantes escolham entre tarifas e a transferência da produção para os
Estados Unidos – que ele promete ser um paraíso de negócios com
impostos baixos e desregulamentação. Ele também castiga os países com os
quais os Estados Unidos têm déficits comerciais, que ele chama de
“subsídios”, como se comprar de um estrangeiro envolvesse um presente em
vez de uma transação benéfica. E ele exalta o orçamento federal do
final do século XIX, sob o comando de presidentes como William McKinley,
quando o governo federal dos Estados Unidos arrecadou grande parte de
sua receita com tarifas porque ainda não havia um imposto de renda
federal.
Isso leva ao maior motivo para temer as tarifas, que é o fato de o
governo federal precisar do dinheiro. Seu déficit em 2024 foi de 6,9% do
PIB. As previsões oficiais mostram que esse déficit permanecerá acima
de 5%, apesar de presumir que muitos dos cortes de impostos do primeiro
mandato de Trump expirarão conforme programado no final de 2025.
Na realidade, os republicanos querem renovar esses cortes de impostos
e mais alguns. Trump é estranho em sua crença de que as tarifas são
desejáveis em sua aparência. Mas muitos republicanos podem preferi-las a
desafiá-lo e aumentar o imposto de renda. Uma tarifa universal de 10%
aumentaria cerca de 1% do PIB em receita anual – não muito menos do que o
custo de renovar o projeto de lei anterior de Trump.
As regras atuais impedem que uma maioria simples no Congresso aprove
orçamentos que aumentem os déficits em mais de dez anos no futuro.
Portanto, se as tarifas universais estivessem na lei, isso poderia
permitir cortes permanentes nos impostos. Como resultado, embora seja
impossível imaginar um retorno total ao sistema tributário do século XIX
– até porque o governo dos Estados Unidos representa uma parcela muito
maior da economia – um passo nessa direção é muito plausível.
O golpe na economia global seria profundo. Trump está certo ao dizer
que os Estados Unidos têm as cartas na mão em uma guerra comercial. É
uma zona de livre comércio enorme e diversificada, com recursos naturais
abundantes. Os grandes custos de um passo em direção à autarquia seriam
suportados por lugares que dependem dos Estados Unidos para o comércio,
nada mais do que seus vizinhos imediatos.
No entanto, os impostos Smoot-Hawley (Lei Tarifária de 1930) que
ajudaram a destruir o comércio global na década de 1930 aumentaram a
taxa tarifária dos Estados Unidos em apenas seis pontos porcentuais, e a
partir de um ponto de partida muito mais alto. Seus efeitos foram
exacerbados pela deflação e pela retaliação contra os Estados Unidos que
se seguiu. Felizmente, a economia mundial de hoje é muito mais
saudável, mas a retaliação ainda é certa. E se uma guerra comercial pode
ocorrer quando não há uma queda global, o que acontecerá quando houver
uma recessão?
Cessar fogo
Trump é sensível à opinião de Wall Street e vê o mercado de ações
como uma espécie de cartão de pontuação presidencial. Se o mercado
concluir que ele está sempre blefando quando ameaça políticas
prejudiciais a si mesmo, não conseguirá se mover, fazendo-o pensar que é
seguro seguir em frente. Espere, portanto, que o presidente leve o
sistema de comércio global à beira do precipício repetidamente, cada vez
com um risco crescente de que ele o empurre para baixo.
Nesta segunda-feira (10), é celebrado o Dia mundial do Feijão, a data
instituída pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e
Agricultura (FAO) busca valorizar a importância nutricional e cultural
do alimento.
No Dia Mundial do Feijão também é celebrado um grupo de sementes
secas comestíveis de leguminosas chamado de Pulses, como lentilha,
grão-de-bico e ervilha.
Elas possuem um papel importante como alimentos sustentáveis e relevantes para o combate da fome no mundo. Segundo a FAO, o governo de Burkina Faso propôs declarar a observância anual, no dia 10 de fevereiro, das Pulses Mundiais.
O principal objetivo dessa iniciativa é aumentar a conscientização
sobre a contribuição das Pulses – que possuem um papel importante como
alimentos sustentáveis e relevantes para o combate da fome no mundo –,
preservando-as para segurança alimentar, nutrição e adaptação às
alterações climáticas, com base no sucesso do Ano Internacional das
Pulses, realizado em 2016 pela Organização das Nações Unidas.
A origem do feijão Com mais de 40 mil variedades em todo o mundo, o
feijão é uma das leguminosas cultivadas há mais tempo pelo ser humano.
Registros históricos apontam que o feijão já era consumido há mais de
sete mil anos pelos povos americanos, como os maias, incas e astecas,
servindo de base para sua alimentação diária junto a outros grãos, como o
milho.
Como o feijão chegou ao Brasil A partir da colonização colombiana,
o feijão se difundiu para outros continentes e culturas mundiais, que
passaram a consumi-lo com frequência. Essa expansão justifica sua
chegada ao Brasil, trazido principalmente pelos portugueses, quando
estes aportaram no país em 1500 d.C. Ao longo dos séculos, o feijão se
adaptou ao solo e clima brasileiros, e sua produção em larga escala
permitiu que a leguminosa se tornasse um dos alimentos de base no país.
Benefícios do feijão para a saúde Fonte de proteínas e minerais
como o ferro, magnésio e potássio, além de vitaminas como o ácido fólico
(folato) e as do complexo B, a nutricionista Dra. Aline Maldonado
explica que o feijão jamais deve ser excluído da dieta, principalmente
por aqueles que prezam por hábitos de vida saudável. Segundo ela, a
falta do feijão pode acabar levando a quadros de má nutrição, com
presença de anemia, cansaço físico, sensação de fadiga, irritabilidade e
possíveis dores de cabeça.
As fibras também ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim e
prevenir a constipação, promovem a regularidade intestinal e alimentam
as bactérias benéficas do intestino, contribuindo para uma digestão mais
eficiente. É um alimento de baixo índice glicêmico, o que previne picos
de glicose e insulina, ajudando a controlar o apetite e evitando o
acúmulo de gordura”.
Fonte: Karla neto Foto: Divulgação
CURIOSIDADES KARLA NETO
Você saiba que pequi ajuda mantém a saúde dos ossos?
O pequi, piqui ou amêndoa-de-espinho, possui uma casca verde-escura e
uma polpa macia e amarela, podendo ser consumido cru ou usado em
receitas, como conservas, sorvetes, risotos e ensopados com frango,
carne bovina ou porco. Da polpa e da amêndoa do pequi também se extrai
um óleo, que é usado na fabricação de licores e de produtos cosméticos. Por
ser rico em fibras insolúveis, um tipo de fibra que aumenta o volume
das fezes e promove os movimentos naturais do intestino, o pequi
facilita a evacuação, combatendo a prisão de ventre. Por ser rico em
fibras, o pequi diminui a velocidade de absorção do açúcar dos
alimentos, equilibrando os níveis de glicose no sangue e prevenindo,
assim, a resistência à insulina e a diabetes. Contém boas quantidades
de manganês, um mineral que, junto com outras vitaminas e minerais, é
importante para a formação dos ossos e cartilagens, ajudando a manter a
saúde dos ossos e evitar a osteoporose.
Você sabia que o Leão pode dar salto de 10 m?
A imponência e a grande habilidade como predador, assim como a
aparência majestosa, deram ao leão o título de rei da floresta. Não por
acaso, muitas histórias foram criadas tendo esse grande felino como
protagonista. Embora os machos imponham respeito pelo porte, quem
lidera o grupo sempre é a leoa. Ainda que sejam menores fisicamente, as
fêmeas ocupam o posto de destaque, guiando os outros e sendo referência
para os mais novos. Mesmo que seja a fêmea a fazer a maior parte do
trabalho para conseguir a caça, o “primeiro pedaço” sempre será do leão.
Caso algum membro do grupo queira subverter essa regra, as
consequências podem ser mortais. Não é apenas o salto que causa
espanto. Esse animal pode correr a 80 km/h por curtas distâncias. Quando
está em ação, a velocidade é tão grande que os calcanhares não tocam o
chão. Embora o tamanho do leão seja muito grande, o posto de maior
felino do mundo é do tigre! Outro felino tão encantador quanto o leão,
ele pode alcançar 2,2 m de comprimento, e a cauda chega a 1 m, enquanto o
rei da selva mede entre 1,8 e 2,1 m.
Você sabia que o sol ajuda a melhorar a qualidade do sono?
Se expor ao sol diariamente traz diversos benefícios para a saúde,
pois estimula a produção de vitamina D, que é essencial para várias
atividades do corpo, além de estimular a produção de melanina, prevenir
doenças e aumentar a sensação de bem-estar. Se expor ao sol
diariamente, ajuda a regular ciclo circadiano e o relógio biológico, o
que pode melhorar melhorar a qualidade do sono e aliviar a insônia. É
importante que a pessoa se exponha ao sol sem protetor solar por 15 a
30 minutos diariamente, de preferência antes das 10h da manhã e após às
16h, pois são as horas em que o sol não está tão forte e, assim, não há
riscos associados à exposição. A luz do sol ajuda a regular o ciclo
do sono, que é quando o corpo compreende que está na hora de dormir ou
de ficar acordado, e evita episódios de insônia ou dificuldade para
pegar no sono à noite. Tomar sol, moderadamente, estimula a produção
de melanina, que é o hormônio que dá o tom mais escuro à pele, impede a
absorção de mais raios UVB, protegendo naturalmente o corpo contra os
efeitos tóxicos de alguma da radiação solar.
Alguns estudos têm relacionado a deficiência de vitamina D com o
parto prematuro e o desenvolvimento de pré-eclâmpsia. Por isso, tomar
sol diariamente durante a gravidez, pode ajudar a reduzir o risco de
parto prematuro, e também da pré-eclâmpsia. No entanto, ainda são
necessários mais estudos que comprovem a relação dos baixos níveis de
vitamina D, o parto prematuro e a pré-eclâmpsia, devendo a mulher ser
acompanhada pelo obstetra durante toda a gravidez, para avaliar o estado
geral de saúde e riscos durante a gestação.
Além disso, deve-se tomar sol durante os horários recomendados pelo
obstetra, tendo o cuidado de não ficar muito tempo no sol ou de ficar no
sol forte, pois pode provocar desidratação, o que pode prejudicar o
bebê.
Nas páginas deste livro somos convidados a mergulhar em uma jornada
de amor, lealdade e conexão inigualáveis. Este não é apenas um relato
sobre um cão, mas uma celebração da profunda ligação entre um humano e
seu amigo de quatro patas. Em cada capítulo, você descobrirá as muitas
maneiras pelas quais esse cão especial deixou uma marca indelével na
vida daqueles ao seu redor. Suas travessuras, sua lealdade inabalável e
seu amor incondicional são apenas alguns dos tesouros compartilhados.
Inclui ainda depoimentos aos familiares e amigos, reflexões sobre o luto
pela perda de um animal amado, oferecendo consolo e apoio para aqueles
que estão passando por uma experiência semelhante.
O Spike foi meu companheiro por 13 aninhos. Pegamos ele bem
pequenininho como lar temporário, mas nos apaixonamos e não conseguimos
mais ficar sem ele. No início desse ano ele foi diagnosticado com
doença renal crônica, e desde então fomos fazendo de tudo para manter-ló
bem. demos muito amor e carinho até seu último dia. Ele foi nosso melhor amigo.
Se
existe um mestre enxadrista no mundo das big techs, seu nome é Satya
Nadella. Depois de colocar a Microsoft no centro da era da IA,
investindo na OpenAI, o substituto de Bill Gates mexeu as peças
novamente.
Antes que qualquer um recuperasse o fôlego, Satya disse que o novo
modelo de IA da DeepSeek AI está disponível na plataforma Azure, a nuvem
da Microsoft. Ou seja, colocou a empresa novamente no centro.
Existe uma frase muito usada no mundo da tecnologia que diz que a Microsoft é como calça jeans, nunca sai de moda.
E parece que, à medida que o tempo passa, essa verdade vai sendo renovada mais e mais vezes.
Quando Satya assumiu como CEO da Microsoft, em 2014, a empresa valia
10% do que vale hoje. É incrível como ele conseguiu transformar a
companhia, deixando algumas coisas no passado para focar em novas
oportunidades.
Satya é funcionário de carreira da Microsoft, entrou na empresa em
1992. Conhece como poucos a companhia e foi fundamental no seu processo
de evolução. Poucos fizeram tanto quanto ele, por uma empresa.
CARACTERÍSTICAS DA VALEON
Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon
Perseverança
Ser perseverante envolve não desistir dos objetivos estipulados em
razão das atividades, e assim manter consistência em suas ações. Requer
determinação e coerência com valores pessoais, e está relacionado com a
resiliência, pois em cada momento de dificuldade ao longo da vida é
necessário conseguir retornar a estados emocionais saudáveis que
permitem seguir perseverante.
Comunicação
Comunicação é a transferência de informação e significado de uma
pessoa para outra pessoa. É o processo de passar informação e
compreensão entre as pessoas. É a maneira de se relacionar com os outros
por meio de ideias, fatos, pensamentos e valores. A comunicação é o
ponto que liga os seres humanos para que eles possam compartilhar
conhecimentos e sentimentos. Ela envolve transação entre pessoas. Aquela
através da qual uma instituição comunica suas práticas, objetivos e
políticas gerenciais, visando à formação ou manutenção de imagem
positiva junto a seus públicos.
Autocuidado
Como o próprio nome diz, o autocuidado se refere ao conjunto de ações
que cada indivíduo exerce para cuidar de si e promover melhor qualidade
de vida para si mesmo. A forma de fazer isso deve estar em consonância
com os objetivos, desejos, prazeres e interesses de cada um e cada
pessoa deve buscar maneiras próprias de se cuidar.
Autonomia
Autonomia é um conceito que determina a liberdade de indivíduo em
gerir livremente a sua vida, efetuando racionalmente as suas próprias
escolhas. Neste caso, a autonomia indica uma realidade que é dirigida
por uma lei própria, que apesar de ser diferente das outras, não é
incompatível com elas.
A autonomia no trabalho é um dos fatores que impulsionam resultados dentro das empresas. Segundo uma pesquisa da Page Talent, divulgada em um portal especializado, 58% dos profissionais no Brasil têm mais facilidade para desenvolver suas tarefas quando
agem de maneira independente. Contudo, nem todas as empresas oferecem
esse atributo aos colaboradores, o que acaba afastando profissionais de
gerações mais jovens e impede a inovação dentro da companhia.
Inovação
Inovar profissionalmente envolve explorar novas oportunidades,
exercer a criatividade, buscar novas soluções. É importante que a
inovação ocorra dentro da área de atuação de um profissional, evitando
que soluções se tornem defasadas. Mas também é saudável conectar a
curiosidade com outras áreas, pois mesmo que não represente uma nova
competência usada no dia a dia, descobrir novos assuntos é uma forma
importante de ter um repertório de soluções diversificadas e atuais.
Busca por Conhecimento Tecnológico
A tecnologia tornou-se um conhecimento transversal. Compreender
aspectos tecnológicos é uma necessidade crescente para profissionais de
todas as áreas. Ressaltamos repetidamente a importância da tecnologia,
uma ideia apoiada por diversos especialistas em carreira.
Capacidade de Análise
Analisar significa observar, investigar, discernir. É uma competência
que diferencia pessoas e profissionais, muito importante para contextos
de liderança, mas também em contextos gerais. Na atualidade, em um
mundo com abundância de informações no qual o discernimento,
seletividade e foco também se tornam grandes diferenciais, a capacidade
de analisar ganha importância ainda maior.
Resiliência
É lidar com adversidades, críticas, situações de crise, pressões
(inclusive de si mesmo), e ter capacidade de retornar ao estado
emocional saudável, ou seja, retornar às condições naturais após
momentos de dificuldade. Essa é uma das qualidades mais visíveis em
líderes. O líder, mesmo colocando a sua vida em perigo, deve ter a
capacidade de manter-se fiel e com serenidade em seus objetivos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi visto usando uma
gravata de luxo da marca francesa Louis Vuitton, avaliada em R$ 1.680,
um dia antes de sugerir que os brasileiros deixem de comprar produtos
considerados caros como forma de conter a alta dos preços.
A declaração foi dada na sexta-feira (7), durante entrevistas às
rádios Metrópole e Sociedade da Bahia. Lula argumentou que, se os
consumidores evitarem adquirir itens com preços elevados, os vendedores
serão forçados a reduzi-los. “Se todo mundo tiver essa consciência de
não comprar aquilo que acha que está caro, quem está vendendo vai ter
que baixar para vender”, afirmou.
A fala do presidente repercutiu nas redes sociais e gerou memes,
especialmente após a especialmente após a circulação da informação sobre
o acessório de grife que ele usou na quinta-feira (6), em Brasília.
O Estadão revelou que a Empresa Brasileira de
Comunicação (EBC) firmou dois convênios com a assim chamada TV do
Trabalhador (TVT), ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e à
Central Única dos Trabalhadores (CUT), para bancar a renovação dos
estúdios e dos equipamentos da emissora, além de financiar a produção de
seus “programas jornalísticos”. As aspas aqui são necessárias,
evidentemente, porque o que a TVT chama de jornalismo é conhecido no
mundo real como propaganda. A bem da verdade, o canal poderia facilmente
se chamar “TV do PT” ou “TV CUT” sem perder a identidade, pois é ao
proselitismo político que se presta.
A generosa cortesia com chapéu alheio custará R$ 2,65 milhões aos
contribuintes. A aquisição de novas câmeras e transmissores, entre
outros equipamentos, e a produção dos programas serão pagas com recursos
advindos de emendas ao Orçamento da União indicadas por 12
parlamentares das bancadas do PT na Câmara e no Senado, o que só
adiciona insulto à injúria. Se já é reprovável o financiamento público
de uma organização privada, tão ou mais grave é a violação dos
princípios da moralidade e da racionalidade nos gastos públicos. Se a
TVT não tem condições de financiar suas atividades, este é um problema
exclusivo de seus gestores. O ônus, por óbvio, não tem de recair sobre o
erário.
Que fique claro: o PT, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e a CUT,
como quaisquer entidades privadas, têm assegurado o direito de ter seu
próprio veículo de comunicação. Mas que o exerçam com seus próprios
meios.
Embora faça parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), a
TVT não é um canal de comunicação que serve ao conjunto da sociedade
brasileira. Dado o traço de audiência, é lícito inferir que a esmagadora
maioria dos cidadãos nem sequer ouviu falar do canal a serviço do PT e
das agremiações sindicais, malgrado se dizer “do trabalhador”. Trata-se
de uma emissora cuja origem e linha editorial são marcadamente
associadas ao sindicalismo e à militância política petista, razão pela
qual cabe ao PT, à CUT e aos sindicatos a esta vinculados custear a sua
programação.
Para qualquer cidadão sensato, essa separação é perfeitamente
compreensível. Já para os petistas, é inconcebível distinguir o
interesse público dos interesses do partido ou do governo do presidente
Lula da Silva. Nessa mixórdia, a apropriação da EBC para fins
político-partidários é tratada como a coisa mais natural do mundo.
O Brasil enfrenta desafios fiscais que exigem responsabilidade e
austeridade na aplicação dos recursos públicos. Cada centavo gasto pelo
Estado deve ser justificado por seu retorno social amplo, beneficiando a
coletividade, e não ser direcionado para sustentar veículos de
comunicação de caráter privado, ainda que sob o disfarce de um convênio
institucional.
Os contribuintes não podem ser forçados a financiar, mesmo
indiretamente, a comunicação de um partido político ou outra entidade
privada específica. O erário não pode ser empregado a serviço de
interesses particulares. A ver como reagirão o Ministério Público e o
Tribunal de Contas da União.