domingo, 29 de dezembro de 2024

A HERANÇA E O INVENTÁRIO SÃO TEMAS DE GRANDE RELEVÂNCIA NO ÂMBITO JURÍDICO E PESSOAL

VITOR HUGO DA SILVA, analista jurídico com atuação em analises e auditoria de prazos, com um breve período de experiencia. Graduado em Direito pela Universidade Anhanguera. Atua no acompanhamento de prazos no escritório Vigna Advogados Associados.

O artigo aborda os principais mitos e verdades sobre herança e inventário, esclarecendo questões comuns como a obrigatoriedade do inventário, o pagamento de dívidas do falecido, a renúncia à herança e o papel do testamento na partilha de bens. Destaca-se que o inventário é indispensável para a transferência de bens e que herdeiros não são responsáveis por dívidas além do valor da herança. Também é enfatizada a ilegalidade da divisão informal de bens antes do inventário. O texto conclui ressaltando a importância do planejamento sucessório e da orientação jurídica para evitar conflitos e garantir uma partilha justa.

1. Introdução

A partilha de bens após o falecimento de um ente querido é um tema delicado que envolve tanto questões legais quanto emocionais. Esse momento, já marcado por dor e luto, frequentemente levanta uma série de dúvidas entre os herdeiros, especialmente quando não há um entendimento claro sobre o processo de inventário. Além disso, é comum que mitos e informações imprecisas circulem, o que pode complicar ainda mais a resolução do caso. A falta de clareza sobre aspectos como a divisão de dívidas, o alcance de um testamento ou a obrigatoriedade de envolver um advogado, por exemplo, pode gerar conflitos e desentendimentos familiares, tornando o processo ainda mais desgastante. Nesse contexto, compreender as verdades sobre a partilha de bens no ordenamento jurídico brasileiro é essencial para evitar problemas e garantir um inventário eficiente. O inventário pode ser feito judicial ou extrajudicialmente, dependendo da existência de consenso entre os herdeiros e da presença de testamento, e a assistência de um advogado especializado é indispensável para assegurar que todos os direitos e obrigações sejam respeitados. Além disso, desmistificar equívocos comuns, como a ideia de que todas as dívidas do falecido são automaticamente herdadas ou de que o inventário pode ser resolvido informalmente, é fundamental para evitar decisões erradas que possam trazer prejuízos financeiros e emocionais. Ao entender melhor o funcionamento desse processo, os herdeiros podem conduzi-lo de maneira mais tranquila, justa e eficiente.

2. O que é herança e como é realizada a partilha de bens?

A herança compreende o conjunto de bens, direitos e obrigações deixados por uma pessoa após seu falecimento, e sua correta administração é essencial para garantir que os interesses dos herdeiros sejam preservados. Entre os bens que podem compor uma herança estão imóveis, veículos, saldos bancários e investimentos, mas também podem existir dívidas, que deverão ser quitadas antes da partilha. Para que a transferência formal desses bens ocorra, é indispensável passar pelo processo de inventário, que organiza e oficializa a divisão, sempre respeitando as disposições legais previstas no Código Civil e, quando existentes, as cláusulas de um testamento válido. O inventário pode ser realizado de duas formas principais: judicial ou extrajudicial, dependendo das circunstâncias. O inventário judicial é obrigatório nos casos em que há conflitos entre os herdeiros, quando existem menores ou incapazes envolvidos ou quando há dúvidas sobre a validade de um testamento. Esse processo é conduzido no âmbito do Poder Judiciário e pode ser mais demorado devido à necessidade de análise detalhada e decisões do juiz. Por outro lado, o inventário extrajudicial, realizado diretamente em cartório, é uma alternativa mais ágil e menos onerosa. Ele é permitido quando todos os herdeiros estão de pleno acordo sobre a divisão dos bens, são maiores e capazes, e não há testamento ou, caso exista, já tenha sido previamente validado em juízo. Independentemente da modalidade escolhida, o inventário tem como objetivo fundamental assegurar uma partilha justa e eficiente, evitando futuros litígios. É importante que o processo seja acompanhado por um advogado especializado, que garantirá o cumprimento das exigências legais e a proteção dos direitos de cada herdeiro. Planejar e conduzir o inventário de forma transparente e bem organizada é a melhor maneira de honrar a memória do falecido e minimizar os impactos emocionais e financeiros para os envolvidos, permitindo que os herdeiros possam usufruir da herança de forma tranquila e segura.

3. Mitos sobre herança e inventário

1. “Quem mora na casa herdada tem mais direito sobre ela.” Este é um dos mitos mais comuns. Residir em um imóvel herdado não confere ao ocupante um direito maior sobre ele. Todos os herdeiros têm direitos iguais aos bens, salvo disposições legais ou testamentárias que indiquem o contrário.

2. “Se não houver testamento, o cônjuge herda tudo.” A divisão da herança depende do regime de bens adotado no casamento. Em regimes como o de comunhão parcial, o cônjuge herdará junto com os descendentes. Porém, em uniões regidas pela separação total, o cônjuge pode não ter direito à herança, salvo se houver testamento prevendo essa condição.

3.“O inventário pode ser feito a qualquer momento.” O inventário deve ser iniciado em até 60 dias após o falecimento, sob pena de multa tributária em alguns estados. Embora o prazo não impeça a abertura tardia do inventário, o atraso pode gerar custos adicionais e complicações legais.

4.“O testamento sempre prevalece sobre a lei.” O testamento é um instrumento poderoso, mas não pode contrariar as regras de herança obrigatória previstas em lei. Os herdeiros necessários (descendentes, ascendentes e cônjuge) têm direito a, no mínimo, 50% dos bens, independentemente das disposições testamentárias.

4. Verdades sobre herança e inventário

1. Dívidas podem ser quitadas com os bens da herança. As obrigações financeiras deixadas pelo falecido são pagas com os recursos do espólio. No entanto, os herdeiros não respondem com seu patrimônio pessoal pelas dívidas que excederem o valor dos bens herdados.

2. O inventário pode ser amigável ou litigioso. Se todos os herdeiros concordarem com a partilha, o inventário pode ser resolvido de forma extrajudicial, economizando tempo e dinheiro. Caso contrário, o processo será decidido pela Justiça.

3. A renúncia à herança é irrevogável. Herdeiros podem optar por renunciar à herança, mas essa decisão é definitiva e não pode ser desfeita posteriormente.

4. O planejamento sucessório reduz conflitos. Planejar a divisão do patrimônio em vida, por meio de doações ou testamentos, é uma maneira eficaz de evitar disputas e garantir que os bens sejam distribuídos conforme a vontade do titular.

5. Dicas para lidar com herança e inventário

1. Busque orientação jurídica especializada. Um advogado experiente em Direito Sucessório pode auxiliar no planejamento e condução do inventário.

2. Mantenha a documentação organizada. Certidões de óbito, certidões de propriedade e outros documentos são essenciais para o processo.

3. Priorize o diálogo. Conflitos entre herdeiros podem ser evitados com comunicação aberta e transparente.

Conclusão

A herança e o inventário são temas de grande relevância no âmbito jurídico e pessoal, pois envolvem questões patrimoniais e emocionais que podem impactar profundamente as famílias. Esses assuntos exigem conhecimento legal e uma abordagem cautelosa para evitar problemas e garantir que os direitos de todos os envolvidos sejam respeitados. A partilha de bens, por exemplo, é um momento crucial que pode gerar conflitos familiares se não for conduzida de maneira transparente e justa. Por isso, desmistificar os mitos e compreender as verdades que cercam esses processos é essencial para tomar decisões informadas e assertivas. Um dos grandes desafios nesse contexto é lidar com as particularidades de cada caso, como a existência ou não de testamento, a inclusão de bens no inventário, e a divisão de possíveis dívidas deixadas pelo falecido. Muitos acreditam, erroneamente, que todas as dívidas são automaticamente transferidas aos herdeiros ou que é possível decidir a partilha sem a intervenção de um advogado. No entanto, o processo é regulado por normas específicas, e a assessoria jurídica é fundamental para evitar equívocos que possam gerar prejuízos financeiros e legais. Além disso, a escolha entre inventário judicial e extrajudicial pode trazer mais agilidade ou segurança, dependendo das circunstâncias e do acordo entre os herdeiros. Por isso, é altamente recomendável contar com o auxílio de um advogado especializado em direito sucessório. Esse profissional não apenas orienta sobre as obrigações e direitos dos herdeiros, mas também auxilia na condução de um processo eficiente, respeitando as leis e prevenindo conflitos. Assim, compreender os aspectos legais da herança e do inventário não é apenas uma forma de proteger o patrimônio familiar, mas também de garantir que o legado do falecido seja honrado de forma justa e digna.

 

SE VOCÊ É UM PROFISSIONAL COM DÉCADAS DE BAGAGEM O MOMENTO É PERFEITO PARA PLANEJAR O PRÓXIMO ATO

 

Autor: Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria

Imagine uma orquestra sinfônica. Aos 60 anos, você não está no encerramento do espetáculo, mas no auge da execução. O regente conhece cada nota, cada pausa e, mais importante, sabe como combinar a experiência com a paixão pela música. A vida profissional aos 60 pode (e deve) ser assim: cheia de propósito, harmonia e reinvenção.

Se você é um profissional com décadas de bagagem, o momento é perfeito para planejar o próximo ato com a maestria que só a experiência proporciona. E isso não significa apenas continuar a trabalhar — mas repensar como, por quê e com que ferramentas você pode usar sua sabedoria a favor de uma vida mais plena e gratificante.

Vamos falar de ferramentas práticas e aplicativos que facilitam o planejamento e olhar para os talentos que só você tem e como usá-los para criar o próximo capítulo da sua trajetória.

Por que planejar agora?

Se você acha que planejamento é coisa de jovem em busca de um futuro, permita-me um ajuste: planejar é para quem não quer apenas viver, mas viver com propósito. Segundo dados do IBGE, a expectativa de vida no Brasil ultrapassa os 75 anos. Ou seja, aos 60, você tem pelo menos mais 15, 20 ou até 30 anos para construir, criar e realizar.

Sem planejamento, o tempo passa. Com planejamento, ele é seu aliado. Pense nisso: você tem a experiência de quem já enfrentou crises, reinventou negócios e resolveu problemas que os mais jovens sequer imaginam. Agora, é hora de usar esse arsenal a seu favor.

1. Identifique seus propósitos e prioridades

Aos 60+, as perguntas mudam. Já não é sobre acumular mais coisas, mas sobre fazer o que importa. Então, comece com uma reflexão:

● O que me traz satisfação profissional?

● Quais são meus talentos únicos?

● Que legado quero deixar?

Pegue um caderno ou um aplicativo como o Evernote e faça uma lista de três coisas que você ama fazer e três coisas em que é excepcionalmente bom. Combine essas respostas. Esse será o ponto de partida para qualquer decisão profissional.

2. Reinvente sua carreira (ou negócio)

A reinvenção profissional não precisa ser uma ruptura. Pode ser um ajuste. Pense no que a escritora americana Julia Cameron chama de “pequenos começos”. Talvez você queira:

● Dar consultoria em sua área de expertise;

● Ensinar o que aprendeu ao longo da vida;

● Trabalhar em um projeto que sempre desejou, mas nunca teve tempo.

Plataformas como LinkedIn e Workana ajudam a conectar profissionais experientes a projetos e empresas que valorizam o conhecimento.

3. Adote ferramentas simples e eficientes

Você não precisa ser um gênio da tecnologia para usar ferramentas digitais. Muitos aplicativos foram projetados para facilitar o planejamento, mesmo para quem não nasceu na era digital. Aqui estão alguns que funcionam bem para a geração 60+:

● Google Agenda: fácil de usar, ajuda a organizar compromissos, projetos e até momentos de lazer;

● Trello: um quadro virtual onde você pode listar tarefas e acompanhar seu progresso;

● Pocket: permite salvar artigos e ideias interessantes para ler mais tarde, útil para quem está sempre aprendendo;

● Zoom: para reuniões online ou conversas com amigos e parceiros de negócios.

Essas ferramentas são intuitivas e, com poucos cliques, você terá tudo organizado sem complicações.

4. Crie rotinas que respeitem seu ritmo

Aos 60+, você já sabe que a vida não é só sobre trabalhar duro, mas sobre trabalhar com inteligência. Planeje sua rotina de forma equilibrada:

● Dedique as manhãs às tarefas mais importantes, quando sua mente está fresca;

● Reserve tempo para atividades físicas, que ajudam a manter a energia e o foco;

● Desconecte-se no fim do dia. O descanso é tão importante quanto o trabalho.

Aqui, a dica é simples: use um planner físico ou digital para mapear suas prioridades semanais. A sensação de controle faz maravilhas pelo ânimo e pela produtividade.

5. Aprenda algo novo

Você já ouviu aquela expressão: “É difícil ensinar truques novos a um cachorro velho”? Pois esqueça. Seu cérebro é capaz de se reinventar aos 60, 70, e além. A neurociência chama isso de neuroplasticidade — a capacidade do cérebro de aprender e criar conexões, independentemente da idade.

● Faça um curso online em plataformas como a FM2S;

● Leia sobre temas que sempre despertaram sua curiosidade;

● Participe de grupos de discussão ou mentorias em sua área.

A ideia é simples: quanto mais você aprende, mais relevante e atualizado permanece.

6. Compartilhe sua experiência

Você tem algo que nenhuma ferramenta ou aplicativo pode oferecer: experiência. Compartilhar esse conhecimento é uma forma de se realizar, ajudar os outros e, muitas vezes, abrir novas oportunidades.

● Dê palestras em faculdades ou eventos;

● Torne-se mentor de jovens profissionais;

● Escreva sobre sua trajetória e aprendizados.

Seja em redes como LinkedIn ou em conversas presenciais, sua história é valiosa.

7. Invista em networking

Aos 60+, o networking deixa de ser sobre “quem você conhece” e passa a ser sobre “quem valoriza o que você sabe”. Use seu tempo para fortalecer conexões que realmente importam:

● Reconecte-se com ex-colegas e parceiros;

● Participe de eventos ou grupos de sua área de atuação;

● Esteja presente em redes sociais como o LinkedIn, mas de forma genuína, compartilhando reflexões e participando de discussões.

O segredo aqui é mostrar como sua experiência pode ser relevante para o presente e o futuro – e que pode servir de aprendizado rico para quem ainda está começando.

8. Planeje o prazer

Nem tudo é trabalho, e isso é ainda mais verdadeiro aos 60+. Seu planejamento deve incluir momentos para aproveitar as coisas boas da vida:

● Viagens que você sempre quis fazer;

● Projetos pessoais, como jardinagem, escrita ou fotografia;

● Tempo de qualidade com família e amigos.

A Microsoft tem um estudo que aponta que profissionais mais felizes são até 12% mais produtivos. Ou seja, cuidar do prazer também é uma estratégia profissional.

9. Monitore seus progressos

Planejar sem acompanhar é como remar sem direção. Estabeleça momentos regulares para revisar suas metas e ações:

● Pergunte-se: estou indo na direção certa? Algo precisa ser ajustado?

● Use ferramentas como Excel ou aplicativos simples para monitorar seus objetivos.

Aos 60+, você tem o que muitos jovens ainda buscam: clareza sobre o que realmente importa. Planejar sua vida profissional agora é um ato de coragem, mas também de celebração. Afinal, você chegou até aqui com muito para oferecer — para o mercado, para sua comunidade e, principalmente, para si mesmo.

Planeje, use as ferramentas certas, conecte-se e, acima de tudo, continue aprendendo. Acredite: o melhor ainda está por vir.

Que tal começar hoje?

Preferências de Publicidade e Propaganda

Moysés Peruhype Carlech – Fábio Maciel – Mercado Pago

Você empresário, quando pensa e necessita de fazer algum anúncio para divulgar a sua empresa, um produto ou fazer uma promoção, qual ou quais veículos de propaganda você tem preferência?

Na minha região do Vale do Aço, percebo que a grande preferência das empresas para as suas propagandas é preferencialmente o rádio e outros meios como outdoors, jornais e revistas de pouca procura.

Vantagens da Propaganda no Rádio Offline

Em tempos de internet é normal se perguntar se propaganda em rádio funciona, mas por mais curioso que isso possa parecer para você, essa ainda é uma ferramenta de publicidade eficaz para alguns públicos.

É claro que não se escuta rádio como há alguns anos atrás, mas ainda existe sim um grande público fiel a esse setor. Se o seu serviço ou produto tiver como alvo essas pessoas, fazer uma propaganda em rádio funciona bem demais!

De nada adianta fazer um comercial e esperar que no dia seguinte suas vendas tripliquem. Você precisa ter um objetivo bem definido e entender que este é um processo de médio e longo prazo. Ou seja, você precisará entrar na mente das pessoas de forma positiva para, depois sim, concretizar suas vendas.

Desvantagens da Propaganda no Rádio Offline

Ao contrário da televisão, não há elementos visuais no rádio, o que costuma ser considerado uma das maiores desvantagens da propaganda no rádio. Frequentemente, os rádios também são usados ​​como ruído de fundo, e os ouvintes nem sempre prestam atenção aos anúncios. Eles também podem mudar de estação quando houver anúncios. Além disso, o ouvinte geralmente não consegue voltar a um anúncio de rádio e ouvi-lo quando quiser. Certos intervalos de tempo também são mais eficazes ao usar publicidade de rádio, mas normalmente há um número limitado,

A propaganda na rádio pode variar muito de rádio para rádio e cidade para cidade. Na minha cidade de Ipatinga por exemplo uma campanha de marketing que dure o mês todo pode custar em média 3-4 mil reais por mês.

Vantagens da Propaganda Online

Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.

Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.

Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.

Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.

A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.

Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.

Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.

Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.

Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.

A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.

Vantagens do Marketplace Valeon

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.

Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.

Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

  • Publicidade e Propaganda de várias Categorias de Empresas e Serviços;
  • Informações detalhadas dos Shoppings de Ipatinga;
  • Elaboração e formação de coletâneas de informações sobre o Turismo da nossa região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas das 27 cidades do Vale do Aço, destacando: Ipatinga, Cel. Fabriciano, Timóteo, Caratinga e Santana do Paraíso;
  • Ofertas dos Supermercados de Ipatinga;
  • Ofertas de Revendedores de Veículos Usados de Ipatinga;
  • Notícias da região e do mundo;
  • Play LIst Valeon com músicas de primeira qualidade e Emissoras de Rádio do Brasil e da região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas e dos seus produtos em cada cidade da região do Vale do Aço;
  • Fazemos métricas diárias e mensais de cada consulta às empresas e seus produtos.

sábado, 28 de dezembro de 2024

JANJA SEM CARGO NO GOVERNO MANTÉM UMA EQUIPE QUE CUSTA MILHÕES AOS COFRES PÚBLICOS

 

Jetss

Janja mantém uma equipe mesmo não tendo um cargo oficial no governo
Sem cargo oficial, mas com uma equipe de peso, Janja, esposa do presidente Lula, segue agindo nos bastidores com um grupo de 12 pessoas, segundo o jornal "O Estadão"

Janja mantém uma equipe mesmo não tendo um cargo oficial no governo©Foto: Agência Brasil

Sem cargo oficial, mas com uma equipe de peso, Janja, esposa do presidente Lula, segue agindo nos bastidores com um grupo de 12 pessoas, segundo o jornal “O Estadão”. A revelação é estarrecedora: sem um cargo definido, a primeira-dama tem ao seu lado assessora de imprensa, fotógrafos, especialistas em redes sociais e até um militar. O custo disso tudo? Cerca de R$ 160 mil por mês, sem contar as viagens que já ultrapassaram a marca de R$ 1,2 milhão desde o início do governo.

Em um cenário de gastos milionários, um dos detalhes mais polêmicos é a presença constante do fotógrafo pessoal de Janja, Cláudio Adão, conhecido como Claudinho, que a acompanha em todas as suas viagens oficiais. Somente as viagens de Claudinho já custaram R$ 182,3 mil, sem incluir os custos secretos com a Força Aérea Brasileira.

O que está sendo escondido por trás dessa estrutura de apoio? E o povo brasileiro, que paga a conta, está sendo informado sobre esses gastos exorbitantes? Além da equipe, Janja também viaja com um forte aparato de segurança, formado por oito policiais federais, em viagens internacionais como as que fez ao Qatar e a Paris

LIRA RESPONDE AO STF SOBRE AS EMENDAS PARLAMENTARES

 

História de Karina Ferreira – Jornal Estadão

Câmara dos Deputados enviou um documento ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 27, em resposta à determinação do ministro Flávio Dino, que bloqueou R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares, na última segunda-feira, 23, alegando falta de transparência. Com o documento, os parlamentares pedem a reconsideração ou revogação das medidas determinadas pelo STF.

A argumentação da Casa é de que os parlamentares agiram de boa-fé, respeitando a legislação vigente e interpretações jurídicas oficiais do poder Executivo, e que a aprovação das emendas ocorreu de forma transparente.

O documento cita que o procedimento adotado pelos Líderes da Câmara, com a assinatura de 17 líderes de bancadas, foi considerado legal e conforme a decisão da Corte por diversos órgãos do governo, citando pareceres da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Casa Civil, além da análise de quatro ministérios – Fazenda, Planejamento e Orçamento, Gestão e Inovação e Relações Institucionais.

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), enviou resposta ao STF pedindo revogação da medida que suspendeu emendas de comissão Foto: Lula Marques/Agência Câmara

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), enviou resposta ao STF pedindo revogação da medida que suspendeu emendas de comissão Foto: Lula Marques/Agência Câmara

Ao determinar a suspensão, Dino avalia que houve um “apadrinhamento” das emendas pelos líderes partidários, o que, na prática, impede a identificação dos parlamentares que efetivamente fizeram os pedidos de distribuição. Na decisão, o ministro afastou a possibilidade da criação das “emendas de líder partidário”.

“Não há qualquer óbice a que os líderes partidários sugiram emendas às comissões da Câmara e do Senado. No entanto, não há fundamento constitucional para que detenham monopólio na indicação. (…). É um imperativo constitucional que qualquer parlamentar membro da comissão seja reconhecido como autêntico legitimado para indicar emendas (…). Constituiria uma incompatibilidade constitucional e semântica que a ‘emenda de comissão’ fosse transformada em ‘emenda de líder partidário’”, escreveu Dino.

Na resposta, a Casa presidida por Arthur Lira (PP-AL) argumenta que o ofício encaminhado pelos Líderes ao Executivo apenas ratificou as indicações de emendas já aprovadas pelas comissões, e não serviu para a “criação ou aprovação de novas emendas à revelia das Comissões”.

O entendimento de que Câmara não precisaria realizar as individualizações dessas emendas considera uma diferença nos requisitos legais para este ano e aqueles que passaram a vigorar, com a Lei Complementar nº 210/2024, que definiu um novo rito na indicação e na execução dos repasses a partir do ano que vem.

A diferença entre elas, segundo a avaliação de Arthur Lira, é que até 2024 havia a exigência da aprovação da emenda e de um parlamentar solicitante, enquanto de 2025 em diante, também será necessário que a comissão aprove as indicações de para onde o dinheiro está indo, com o devido registro em atas. Os deputados argumentam, portanto, que o que era previsto para as emendas de 2024 foi cumprido pela Casa.

Outro ponto trazido em “defesa” pelos parlamentares é de que a suspensão das atividades das comissões entre 12 e 20 de dezembro ocorreu para que o plenário votasse as matérias de corte de gastos, e que a prática é prevista no regulamento interno.

A advocacia da Câmara ainda argumentou que o bloqueio dos recursos pode causar danos a políticas públicas da Saúde, uma vez que a execução pelo Ministério da Saúde teria afetado volume maior de recursos do que o previsto na decisão judicial.

Além da suspensão das emendas, Dino também determinou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF) para investigar a captura das emendas de comissão. Segundo o ministro, em uma primeira análise, os fatos “desbordam, em muito, da Constituição, pois não se trata de normal exercício de autonomia institucional ou de saudável celebração de pactos políticos”.

DESFECHO DAS VIDAS PÚBLICAS DE LULA E BOLSONARO SERÁ EM 2025

 

História de Larissa Pereira – IstoÉ

Lula e Jair Bolsonaro completarão idades redondas em 2025. O atual presidente fará 80 anos em outubro. Bolsonaro faz aniversário antes, em março, quando fechará 70. Os dois terão em 2025, por razões diferentes, um ano com potencial de definir como serão as últimas etapas de suas tão distintas vidas públicas. O torneiro mecânico eleito presidente por três ocasiões viverá o ano do vai-ou-racha de seu emperrado terceiro governo, com talvez a última chance de se capitalizar para um quarto e último mandato. Já o capitão reformado, amante da ditadura, será julgado por crimes diversos. O desfecho pode resultar em mais de uma década preso.

Para Lula, o principal desafio político em 2025 será consolidar sua agenda de governo diante de um Congresso Nacional fragmentado e frequentemente hostil. A dupla Hugo Motta e Davi Alcolumbre, prováveis novos presidentes da Câmara e do Senado, trarão uma dinâmica diferente para essa relação, mas não necessariamente melhor. A estreia de Motta na grande cena da política nacional é uma incógnita. O apetite de Alcolumbre, uma certeza. Mas, sem a equação das emendas ser resolvida, em essência, nada mudará.

Lula enfrenta pressões não apenas da oposição conservadora, mas principalmente do Centrão, que vende caro os temas com os quais naturalmente já teria concordância, e nem promete entregar uma agenda mais próxima do cardápio progressista da base original do presidente.

Lula também precisará saber aproveitar a vitrine da COP30, a primeira na Amazônia, e que pode simbolizar o fracasso de sua tentativa de avançar globalmente no combate às mudanças climáticas ou ser um marco de avanço.

Na economia, há bons sinais no desemprego baixo, e no crescimento, mas a inflação crescente e a péssima relação com o mercado financeiro ofuscam as conquistas. O dia a dia com o Banco Central comandado por Gabriel Galípolo será objeto de atenção (e talvez tensão) permanente. Os juros altos dificultarão o crescimento que era esperado para o terceiro e quarto anos de governo e que seriam motrizes para robustecer suas chances de reeleição.

Por fim, o governo precisa deslanchar. Falar isso no terceiro ano é estranho, mas, em muitos setores, a sensação é que o governo até hoje não aconteceu. Há críticas aqui e ali à Comunicação, à Saúde, à articulação política, mas poucos falam da falta de gestão de que padece o Palácio do Planalto. A Casa Civil de Rui Costa claramente precisa se apossar do governo e fazer uma coordenação geral que hoje inexiste. Fazer isso em 2025 com vistas à eleição de 2026 será difícil, mas ainda é possível.

O ano de Bolsonaro será mais dramático. O calendário que o espera é de uma denúncia em fevereiro pelos crimes de falsificação de carteira de vacina, roubos das joias que ganhou enquanto presidente e — o mais importante de todos — a tentativa de golpe de Estado, em 2022. Ainda no primeiro semestre, o STF tornaria o ex-presidente réu e, ao fim de 2025, ele e as dezenas de outros acusados seriam julgados. Uma eventual prisão aconteceria entre o final do ano e os primeiros meses de 2026. Ninguém na Procuradoria-Geral da República ou no Supremo avalia haver chances de o ex-presidente ser inocentado.

Fora isso, Bolsonaro terá que lutar para preservar seu protagonismo nas articulações da direita. Por isso, insiste tanto em dizer a todo tempo que ele é o candidato A, B e C de 2026. Faz isso para manter as rédeas das negociações, pois já percebeu que o fato de ser o favorito de seu eleitorado não significa que terá de fato o poder de decidir sobre quem disputará no campo da direita.

Existe a ameaça concreta de Pablo Marçal, nome que, caso saia para o Planalto em 2026, poderia esvaziar uma candidatura da direita avalizada por Bolsonaro. Por isso, cresce a pressão para que o ex-presidente registre uma chapa tendo um de seus filhos como vice para que, uma vez negado o registro pelo Tribunal Superior Eleitoral, alguém com o sobrenome da família assuma a chapa. Embora tudo isso só vá acontecer em 2026, será em 2025 que as peças desse xadrez serão movimentadas — à espera do xeque-mate que Alexandre de Moraes prepara para seu maior detrator.

O ARCABOUÇO FISCAL DO GOVERNO É UMA ILUSÃO E NUNCA SERÁ CUMPRIDO POR ESTE GOVERNO

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

A cada vez que se debruça sobre seus resultados fiscais, o governo Lula da Silva empurra para um horizonte mais distante a estimativa de estabilização da dívida pública. Na projeção mais recente, a Secretaria do Tesouro Nacional previu que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) será estabilizada apenas em 2028 – no segundo ano do próximo governo, portanto –, quando já estiver correspondendo a 81,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Trata-se de uma mudança e tanto em relação ao que projetava originalmente o arcabouço fiscal. Em abril de 2023, para explicar de forma clara os objetivos do que classificava de “regime fiscal sustentável”, o Ministério da Fazenda elaborou um questionário com respostas a dúvidas que porventura surgissem sobre o arcabouço. Uma delas explicitava que a dívida deveria se estabilizar em 76,54% do PIB já em 2026, último ano da atual gestão. Isso num cenário conservador. A versão otimista, com queda dos juros futuros, dizia que o endividamento iria parar de crescer no mesmo ano, mas num patamar de 75,05%.

Todos esses cálculos são do Tesouro, e o fato de estarem sendo sistematicamente revistos – sempre para cima – comprova aquilo que o governo se recusa a encarar: o malogro do arcabouço fiscal. O regime que foi adotado em substituição ao teto de gastos com o propósito declarado de equilibrar e manter sob controle as contas públicas, “e ainda realizar investimentos nos próximos anos”, não tem sido capaz de conter o crescimento das despesas obrigatórias de um governo esbanjador.

O descontrole fiscal já estava instalado antes da posse de Lula, mas se intensifica mês a mês. Se o teto de gastos, ao impedir a explosão de gastos limitando seu crescimento à inflação, dificultava o financiamento de políticas públicas, o arcabouço tem sido ineficaz simplesmente por não estar sendo cumprido. Ao perceber que não entregaria a primeira meta prevista, o governo reviu as metas. Quando, mesmo assim, anteviu o rombo fiscal, se propôs a apresentar um pacote de corte de gastos, cuja fragilidade é evidente.

O plano apresentado, quando muito, tenta reduzir o ritmo de crescimento das despesas. A estratégia não convenceu, a percepção de piora fiscal levou ao atual choque de juros promovido pelo Banco Central para conter a inflação, que estoura o teto da meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional, fazendo o País entrar num círculo vicioso.

Relatório de Projeções Fiscais do Tesouro não deixa dúvidas sobre a piora da Dívida Bruta do Governo Geral, que abrange os governos federal, estaduais e municipais e é uma das principais referências para avaliação econômica dos países pelas agências de classificação de risco. Por esse parâmetro, parece óbvio que o Brasil está longe de recuperar o grau de investimento, a nota que indica o menor risco de inadimplência. Quanto maior a dívida, maior o risco de calote, mais onerosa a captação de recursos e menos investimentos são destinados ao país. Nessa toada, o País terá sorte se não perder o pouco de credibilidade que ainda lhe resta.

GOVERNO VETA A PARTICIPAÇÃO DE BETS NA COPINHA EM S. PAULO

 

História de Ricardo Magatti – Jornal Estadão

Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda decidiu proibir a presença de empresas de apostas esportivas em todas as partidas da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a Copinha, maior competição de futebol de base do País, que começa no próximo dia 2 de janeiro.

A decisão foi divulgada em nota técnica da Secretaria, que se baseou na lei 14.790/2023, que regulamentou as apostas no Brasil, para proibir o envolvimento das chamadas bets na Copinha. A legislação veda expressamente como objeto de apostas os eventos esportivos que envolvam as categorias de base.

A Secretaria também cita, na nota técnica, a portaria de 31 de julho de 2024 que estabeleceu regras e diretrizes para o jogo responsável e para as ações de comunicação, de publicidade e propaganda e de marketing, e menciona a importância da proteção de crianças e adolescentes, “um público vulnerável”.

O entendimento é de que, por ser uma competição em que a maioria dos atletas são menores de idade, a presença de bets seria prejudicial a esse público em vários aspectos. “O aumento da popularidade dos jogos de apostas apresenta desafios, especialmente em relação à publicidade direcionada aos jovens, considerada publicidade abusiva e portanto, proibida”, diz trecho da nota, assinada pelo secretário Regis Dudena e por Daniele Correa Cardoso, coordenadora-geral de Monitoramento de Jogo Responsável

Copinha 2025 não terá presença das bets em uniformes, estádios e transmissões Foto: Alex Silva/Estadão

Copinha 2025 não terá presença das bets em uniformes, estádios e transmissões Foto: Alex Silva/Estadão

“A juventude é uma fase de desenvolvimento cognitivo e emocional, em que os jovens estão mais suscetíveis a influências externas. O evento esportivo da Copinha não pode se propor a associar jovens atletas ao mercado de apostas por meio de patrocínios estampados nos uniformes, a ser um espaço para estimular os jovens a apostar, ainda que indiretamente, sob pena de incentivar o desenvolvimento de comportamentos de risco, dependência e até mesmo endividamento, afetando negativamente a saúde mental dos jovens, suas relações sociais e seu desempenho acadêmico”, explica a secretaria.

Segundo a decisão do órgão do governo, as bets estão proibidas de aparecerem nos uniformes dos times, como publicidade e propaganda em estádios em que serão realizadas as partidas da Copinha e propagandas nas transmissões em TV, rádio ou plataformas da internet. O descumprimento da regra resultará em sanções.

É esperado que essa proibição valha para todos os torneios de base no Brasil, o que afetaria – ainda que pouco – contratos de patrocínios vigentes dos clubes e federações com casas de apostas.

A Federação Paulista de Futebol já acertou patrocínio de uma empresa de apostas para a Copinha em 2023. Foi a Esportes da Sorte, que comprou o naming rights da competição naquele ano e expôs sua marca em placas de campo, inserções comerciais durante as transmissões digitais, redes sociais e outros ativos do campeonato.

TRUMP PRETENDE TOMAR O CANAL DO PANAMÁ PARA OS ESTADOS UNIDOS

História de Bruno Carbinatto – Superinteressante

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, ainda nem assumiu – a posse é só dia 20 de janeiro –, mas já vem protagonizando polêmicas com suas falas. Nas últimas semanas, o republicano cismou que quer aumentar o território americano, anexando pedaços de outros países ou mesmo países inteiros, incluindo de nações aliadas.

Trump brincou, por exemplo, que o Canadá pode se tornar o 51º estado americano. O país vizinho, com seus 40 milhões de habitantes, é um aliado de longa data dos EUA, e já deixou claro que não tem interesse nenhum em se unir à terra do tio Sam. Isso não impede Trump de ventilar seus planos mirabolantes, é claro.

O presidente eleito também quer anexar a Groenlândia, a gelada ilha com apenas 56 mil habitantes, um plano que ele já tinha anunciado em seu primeiro mandato. O local, um território semi autônomo que pertence à Dinamarca, já disse que não está à venda.

Por fim, Trump comprou briga com um terceiro país: o Panamá. Mais especificamente, ele quer tomar o controle do Canal do Panamá, um estreito canal que corta o país ao meio, ligando os oceanos Pacífico e Atlântico. A passagem é uma das mais importantes do mundo quando o assunto é comércio global, já que encurta, e muito, as distâncias de quem precisa passar de um lado para o outro.

Para justificar a medida, Trump alega que o país latino-americano de 4,4 milhões de habitantes cobra taxas “exorbitantes” de navios americanos que atravessam o canal (de fato, o imposto é caro: pode chegar a US$ 400 mil, dependendo do tamanho da embarcação). Além disso, relembrou que, de fato, a hidrovia foi construída pelos Estados Unidos, que mantiveram a posse do território por décadas.

O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, respondeu às falas de Trump de maneira enfática: “O Canal do Panamá pertence ao Panamá”, disse em um vídeo postado no X (ex-Twitter). “A soberania e independência do nosso país não são negociáveis.”

Trump, por sua vez, fez uma tréplica em tom ameaçador: “Veremos”.

Mas, afinal, por que o interesse repentino no canal? Qual a história da hidrovia, e Trump pode mesmo tomá-la para os EUA?

O que é o canal do Panamá

Imagine sair de Hong Kong, na China, num barco com destino a Nova York. Qual rota tomar? Dá para ir para leste, em direção às Américas, claro, mas, para chegar ao outro lado, é preciso dar a volta na América do Sul, descendo até a pontinha do Chile, onde fica o Cabo Horn, um local de difícil navegação

Outra opção é dar a volta ao mundo, indo para oeste, passando pelo Sudeste Asiático, cruzando o Canal de Suez no Egito, seguindo pela Europa e depois cruzando o Atlântico.

Também dá para viajar só até Los Angeles, na costa oeste dos EUA, e seguir o resto do caminho de carro ou trem.

Nenhuma opção é perfeita, claro, por causa das distâncias. Mas, até o século 20, eram as únicas existentes. Seria ótimo se desse para cortar caminho entre as Américas, certo? Mas não havia nenhuma passagem natural no imenso continente.

É aí que nasce o Canal do Panamá, uma das maiores inovações da engenharia moderna. A passagem conta com eclusas e lagos artificiais, uma estrutura bastante complexa. Veja no infográfico abaixo a comparação entre as rotas:

Com essa hidrovia, é possível ir do Oceano Atlântico para o pacífico (e vice e versa) em só 10 horas, viajando no caminho de cerca de 80 km na América Central. A alternativa – contornar a América do Sul – tem 11 mil quilômetros (e leva duas semanas).

A ideia de se construir uma passagem que cruze a América em algum istmo – o nome técnico de estreitas faixas de terra que ligam territórios maiores – é antiga. Foram consideradas obras do tipo em locais do México, na Nicarágua e em Darién, um território na fronteira entre o Panamá e a Colômbia.

Foi só no século 20 que a coisa foi para frente. Quem assumiu a obra foi justamente os EUA, em 1904; o canal foi inaugurado para uso dez anos depois. A construção custou mais de US$ 375 milhões – a obra de infraestrutura mais cara da história dos EUA até aquele momento –, e há registro de milhares de trabalhadores morrendo nas péssimas condições de trabalho, seja de acidentes ou de doenças tropicais como malária e febre amarela.

O governo americano não assumiu a bucha por caridade, é claro; a hidrovia beneficiou principalmente os EUA, encurtando as rotas marítimas de comércio do país que ascendia como uma potência global.

Nas décadas seguintes à sua construção, o canal foi posse dos americanos e administrado diretamente por Washington. No entanto, havia no Panamá muitos críticos a esse modelo, defendendo que, por se tratar de território panamenho, o controle do canal deveria ser feito pelo próprio país.

A tensão geopolítica aumentou ao longo dos anos, até que, em 1977, os dois países fizeram um acordo. O documento oficializava: a partir do dia 31 de dezembro de 1999, o controle do Canal do Panamá ficaria totalmente com o Panamá mesmo.

Desde então, a hidrovia tem sido controlada diretamente por uma agência estatal do Panamá. Em 2016, uma grande expansão do canal foi inaugurada, que permitiu que navios maiores cruzassem o caminho.

O país latino-americano lucra bastante (quase US$ 2 bilhões por ano) com o canal, claro, cobrando taxas de quem quer passar. Os preços variam muito, dependendo do tamanho da embarcação, sua função, acordos entre nações, etc. Em alguns casos, quem paga mais pode passar mais rápido; comprar com antecedência também ajuda a diminuir o preço.

Apesar de países do mundo todo utilizarem a hidrovia, dois terços de todos os navios que cruzam o canal têm os EUA como destino ou ponto de partida – por isso o enorme interesse americano no local.

Cerca de 13 mil a 14 mil navios cruzam a passagem todos os anos, segundo o Panamá. Explicamos como a obra funciona em detalhes neste infográfico.

Trump pode retomar o canal do Panamá?

Apesar do falatório, dificilmente o republicano levará o plano para frente.

Isso porque a transferência da administração do canal dos EUA para o Panamá foi legal e legítima, fruto de um acordo feito pelo então presidente americano Jimmy Carter e aprovado pelos senadores e deputados americanos. Não dá para simplesmente cancelar o documento.

O que o presidente pode tentar fazer, é claro, é um novo acordo com o governo panamenho, provavelmente oferecendo uma quantia generosa de grana para comprar de volta a administração do canal. Panamá, por sua vez, não parece disposto a esse tipo de negociação, pelo menos não por enquanto.

Há, claro, a última alternativa: tomar na marra o local, ou seja, guerra. Isso dificilmente acontecerá, claro: Panamá e EUA são nações aliadas e não há motivo para justificar uma ação tão extrema. Pelo menos essa é a conclusão sensata, claro – mas o presidente Trump nem sempre parece se contentar com o bom senso

 

SOB O GOVERNO LULA ESTATAIS ATINGEM DÉFICIT RECORDE EM 15 ANOS

 

História de STÉFANIE RIGAMONTI – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As estatais federais sofreram um processo de deterioração durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo especialistas. O resultado primário das companhias levantado pelo Banco Central corrobora essa visão.

Segundo dados atualizados do BC, de 2023 até outubro deste ano, o rombo nas empresas públicas federais somou R$ 5,1 bilhões. Apenas neste ano até outubro, o déficit foi de R$ 4,45 bilhões, o maior da série histórica para o período, descontada a inflação. Por enquanto, também é o maior de todos os anos fechados.

A base de comparação são os anos desde 2009, quando o BC deixou de colocar na conta a Petrobras e a Eletrobras que, por serem empresas muito grandes, acabam distorcendo os números. Os bancos públicos também não são contabilizados já que, pela natureza do negócio, não são equiparáveis a companhias não financeiras.

Para efeito de comparação, durante os dois últimos anos do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, quando as contas públicas e das estatais entraram em um processo bastante crítico, o déficit dessas companhias foi menor do que o valor atual. De 2013 até outubro de 2014, o rombo nas empresas públicas federais foi de R$ 1,8 bilhão. Descontada a inflação, ficou em R$ 3,1 bilhões.

Se a Petrobras for levada em conta, a situação foi mais precária sob Dilma. Além das inúmeras intervenções nos preços praticados pela petroleira e de investimentos inchados, a estatal esteve no centro das investigações da Operação Lava Jato, que revelou um rombo bilionário relacionado a corrupção na empresa.

Consultado, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos disse que apenas o resultado primário não é capaz de avaliar a saúde financeira nem o desempenho das empresas. Segundo a pasta, esses fatores só podem ser avaliados nas demonstrações de resultados de cada companhia.

“Em 2023, as 44 estatais federais e suas subsidiárias geraram lucro líquido de R$ 197,9 bilhões e recolheram R$ 49,4 bilhões em dividendos e Juros sobre o Capital Próprio para o Tesouro Nacional, além de outros R$ 78,7 bilhões para acionistas privados”, disse a pasta em nota enviada à reportagem.

Ainda segundo o ministério, parte expressiva desse déficit exposto nas estatísticas do BC corresponde a investimentos feitos pelas companhias.

Ainda assim, para a economista Elena Landau, responsável pelo programa de desestatização durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a situação é preocupante. Segundo ela, os dados das estatais federais só tendem a piorar nos próximos anos.

Landau critica a liminar do então ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski que afrouxou a Lei das Estatais em março do ano passado para permitir indicações do presidente Lula nas companhias públicas.

A decisão derrubou, por exemplo, a quarentena de 36 meses imposta a dirigentes de partidos políticos ou de pessoas que tenham atuado em campanhas eleitorais, permitindo que elas ocupassem cargos de direção em empresa pública e sociedade de economia mista.

A nomeação de Aloizio Mercadante (PT) para a presidência do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) foi uma das indicações que foram concretizadas após as mudanças na lei tanto pelo Supremo como pelo Congresso no início do governo de Lula.

Segundo Landau, mesmo que o tribunal depois tenha derrubado a liminar em plenário, os nomes indicados continuam nos conselhos de administração e na direção das estatais. Para a economista, muitas dessas indicações não seguem os critérios técnicos definidos pela Lei das Estatais e foram usadas como moeda de troca política.

O resultado disso, afirma, é uma piora da alavancagem (endividamento para realizar investimentos) das empresas públicas.

“Na época do governo da Dilma, todas as estatais estavam em situação de fragilidade. Se não fosse a dependência delas do Tesouro, muitas teriam entrado em recuperação judicial e ido a bancarrota. Quando [o ex-presidente Michel] Temer entrou, houve um choque de governança nas empresas públicas. Agora, Lula está repetindo os mesmos erros do passado”, diz Landau.

“Ele voltou a usar as estatais para políticas públicas, só pensa em gastar, está tentando intervir nas estatais e até em empresas que foram privatizadas, como Vale e Eletrobras, e voltou a investir em refinarias na Petrobras, o que foi um desastre no passado”, afirma.

Além de preservar a saúde financeira das empresas, Landau diz que a Lei das Estatais é um importante instrumento de proteção do governo contra as pressões políticas do Congresso. Muitos parlamentares usam indicações de nomes apenas para influência política e complemento de salários para seus indicados. Com a lei, o governo pode rejeitar indicações que não sejam técnicas sem ônus político.

O economista Fernando Antônio Ribeiro Soares, que foi diretor de coordenação e governança das empresas estatais durante o governo Temer, considera que as empresas públicas estão passando por um importante processo de deterioração de resultados e governança. Mas ele acredita que o próximo ano será crucial para um ponto de virada nesse sentido.

O mandato de conselheiros e diretores de estatais é de apenas dois anos. Com isso, entre março e abril de 2025, as empresas precisarão escrutinar esses nomes antes de uma renovação de mandato. Ele acredita que, com a derrubada da liminar de Lewandowski, se as pessoas que ocupam esses cargos estiverem desrespeitando a Lei das Estatais, terão que ser trocadas.

“A decisão do STF foi muito importante para validar a Lei das Estatais e, no processo de renovação de mandatos, as empresas terão que olhar as vedações impostas às nomeações. Se alguma estiver fora da lei, terá que ser revista”, afirma.

Mesmo que isso ocorra, Landau diz que o governo encerrou o ano com uma “cereja no bolo”. Assim ela classificou os últimos decretos da ministra Ester Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), um deles que reduz a dependência das estatais do orçamento do Tesouro.

Um dos principais alvos da medida é a Telebras, companhia pública do setor de telecomunicações. A estatal, que passou a depender de recursos da União em 2020, conseguiu melhorar seu caixa, mas tem esbarrado em limites orçamentários para honrar suas despesas e enfrenta dificuldades para pagar fornecedores em dia.

“A realidade é que a Telebras não tem função pública. Esses decretos da ministra Dewck foram um retrocesso enorme, porque essas estatais que eles miram nunca deram lucro e acabam servindo para receber indicações políticas”, diz Landau.

Os economistas concordam que as estatais precisam cumprir sua função social. Soares diz que elas têm que existir para contribuir com a segurança nacional e servir para o interesse coletivo. Justamente por isso, quando elas não exercem esse papel, ele defende que precisam ser privatizadas.

O professor da FGV (Fundação Getulio Vargas) Nelson Marconi, coordenador do CND (Centro de Estudos do Novo Desenvolvimentismo), diz que é preciso um olhar mais aprofundado para cada estatal e afastar o viés ideológico dessa análise.

Ele enxerga aspectos positivos e negativos na gestão das empresas públicas pelo governo Lula. No caso da Petrobras, especificamente, ele diz que a companhia tem retomado seu papel com os investimentos feitos em refinarias, por exemplo.

Marconi afirma que esse tipo de investimento em estatais traz retornos econômicos e em termos de infraestrutura interessantes para o país, que reverterão no futuro os resultados da companhia.

O professor afirma, porém, que ainda há muitas estatais sendo utilizadas para distribuição de cargos e de verbas a políticos e que não trazem um retorno à sociedade.

Ele citou como exemplo o caso da Codevasf. Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) revelou que mais de R$ 3,5 bilhões em emendas parlamentares foram investidos em obras de pavimentação feitas sem critério técnico ou de necessidade durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e no primeiro ano da gestão Lula por meio da estatal.

Nesses casos, Marconi defende que a empresa pública seja extinta ou privatizada.

“A empresa até pode gerar seu déficit para fazer investimentos necessários, mas o gasto corrente tem que ser equilibrado e a companhia precisa trazer um retorno à sociedade. Infelizmente, o governo não tem o costume de fazer essa conta”, diz.

No caso de empresas que tenham uma importância social clara, mas que estejam sendo má geridas, ele defende uma revisão de sua estrutura para aumentar a eficiência.

Ele cita como exemplos o caso da própria Telebras e dos Correios. “A Telebras era importante no passado. Hoje ela pode ser muito menor que antes e servir apenas para garantir que os serviços de telefonia cheguem a áreas que não são rentáveis para empresas privadas. O mesmo serve para os Correios”, diz.

ESTUDOS APONTAM QUE APENAS 8% DAS PESSOAS CONSEGUEM ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS DE ANO NOVO

 

Autor: Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria

Como planejar 2025 e aumentar suas chances de sucesso

(Foto: Isaque Martins)

Dezembro chegou e, com ele, a famosa pergunta: o que você quer para o próximo ano? Se você já se sentiu frustrado ao olhar para metas não cumpridas de anos anteriores, saiba que não está sozinho. Um estudo da Universidade de Scranton aponta que apenas 8% das pessoas conseguem alcançar seus objetivos de Ano Novo. Mas por que é tão difícil? E como mudar isso?

Planejar o próximo ano não precisa ser uma tarefa complexa ou chata. Na verdade, com algumas dicas práticas e baseadas em métodos comprovados, você pode transformar seus sonhos em conquistas reais. Vamos juntos?

1. Entenda onde você está agora

Antes de olhar para o futuro, é essencial refletir sobre o presente. O psicólogo Daniel Kahneman, vencedor do Prêmio Nobel, sugere que nossas decisões são mais eficazes quando analisamos dados concretos. Isso vale também para nossa vida pessoal.

Por isso, faça uma revisão do seu ano atual: o que deu certo? O que poderia melhorar? Liste suas conquistas, mas também os desafios enfrentados. Por fim, pergunte-se: como usei meu tempo? Por exemplo, se você passou muito tempo nas redes sociais, talvez seja hora de reorganizar as prioridades para o próximo ano.

2. Defina metas claras e alcançáveis

Já ouviu falar na metodologia SMART? Ela é amplamente utilizada em empresas, mas também pode ser aplicada à vida pessoal. Metas SMART são:

● Específicas (seja claro sobre o que quer);

● Mensuráveis (coloque números ou prazos);

● Atingíveis (não sonhe tão alto a ponto de se frustrar);

● Relevantes (que façam sentido para você);

● Temporais (defina um prazo).

Ao invés de dizer “quero fazer mais exercícios”, defina: “vou caminhar 30 minutos, três vezes por semana, durante os próximos três meses”.

Uma pesquisa publicada no Journal of Consumer Research mostra que as pessoas que estabelecem metas específicas têm até 42% mais chances de cumpri-las.

3. Priorize o que realmente importa

O autor e consultor Greg McKeown, no livro “Essencialismo: a disciplinada busca por menos”, defende que focar em poucas, mas importantes tarefas, é a chave para o sucesso. É fácil se perder em uma lista interminável de desejos, mas a verdade é que nossa energia é limitada. Por isso, recomendo que escolha de três a cinco objetivos principais para o próximo ano e use a regra 80/20: 80% dos seus resultados vêm de 20% das suas ações.

Para facilitar, escreva suas metas e coloque-as em um local visível, como na porta da geladeira ou na capa do seu caderno.

4. Quebre suas metas em pequenos passos

Um dos maiores erros ao planejar é olhar apenas para o grande objetivo final. Isso pode gerar ansiedade e desânimo. A ciência do comportamento humano nos mostra que pequenas vitórias são essenciais para manter a motivação.

Por isso, é essencial dividir suas metas em tarefas semanais ou mensais e estabelecer micro-metas que possam ser concluídas em pouco tempo.

Por exemplo, se sua meta é economizar R$ 5.000 no próximo ano, comece economizando R$ 100 por semana. Pequenos passos, quando somados, fazem toda a diferença.

5. Crie hábitos sustentáveis

James Clear, autor de “Hábitos atômicos”, explica que o sucesso está menos ligado à força de vontade e mais aos sistemas que criamos para sustentar nossos hábitos. Nesse sentido, tornar os hábitos fáceis pode ser um caminho. Deixe o tênis de corrida perto da porta ou prepare uma lancheira saudável na noite anterior.

Além disso, outra ação importante, para começar, é associar hábitos novos a rotinas existentes: se você já toma café da manhã todos os dias, aproveite esse momento para revisar suas metas.

Um estudo da European Journal of Social Psychology revela que leva, em média, 66 dias para criar um hábito. Ou seja, paciência e consistência são fundamentais.

6. Use ferramentas de planejamento

Tecnologia pode ser sua aliada no planejamento. Aplicativos como Trello, Notion ou até mesmo o bom e velho calendário do Google ajudam a organizar tarefas e monitorar o progresso.

Prefere algo mais simples? Um caderno ou planner físico também funciona. O importante é que você consiga visualizar seus compromissos e objetivos.

Se conseguir, reserve 15 minutos no domingo para revisar e planejar sua semana. Isso evita imprevistos e ajuda a manter o foco.

7. Monitore seu progresso e celebre conquistas

Planejar é só o começo. É preciso acompanhar como você está indo ao longo do ano. Faça uma revisão mensal para avaliar o progresso e ajuste suas metas, se necessário. Nestes momentos, pergunte-se: Estou no caminho certo? Preciso mudar algo? E, claro, comemore suas conquistas, por menores que sejam, pois isso aumenta a motivação e o senso de realização.

8. Cultive uma mentalidade de crescimento

É importante entender que nem tudo sairá como planejado — e está tudo bem. Carol Dweck, autora do conceito de “mentalidade de crescimento”, ensina que os erros são oportunidades de aprendizado.

Portanto, se algo der errado, reflita: o que aprendi com isso? É essencial focar no progresso, não na perfeição.

Lembre-se: o mais importante é continuar avançando, mesmo que aos poucos.

9. Inspire-se e compartilhe seus planos

A inspiração pode vir de livros, podcasts ou até conversas com amigos. Quando você compartilha suas metas com outras pessoas, cria um senso de responsabilidade e aumenta suas chances de sucesso.

Para 2025, considere montar um “time de apoio” com amigos ou familiares que possam te motivar ao longo do ano. E, claro, comece agora mesmo! Não espere até o dia 1º de janeiro para isso. Tire um tempo ainda hoje para refletir e organizar suas ideias. O futuro é construído no presente. Quanto mais preparado você estiver, maiores serão as chances de fazer do próximo ano o melhor de todos.

E você? Já sabe como será o seu 2025?

VALEON UMA STARTUP INOVADORA

Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon

A Startup ValeOn um marketplace que tem um site que é uma  Plataforma Comercial e também uma nova empresa da região do Vale do Aço que tem um forte relacionamento com a tecnologia.

Nossa Startup caracteriza por ser um negócio com ideias muito inovadoras e grande disposição para inovar e satisfazer as necessidades do mercado.

Nos destacamos nas formas de atendimento, na precificação ou até no modo como o serviço é entregue, a nossa startup busca fugir do que o mercado já oferece para se destacar ainda mais.

Muitos acreditam que desenvolver um projeto de inovação demanda uma ideia 100% nova no mercado. É preciso desmistificar esse conceito, pois a inovação pode ser reconhecida em outros aspectos importantes como a concepção ou melhoria de um produto, a agregação de novas funcionalidades ou características a um produto já existente, ou até mesmo, um processo que implique em melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade ao negócio.

inovação é a palavra-chave da nossa startup. Nossa empresa busca oferecer soluções criativas para demandas que sempre existiram, mas não eram aproveitadas pelo mercado.

Nossa startup procura resolver problemas e oferecer serviços inovadores no mercado.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

  • Publicidade e Propaganda de várias Categorias de Empresas e Serviços;
  • Informações detalhadas dos Shoppings de Ipatinga;
  • Elaboração e formação de coletâneas de informações sobre o Turismo da nossa região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas das 27 cidades do Vale do Aço, destacando: Ipatinga, Cel. Fabriciano, Timóteo, Caratinga e Santana do Paraíso;
  • Ofertas dos Supermercados de Ipatinga;
  • Ofertas de Revendedores de Veículos Usados de Ipatinga;
  • Notícias da região e do mundo;
  • Play LIst Valeon com músicas de primeira qualidade e Emissoras de Rádio do Brasil e da região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas e dos seus produtos em cada cidade da região do Vale do Aço;
  • Fazemos métricas diárias e mensais de cada consulta às empresas e seus produtos.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...