sexta-feira, 11 de outubro de 2024

CRESCIMENTO COM AUMENTO DE IMPOSTOS OU COM INICIATIVA PRIVADA

 

História de Bruno Pavan – IstoÉ Dinheiro

O ex-ministro da economia Paulo Guedes esteve nesta quinta-feira, 10, em São Paulo criticou a escolha do governo Lula e do Ministro da Fazenda Fernando Haddad de aumentar impostos. Apesar disso, ele afirmou que o país “está com tudo pela frente”. A declaração aconteceu no evento CRM Bonus Conference.

“O Brasil arremete todos os dias contra ele mesmo, mas a janela de oportunidades se abriu. Estamos na frente na transição energética. Nós somos um país que chegou no baile no final e está limpinho, pronto pra crescer. Mas você precisa fazer escolhas: se é o Estado que vai fazer esse crescimento, aumentando impostos, ou se vai focar na iniciativa privada”, disse, sem citar nenhum nome.

Ordem liberal acabou

Em outra parte do seu depoimento, o ex-ministro afirmou que a ordem liberal que nasceu com o fim da guerra fria acabou por conta da situação política e social dos Estados Unidos e da União Europeia.

“O ocidente achou que as democracias tinham vencido, mas isso não é verdade, foi a ordem liberal que venceu. Agora, o mundo estava em um baile funk, todo mundo dançando, até que a polícia chegou e acabou com tudo. A ordem liberal acabou primeiro com a guerra comercial entre Estados Unidos e China, depois com a pandemia de covid-19 e, por fim, na guerra entre Rússia e Ucrânia. E não se espantem, esse barulho vai aumentar. Não sou eu quem disse isso, foi a secretária (do Tesouro dos EUA) Janet Yellen”, disse.

Guedes também afirmou que o tempo da produção globalizada, onde as grandes empresas lavavam as indústria para a China acabou e agora os países da UE e os Estados Unidos vão levar a produção para “países amigos”.

“Nós não podemos mais ficar expostos àquela região (China). Então vamos trazer a produção para países amigos, a Índia. A Índia é a China de amanhã”, disse.

Volta ao setor público?

O nome do economista ficou em voga nesta quinta-feira por conta da declaração do prefeito Ricardo Nunes que se o ex-presidente Jair Bolsonaro indicar o nome do economista para o seu governo, ele vai aceitar a indicação. 

No mês de julho o ex-ministro foi anunciado como presidente do Conselho da gestora de investimento Legend Capital e tem a tarefa de montar e liderar a equipe especializada em reestruturações corporativas. 

Liberalismo – Mundo Educação

O liberalismo é uma corrente de pensamento que ganhou espaço na Europa, no século XVIII, e visava a ampliar as liberdades individuais e reduzir o autoritarismo do Estado.

John Locke, filósofo inglês considerado um dos “pais” do liberalismo.
John Locke, filósofo inglês considerado um dos “pais” do liberalismo. [1]

O liberalismo é um conjunto de pensamentos que surgiu no século XVII e ganhou destaque na Europa do século XVIII. O seu apogeu ocorreu após a Revolução Industrial, no início do século XIX. Basicamente, a visão liberal de mundo consiste em enxergar que todos os seres humanos são dotados de capacidades para o trabalho e intelectuais e que todos têm direitos naturais a exercer a sua capacidade.

Dessa maneira, o Estado não tem o direito de interferir na vida e nas liberdades individuais dos cidadãos, a menos que esses atentem contra a ordem vigente. Esse pensamento liberal norteou eventos como a Revolução Francesa e a Revolução Industrial, criando um Estado de Direito liberal na modernidade, que visava assegurar os direitos dos cidadãos e acabar com o despotismo.

Leia também: Totalitarismo: regime político que visa ao controle total da vida pública e privada

Resumo sobre liberalismo

  • Doutrina política e econômica que surgiu entre os séculos XVII e XVIII;
  • Visava a acabar com os governos absolutistas, estabelecendo um quadro de igualdade e de defesa da liberdade;
  • Perdeu força com a ascensão da burguesia industrial;
  • Foi reformulado a fim de atender às demandas pós-crise de 1929;
  • O neoliberalismo defende que a iniciativa privada deve tocar a economia livremente, sem a interferência do Estado.

Características do liberalismo

O liberalismo, como um todo, visava a acabar com a opressão do chamado Antigo Regime (as monarquias absolutistas que dominaram, durante muito tempo, as potências europeias). Para os liberais, o ser humano era dotado de direitos naturais (pensamento herdado do filósofo inglês John Locke) que assegurariam o direito de todos os cidadãos de participar da política e da economia, de trabalhar, acumular riquezas e adquirir uma propriedade privada. Do mesmo modo, eram direitos naturais à vida e à liberdade, sendo vedado ao Estado qualquer forma autoritária e injustificada de restrição da liberdade ou assassinato dos cidadãos.

Para os teóricos liberais modernos, não havia qualquer justificativa para o controle da vida, do governo e da economia por parte dos monarcas. Isso porque a monarquia absolutista estava assentada no ideal do direito divino, ou seja, os governantes eram pessoas eleitas por Deus para guiar o povo. O pensamento moderno, já altamente racional, rejeitava essa noção.

Para os modernos, era a razão, distribuída entre as pessoas, a responsável por criar um projeto de mundo capaz de impulsionar a sociedade e os indivíduos ao crescimento. Esses ideais, que constituíam o Iluminismo, geraram o centro do pensamento liberal: a capacidade individual de trabalhar, criar e evoluir.

Tipos de liberalismo

O liberalismo clássico pode ser dividido em liberalismo político e liberalismo econômico. Chamamos de liberalismo clássico aquele que surgiu dos ideais de filósofos liberais do século XVII e XVII contra o Antigo Regime e a favor da livre iniciativa individual na economia. Em contraposição, existe o neoliberalismo, que é uma doutrina econômica do século XX que resgatou elementos do liberalismo, adaptando-os à realidade econômica do mundo globalizado e do capitalismo altamente desenvolvido.

  • Liberalismo político

O pensamento liberal, em geral, visava a acabar com a opressão estatal sobre a vida das pessoas em seus aspectos políticos e econômicos. Para tanto, era necessário abandonar a visão medieval de governo, baseada no poder absoluto e irrestrito de um governante e no severo controle da economia por parte do Estado (como ocorreu no mercantilismo, em que os governos promoviam as ações da economia, baseadas no comércio e na exploração de colônias, controlando absolutamente tudo).

Ao abandonar a visão antiga de governo e economia, os liberais modernos adotaram uma visão política baseada no republicanismo ou no parlamentarismo. Esses sistemas políticos permitiam a divisão dos poderes, retirando das mãos de um monarca o poder absoluto.

O filósofo francês Charles de Montesquieu, um dos pensadores que influenciaram o liberalismo e a Revolução Industrial, defendeu a divisão dos poderes estatais em três partes: o Poder Legislativo (formado por um corpo de legisladores, que criarão as leis); o Poder Executivo (formado por um corpo de governo responsável por executar as leis e governar a cidade ou o país); e o Poder Judiciário, que atua quando algum cidadão infringe as leis estabelecidas ou entra em conflito de interesses com outros cidadãos ou com o Estado.

  • Liberalismo econômico

No campo econômico, foram as ideias do filósofo e economista inglês Adam Smith que predominaram para estabelecer as diretrizes desse novo pensamento econômico. O liberalismo econômico consiste no entendimento de que o Estado não deve interferir na economia, pois essa deve ser feita a partir da livre iniciativa dos cidadãos, que devem ser livres para produzir e fazer comércio, sendo responsáveis por si mesmos.

A meritocracia e a valorização do esforço individual são marcantes no pensamento liberal, que coloca como responsável pela riqueza e pelo sucesso, unicamente, o indivíduo. Para Smith, haveria uma espécie de “mão invisível” que faria com que a economia se desenvolvesse autonomamente no poder da iniciativa privada, sem necessitar do Estado, pois esse colocava um entrave no crescimento econômico ao querer reivindicar a sua parte nos lucros sem nada oferecer em troca.

História do liberalismo

As primeiras insurgências liberais começaram já no fim do século XVII, com um pensamento burguês que desafiava a ordem vigente do absolutismo. Na Inglaterra, esse fator ocorreu com a Revolução Gloriosa, que acabou de vez com o absolutismo inglês e implantou um regime parlamentar no país que manteve a monarquia, mas abriu um Parlamento com a possibilidade de participação política de pessoas que não pertenciam à nobreza.

O pensamento liberal começou a se espalhar pela Europa, destacando-se personalidades como o filósofo inglês John Locke, o filósofo e jurista inglês Jeremy Bentham, além dos filósofos políticos franceses pertencentes ao Iluminismo, como Voltaire, Montesquieu e Diderot.

Charles de Montesquieu, um dos filósofos iluministas franceses.
Charles de Montesquieu, um dos filósofos iluministas franceses. [2]

Em razão da influência do pensamento iluminista, que valorizava a razão e a racionalidade em detrimento da antiga concepção religiosa que tomava conta da vida política durante a Idade Média, as pessoas atentaram-se para o fato de que a vida pública deve ser regida pela racionalidade, e não pela religião.

Também foi fundamental a percepção de que existem direitos básicos que devem ser garantidos, o que John Locke chamou de naturais e que os iluministas franceses chamaram de direitos do homem e do cidadão. Dentre tais direitos, destacam-se a liberdade, a igualdade (no caso, não a igualdade socioeconômica, mas a extinção de um sistema de nobreza que privilegia as castas nobres na política) e o direito à propriedade (nos regimes absolutistas, a maior parte da propriedade concentrava-se nas mãos da nobreza e do clero).

Outro fator que impulsionou o pensamento liberal foi a Revolução Industrial e o desenvolvimento do capitalismo industrial. A burguesia queria expandir os seus negócios, produzir mais, lucrar mais e expandir a propriedade privada. Com os entraves colocados pelos governos autoritários, os burgueses viam-se incapacitados de lucrar como queriam. Daí, as ideias liberais fizeram nascer um pensamento liberal no campo econômico para permitir o desenvolvimento econômico baseado apenas nos esforços da burguesia, sem interferência estatal.

Veja também: Direitos humanos: os direitos básicos em favor da existência humana

Neoliberalismo e liberalismo

O liberalismo clássico mostrou-se ineficaz no início do século XX, após o advento de crises, como a Grande Depressão de 1929, em que a Bolsa de Valores de Nova Iorque quebrou. O cenário era de desemprego geral e péssimas condições de vida e trabalho para a classe operária europeia e estadunidense (principalmente), mas também para as classes operárias de outros países fora dos grandes eixos industriais.

O socialismo havia inspirado a formação de organizações sindicais, que organizavam grandes greves contra a exploração dos trabalhadores por parte da burguesia, algo comum e necessário dentro da doutrina liberal. O cenário do século XX fez com que governantes e economistas revissem o liberalismo clássico.

Um dos economistas que apresentaram uma proposta diferente foi o inglês John Maynard Keynes, formulando uma doutrina conhecida posteriormente como keynesianismo. Essa teoria trouxe uma forma de pensar a economia capitalista como um misto de lucro para a iniciativa privada, mas com uma regulação estatal que assegurasse boas condições de vida para toda a população, e não somente para uma classe privilegiada.

As formas de governar que surgiram a partir dessas ideias ficaram conhecidas como social-democracia, sendo aplicadas nos Estados Unidos por Franklin Delano Roosevelt e por países nórdicos europeus, como a Finlândia. A educação, a saúde, a segurança, o pleno emprego e a dignidade da vida deveriam ser promovidos pelo Estado quando a iniciativa privada não conseguisse atingir a todos com os seus benefícios, o que fez surgir um Estado de bem-estar social, que tornaria mais digna a vida humana e permitiria o acesso ao consumo por parte das classes trabalhadoras.

Como resposta a esse tipo de política econômica, o economista da Escola Austríaca de Economia, Ludwig von Mises formulou uma doutrina político-econômica que resgatava os elementos do liberalismo clássico e adaptava-os à realidade do capitalismo globalizado e altamente desenvolvido do século XX.

Ludwig von Mises, economista da Escola Austríaca que fundamentou as primeiras teorias neoliberais. [3]
Ludwig von Mises, economista da Escola Austríaca que fundamentou as primeiras teorias neoliberais.[3]

A nova realidade não permitiria uma completa e total separação entre a economia e o Estado, mas permitiria ajustes que os neoliberais consideravam necessários. Esses ajustes visavam, em geral, à ampliação da iniciativa privada na oferta de serviços básicos e a supressão quase total das empresas, órgãos e funcionários públicos, a fim de, como dizem os neoliberais, desinflar a máquina estatal. Por essa lógica, o papel do Estado na economia seria quase nulo, a cobrança de impostos abaixaria muito e os serviços básicos seriam, em sua maioria, cobrados.

Críticos dessa vertente econômica dizem que esse tipo de política econômica tende a manter uma classe privilegiada no poder econômico, assim como acontecia no liberalismo clássico, além de precarizar a vida do trabalhador, que precisa trabalhar mais e perde muitos dos seus direitos trabalhistas.

CURIOSIDADES DA VIDA REAL

Karla Neto – Colunista correspondente

Você sabia que a castanha do caju ajuda na memória e atua no controle do açúcar no sangue?

Castanha de Caju é rica em gorduras monoinsaturadas, as famosas Gorduras Boas, que protegem a saúde do coração. Também é fonte de Cálcio e Ferro, importantes para a saúde dos ossos.

O valor nutricional da castanha de caju é imenso. O fruto do cajueiro é um excelente aliado da saúde por conter antioxidantes e ser rico em gorduras boas para o coração. Além disso, fornece também minerais como magnésio, ferro e zinco. O resultado é que consumir castanha de caju faz um bem danado para o organismo:

 •Previne o envelhecimento precoce: por ser rico em antioxidantes, evita o dano dos radicais livre;

* Ajuda a memória: contém selênio, um nutriente que atua na proteção da saúde do cérebro, além de conter vitamina E, que contribui para prevenção de doenças como Alzheimer.

* Faz bem para o coração: sua composição favorece o aumento do colesterol “bom” (HDL) e ajuda a diminuir o colesterol “ruim” (LDL);

* Atua no controle do açúcar no sangue: as fibras da castanha de caju atrasam a absorção dos açúcares, além de diminuir a liberação de insulina, (glicose) por conta de seu baixo índice glicêmico e grande teor de fibras. O baixo índice glicêmico significa que elas elevam os níveis de açúcar no sangue de forma gradual, evitando picos repentinos.

* Fortalece o sistema imunológico: pois contém zinco, e as vitaminas A e E;

* Up no seu bem-estar: o zinco em sua composição ajuda a prevenir ou amenizar sintomas de depressão;

* Mantém a pele bonita e saudável: e o mesmo efeito também favorece o cabelo e as unhas. Isso acontece graças a nutrientes como cobre, selênio e vitamina E.

O benefício ocorre pela alta concentração de vitamina E, um antioxidante que protege as células da pele contra os danos dos radicais livres, ajudando a reduzir os sinais de envelhecimento.

Também são ricas em ácidos graxos saudáveis que mantém a hidratação e a elasticidade da pele, enquanto minerais, como cobre e zinco, são essenciais para a produção de colágeno, a regeneração celular e a saúde dos cabelos.

A presença do zinco é o principal fator para ajudar na imunidade, pois o mineral é essencial para o funcionamento adequado do sistema imunológico.

A deficiência de zinco pode enfraquecer a imunidade e aumentar a susceptibilidade a infecções. As castanhas-de-caju também contêm vitamina E, um antioxidante que protegem as células do corpo contra os danos dos radicais livres, que podem enfraquecer o sistema imunológico.

Você sabia que o déjà vu poderá ser indicativo de uma doença neurológica?

 “O déjà-vu é a sensação de já ter visto ou vivido uma situação que está acontecendo no presente. A expressão francesa significa “já visto”. Não se sabe com exatidão o significado do déjà-vu ou como ele ocorre, porém, ao longo dos anos diversas teorias, científicas e místicas, tentaram explicar o evento”

A não compreensão do déjà vu levou a que este fosse, durante muito tempo, associado a uma experiência metafísica, como uma espécie de antevisão do futuro. Porém, conforme a maioria dos estudiosos do assunto, trata-se de um fenómeno comum e sem significado em pessoas saudáveis.

Outra explicação prende-se com o facto de poder ocorrer uma falha no processo de armazenamento das memórias, o que faz com que ocorra uma sobreposição em que se misturam acontecimentos recentes e menos recentes. Por outro lado, há estudos que sugerem que quando temos um déjà vu ocorre uma ativação inadequada da zona do cérebro associada com a sensação de familiaridade.

 Pode ser um dos sintomas apresentados por quem sofre de epilepsia do lobo temporal, surgindo antes de uma crise epilética. Nesta doença, qualquer área do cérebro pode ser ativada involuntariamente e a pessoa pode ter sensações físicas que já experimentou no passado ou reviver uma situação que tenha ficado armazenada na memória.

Conforme os mesmos investigadores da Cleveland Clinic, o déjà vu também já foi observado em pessoas com demência vascular (a segunda forma de demência mais comum, a seguir à doença de Alzheimer) e, mais raramente, noutros tipos de demências.

O déjà vu poderá ser indicativo de uma doença neurológica quando:

•             Ocorre com frequência (algumas vezes por mês ou mais frequentemente);

•             É acompanhado de memórias anormais que se assemelham a sonhos;

•             É seguido de perda de consciência e/ou alterações como mastigação involuntária, inquietude, aumento da frequência cardíaca ou medo irracional. Nestes casos é importante consultar um neurologista para que este possa despistar uma causa patológica subjacente.

Não existe uma explicação científica para o déjà vu aceite unanimemente pela comunidade científica, mas uma das hipóteses é a de que seja uma espécie de “partida” do cérebro, em que a sensação de familiaridade ocorre simplesmente porque uma situação, um local ou um cheiro nos remete para uma memória em particular.

As pesquisas realizadas puseram na mesa várias outras teorias: uma delas é que ocorra uma sinalização anormal no cérebro, que faz com que algo nunca vivenciado antes seja percecionado como conhecido.

Você já se perguntou o porquê dos bichinhos de chuva?

Durante o inverno amazônico ou dias de chuvas fortes e prolongadas, como as que caíram nos últimos dias, os cupins de asas (Nasutitermes) saem em revoada para visitar algumas casas. São os “bicinhos de chuva”.

Esses insetos saem para o acasalamento e para criar uma nova colônia. Porém, o voo não dura muito além do acasalamento e é quando os incômodos seres, facilmente atraídos pelo calor e luz de lâmpadas acesas, perdem as asas. Para muita gente, são chatos, mas não causam mal nenhum além de comer madeira. Em todo o mundo existem mais de três mil espécies e 280 delas estão na Amazônia.

Os cupins são sempre vistos como vilão, porque são pragas e comem madeira. Porém, são mais benéficos do que fazem mal. Eles decompõem a matéria orgânica em florestas, em parques, comem as folhas e promovem a aeração do solo. Não há qualquer motivo para ter medo deles.

É bem comum encontrá-los rodando postes de iluminação. No entardecer, com o acendimento das luzes nas casas, os insetos são atraídos para dentro devido ao contraste entre a luz interna e a escuridão externa, o que os desorienta e os faz entrar pelas janelas abertas.

As lâmpadas incandescentes são responsáveis por atrair insetos durante a noite. Isso acontece porque elas emitem luz em comprimentos de onda agradáveis aos insetos e irradiam mais calor no ambiente. Se em sua residência ainda existem lâmpadas antigas, faça a troca por lâmpadas de LED.

Os ‘bichinhos de luz’ podem infestar ambientes urbanos ou rurais e a bióloga explica que eles podem causar danos. “Eles são bem adaptáveis aos meios urbanos ou rurais e podem causar problemas sérios nas casas. Os cupins não causam doenças diretas às pessoas, mas a produção de seus resíduos podem causar reações alérgicas em pessoas sensíveis”, alerta.

Além das alergias, os ‘bichinhos de luz’ podem acarretar outros prejuízos. ‘Ainda sobre os problemas, podem causar danos à madeira dos móveis e telhados, instalações, paredes e até interior de eletrodomésticos abandonados.

Esses cupins de asas possuem nariz em forma de bico e as asas só surgem quando estão maduros o suficiente para começarem uma nova colônia em um novo lugar. Após o acasalamento, durante o voo, e a perda das asas, a fêmea pode gerar uma ninhada que vai de mil a dez mil filhotes de Nasutitermes.

O acasalamento precisa de um local com madeira e, por isso, a colônias costumam se formar no telhado ou outros locais onde há predominância e madeira. Pelo chão, é possível ver os resultados do momento íntimo: as várias asinhas perdidas.

Como muitos insetos e outros animais que hoje são flagrados em áreas urbanas, os Nasutitermes antes habitavam florestas e a zona rural. O desmatamento e avanço humano sobre as áreas verdes fizeram com que esses cupins tivessem de procurar novos lares, como explica a entomologista.

Por serem um incômodo para muita gente, são gatilhos de fobias ou causam estragos ao comer a madeira da casa, Jardim adianta (sem muitos detalhes) que há estudos sobre o uso de pimenta de macaco no combate a esses insetos. Mas não adianta testar todos os métodos e simpatias. Não é fácil afastar esse insetos sem inseticida.

Entre métodos comumente usados está a aplicação de querosene na peça de madeira afetada (pode aumentar riscos de incêndio e intoxicação aérea), mas não possui qualquer eficiência como inseticida. Colocar água numa bacia e deixar uma luz ligada no ambiente também não resolve nada. “Quando vir esses cupins voando, a prevenção é fechar as janelas e desligar as luzes, porque essa luz artificial atrai.

 

DIA INTERNACIONAL DA PREVENÇÃO A OBESIDADE

 

Hoje, sexta-feira (11), é celebrado o Dia Internacional da Prevenção a Obesidade, foi estabelecido em 23 de junho de 2008, conforme a lei nº 11.721. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância da prevenção da obesidade.

A conscientização é fundamental para invalidar os estigmas e estereótipos preconceituosos relacionados à obesidade, assim como para estimular pessoas obesas a buscarem maneiras de tratamento da doença. Dessa forma, é possível prevenir inúmeras comorbidades.

Quando não tratada, a obesidade é uma doença que pode desenvolver diversos outros problemas no organismo, causando complicações no sistema respiratório, doenças cardiovasculares, problemas nos ossos e músculos, além de alterações hormonais.

No coração, os principais problemas que podem surgir com a obesidade são a hipertensão arterial, arritmia cardíaca, infarto agudo do miocárdio, doença arterial coronária e acidente vascular cerebral. É importante entender que todos esses problemas estão correlacionados, por isso, podem aparecer em conjunto.

As doenças respiratórias também fazem parte das consequências da obesidade. Devido ao excesso de gordura na região do pescoço, as vias aéreas podem ficar comprimidas e, assim, a respiração ficar comprometida. Entre os problemas que podem surgir, estão a apneia do sono e hipertensão pulmonar.

A diabetes tipo 2 é ocasionada pelos altos níveis de glicose no sangue, e pode ocasionar outras doenças no coração e rins. Bastante comum em pessoas com excesso de peso, a diabetes tipo 2 surge geralmente em indivíduos obesos.

Os problemas causados pela obesidade vão além da saúde física. Pela carga de complicações que acarreta, a doença também pode contribuir para o aparecimento de problemas de autoestima, insegurança e tristeza. A saúde mental se torna abalada, e a pessoa pode desenvolver um quadro severo de depressão.

Os problemas que aparecem em ossos, articulações e tecido muscular são bastante comuns e estão relacionados à sobrecarga da obesidade. As articulações de joelhos, tornozelos e quadris são as que ficam comprometidas, assim como a coluna vertebral.

Além disso, outras doenças como a síndrome do túnel do carpo e a gota podem estar presentes.

A INTELIGÊNCIA ARTIFICAL GENERATIVA NÃO VAI DESTRUIR TODOS OS EMPREGOS MAS VAI COMPLEMENTAR A ELES

 

Sabrina Bezerra – StartSE

Análise da consultoria Robert Half destaca a relação da tecnologia com o trabalho humano.

Que a Inteligência Artificial Generativa está no boom nos mais diversos mercados, você já sabe. Mas, diferente do que talvez você esteja imaginando, a tecnologia não vai destruir todos os empregos, mas será complementar a eles.

O que isso significa? Que você deve se preparar e preparar o time para surfar essa onda. Quanto mais boom ela gera, mais ela transforma áreas e carreiras. Ou seja, se você e a sua equipe tiverem, no futuro próximo, habilidades em IA, vocês estarão um passo à frente no mercado (veja mais adiante as áreas e as carreiras que mais devem ser impactadas).

A Inteligência Artificial vai tirar empregos?

“Por enquanto, as evidências apontam para uma complementaridade: a Inteligência Artificial fará atividades mais mecanizadas e padronizadas, enquanto o ser humano continuará exercendo atividades nas quais são necessários senso crítico, criatividade e empatia”, conta um estudo de agosto de 2023 da consultoria Robert Half.

    No futuro, atividades mais operacionais poderão ser executadas majoritariamente por IA, destaca a análise 

    Isso não significa, no entanto, uma redução no número de empregos, mas sim mudanças

“O mercado de trabalho contemporâneo é extremamente dinâmico. Muitas profissões que estão hoje em destaque sequer existiam até alguns anos atrás. Assim como profissões podem deixar de existir, novas também serão criadas”, diz Leonardo Berto, gerente da Robert Half.

Como se preparar para a era da Inteligência Artificial?

Segundo Berto, a principal medida para reduzir o impacto da transformação digital sobre o mercado de trabalho é promover uma educação continuada que prepare e qualifique os profissionais para as novas funções que necessariamente serão criadas, ou para que possam supervisionar o trabalho da Inteligência Artificial.

Lifelong learning

“É preciso reforçar, no entanto, que a responsabilidade está quase totalmente no profissional, que deve ser o protagonista da sua própria carreira e investir em qualificação técnica, mas também no aprimoramento de habilidades sociocomportamentais”, conta o especialista.

Torne-se uma liderança que domina o ChatGPT e outras ferramentas de Inteligência Artificial

Soft skills

“Aliado ao conhecimento acadêmico, o poder analítico do ser humano não deixará de existir, nem nunca será desvalorizado. Muito pelo contrário, ganhará ainda mais destaque nas ocupações do futuro”, completa Berto.

Quais são as profissões do futuro com o boom da Inteligência Artificial?

Algumas das áreas e carreiras que podem surgir ou que podem sofrer mudanças por conta da IA são:

1 – Gerente de Transformação Digital

À medida que as empresas adotam cada vez mais a Inteligência Artificial e outras tecnologias avançadas, a transformação digital se torna um processo complexo.

Quais serão as responsabilidades dos gerentes de transformação digital?

Serão responsáveis por conduzir a transformação de organizações, adaptando processos, capacitando a equipe para trabalhar com novas tecnologias e garantindo uma transição suave e bem-sucedida para um ambiente de trabalho orientado por IA”, conta a consultoria.

2 – Engenheiro de Prompt

“Esse profissional desempenha um papel crucial na interação entre humanos e máquinas nos próximos anos. Para que ferramentas como o ChatGPT, por exemplo, apresentem bons resultados, é essencial um input humano preciso”, destaca.

Quais são os conhecimentos necessários? Devem possuir um conhecimento técnico do aplicativo de IA em questão, aliado a habilidades analíticas apuradas.

Esses profissionais monitoram e interagem com a IA para obter o melhor resultado possível da simbiose homem-máquina. Esse profissional é o elo entre as pessoas sem o conhecimento necessário de tecnologia e a IA.

3 – Departamentos Jurídico/Governança

Para utilizar a Inteligência Artificial de maneira segura, as companhias precisarão adquirir conhecimentos jurídicos adicionais.

“A implementação concreta da IA ainda enfrenta lacunas regulatórias em muitos países, tornando-se um desafio interdisciplinar para as empresas”, destaca a consultoria.

Profissionais: além de advogados, outros especialistas de áreas como gerenciamento de dados, TI (segurança), compliance e marketing, também estarão envolvidos no desenvolvimento e operação de soluções de IA.

Torne-se um advogado que domina ChatGPT e Ferramentas IA para automatizar e analisar atividades jurídicas.

    Diante desse cenário, haverá um sistema de governança específico para o uso da Inteligência Artificial, que demandará profissionais conhecedores do assunto.

4 – Especialista em Cibersegurança de IA

Com a crescente integração de IA em sistemas críticos, a segurança cibernética se tornará uma preocupação ainda maior.

Os especialistas em cibersegurança de IA se concentrarão em proteger os sistemas de IA de ataques, garantindo a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados e algoritmos, além de prevenir o uso malicioso de tecnologias de inteligência artificial.

5 – Analista de dados avançados

A Inteligência Artificial pode coletar, processar e analisar grandes volumes de dados em tempo real, fornecendo insights valiosos para as empresas.

Quais habilidades deverão ser aprimoradas? Precisarão aprimorar suas habilidades para trabalhar em conjunto com a IA, interpretando resultados complexos, identificando padrões ocultos e tomando decisões estratégicas com base nas informações fornecidas.

6 – Engenheiro de Manufatura com automação inteligente

A automação inteligente, impulsionada por IA e robótica avançada, terá um impacto significativo na indústria de manufatura.

    Engenheiros de manufatura precisarão se qualificar para projetar, implementar e supervisionar sistemas automatizados, além de trabalhar em colaboração com robôs e outras formas de IA para otimizar processos de produção.

7 – Consultores

Condutores que saibam responder a todas as perguntas sobre IA muito provavelmente não existirá no futuro. O desafio dessas tecnologias, mas que também reforça o seu potencial, varia de companhia para companhia.

    Uma tendência é que surjam consultores com perfil técnico aguçado, especializados em entender, desenvolver e implementar soluções de IA.

     Esses profissionais provavelmente terão formação em matemática, ciência da computação, estatística ou áreas relacionadas.    

    Por outro lado, haverá consultores de aplicação, cujo papel será tornar os sistemas de IA utilizáveis em diversas disciplinas.

Por que importa?

Ao investir em sua preparação e na do time, você aumenta suas chances de sucesso no mercado de trabalho e de contribuir para o desenvolvimento de uma tecnologia que tem o potencial de transformar o mundo.

Mindset correto é o que vai fazer você alcançar (ou não) o sucesso

Junior Borneli, co-fundador do StartSe

Mulher negra e sorridente segurando um IPad e olhando para frente (Fonte: Getty Images)

Mindset é a sua programação mental, é como você encara tudo que está ao teu redor

Mindset. Você já ouviu essa palavinha algumas vezes aqui no StartSe. Ela é importante, talvez uma das coisas mais importantes para “chegar lá” (seja lá onde for que você quiser chegar).

É sua habilidade de pensar o que você precisa para ter sucesso. E como a maioria das coisas que você possui dentro de você, ela é uma espécie de programação do seu ser. Tanto que é possível que você adquira outro mindset durante a vida, convivendo com as pessoas corretas, conhecendo culturas diferentes.

Algumas pessoas dizem que é isso das pessoas que faz o Vale do Silício ser a região mais inovadora do mundo. Eu, pessoalmente, não duvido. Fato é: você precisa de ter a cabeça no lugar certo, pois a diferença entre um mindset vencedor e um perdedor é o principal fator entre fracasso e sucesso.

Para isso, é importante você começar do ponto inicial: um objetivo. “Todo empreendedor precisa ter um objetivo. Acordar todos os dias e manter-se firme no propósito de fazer o máximo possível para chegar lá é fundamental”, diz Junior Borneli, co-fundador do StartSe e uma das pessoas mais entendidas de mindset no ecossistema brasileiro.

De lá, é importante você fazer o máximo que puder e não perder o foco, mantendo-se firme. “Não importa se no final do dia deu tudo certo ou errado. O importante é ter a certeza de que você fez tudo o que foi possível para o melhor resultado”, avisa.

Com a atitude certa, é capaz que você sempre consiga canalizar as coisas como positivas. “Você sempre tem duas formas de olhar um a mesma situação: aquela em que você se coloca como um derrotado e a outra onde você vê os desafios como oportunidades. Escolha sempre o melhor lado das coisas, isso fará com que sua jornada seja mais leve”, alerta o empreendedor.

Esses tipo de sentimento abre espaço para uma característica importantíssima dos principais empreendedores: saber lidar com grandes adversidades. “Um ponto em comum na maioria os empreendedores de sucesso é a superação”, destaca Junior Borneli.

Saber lidar com essas adversidades vai impedir que você pare no primeiro problema (ou falência) que aparecer na sua frente. “São muito comuns as histórias de grandes empresários que faliram várias vezes, receberam diversos ‘nãos’ e só venceram porque foram persistentes”, afirma.

É importante ter esse mindset resiliente, pois, nem sempre tudo será fácil para você – na verdade, quase nunca será. “Empreender é, na maior parte do tempo, algo muito doloroso. Até conseguir algum resultado expressivo o empreendedor passa por muitos perrengues. A imensa maioria fica pelo caminho”, diz.

É como uma luta de boxe, onde muitas vezes, para ganhar, você terá que apanhar e apanhar e apanhar até conseguir desferir o golpe (ou a sequência) certo. “Na minha opinião, não há melhor frase que defina a trajetória de um empreendedor de sucesso do que aquela dita por Rocky Balboa, no cinema: ‘não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. É assim que se ganha’”, ilustra.

O problema talvez seja que alguns aspectos do empreendedorismo tenham glamour demais. “Empreender não é simplesmente ter uma mesa com super-heróis e uma parede cheia de post-its coloridos. Você vive numa espécie de montanha russa de emoções, onde de manhã você é ‘o cara’ e à tarde não tem dinheiro pro café”, salienta.

Vale a pena, porém, perseverar neste caminho. “Para aqueles que são persistentes e têm foco, a jornada será difícil, mas o retorno fará valer a pena!,” destaca o empreendedor.

DERROTA TAMBÉM ENSINA

Um ponto importante do sucesso é saber lidar com o fracasso e, de lá, tomar algumas lições para sair mais forte ainda. “Toda derrota nos ensina algumas lições e assim nos tornamos mais fortes a cada nova tentativa. A cultura do fracasso, aqui no Brasil, é muito diferente dos Estados Unidos”, afirma Junior.

No Vale do Silício, falhar é encarado algo bom, na verdade – e aumenta suas chances de sucesso futuro. “Por lá, empreendedor que já falhou tem mais chances de receber investimentos porque mostrou capacidade de reação e aprendeu com os erros”, conta o empreendedor.

Mas ao pensar sobre fracasso, você precisa ter o filtro correto para não deixar a ideia escapar. “Encarar os erros como ensinamentos e entender que falhar é parte do jogo torna as coisas mais fáceis e suportáveis”, salienta.

Foco é a palavra de ordem para você conseguir alcançar os objetivos traçados no caminho, mesmo que em alguns momentos pareça que está tudo dando errado. “Por fim, buscar o equilíbrio mental e o foco são fundamentais. Nas vitórias, tendemos a nos render à vaidade e ao orgulho. E nas derrotas nos entregamos ao desânimo e a depressão. Mentalize seus objetivos, foque nos caminhos que vão leva-lo até eles e siga firme em frente”, afirma.

É importante que você tenha noção de que para ser uma exceção, você não pode pensar da maneira comodista que a maior parte das pessoas. “Se você quer chegar onde poucos chegaram, precisará fazer o que poucos têm coragem e disposição para fazer”, completa.

                   O “não” do cliente a uma proposta. Por quê?                   

Moysés Peruhype Carlech

Fiquei pensando e ao mesmo tempo preocupado com o seu “não”, sem nenhuma explicação, à nossa proposta de divulgação da sua loja e de resto todas as lojas dessa cidade no Site da nossa Plataforma Comercial da Startup Valeon.

Esse “não” quer dizer, estou cheio de compromissos para fazer pagamentos mensais, não estou faturando o suficiente para cobrir as minhas despesas, a minha loja está vendendo pouco e ainda me vem mais uma “despesa” de publicidade da Startup Valeon?

Pergunto: como vou comprar na sua loja? Se não sei qual é a sua localização aí no seu domicílio? Quais os produtos que você comercializa? Se tem preços competitivos? Qual a sua interação online com os seus clientes? Qual o seu telefone de contato? Qual é o seu WhatsApp?

Hoje em dia, os compradores não têm tempo suficiente para ficarem passeando pelos Bairros e Centros da Cidade, vendo loja por loja e depois fazendo a decisão de compra, como antigamente.

A pandemia do Covid-19 trouxe consigo muitas mudanças ao mundo dos negócios. Os empresários precisaram lutar e se adaptar para sobreviver a um momento tão delicado como esse. Para muitos, vender em Marketplace como o da Startup Valeon se mostrou uma saída lucrativa para enfrentar a crise. Com o fechamento do comércio durante as medidas de isolamento social da pandemia, muitos consumidores adotaram novos hábitos para poder continuar efetuando suas compras. Em vez de andar pelos corredores dos shoppings centers, bairros e centros da cidade, durante a crise maior da pandemia, os consumidores passaram a navegar por lojas virtuais como a Plataforma Comercial Valeon. Mesmo aqueles que tinham receio de comprar online, se viram obrigados a enfrentar essa barreira. Se os consumidores estão na internet, é onde seu negócio também precisa estar para sobreviver à crise e continuar prosperando.

É importante você divulgar a sua loja na internet com a ajuda do Site da Startup Valeon, que no caso não é uma despesa a mais e sim um investimento para alavancar as suas vendas. Desse modo, o seu processo de vendas fica muito mais profissional, automatizado e eficiente.  Além disso, é possível a captação de potenciais compradores e aumentar o engajamento dos seus clientes.

Não adianta pensar dessa forma: “Eu faço assim há anos e deu certo, porque eu deveria fazer diferente? Eu sei o que preciso fazer”. – Se você ainda pensa assim, essa forma de pensar pode representar um grande obstáculo para o crescimento do seu negócio, porque o que trouxe você até aqui é o que você já sabe e não será o que levará você para o próximo nível de transformação.

O que funcionava antes não necessariamente funcionará no futuro, porque o contesto está mudando cada vez mais rápido, as formas como os negócios estão acontecendo são diferentes, os comportamentos dos consumidores está se alterando, sem contar que estão surgindo novas tecnologias, como a da Startup Valeon, que vão deixar para trás tudo aquilo que é ineficiente.

Aqui, na Startup Valeon, nós sempre questionamos as formas de pensar e nunca estamos totalmente satisfeitos com o que sabemos justamente por entender que precisamos estar sempre dispostos a conhecer e aprender com o novo, porque ele será capaz de nos levar para onde queremos estar.

Mas, para isso acontecer, você precisa estar disposto a absorver novas formas de pensar também e não ficar amarrado só ao que você já sabe.

Se este for seu caso, convido você a realizar seu novo começo por meio da nossa forma de anunciar e propagar a sua empresa na internet.

Todos eles foram idealizados para você ver o seu negócio e a sua carreira de uma forma completamente diferente, possibilitando levar você para o próximo nível.

Aproveite essa oportunidade para promover a sua próxima transformação de vendas através do nosso site.

Então, espero que o seu “não” seja uma provocação dizendo para nós da Startup Valeon – “convença-me”.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

quinta-feira, 10 de outubro de 2024

O RANÇO IDEOLÓGICO DE LULA PREJUDICA AS FORÇAS ARMADAS

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

A sujeição do Itamaraty ao sectarismo do presidente Lula da Silva inflige danos à política externa e aos negócios. Mas não só. A Defesa também está prejudicada ante as investidas ideológicas do Planalto.

Quem alerta é ninguém menos que o ministro da Defesa. Em evento na Confederação Nacional da Indústria, José Múcio disse que as Forças Armadas enfrentam retrocessos nos investimentos e adversidades sem precedentes causadas por “ranços ideológicos”. Para bons entendedores, meia palavra basta. Mas, na falta deles, Múcio explicitou os embaraços à sua pasta.

O Exército tem previsão orçamentária e competência para comprar as armas de que precisa e organizou uma licitação para adquirir 36 obuseiros – blindados com canhões. Foram escrutinadas empresas de 18 países e não há surpresa que tenha vencido Israel, um país que é celeiro de algumas tecnologias militares mais avançadas do mundo, há muito utilizadas pelas forças de segurança do Brasil.

“Venceram os judeus, o povo de Israel”, disse Múcio, “mas por questões ideológicas não podemos aprovar.” A compra foi travada pelo chanceler paralelo de Lula, Celso Amorim. O Tribunal de Contas da União, em defesa da segurança jurídica, não autorizou contratar o segundo colocado, advertindo que não existem embargos da ONU ou tratados firmados pelo Brasil que impeçam a comercialização com nações em guerra.

Mas o governo não só fabrica argumentos sem esteio legal para inviabilizar importações das Forças Armadas, como subverte esses argumentos para inviabilizar suas exportações. Após impedir a venda de ambulâncias à Ucrânia, o Planalto vetou a venda de munição à Alemanha. “Fizemos o negócio, um grande negócio”, disse Múcio. “(O governo) não faz porque senão a Alemanha vai mandar para a Ucrânia, a Ucrânia vai usar contra a Rússia e a Rússia vai mexer nos nossos acordos de fertilizantes.” Israel trava uma guerra de defesa, mas o governo não compra suas armas pretextando que é “agressor”. Ao mesmo tempo, não vende para a agredida Ucrânia e abastece os cofres da agressora Rússia.

O governo poderia buscar alternativas aos fertilizantes russos e insumos como o potássio não só mais baratas, mas domésticas. O Brasil tem reservas de potássio na região amazônica, algumas em terras indígenas, outras não. No primeiro caso, a Constituição prevê que o Congresso autorize a exploração. Com os devidos cuidados, ela pode ser feita de maneira sustentável, e ser negociada com as comunidades indígenas não só para não lhes causar danos, mas trazer benefícios. Mas, “por questões ideológicas”, como denunciou Múcio, essas possibilidades são barradas. Ao invés disso, o Brasil enriquece indígenas do Canadá, importando potássio de suas reservas.

Não é só ideologia, mas ignorância, e seu corolário é a incompetência. Há pouco, Lula sugeriu que recrutas não deveriam ser treinados para a guerra, mas para “enfrentar a questão climática”. Conflitos se proliferam no mundo e todas as nações estão se armando. Mas, na lógica pedestre de Lula, como o Brasil não enfrenta guerras, não precisa de soldados, mas de bombeiros. Tudo se passa como se agressões pudessem ser contidas à base de “cervejas” – como Lula sugeriu em relação à Ucrânia – e as Forças Armadas fossem uma ameaça à paz, e não sua garantia, sobretudo diante de ameaças reais num mundo cada vez mais violento. Isso não é idealismo nem pacifismo. É só estupidez.

Ao Brasil, resta agradecer a Deus pelo fato de que os riscos de ser invadido por potências estrangeiras (como a Ucrânia foi pela Rússia) ou agredido por terroristas (como Israel pelo Irã e seus associados) são baixos. Não é só que, a depender de Lula, o País seria defendido por bombeiros armados com sucatas, mas – a julgar pela sua insinuação de que, se o presidente ucraniano fosse “esperto” cederia seus territórios à Rússia, e que Israel deveria baixar as armas mesmo com 100 reféns sob o jugo de terroristas – só Deus sabe quanto do território e dos cidadãos brasileiros seu presidente sacrificaria em nome do que chama de “paz”.

GOVERNO TEME QUE CPI DAS BETS PODE PREJUDICAR O BOLSA FAMÍLIA

 

História de Gabriela Prado – CNN Brasil

Planalto teme que CPI das Bets se transforme em ataques ao Bolsa Família

Planalto teme que CPI das Bets se transforme em ataques ao Bolsa Família

O Palácio do Planalto está atento aos próximos passos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets, que será instaurada no Senado. De acordo com interlocutores do governo, há a preocupação de que a oposição utilize o espaço do colegiado para direcionar ataques ao programa Bolsa Família. O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), autorizou a criação da CPI nesta terça-feira (8). As bancadas devem indicar os membros e suplentes em aproximadamente dez dias. Um dos objetivos da CPI é apurar o impacto do gasto com apostas esportivas no orçamento das famílias. O governo quer evitar convocações à CPI de integrantes da área social responsáveis pelo Bolsa Família. O programa é uma das principais marcas da gestão petista e é considerado um modelo de sucesso. Por isso, há uma avaliação de que é necessário proteger a imagem do projeto de transferência de renda. No mês passado, o Banco Central (BC) publicou um estudo mostrando que beneficiários do Bolsa Família transferiram R$ 3 bilhões para empresas de apostas durante o mês de agosto. O dado trouxe um alerta para os Três Poderes. No Executivo, ministros das áreas econômica, social e de saúde estudam alternativas para restringir as apostas. Uma das propostas é criar uma taxa para financiar o atendimento à saúde mental de apostadores.

O AGRO NEGÓCIO PODE GERAR MAIS LUCRO E PRESERVAR A NATUREZA

 

História de Mariana Krunfli – Forbes Brasil

BraunS_Getty

BraunS_Getty

Vejo que a gente anda vivendo uma era do “ou”. Ou bem ou mal. Ou preto ou branco. Ou homens ou mulheres. Ou pró ou contra. Isso me lembra muito um poema infantil da poeta Cecília Meireles chamado “Ou isso ou aquilo”. Trazendo alguns exemplos do que vejo e vivencio no dia a dia, temos: ou o empresário é o explorador de recursos, de pessoas, que visa o lucro a qualquer custo, ou é a pessoa empreendedora, visionária, que gera empregos, receita e resiliente, quase um herói.

É o mesmo com o agro: ou é o vilão do clima, que desmata, a pecuária destrói a camada de ozônio com o arroto do boi, ou é o que produz de sol a sol e que segura a balança comercial brasileira. No poema, Cecília dizia: “Quem sobe nos ares não fica no chão, quem fica no chão não sobe nos ares. É uma grande pena que não se possa estar ao mesmo tempo nos dois lugares!”. Mas por que não?!

Ouso discordar da Cecília e refletir sobre como podemos transformar isso criando espaço para o “e”. Acredito, vivencio e sou testemunha de que dá para ter um negócio lucrativo e que gere bons resultados para as pessoas e para o planeta, produzindo comida e preservando a natureza.

Existem muitas empresas que realmente se dedicam a gerar soluções que melhorem a vida as pessoas, que geram empregos dignos, distribuem renda e que enxergam muito além do lucro. Digo além porque, sim, o lucro é necessário. É o que viabiliza fazer tudo isso. Não precisa ser ou. Pode ser lucro e impacto sócio-ambiental positivo. Assim como existe um histórico de desmatamento associado à produção agropecuária.

Existe desmatamento ainda hoje e tem boi em área desmatada. Mas não se pode dizer que que se desmata para produzir boi. Isso não é mais a verdade de hoje. Ninguém precisa derrubar floresta para produzir mais, não com as tecnologias que temos hoje. Em 20 anos, o Brasil reduziu em 15% a área de pastagem, enquanto aumentou em mais de 25% a produtividade de arrobas por hectare na pecuária. Esse é um exemplo do “E”. Não é “OU” produzir “OU” preservar.

Nossa comida é feita com mais da metade do território do país preservado e cada vez produzindo mais por hectare, devolvendo para a terra muito do que se usa: em adubo produzido pelo próprio animal, em carbono sequestrado pelos pastos e pelas plantas. Temos também o crescimento de bioinsumos na atividade agrícola, o uso de biodigestores a partir dos resíduos da produção agropecuária – tem quem chame de pré-sal caipira! – entre outros exemplos.

O Brasil tem capacidade e todas as condições para ser a referência para o mundo de agropecuária sustentável, para exportar tecnologias verdes, além do plantio direto e da integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). De novo, mais um caso de “E”!

Somos todos responsáveis pelo mundo em que vivemos: produtores rurais, empresários e consumidores. É preciso ter consciência de que, em tudo o que fazemos, cada um de nós tem o poder de impactar positiva ou negativamente o mundo e o futuro.

Escolher a lógica do “ou” e apontar o dedo para o outro – seja uma pessoa, uma empresa, uma categoria, o governo – não vai salvar o planeta e nem fazer uma vida melhor para ninguém. Acredito que, se cada um de nós olhar para o seu próprio dia a dia e entender que sempre podemos fazer diferença do lugar onde estamos, é possível mudar essa lógica para um ganha-ganha.

A começar pelo nosso olhar empático para o outro, de procurar entender e buscar informação real a respeito de um assunto ou um negócio antes de formar uma opinião, sem ficar na superficialidade de (des)informações de mídias sociais, muitas vezes sem fontes confiáveis ou que trazem meias verdades.

As nossas atitudes também contam. Que tal prestar atenção ao que estamos consumindo, com o que nos alimentamos e a que tipo de cadeia produtiva nutrimos com o nosso dinheiro – pois, sim, temos o poder de impactar quando fazemos escolhas mais conscientes no nosso consumo.

Outro exemplo simples e que todos podemos fazer é cuidar do nosso lixo – afinal, produzimos mais de 2 bilhões de toneladas anualmente, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

E uma atitude que é não só importante, mas urgente: reduzir o desperdício de comida – na nossa geladeira, na nossa despensa, na nossa mesa. Porque não faz sentido vivermos em um país que está entre os maiores produtores de alimentos do mundo e ter tanta gente passando fome, enquanto temos um desperdício que poderia cobrir em várias vezes esse déficit.

Isso passa por políticas públicas que demandam atitudes governamentais, por boas práticas na produção e na indústria, e também passa pelo prato de cada um de nós, todos os dias. Fica o convite aqui para que possamos mudar o paradigma do “ou” e colocar mais “e” nas nossas vidas e na nossa atuação no mundo para construirmos, juntos, uma realidade melhor.

* Mariana Soletti Beckheuser é CEO da Beckhauser, indústria de equipamentos para a pecuária. É co-fundadora da Associação Parsifal21 e também conselheira em entidades paranaenses, especialmente as do município de Maringá, voltadas a inovação, desenvolvimento econômico e cidadania empresarial.

COMPROMISSO DE GABRIEL GALÍPOLO NO BC DE CONTROLAR A INFLAÇÃO

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Pouca gente ainda se lembra, mas em 2010 Alexandre Tombini, indicado pela recém-eleita presidente Dilma Rousseff para a presidência do Banco Central (BC), foi aprovado com louvor em sabatina no Senado. Na ocasião, Tombini prometeu solenemente fazer o que fosse necessário para cumprir as metas de inflação e exercer seu trabalho com autonomia. Passados quase 15 anos, hoje sabemos que Tombini se tornou praticamente um ministro de Dilma, cedendo às pressões da presidente para segurar os juros mesmo diante da escalada da inflação.

Não se quer com isso dizer que Gabriel Galípolo, futuro presidente do Banco Central, terá o mesmo destino, mas é bom desconfiar. Aprovado com folga em sua sabatina no Senado, Galípolo não apenas assegurou que o Banco Central continuará autônomo e independente, especialmente nas decisões sobre a evolução dos juros, como fez questão de dizer que tal imperativo partiu dos próprios senadores.

Ocorre que o presidente da República é Lula da Silva, que a cada dia se parece mais com Dilma Rousseff no que diz respeito ao ímpeto gastador e à ojeriza à austeridade. Crítico feroz da alta dos juros para combater a inflação, Lula não esconde que gostaria de ver o presidente do Banco Central atuando em sintonia com seus projetos desenvolvimentistas. Enquanto Galípolo era sabatinado, o presidente voltou à carga, num evento com ruralistas. Ao se dizer muito feliz pelo fato de que a economia está “razoável”, Lula comentou que “a taxa de juros é alta, mas ela haverá de ceder”. Não é por acaso que a indicação de Galípolo para o BC gerou tantas dúvidas no mercado.

Galípolo é um jovem economista formado na heterodoxia e que até aqui mostrou melhor desenvoltura como político do que como administrador de banco – sua única experiência no mercado, presidindo o Fator por quatro anos, resultou em três anos de prejuízo e apenas um de lucro, e na sua despedida o rating do banco foi rebaixado para grau especulativo. Seu bom trânsito com economistas próximos de Lula e do PT o ajudou a integrar o Ministério da Fazenda de Fernando Haddad. Chegou a ser chamado de “menino de ouro” por Lula.

Tombini, é bom lembrar, era funcionário do BC desde 1998 e teve passagens pelo FMI. Ou seja, definitivamente não era um novato nem um despreparado quando chegou à presidência do BC. Mesmo assim, não resistiu à pressão de Dilma Rousseff para moldar a política monetária a seus delírios econômicos, que resultaram em inflação e recessão. Nada garante, portanto, que Galípolo conseguirá cumprir os compromissos que assumiu solenemente perante os senadores na sabatina.

É fato que, na época de Tombini, o BC não tinha autonomia formal, que hoje é garantida por lei. Mesmo assim, é preciso esperar para saber se Galípolo terá força para exercer essa autonomia, ou mesmo se terá interesse em contrariar o presidente da República, decerto preocupado em criar condições para melhorar suas chances numa eventual campanha à reeleição, o que passaria pela redução forçada dos juros mesmo diante de uma pressão inflacionária, como fez Dilma.

Até aqui, não se sabe se por cálculo ou por convicção, Galípolo tem se comportado de maneira exemplar como diretor de Política Monetária do BC. Com uma única exceção, Galípolo votou com os demais diretores quando o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu aumentar os juros, a despeito da cara feia de Lula.

Em maio, Galípolo e outros três diretores votaram pelo corte de 0,5 ponto porcentual (p.p.), mas prevaleceu a queda de 0,25 p.p., decidida pelos demais cinco membros do colegiado. Neste ano, ainda sob a presidência de Roberto Campos Neto, haverá mais duas reuniões, em novembro e dezembro. Mais do que a definição dos juros em si, o placar do colegiado será acompanhado como uma espécie de termômetro do que esperar do comando de Galípolo. No entanto, será na presidência efetiva do BC que o “menino de ouro” de Lula terá o dever de provar que suas palavras na sabatina eram mesmo para valer.

AUMENTO DE ETANOL NA GASOLINA

 

História de AutoPapo

Motoristas estão preocupados com maior proporção de etanol (Foto: Shutterstock)

Motoristas estão preocupados com maior proporção de etanol (Foto: Shutterstock)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (8), a Lei Combustível do Futuro, que incentiva a produção e uso de combustíveis sustentáveis. Ela cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano, além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente.

De acordo com o texto, a margem de mistura de etanol à gasolina passará a ser de 22% a 27%, podendo chegar a 35%. Atualmente, a mistura pode chegar a 27,5%, sendo, no mínimo, 18% de etanol. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou os investimentos que serão feitos na produção de etanol a partir da nova lei.

“Vamos aumentar a mistura do etanol na gasolina. Estamos fortalecendo a cadeia do etanol criada há 40 anos, impulsionada nos anos 2000 com os veículos flex. Poderemos saltar do E27 até 35% de etanol na mistura. Isso vai expandir a produção nacional, que hoje é de 35 bilhões de litros, para 50 bilhões de litros por ano. São mais de R$ 40 bilhões em novos investimentos e R$ 25 bilhões para formação de canaviais, de mais milharais e transportes. É a segunda geração do etanol”.

Consequências no bolso

Nos carro flex, o aumento do percentual de etanol na gasolina não vai causar nenhum problema de funcionamento, pois foi projetado para receber qualquer proporção dos dois combustíveis: 100% gasolina ou 100% álcool. Ou a mistura dos dois em qualquer percentual.

Entretanto,  consumo do motor com gasolina irá piorar: o etanol tem valor energético cerca de 33% inferior ao do derivado do petróleo. Então, o motor vai precisar de mais combustível para rodar a mesma quilometragem.

No caso dos carros movidos apenas a gasolina, como os importados, há um risco de funcionamento irregular e, em alguns casos, quebras.

Câmara aprova 35% de etanol na gasolina antes de saber se é viável

Texto aprovado na casa segue para o Senado. Diesel chegará a 20% de biodiesel na mistura até 2030

Carro flex

14 Março 2024 em 11:20

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Por: Thiago Moreno

No início de março, o Projeto de Lei 4516/2023 teve seu relatório disponibilizado para votação na Câmara dos Deputados. Ontem (13/3), o texto foi aprovado pela casa, de onde deve seguir para o Senado conforme o trâmite natural de um projeto de lei. A questão é seu texto prevê a adição de até 35% de etanol na gasolina.

Interessante notar que o Projeto de Lei 4516/2023 foi aprovado antes mesmo de ter um parecer técnico favorável por parte do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que ficou com a bomba na mão. Além da maior mistura de etanol na gasolina, o Projeto de Lei conhecido como “combustíveis do futuro”, ainda prevê o aumento do biodiesel no diesel e legisla sobre temas como combustíveis de aviação, biometano, diesel verde, combustíveis sintéticos e até mesmo a estocagem de gás carbônico.Coluna: Brasil (não) pode ser ilha do etanol

Este procedimento, já usado fora do Brasil, não tem se mostrado eficiente. “O projeto pode abrir brecha para que empresas que tenham de reduzir sua produção de carbono se utilizem desse mercado para continuar poluindo, dizendo que estão capturando e estocando [CO2]”, afirmou o deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ). Uma emenda proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) para retirar este trecho do texto do Projeto de Lei foi rejeitado no plenário, assim como todos os demais destaques propostos.

Mais etanol na gasolina, e agora?

Para quem tem um carro com motor a combustão flex, o máximo que pode acontecer é uma alteração para menos no consumo. Mas a questão pode ser um empecilho para quem tem carros mais velhos ou modelos mais recentes que utilizam apenas gasolina, pois é um aumento significativo na quantidade de etanol no combustível e algo fora do previsto no desenvolvimento destes motores.

Mas vale lembrar que o etanol oriundo da cana-de-açúcar é suscetível às safras da planta, com valor e disponibilidade variando ao longo do ano. Desde a adoção do etanol combustível, na década de 1970, o Brasil nunca se deu ao trabalho de adotar alguma forma de estoque regulador para mitigar tais efeitos, que podem chegar simplesmente à falta do etanol nos postos em crises de abastecimento como as observadas no final da década de 1980.Toyota Prius Flex

Como vai funcionar?

A partir da publicação da proposta como lei, a nova margem de mistura de etanol à gasolina passará de 22% a 27%, podendo chegar a 35%. Atualmente, a fica entre 18% e 27,5%. Quanto ao biodiesel, misturado ao diesel de origem fóssil no percentual de 14% desde março deste ano, a partir de 2025 será acrescentado 1 ponto percentual de mistura anualmente até atingir 20% em março de 2030, segundo metas propostas no texto.

Entretanto, a adição deve considerar o volume total, e caberá ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) avaliar a viabilidade das metas de aumento da mistura, reduzir ou aumentar a mistura de biodiesel em até 2 pontos percentuais. A partir de 2031, o conselho poderá elevar a mistura, que deverá ficar entre 13% e 25%.

CURIOSIDADES DA NOSSA VIDA DIÁRIA

 

Você sabia que a semente de abóbora é deliciosa e traz muitos benefícios?

Karla Neto – Colunista correspondente

A abóbora, ou jerimum, é um legume rico em carotenóides, pigmentos com propriedades fotoprotetoras que protegem a pele contra os raios ultravioleta do sol, ajudando a prevenir o surgimento do câncer de pele.

 Ela é a parte comestível encontrada dentro do legume e pode ser usada em várias receitas como parte de uma alimentação saudável.

As sementes estão presentes em praticamente todas as variedades de abóbora, como a abóbora, moranga, abóbora japonesa, abóbora de pescoço e outras variedades comuns. Você pode encontrá-las prontas para o consumo, tanto cruas quanto torradas, em mercados, supermercados e lojas de produtos naturais.

Não há problema em comer semente de abóbora com casca, mas muitas pessoas preferem removê-las antes de comer ou comprar as sementes sem casca. As sementes de abóbora sem casca, também conhecidas como pepitas, são mais suaves e fáceis de digerir.

Segundo a nutricionista, as sementes de abóbora são ricas em nutrientes, como proteínas, fibras, ferro, magnésio, zinco e antioxidantes. Elas possuem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, podem ajudar na saúde da próstata, melhorar a qualidade do sono e contribuir para a saúde cardiovascular e digestiva.

Embora ofereça esses benefícios, é importante lembrar que a semente de abóbora é um alimento e não pode ser usada como remédio. Para obter seus benefícios, a semente de abóbora deve fazer parte de uma dieta equilibrada, em meio a hábitos saudáveis.

Tem ótimas quantidades de fibras que formam uma espécie de gel no estômago, aumentando o tempo de digestão de alimentos e diminuindo a fome, ajudando, assim, na perda de peso.

Além disso, a abóbora é um legume com poucas calorias e carboidratos, sendo uma opção interessante para se consumir em dietas de emagrecimento.

Por ter ótimas quantidades de carotenóides luteína e zeaxantina, a abóbora também protege os olhos contra os raios UV emitidos pelo sol e contra a luz azul emitida por computadores e telefones celulares, prevenindo a formação de cataratas.

A abóbora varia de tamanho e formato, e os principais tipos são a moranga, a japonesa, a cabotiá e a pescoço, que podem ser usadas com ou sem casca, em preparações como sopas, doces e purês. Além disso, as sementes da abóbora também podem ser consumidas como snack, ou na forma de farinha, em bolos, pães e biscoitos.

Você sabe por que soluçamos?

O soluço é causado por qualquer irritação do nervo frênico ou do diafragma, o que acontece em várias situações do dia-a-dia: distensão gástrica pela ingestão de bebidas com gás, deglutição de ar ou alimentação em grande volume; mudanças súbitas da temperatura de alimentos ingeridos; modificações da temperatura corporal.

O tão indesejado e incômodo “hic, hic” pode aparecer a qualquer momento – e normalmente surge nas situações mais impróprias. Na maioria das vezes, o soluço é causado por uma irritação no nervo chamado frênico, que auxilia os movimentos do diafragma, músculo que separa o tórax do abdome, na respiração. A expiração do ar acontece quando o diafragma relaxa e, a inspiração, quando ele se contrai.

Como o diafragma e o nervo frênico estão localizados logo acima do estômago, qualquer alteração neste pode prejudicá-los. Por isso, quando comemos demais ou ingerimos bebidas muito quentes, muito geladas ou com muito gás, o estômago incha e pode provocar uma irritação no frênico, que faz com que o diafragma se contraia. Assim, acontece a inspiração de ar, mas, ao mesmo tempo, ao contrário do normal, a glote se fecha. A glote, no funcionamento normal, só se fecha para a passagem de alimentos ao esôfago, e fica aberta para a respiração.

Ou seja, o soluço resulta de uma espécie de “pane” na sincronia do diafragma com a glote. O barulho desagradável é provocado pelas cordas vocais, que se movimentam com a passagem do ar.

Acabando com uma crise de soluços

– prender a respiração: prender a respiração eleva a quantidade de moléculas de gás carbônico (CO2) na corrente sanguínea, o que faz com que o cérebro atue no sentido de contrair o diafragma;

– beber água gelada: a ingestão de água gelada atua no sentido de estimular, pela mudança de temperatura, o nervo vago (atua na secreção de líquidos digestivos) que também age sobre o diafragma;

– levar um susto: o susto provoca um alerta que libera, na corrente sanguínea, um composto químico chamado catecolamina, que é capaz de regular o funcionamento do nervo frênico (responsável pelo processo de inspiração do diafragma).

Contudo, se tudo isso não der certo e for diagnosticado um caso de soluço persistente ou intratável, algumas drogas podem ser utilizadas.

A diferença do soluço comum para este outro mais raro é a frequência e a duração. O soluço comum passa em minutos e não aparece frequentemente. O outro, ao contrário, pode durar dias ou acontecer muitas vezes em curtos períodos de tempo. “Se achar que o soluço já se tornou um problema que incomoda, o melhor é procurar um médico para desvendar as causas e indicar o melhor tratamento”, alerta a médica.

Você sabe por que piscamos os olhos?

O piscar é responsável pela distribuição da lágrima sobre a superfície ocular, contribuindo com a integridade da córnea e conjuntiva.

As lágrimas, produzidas a todo o momento pelas glândulas lacrimais, são extremamente importantes para a lubrificação constante dos olhos. Quando piscamos, esse líquido é espalhado por todo o olho, permitindo a lubrificação do mesmo, além de proporcionar uma limpeza natural da córnea.

“Muitos dizem que piscar é um charme humano, que obtém muito sucesso durante uma paquera, mas a real finalidade da piscada não é essa. Na região ocular existe uma glândula responsável pela produção de lágrimas, denominada glândula lacrimal, a lágrima produzida por ela é responsável por irrigar os olhos, um tipo de líquido lubrificante.

Além disso, às vezes piscamos como reflexo para evitar a ação de agentes externos como, por exemplo, a poeira, impedindo que essa entre em contato direto com a córnea. Quando passamos um tempo sem piscar os olhos começam a arder, pois os mesmos necessitam de lubrificação constante, por isso é tão importante piscar.”

“Piscamos graças a um conjunto de nervos conectados aos olhos.

Há dois tipos de estímulos; o visual e o sensitivo, que chegam ao nervo óptico, esse envia uma mensagem ao núcleo óculo-motor, situado atrás do globo, que aciona os músculos e fazem as pálpebras se fecharem. Permanecer muito tempo sem piscar pode gerar diversos problemas, entre eles a diplopia, ou seja, “Síndrome do Olho Seco”.”

O ser humano pisca em média 20 vezes por minuto.

Considera-se piscar involuntário, o que ocorre espontaneamente e o voluntário, o que depende da vontade do indivíduo. O piscar involuntário é dividido em piscar espontâneo, que ocorre, em intervalos constantes e em reflexo, que ocorre em resposta a um estímulo externo da córnea.

Piscar involuntário dura em média 200 milésimos de segundo, sendo influenciado por inúmeras condições, como luminosidade local, temperatura, velocidade das correntes de ar, patologias oculares e pelo nível de atenção. O ato de piscar ritmado e completo, é importante para eliminar corpos estranhos, distribuir e manter o filme lacrimal.

O piscar é dito completo, quando a pálpebra se fecha totalmente, ocultando o bulbo ocular; por outro lado, o piscar é chamado incompleto quando esta oclusão ocorre parcialmente.

Durante o ato de piscar, a transmissão de informações visuais é interrompida, assim como não há a entrada de luz nos olhos.

Ao piscar, algumas atividades cerebrais são interrompidas. Por essa razão, a pessoa não consegue notar que momentaneamente ficou em um total escuro.

O ato de piscar possui ainda outra função: a de preparar a mente humana para uma nova tarefa. Segundo os pesquisadores, o ato de piscar seria como uma pausa para renovar a atenção e aconteceria em momentos oportunos.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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