terça-feira, 17 de dezembro de 2024

TRUMP DIZ QUE O BRASIL ESTÁ ENTRE OS MAIORES TAXADORES DO MUNDO E QUE VAI TAXAR DE VOLTA

 

História de Matheus Andrade – Jornal Estadão

O presidente eleito dos Estados UnidosDonald Trump, defendeu nesta segunda-feira, 16, suas propostas para elevar tarifas para produtos estrangeiros e disse que são uma resposta a países que taxam as exportações americanas. Ao citar exemplos de nações que teriam tarifas elevadas, o republicano citou Brasil e Índia. “Quem nos taxar taxaremos de volta. Tarifas farão nosso país rico”, afirmou, em uma coletiva de imprensa em Mar-a-largo (Palm Beach, Flórida), a primeira desde que foi eleito.

Questionado sobre o impacto inflacionário da imposição de novas tarifas, Trump respondeu que, em seu primeiro mandato, elevou uma série de tarifas, e que o movimento não aumentou a inflação. O republicano defendeu ainda uma série de outras medidas de seu antigo governo, especialmente os cortes de impostos.

Sobre as relações com a China, Trump fez uma série de elogios ao líder Xi Jinping, ainda que não tenha confirmado a presença do chinês em sua posse. Segundo o americano, ambos contavam com uma boa relação quando estavam no poder, mas a pandemia alterou a situação. Por sua vez, ele disse que Xi é um amigo, e que “China e EUA podem resolver todos os problemas do mundo”.

O Softbank investirá US$ 100 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos, com foco em inteligência artificial e outras indústrias do futuro, anunciou Trump em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 16, em Mar-a-Lago, Palm Beach, na Flórida Foto: Evan Vucci/AP

O Softbank investirá US$ 100 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos, com foco em inteligência artificial e outras indústrias do futuro, anunciou Trump em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 16, em Mar-a-Lago, Palm Beach, na Flórida Foto: Evan Vucci/AP

Trump anunciou ainda que o Softbank fará investimento de US$ 100 bilhões nos EUA ao longo dos próximos quatro anos, “demonstrando confiança no mandato”. O foco será em inteligência artificial e outras indústrias do futuro. O presidente eleito repetiu uma proposta de que aqueles que investirem mais de US$ 1 bilhão terão facilidades com licenças federais, incluindo ambientais.

O republicano defendeu os planos para aumento da exploração de hidrocarbonetos no país, dizendo que há energia suficiente nos Estados Unidos para que não seja necessário importar de outros lugares, citando nominalmente a Venezuela.

Trump falou bastante sobre a guerra da Ucrânia, que admitiu ser uma questão mais complicada de resolver do que os atuais conflitos no Oriente Médio. Ainda sim, ele disse que conversará com o presidente russo Vladimir Putin e com o ucraniano Volodymyr Zelensky para colocar um fim à guerra.

CONGRESSO ENDURECE A META FISCAL PROPOSTA PELO GOVERNO

 

História de Daniel Weterman – Jornal Estadão

BRASÍLIA – O Congresso Nacional se movimenta para impor uma meta fiscal mais dura para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2025, aumentando o compromisso com o déficit zero das contas públicas no próximo ano. Por outro lado, o Legislativo quer aumentar o poder sobre as emendas parlamentares, ainda sem transparência, driblando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), e retirar estatais do Orçamento convencional da União.

As medidas foram incluídas no parecer da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 apresentado pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO), que deve ser votado nesta terça-feira, 17, na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso e até quinta-feira, 19, no plenário do Legislativo.

Senador Confúcio Moura (MDB-RO), relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Confúcio Moura (MDB-RO), relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A LDO autoriza o governo a gastar cada centavo do Orçamento. Sem a aprovação desse projeto, o governo corre o risco de enfrentar um apagão na máquina pública em 2025. A quatro dias úteis do encerramento do ano legislativo no Congresso e de um “shutdown” no Executivo federal, o governo espera concluir a aprovação nesta semana, em meio ao impasse sobre a votação do pacote de corte de gastos e da Lei Orçamentária Anual (LOA), que define para onde vai o dinheiro.

Meta fiscal

Conforme o Estadão antecipou, o relatório traz um dispositivo que obriga o governo federal a mirar apenas no centro da meta fiscal até outubro de 2025, sem considerar o piso inferior da banda que permite um ajuste mais frouxo nas contas públicas.

A meta de resultado primário (saldo entre receitas e despesas, sem considerar os juros da dívida) estabelece um déficit zero nas contas públicas em 2025. Mas há uma tolerância equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) para mais ou para menos – o que, na prática, permite um déficit de R$ 30,97 bilhões no ano que vem.

Em 2024, o governo usou essa tolerância para diminuir a necessidade de congelamento de despesas, afrouxando o controle das contas públicas. A prática de mirar no limite inferior da meta vem recebendo críticas de analistas do mercado, de consultorias de Orçamento do Congresso e do próprio Tribunal de Contas da União (TCU).

A cada dois meses, o governo faz uma avaliação do comportamento das receitas e das despesas para definir se há necessidade de congelamento no Orçamento (contingenciamento, como é chamado tecnicamente) para cumprir a meta fiscal. Esse congelamento acontece, por exemplo, quando a arrecadação não vem como era esperado, como ocorreu ao longo deste ano, e só se desfaz quando as contas voltam a ficar em dia.

Com a nova regra da LDO, até o quinto bimestre do ano, ou seja, até outubro de 2025, o governo terá de mirar no centro da meta, ou seja, no déficit zero, o que poderá exigir cortes maiores, tanto em despesas sob controle dos ministérios quanto em emendas parlamentares. O governo só poderá considerar a banda inferior a partir desse período.

Por outro lado, o Congresso quer blindar uma série de despesas do congelamento, incluindo as universidades federais, engessando o Poder Executivo na hora de escolher quais áreas serão atingidas pelo corte.

Salário mínimo

O parecer da LDO traz a previsão do Poder Executivo de um salário mínimo de R$ 1.502,00 em 2025, conforme as regras atuais, sem considerar os efeitos do pacote de corte de gastos que diminui o ganho do valor a partir do ano que vem. A quantia foi projetada pelo governo federal em abril, quando o projeto da LDO foi enviado, e está defasada.

Conforme o Estadão mostrou, o governo e o Congresso caminham para aprovar o Orçamento de 2025 sem incorporar o pacote de corte de gastos, diante da incerteza do que será aprovado, da possibilidade de desidratação e esperando a economia efetiva dos recursos ao longo do ano que vem, quando poderão ser feitos os ajustes. O salário mínimo afeta o cálculo das despesas com benefícios da Previdência Social, com o abono salarial e com o seguro-desemprego.

Emendas parlamentares

Com a LDO, o Congresso consolida o movimento de aumentar o controle sobre o Orçamento da União por meio das emendas parlamentares, recursos indicados por deputados e senadores para seus redutos eleitorais.

Em agosto deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o pagamento dos recursos, que foram liberados em dezembro sob novas condições.

O parecer do relator inclui as emendas de comissão, herdeiras do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão, no Orçamento de 2025. O Congresso e o governo combinaram a liberação de R$ 11,5 bilhões para esse mecanismo no próximo ano.

O Poder Executivo, porém, não reservou os recursos. Ou seja, o Congresso terá de tirar dinheiro de algum lugar. Despesas de custeio da máquina pública e investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) devem ser afetadas.

Pelas regras colocadas na LDO, as emendas de comissão serão controladas e indicadas pelos líderes partidários da Câmara e do Senado, que vão falar quais municípios e projeto serão contemplados. O parecer não obriga, porém, a divulgação individual do nome dos parlamentares realmente beneficiados pelo esquema, que é uma exigência do STF.

Na prática, o Congresso abre caminho para os “padrinhos” das emendas de comissão ficarem escondidos.

No caso da emenda Pix, o relator estabeleceu que os recursos só serão repassados após os Estados e municípios apresentaram um plano de trabalho dizendo o que farão com a verbas. Essa é uma exigência do STF. Por outro lado, o parecer estabelece que o dinheiro tem de ser colocado obrigatoriamente onde o parlamentar indicar – obrigação que não existe formalmente hoje.

O município ou o Estado também precisará apresentar uma prestação de contas em plataforma do governo federal sobre o uso da emenda Pix. Nos últimos dois anos, a LDO trouxe a mesma regra, que não foi cumprida em mais de 90% dos casos.

O parecer autoriza ainda o repasse de emendas parlamentares para municípios de até 65 mil habitantes inadimplentes com a União e permite o envio de emendas de comissão e emendas de bancada – que deveriam bancar apenas obras maiores e projetos de interesse nacional – a municípios escolhidos conforme a vontade dos paramentares, ao estender o entendimento de “projetos estruturantes” para programas prioritários do Plano Plurianual (PPA) e de “interesse nacional ou regional” para obras tocadas pelas prefeituras pelos governos estaduais.

Estatais fora do Orçamento

O relator da LDO deu aval para à proposta do governo Lula de retirar estatais do Orçamento convencional da União, revelada pelo Estadão. A medida abre caminho para que empresas migrem para o orçamento de estatais como a Petrobras mesmo ainda que ainda dependam de aportes do Tesouro Nacional para sobreviverem. Especialistas apontaram risco de novas manobras fiscais com a mudança.

A parte que o Tesouro coloca na empresa estatal continuaria submetida ao arcabouço fiscal, mas a despesa que a empresa gasta com recursos próprios não. Além disso, toda a despesa, independentemente da fonte de financiamento, sairia do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), que registra todas as movimentações financeiras do governo federal, diminuindo a transparência sobre o uso dos recursos.

Fundo partidário

A pedido do governo Lula, o relator diminuiu o reajuste do fundo partidário, verba que mantém o funcionamento dos partidos políticos e que está orçada em R$ 1,3 bilhão em 2025.

Pela regra em vigor, a verba é corrigida conforme o limite do arcabouço fiscal, com base nos valores pagos em 2016. Com a mudança, o reajuste será feito com base no valor de 2023, ano em que a nova regra fiscal entrou em vigor.

Segundo técnicos do Congresso, a mudança diminui o reajuste do fundo partidário de R$ 500 milhões para R$ 160 milhões entre um ano e outro. Nos bastidores, dirigentes partidários são contra e se movimentam para reverter a alteração durante a votação do projeto.

LULA ACHA QUE O BANCO CENTRAL ESTÁ ATRAPALHANDO O SEU GOVERNO

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

No mesmo dia em que recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, depois de uma cirurgia de emergência e cinco dias de internação, Lula da Silva mostrou que está mesmo em forma. Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, não deixou dúvidas sobre seu desejo de interferir na gestão de Gabriel Galípolo, seu escolhido para presidir o Banco Central(BC) a partir do ano que vem.

Lula avaliou que tudo tem dado certo em seu governo, e que a única coisa errada é a taxa de juros, que acaba de ser elevada para 12,25% pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central – com o voto inclusive de Galípolo.

“Não há nenhuma explicação. A inflação está quatro e pouco. É uma inflação totalmente controlada. A irresponsabilidade é de quem aumenta a taxa de juros todo dia, não é do governo federal. Mas nós vamos cuidar disso também”, disse Lula.

Ao contrário do que disse o presidente, contudo, há explicação para a alta dos juros. O Copom informou que decidiu elevar em 1 ponto porcentual a Selic, entre outras razões, como resposta à flacidez do pacote de ajuste fiscal anunciado pelo governo.

“A percepção dos agentes econômicos sobre o recente anúncio fiscal afetou, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes, especialmente o prêmio de risco, as expectativas de inflação e a taxa de câmbio. Avaliou-se que tais impactos contribuem para uma dinâmica inflacionária mais adversa”, informou o Copom. Segundo o comitê, esse fator, dentre outros, “exige uma política monetária ainda mais contracionista”.

Os “quatro e pouco” de inflação a que Lula se referiu são, na verdade, 4,87% no acumulado em 12 meses até novembro, como verificou o IBGE, nada menos do que 1,87 ponto porcentual acima do centro da meta inflacionária fixada pelo próprio governo para este ano. A inflação, que nos últimos meses se espalhou por todos os preços, já estourou o teto máximo permitido para 2024, caminha perigosamente para ficar acima do limite do primeiro período de 2025 e está longe de estar “totalmente controlada”, como afirma Lula.

Mas o demiurgo é incansável. Ao insistir em negar a realidade da alta da inflação e o papel dos gastos do governo nessa escalada, Lula pretende caracterizar o Banco Central como um instrumento do mercado para favorecer o rentismo em detrimento do crescimento do País. É tudo muito conveniente, especialmente porque o BC ainda é presidido por Roberto Campos Neto, indicado pelo antípoda de Lula, Jair Bolsonaro.

O problema é que Gabriel Galípolo, sucessor de Campos Neto escolhido por Lula, também votou a favor da alta dos juros e tem sido especialmente conservador em suas declarações sobre a inflação e o trabalho do BC em contê-la. Pode ser que tudo mude a partir de sua posse e que Galípolo, para agradar ao padrinho, se disponha a “cuidar disso”, isto é, baixar os juros na marra. Só daqui a algum tempo saberemos qual versão de Galípolo presidirá o BC, se o zelador prudente do poder de compra da moeda que ele parece ser até aqui ou o irresponsável sabujo do presidente perdulário, como desejam os petistas.

Em recente jantar em Brasília, Campos Neto disse que a tarefa de Galípolo no BC será bem mais difícil do que a dele. De fato, nos quatro primeiros anos de seu mandato de seis (como primeiro presidente autônomo ele permaneceu no cargo por mais dois anos para iniciar a série de mandatos não coincidentes com o da Presidência da República), Campos Neto teve pelo menos algum apoio da base aliada, ainda que as críticas de Bolsonaro à política monetária em momentos de juros altos não diferissem em quase nada das feitas por Lula.

Galípolo deve iniciar sua jornada trombando com Lula e com o PT. De nada adiantou o Copom ter explicitado a disposição de efetuar duas novas altas de 1 ponto porcentual até março, se Lula já está ignorando o que parecia ser uma barreira de contenção contra os arroubos do governo nos três primeiros meses da nova diretoria do BC. “Ninguém tem mais responsabilidade fiscal do que eu”, bradou o presidente, que deve terminar seu mandato com quatro anos de déficit fiscal.

BASHAR AL-ASSAD JUSTIFICA A SUA SAÍDA DA SÍRIA

 

História de AFP

Estudantes da Universidade de Damasco sobre uma estátua derrubada do falecido presidente sírio Hafez al-Assad

Estudantes da Universidade de Damasco sobre uma estátua derrubada do falecido presidente sírio Hafez al-Assad© Omar HAJ KADOUR

O presidente deposto Bashar al-Assad afirmou nesta segunda-feira que não fugiu de maneira premeditada da Síria no dia em que os rebeldes tomaram a capital Damasco e disse que a Rússia pediu sua saída de uma base militar sob ataque, em sua primeira declaração após o fim de seu regime.

Uma aliança de insurgentes liderada pelo grupo islamista sunita Hayat Tahrir al Sham (HTS) iniciou uma operação relâmpago em 27 de novembro a partir de seu reduto de Idlib, no norte da Síria, e tomou Damasco em 8 de dezembro. 

“Minha saída da Síria não foi planejada, nem aconteceu durante as últimas horas da batalha, ao contrário de certas afirmações”, declarou Assad em um comunicado divulgado pelo Telegram.

“Pelo contrário, fiquei em Damasco, cumprindo meu dever até a madrugada de domingo, 8 de dezembro”, disse.

Assad explicou que, diante do avanço dos insurgentes em direção a Damasco, ele viajou para Latakia, na costa do Mediterrâneo, “em coordenação” com a Rússia, um de seus aliados no conflito, para “supervisionar as operações de combate”.

“Quando a base russa de Khmeimim, onde estava refugiado, foi bombardeada por drones, Moscou pediu (…) uma saída imediata para a Rússia em 8 de dezembro”

Cinco ex-funcionários do governo afirmaram à AFP que, horas antes da tomada de Damasco pelas forças rebeldes e da queda do governo Assad, o ex-presidente sírio já estava fora do país.

Assad chama de “terrorista” qualquer grupo de oposição. A organização HTS tem um passado jihadista, pois tem raízes no antigo braço da Al Qaeda na Síria, a Frente Al Nusra.

A organização rompeu com a Al Nusra em 2016 e suavizou sua imagem, mas ainda é classificada como grupo terrorista pelos Estados Unidos e por outros governos ocidentais.

“Quando o Estado cai nas mãos do terrorismo e se perde a capacidade de fazer uma contribuição significativa, qualquer cargo fica vazio de propósito”, acrescentou o autocrata deposto.

A guerra civil na Síria começou em 2011, quando o governo Assad reprimiu de maneira violenta uma onda de protestos pacíficos. O conflito deixou mais de meio milhão de mortos e forçou milhões de pessoas a abandonarem suas casas. 

Assad estava no poder desde 2000, quando sucedeu o pai Havez.

DIA DE SANTA OLÍMPIA E CURIOSIDADES

Karla Neto – Colunista Correspondente

Nesta terça-feira(17), é celebrado Dia de Santa Olímpia, nasceu em Constantinopla no ano 368. Sua família pertencia à mais alta nobreza bizantina. Órfã quando menina, teve como tutor o prefeito de Constantinopla. Foi educada por Teodósia, irmã de Anfilóquio, bispo de Icônio.

Aos dezoito anos, casou-se com Bebrídio, prefeito de Constantinopla, mas acabou ficando viúva pouco tempo depois do casamento. Por volta de 386, o imperador Teodósio I queria casá-la com Helpídio, um parente seu, mas Olímpia recusou-se.

Olímpia usou sua fortuna para ajudar os necessitados e pobres, além de fundar um hospital e um orfanato, que era servido por uma comunidade de virgens consagradas.

Em 391, fornecendo ajuda aos hierarcas constantinopolitanos, tomou o véu das diaconisas, pelo patriarca Nectário. Grande amiga de João de Crisóstomo, eleito patriarca de Constantinopla em 397, Santa Olímpia se tornou sua filha espiritual.

Santa Olímpia morreu ainda jovem, em 25 de julho de 408, na Nicomédia (Turquia). É celebrada no Martirológio Romano, no dia 17 de dezembro.

CURIOSIDADES  – Karla Neto

Plantas amareladas nunca mais, saiba aqui o que deixa a sua plantinha linda:

O carvão pode ser a chave para transformar suas plantas amareladas e doentes em verdadeiras beldades verdes. Para preparar o carvão, basta pegar um pedaço de carvão e triturá-lo até que se transforme em um pó fino. O ideal é usar um liquidificador, pilão ou até mesmo um pano para realizar essa tarefa.

O carvão não é apenas um resíduo da churrasqueira; ele possui propriedades poderosas para melhorar a saúde das plantas. No entanto, é importante destacar que o carvão que será utilizado deve ser o que ainda não foi para a churrasqueira, pois o carvão cozido contém sal e gordura, o que pode prejudicar as suas plantas.

O pó de carvão é rico em nutrientes como carbono, potássio, magnésio e boro – todos essenciais para o crescimento saudável das plantas. Para isso, você precisará de aproximadamente 1,5 litros de água. O mais recomendado é utilizar água sem cloro, pois o cloro pode ser prejudicial para o solo e para as plantas.

Caso você só tenha acesso à água da torneira, basta deixar a água em uma bacia por 24 a 48 horas, permitindo que o cloro evapore.

Quando a água estiver pronta, adicione quatro colheres cheias do pó de carvão e mexa bem. Essa será a base do seu fertilizante natural. O carvão irá liberar seus nutrientes essenciais e ainda ajudar a melhorar a qualidade do solo.

Fonte: Karla Neto
Foto: Pro

Saiba aqui a fruta rica em vitaminas e que ajuda no combate à anemia: Veja¹

A acerola é uma excelente opção para quem busca uma árvore frutífera compacta e que se adapta bem aos vasos. Rica em vitamina C, a acerola tem um ciclo de frutificação rápido, podendo produzir até quatro colheitas por ano. Sua folhagem ornamental também a torna uma boa escolha para quem deseja aliar beleza e produtividade.

Características: a acerola possui um porte pequeno, o que a torna ideal para pequenos espaços. Com o devido cuidado, ela cresce de forma controlada e não gera muita sujeira. Seus frutos pequenos e saborosos são fáceis de colher e causam pouca bagunça.

Condições ideais: Para o cultivo em vaso, escolha um recipiente de tamanho médio, com boa drenagem e solo rico em matéria orgânica. A acerola gosta de sol pleno, sendo importante garantir que ela receba luz direta por pelo menos 4 a 6 horas por dia.

A acerola ajuda no combate à anemia por ser rica em vitamina C, um nutriente essencial para a absorção de ferro presente nos alimentos, favorecendo a formação da hemoglobina, que é o componente das hemácias responsável pelo transporte de oxigênio no sangue.

Além disso a vitamina A presente na acerola contribui para a boa saúde dos olhos. Vale ressaltar que a porção de vitamina A contida em uma acerola se assemelha à porção oferecida por uma cenoura.
Não só isso, mas a vitamina C presente na acerola contribui para o desenvolvimento sadio dos tecidos, impulsionando o surgimento de células novas, o que pode acelerar o processo de cicatrização e até mesmo ajudar a eliminar manchas na pele.

Fonte: Karla Neto
Foto: Karla Neto

Saiba aqui como ter um lindo jardim de ervas em casa: Veja!

Um jardim de ervas é uma alternativa saudável, econômica e até terapêutica para manter o uso sadio de plantas como manjericão, cebolinha, salsa, erva-cidreira e outras variedades.
E não é preciso muito espaço, ter um bom vaso e bastante cuidado já ajuda na construção do seu jardim de ervas!

Primeiramente, reserve um espaço mínimo em seu jardim. Algumas ervas podem dividir espaço até mesmo em um vaso. Para isso, é preciso conhecer as especificações de cada uma. Algumas preferem o solo mais úmido, enquanto outras, mais seco.

Conhecendo as preferências de cada uma, sabe-se quais delas podem dividir espaço no mesmo vaso sendo alimentadas com as quantidades adequadas de água e horas de luz solar.
Existem duas maneiras de você começar seu jardim de ervas: pelas sementes ou pelas mudas. Se você escolheu coentro, por exemplo, o mais recomendável é plantar as sementes diretamente no solo. Mas antes esmagá-las delicadamente para acelerar o processo.

Sementes de outras ervas como o alecrim podem demorar muito mais tempo para germinar. O ideal, então, é providenciar algumas mudas. Em todo o caso, você pode usar solo rico em compostos orgânicos garantindo o crescimento saudável das ervas.

Fonte: Karla Neto
Foto: Karla Neto

 

TER RAZÃO É A CAPACIDADE DE CHEGAR A CONCLUSÕES COM BASE EM PREMISSAS OU SUPOSIÇÕES

 

Mauro Falcão – Escritor brasileiro

Entre o Hipotético e o Científico 

Somos frequentemente colocados na posição de julgadores, analisando situações, comportamentos e determinando o que é certo ou errado. Vivemos como juízes de tudo e todos, muitas vezes sem refletir sobre os critérios que utilizamos para formar nosso convencimento.

Para que nossos julgamentos sejam justos, é imprescindível que sigamos critérios sólidos, como os estabelecidos pela lógica. Um raciocínio bem estruturado, com afirmações verdadeiras, conduz a conclusões confiáveis. Esses fatores cruciais são o que delimitam se nosso pensamento está inserido no campo científico ou no hipotético.

Assim, a validade das hipóteses depende essencialmente de ouvir a consideração de todos os envolvidos. Mais do que estarem presentes, os interessados devem participar ativamente do debate. Caso contrário, o que é muito comum, seremos levados a opinar com base em dados incompletos e parciais. Isso nos expõe ao risco de tirar conclusões erradas, assumir posições inadequadas e até espalhar percepções que prejudicam a reputação de outros.

Essa consciência, no entanto, nem sempre é imediata. Muitas vezes, só percebemos os danos quando experimentamos na pele os efeitos de julgamentos precipitados. A maturidade e a experiência de vida geralmente nos ensinam que a imparcialidade é uma virtude indispensável para a justiça.

Como regra de equilíbrio, nunca devemos tomar decisões sem considerar todas as perspectivas. No entanto, nossas convicções pessoais, profissionais, religiosas e políticas frequentemente nos levam a priorizar versões que confirmam nossas crenças. É mais confortável ignorar o que desafia nosso ponto de vista do que abrir espaço para uma pluralidade de perspectivas.

Portanto, a verdadeira crítica da razão está no esforço constante para agir com isenção e na disposição de aceitar que julgamentos só são justos quando embasados na totalidade dos fatos e na abertura ao contraditório. Porém, o grande desafio é alcançar essa isenção em um mundo tão polarizado e midiático, onde a emoção desempenha um papel fundamental nas nossas ações.

Ter razão é a capacidade de chegar a conclusões com base em premissas ou suposições. É uma forma de explicar causas e efeitos, e também um meio de demonstrar que se está no caminho certo. 

Ter razão pode ser um estímulo para a autoestima e uma forma de reequilibrar dissonâncias cognitivas. No entanto, é importante não exagerar na autovalorização e entender que nem sempre é preciso realizar as vontades. 

Algumas dicas para ter razão de forma mais equilibrada são: 

  • Selecionar as batalhas
  • Ser gentil, mesmo quando a batalha for necessária

DOS PAÍSES QUE COMPÕEM O SUDESTE ASIÁTICO SINGAPURA É CONSIDERADO OMAIS INOVADOR É UM DOS QUE INVESTE EM TECNOLOGIA NO MUNDO

 

Redação StartSe

O Sudeste Asiático tem avançado significativamente os investimentos em inovação e novas tecnologias. Dos países que compõem a região, Singapura é considerado o mais inovador, pois é um dos que mais investe em tecnologia no mundo.

Foto: Pexels

Com a economia em ascensão e um enorme público consumidor – estamos falando de uma população de 618 milhões de pessoas -, o Sudeste Asiático tem avançado significativamente os investimentos em inovação e novas tecnologias, tornando-se inclusive um terreno fértil para startups.

Dos países que compõem a região, Singapura é considerado o mais inovador, pois é um dos que mais investe em tecnologia no mundo, sendo inclusive, considerado o Vale do Silício asiático. 

O país é destaque por oferecer incentivos, criar polos tecnológicos e possuir a capacidade de atrair muitas multinacionais. 

Também fazem parte do Sudeste Asiático: Brunei, Mianmar, Camboja, Indonésia, Malásia, Filipinas, Tailândia e Vietnã.

A Microsoft, que não é boba nem nada, inclusive está investindo pesado no território. A companhia anunciou recentemente o investimento de US$ 1,7 bilhão, pelos próximos quatro anos, para alavancar a inteligência artificial e nuvem na Indonésia, incluindo a construção de data centers no país.

Com o mesmo objetivo, a Microsoft também investirá US$ 2,2 bilhões na Malásia e vai estabelecer uma infraestrutura tecnológica na Tailândia.

Com políticas governamentais amigáveis ao empreendedorismo e um cenário dinâmico de evolução tecnológica, o ecossistema de inovação do Sudeste Asiático tem crescido em ritmo constante. 

Startups dos mais diversos segmentos contribuem para o rápido crescimento econômico regional. Confira, a seguir, algumas das que mais se destacam no sudeste asiático:

Fang Thai Factory – Tailândia

Uma jovem empresária tailandesa resolveu transformar “palha em ouro”. Quando notou que a palha que sobrava nos arrozais após a colheita era queimada, prejudicando o meio ambiente, Jaruwan Khammuang decidiu fundar a Fang Thai Factory. A startup compra os restos das plantações de arroz e, em sua fábrica, trabalha o bagaço para usar na produção de embalagens descartáveis.

Grab – Singapura

O Grab, espécie de “Uber asiático”, oferece desde serviços de carona e delivery de comida a meios de pagamento e wallets. O negócio nasceu na Malásia, mas com a expansão, a sede foi para Singapura. O unicórnio, que estreou na Nasdaq no fim de 2021, se posiciona como uma plataforma “all in one” para os usuários dos oito países nos quais atua: Singapura, Malásia, Indonésia, Filipinas, Tailândia, Vietnã, Mianmar e Camboja.

Gojek – Indonésia

Principal rival da Grab, de Singapura, o unicórnio Gojek foi fundado em 2009, como um serviço de call center que conectava as pessoas com os couriers responsáveis por suas entregas. A evolução da internet fez com que o modelo de negócio mudasse para, em 2015, mediar o transporte entre pessoas e veículos em um modelo parecido com o da Uber, mas também envolvendo transporte por mototáxi. Em 2018, a empresa lançou o Go-Pay, carteira digital que já é o quarto principal serviço de pagamento na Indonésia.

MoMo – Vietnã

O MoMo é a e-wallet mais popular do Vietnã, com mais de 23 milhões de usuários ativos. Seu principal produto inclui um aplicativo móvel que permite aos clientes realizar transações diretamente de seus dispositivos. É aceito em mais de 80% dos estabelecimentos de alimentos e bebidas e 70% dos supermercados no Vietnã.

A fintech vietnamita se tornou unicórnio no fim de 2022, com valuation de US$ 2 bilhões, depois de levantar US$ 200 milhões em uma Série E liderada pelo Mizuho Bank, uma empresa financeira global com sede no Japão.

Naluri Life – Malásia

A Naluri Life é uma solução de saúde digital que melhora a saúde física e mental por meio de uma abordagem orientada por humanos e alimentada por IA. Fundada em 2017 em Kuala Lumpur, a startup já levantou mais de US$ 7 milhões em rodadas de investimento.

As 3 características de uma mente inovadora

Igor Lopes – Innova

Primeiro, inovar não é sobre criar coisas novas, mas também encontrar soluções que, embora já existentes, nunca foram adotadas em seu projeto.

Um caso real que comprova a minha tese é o Sr. Valdir Novaki, conhecido como “O pipoqueiro mais famoso do Brasil”.

Valdir era um pipoqueiro como os outros, mas ele sentia que precisava inovar em seu mercado.

Diante disso, Sr. Valdir adotou medidas de higiene e atendimento que ninguém fazia, mas que impactava diretamente na experiência do consumidor:

• Quem chegava no carrinho de pipoca do Valdir recebia uma dose de álcool em gel nas mãos antes de pegar a pipoca.

• Ele também limpava toda a bancada (de inox) do carrinho com álcool na frente dos clientes, deixando tudo impecável.

• Em cada dia da semana Sr. Valdir utilizava um uniforme (impecavelmente branco e limpo) do qual havia um bordado sinalizando o dia da semana.

• Ao receber a pipoca, os clientes de Valdir ganhavam uma balinha de brinde, para refrescar o hálito após o lanche.

Perceba que ele inovou, sem reinventar a roda, mas apenas trazendo abordagens simples que seus concorrentes não ousavam fazer.

Por conta disso, digo que a primeira e maior característica de uma mente inovadora é questionar o tempo todo.

Afinal, ao questionar situações e circunstâncias você encontra:

• Novos problemas;

• Oportunidades;

• E soluções.

Esse loop cria um mecanismo de descobertas que leva você (e o seu projeto) a novos resultados no caminho da inovação.

No entanto, trilhar este caminho não é fácil, por isso, toda mente inovadora tem a habilidade de ser constante, sem perder o ânimo.

Sem isso, é impossível levantar todos os dias e garimpar soluções em meio às frustrações causadas pelos fracassos que surgem no caminho da inovação.

Se olharmos para a história do Sr. Valdir, você notará que o sucesso dele não foi repentino. Mesmo inovando, as coisas levaram tempo para acontecer.

Por fim, a última característica de uma mente inovadora é o desconforto.

Imagina só:

Se homens como Steve Jobs, Jeff Bezos, Elon Musk e Sr. Valdir fossem pessoas satisfeitas e confortáveis com seus resultados, será que eles teriam conquistado tudo o que conseguiram?

Provavelmente não. Sr. Valdir, por exemplo, não só recebeu a alcunha de “Pipoqueiro Mais Famoso do Brasil”, como também já viajou boa parte do país dando palestras sobre empreendedorismo.

Ok, sabemos que não inovar é ruim.

Agora, será que inovar em excesso é bom?

Os limites da inovação

Pela minha experiência empreendendo no campo da tecnologia, esses são os dois maiores erros quando o assunto é inovação:

01 – Tentar reinventar a roda.

02 – Omissão.

Quem não se lembra do Google Glass, um típico exemplo de quem tentou inovar demais e precisou recuar.

Ou então a Playstation com o PS Vita, um videogame portátil que prometia grande desempenho e resolução, mas, no final, não teve adesão dos grandes desenvolvedores e, consequentemente, dos clientes.

Ainda no mundo dos games, a Microsoft lançou o Xbox Kinect, um sensor de movimentos exclusivo que prometia substituir os controles tradicionais do videogame.

Após alguns anos de insistência e baixa adesão dos desenvolvedores e gamers, o Kinect foi descontinuado pela Microsoft.

Inovação demais, utilidade de menos.

Por outro lado, temos alguns exemplos clássicos de empresas omissas que esperaram demais e perderam o bonde.

Blackberry

A primeira empresa de celulares a proporcionar conexão Wireless em seus aparelhos, dando origem à era dos Smartphones — uma inovação que acertaram de mão cheia.

Há 20 anos, ter um Blackberry era mais exclusivo, chique e estiloso do que ter um iPhone de última geração.

Na boa, sempre gostei dessa marca.

Realmente é uma pena que a empresa mãe dos smartphones tenha ficado para trás e hoje não ser nem a sombra do que já foi.

Também temos os exemplos clássicos, né? Nokia, Kodak, etc. Que você já cansou de ver por aí.

Todas essas foram empresas que, por arrogância, excesso de confiança ou medo, ficaram na mesma e sumiram do mapa por não inovar.

Mas, há também as empresas que inovaram na medida certa:

• Microsoft: vendia software de caixinha e hoje é uma potência tecnológica tanto em produtos como em serviços.

• Toyota: uma empresa tradicional do mercado automotivo, mas que nunca perde o timming em inovação. Da era do motor a combustão aos motores híbridos, a Toyota sempre está no topo do ranking em qualidade, confiabilidade, tecnologia e conforto.

• Amazon: de e-commerce de garagem a uma potência de varejo e tecnologia.

• Nvidia: a empresa que surfou a onda dos games (quando ainda era uma marola ignorada por todos), aproveitou o boom das criptomoedas e hoje é a maior fabricante de GPUs utilizadas no desenvolvimento de IAs.

Sabe o que todas essas empresas têm em comum?

Elas não inovaram por moda, mas para resolver problemas concretos na vida de seus consumidores.

Você não pediu, mas eu dou: minha opinião

Sabe qual é o grande problema desse papo de inovação?

Ela é uma faca de dois gumes que pode:

• Fazer você se perder em meio ao vício de inovar.

• Fazer você perder pela falta de inovação.

Então, fica a pergunta:

Como inovar mesmo que você não tenha uma mente inovadora?

Tenha dados e informações concretas na sua mão. Sempre.

Se você tem dados, você enxerga gargalos que precisam ser resolvidos. Se você enxerga os gargalos, você precisa de soluções — e é aqui onde a inovação se esconde.

Na maioria das vezes, inovar é ser como o Sr. Valdir, e não necessariamente como Elon Musk.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

  • Publicidade e Propaganda de várias Categorias de Empresas e Serviços;
  • Informações detalhadas dos Shoppings de Ipatinga;
  • Elaboração e formação de coletâneas de informações sobre o Turismo da nossa região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas das 27 cidades do Vale do Aço, destacando: Ipatinga, Cel. Fabriciano, Timóteo, Caratinga e Santana do Paraíso;
  • Ofertas dos Supermercados de Ipatinga;
  • Ofertas de Revendedores de Veículos Usados de Ipatinga;
  • Notícias da região e do mundo;
  • Play LIst Valeon com músicas de primeira qualidade e Emissoras de Rádio do Brasil e da região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas e dos seus produtos em cada cidade da região do Vale do Aço;
  • Fazemos métricas diárias e mensais de cada consulta às empresas e seus produtos.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

JUSTIÇA COMPANHEIRA DO GOVERNO E DOS DERROTADOS DO PT

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Há tempos as pesquisas de opinião registram que a credibilidade do Judiciário junto à população, em especial a do Supremo Tribunal Federal (STF), diminuiu na exata proporção em que cresce a percepção de seu protagonismo político. Há pelo menos dez anos está em curso um círculo vicioso e antirrepublicano que não dá sinais de arrefecer: a judicialização da política retroalimentada pela politização da Justiça.

Há razões estruturais para isso. A Constituição de 1988 é um documento excessivamente abrangente e prolixo que, como já notou o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, “constitucionalizou inúmeras matérias que, em outras partes do mundo, são deixadas para a política”.

Mas há razões conjunturais. Os freios e contrapesos estão estiolados. Sob chefes do Executivo fragilizados, o Congresso assumiu para si prerrogativas exorbitantes, mormente sobre o Orçamento, gestando uma espécie de parlamentarismo bastardo, em que os caciques têm muito poder e pouca responsabilidade. Com o colapso do presidencialismo de coalizão, ante um Legislativo indócil, o Executivo tem buscado no Judiciário um fiador da governabilidade.

Chamada para a dança política, a Suprema Corte não se fez de rogada, e tomou gosto em atuar ora como poder moderador da República, ora como poder tensionador, seja ditando políticas públicas às instâncias executivas, seja legislando a pretexto da “omissão” das Casas Legislativas. Na Lava Jato, instâncias inferiores do Judiciário se auto-outorgaram uma espécie de “competência universal de combate à corrupção”. Hoje, é o STF quem assume para si uma “competência universal de defesa da democracia”.

Os próprios representantes eleitos contribuem para a politização da Justiça. Partidos nanicos, sobretudo de esquerda, abusam do tapetão judiciário para reverter ou impor nas cortes causas que perderam no voto. “Nós temos culpa de tanta judicialização”, confessou ninguém menos que o presidente Lula da Silva, no início de seu mandato, num raro surto de sinceridade. “A gente perde uma coisa no Congresso Nacional e, ao invés de a gente aceitar a regra do jogo democrático de que a maioria vence e a minoria cumpre aquilo que foi aprovado, a gente recorre a uma outra instância para ver se a gente consegue ganhar.”

Se fosse o estadista que finge ser, Lula teria buscado sanear esse estado de coisas, desestimulando seus partidários de recorrerem ao tapetão sempre que perdem no voto e fazendo indicações técnicas para a Justiça. Ao contrário, Lula mandou às favas o pudor e o notório saber jurídico e indicou para o STF seu amigo e advogado Cristiano Zanin e o também amigo e correligionário Flávio Dino, realizando um “sonho antigo” de instalar nele alguém com “cabeça política”.

A colonização da Justiça não para por aí. Como mostrou reportagem do Estadão, Lula tem se dedicado com afinco a forrar não só o Executivo, mas tribunais superiores e regionais, além de órgãos e autarquias com leais servidores. As nomeações ligadas ao grupo de advogados militantes de esquerda Prerrogativas chegam às dezenas.

Respeitadas as prioridades técnicas, seria natural indicar figuras que compartilhem de uma visão progressista sobre a coisa pública. Mas não se trata apenas de alinhamento ideológico. Se fosse, a indicação de Joaquim Barbosa ao STF, em 2003, não seria considerada “desastrosa”, como disse um interlocutor próximo ao presidente à reportagem. Do que se sabe de suas manifestações públicas, Barbosa comunga dos ideais progressistas, mas seu pecado foi ter aplicado a lei no julgamento do mensalão petista.

“Estou convencido que tentar mexer na Suprema Corte para colocar amigo, para colocar companheiro, para colocar partidário é um atraso”, disse o então candidato Lula na disputa presidencial de 2022. Já o presidente Lula parece convencido de que se trata de um avanço. “A gente ganhou mais malícia”, disse o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas e amigo de Lula. Quando a malícia é critério para indicações na Justiça, o corolário, por necessidade lógica, é um só: más escolhas e más consequências para a legitimidade do Judiciário.

EXÉRCITO NÃO APOIA BRAGA NETTO E SE DESCOLA DELE

 

História de CÉZAR FEITOSA – Folha de S, Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A prisão do general Braga Netto no sábado (14) criou um fato inédito na história do país. Nunca antes um militar do mais alto posto do Exército havia sido detido por decisão do Judiciário, em processo conduzido por civis.

No ápice do enquadramento das Forças Armadas pela Justiça por causa da investigação sobre a trama golpista que envolve fardados, integrantes da cúpula do Exército tentam distanciar Braga Netto da instituição.

Quatro oficiais-generais ouvidos pela Folha dizem que o ineditismo da prisão causa constrangimentos para a caserna. Eles justificam, porém, que Braga Netto teria praticado os atos suspeitos como político, longe dos quartéis e já tendo queimado pontes com o oficialato.

A relação de Braga Netto com a cúpula das Forças Armadas ficou esgarçada ainda no fim de 2022, no governo de Jair Bolsonaro (PL). Naquela época, militares já suspeitavam que ele atuava nos bastidores para enfraquecer o comando do general Freire Gomes, então chefe do Exército, por causa da resistência deste aos planos golpistas.

As suspeitas viraram certeza quando a Polícia Federal revelou, em fevereiro, mensagens trocadas entre Braga Netto e o capitão reformado Ailton Barros. Na conversa, o general disse para “oferecer a cabeça” de Freire Gomes aos leões. “Cagão”, escreveu.

“Senta o pau no Batista Júnior [então chefe da Aeronáutica]. Povo sofrendo, arbitrariedades sendo feita [sic] e ele fechado nas mordomias”, escreveu Braga Netto, segundo diálogos capturados pela PF. “Traidor da pátria. Daí para frente. Inferniza a vida dele e da família.”

Braga Netto ainda incentivou Ailton Barros a espalhar um relato de uma reunião que o general Tomás Paiva teve com o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, ainda em 2022. “Parece até que ele é PT, desde pequenininho”, dizia o texto. Paiva é o atual comandante do Exército.

Os fatos distanciaram Braga Netto da atual cúpula militar, que agora diz que já esperava a prisão do general cedo ou tarde. Há ainda temor de que militares mais próximos, como os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, tenham o mesmo fim.

O entendimento que tem sido defendido —e difundido— pela cúpula das Forças Armadas é o de que a trama golpista foi uma ação de militares da reserva, e não um plano de golpe militar, de iniciativa institucional.

A PF indiciou, até agora, 25 militares por participação na trama golpista. Entre eles, estão sete oficiais-generais —dentre os quais, um (Estevam Theophilo) estava no Alto Comando do Exército no fim do governo Bolsonaro. Ao todo, 12 eram da ativa.

Embora a prisão já fosse esperada, ela pegou de surpresa a cúpula do Exército por ter acontecido em um sábado. De acordo com relatos, o comandante Tomás Paiva foi informado pela PF na noite de sexta-feira (13) sobre a operação, sem saber dos alvos, como de praxe. A informação foi repassada ao ministro da Defesa, José Mucio Monteiro.

Ainda segundo relatos, Tomás só teve conhecimento de que Braga Netto seria preso por volta das 6h —a cúpula das Forças Armadas é comunicada com antecedência de operações contra militares só quando mandados devem ser cumpridos em instalações oficiais.

Por cerca de três horas, os militares da cúpula do Exército debateram onde ele ficaria preso. A cautela se deve à preocupação com a hierarquia para manter sob custódia um general quatro estrelas.

Braga Netto está detido na 1ª Divisão de Exército, no Rio de Janeiro, em uma cela individual. Ele foi preso por suspeita de obstrução de Justiça, porque teria buscado detalhes sigilosos da delação premiada de Mauro Cid com familiares do tenente-coronel. Todos os militares têm direito a ficar presos em quartéis.

O general, porém, pode ser levado para um presídio comum caso seja declarado indigno para o oficialato pelo Superior Tribunal Militar. Para isso, teria que ser condenado a mais de dois anos de prisão, em processo transitado em julgado e com a perda do posto e da patente confirmada na Justiça Militar.

Em nota, o Exército disse que tem colaborado com as investigações em curso. “A Força não se manifesta sobre processos conduzidos por outros órgãos, procedimento que tem pautado a relação de respeito do Exército Brasileiro com as demais instituições da República”, afirmou.

Apesar do enquadramento no Judiciário, o ministro José Mucio tem apostado numa política de acomodação com as Forças Armadas para arrefecer a crise. O Congresso Nacional também evita temas espinhosos para os militares —Braga Netto nem sequer foi chamado a depor na CPI do 8 de Janeiro, realizada em 2023.

Mucio foi procurado, mas não respondeu à reportagem. A defesa de Braga Netto nega que ele tenha tentado interferir nas investigações e diz que isso será provado. Anteriormente, ele negou ter participado da trama golpista.

A história brasileira registra outros generais presos. O general-de-exército Euclydes Figueiredo Filho ficou detido por dez dias em 1989 por chamar o então ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, de “covarde” e “omisso”.

Euclydes era irmão de João Baptista Figueiredo, general que presidiu o país na ditadura militar. Ele também ficou preso no Comando Militar do Leste.

Por questões disciplinares, o marechal Hermes da Fonseca foi preso duas vezes, e os generais Alcides Etchegoyen e Fiúza de Castro foram detidos por poucos dias em 1955.

O general Hugo Abreu foi preso em 1978, durante a ditadura militar, por ter enviado a colegas fardados um documento com acusações contra integrantes do governo Ernesto Geisel. No ano seguinte, foi preso novamente por publicar um livro com as mesmas queixas.

O historiador Carlos Fico, estudioso da ditadura militar, conta que a diferença do caso de Braga Netto é que a prisão não decorre de questões internas do Exército.

“O ineditismo realmente está nesse fato de que não se trata, no caso do Braga Neto, de uma prisão ordenada pelo Poder Executivo, seja o presidente da República, seja o ministro da Guerra. Não é uma simples questão disciplinar, mas um crime contra a democracia, uma tentativa de golpe”, diz Carlos.

“Nesse sentido, é inédito porque a prisão preventiva decorre de uma ação da Justiça e também porque nós estamos numa fase democrática, quer dizer, não se trata de uma ordem de prisão no contexto de uma crise institucional”, completa.

Colaborou Demétrio Vecchiolli, de Brasília

JABUTIS DAS TERMOELÉTRICAS VÃO ENCARECER A CONTA DE LUZ EM 2025

 

Blog do Pedro Côrtes – CNN

Senadores aprovaram eólicas offshore, mas incentivaram térmicas movidas a combustíveis fósseis1

Jabutis propostos pelo Senado acabam penalizando duplamente os consumidores.
Jabutis propostos pelo Senado acabam penalizando duplamente os consumidores. • Jonas Pereira/Agência Senado

As usinas termoelétricas, que utilizam combustíveis fósseis, são a fonte mais custosa de geração de energia elétrica no país. É exatamente esse o tipo de fonte beneficiada, com jabutis inseridos na lei, que regulamenta o funcionamento das usinas eólicas offshore no país.

Texto seguiu para sanção presidencial e o governo anuncia que vetará trechos que exigem maior uso de termelétricas, mas o Congresso poderá derrubar a decisão da Presidência.

Na política brasileira, o termo “jabuti” é utilizado para descrever dispositivos incluídos em um projeto de lei, sem relação com o objetivo principal. O termo vem da expressão “jabuti não sobe em árvore”, indicando que algo foi colocado ali artificialmente.

As usinas eólicas offshore apresentam um grande potencial de geração de energia elétrica, mais barata, por aproveitarem os ventos oceânicos, em geral, mais intensos e frequentes.

Ao mesmo tempo em que busca regular esse tipo de serviço, o texto aprovado no Senado incluiu incentivos ao uso de geração termoelétrica não previstos no texto original.

Maior custo

Quando o uso das termoelétricas se intensifica, isso repercute diretamente no aumento da conta de luz.

Os jabutis propostos pelo Senado acabam penalizando duplamente os consumidores. Incentivam o uso da geração termoelétrica, ao ampliar o prazo de contratação dessa fonte para 2050 (antes, o prazo original iria até 2040) e incluiu mais duas usinas a carvão na lista.

O projeto de lei aprovado também determina a contratação compulsória de pequenas centrais hidrelétricas, com 4,9GW adicionais, mesmo se não houver necessidade. Novamente, quem pagará essa conta serão os consumidores.

Também foi acrescentada a contratação compulsória de 4,25GW produzidos por usinas termelétricas a gás natural que operem continuamente, sem possibilidade de redução ou desligamento, mesmo quando há excesso de energia ou opções mais baratas, como solar e eólica.

Vetos presidenciais

O presidente Lula poderá vetar dispositivos específicos desse projeto de lei, como subsídios a termelétricas, por serem contrários à política ambiental ou à transição energética. Nesse caso, o texto voltaria ao Congresso, que poderia manter ou derrubar os vetos.

Caso o Congresso opte por derrubar vetos presidenciais, será necessária a aprovação da maioria absoluta, 257 deputados e 41 senadores, em votação conjunta. Os jabutis colocados nesse projeto sobreviverão?

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...