quarta-feira, 18 de setembro de 2024

OS LÍDERES NAS EMPRESAS DESEMPENHAM UM PAPEL MUITO IMPORTANTE NO APOIO ÀS SUAS EQUIPES NAS CATÁSTROFES CLIMÁTICAS

 

Por Renata Tomazelli, fundadora da Youfeel Health – Redação StartSe

Em meio aos desafios que enfrentamos no Rio Grande do Sul devido às recentes catástrofes climáticas, os líderes nas empresas desempenham um papel muito importante no apoio às suas equipes.

Foto: golero via Getty Images

Em meio aos desafios que enfrentamos no Rio Grande do Sul devido às recentes catástrofes climáticas, os líderes nas empresas desempenham um papel muito importante no apoio às suas equipes garantindo que elas tenham o suporte necessário para enfrentar essa situação, especialmente aqueles que estão no Rio Grande do Sul ou com membros da equipe ou familiares que residem aqui.

Como Consultora em Desenvolvimento Organizacional, estou trabalhando diretamente com líderes, ajudando a implementar estratégias para gerenciar suas equipes durante esses momentos difíceis.

É normal que muitos líderes se sintam perdidos ou inseguros sobre como agir em situações como essas. No entanto, é importante lembrar que, mesmo diante da incerteza, há ações que podem ser tomadas para oferecer suporte e orientação às equipes. Como, por exemplo:

Comunicação consistente: mantenha uma linha aberta de comunicação com sua equipe. Pergunte como estão as pessoas e suas famílias, esteja disponível para ajudar no que for possível. Informe constantemente o time sobre o que está acontecendo e esteja pronto para responder a perguntas e fornecer esclarecimentos.

Priorize a segurança: em momentos como este, a segurança é a prioridade máxima. Instrua sua equipe a seguir os protocolos de segurança e demonstre que você e a empresa estão comprometidos com o bem estar deles, mesmo que isso signifique interromper temporariamente as atividades normais de trabalho. É importante reconhecer que muitas pessoas que não foram diretamente impactadas estão enfrentando dificuldades, além da falta de energia elétrica, água e internet. Leve isso em consideração antes de fornecer orientações a equipe ou solicitar alguma demanda. 

Colaboração e Gestão de entregas: facilite a colaboração entre as equipes, reorganize as entregas e as prioridades se necessário, especialmente se há equipes remotas que estão distribuídas por diferentes regiões do país, elas podem assumir responsabilidades de pessoas que não podem trabalhar integralmente agora? Reorganize, relembre as pessoas das prioridades e preste o apoio necessário na retomada ao trabalho. 

“Coloque a máscara primeiro em você”: cuide de sua própria saúde física e mental, para que possa estar presente e apoiar sua equipe da melhor maneira possível. Se você gastar toda sua energia, não terá energia para fazer isso com a equipe. Se doe, mas saiba que você também tem limites.

Apoio a longo prazo: reconheça que os efeitos de uma catástrofe climática como essa podem persistir por muito tempo. Continue oferecendo apoio, recursos e assistência prática às pessoas da equipe e às comunidades afetadas, compromisso de longo prazo será fundamental para resolver. 

Uma abordagem prática, flexível e adaptativa para liderar equipes em momentos como este é fundamental. Ao prestar atenção nesses pontos os líderes não apenas enfrentam as adversidades presentes, mas também constroem bases sólidas para um futuro mais resiliente e unido.

PROPÓSITO DE MARCA: POR QUE É IMPORTANTE E COMO DEFINIR O SEU

INOVAÇÃO SEBRAE MINAS GERAIS

No mercado de hoje, os consumidores têm uma infinidade de opções na ponta dos dedos. Além disso, as pessoas estão mais próximas das marcas e sempre atentas às falhas e às características daquelas não compatíveis com as suas.

Se sua marca não representa algo, não defende uma causa ou tampouco você tenha clareza do motivo de ela existir, além de propiciar que você ganhe dinheiro, isso demonstra que você pode estar em apuros. É por isso que você precisa saber mais sobre propósito de marca.

Neste artigo, vamos explorar não apenas o que é o propósito de uma empresa, mas também como definir o seu e trabalhar para cumpri-lo.

O QUE É PROPÓSITO DE MARCA?

O propósito da marca é a razão para a marca existir além de possibilitar o ganho monetário. É o principal ou os principais motivos que levam as pessoas a trabalhar em torno dos objetivos da empresa.

Se você quer um propósito de marca realmente poderoso, ele precisa estar relacionado ao produto ou serviço em si. Por exemplo, caso atue no setor educacional, seu objetivo pode ajudar ativamente no aprendizado e na formação das crianças.

Um restaurante especializado em comida de alguma região também é um bom exemplo. Além de simplesmente oferecer refeições em troca de dinheiro, aquela empresa pode ter como propósito difundir a cultura, resgatar tradições e oferecer experiências típicas de certo lugar.

A IMPORTÂNCIA DO PROPÓSITO DE MARCA

O propósito da marca é importante porque mostra aos seus clientes que você não é identificado apenas por seus produtos, serviços ou campanhas publicitárias, isto é, essa visão extrapola. Você tem um objetivo que é maior do que apenas obter lucro.

Novos clientes são atraídos pela ideia de que seus gastos podem fazer mais do que apenas ajudá-los a adquirir bens e serviços – podem fazê-los sentir parte de um esforço maior. Assim sendo, criar o seu propósito geralmente faz a diferença não só para conquistar consumidores, mas para transmitir a eles o senso de que estão gastando com algo que importa e que combina com os próprios objetivos.

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE VISÃO, MISSÃO E PROPÓSITO DE MARCA?

Na hora de fazer um planejamento estratégico, você provavelmente aprendeu a definir a Visão e a Missão de uma empresa. Outro ponto é que os valores de uma marca também são facilmente lembrados na hora de criar um negócio ou planejar o trabalho.

Mas e o propósito da marca? Onde entra nessa história? Vamos às diferenças entre cada um dos termos!

O propósito é o ‘por que’ você existe: a razão de ordem superior para ser uma marca ou empresa do que apenas ‘obter lucro’ ou ‘gerar valor para o acionista’.

Visão é ‘aonde’ você quer chegar: Este é o destino do que você quer que a marca ou a empresa seja no futuro (por exemplo, ‘Queremos ser o fornecedor líder mundial de X até 2030’).

Missão ou Missões da empresa são o ‘o que’ você deve fazer para chegar lá: podem ser iniciativas ou táticas específicas centradas no desenvolvimento de produtos, excelência operacional, estratégias de entrada no mercado ou comunicações de marca.

Os valores são o ‘como’ você gostaria de se comportar para alcançar o objetivo: Qual é a cultura organizacional de uma empresa ou organização? E quais são as qualidades ou o comportamento que valoriza: por exemplo, curiosidade, inclusão, diversidade de pensamento, etc.

COMO ENCONTRAR O PROPÓSITO DE MARCA

Se deseja definir seu propósito de marca ou criar um totalmente novo, você precisa ter certeza de que ele é autêntico, antes de mais nada.

Por exemplo, se o seu propósito centra-se na ética, é essencial que você demonstre integridade e credibilidade em todas as áreas do negócio – desde a contratação de pessoal até o fornecimento de material. Em um mundo no qual as notícias se tornam virais em questão de minutos, as empresas não podem se esconder dos escândalos e precisam minimizar esse risco, sendo genuínas.

ENTÃO, POR ONDE COMEÇAR O TRABALHO DE DEFINIR O PROPÓSITO DE MARCA?

A dica essencial é simples e direta. Veja o que o mundo precisa, o que seu cliente quer e o que você oferece. Seja honesto em relação à sua paixão como empresa, mas mantenha seu público-alvo e clientes em mente durante todo o processo. É uma ótima ideia aproveitar essa oportunidade para entender melhor, via pesquisa qualitativa, o que é importante para o seu cliente.

Além disso, não se esqueça do valor de sua equipe! Todos eles terão as próprias ideias sobre a marca e o que isso significa para eles.

Ao tentar descobrir o propósito da sua marca, pode ser tentador escolher um assunto popular como o “empoderamento feminino”, mas você precisa ser honesto sobre o que o inspira e partir daí.

Se o objetivo não corresponder ao seu produto ou serviço, ele não parecerá autêntico. Lembre-se: não precisa ser baseado em caridade, no desejo de mudar o mundo ou ser complexo demais.

Também é importante não entrar em pânico se você já tem um propósito de marca, mas percebeu que ele não combina com sua marca ou público. Basta mudá-lo! Os clientes esperam que as marcas cresçam e se modernizem, já que ter uma nova ideia é melhor do que continuar com uma inadequada.

COMO COMUNICAR O PROPÓSITO AO PÚBLICO?

Então, você decidiu o propósito da sua marca. Agora é hora de informar as pessoas sobre isso.

A maioria das marcas opta por não explicá-lo explicitamente, comunicando seu propósito de marca de forma que envolva e inspire o cliente, usando imagens e campanhas. Suas plataformas de comunicação de mídia, site e marketing impresso precisam ser consistentes e estar alinhadas buscando enviar a mesma mensagem.

Dependendo da sua estratégia e do tamanho do seu negócio, agora você pode começar a criar campanhas de marketing com base no seu objetivo. Slogans são uma ótima maneira de chamar a atenção das pessoas e mostrar a direção para qual você está indo.

Caso você represente uma empresa menor que não tem estrutura para criar grandes campanhas, o propósito da sua marca pode ser comunicado nas contas de mídia social e no ambiente do seu escritório.

Afora isso, lembre-se sempre de que ações valem mais do que palavras. Nesse caso, se definiu o seu propósito de forma honesta e verdadeira, você não terá problemas em mostrar no dia a dia do negócio a forma como ele é traduzido.

Já que estamos falando de propósito, que tal criar um Manual de Marca da sua empresa? Saiba como principais motivos que vão convencer você da importância de elaborar um manual de marca para o seu negócio.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

terça-feira, 17 de setembro de 2024

PUTIN DÁ ULTIMATO À OTAN SOBRE USO DE MÍSSEIS DE LONGO ALCANCE PARA USO DA UCRÂNIA

História de Realidade Militar

As tensões entre Rússia e OTAN atingem novo patamar com a declaração bombástica de Putin. O presidente russo afirma que o fornecimento de armas de longo alcance à Ucrânia significaria uma guerra direta com a OTAN. 

A mensagem então é clara: os limites do que a Rússia considera aceitável estão sendo testados, e qualquer ultrapassagem dessa linha vermelha pode resultar em uma escalada catastrófica.

Mas afinal, por que Putin está fazendo essa ameaça agora, depois de mais de dois anos de guerra na Ucrânia?

A resposta está na recente movimentação dos Estados Unidos e seus aliados. Nas últimas semanas, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy intensificou seus pedidos por armas de longo alcance, como os mísseis Storm Shadow fabricados pelo Reino Unido, que têm a capacidade de atingir alvos a até duzentos e cinquenta quilômetros de distância. Essas armas poderiam mudar o equilíbrio de poder no campo de batalha, permitindo que a Ucrânia atinja alvos estratégicos dentro do território russo, como armazéns de munição, bases aéreas e centros de comando.

Os Estados Unidos, até o momento, têm mantido um controle rígido sobre os tipos de armas que permitem que a Ucrânia use, temendo uma escalada que poderia envolver diretamente a OTAN na guerra. No entanto, o cenário parece estar mudando. Em meio a esse cenário turbulento e pedidos incessantes da Ucrânia, o governo de Joe Biden está “trabalhando” na possibilidade de liberar o uso de armas de maior alcance.

Os Estados Unidos são peça-chave no apoio à Ucrânia, já que forneceram bilhões de dólares à eles, em forma de ajuda militar, incluindo sistemas de defesa avançados, drones e mísseis de curto alcance. Mas as armas de longo alcance sempre foram um ponto sensível. Até agora, os americanos resistiram a autorizar o uso de mísseis como o “ATACMS” — sistemas de mísseis táticos que podem atingir alvos a mais de trezentos quilômetros de distância.

Entretanto, segundo fontes do The New York Times, tudo indica que esse cenário pode estar prestes a mudar. Veja, o Reino Unido já deixou claro que está inclinado em permitir que a Ucrânia use seus mísseis de longo alcance, como é o caso do “Storm Shadow”, para atacar alvos em território russo. Só que eles querem antes uma permissão explícita do governo Biden. Isso provavelmente se deve ao fato de que os britânicos não querem tomar essa decisão sozinhos, e querem apoio dos Estados Unidos e da França para dar essa tão desejada autorização.

Essa demora em dar uma resposta sobre o uso dessas armas tem um bom motivo. Biden estava preocupado com possíveis represálias, depois que a inteligência americana alertou que a Rússia poderia ajudar o Irã, fornecendo armas à eles para atacar forças norte-americanas no Oriente Médio.

Até então, oficiais da Casa Branca insistiam que não havia qualquer possibilidade de permitirem o uso dos mísseis “ATACMS” para atacar alvos dentro da Rússia. Mas uma reviravolta importante nessa história aconteceu nos últimos dias.

Biden parece agora muito perto de autorizar que a Ucrânia use esses mísseis de longo alcance, depois de muita insistência por parte do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Em entrevista, quando perguntado à respeito, ele respondeu brevemente: “Estamos trabalhando nisso”. Mas aqui está um detalhe importante: a autorização é para usar mísseis de longo alcance que não sejam fabricados nos Estados Unidos. Com isso, fica claro que os norte-americanos não querem se tornar os responsáveis por uma possível escalada no conflito.

Como era de se imaginar, essa decisão, no entanto, não agradou a Rússia. Putin vê qualquer ataque em solo russo como uma violação direta de sua soberania e uma provocação que poderia justificar uma retaliação severa. Aliados de Putin, como Vyacheslav Volodin, chefe da Duma russa, alertaram que, se os Estados Unidos permitirem o uso dessas armas, eles estarão entrando oficialmente no conflito, e isso poderia levar a Rússia a usar “armas mais poderosas”. E por armas poderosas, entenda “armas nucleares”.

E bem, o que isso significa para a Ucrânia? Se os Estados Unidos e seus aliados finalmente autorizarem o uso de mísseis de longo alcance, as forças ucranianas terão a capacidade de atingir alvos estratégicos dentro da Rússia, algo que até agora era limitado por causas políticas e diplomáticas. Isso poderia mudar o curso da guerra, forçando a Rússia a redistribuir suas forças e recursos para proteger áreas dentro de seu próprio território.

A Ucrânia já mostrou que pode ser eficaz em ataques de longo alcance. Nos últimos meses, ataques ucranianos com drones em regiões como Kursk e Belgorod, no território russo, pegaram as forças russas de surpresa, enfraquecendo suas linhas de suprimento e desmoralizando suas tropas. Agora, com mísseis de maior alcance, a Ucrânia pode aumentar a pressão sobre Moscou, forçando Vladimir Putin a tomar decisões difíceis sobre como reagir.

Mas há um risco claro aqui: qualquer ataque ucraniano em solo russo pode ser visto como uma escalada direta, e Putin já deixou claro que uma resposta “apropriada” está em preparação. A Rússia, uma potência nuclear, tem uma série de opções à sua disposição, e o medo de uma guerra nuclear sempre esteve presente desde o início deste conflito.

 

GOVERNO LULA MOVE AÇÃO CONTRA FAZENDEIROS POR CRIME AMBIENTAL

 

História de Gabriel Hirabahasi – Jornal Estadão

BRASÍLIA – O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, anunciou nesta segunda-feira, 16, a primeira ação de dano climático protocolada em nome do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) por danos no Parque Nacional do Jamanxim, no Pará. Os alvos são cinco fazendeiros que, segundo o ministro, teriam cometido diversos atos ilícitos ambientais na região.

“Hoje anunciamos uma ação muito importante, primeira grande ação de dano climático que vamos apresentar representando o ICMBio. Será apresentada na Justiça Federal contra vários infratores no Parque Nacional Jamanxim, no Pará, na ordem R$ 635 milhões”, disse o ministro em um evento na sede da AGU, em Brasília.

Incêndio em área de proteção ambiental do Parque Nacional de Brasília, a poucos quilômetros de distância da residência oficial da Presidência da República. Foto: Eraldo Peres/AP

Incêndio em área de proteção ambiental do Parque Nacional de Brasília, a poucos quilômetros de distância da residência oficial da Presidência da República. Foto: Eraldo Peres/AP

A ação já foi protocolada na Justiça Federal. Os nomes dos réus não foram divulgados, bem como a peça protocolada pela AGU, para evitar reações dos envolvidos antes de o assunto ser despachado com o juiz responsável.

A procuradora-chefe da Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente da AGU, Mariana Cirne, disse que “nunca esteve tão evidente a necessidade de incluirmos o clima em nossas vidas”. “Estamos abrindo uma nova etapa, levando em consideração as unidades de conservação”, afirmou.

A ação por dano climático tem como objetivo buscar o ressarcimento por todos os danos, desde a devastação do bioma até a emissão de gases de efeito estufa, por exemplo. É a primeira ação do tipo protocolada pela AGU em nome do ICMBio, responsável por mais de 600 áreas de conservação ambiental no País.

A ação foi anunciada pela Advocacia-Geral da União no momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem sendo pressionado a liderar uma reação contra as insistentes queimadas que assolam o País nas últimas semanas. Nesta segunda-feira, 16, Brasília amanheceu tomada de fumaça por causa de incêndios no Parque Nacional de Brasília. A Polícia Federal investiga este caso.

Como o Estadão mostrou, o governo Lula foi alertado sobre a seca, a maior desde o início da série histórica há 74 anos, e o risco de escalada dos incêndios florestais. Uma série de documentos incluindo ofícios, notas técnicas, atas de reuniões e processos judiciais mostra que a gestão petista tinha ciência do que estava por vir desde o início do ano.

O Ministério do Meio Ambiente afirmou, após a publicação da reportagem, que o governo se antecipou, mas que ninguém esperava eventos nas proporções atuais. Disse ainda que não é possível controlar a situação se o “povo” continuar provocando incêndios.

‘Tolerância zero’

Jorge Messias disse que Lula e o governo passam uma mensagem de que há “tolerância zero contra infratores ambientais” por meio da ação de dano climático protocolada em nome do ICMBio por danos no Parque Nacional do Jamanxim.

“A mensagem que vamos passar hoje com o anúncio desta ação por dano climático contra diversos infratores é muito forte, do presidente Lula: daqui para frente, governo federal terá tolerância zero contra infratores ambientais. que fique muito claro isso. não toleraremos de forma alguma qualquer infração ambiental”, afirmou o ministro.infographics

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Apesar de se tratar de um caso específico – uma ação de punição pelos danos climáticos no Parque Nacional do Jamanxim (PA) -, o ministro Jorge Messias fez questão de ressaltar que a ação demonstra “com muita clareza à sociedade” essa posição do governo para “responsabilizar todos os infratores ambientais”.

“Como sabemos que a degradação do meio ambiente e as ações que colocam em risco se dão pela mão do homem, temos que alcançar as pessoas. Uma questão fundamental e que demonstraremos com muita clareza à sociedade é que vamos responsabilizar todos os infratores ambientais”, afirmou.

EPISÓDIO DA CADEIRADA DE DATENA NO MARÇAL VAI PARA A JUSTIÇA ELEITORAL

 

História de Heitor Mazzoco – Jornal Estadão

Ministério Público Eleitoral (MPE) abriu nesta segunda-feira, 16, uma investigação para apurar as circunstâncias da confusão que terminou com o candidato a prefeito de São Paulo José Luiz Datena (PSDB) agredindo com uma cadeirada o adversário Pablo Marçal (PRTB) durante debate deste domingo, 15, na TV Cultura, apurou o Estadão.

Ainda nesta segunda, o procurador-geral de Justiça, Paulo Sergio de Oliveira e Costa, emitiu nota para afirmar que o MP “tomará as medidas cabíveis para garantir a lisura do pleito, reprimindo comportamentos que colocam em xeque a democracia, valor tão prezado pelos brasileiros”.

Datena deu cadeirada em Marçal durante o debate na TV Cultura: Promotoria investiga os fatos Foto: REPRODUCAO TV CULTURA

Datena deu cadeirada em Marçal durante o debate na TV Cultura: Promotoria investiga os fatos Foto: REPRODUCAO TV CULTURA

Oliveira e Costa afirmou ainda reprovar as cenas “presenciadas na noite deste domingo, quando a falta de civilidade e sensatez demonstrada por candidatos que pleiteiam o cargo de prefeito da maior cidade do país culminou em agressão física”.

De acordo com a legislação, agressões verbais ou vias de fato podem ser enquadradas no artigo 326, da lei nº 4.737 de 15 de Julho de 1965 (Código Eleitoral). É nesse trecho que a legislação prevê punição para injurias e agressões entre candidatos.Vídeo relacionado: Datena fala após cadeirada em Marçal (Dailymotion)

No caput do artigo, em eventual condenação por “injuriar alguém”, o candidato pode ser condenado a seis meses de detenção ou pagamento de multa. Já o parágrafo 2º do artigo 326 diz que “se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou meio empregado, se considerem aviltantes”, a pena é de detenção de três meses a um ano e multa.

O tucano Datena agrediu Marçal com uma cadeirada durante troca de ofensas e acusações no debate de domingo. Marçal foi levado para o Hospital Sírio-libanês e teve alta nesta segunda. Ele afirmou ainda se tratar de caso de “tentativa de homicídio”. No entanto, o boletim de ocorrência foi registrado como lesão corporal e injúria real. O B.O está no 78.º Distrito Policial (Jardins). Datena diz que não se arrepende e que faria o mesmo novamente.

O procurador-geral finaliza a nota dizendo que, com a confusão entre os candidatos, “desperdiçou-se, assim, a oportunidade de debater ideias e esclarecer os mais de 9 milhões de eleitores que irão às urnas no dia 6 de outubro para exercer um direito inalienável de todo cidadão: votar”.

INDÚSTRIA DO PETRÓLEO CRESECE NO PAIS NA CONTRAMÃO DO DISCURSO DO GOVERNO DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

rasil e Mundo Produção de combustíveis fósseis cresce no país

Indústria do petróleo cresce rápido no país e já fala em apagão de mão de obra

Byvaleon

Set 17, 2024

História de NICOLA PAMPLONA – Folha de S. Paulo

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Apesar pressões de ambientalistas pela redução da produção de combustíveis fósseis, a indústria brasileira de exploração de petróleo vive um cenário de pujança e se aproxima do recorde de atividade ocorrido em 2014.

Os números de sondas de perfuração e de embarcações de apoio a plataformas está próximo do pico daquele período e o emprego formal no setor cresceu mais de 40% desde 2020, quando entrou em vigor o novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Empresas prestadoras de serviços já enfrentam gargalos na contratação de mão de obra e estudam incentivos à qualificação de pessoal para sustentar o crescimento previsto para os próximos anos, quando o recorde da atividade deve ser batido.

“Nossas análises indicam que, até 2029, o setor não para de crescer, apenas com os investimentos já contratados em plataformas”, diz Telmo Ghiorzi, secretário executivo da Abespetro (Associação Brasileira das Empresas de Bens e Serviços de Petróleo).

As petroleiras em operação no país já comunicaram à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) planos para a instalação de 42 novas unidades de produção entre 2024 e 2028, período em que o setor deve receber cerca R$ 500 bilhões em investimentos.

A ANP prevê outros R$ 24 bilhões para a atividade de exploração, que contempla a busca de novas reservas e também passa por um momento de aquecimento no país. O número e blocos exploratórios hoje sob contrato é o maior da história, segundo a agência.

O presidente do IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), Roberto Ardenghy diz que o cenário reflete o amadurecimento das descobertas do pré-sal e a atratividade do petróleo brasileiro, que tem menos enxofre e emite menos gases do efeito estufa em sua produção.

Segundo ele, o acelerado crescimento gera o risco de um “apagão de mão de obra” no setor. “Não estamos formando quantidade suficiente de pessoas. Não existe hoje estratégia de formação de recursos humanos para esse setor”, afirma.

Apenas para 14 plataformas previstas previstas pela Petrobras, calcula, são necessárias cerca de oito mil pessoas embarcadas. Ardenghy ressalta a elevada qualificação dos profissionais necessários e os elevados ganhos: o setor paga 5,7 vezes a média salarial do mesmo profissional em outras indústrias.

O problema afeta também prestadores de serviço da estatal. A Ocyan, por exemplo, este mês abriu processo para contratar 500 profissionais para contrato de manutenção de plataformas da Petrobras e vem tendo dificuldade para preencher as vagas.

“O grande gargalo, quando falamos do aquecimento vigoroso do setor, é mão de obra, como empresas vão achar no mercado a quantidade de profissionais que precisam”, diz o presidente da companhia, Jorge Mitidieri.

Mesmo problema vive o segmento de embarcações de apoio à produção, que presta serviços como o transporte de insumos e lançamento de equipamentos submarinos. O setor pede apoio da Marinha para impulsionar a formação de pessoal.

O Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) questiona o volume de subsídios governamentais que vem contribuindo para o crescimento do setor. Estudo recente do instituto aponta que foram R$ 260 bilhões entre 2015 e 2023.

A assessora política do instituto, Alessandra Cardoso, diz que a falta de debate sobre os subsídios demonstra incoerência com o esforço do governo para fazer do Brasil protagonista do processo de transição energética global.

“O governo argumenta que nosso problema de emissões está associado ao desmatamento e ao uso da terra, que nossa matriz é muito limpa e as emissões do setor de óleo e gás é pequena comparativamente a outros países”, afirma. “É uma narrativa completamente irresponsável e vazia.”

Esta semana, a ONG ambientalista 350.org pediu que o governo brasileiro, enquanto ocupa a presidência do G20, pressione por menção à redução da produção de combustíveis fósseis no comunicado final do encontro do grupo, que ocorre em novembro, no Rio de Janeiro.

“O Brasil tem a imensa responsabilidade de enviar sinais audaciosos e ambiciosos aos países do mundo, especialmente os mais ricos, de que devemos cortar a causa da crise climática pela raiz: parando de queimar óleo, gás e carvão e financiando uma transição justa”, disse Maria Victoria Emanuelli, ativista sênior para a América Latina.

Governo e petroleiras alegam que o petróleo continuará sendo consumido e que, com uma produção menos poluente que a de outros países, o Brasil ajuda a descarbonizar essa indústria. “Se o Brasil parar de produzir petróleo, o mundo vai emitir mais”, argumenta Ardenghy, do IBP.

Ele destaca ainda os impactos econômicos e fiscais da atividade. Nos últimos anos, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o setor foi um dos motores do PIB -no segundo trimestre, por exemplo, ajudou a industria extrativa brasileira a crescer 1% em relação ao mesmo período de 2023.

A previsão é os investimentos atuais levem a produção nacional de petróleo da casa dos 4 milhões para mais de 5 milhões de barris de óleo equivalente por dia em 2030. O setor defende que a abertura de novas fronteiras, como a margem equatorial, é fundamental para evitar retração na próxima década.

 

NA OPINIÃO DE HADDAD PREVISÃO DE DESASTRES AMBIENTAIS TÊM QUE ENTRAR NO ORÇAMENTO DA UNIÃO

 

História de Eduardo Laguna e Giordanna Neves – Jornal Estadão

SÃO PAULO E BRASÍLIA – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira, 16, que, em algum momento, o Orçamento terá de prever recursos a desastres decorrentes das mudanças climáticas.

“Em algum momento, vai ter de entrar (no Orçamento). Talvez o extraordinário não seja tão extraordinário daqui para frente”, declarou o ministro ao participar da premiação do jornal Valor Econômico a empresas que se destacaram pelo desempenho financeiro e práticas de sustentabilidade. “Vamos ter de levar em consideração isso de forma mais organizada”, acrescentou Haddad.

Conforme o ministro, será necessária uma adequação do orçamento prevendo recursos para ações de mitigação e adaptação se os gastos com eventos climáticos extremos tornarem-se recorrentes.

Conforme o ministro, os recursos liberados em apoio ao Rio Grande do Sul após as enchentes de maio não violaram o espírito do arcabouço fiscal Foto: Diogo Zacarias/MF

Conforme o ministro, os recursos liberados em apoio ao Rio Grande do Sul após as enchentes de maio não violaram o espírito do arcabouço fiscal Foto: Diogo Zacarias/MF

Ao falar do socorro após a tragédia climática no Rio Grande do Sul, cujos gastos extraordinários ficaram fora dos limites do arcabouço fiscal, Haddad descreveu a atuação do governo federal como “exemplar” do ponto de vista econômico. Conforme o ministro, os recursos liberados em apoio ao Rio Grande do Sul não violaram o espírito do arcabouço.

Ele destacou que, dois meses após o desastre, o Estado voltou a contratar e a bater recordes de arrecadação, em função da reativação da atividade econômica.

Haddad informou ainda que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, apresentou nesta segunda-feira, 16, em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva um plano de combate aos incêndios que leva em consideração a experiência no enfrentamento das queimadas no Pantanal durante o ano passado.

ANDERSON FRANCO EMPRESÁRIO DO VALE DO AÇO COMPARTILHOU SUA INSPIRADORA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO NO QUADRO "RODA DA VIDA"

 

Academias Allp Fit

Empresário de origem humilde compartilhou sua inspiradora história de superação no quadro “Roda da Vida”, emocionando a plateia e Rodrigo Faro, com momentos marcantes, depoimentos e mostrando seu sucesso como empreendedor

O empresário Anderson Franco, convidado do quadro “Roda da Vida” no programa “A Hora do Faro”, emocionou a todos ao compartilhar sua história de superação e sucesso. O quadro, transmitido no último domingo (16), pela TV Record, destaca histórias de pessoas que transformaram suas vidas e impactaram positivamente a comunidade ao redor, fazendo a “roda girar”.

Durante a primeira parte do programa, o apresentador Rodrigo Faro conduziu uma entrevista emocionante, com vídeos e testemunhos de pessoas que fizeram parte da vida de Franco. Entre os depoimentos, destacaram-se os de seus irmãos Ruy, Jeferson, Reginaldo e Selma, além da Tia Lena, Inhanhá, e dos primos Luciano e Lucineia.

Em meio ao sentimento de nostalgia e carinho, o momento mais tocante foi quando Anderson não encontrou palavras para agradecer a sua maior apoiadora e pediu a Rodrigo que fosse ao encontro de sua mãe, Dona Marlene, que estava na plateia ao lado dos filhos do empresário mineiro, o casal de gêmeos Fernanda e Eduardo.

Faro explorou episódios marcantes da vida do empresário, como o período em que Anderson precisou dormir em um barracão com oito outras pessoas, e os desafios financeiros enfrentados por sua família. A história do presente de seu aniversário — um ovo inteiro para ele durante o almoço da família — destacou as dificuldades da infância de Anderson, o que tornou suas conquistas ainda mais significativas.

Sobre a experiência, Anderson Franco comentou: “O coração fica muito acelerado. Você vê um filme sobre sua vida, muitos depoimentos emocionantes. Como disse pro Rodrigo, foi tanta dificuldade durante o início da trajetória que você simplesmente não acredita onde está hoje, é um sentimento de gratidão eterno”.

Game show com famosos

O programa em homenagem ao empresário nascido em Alvinópolis também envolveu um desafio interativo. Duas duplas de convidados — Adriane Galisteu e a ex-BBB, Sarah Aline, representando o time feminino, e o ator André Gonçalves e o cantor Vitor Fernandes, pelo time masculino — tentaram adivinhar a profissão de Anderson. Durante a brincadeira, os depoimentos emocionantes e revelações sobre a vida de Anderson foram intercalados com palpites entre as equipes.

Para ajudar na adivinhação, as duplas tiveram acesso a uma prateleira com diversos objetos, alguns relacionados à profissão do CEO da Allp Fit. Apesar das dicas, nenhum dos times conseguiu acertar. Para a surpresa do auditório e das duplas, Anderson voltou ao palco usando um elegante terno, revelando sua verdadeira profissão como empresário e empreendedor. Na sequência, depoimentos emocionantes de seus filhos e familiares destacaram seu papel não apenas como um líder nos negócios, mas também como uma figura paterna inspiradora.

O convite feito pela produção do programa à equipe de Anderson Franco se deu por sua espetacular história de superação e ascensão representar a essência do quadro “Roda da Vida”, dedicado a narrar trajetórias emocionantes e inspiradoras de pessoas de destaque, que são exemplo para outros tantos brasileiros.

Trajetória

Nascido em Alvinópolis (MG), Anderson Franco construiu uma carreira sólida, a partir de uma infância muito simples. Hoje, lidera a Holding AFN, que controla mais de 250 empresas, e é multifranqueado de redes renomadas como Royal Face e Dental Vidas. Além disso, é o maior multifranqueado do Cartão de TODOS, cartão de descontos número um do país Brasil. Recentemente, Anderson tem se destacado pela expansão da rede de academias Allp Fit, que já conta com 26 unidades e projeta alcançar 100 até o final de 2024.

DIA DA COMPREENSÃO MUNDIAL PROCURA AMPLIAR O ENTENDIMENTO ENTRE AS PESSOAS

 

Karla Neto – Colunista

Nessa terça-feira(17), celebra o Dia da Compreensão Mundial. Apesar de não ser instituída por nenhum órgão oficial e tampouco haver certeza de sua origem, a data procura ampliar o entendimento entre as pessoas, ou seja, a paz entre as nações e os povos. Saber lidar com as variadas diferenças, respeitando e procurando entender os sentimentos do próximo, são nobres ideais para um mundo muito mais tranquilo

É um momento de reflexão: mesmo com tantos avanços em relação aos direitos humanos nas últimas décadas, vemos inúmeras notícias pela televisão ou pela Internet, que nos chocam por motivos variados, muito deles, banais. A diferença sempre se apresenta, pois sempre há também distintas divergências de ideologias, culturas, religião, orientação sexual, educação, entre outros.

Por isso há que se entender a importância de cada atitude pessoal como um fator que facilite a harmonia e a construção da diversidade de pensamentos. A flexibilidade e a tolerância são fundamentais para que a justa compreensão se realize.

UMA DICA: conte até 10 antes de praticar qualquer ato de impulso. Afinal, a  intransigência passa e  a vida fica. Pense nisso!

A data tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre uma das principais características que a humanidade deve ter para que haja o máximo de paz no planeta: a compreensão.

Compreensão não significa se anular como pessoa, afinal todos os indivíduos, assim como esteticamente são diferentes, também são em relação aos ideais de vida ou comportamento social. Essas diferenças são formadas por vários fatores, como faixa etária, geração, cultura, religião, educação e etc.

A grande questão proposta no Dia da Compreensão Mundial é justamente saber lidar com tantas diferenças, respeitando e procurando entender os sentimentos do próximo.

A ideia é fazer com que todos os líderes de governo e sociedade em geral pensem e equilibrem os seus julgamentos com paciência e respeito ao próximo.

A compreensão abrange os inúmeros tipos de preconceitos e atuais conflitos que existem em todas as sociedades, sejam étnicos, religiosos, sexuais ou socioeconômicos.

A ONU – Organização das Nações Unidas – criou também o Dia Internacional da Tolerância(O Dia Internacional da Tolerância é comemorado em 16 de novembro), que possui o mesmo objetivo que o da Compreensão Mundial: tornar as pessoas mais humanas e compreensíveis, tentando transformar o mundo em um lugar mais harmonioso para todos viverem.

Para uma cultura de paz é preciso aprender a lidar com as diferenças, respeitando e procurando entendê-las. A diversidade é uma das características mais preciosas da humanidade, é preciso valorizá-la cada vez mais.

As diferenças entre pessoas, regiões e nações são inúmeras, alguns dos fatores a serem considerados para compreender as diferenças individuais são: faixa etária, geração, gênero, cultura, religião, valores, educação, trabalho, necessidades de saúde, condições de habitação, história familiar, entre muitos outros.

Compreender o outro não significa se anular ou ter que aderir totalmente a estas ideias ou atitudes, mas sim é um exercício da empatia, que favorece o entendimento, a cooperação e a boa convivência, sendo assim, fundamental para a paz mundial e para a garantia de direitos das mais diversas populações.

Esta não é uma data oficialmente estabelecida por nenhuma instituição e pouco se sabe sobre a sua origem. Mesmo assim ela se faz muito importante para nos ajudar a refletir sobre esse tema tão fundamental para a sociedade.

MARK CUBAN PROPRIETÁRIO DO TIME DE BASQUETE DALLAS MAVERICKS É ATIVISTA EM QUESTÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

 

Redação StartSe

Mark Cuban é um investidor bilionário, empresário e personalidade da televisão americana, mais conhecido por ser o proprietário do time de basquete da NBA, o Dallas Mavericks, desde 2000. Cuban é também conhecido por suas opiniões francas e seu ativismo em questões sociais e econômicas.

Mark Cuban | Reprodução Morse

O Ghost Interview é um formato proprietário do Morse que recria narrativas em forma de entrevista para apresentar personalidades do mundo dos negócios, tecnologia e inovação. 

Mark Cuban é um investidor bilionário, empresário e personalidade da televisão americana, mais conhecido por ser o proprietário do time de basquete da NBA, o Dallas Mavericks, desde 2000. Cuban fez fortuna na onda da internet no final dos anos 90, vendendo sua empresa de streaming, a Broadcast.com, para a Yahoo! por 5,7 bilhões de dólares. 

Além dos Mavericks, ele possui participações em diversas empresas de entretenimento e tecnologia e é um dos “tubarões” no popular programa de TV “Shark Tank”, onde investe em startups e orienta empreendedores novatos. Cuban é também conhecido por suas opiniões francas e seu ativismo em questões sociais e econômicas.

Como você superou o medo inicial de abrir um negócio? 

O medo depende do seu contexto e de quanto você acha que tem a perder. Você pode ser jovem ou falido e não ter nada a perder. Nesse caso? Ou você descobre uma maneira de conseguir algo ou não consegue. Simples. É como Shark Tank – uma das razões pelas quais faço o programa é porque muitas crianças e famílias assistem – e isso ajuda as pessoas a superar a hesitação inicial em começar um negócio. 

O negócio é o seguinte: você só precisa ir lá e experimentar. Dar o primeiro passo é a sua maior vantagem competitiva; a maioria das pessoas não fará isso. Chamei meu livro de Como Vencer no Esporte dos Negócios por uma razão – sou competitivo . Se não estou fazendo algo, se não estou olhando para empresas, se não estou investindo algo nessas empresas, minha criatividade fica tipo, ‘ Mark, vamos lá, você tem que fazer alguma coisa! ‘ – é como jogar basquete – se você me colocar em uma quadra, mesmo que todo mundo seja 40 anos mais novo que eu, ainda vou tentar completar para vencer – esse é o espírito competitivo. Qualquer que seja o seu negócio, você precisa querer competir e vencer. Essa é a mentalidade.

Você está perto de atletas profissionais o tempo todo. O que você aprendeu com a maneira como eles vivem suas vidas que você acha que as pessoas podem colocar em prática por conta própria?

Algo que ouvi de um jogador e que repeti muitas vezes é: “Pratique até não errar”. Uma de Dirk Novitski foi: “Como você faz qualquer coisa é como você faz tudo”. Meus filhos estão tão cansados ​​de eu dizer isso. Pratique até que você não consiga errar, seja em vendas, seja em tecnologia, programação, seja o que for, você tem que continuar fazendo e continuar fazendo. 

Por que o esporte é tão frequentemente usado como analogia para os negócios? 

Os negócios e o esporte têm a ver com competição . Você não está trabalhando no vácuo e não pode voltar ao início quando está perdendo. Se eu descobrir a estratégia e ficar bem à sua frente, você não poderá simplesmente começar de novo. No esporte, assim como nos negócios, há alguém tentando tirar tudo de você. Seus concorrentes não ficam aí pensando: ‘ quer saber, vamos dividir o mercado …’ eles estão dizendo: ‘ quer saber, se eu tiver a chance de conquistar 100% do mercado, e puder fazê-lo legalmente , é exatamente isso que vou fazer… ‘ Seus concorrentes estão procurando o produto, ideia ou recurso que ofereça uma vantagem competitiva tão grande que possa tirar todos os seus clientes de você. É exatamente isso que eles vão fazer. Você precisa trabalhar como se alguém estivesse tentando tirar tudo de você, porque está.

Como você desenvolveu sua mentalidade empreendedora? 

Sempre fui competitivo, orientado para objetivos e autossuficiente. É como eu digo aos meus filhos: ‘ você tem que descobrir a vida… ‘ – Meu pai era da mesma forma; nenhum dos meus pais foi para a faculdade e então pensei, ‘ não podemos te ajudar… se você quiser fazer isso, você vai ter que descobrir… ‘ e foi assim que comecei. Percebi desde cedo que precisava desenvolver confiança nas vendas – fosse vendendo sacos de lixo de porta em porta ou qualquer outra coisa. Aprender a vender tirou um pouco do medo e me deu confiança para iniciar qualquer tipo de negócio.

Como você mantém seu foco nos negócios? 

Nos negócios, você pode se afogar em oportunidades. Quando as coisas estão indo bem, você permanece – ninguém quer desistir de algo que é divertido e está indo bem. é quando as coisas começam a desacelerar, ou você está preocupado com os concorrentes ou tem incertezas… então você começa a pensar: ‘ Sou um empreendedor, posso começar outra coisa… ‘ e esse é o maior desafio para qualquer empresa em crescimento – você acertar aquela primeira resistência, ou qualquer outro desafio, e começar a pensar ‘ será que eu pivoto porque isso é mais difícil do que eu pensava? Ou eu cavo? ‘ – depende de suas responsabilidades…. 

Sempre pensei primeiro nos meus colaboradores e clientes, não posso decepcioná-los – e eles sempre trazem meu foco de volta. Eu nunca quero ser o cara que diz: ‘ sim, eu queria fazer isso, mas não tive perseverança para aguentar… ‘ A necessidade é a mãe da invenção e, muitas vezes, você descobrirá que quando estiver com as costas contra a parede, é aí que terá suas melhores ideias. 

As pessoas muitas vezes são motivadas pelo medo, seja medo de deixar um legado, seja medo de falir. Essa é uma boa fonte?

Realmente depende de onde você está na sua vida. Quando eu tinha 20 e poucos anos e estava falido, tipo, minha vida quebrou, fiquei apavorado. Eu estava me divertindo, aproveitei minha vida. Mas você não está há dois, três anos fora da faculdade, dormindo no chão, acabando de ser demitido e pensando: Foi exatamente assim que planejei.

Estar nesse mesmo tipo de circunstâncias, quando você é mais velho, seja aos 30, 40 anos, seja lá o que for, isso é difícil. E é aí que muitas pessoas se encontram. E não se trata de… bem, Mark, você fez isso, então tem uma resposta. Não. Sempre digo às pessoas que a vida é meio aleatória. E isso é apenas uma realidade para todos. Eu tive sorte.

As pessoas têm a percepção de que quanto melhor você for, melhor será em suas vendas. Mas não é esse o caso, certo?

É tudo uma questão de me colocar no seu lugar. É: “Eu realmente acho que esta pode ser uma solução melhor para você. E se eu encontrar uma solução melhor para você, você fará negócios comigo? Porque a última coisa que preciso é que você vá lá e diga: “Mark me enganou”, ou não funcionou, ou ele vendeu demais e entregou menos. Portanto, estar qualificado, estar preparado e encontrar a melhor solução – é assim que você se torna um grande vendedor, entendendo o que seu cliente precisa e sendo capaz de colocá-lo em posição de sucesso. Sempre digo aos nossos vendedores: “Coloque seus clientes em posição de sucesso e você terá sucesso”.

E que tal um ponto de inflexão entre ser bem-sucedido e ultra-bem-sucedido? Você ao menos sente isso?

Ah, sim, acredite em mim, há uma enorme diferença entre ser milionário e bilionário, ou mesmo ter US$ 10 milhões ou US$ 25 milhões. Depois que vendi minha primeira empresa e tinha cerca de dois milhões e meio de dólares no banco, ainda mantive um orçamento. Ainda tenho esse orçamento, na verdade. E mantive um orçamento rigoroso todos os dias.

Qual é o principal erro dos empreendedores na sua visão?

Os empreendedores tentam acelerar o processar, eles tentam crescer muito rápido, um pensamento como “eu tenho que chegar a 1 milhão, 5 milhões, e vender rápido”. E na verdade não, você tem que continuar no negócio, e tem que gerar uma margem de dinheiro para pagar suas contas. Não é apenas sobre “Como eu sou grande”, é sobre “Eu sou lucrativo. Eu consigo estar nos negócios”. 

Como a Plataforma Site Valeon pode ajudar as empresas a crescerem

A Plataforma Site Valeon pode ajudar as empresas a crescerem de diversas maneiras:

1. Aumentando a visibilidade online:

  • Oferecendo um site profissional e otimizado para mecanismos de busca, aumentando a visibilidade da empresa na internet e atraindo mais visitantes.
  • Integração com ferramentas de marketing digital, como Google Ads e Facebook Ads, para alcançar um público mais amplo e direcionado.
  • Otimização do site para conversão, com formulários de contato e botões de ação que facilitam a interação com os clientes.

2. Melhorando a experiência do cliente:

  • Conteúdo informativo e relevante, que ajuda os clientes a encontrarem as informações que procuram e a entenderem os produtos e serviços da empresa.
  • Ferramentas de autoatendimento, como chat online e FAQs, que respondem às perguntas dos clientes de forma rápida e eficiente.
  • Design intuitivo e responsivo, que garante uma boa experiência de navegação em qualquer dispositivo.

3. Aumentando as vendas:

  • Integração com plataformas de e-commerce, permitindo que os clientes comprem produtos e serviços consultando diretamente no site.
  • Ferramentas de marketing automation, que automatizam o envio de emails e mensagens personalizadas para leads e clientes.
  • Análise de dados, que fornece insights sobre o comportamento dos clientes e ajuda a otimizar as campanhas de marketing.

4. Reduzindo custos:

  • Automação de tarefas repetitivas, como o envio de emails e a gestão de leads.
  • Otimização do site para SEO, que reduz a necessidade de investir em publicidade paga.
  • Integração com ferramentas de CRM, que ajuda a gerenciar o relacionamento com os clientes de forma mais eficiente.

5. Aumentando a produtividade:

  • Ferramentas de colaboração, como compartilhamento de arquivos e calendários, que facilitam o trabalho em equipe.
  • Integração com ferramentas de gestão de projetos, que ajuda a organizar e acompanhar o andamento das tarefas.
  • Automação de tarefas repetitivas, que libera tempo para os funcionários se concentrarem em atividades mais estratégicas.

A Plataforma Site Valeon é uma solução completa e acessível que pode ajudar empresas de todos os portes a crescerem.

Para saber mais, visite o site <valedoacoonline.com.br> ou entre em contato com a equipe de vendas pelo telefone (31) 98428-0590.

Contatos:

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Fone: (31) 8428-0590

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

GOVERNO APESAR DOS ALERTAS NÃO REAGIU A TEMPO PARA DEBELAR A IMENSA CRISE AMBIENTAL DO PAÍS

 asil e Mundo Governo fala muito e age pouco

Não foi por falta de aviso

Byvaleon

Set 16, 2024

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Se havia alguma dúvida sobre a letargia e a negligência do presidente Lula da Silva na administração da imensa crise ambiental do País, não há mais. Desde o início deste ano, o governo recebe alertas sobre os riscos da seca e das queimadas. Com essa leniência do Executivo, o Brasil assistiu ao avanço das chamas sobre o Pantanal, a Amazônia e o Cerrado, à destruição de lavouras em Estados como São Paulo e à dispersão da fumaça por pequenas e grandes cidades, com danos à saúde da população.

Documentos reunidos pelo Estadão mostram que ofícios, notas técnicas, atas de reuniões e processos judiciais já antecipavam os efeitos da estiagem e do fogo. O material ilustra bem, para dizer o mínimo, o descaso do governo. E o intolerável de tudo isso é saber que tantas perdas eram evitáveis ou poderiam ter sido minimizadas.

O cenário de catástrofe começou a ser desenhado no primeiro semestre. Especialistas já afirmavam que a seca antes da hora implicaria um quadro alarmante na reta final do ano, ainda mais devastador do que aquele registrado no governo de Jair Bolsonaro, aquele sobre quem recai a justa pecha de negacionista do clima e de inimigo da preservação.

Como mostrou o Estadão, o Ministério do Meio Ambiente publica desde fevereiro portarias com declaração de emergência ambiental e risco de incêndios em várias regiões do País. Além disso, enquanto a maior planície alagada do planeta era consumida pelo fogo, a ministra Marina Silva enviou, em junho, um ofício a Lula citando “emergência climática com alto risco de incêndios no Pantanal e na Amazônia”. Se a ministra esperava uma ação contundente do chefe, fracassou na empreitada.

O governo Lula recebeu, ainda, um pedido de socorro do governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil). Em ofício, o chefe do Executivo estadual solicitou ajuda para reduzir ou mesmo evitar os impactos causados por um “possível desastre”.

Já em ações judiciais, os avisos partiram de Ministérios Públicos, comunidades indígenas e organizações ambientais e aparentemente também foram ignorados. Relatório do Observatório do Clima, anexado a uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), alertou que, no Pantanal, “a ausência de medidas rápidas, eficazes e contundentes contra o fogo levará à ruína o bioma”. O documento previu, ainda, seca “extremamente forte”, em agosto e setembro.

Especialistas ouvidos pelo Estadão expressaram inconformismo diante de tanta letargia do governo Lula da Silva. Trata-se de um sentimento bastante compreensível.

Como afirmou Pamela Gopi, estrategista da Frente de Justiça Climática do Greenpeace, “não dá para dizer que a situação não era esperada”, haja vista que “o governo tinha todos os indícios e informações para ter ações de mitigação e adaptação para este momento”. E, segundo o advogado Nauê Azevedo, especialista em litigância estratégica do Observatório do Clima, “vivemos um cenário de anomalia climática que já vinha sendo avisado havia muito tempo”.

O governo Lula diz que agiu, sim, mas não restam dúvidas de que faltou ao Executivo federal a antecipação de medidas, com mais rapidez e energia, promovendo ações firmes na prevenção e no combate às queimadas – criminosas ou não. Não bastam pajelança em anúncios tardios de enfrentamento do fogo nem a terceirização da culpa ao desmonte ambiental do governo anterior, ao El Niño, à La Niña, ao Congresso ou ao crime organizado.

O Brasil precisa de ações permanentes, e não apenas reativas, que sempre são adotadas pelo governo lulopetista apenas quando sob pressão. Um bom começo é colocar todas as estratégias de adaptação às mudanças climáticas dentro do Orçamento, sem malabarismos fiscais, para que a sociedade tenha previsibilidade dos efeitos dessa nova realidade e possa acompanhar o uso do dinheiro público no que é prioritário.

E nada mais prioritário do que o enfrentamento de eventos climáticos cada vez mais extremos. Que Lula da Silva e as demais autoridades públicas brasileiras passem do palavrório à ação.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...