Nesta quinta-feira (10), é celebrado o Dia Mundial Da Saúde Mental,
uma reflexão e um alerta sobre a atitude de olharmos para a condição da
saúde da nossa mente. A data foi instituída em 1992 pela Federação
Mundial da Saúde Mental. Neste dia, são promovidas ações e palestras de
conscientização acerca da importância de cuidar da parte psicológica.
Desde que a data foi criada, muitos progressos ocorreram no campo da
psicologia e da psiquiatria, possibilitando tratamentos mais adequados a
cada patologia e eficiência no diagnóstico de transtornos mentais.
A sociedade e os cidadãos importam. O papel da sociedade civil
precisa ser aprimorado para que as pessoas possam dar sua própria
contribuição para a saúde mental e o bem-estar nas suas comunidades e
locais de trabalho.
O tema “Fazer da saúde mental e do bem-estar para todos uma
prioridade global” nos oferece a oportunidade de reavivar nossos
esforços para tornar o mundo um lugar melhor.
Conforme a Organização Mundial da Saúde, saúde mental é um estado de
bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades,
recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a
sua comunidade.
No Brasil, a atenção em saúde mental é oferecida no Sistema Único de
Saúde (SUS) através de financiamento tripartite e de ações
municipalizadas e organizadas por níveis de complexidade.
Todo o organismo depende de um bom equilíbrio para funcionar de forma
adequada. Quando a saúde mental vai mal, todo o corpo padece.
Por isso, cuidar dos aspectos psicológicos é essencial para evitar
complicações. Essa medida é válida tanto para a sua vida pessoal quanto
no âmbito profissional.
Os motivos para ignorar os avisos da mente, e consequentes avisos do
corpo, costumam ser a falta de conhecimento, vergonha de ter um
transtorno mental ou de fazer terapia, medo da rejeição e das críticas
alheias, receio da repressão da família ou atribuição do mal-estar
mental a elementos externos.
Infelizmente a propagação de informações com base científica sobre a
saúde mental ainda não atinge muitos países. Até mesmo no Brasil são
encontrados grupos sociais que atribuem as mais variadas causas à
depressão e à ansiedade, exceto a perturbação da saúde mental. Outro
objetivo do dia é tornar essas informações mais acessíveis.
O burnout não é apenas um problema individual, mas também um desafio
para as empresas. A perda de produtividade, o aumento do absenteísmo e a
alta rotatividade são apenas algumas das consequências.
Cansado, triste, trabalho (Foto: pixelfit via Getty Images)
Você sente esgotamento do trabalho? Está com o sono
desregulado e se alimentando mal? Negligencia as atividades que antes
tinha prazer em fazer? Esses são alguns dos sintomas da Síndrome do Burnout.
Não é novidade pra ninguém que o trabalho ocupa boa parte das nossas vidas.
Segundo a Gettysburg College, uma pessoa passa, em média 90 mil horas no trabalho, isso corresponde à 1/3 das nossas vidas.
Mas, afinal, o que é a Síndrome do Burnout? Quais são os principais
sintomas? E o que as empresas podem fazer para não reproduzir
comportamentos que levem os funcionários a esse ponto?
O que é Burnout?
A OMS (Organização Mundial da Saúde) define a Síndrome de Burnout como um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante.
De acordo com Inês Hungerbühler, psicóloga e expert em saúde mental na Wellz, em entrevista durante o Health Innovation Day, o Burnout é um estresse no ambiente de trabalho que não foi gerenciado nem pelo líder, nem pela organização, nem pelo próprio indivíduo. O ponto chave aqui é, portanto, a falta de gestão.
E quais são os sinais do Burnout?
Segundo Inês, os sinais do Burnout não aparecem do dia pra noite. É
um desenvolvimento gradual que começa geralmente no cognitivo.
“Primeiro, acontece esse shift para uma ambição, para uma sobrecarga de responsabilidades, para uma dificuldade de falar não”, comenta ela.
Depois, o shift passa a ser de valores: “Antes você
valorizava, talvez, fazer atividades físicas três vezes por semana ou
passar quinta à noite com seus amigos, tudo isso vai diminuindo”. Ou
seja, você passa a restringir os momentos de lazer e ócio.
Além disso, o sono e a alimentação também são prejudicados.
Quando estamos estressados, tendemos a consumir açúcar e gordura em
excesso, por exemplo. Esse mesmo estresse emocional também impacta
diretamente a nossa qualidade de sono – dormimos pouco e mal.
E isso vai evoluindo para uma impaciência anormal, dores físicas, até chegar em sintomas muito parecidos com os de depressão: falta de perspectiva, tristeza profunda, angústia ou sentimento de vazio e desesperança.
E qual é o papel da empresa nisso?
“A empresa, em si, pode construir várias políticas que protegem o funcionário de uma cultura de Burnout”, comenta Inês.
Aqui vão alguns exemplos:
Gestão de carga de trabalho: não permitir que os
funcionários trabalhem além do horário, estabelecimento de metas
realistas, distribuição equitativa das tarefas.
Criação de um ambiente de trabalho aberto à comunicação: deixar claro que está sempre ali para ouvir e ajudar os funcionários no que for necessário.
Promoção do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho: incentivo à férias, flexibilidade de trabalho, oferecer programas de bem-estar.
Promoção da prevenção e gestão do estresse: oferecer serviços de assistência psicológica, oferecer palestras ou workshops sobre o tema.
Treinamento de liderança: treinar os líderes para que saibam gerir o estresse emocional de suas equipes.
Por que importa?
“O futuro do saúde mental é a humanização e a flexibilidade”, Inês Hungerbühler.
A promoção de uma cultura anti-burnout é um investimento estratégico que traz diversos benefícios tanto para os funcionários quanto para a organização. Pode gerar, entre outras vantagens:
Aumento na produtividade,
Redução de rotatividade
Melhora no clima organizacional
Fortalecimento da marca
Sobretudo, promover uma cultura anti-burnout é importante pois os
colaboradores são, antes de qualquer coisa, pessoas. Todos têm uma casa,
uma família, uma vida fora do ambiente corporativo.
E, por isso, merecem ter sua saúde mental preservada, não só para
aumentar a eficiência no trabalho, mas para que não se esqueçam que são alguém fora dele.
20 coisas que eu gostaria de saber aos 20 anos (mas tive que aprender sozinho)
“Espírito primeiro. Porque isso é o mais importante. Não é o quão bem
você pode executar ou quanto dinheiro você pode ganhar. Mas se você não
é o ser humano que deveria ser, você não está fazendo isso
corretamente.” — Gladys Knight.
Uma jovem cliente que estava terminando sua terapia tinha um pedido final.
Ela queria alguns conselhos genéricos de vida: que tal 20 coisas para 2020? ela disse, lançando um desafio.
Eu não tive que pensar sobre isso por muito tempo. Quanto mais velho
você fica, mais você vê, mais você erra, mais você tem a dizer.
MAS…
Quanto mais medo você tem de dizer isso, porque sabe que não existe
uma estratégia de tamanho único para a vida – que cada um de nós precisa
seguir seu próprio caminho.
Ainda assim, eu estava pronto para o desafio. Aqui estão algumas coisas para ponderar.
20 coisas que eu gostaria de ter sabido nos meus vinte anos
1. Bons amigos valem ouro.
Ao longo da vida, apenas algumas pessoas realmente “pegarão” você. E
alguns deles também não ficarão por aqui. Portanto, cuide de quem o faz.
Mas também vale a pena saber que a amizade (e o amor) se desenvolve em
lugares surpreendentes, em todas as idades e fases. Fique aberto a isso.
2. Ninguém se importa com o que você faz da sua vida.
Bem, alguns fazem um pouco – espero que isso inclua seus pais. Mas a
maioria das pessoas está muito ocupada trilhando seus próprios caminhos
para se preocupar com o que você está fazendo no seu. No final, até seus
pais só querem que você seja feliz e autossuficiente. Aponte para isso.
3. A paixão por hambúrgueres com queijo e batatas fritas tem consequências.
Apenas dizendo.
4. A vida não dura para sempre.
Certa vez, tive um colega de apartamento cujo resumo da experiência
humana era o seguinte: “você nasce, vive um pouco e depois morre”. Achei
que ele era um Bisonho; Acontece que ele estava certo. Espero que você
tenha um longo intervalo entre o começo e o fim. Mas nenhum de nós sabe o
que está por vir. Use bem o seu tempo.
5. Nem o planeta.
Você não pode salvar tudo sozinho, mas pode fazer a sua parte.
6. A vida às vezes é entediante – precisa ser.
Tente viver em altas rotações 24 horas por dia, 7 dias por semana, e
você saberá o que quero dizer. Tempo de inatividade, manchas planas,
tédio – como você quiser chamar – é necessário para recuperar e
recarregar, pensar e criar – e fazer mudanças.
O tédio crônico é um problema, portanto, se você se encontrar lá, faça tudo o que puder para mudá-lo.
7. Sua saúde mental é um trabalho em andamento.
Humores e emoções não são consistentes. É mais difícil do que você
pensa ficar em um bom espaço mentalmente. Haverá altos e baixos, dias
bons e ruins, então você precisa aprender ferramentas e estratégias para
lidar com ambos. E você precisa continuar usando-os.
8. Assim como sua saúde física.
Os corpos também não se cuidam. Eles brincam, ficam doentes, precisam
de remédios, exames de saúde e manutenção regular. Quanto mais velho
você fica, mais alto “use-o ou perca-o” soa em seus ouvidos. Quanto mais
cedo você prestar atenção nisso, melhor.
9. Mentiras são corredores rápidos.
Uma vez ouvi dizer: uma mentira pode dar meia volta ao mundo antes
mesmo de a verdade calçar seus sapatos de salto alto. É verdade. As
mentiras se espalham rapidamente – e machucam. Pense nisso por um tempo.
10. Você precisa usar tanto as mãos quanto a cabeça.
Passar muito tempo em sua cabeça o deixará louco – e fará de você um
insone. Fazer coisas é a melhor maneira de combatê-lo – tira você da
cabeça e o leva para o corpo. Isso é bom pra você.
11. A maioria das pessoas está fazendo o melhor que pode. Mas alguns não são.
Verdadeiramente, a maioria das pessoas está se esforçando com o que
tem. A maioria das pessoas quer ser um ser humano bom, gentil e que
contribui. Algumas pessoas são idiotas, e mesmo que tenham uma razão
válida para isso, você precisa ficar longe delas.
12. Poder regular tudo é tudo.
Comida, álcool, substâncias, pornografia/sexo, humores, emoções,
reações – ter propriedade sobre isso é possuir sua própria vida. NB: Não
espere muito em breve, leva tempo e prática.
13. Tentar fazer os outros felizes é perda de tempo.
Você não pode. Você pode apoiá-los e estar lá para eles, mas criar
uma vida boa é o trabalho deles. Assim como criar o seu é seu.
14. Ficar sozinho é legal. Estar sozinho é difícil.
Estar sozinho, para experimentar, pensar e sonhar, sustentará e até
fortalecerá sua saúde mental. Mas sentir-se isolado o levará para o
outro lado. Faça o possível para se manter conectado – com as pessoas,
com os vizinhos, com os animais de estimação, com o caixa do
supermercado. E se você não está sozinho, fique de olho nos que estão.
Uma palavra gentil faz uma grande diferença.
15. O arrependimento é bom; pendurar no passado é ruim.
Ter arrependimentos mostra que você está ciente dos erros que
cometeu, das maneiras não tão boas como tratou os outros ou a si mesmo.
Apegar-se a coisas que você não pode mudar irá destruí-lo, então treine
seus olhos na estrada à sua frente.
16. O luto é uma merda.
As pessoas que você ama e se preocupam estarão perdidas para você, e
você terá que encontrar maneiras de lidar com isso. Leva muito mais
tempo do que você pensa, às vezes para sempre. Mas você precisa saber
que pode viver uma vida boa, até ótima, ao lado dela.
17. As pessoas são criaturas de hábitos E incrivelmente imprevisíveis. Incluindo você.
Abandone suas elevadas expectativas em relação às pessoas. Até de si mesmo.
18. Você vai se machucar — mas não precisa se agarrar a isso.
Mágoa, rejeição e dor fazem parte do trato humano. Mas continue
aprendendo a deixar ir, ou pelo menos afrouxar seu controle sobre isso.
19. Coisas ruins acontecem com pessoas boas.
Sim, eles fazem. E grandes coisas acontecem para significar pessoas. Vai saber.
20. A diversão também está em toda parte – mas às vezes está escondida.
Para citar os atemporais Desiderata de Max Ehrmann: “Apesar de toda a
sua farsa, labuta e sonhos desfeitos, ainda é um mundo lindo.”
Nem sempre parece assim, eu sei. Às vezes parece que a beleza foi
sugada dele. Mas há muita coisa boa no mundo. Faça da sua missão
continuar procurando por ele.
VOCÊ CONHECE A ValeOn?
A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO
TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em
torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace
que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço,
agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta
diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa
e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores
como:
Após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o desbloqueio do X (antigo Twitter) em
até 24 horas, a plataforma voltou ao ar para alguns usuários
brasileiros na noite desta terça-feira. Internautas começaram a relatar,
por volta das 19h30, que estavam conseguindo acessar o aplicativo. Na
própria rede, o assunto foi aos trending topics, com 30,6 mil pessoas
usando a expressão “voltou” na plataforma. No BlueSky, concorrente do X e
para onde muitos usuários migraram, também há vários relatos do retorno
da plataforma de Elon Musk no País.
A própria rede social X festejou, em sua conta oficial, o retorno às
atividades no País. “O X tem orgulho de retornar ao Brasil. Dar acesso a
dezenas de milhões de brasileiros à nossa indispensável plataforma foi
fundamental em todo esse processo. Continuaremos a defender a liberdade
de expressão, dentro dos limites da lei, em todos os lugares onde
operamos”, disse o X.
O X (antigo Twitter) foi bloqueado no dia 30 de agosto, após
determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes. Foto: Darko
Vojinovic/AP
Apesar da liberação da Justiça, a volta completa da plataforma
depende agora das operadoras de internet no País. A decisão ocorreu após
o cumprimento do pagamento das multas e a indicação de um responsável
legal do X no Brasil.
O aplicativo estava suspenso desde 30 de agosto, após determinação do
ministro. Agora, a decisão que foi tomada na tarde desta terça-feira
foi enviada para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que,
por sua vez, tem a missão de encaminhar o ofício de liberação para as
operadoras de internet.
Termos “Voltou” e “Voltamos” foram aos assuntos mais comentados com a volta do X Foto: Reprodução/X
Quanto tempo leva para o X voltar a funcionar plenamente no Brasil?
A volta do X no Brasil não ocorre de forma automática para todos, e
ficará a cargo de cada uma das operadoras que deverão liberar o acesso à
rede social, como foi com o bloqueio da plataforma.
Na época, o X levou cerca de oito horas para sair do ar no País, após a
determinação de Moraes. Clientes da operadora Claro foram os primeiros a perderam o acesso à versão desktop da plataforma,
enquanto Clientes da Vivo e de outras operadoras indicavam falhas no
aplicativo tanto no celular quanto na versão para computador.
O prazo dado por Moraes, no entanto, indica que o desbloqueio deve
ocorrer em até 24 horas, ou seja, até a tarde desta quarta-feira, 9.
O bloqueio ocorreu em 30 de agosto,
após Elon Musk fechar o escritório no Brasil alegando ameaças e censura
por parte de Moraes, e se recusar a manter um representante que pudesse
responder pelas operações e receber notificações da Justiça brasileira.
Além disso, a rede social havia sido multada por descumprir decisões
judiciais que determinavam a retirada de perfis do ar que, segundo a
Justiça, atacavam as instituições e disseminavam fake news.
Ao todo, a rede precisou pagar três multas. A primeira, no valor de
R$ 10 milhões, por não cumprir a determinação de suspender o X no País,
uma vez que utilizou IPs dinâmicos para manter a rede social em
funcionamento. O X também precisou arcar com o pagamento de R$ 300 mil
por dificultar o recebimento de intimações judiciais e, por fim, R$ 18,3
milhões pelo descumprimento de decisões do STF que determinavam a
suspensão de perfis investigados por espalhar fake news, discurso de
ódio e ataques às instituições.
Desbloqueio do X no Brasil é destaque no NYT, que trata caso como derrota para Elon Musk
“A aparente resolução para a batalha que durou meses representou uma
derrota para Musk, que se posicionou como um defensor contundente da
liberdade de expressão. Sua empresa perdeu um mês de negócios em um de
seus maiores mercados, permitindo que rivais ganhassem espaço lá, apenas
para acabar exatamente onde começou”, diz a reportagem assinada por
Jack Nicas, o correspondente do NYT no Brasil, e Ana Ionova.
Segundo o jornal americano, o caso mostra que governos nacionais
ainda têm vantagens na luta de poder contra grandes empresas de
tecnologia.
O bilionário Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX e dono do X, ex-Twitter Foto: Susan Walsh/AP
Por outro lado, a reportagem avalia que o caso pode ser também
considerado uma vitória “de relações públicas” para o bilionário e seus
apoiadores.
“Enfrentar o Supremo Tribunal do Brasil — que agiu agressivamente
para censurar certas vozes nas redes sociais — atraiu elogios
generalizados para o bilionário empreendedor, vindos de pessoas
preocupadas com governos restringindo o que pode ser dito online”.Vídeo relacionado: X acata ordem judicial e volta a ficar indisponível no Brasil (AFP).
O NYT destacou que o Brasil é “um dos mercados
internacionais mais importantes do X”, com uma estimativa de 20 milhões
de usuários, e que boa parte migrou para outras plataformas semelhantes,
como o BlueSky (criada por um dos cofundadores do X, Jack Dorsey) e o
Threads (plataforma da Meta, de Mark Zuckerberg).
De acordo com dados da Similarweb, empresa de inteligência de dados
citada pelo jornal americano, o número de usuários do Bluesky pulou para
6,8 milhões diários, enquanto o do Threads chegou a 3,6 milhões. O
número de brasileiros no X, por sua vez, despencou 80%
.A rede social estava suspensa no Brasil desde 30 de agosto por
determinação de Moraes, após o empresário sul-africano fechar o
escritório no País alegando censura por parte do magistrado, além de se
recusar a manter um representante que pudesse responder pela plataforma
perante a Justiça. O ministro do STF também multou a empresa em R$ 18
milhões, alegando descumprimento de decisão que obrigava a retirada do
ar de perfis que compartilhavam fake news e atacavam instituições
democráticas.
O X também foi multado por descumprir decisões do STF para suspender
perfis e por burlar a decisão que tirou o aplicativo do ar. A empresa
recorreu a IPs dinâmicos, o que permitiu que o aplicativo voltasse a funcionar temporariamente para alguns usuários brasileiros.
Ao todo, a plataforma precisou desembolsar R$ 28,6 milhões para cobrir
as multas. O pagamento atrasou a decisão sobre o retorno da rede social.
Em sua decisão, Moraes destacou que o “retorno das atividades da X
BRASIL INTERNET LTDA. em território nacional foi condicionado,
unicamente, ao cumprimento integral da legislação brasileira e da
absoluta observância às decisões do Poder Judiciário, em respeito à
soberania nacional”.
Os baby boomers são a geração mais rica que já existiu, graças à
moradia acessível e aos fortes mercados de ações que proporcionam
grandes retornos sobre as economias, mostra um novo relatório da Allianz.
A geração millennial, por outro lado, tem sido a
“maior perdedora” na corrida pela riqueza, em consequência das crises
consecutivas, revela o Relatório de Riqueza Global 2024 da empresa.
“Uma situação histórica única — forte crescimento econômico, mercados
imobiliários acessíveis e mercados acionários em expansão — permitiu
que (os boomers) acumulassem uma bela fortuna”, escreveu a gigante de seguros e gestão de ativos em seu relatório divulgado na terça-feira, 1º.
Enquanto isso, a geração millennial poupa desde a crise financeira de
2008, a pandemia da covid e um período de inflação “realmente
dolorosa”.
Baby boomers tiveram vantagens que millennials não tiveram Foto: Marcos de Paula / Agência Estado
Isso significa que os retornos que eles obtiveram em seus fundos
guardados foram significativamente menores do que os das gerações
anteriores, e o total do pecúlio que eles economizaram durante a vida é
significativamente menos impressionante.
Em seu relatório, a Allianz modelou uma série de indivíduos
hipotéticos entre gerações, acompanhando os retornos de suas poupanças —
e a riqueza correspondente — ao longo de seus respectivos ciclos
econômicos.
Um boomer americano nascido em 1960, por exemplo, com uma taxa de
poupança anual de 10% durante 40 anos, terá gerado uma poupança
vitalícia de mais de 850% de sua renda disponível.
Enquanto isso, um americano da Geração X que tenha poupado nos mesmos
níveis terá agora uma fortuna no valor de 606% de sua renda disponível,
com uma taxa de retorno anual de 6,7%.
Mas mesmo uma diferença de 200% entre os boomers e a Geração X parece
atraente em comparação com o que a geração millennial obteve.
Um integrante da geração millennial nascido em 1984 — que poupou na
mesma proporção que a geração de seus pais — verá seu pecúlio total ao
longo da vida corresponder a pouco mais de 430% de sua renda disponível.
É claro que a geração millennial ainda tem algumas décadas para
continuar a aumentar suas economias enquanto continua a trabalhar. Mesmo
assim, a Allianz sugere que seus integrantes nunca acumularão os mesmos
níveis de riqueza que os próprios boomers — que atingem 670% de sua
renda disponível durante a vida.
A Geração Z,
a mais jovem geração que está entrando na força de trabalho, se sai
melhor do que seus colegas da geração millennial, mas não tão bem como a
geração mais velha.
Os americanos da Geração Z nascidos em 2004 podem esperar que suas
economias totais cheguem a 766% de sua renda disponível em 2063,
superando tanto a Geração X quanto a geração millennial.
Dito isso, “mesmo com o mesmo comportamento de poupança, nenhuma
geração pode igualar o acúmulo de riqueza desfrutado pelos baby
boomers”, escreveu a Allianz.
Nova dinâmica de riqueza
Os baby boomers podem ser a geração mais rica que já existiu, mas ainda há tempo para outro grupo assumir o controle.
No entanto, quem será esse grupo ainda está em debate.
A corretora de imóveis Knight Frank está apostando na geração
millennial, dizendo que, como cortesia de uma “Grande Transferência de
Riqueza” de US$ 90 trilhões (R$ 497 trilhões) , aqueles que atualmente
têm entre 28 e 43 anos serão a “geração mais rica da história”.
A Allianz acredita que essa teoria tem potencial, mas disse que a
riqueza transmitida pode ser menor do que o esperado: “Chegará o dia em
que os baby boomers deixarão sua riqueza para seus filhos e netos.
“As projeções indicam que, somente nos EUA, mais de US$ 84 trilhões (R$ 464 trilhões) em ativos serão transferidos para as gerações mais jovens até 2045, sendo que mais de US$ 53 trilhões (R$ 293 trilhões) dessa
riqueza serão provenientes de famílias de baby boomers. Isso prepara o
terreno para que os millennials se tornem, potencialmente, a geração
mais rica da história, embora não apenas por meio de seus próprios
esforços.”
A geração Z também tem chances de ultrapassar a riqueza da geração
millennial, graças a seus próprios empreendimentos e melhores condições
econômicas.
“Considerando o fim do excesso de poupança e a crescente demanda por
capital para impulsionar as transformações ecológicas e digitais, a
Geração Z tem, na verdade, uma boa chance de superar todos os seus
antecessores — se alinharem seu comportamento de poupança às novas
realidades”, acrescentou a Allianz.
c.2024 Fortune Media IP Limited Distribuído por The New York Times Licensing Group
Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.
O furacão Milton voltou a se intensificar nas águas do Golfo do
México e foi novamente classificado como um furacão de categoria 5 nesta
terça-feira. A tempestade se aproxima da costa oeste da Flórida, com
previsão de impacto entre a noite de quarta e a madrugada de
quinta-feira.
Em seu comunicado mais recente, o Centro Nacional de Furacões dos
Estados Unidos (NHC) emitiu um alerta para que “os moradores da Flórida
se preparem” em suas residências e, se necessário, sigam as instruções
das autoridades locais para evacuar a área.
“O estado inteiro da Flórida está sob algum tipo de vigilância ou
alerta”, destacou o governador Ron DeSantis, reforçando a gravidade da
situação.
O NHC descreveu Milton como “um furacão extremamente perigoso”, que
ganhou ainda mais força ao se aproximar da costa. Com ventos máximos
sustentados de 270 km/h, a tempestade atingiu novamente o nível mais
alto da escala Saffir-Simpson, a categoria 5.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também fez um alerta
severo, descrevendo Milton como “a pior tempestade que a Flórida pode
enfrentar em um século” durante uma reunião com seus conselheiros na
Casa Branca. Biden reforçou a urgência de evacuação, afirmando que “essa
é uma questão de vida ou morte” para os moradores do terceiro estado
mais populoso do país.
Milton está se movendo do sudoeste para o nordeste no Golfo do México
e deve atingir a Flórida em cheio na noite de quarta-feira. Antes
disso, o NHC prevê “ondas devastadoras” e uma “tempestade com risco de
vida” ao longo da costa norte da Península de Yucatán, no México.
Cientistas apontam que as mudanças climáticas estão aumentando a
probabilidade de intensificação rápida de tempestades como Milton,
aquecendo as águas do mar e gerando furacões mais poderosos. As
temperaturas no Atlântico Norte têm atingido recordes há mais de um ano,
segundo dados do Observatório Meteorológico Americano (NOAA).
O meteorologista Michael Lowry observou que, “se as previsões mais
severas se confirmarem para a região de Tampa Bay, as inundações
causadas por Milton poderão ser o dobro das observadas durante o furacão
Helene, que atingiu a Flórida há duas semanas”.
“Milton se intensificou de forma extremamente rápida na
segunda-feira, em um dos ritmos mais acelerados já registrados na bacia
do Atlântico”, acrescentou Lowry.
Na Flórida, preparativos já estão em andamento, com geradores,
alimentos, água e lonas sendo distribuídos em várias áreas. Muitos
moradores estão deixando a região, enquanto outros se preparam para as
enchentes, recolhendo sacos de areia para tentar proteger suas casas.
O sudeste dos Estados Unidos ainda se recupera dos efeitos
devastadores do furacão Helene, que causou inundações e danos
significativos em seis estados, resultando em pelo menos 234 mortes.
Pablo Marçal (PRTB) declarou que não apoiará Ricardo Nunes (MDB)
no segundo turno das eleições municipais em São Paulo. O ex-coach disse
que espera por um pedido de desculpas do atual prefeito, além de Silas
Malafaia, Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Eduardo Bolsonaro.
Marçal se pronunciou em uma coletiva antes de uma palestra realizada
nesta terça-feira, 8, na Plataforma Internacional, no Alphaville de
Barueri.
O candidato que deixou a disputa pela Prefeitura em terceiro lugar,
com 1.719.274 votos, o equivalente a 28,14%, ressaltou que jamais
apoiaria Guilherme Boulos (PSOL)
e que foi atrapalhado por aqueles que deveriam estar ao seu lado por
meio de mentiras e ataques. “Eu iria para o segundo turno junto com o
Nunes. Então quem colocou o Boulos no segundo turno foi Malafaia e
Bolsonaro”, disse Marçal, que deixou a entender que a retratação e
assinatura de termo de compromisso para propostas voltadas para os
cuidados com crianças poderiam fazer com que ele reconsiderasse.
Marçal diz que não irá apoiar Ricardo Nunes no segundo turno e espera
por pedidos de desculpa Foto: Werther Santana/Estadão e Felipe
Rau/Estadão
A participação do ex-coach nas eleições municipais foi marcada por
provocações e acusações graves, na maioria das vezes, direcionadas ao
atual prefeito e ao deputado federal. Marçal disse que a divulgação de um laudo falso sobre a saúde psiquiátrica de Boulos,
foi publicado por sua equipe. “Eu não sou perito e de fato quero que
todo mundo que esteja envolvido nisso seja responsabilizado”, disse. O
caso fez com que ele se tornasse alvo de ações nas esferas eleitoral e
criminal, colocando em dúvida sua elegibilidade para os próximos anos.
O atual prefeito ficou à frente no primeiro turno, porém com margem
estreita. Nunes foi escolhido por 1.801.139 eleitores, somando 29,48%
dos pontos. Enquanto Boulos, garantiu sua participação no segundo turno
com 29,07%, equivalente a 1.776.127 votos. A diferença entre Marçal e o
deputado foi de 56.853 votos.
Você já ouviu todas as fórmulas. Elas dizem que se você seguir os
“segredos” dos grandes nomes, o sucesso é inevitável. Mas se essas
fórmulas funcionassem, por que a maioria dos empreendedores ainda está
fracassando? A resposta é simples: eles estão correndo atrás de atalhos e
truques enlatados. Não é a falta de conhecimento que os afunda, é a
obsessão por seguir regras que já estão ultrapassadas.
Vamos ser honestos. Se você é como a maioria dos empreendedores,
está preso em uma armadilha invisível. Lendo livros de gurus, fazendo
cursos que prometem a próxima grande sacada, se espelhando em startups
do Vale do Silício que parecem inatingíveis. O erro fatal? Tentar
repetir fórmulas que funcionaram para alguém, em algum lugar, sem
perceber que a realidade do seu negócio é única. Foi assim que o Brasil
teve 4 empresas fechadas por minuto em 2023. Motivo: elas estavam
jogando o jogo errado.
Mas e os negócios que conseguem escalar,
aqueles que realmente desafiam as estatísticas? Eles não seguem
fórmulas. Eles jogam pelas próprias regras. E, mais importante, eles não
têm medo de fazer perguntas incômodas e tomar decisões
contraintuitivas. Bem-vindos ao meu mundo e ao mundo dos meus mentorados
na Farani Escola de Negócios.
A maioria dos empreendedores ignora a inovação radical Se você
ainda está tentando escalar seu negócio com base em práticas
consagradas, está se preparando para falhar. Inovar não é sobre copiar o
que funciona, mas sim sobre experimentar e fracassar rápido. Quando foi
a última vez que você colocou uma ideia em prática que o deixou
genuinamente desconfortável? Os empreendedores que vencem sabem que o
crescimento sustentável vem de testar hipóteses arriscadas, não de
seguir um manual pré-fabricado.
O grande segredo (ironicamente) é que não existe segredo. Não existe
um playbook universal. O que há é uma disposição incansável para
questionar o status quo e construir um modelo de negócio alinhado com as
particularidades do mercado em que você está. E esse caminho é
solitário. Porque, ao fazer o que ninguém mais está disposto a fazer,
você vai enfrentar resistência. Vai ser subestimado. Mas é exatamente
essa resistência que filtra os visionários dos “empreendedores de
palco”.
Escalar vai muito além do lucro Outro erro crítico que afunda a
maioria das empresas é a obsessão cega pelo lucro a curto prazo. Os
empreendedores que jogam o jogo longo não estão apenas criando produtos
para vender, eles estão criando legados. Eles entendem que um negócio
escalável é construído com uma visão de longo prazo, com propósito.
Dinheiro é importante? Muito. Mas e o impacto? Esse é o verdadeiro jogo.
Sua empresa está aqui para resolver um problema ou apenas para gerar
receita? Se você não tiver clareza sobre isso, o mercado vai cobrar
caro. A Amazon, por exemplo, passou anos no vermelho enquanto Jeff Bezos
investia em infraestrutura, escalabilidade e experiência do cliente.
Hoje, é uma das maiores empresas do mundo. Você está disposto a
sacrificar lucros imediatos pelo crescimento sustentável? Os
empreendedores que vencem estão.
O medo do erro paralisa, mas o fracasso liberta Os que fracassam
temem errar. Os que escalam entendem que o fracasso é o preço do
ingresso para o sucesso. A mentalidade do 10% é de constante
aprendizado. Eles não se apegam a uma única estratégia, eles iteram,
ajustam e escalam com base nos aprendizados. A verdadeira inovação
acontece na borda do caos, onde o incerto é mais comum do que o
previsível.
Portanto, se você não está preparado para errar – e muito – talvez o
caminho do empreendedorismo não seja para você. Porque o fracasso não é o
fim do jogo, é o ponto de partida. Mas é a forma como você se levanta
após cada tropeço que vai definir se você pertence aos 90% ou aos 10%
que escalam.
Para crescer, desafie tudo No final, o que separa os
empreendedores bem-sucedidos dos que ficam pelo caminho não é a sorte,
nem uma fórmula mágica. É a disposição para pensar diferente, para agir
quando a maioria paralisa, para questionar até mesmo as práticas que
pareciam infalíveis. Se você quer escalar, precisa entender que o jogo
mudou. E, para vencer, você precisará aprender a quebrar algumas regras.
Então, da próxima vez que você pensar em seguir mais um “segredo de
sucesso”, pergunte-se: qual regra estou disposto a quebrar hoje?
Camila Farani é Top Voice no LinkedIn Brasil e a única mulher
bicampeã premiada como Melhor Investidora-Anjo no Startup Awards 2016 e
2018. Sócia-fundadora da G2 Capital, uma butique de investimentos em
empresas de tecnologia, as startups.
Qual o segredo do sucesso?
1 – Tenha um propósito. Ter um propósito é o primeiro passo para direcionar sua carreira para o sucesso. …
Entre as ações do MP, está um ofício enviado à Prefeitura de
Manacapuru, a fim de solicitar detalhes a respeito das medidas adotadas
em resposta ao desastre
Segundo o órgão, a medida tem o objetivo de reunir todas as
informações necessárias para determinar se o desabamento foi um acidente
ou resultado de alguma negligência, se houve falhas em ações
preventivas, além de identificar fatores que contribuíram para o
deslizamento.
Entre as ações do MP, está um ofício enviado à Prefeitura de
Manacapuru, a fim de solicitar detalhes a respeito das medidas adotadas
em resposta ao desastre. O documento exige que, em até cinco dias, seja
emitido um esclarecimento sobre o suporte oferecido às famílias
afetadas, a estrutura da Defesa Civil Municipal e a inscrição do
município no cadastro nacional de áreas com risco de deslizamento.
Além de solicitar informações sobre a existência de um Plano Diretor e
de planos de contingência para desastres, a promotoria também
encaminhou outro ofício à Defesa Civil do município, que exige um
levantamento das famílias desabrigadas, além de garantir que os serviços
essenciais – como saúde, alimentação e energia – sejam fornecidos a
elas.
Durante uma visita ao local do deslizamento, a promotoria de Justiça
orientou os familiares das vítimas a registrarem boletins de ocorrência
com relação aos parentes desaparecidos, para garantir que as informações
sejam documentadas e que as buscas possam ser organizadas de maneira
efetiva.
De acordo com o diretor de Infraestrutura Aquaviária do DNIT, Erick
Moura, a medida visa evitar o mesmo desastre que ocorreu em Manacapuru,
região metropolitana de Manaus.
“A intenção do DNIT é decretar situação de emergência para que a
gente possa ter mais agilidade e evitar novas situações como essas de
Manacapuru. Já determinei que a equipe técnica, faça uma nota para que a
gente publique isso em diário oficial”, afirma Moura.
Deslizamento
O deslizamento atingiu o leito do Rio Solimões. A Prefeitura afirma
que o Hospital Regional da cidade recebeu algumas pessoas que
presenciaram o fenômeno das “Terras Caídas” e deram entrada com sistema
nervoso abalado.
Um carro de passeio estacionado no Porto foi “engolido” pelo
desbarrancamento. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o
momento exato do desastre natural. Nas imagens dar para ver uma casa
flutuante também sendo arrastada pela “Terra caída”.
Em última atualização, a Prefeitura de Manacapuru confirmou que o
desbarrancamento deixou, além de uma criança de 6 anos, outras três
pessoas desaparecidas.
Letícia Correia de Queiroz, 6, estava na casa flutuante que foi
arrastada para debaixo da balsa. A irmã mais velha dela conseguiu se
salvar. O tenente Eduardo Pinheiro coordena os trabalhos de mergulho no
local do acidente e diz que já foram localizados um barco e um carro no
fundo do Rio.
Eduardo, mergulhador dos Bombeiros, afirmou que “estão tentando
entender como ficou a cinemática depois do acidente, para onde foi o
material. Só assim vamos ter ideia de onde podem estar os corpos, onde é
mais provável de encontrar”.
Apoio do Governo Federal
O Governo Federal estabeleceu uma equipe da Defesa Civil Nacional
para auxiliar a população de Manacapuru. A equipe técnica, que apoia
municípios na ocorrência de desastres, já estava em Manaus (AM) desde a
semana passada para apoiar no gerenciamento dos desastres em razão da
estiagem e dos incêndios florestais no local.
Segundo o Centro Nacional de Monitoramento de Riscos e Desastres
(Cenad) o nível operacional das ações foi alterado do centro para
laranja, representando cenário de alerta.
Nesta segunda-feira (7), o Governo Federal autorizou o repasse de R$
28,5 milhões para ações de resposta executadas pela Defesa Civil,
divididos entre os estados do Amazonas, Rondônia e Pará.
No Amazonas, a cidade de Amaturá receberá R$ 339,7 mil, Alvarães, R$
529,7 mil, Caapiranga, R$ 288,3 mil e Atalaia do Norte, R$ 637,2 mil.
Nesta terça feria (08), é celebrado o Dia do Açougueiro, em homenagem
a todos os profissionais do setor frigorífico brasileiro. A data
contribui para uma maior valorização da classe e reconhecimento pelos
trabalhos.
A arte do açougue já provou que é pop. Porque uma carne bem cortada é
vital na realização de um bom churrasco, ou na criação de um prato
perfeito. Mas ser açougueiro – dos bons – é uma especialidade que exige
anos de prática, estudo, pesquisa, empenho e boas doses de talento e
maestria com as afiadas lâminas.
Açougueiros dedicam-se ao abate de animais e à preparação de carnes
para a venda em açougues, supermercados ou restaurantes. A profissão
envolve habilidades de manuseio seguro de ferramentas de corte,
conhecimento sobre diferentes cortes de carne e compromisso com a
higiene e segurança alimentar.
Além de simplesmente cortar carne. Em seu dia a dia, profissionais
da área podem precisar selecionar e comprar carnes de qualidade, manter a
higiene e segurança do local de trabalho, preparar carnes conforme as
necessidades de clientes e, em alguns casos, até mesmo atuar na venda
direta ao consumidor.
Muitas vezes, açougueiros precisam interagir diretamente com os
clientes, auxiliando-os na escolha das carnes e fornecendo informações
sobre os produtos. Assim, saber se comunicar bem e entender como atender
a clientela da melhor forma é importante para a função.
Por exemplo, um açougueiro com excelentes habilidades de atendimento
ao cliente pode recomendar cortes específicos conforme as preferências e
necessidades dos clientes, garantindo um serviço personalizado e
satisfatório.
O conhecimento sobre cortes de carnes é uma competência fundamental
para açougueiros, pois cada tipo de corte requer técnicas específicas de
preparo e conhecimento das características da carne. Por exemplo, um
açougueiro bem qualificado entenderá as diferenças entre cortes como
filé mignon, contrafilé e costela, sendo capaz de orientar os clientes
sobre a melhor escolha para seus propósitos culinários.
Em um ambiente de açougue, principalmente em estabelecimentos maiores
ou durante períodos movimentados, é preciso que profissionais,
inclusive açougueiros, consigam trabalhar bem em equipe.
Em um açougue que atende uma alta demanda de clientes, açougueiros
precisam colaborar uns com os outros para garantir que os pedidos sejam
atendidos de forma eficiente e que a área de trabalho seja mantida limpa
e organizada. Trabalhar em equipe também envolve comunicação eficaz e
divisão de tarefas para maximizar a produtividade e a satisfação dos
clientes.
A comunicação assertiva é a arte de expressar nossos pensamentos e
sentimentos de forma clara, respeitosa e eficaz. Para alcançarmos essa
habilidade, é fundamental dominar nossas emoções e construir mensagens
que sejam compreendidas e bem recebidas pelo outro.
Foto: Pexels
Imagine um lago. É noite. A lua cheia brilha redonda no céu.
Quando as águas deste lago estão calmas, refletem a luz da lua com
precisão, podemos ver no céu e nas águas uma lua perfeita, redondinha. A
realidade e o seu reflexo são muito parecidos.
Agora, caso as águas deste lago estejam agitadas, o reflexo da lua
será deformado e disforme, não condizente com a realidade que enxergamos
no céu.
Entenda que a lua representa a realidade. O lago representa a sua
mente. Quando nossas emoções estão em ebulição, não conseguimos enxergar
a realidade com nitidez.
Nossos pensamentos se interpõem entre nós e os fatos e corremos grande distorcemos a realidade.
Meu caro leitor, esta não é uma boa hora para falar.
A tão cobiçada comunicação assertiva está diretamente relacionada com a sua inteligência emocional. Saber reconhecer e gerir suas emoções é a base do sucesso na sua comunicação.
Seis etapas nos aproximam de uma comunicação realmente assertiva e
capaz de solucionar conflitos. Vamos entender o que devemos considerar
em cada uma dessas etapas e como as emoções podem prejudicar nosso
discernimento em cada uma.
Por que dizer?
Este é o objetivo da sua mensagem. Saber por que falar é o primeiro
passo para construir uma mensagem assertiva. Muitas vezes, começamos uma
conversa sem saber sequer aonde queremos chegar ou qual é o nosso
objetivo ao falar. Possivelmente, isso resultará em uma conversa que
apenas descarrega no outro nossas emoções e frustrações. Quando estamos
tomados pela emoção, é muito mais provável que queiramos ‘rebater ou nos
defender’, ao invés de solucionar. Saiba, exatamente, seu objetivo.
Para quem dizer?
Parece óbvio, mas nem sempre consideramos para quem vamos levar nossa
mensagem. Esse é um recorte muito precioso para delimitarmos o que
vamos dizer. O ‘quem’ estará imbricado no passo anterior, o ‘porquê’.
Quanto aquela pessoa sabe ou viveu acerca do tema da mensagem? Quais as
objeções que ela pode ter sobre o tema? Quais vieses e valores? Qual o
interesse nesta conversa? Essas são perguntas muito importantes sobre o
nosso interlocutor.
Mas veja bem, quando estamos em ebulição, provavelmente não teremos
condições de observar e responder a estas perguntas com isenção, pois
estaremos analisando o outro através das nossas lentes ofuscadas pelas
emoções. Considere quem está do outro lado.
O que dizer?
As etapas anteriores serão a base desta terceira etapa. Se temos
clareza do porquê e para quem estamos construindo a mensagem, podemos
escolher com assertividade o que dizer, considerando o que deve ou não
entrar na nossa mensagem. Ou seja, as etapas anteriores nos orientam
sobre a curadoria do nosso conteúdo.
Se pecarmos nas etapas anteriores, corremos um grande risco de
escolhermos mal nossos argumentos, misturando os fatos com as nossas
emoções, distorcendo o acontecido e nos distanciando de uma possível
solução. Não podemos permitir que nossas emoções ditem o que será dito,
isso nos colocaria em um lugar demasiadamente apaixonado e pouco
estratégico e assertivo. Diga, exatamente, o que você quer dizer.
Como dizer?
O ‘como’ diz respeito à forma. Como nos expressamos, como a voz e a
linguagem não verbal contribuem e sustentam a nossa mensagem. Ou como
elas distorcem a mensagem. Albert Mehrabian conduziu um estudo que
demonstra que, quando existem ruídos emocionais na nossa comunicação, a
voz e a linguagem não verbal são responsáveis por mais de 90% da
interpretação da mensagem.
Imagino que aqui já esteja evidente para você que, se não fizermos
uma boa gestão das nossas emoções, elas falarão mais alto do que
qualquer coisa que você diga, transbordando pelo ritmo, pelo tom e pela
frequência da nossa voz, pelas expressões faciais e postura corporal. O
‘como’ é responsável pelos maiores e mais graves ruídos de comunicação.
Busque uma performance que transmita calma e confiança.
Onde dizer?
Não costumamos considerar essa etapa na hora de construir uma
comunicação assertiva, mas a escolha do lugar é fundamental para a
atmosfera que queremos dar para a conversa. Uma conversa ‘na sala do
chefe’ provavelmente vai adicionar mais tensão e seriedade à conversa do
que uma conversa em uma cafeteria ou ao ar livre. A escolha de, por
exemplo, ter uma conversa difícil caminhando ao ar livre ao invés da
‘sala do RH’ (onde as pessoas são contratadas e demitidas) pode
influenciar muito no estado emocional, tanto no seu quanto no do seu
interlocutor. Seja estratégico nesta escolha!
Quando dizer?
Por fim, escolher a hora certa de dizer. E a pergunta que traduz esta
etapa é ‘essa é a hora de termos essa conversa?’. Aqui devemos
considerar a objetividade do tempo, se existe tempo hábil para que a
conversa aconteça, mas, também, se é a hora certa de ter a conversa no
sentido das nossas emoções. Estamos, eu e o outro, em condições de ter
essa conversa?
As regras não vão substituir o seu autoconhecimento.
De forma genérica, especialistas de comunicação assertiva recomendam
que esperemos 48 horas até que as nossas emoções arrefeçam para que
possamos ter uma conversa difícil. Mas a verdade é que esta regra é
muito precária.
É preciso que você crie condições de ler a si e ao outro,
considerando que, em algumas situações, estaremos prontos em 15 minutos
para ‘falar sobre isso’, e em outras, mesmo depois de 48 horas, ainda
nos sentiremos muito afetados quando tocamos no tema. Portanto, a regra a
ser considerada aqui é ‘estamos prontos?’, independentemente de quanto
tempo tenha se passado. E treine, treinar vai te ajudar a entender se
você consegue tocar no assunto sem se afetar emocionalmente.
Esteja atento a cada uma das etapas descritas acima.
Saber analisar e definir sobre cada uma dessas etapas não se trata de
olhar apenas para si, mas exercitar a sua empatia e verificar se todos
estão prontos para uma conversa difícil e fazer escolhas que favoreçam a
conversa, ao invés de torná-la ainda mais difícil. Isso permitirá o
fortalecimento da confiança e a verdadeira resolução de conflitos.
Uma comunicação de excelência não é apenas um artifício de persuasão e
poder, é uma jornada de autoconhecimento e de autogestão! Quanto melhor
nos conhecemos, melhor nos comunicamos. Quanto melhor nos comunicamos,
melhor nos conhecemos.
Leitura recomendada
Agora, quer se aprofundar mais em temas de saúde mental, liderança e inovação em RH? Participe do evento RH Leadership Xperience, da StartSe. Descubra práticas e insights que podem transformar sua abordagem e fazer a diferença na sua gestão de pessoas.
ESCALANDO NEGÓCIOS DA VALEON
1 – Qual é o seu mercado? Qual é o tamanho dele?
O nosso mercado será atingir os 766 mil habitantes do Vale do
Aço e poder divulgar os produtos / serviços para vocês clientes,
lojistas, prestadores de serviços e profissionais autônomos e obter dos
consumidores e usuários a sua audiência.
A ValeOn atenderá a todos os nichos de mercado da região e
especialmente aos pequenos e microempresários da região que não
conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que
ele proporciona. Pretendemos cadastrar todas as empresas locais com
CNPJ ou não e coloca-las na internet.
2 – Qual problema a sua empresa está tentando resolver? O mercado já expressou a necessidade dessa solução?
A nossa Plataforma de Compras e Vendas que ora
disponibilizamos para utilização das Empresas, Prestadores de Serviços e
Profissionais Autônomos e para a audiência é um produto inovador sem
concorrentes na região e foi projetada para atender às necessidades
locais e oferecemos condições de adesão muito mais em conta que qualquer
outro meio de comunicação.
Viemos para suprir as demandas da região no que tange a
divulgação de produtos/serviços cuja finalidade é a prestação de
serviços diferenciados para a conquista cada vez maior de mais clientes e
públicos.
O nosso diferencial está focado nas empresas da região ao
resolvermos a dor da falta de comunicação entre as empresas e seus
clientes. Essa dor é resolvida através de uma tecnologia eficiente que
permite que cada empresa / serviços tenha o seu próprio site e possa
expor os seus produtos e promoções para os seus clientes / usuários ao
utilizar a plataforma da ValeOn.
3 – Quais métodos você usará para o crescimento? O seu mercado está propício para esse tipo de crescimento?
Estratégias para o crescimento da nossa empresa
Investimento na satisfação do cliente. Fidelizar é mais barato do que atrair novos clientes.
Equilíbrio financeiro e rentabilidade. Capital de giro,
controle de fluxo de caixa e análises de rentabilidade são termos que
devem fazer parte da rotina de uma empresa que tenha o objetivo de
crescer.
Desenvolvimento de um planejamento estratégico. Planejar-se
estrategicamente é como definir com antecedência um roteiro de viagem ao
destino final.
Investimento em marketing. Sem marketing, nem gigantes como a
Coca-Cola sobreviveriam em um mercado feroz e competitivo ao extremo.
Recrutamento e gestão de pessoas. Pessoas são sempre o maior patrimônio de uma empresa.
O mercado é um ambiente altamente volátil e competitivo. Para
conquistar o sucesso, os gestores precisam estar conectados às demandas
de consumo e preparados para respondê-las com eficiência.
Para isso, é essencial que os líderes procurem conhecer (e
entender) as preferências do cliente e as tendências em vigor. Em um
cenário em que tudo muda o tempo todo, ignorar as movimentações externas
é um equívoco geralmente fatal.
Planeje-se, portanto, para reservar um tempo dedicado ao
estudo do consumidor e (por que não?) da concorrência. Ao observar as
melhores práticas e conhecer quais têm sido os retornos, assim podemos
identificar oportunidades para melhorar nossa operação e, assim,
desenvolver a bossa empresa.
4 – Quem são seus principais concorrentes e há quanto tempo
eles estão no mercado? Quão grandes eles são comparados à sua empresa?
Descreva suas marcas.
Nossos concorrentes indiretos costumam ser sites da área,
sites de diretório e sites de mídia social. Nós não estamos apenas
competindo com outras marcas – estamos competindo com todos os sites que
desejam nos desconectar do nosso potencial comprador.
Nosso concorrente maior ainda é a comunicação offline que é
formada por meios de comunicação de massa como rádios, propagandas de
TV, revistas, outdoors, panfletos e outras mídias impressas e estão no
mercado há muito tempo, bem antes da nossa Startup Valeon.
5 – Sua empresa está bem estabelecida? Quais práticas e procedimentos são considerados parte da identidade do setor?
A nossa empresa Startup Valeon é bem estabelecida e
concentramos em objetivos financeiros e comerciais de curto prazo,
desconsideramos a concorrência recém chegada no mercado até que deixem
de ser calouros, e ignoramos as pequenas tendências de mercado até que
representem mudanças catastróficas.
“Empresas bem estabelecidas igual à Startp Valeon devemos começar a pensar como disruptores”, diz Paul Earle,
professor leitor adjunto de inovação e empreendedorismo na Kellogg
School. “Não é uma escolha. Toda a nossa existência está em risco”.
6 – Se você quiser superar seus concorrentes, será necessário escalar o seu negócio?
A escalabilidade é um conceito administrativo usado para
identificar as oportunidades de que um negócio aumente o faturamento,
sem que precise alavancar seus custos operacionais em igual medida. Ou
seja: a arte de fazer mais, com menos!
Então, podemos resumir que um empreendimento escalável é
aquele que consegue aumentar sua produtividade, alcance e receita sem
aumentar os gastos. Na maioria dos casos, a escalabilidade é atingida
por conta de boas redes de relacionamento e decisões gerenciais bem
acertadas.
Além disso, vale lembrar que um negócio escalável também
passa por uma fase de otimização, que é o conceito focado em enxugar o
funcionamento de uma empresa, examinando gastos, cortando desperdícios e
eliminando a ociosidade.
Sendo assim, a otimização acaba sendo uma etapa inevitável
até a conquista da escalabilidade. Afinal de contas, é disso que se
trata esse conceito: atingir o máximo de eficiência, aumentando clientes, vendas, projetos e afins, sem expandir os gastos da operação de maneira expressiva.
Pretendemos escalar o nosso negócio que é o site marketplace da Startup Valeon da seguinte forma:
objetivo final em alguma métrica clara, como crescimento percentual em vendas, projetos, clientes e afins;
etapas e práticas que serão tomadas ao longo do ano para alcançar a meta;
decisões acertadas na contratação de novos colaboradores;
gerenciamento de recursos focado em otimização.
Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (App)