terça-feira, 19 de dezembro de 2023

NOVO ENSINO MÉDIO NÃO AGRADA PROFESSORES E ESTUDANTES

História por admin3  • IstoÉ Dinheiro

A maioria dos estudantes, professores e gestores de escolas que começaram a implementar o Novo Ensino Médio disse estar insatisfeita com o novo modelo. Os jovens também reclamam que o que é ofertado pelas redes de ensino não tem correspondido ao que é demandado. Os resultados fazem parte de pesquisa que está sendo realizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A pesquisa entrevistou 2,4 mil professores, gestores e estudantes que atuaram ou estudaram em escolas públicas estaduais que implementaram o Novo Ensino Médio na 1ª série no ano de 2022. As entrevistas foram feitas de forma presencial ou por telefone, entre 23 de junho e 6 de outubro de 2023.

Os dados divulgados são apenas uma parte da pesquisa cujo relatório final deverá ser concluído em janeiro de 2024.

Os resultados mostram que 56% dos estudantes, 76% dos docentes e 66% dos gestores estão insatisfeitos com as mudanças promovidas pelo Novo Ensino Médio. Na outra ponta, 40% dos estudantes, 17% dos docentes e 26% dos gestores disseram estar satisfeitos. Os demais estavam ausentes, não sabem ou não responderam.

O novo modelo, aprovado em 2017, começou a ser implementado em 2022 e causou uma série de polêmicas. Após uma consulta pública, o modelo está sendo novamente discutido no Congresso Nacional e poderá ser votado pela Câmara dos Deputados esta semana.

Pelo Novo Ensino Médio, parte das aulas passa a ser comum a todos os estudantes do país, direcionada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Na outra parte da formação, os próprios alunos poderão escolher um itinerário para aprofundar o aprendizado. Entre as opções, está em dar ênfase às áreas de linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ao ensino técnico. A oferta de itinerários, no entanto, depende da capacidade das redes de ensino e das escolas.

A pesquisa mostra que 86% dos estudantes elegeram a Formação Técnica e Profissional como uma das áreas de seu interesse, mas apenas 27% dos gestores informaram ofertar disciplinas ou cursos deste tipo em suas escolas.

Desafios

Para os gestores, o maior desafio para a implementação, apontado por 74% dos entrevistados, é a formação continuada para docentes e gestores. Dois a cada três gestores (67%) apontaram também como desafio a adequação da infraestrutura. A mesma porcentagem considera um desafio a obtenção de apoio técnico e aquisição e elaboração de material didático.

Os professores também consideram a formação que receberam inadequada. Para 59% deles, a formação para implementar a BNCC foi inadequada e para 64% a formação para implementar os itinerários formativos deixou a desejar.

Segundo a coordenadora do setor de Educação da Unesco no Brasil, Rebeca Otero, a pesquisa foi feita para subsidiar as tomadas de decisão do Ministério da Educação (MEC) e os estados.

“Eu acho que essa pesquisa traz justamente isso, subsídios para melhorar. Não é porque implementou e se gastou muitos recursos para implementar dessa forma que não se pode mudar. Tem que ir avaliando e ir melhorando”, defende.

Rebeca Otero ressalta que é preciso levar em consideração esse descompasso entre o que está sendo possível ofertar e o que está sendo demandado para que sejam criadas condições para melhor atender tanto estudantes quanto os professores e gestores.

“Para além da disputa política que a gente vê em cima do tema, temos que ver que são estudantes, são os nossos jovens, e é a vida deles que está em jogo, e a dos profissionais, dos docentes e gestores. É importante trazer a voz deles nesse momento”, ressalta Rebeca Otero.

O post Novo Ensino Médio não agrada a estudantes, professores e gestores apareceu primeiro em ISTOÉ DINHEIRO.

 

BIG DATA É UMA FORMA DE TRABALHAR COM GRANDES CONJUNTOS DE DADOS QUE OS SISTEMA TRADICIONAIS NÃO COMPORTAM

João Vitor de Miranda – Bacharel em Matemática e pós-graduado em Data Science e Analytics

Uma breve introdução sobre o que é Big Data

Com o advento da internet, o volume de dados gerados ao redor do mundo cresceu de forma inesperada conforme os anos foram se passando. A utilização em larga escala de dispositivos móveis ampliou ainda mais a quantidade de dados gerados diariamente.

Os métodos tradicionais para armazenamento e processamento de dados em grandes empresas começaram a não ser suficientes, gerando problemas e gastos cada vez maiores para suprir suas necessidades.

Devido a esses acontecimentos, surgiu o conceito de Big Data, uma área do conhecimento com o intuito de estudar maneiras de tratar, analisar e gerar conhecimento através de grandes conjuntos de dados que não conseguem ser trabalhados em sistemas tradicionais.

Big Data: Conceito

Para entender melhor o que é o Big Data, podemos pensar na forma como esse sistema tradicional de armazenamento e processamento de dados é realizado. Perceba que falamos no presente, porque os processos de trabalho com o Big Data não excluem a forma de trabalhar no sistema tradicional, em grande parte dos casos.

Isso porque muitas empresas não necessitam da utilização de ferramentas do Big Data para manipular os dados, e mesmo as grandes empresas utilizam um sistema híbrido. Dessa forma, as duas maneiras de trabalhar com os dados coexistem.

O sistema tradicional utiliza os famosos SGBDs, ou sistemas gerenciais de banco de dados, que guardam informações de forma estruturada, no formato de tabelas, com linhas e colunas. Utilizam máquinas com grande capacidade de armazenamento e processamento. Quando há a necessidade de expandir a capacidade dessas máquinas, é necessário introduzir novos componentes de hardware, para que tenham mais memória e processamento.

Os problemas que começam a aparecer quando se alcança um grande volume de dados usando esse sistema tradicional são relacionados à escalabilidade, disponibilidade e flexibilidade. Como exemplos, podemos mencionar que é muito custoso o aprimoramento dessas máquinas de maneira vertical a cada vez que é necessário realizar um upgrade, corriqueiramente nesse momento o sistema fica indisponível, já que a máquina está em processo de manutenção.

De forma a compreender a definição de Big Data, é necessário introduzir os conceitos dos V’s do Big Data. Inicialmente, a definição era composta por 3 V’s, mas hoje podemos encontrar definições expandidas com 5, 7 ou mais V’s. Os 7 V’s são: volume, variedade, velocidade, valor, veracidade, variabilidade e visualização.

Mas, vamos concentrar aqui os principais dentre os 7 mencionados anteriormente, conhecidos como os três Vs do big data:

Volume;

Variedade;

Velocidade;

Volume

O volume é a principal característica quando pensamos a respeito de Big Data. Ele diz respeito a uma grande quantidade de dados para serem armazenados e processados, na casa de terabytes, petabytes ou mesmo zettabytes.

Há afirmações de que a quantidade de dados dobra a cada dois anos. Além disso, a quantidade de dados gerada por dia e acumulada ao longo dos anos é tão grande, que não seria interessante a colocação de valores aqui, uma vez que no momento em que você estiver lendo esse artigo esses valores já terão se alterado.

No Worldometers, é possível ter uma ideia da quantidade de dados gerados diariamente e a rapidez com que esses números estão crescendo a cada segundo. Alguns dados impactam bastante por se tratarem de valores em um intervalo de apenas 24 horas.

Já nesse vídeo denominado “Size of internet: bytes perspective”, são comparados os dados com uma escala física, mostrando a diferença entre a quantidade de dados existente na internet em 2001 e 2020.

Variedade

Quais os três tipos de dados em Big Data? Outra característica importante no Big Data é a variedade dos dados que são armazenados e processados. Além dos famosos dados estruturados, o conceito de Big Data trabalha com dados semi-estruturados e não estruturados.

Os dados estruturados são os dados com estrutura rígida em formato tabular, com linhas e colunas.

Os dados semi-estruturados possuem certo tipo de estrutura, mas são mais flexíveis. Os arquivos do tipo XML e JSON são exemplos de dados semi-estruturados.

Já os dados não estruturados são dados sem nenhuma estrutura pré-definida, correspondendo à maior parcela dos dados circulantes no mundo atualmente, em uma proporção bem maior do que os demais tipos. Arquivos de texto, de áudio, vídeo e imagens, são exemplos de dados não estruturados.

Velocidade

A velocidade se refere à rapidez com que os dados são gerados. A todo instante, e-mails, mensagens de texto e áudio são enviados, tweets são publicados, registros em bancos de dados são inseridos e atualizados. Tudo isso em uma escala global.

Não podemos nos esquecer dos dados gerados por máquinas a cada instante, através de sensores e de serviços de streaming que enviam e recebem dados em uma velocidade surpreendente.

A solução encontrada: como o Big Data é aplicado

Para que fosse possível resolver os problemas que surgiram, foi necessário criar novas ferramentas para suprir todas as necessidades. A escalabilidade vertical, no qual aprimoramos uma máquina adicionando mais recursos, como memória e processamento, não garante uma efetividade quando se trata de Big Data.

Para contornar os problemas, grandes empresas pesquisaram um novo sistema que fosse escalável, surgindo então o Hadoop, uma forma de armazenamento e processamento distribuído. A ideia é utilizar cluster de máquinas ou agrupamento de computadores. De forma isolada, um único computador nesse cluster não tem um poder de processamento muito poderoso, mas, em conjunto, conseguem fornecer poder de processamento e armazenamento capazes de suprir as necessidades.

Nesse cluster, existe uma máquina principal conhecida como Name Node que é responsável por gerenciar o restante das outras máquinas, conhecidas como Data Nodes. Os dados possuem réplicas em Data Nodes diferentes para que, caso uma máquina venha a falhar, os dados não serão perdidos e estarão sempre disponíveis. Esse conceito é conhecido em Big Data como disponibilidade.

O mais interessante é que no momento em que necessite ampliar as capacidades, novas máquinas podem ser integradas ao cluster, crescendo de maneira indefinida. Essa é a escalabilidade horizontal, a solução encontrada para os problemas de Big Data.

Comparação entre escalabilidade vertical e escalabilidade horizontal

A partir do surgimento do Hadoop, diversas outras tecnologias foram sendo desenvolvidas em paralelo, criando assim um ecossistema de ferramentas que se expande a cada dia. Dando destaque para a utilização de bancos de dados NoSQL para trabalhar com dados não estruturados.

Ecossistema hadoop com algumas ferramentas

Quais são as 6 fases que compõem o ciclo de vida de um Big Data?

O ciclo de vida em problemas com grandes volumes de dados é um processo que pode ser cíclico. O processo envolve diferentes etapas para gerenciar e extrair valor dos dados. A nomenclatura das fases pode variar, mas, geralmente, são adotadas as etapas de:

Coleta;

Armazenamento;

Processamento;

Análise;

Visualização;

Ação.

Além disso, ao final do processo pode ser necessária a exclusão dos dados com a finalidade de manter questões como a privacidade das informações.

Quais as 4 análises possíveis no Big Data?

O objetivo na coleta e manutenção de uma grande quantidade de dados é a geração de valor. Por isso, são realizadas análises com objetivos específicos.

Análise descritiva: nesse tipo de análise os dados são usados para descrever o que aconteceu no passado. Assim, podem ser identificados padrões, tendências e anomalias nos dados.

Análise diagnóstica: aqui, a análise é usada para entender por que algo aconteceu. Neste caso, estamos interessados em identificar as causas de problemas que já foram notados.

Análise preditiva: na análise preditiva estamos fazendo uma projeção do que irá acontecer no futuro com base em experiências passadas.

Análise prescritiva: nesse caso, o foco é recomendar ações específicas a serem tomadas. Podemos usar os resultados da análise para melhorar a eficiência, a eficácia e a produtividade das empresas.

É importante observar que a escolha do tipo de análise a ser aplicada depende tanto do problema quanto dos dados disponíveis. Diferentes cenários podem exigir mais de um tipo de análise.

O que é preciso para trabalhar com Big Data?

Assim como na Ciência de Dados, são necessárias desde habilidades técnicas até habilidades de comunicação e pensamento crítico. No quesito técnico, as ferramentas de Big Data são muitas e podem deixar dúvidas de por onde a pessoa deve começar a estudar. Confira a seguir, alguns elementos indispensáveis:

O/a profissional terá que aprender pelo menos uma linguagem de programação como Python, R, Java ou Scala. Além disso, terá que estar familiarizado com frameworks como o Apache Hadoop e Spark.

Em se tratando de Bancos de Dados, são necessários conhecimentos tanto de bancos relacionais quanto de NoSQL. Nesse caso, se torna necessário também o conhecimento de sistemas de armazenamento distribuído.

O Hadoop é um dos principais frameworks para processamento de Big Data. Assim, torna-se vantajoso conhecer o ecossistema do Hadoop com as ferramentas MapReduce, Hive, Pig e HBase.

Por outro lado, existem diversas plataformas na nuvem como o Google Cloud, Azure e AWS que tendem a facilitar esse processo, além de permitir o armazenamento e processamento veloz de grandes volumes de dados. A plataforma DataBricks abstrai muito do trabalho com Big Data e com as plataformas de nuvem, sendo um ótimo caminho para um primeiro contato de quem está iniciando no Big Data e já conhece alguma das linguagens de programação citadas.

Qual o grande desafio do Big Data?

O Big Data apresenta diversos desafios, mas o maior deles está relacionado ao gerenciamento do problema. Além disso, o processamento e análise de grandes volumes de dados faz com que seja necessário escolher plataformas ideais. Só assim, é possível assegurar questões como a escalabilidade e integração de informações.

O custo e infraestrutura devem ser bem analisados, pois lidar com Big Data pode ser caro, tanto em termos de infraestrutura quanto de recursos humanos. Investir em tecnologias avançadas e profissionais qualificados também é necessário para obter sucesso nessa área.

Superar esses desafios exige uma combinação de habilidades técnicas e abordagens inovadoras. Além disso, as soluções para esses desafios continuam a evoluir à medida que a tecnologia e as práticas relacionadas ao Big Data avançam.

Como aplicar o Big Data na sua empresa?

O processo de aplicação do Big Data pode variar de caso a caso. Isso porque ele envolve um processo cuidadoso e estratégico para aproveitar o potencial dos dados para impulsionar a tomada de decisões e otimizar processos. Confira abaixo algumas etapas importantes para a aplicação do Big Data na sua empresa:

De forma geral, no primeiro passo devemos definir objetivos e metas. Isso envolve identificar se o objetivo final envolve melhorar a eficiência operacional, aumentar a satisfação dos clientes ou mesmo se o foco será desenvolver produtos ou serviços mais personalizados.

Posteriormente, deve ser avaliada a infraestrutura existente, se a empresa possui um banco de dados local ou na nuvem. Além disso, é necessário avaliar se a capacidade computacional disponível irá comportar o processamento dos dados. Na análise dos dados o processamento envolve muito mais do que o exigido por simples requisições a um banco de dados.

Após a avaliação da capacidade de infraestrutura deve-se criar uma estratégia de dados. Verificar se a empresa já possui os dados necessários ou se será necessário adquirir informações para a solução do problema proposto. Com a conclusão dessa etapa já é possível aplicar as análises adequadas.

Durante todo o processo é necessário garantir a segurança e privacidade dos dados. 

Além disso, em problemas de Big Data os dados não costumam ser estáticos, eles mudam com o tempo. Imagine que os seus dados envolvam a interação de clientes com uma plataforma de vendas. Os clientes irão continuar interagindo mesmo depois da data que os dados foram coletados. Por isso, é necessário monitorar e iterar sobre o mesmo problema conforme necessário.

Conclusão

Diante de tudo que foi apresentado, foi possível compreender a importância e os conceitos iniciais, além da definição de Big Data. As soluções e ferramentas criadas foram essenciais para que o mundo atual esteja em constante evolução. Por se tratar de uma área muito ampla, muitos conceitos ficaram de fora desse artigo. Caso queira expandir ainda mais os conhecimentos, a internet tem um volume muito grande de conteúdos, você pode encontrá-los em uma variedade de formatos e você vai encontrar em uma velocidade muito rápida.

ESCALANDO NEGÓCIOS DA VALEON

1 – Qual é o seu mercado? Qual é o tamanho dele?

O nosso mercado será atingir os 766 mil habitantes do Vale do Aço e poder divulgar os produtos / serviços para vocês clientes, lojistas, prestadores de serviços e profissionais autônomos e obter dos consumidores e usuários a sua audiência.

A ValeOn atenderá a todos os nichos de mercado da região e especialmente aos pequenos e microempresários da região que não conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que ele proporciona. Pretendemos cadastrar todas as empresas locais com CNPJ ou não e coloca-las na internet.

2 – Qual problema a sua empresa está tentando resolver? O mercado já expressou a necessidade dessa solução?

A nossa Plataforma de Compras e Vendas que ora disponibilizamos para utilização das Empresas, Prestadores de Serviços e Profissionais Autônomos e para a audiência é um produto inovador sem concorrentes na região e foi projetada para atender às necessidades locais e oferecemos condições de adesão muito mais em conta que qualquer outro meio de comunicação.

Viemos para suprir as demandas da região no que tange a divulgação de produtos/serviços cuja finalidade é a prestação de serviços diferenciados para a conquista cada vez maior de mais clientes e públicos.

O nosso diferencial está focado nas empresas da região ao resolvermos a dor da falta de comunicação entre as empresas e seus clientes. Essa dor é resolvida através de uma tecnologia eficiente que permite que cada empresa / serviços tenha o seu próprio site e possa expor os seus produtos e promoções para os seus clientes / usuários ao utilizar a plataforma da ValeOn.

3 – Quais métodos você usará para o crescimento? O seu mercado está propício para esse tipo de crescimento?

Estratégias para o crescimento da nossa empresa

  1. Investimento na satisfação do cliente. Fidelizar é mais barato do que atrair novos clientes.
  2. Equilíbrio financeiro e rentabilidade. Capital de giro, controle de fluxo de caixa e análises de rentabilidade são termos que devem fazer parte da rotina de uma empresa que tenha o objetivo de crescer.
  3. Desenvolvimento de um planejamento estratégico. Planejar-se estrategicamente é como definir com antecedência um roteiro de viagem ao destino final.
  4. Investimento em marketing. Sem marketing, nem gigantes como a Coca-Cola sobreviveriam em um mercado feroz e competitivo ao extremo.
  5. Recrutamento e gestão de pessoas. Pessoas são sempre o maior patrimônio de uma empresa.

O mercado é um ambiente altamente volátil e competitivo. Para conquistar o sucesso, os gestores precisam estar conectados às demandas de consumo e preparados para respondê-las com eficiência.

Para isso, é essencial que os líderes procurem conhecer (e entender) as preferências do cliente e as tendências em vigor. Em um cenário em que tudo muda o tempo todo, ignorar as movimentações externas é um equívoco geralmente fatal.

Planeje-se, portanto, para reservar um tempo dedicado ao estudo do consumidor e (por que não?) da concorrência. Ao observar as melhores práticas e conhecer quais têm sido os retornos, assim podemos identificar oportunidades para melhorar nossa operação e, assim, desenvolver a bossa empresa.

4 – Quem são seus principais concorrentes e há quanto tempo eles estão no mercado? Quão grandes eles são comparados à sua empresa? Descreva suas marcas.

Nossos concorrentes indiretos costumam ser sites da área, sites de diretório e sites de mídia social. Nós não estamos apenas competindo com outras marcas – estamos competindo com todos os sites que desejam nos desconectar do nosso potencial comprador.

Nosso concorrente maior ainda é a comunicação offline que é formada por meios de comunicação de massa como rádios, propagandas de TV, revistas, outdoors, panfletos e outras mídias impressas e estão no mercado há muito tempo, bem antes da nossa Startup Valeon.

5 – Sua empresa está bem estabelecida? Quais práticas e procedimentos são considerados parte da identidade do setor?

A nossa empresa Startup Valeon é bem estabelecida e concentramos em objetivos financeiros e comerciais de curto prazo, desconsideramos a concorrência recém chegada no mercado até que deixem de ser calouros, e ignoramos as pequenas tendências de mercado até que representem mudanças catastróficas.

“Empresas bem estabelecidas igual à Startp Valeon devemos começar a pensar como disruptores”, diz Paul Earle, professor leitor adjunto de inovação e empreendedorismo na Kellogg School. “Não é uma escolha. Toda a nossa existência está em risco”.

6 – Se você quiser superar seus concorrentes, será necessário escalar o seu negócio?

A escalabilidade é um conceito administrativo usado para identificar as oportunidades de que um negócio aumente o faturamento, sem que precise alavancar seus custos operacionais em igual medida. Ou seja: a arte de fazer mais, com menos!

Então, podemos resumir que um empreendimento escalável é aquele que consegue aumentar sua produtividade, alcance e receita sem aumentar os gastos. Na maioria dos casos, a escalabilidade é atingida por conta de boas redes de relacionamento e decisões gerenciais bem acertadas.

Além disso, vale lembrar que um negócio escalável também passa por uma fase de otimização, que é o conceito focado em enxugar o funcionamento de uma empresa, examinando gastos, cortando desperdícios e eliminando a ociosidade.

Sendo assim, a otimização acaba sendo uma etapa inevitável até a conquista da escalabilidade. Afinal de contas, é disso que se trata esse conceito: atingir o máximo de eficiência, aumentando clientes, vendas, projetos e afins, sem expandir os gastos da operação de maneira expressiva.

Pretendemos escalar o nosso negócio que é o site marketplace da Startup Valeon da seguinte forma:

  • objetivo final em alguma métrica clara, como crescimento percentual em vendas, projetos, clientes e afins;
  • etapas e práticas que serão tomadas ao longo do ano para alcançar a meta;
  • decisões acertadas na contratação de novos colaboradores;
  • gerenciamento de recursos focado em otimização.

 

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

TODO SITE, BLOG, URNA ELETRÔNICA OU REDE SOCIAL POSSUI O CÓDIGO FONTE

 

Douglas Vieira – tecmundo

Imagem de: O que é código-fonte e como encontrá-lo?

Todo site, blog ou rede social possui uma coisa em comum: o código-fonte. Criado em HTML, esse amontado de textos serve para indicar o que será exibido em uma página, do seu topo até o rodapé, onde geralmente temos diversas informações.

Porém, você já parou para se perguntar sobre como um código-fonte funciona em uma página e como descobrir essa informação e um site ou imagem disponível na rede? Caso tenha essa curiosidade, basta prosseguir com a sua leitura.

O que é código-fonte?

Pensar sobre o que é código-fonte é importante para qualquer profissional do ramo da programação. (Fonte> TGC/Maria)” src=”https://tm.ibxk.com.br/2023/12/13/13013113999002.jpg?ims=328x” srcset=”https://tm.ibxk.com.br/2023/12/13/13013113999002.jpg?ims=328x 328w, https://tm.ibxk.com.br/2023/12/13/13013113999002.jpg?ims=380x 380w, https://tm.ibxk.com.br/2023/12/13/13013113999002.jpg?ims=528x 528w, https://tm.ibxk.com.br/2023/12/13/13013113999002.jpg?ims=704x 704w”>Pensar sobre o que é código-fonte é importante para qualquer profissional do ramo da programação. (Fonte> TGC/Maria)Fonte: <a target= 

Conforme mencionamos um pouco mais acima, o código-fonte é o código HTML usado para criar um site. Ele é composto por diversas letras, números e sinais que, quando convertidos, exibem o que vemos na tela de nossos computadores ou smartphones.

Por ser a origem de um programa de computador, ele pode ter um ou mais arquivos em sua composição, e todos eles passam por um processamento para ser lido. Além disso, ficam armazenados em disco rígidos, servidores e até mesmo serviços de armazenamento na nuvem.

Dessa forma, podemos definir o código-fonte como uma grande lista de informações escritas por um programador, sempre utilizando uma linguagem de programação específica para sua composição.

Como descobrir o código-fonte de uma imagem ou site?

É possível acessar as informações do código-fonte de um site usando o atalho Ctrl + U. (Fonte: Eu/Reprodução)É possível acessar as informações do código-fonte de um site usando o atalho Ctrl + U. (Fonte: Eu/Reprodução)Fonte:  

Se a essa altura você já está se perguntando sobre a possibilidade de descobrir o código-fonte de um site, saiba que isso é algo totalmente possível.

O caminho para descobrir o código-fonte de uma página vai depender do navegador que você está usando, já que cada um apresenta um atalho diferente para isso. Vamos passar pelos principais nas linhas a seguir.

Firefox

Caso use o navegador da raposinha, você pode acessar o código-fonte de um site apertando Ctrl + U. Também existe a possibilidade de acessar Configurações, Desenvolvedor e depois clicar em Fonte da Página para ter acesso a essas informações.

Chrome

O software desenvolvido pela Gigante das Buscas apresenta algumas opções para checar o código-fonte de uma página. Além do atalho Ctrl + U, também é possível apertar F12 ou Ctrl + Shift + I para abrir as Ferramentas de Desenvolvedor.

Outra possibilidade é clicar nos três pontos horizontais que aparecem no canto superior direito, Mais Ferramentas e depois em Ferramentas de Desenvolvedor.

Edge

Descobrir o código-fonte de um site é mais fácil se comparado ao mesmo procedimento com atraso. (Fonte: TecMundo/ProgramiamosDescobrir o código-fonte de um site é mais fácil se comparado ao mesmo procedimento com atraso. (Fonte: TecMundo/ProgramiamosFonte:  TecMundo/Reprodução 

O código-fonte é analisado de maneira bem simples no Microsoft Edge: você pode pressionar Ctrl + U ou clicar com o botão direito do mouse em qualquer ponto da tela do navegador e depois escolher a opção Inspecionar.

Safari

É possível checar as informações de desenvolvimento de uma página pelo Safari acessando o Menu, opção Desenvolvedor e depois clicar em Mostrar fonte da página. Outra possibilidade é apertar as teclas Option + Command + U.

Opera

Além do atalho Ctrl + U, também existe a possibilidade de clicar em um espaço vazio da página e depois clicar em Ver Fonte da Página.

Como encontrar o código-fonte de um programa?

Descobrir o código-fonte de um programa é um pouco mais complicado se comparado com um site. (Fonte: GettyImages/Reprodução)Descobrir o código-fonte de um programa é um pouco mais complicado se comparado com um site. (Fonte: GettyImages/Reprodução)Fonte:  

Se por um lado encontrar o código-fonte de um site é fácil, o mesmo não pode ser dito caso esteja de olho nas informações de desenvolvimento de um programa.

Caso decida se arriscar nessa busca, é importante ter algum conhecimento em programação. Se o próprio desenvolvedor não disponibilizou essa informação em algum site, dá para arriscar o uso de ferramentas de engenharia reversa para obter esses dados.

Porém, é importante salientar que, em alguns casos, fazer algo do gênero pode ser considerado ilegal. Dessa forma, antes de partir para essa aventura, vale a pena avaliar se a lei e o proprietário permite que qualquer pessoa acesse para não ter problemas com a justiça.

Tem como copiar o código-fonte de um site?

De maneira direta, é totalmente possível copiar o código-fonte de um site caso esteja interessado em replicar parte dele em algum projeto.

Após usar um dos atalhos descritos acima no seu navegador de preferência, basta selecionar com o mouse o trecho que deseja copiar e depois colocá-lo no bloco de nota ou qualquer outro editor de texto.

Qual a importância do código-fonte?

O código-fonte é o elemento essencial de qualquer site e o responsável por fazer com que ele exista com todas as suas configurações na rede. Sem ele, seria impossível interagir com uma página, fosse na parte de códigos ou qualquer outro elemento presente nesse projeto web.

POPULAÇÃO CHILENA REJEITA UMA NOVA CONSTITUIÇÃO

 

História por admin3  • IstoÉ

Os chilenos rejeitaram no domingo, em um plebiscito, a proposta de Constituição redigida por um conselho dominado pela extrema direita, mantendo em vigor o texto imposto pela ditadura de Augusto Pinochet.

Após a apuração dos votos de 99% das mesas, a opção “contra” a mudança constitucional recebeu 55,75% dos votos, segundo o Serviço Eleitoral (Servel). Outros 44,25% dos eleitores votaram “a favor” da iniciativa.

Quatro anos após o início do processo de reforma constitucional, em resposta aos grandes protestos sociais de 2019, e pela segunda vez em dois anos, os chilenos rejeitaram nas urnas uma proposta para substituir a atual Constituição, herdada da ditadura (1973-1990) e reformada diversas vezes durante o período democrático.

“Pela segunda vez, foi ratificada a Constituição em vigor no Chile, e é importante sermos coerentes com esta resposta democrática”, disse Javier Macaya, presidente do partido de direita União Democrata Independente (UDI), que promoveu o texto rejeitado nas urnas.

O texto reduzia o peso do Estado, podia limitar alguns direitos, como o aborto terapêutico, e endurecia o tratamento aos migrantes.

O presidente Gabriel Boric afirmou que seu governo não pretende promover uma nova constituinte. “Durante este mandato, encerra-se o processo constitucional. Nosso país continuará com a Constituição vigente, porque, após duas propostas constitucionais, nenhuma delas conseguiu representar nem unir o Chile em sua bela diversidade”, declarou o líder esquerdista, na sede do governo.

Em uma votação que despertou pouco interesse, mas que registrou taxa de participação de 83% devido ao voto obrigatório, os resultados foram pouco celebrados.

Um pequeno grupo de manifestantes de extrema direita contrários à nova proposta comemorou a permanência da Constituição de Pinochet diante do palácio de Governo.

– Proposta ainda mais conservadora –

A proposta rejeitada no domingo foi elaborada por um conselho dominado pelo Partido Republicano e era ainda mais conservadora que a Carta Magna herdada da ditadura.

“Fracassamos no esforço para convencer os chilenos de que essa era uma Constituição melhor do que a atual e que era o caminho mais seguro para acabar com a incerteza política, econômica e social e encerrar o processo constitucional”, disse José Antonio Kast, líder do Partido Republicano e ex-candidato presidencial derrotado por Boric em dezembro de 2021.

“Não há nada a comemorar. Não apenas não podemos comemorar, mas o governo e a esquerda tampouco podem fazê-lo, porque o dano que o Chile sofreu nos últimos quatro anos é gigantesco e serão necessárias muitas décadas para repará-lo”, acrescentou Kast.

Em setembro de 2022, 62% dos chilenos reprovaram um projeto de Constituição elaborado por uma Assembleia Constituinte dominada pela esquerda, que propunha um texto com transformações profundas, apoiado pelo governo de Gabriel Boric.

– Outro Chile –

O Chile mergulhou há quatro anos em um processo para mudar a Constituição do país, após a explosão de manifestações por mais igualdade social, em outubro de 2019.

A votação foi encerrada sem maiores problemas, mas longe da efervescência com que o processo começou, em 2019, devido ao cansaço da população.

Quatro anos depois de saírem às ruas para exigir maior justiça social, os chilenos querem agora mais policiais nas ruas, ordem e segurança.

“É outro Chile. O país mudou de maneira drástica (…) e de certa forma virou um país mais latino-americano. Os chilenos sempre se consideraram uma exceção, um país mais europeu e não como os seus vizinhos, e agora se parecem um pouco mais com eles”, disse Michael Shifter, ex-presidente do Centro de Estudos Diálogo Interamericano e professor da Universidade de Georgetown.

Embora tenha passado por reformas, mudar a Constituição de Pinochet era uma aspiração antiga da esquerda chilena, que denuncia a sua origem ilegítima e a fraca proteção aos direitos sociais, como saúde, habitação, aposentadorias e educação.

No entanto, confrontados com uma proposta ainda mais conservadora, os partidos de esquerda chilenos fizeram um apelo pelo voto contrário.

“Eu sempre prefiro algo ruim a algo péssimo”, disse neste domingo a ex-presidente socialista Michelle Bachelet (2006-2010/2014-2018).

“Prefiro voltar ao ponto de partida, que não é 100% a Constituição da ditadura, a ter um texto ruim, que prejudica todos os chilenos e que nos divide profundamente”, disse Carolina Leitão, porta-voz da campanha contra o novo texto conservador.

PRESIDENTE DO PT DISCORDA DE PACHECO QUE QUER ACABAR COM A REELEIÇÃO

 

Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente do partido e deputada federal, criticou neste domingo (17) a ideia de extinguir a reeleição para presidente da República, defendida pelo presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Gleisi afirmou que a reeleição foi uma iniciativa oportunista do PSDB -o dispositivo foi criado pelo então presidente tucano Fernando Henrique Cardoso em 1997-, mas que é benéfica para a democracia. O próprio FHC fez um mea-culpa em 2020 e disse que a medida “historicamente foi um erro”.

“Mesmo que seja para valer só a partir de 2030, a proposta para acabar com a reeleição de presidentes é oportunista e representa um retrocesso na representação democrática da maioria da população”, disse ela, nas redes sociais.

Recentemente, Pacheco disse que deve colocar em pauta o fim da possibilidade de recondução para a Presidência.

Na visão de Gleisi, a reeleição “virou um problema” só a partir dos governos petistas –a primeira gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veio logo na sequência de FHC.

“Desde o golpe contra Dilma [Rousseff], os poderes da Presidência vêm sendo reduzidos e até usurpados pelo Congresso, especialmente na execução do Orçamento, que favorece a reeleição da maioria conservadora, em detrimento dos interesses do país”, completou, em referência ao processo de impeachment e em mais uma crítica ao centrão.

Recentemente, Pacheco, que já afirmou que pretende debater a instituição de mandato para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), disse que outra pauta possível na Casa é a de reeleição para presidente da República.

“Vamos discutir a instituição da reeleição no Brasil, a coincidência de eleições, eventualmente passar mandatos de 4 para 5 anos sem reeleição. São ideias postas que atingem o Poder Executivo, mas que também não são uma afronta. São reflexões e deliberações, que é papel do Congresso fazer”, afirmou.

O Congresso vem avançado em pautas que se chocam com posicionamentos do STF, como, por exemplo, nas discussões sobre aborto e marco temporal para demarcação das terras indígenas.

Além disso, parlamentares tentaram deliberar em 2023 um projeto de minirreforma eleitoral para desidratar as cotas feminina e para negros, mas a proposta acabou travando justamente no Senado.

Em 2007, já em seu segundo mandato, o próprio Lula defendeu o fim da reeleição, enquanto o Congresso discutia uma PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre o tema.

Na última campanha eleitoral, em 2022, o petista chegou a indicar que não se candidataria para um quarto mandato –ponto que ainda está em aberto, atualmente.

LULA FALA EM TRÉGUA E AO MESMO TEMPO ATACA OS ADVERSÁRIOS

 

História por Notas & Informações  • Jornal Estadão

A campanha “O Brasil é um só povo”, lançada em rede nacional no dia 10/12, poderia ser um exemplo de que, finalmente, o governo do presidente Lula da Silva compreendeu a natureza das divisões instaladas no País – e suas feridas não cicatrizadas na população. Afinal, a superação desse conflito foi uma das promessas de campanha de Lula, aquele que, uma vez eleito, fez da expressão “união e reconstrução” o slogan de seu governo. Mas seria demais esperar que esse fosse mesmo um compromisso sério de Lula e do PT, que desde sempre estimularam a divisão dos brasileiros, numa odiosa luta de classes. A campanha institucional lançada agora, na verdade, tem objetivos muito específicos, nenhum relacionado à pacificação nacional e todos condizentes com os interesses eleitorais do lulopetismo.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom), o objetivo da campanha é transmitir mensagens “de paz” e “reconstrução de laços”, além de reforçar relações familiares e de amizade. O foco evidente é reduzir os efeitos da polarização e da radicalização que tanto mal causaram ao ambiente democrático brasileiro – uma anomalia que saiu dos debates políticos e partidários para as rodas de conversa, os grupos de WhatsApp e os jantares familiares, influenciando as decisões dos cidadãos em todos os níveis de relacionamento.

As intenções da campanha, portanto, são louváveis. O problema está nos detalhes – que, como se sabe, é onde mora o diabo. O evento que o ministro da Secom, Paulo Pimenta, escolheu para anunciar a campanha foi, pasmem, a Conferência Eleitoral do PT, reunião destinada a discutir a estratégia de comunicação do partido para as eleições no ano que vem. Deduz-se que o ministro Pimenta entende que a campanha oficial do governo se insere na estratégia do partido do presidente Lula, numa deplorável confusão de interesses. Para que não houvesse dúvida, Pimenta declarou, na ocasião, que a tarefa do partido é atrair “quem não votou no Lula” e, para isso, é necessário “diminuir o ambiente de intolerância”. Ou seja, “pacificar” o Brasil deixou de ser um objetivo cívico para se tornar mote eleitoral petista: o País deve se unir, sim, mas em torno de Lula.

Ademais, não parece haver interesse nenhum da nomenklatura petista em arrefecer de fato os ânimos. O próprio Lula da Silva, no já citado evento do partido, deu o tom: “Vai ser outra vez Lula e Bolsonaro disputando as eleições nos municípios. Nós sabemos que (vocês) não podem aceitar provocações, não podem ficar com medo, não podem enfiar o rabo no meio das pernas. Quando um cachorro late para a gente, a gente late também”.

Por fim, mas não menos relevante, a campanha oficial do governo atende a outro interesse crucial do lulopetismo, que é a necessidade de aproximação com os evangélicos, fatia da população que tem se inclinado à direita nos últimos tempos e que, em larga medida, se alinhou ao bolsonarismo, sobretudo quando se trata de temas como aborto, drogas e família. Não à toa, as peças da campanha são embaladas por músicas entoadas por um cantor gospel e por personagens dando “glórias a Deus” por programas sociais do governo federal. Por puro e simples preconceito, talvez por sua origem católica, o PT, a bem da verdade, nunca se interessou pelo diálogo efetivo com o mundo evangélico. Agora, de olho em 2024, inspirado pelo temor da derrota e estimulado pela conveniência, o governo recorre à propaganda para tentar conquistar parte desse eleitorado.

A campanha “O Brasil é um só povo” é, portanto, menos uma carta de intenções em favor da união dos brasileiros, da construção de pontes e da promoção do entendimento, e muito mais um repositório de mensagens a serem usadas com intenções meramente eleitorais. A campanha não pretende explorar a comunicação para melhorar o debate, estimular diálogos e efetivamente pacificar o País. No máximo, quer unificá-lo em favor de Lula e do PT.

ISRAEL DESCOBRE TUNEL EM GAZA PARA TRANSPORTE DE COMBATENTES DO HAMAS

 

História por Por Amir Cohen  • Reuters

FRONTEIRA GAZA-ISRAEL (Reuters) – As forças israelenses que lutam contra o Hamas disseram que descobriram um túnel anormalmente grande de concreto e fortalecido com uma estrutura de ferro, projetado para transportar carros cheios de combatentes militantes de Gaza até a fronteira.

Demolir ou desativar centenas de quilômetros de passagens subterrâneas e bunkers está entre os objetivos da ofensiva lançada por Israel depois que homens armados do Hamas iniciaram uma onda de assassinatos e sequestros em suas cidades do sul e bases militares em 7 de outubro.

Entre os locais que o Hamas invadiu naquele ataque estava a passagem de fronteira de Erez, entre Gaza e Israel. A apenas 100 metros ao sul do posto de controle, escondido numa duna de areia, os militares mostraram aos repórteres o ponto de saída do que disseram ser um projeto emblemático do Hamas.

O túnel descia diagonalmente até 50 metros de profundidade, onde se expandia para relativamente espaçosos 3 metros de altura e largura, com acessórios elétricos.

O principal porta-voz militar, contra-almirante Daniel Hagari, estimou a extensão total do túnel em 4 km – o suficiente para chegar ao norte da Cidade de Gaza, outrora o coração do governo do Hamas e agora uma zona de combate devastada.

Foi “o maior túnel que encontramos em Gaza… destinado a atingir a passagem (Erez)”, disse Hagari, sem especificar se foi usado pelo Hamas no ataque de 7 de outubro.

“Milhões de dólares foram investidos neste túnel. Demorou anos para construi-lo… Veículos podem passar por ele.”

O Hamas não respondeu a um pedido da Reuters para comentar a informação israelense.

(Por Dan Williams)

GOVERNO VAI TIRAR DO MERCADO GELADEIRAS COM BAIXA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Jornal Estadão

Uma decisão do governo federal, publicada no início do mês, promete tirar do mercado geladeiras ineficientes que não se encaixam nos critérios de eficiência energética — ou seja, com baixo consumo de energia elétrica. A medida causou mal-estar entre os fabricantes locais, que já enfrentam uma queda no volume de produção dois anos seguidos. O setor deve fechar 2023 com o segundo menor volume produzido nos últimos dez anos.

Pelo cronograma do governo, a partir de 1.º de janeiro, não poderão ser produzidas e importadas geladeiras com nível de eficiência energética abaixo de 85,5%. Esse índice sobe para 90% em 2026. A decisão, tomada pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia (MME), acendeu o sinal de alerta para a indústria. A mudança de critério consta na Resolução n.º 2, de 23 de novembro de 2023, que foi publicada no Diário Oficial no dia 8 de dezembro.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), esse aperto pode retirar 10% dos volumes de geladeiras já no próximo ano e 83% em 2026, quando o índice de eficiência sobe para 90%. A produção de refrigeradores deve fechar este ano em 4,9 milhões de unidades.

O MME disse, por meio de nota, que o processo de definição dos novos índices de eficiência energética para as geladeiras “foi amplamente discutido, inclusive com a participação da Eletros, que não logrou êxito em apresentar dados que fundamentassem suas afirmações nas mais diversas oportunidades, seja em consultas públicas ou nas reuniões realizadas entre o Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética do MME e representantes da associação”.

Indústria diz que perspectiva é que produtos de menor preço deixem de ser fabricados
Indústria diz que perspectiva é que produtos de menor preço deixem de ser fabricados Foto: JF Diorio/Estadão

O presidente da Eletros, José Jorge do Nascimento, diz que “só vão ficar no mercado a partir de 2026 geladeiras com valor acima de R$ 4 mil e isso vai provocar um prejuízo gigante para a população das classes C, D e E”. Ele lembra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a dizer, em meados do ano, que era preciso baratear o refrigerador para que os mais pobres pudessem trocar a geladeira. Na época, Lula fez alusão à cerveja “que não estava mais gelando”.

O setor vinha negociando com o MME uma transição gradual dos indicadores de eficiência energética, diz o presidente da Eletros. A intenção era que a indústria pudesse fazer os investimentos nos projetos dos novos aparelhos e adaptar as linhas de suprimentos ao novo padrão de eficiência energética. “Mostramos os estudos e o que a gente propunha era que esses novos índices de eficiência passassem a valer em 2026 e 2030, de forma escalonada”, diz Nascimento.

No entanto, ele ressalta que o setor foi surpreendido com a publicação da resolução no Diário Oficial neste mês. “Se o governo mantiver essa posição, inevitavelmente vai ter demissão.” A reportagem procurou WhirlpoolElectrolux e Esmaltec, as principais indústrias do setor para saber os impactos da medida na produção, mas não obteve resposta.

Posição do governo

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, houve reuniões com a Eletros e o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, nas quais a associação reiterou suas preocupações com os prazos e os índices. No entanto, segundo o MME, a entidade “não apresentou novos dados que pudessem comprovar os impactos esperados pelas empresas”.

O ministério rebateu a informação da indústria de que, pelo menos a primeira fase de ajuste, que começa em 1.º de janeiro, retire produtos do mercado. “Todos os aparelhos atualmente fabricados e comercializados no País atendem ao índice de 85,5% definido para essa etapa”, diz a nota.

 José Jorge do Nascimento, presidente da Eletros, diz que foi surpreendido com uma 'decisão unilateral' do governo
José Jorge do Nascimento, presidente da Eletros, diz que foi surpreendido com uma ‘decisão unilateral’ do governo Foto: FELIPE RAU

Em relação ao risco de aumento de preços das geladeiras por conta das novas exigências, o ministério argumenta que “experiências internacionais demonstram que a evolução de vários mercados têm aumento efetivo de eficiência sem alta de preços, e, em alguns casos, há inclusive redução.

Baixa renda

Em relação ao ponto levantado pela indústria de que serão retiradas as geladeiras mais baratas do mercado e que isso afetaria a população de menor renda, o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), Bruno Hebert, ressalta que esse argumento não se sustenta do ponto de vista ambiental, energético nem econômico. “O drama da baixa renda é a conta de energia, e não adianta fazer um equipamento mais barato e ter uma conta de energia mais cara”, afirma.

Segundo o especialista, estudos mostram que o custo de aquisição de um equipamento elétrico é 4% do desembolso ao longo da vida útil do produto. A maior fatia, 96%, é o consumo de energia. “Com três a quatro anos, é possível pagar o valor total do refrigerador com a economia de energia”, observa.

Na opinião do presidente da Abesco, as indústrias que não se prepararam para esse momento de aumento da eficiência energética, que vem sendo discutido desde 2015, no âmbito do Acordo de Paris, vão ter de parar de fabricar esses produtos menos eficientes. A meta do País é melhorar em 10% a eficiência energética até 2030.

“Vemos a medida com bons olhos”, diz Hebert. Ele argumenta que a eficiência energética é o melhor caminho para o País, porque diminui investimentos com transmissão, distribuição. “Inclusive é o melhor caminho para a população de baixa renda.”

Momento crítico

Além das novas exigências de eficiência energética, o presidente da Eletros acrescenta o aumento da alíquota de importação sobre o aço, de 10,8% para 25%, pleiteado pelo setor siderúrgico, como fator de pressão. O aço responde pela metade do custo de produção da linha branca.

Nesse sentido, também está sendo observado pela indústria movimento semelhante no preço das resinas plásticas, matéria-prima de grande importância para a produção dos eletrodomésticos.

“Se o governo aceitar todas as medidas protecionistas aos insumos, o produto final vai ficar mais caro”, alerta o presidente da Eletros. Apesar da trajetória de queda da Selic, os juros fizeram um estrago nas vendas de eletrodomésticos da linha branca este ano. Pelo alto valor unitário, normalmente fogões, geladeiras e lavadoras são comprados a prazo.

Dados da Eletros mostram que 2023 termina com segundo menor volume de fogões, geladeiras e lavadoras produzidas dos últimos dez anos. São 12,9 milhões de unidades, um volume apenas 3,2% maior em relação a 2022, quando foram fabricados 12,5 milhões de eletrodomésticos. O ano passado foi o fundo poço para o setor. O pico do período ocorreu em 2012, com uma produção de 18,880 milhões de aparelhos. O resultado deste ano frustrou a expectativa, que era crescer entre 5% e 10% ante 2022.

 

O LIMÃO É A FRUTA MAIS SAUDÁVEL DO MUNDO POIS CONSEGUE ATENDER 100% DAS NECESSIDADES NUTRICIONAIS COM 100 CALORIAS

Catraca Livre

SICILY, ITALY:

Qual a fruta mais saudável do mundo?

Foi a partir dessa pergunta que um estudo realizado pela Universidade William Paterson, situada no estado de Nova Jersey, EUA, desvendou uma lista surpreendente dos alimentos considerados indispensáveis para quem busca um estilo de vida equilibrado e nutritivo.

Segundo os resultados obtidos na pesquisa, o limão, uma fruta tão familiar para todos, conquistou o título de ser a mais saudável ao conseguir atender a 100% das necessidades nutricionais com apenas 100 calorias.

Essa fruta cítrica não apenas traz inúmeros benefícios à saúde, mas também possui a vantagem de ser extremamente baixa em calorias.

O poder do limão

No Brasil, o limão, especialmente da variedade Tahiti, é um elemento comum na culinária, cuidados de higiene e até mesmo rotinas de beleza, sendo consumido em larga escala durante todo o ano.

A composição do limão é verdadeiramente rica em benefícios para a saúde humana. Repleto de vitamina C, um potente antioxidante natural, o limão ajuda a proteger o corpo contra os danos causados pelos radicais livres.

Além disso, a fruta possui propriedades antibacterianas e antivirais significativas, fortalecendo o sistema imunológico.

O ranking dos estudiosos levou em conta a proporção de vitaminas, fibras e outros componentes saudáveis em relação ao número de calorias.

Como aproveitar o limão no dia a dia

Na cozinha, ele pode servir para temperar saladas, carnes e outros pratos, bem como para criar molhos, massas e temperos caseiros. Além disso, o limão é ideal para preparar sucos, coquetéis e até mesmo a famosa caipirinha brasileira. Sua casca também pode ser usada para fazer chás e receitas doces, além de decorar pratos.

Em termos de higiene, o limão é usado para clarear superfícies, eliminar odores persistentes e até mesmo reduzir o sal em feijões cozidos. Além disso, ele ajuda na conservação de outras frutas.

Para preservar o limão adequadamente, basta armazená-lo em um local fresco ou na geladeira, certificando-se de lavá-lo bem antes do consumo. As raspas de limão podem ser congeladas para uso posterior em receitas.

No Brasil, além da variedade Tahiti, outras variedades de limão, como o cravo (ou caipira), o siciliano e o galego, também estão sendo cultivadas diariamente, oferecendo uma variedade de opções para os amantes dessa superfruta.

 

A HOSPEDAGEM DE SITE É UM PILAR FUNDAMENTAL DA ECONOMIA DIGITAL

Por Roberto Martins, Especialista em Tecnologia e CEO da Avantiv.

A hospedagem de sites, em ampla maioria é vista apenas como uma peça técnica dentro da internet, quando na verdade é um pilar fundamental da economia digital. Sua influência ultrapassa a simples disponibilidade de sites online, moldando profundamente o cenário dos negócios, a inovação tecnológica e as interações sociais no mundo contemporâneo.

No cerne da revolução digital, a hospedagem de sites serve como uma grande democratizadora do espaço comercial. Ela oferece a pequenas empresas e empreendedores a oportunidade de competir com gigantes estabelecidos, eliminando muitas das barreiras tradicionais de entrada no mercado. Ao possibilitar que até mesmo os menores negócios marquem sua presença online com custos relativamente baixos, a hospedagem de sites estimula uma diversidade sem precedentes no mercado global.

Esta acessibilidade não apenas nivela o campo de jogo comercial, mas também serve como um estímulo para a inovação. Com a barreira de entrada reduzida, mais pessoas são encorajadas a transformar suas ideias em realidade. Startups e pequenos negócios podem lançar seus sites rapidamente e começar a operar, dando vida a soluções inovadoras e disruptivas que podem ter permanecido inexploradas em um ambiente mais restritivo.

Além disso, a hospedagem de sites conduz à transformação dos modelos de negócios. Empresas que dependiam predominantemente de operações físicas estão agora migrando ou expandindo para o domínio online,  e nessa fase é importante considerar um bom servidor  de sites, indiferentemente de preço, já que ele será a engrenagem para o negócio, contar com uma hospedagem de sites no comércio eletrônico não apenas amplia seu alcance de mercado, mas também traz eficiências operacionais significativas, refletindo na lucratividade e na sustentabilidade dos negócios.

Entretanto, com estes benefícios vêm desafios notáveis, particularmente em termos de segurança e privacidade de dados. À medida que a atividade comercial se intensifica no mundo online, a proteção de informações sensíveis torna-se uma questão crítica. Provedores de hospedagem devem, portanto, investir continuamente em tecnologias de segurança avançadas para salvaguardar contra violações de dados e ataques cibernéticos, um imperativo não apenas para a confiança do consumidor, mas para a integridade da economia digital como um todo.

A hospedagem de sites é muito mais do que um mero serviço técnico; ela é um facilitador essencial de um ecossistema digital dinâmico e um vetor crucial para o futuro econômico. Seu papel na economia digital não é apenas manter os sites acessíveis, mas também impulsionar a inovação, nivelar o campo de atuação para empresas de todos os tamanhos e garantir que a economia digital continue a prosperar de maneira segura e inclusiva. À medida que avançamos nesta era digital, é imperativo que reconheçamos e nutramos esse papel vital da hospedagem de sites.

Marketplaces em alta: o sucesso no mercado

Tiago Sanches, gerente comercial da Total IP

Certas estratégias são cruciais para alavancar as vendas e isso começa com o primeiro contato

Marketplaces são uma tendência no e-commerce. Isso porque, os benefícios existem tanto para quem tem seu próprio ambiente, quanto para os sellers, os quais vendem nas plataformas de outros empreendedores. Entretanto, apesar dessa alta, é fundamental as organizações se prepararem da melhor forma para receberem seus grupos alvo, independentemente da época do ano. Isso inclui uma elaboração iniciada pelo atendimento.

O que são marketplaces e qual a sua realidade no mercado?

Esse conceito se remete a uma noção mais coletiva de vendas on-line. Nessa plataforma, diferentes lojas podem anunciar seus artigos, dando ao cliente um leque de opções. Desse jeito, trata-se de uma rede cujos vendedores podem fazer suas ofertas dentro da mesma página. Ou seja, é como um shopping center virtual cujos visitantes têm acesso a vários estabelecimentos. Sites como Mercado Livre, Magalu, Americanas, Amazon e a Valeon são ótimos exemplos, inclusive, de acordo com o último relatório Webshoppers, 84% dos empreendedores brasileiros possuem canais ativos em ambientes como esses.

Conforme a ChannelAdvisor, na China, esse tipo de comércio já representa 90% do faturamento do varejo on-line e, nos EUA, 33%. Já no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o crescimento do setor em 2021 foi de 19%.

Principalmente em temporadas de forte atividade, como o Natal, Dia dos Namorados, das Mães e dos Pais, as movimentações tendem a ser significativas. O Dia do Consumidor, por exemplo, em 2022, chegou a um faturamento de R$ 722 milhões, com elevação de 22% em comparação a 2021, de acordo com dados da Neotrust. Contudo, para, de fato, chamar a atenção dos fregueses, apenas preços atrativos e propagandas não são o suficiente, é preciso oferecer uma experiência completa. “Para deixar uma marca positiva é necessário garantir um primeiro contato excelente, indo até o pós-venda. Os responsáveis por esse tipo de negócio tendem a pensar só no produto final entregue, mas toda interação importa”, explica Tiago Sanches, gerente comercial da Total IP.

Um destaque em meio à concorrência é fundamental

Ciente de como apenas qualidade final não é o suficiente, diversos quesitos tendem a ajudar uma empresa a se destacar em meio a tanta concorrência. Logo, diferentes fatores influenciam a posição ocupada nas buscas, seja preço, custo do frete, avaliações, etc. Além disso, é imprescindível identificar como chamar a atenção em detrimento de sellers ocupando o mesmo espaço. Nesse contexto, conhecimento nunca é demais para descobrir como planejar condições visando se sobressair.

Outra questão importante diz respeito aos parceiros mantidos por perto e a estrutura do negócio em geral. Para a quantidade de vendas alcançadas por um programa como esse, investir na atração de indivíduos para promover suas corporações lá dentro, diversificando e ampliando o portfólio torna tudo mais robusto. Além disso, deve haver uma atenção especial à otimização das operações.

Todavia, de nada adianta tomar cuidado com tudo isso e não promover uma boa gestão operacional. Dentre diversos benefícios, a transformação de um e-commerce em um marketplace proporciona ganho de escala das demandas. A partir desse ponto é crucial redobrar a cautela com estratégias adotadas no local omnichannel. Uma administração eficiente é o meio para a criação de modelos de vivência da persona para ela ter uma boa prática nessa aquisição. “Hoje em dia, uma pessoa transita por diferentes pontos de contato. É relevante, então, conseguir alcançar o preciso da melhor forma e naquele momento, assim, há grandes chances de fidelizar”, comenta o especialista.

Dicas para se sair bem no mercado

Antes de tudo é sempre interessante se colocar no lugar dos frequentadores, pois, somente conhecendo bem eles é viável proporcionar oportunidades e elementos favoráveis. Em circunstâncias assim, um bom levantamento de dados para analisar as dores e as necessidades é uma excelente alternativa, tendo em vista como, por meio dessas informações, é fácil identificar qual a busca e como agradar.

No entanto, o ditado é real e, de fato, a primeira impressão fica. Logo, a assistência inicial desse sujeito deve ser levada em consideração de forma primordial. Como anda o seu atendimento? Quais as abordagens utilizadas para lidar com esses interessados? Independentemente de qual seja, a Startup Valeon consegue auxiliar, incrementar e melhorar qualquer estratégia de forma inovadora.

A tecnologia de robôs tem sido cada vez mais utilizada em diversas esferas do cotidiano da população. No geral, essa indústria está em crescimento, de acordo com a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais), as vendas do setor aumentaram em 13% em 2022. Nos primeiros quatro meses, os pedidos recebidos foram elevados em 38%, também em relação ao ano anterior, na Alemanha.

Em todo o mundo, já existem mais de três milhões deles operando em fábricas e pelo menos US$ 13,2 bilhões foram gastos nos últimos anos em novas instalações utilizando esse tipo de modernização. Pelo menos 76% desses investimentos foram feitos por cinco países: China, Japão, Estados Unidos, Coreia do Sul e Alemanha. As indústrias automotiva, elétrica, eletrônica e metálica se destacam nesse uso em seus parques industriais. Porém, no caso do apoio ao consumidor esse artifício também não poderia ficar de fora. Com a Startup Valeon isso é possível para todos os âmbitos. “Nós enxergamos essa assistência como parte do processo de conquista e a colocamos como um pilar principal para os nossos usuários.

Dessa maneira, a firma oferece serviços baseados na aprimoração desse suporte para as companhias parceiras, seja com os tão comentados robôs, responsáveis por atender chamadas e responder mensagens automaticamente, ou com outras ferramentas. Ao todo, há uma flexibilidade sem igual para atender a todo tipo de instituição, com humanos, chat, voz, redes sociais e WhatsApp, o propósito é aumentar os resultados e promover atualização constante.

O que é marketplace e por que investir nessa plataforma

ÚnicaPropaganda e Moysés Peruhype Carlech

Milhares de internautas utilizam o marketplace diariamente para fazer compras virtuais. Mas muitos ainda desconhecem seu conceito e como ele funciona na compra e venda de produtos.

Afinal, o que é marketplace?

O marketplace é um modelo de negócio online que pode ter seu funcionamento comparado ao de um shopping center.

Ao entrar em um shopping com a intenção de comprar um produto específico, você encontra dezenas de lojas, o que lhe permite pesquisar as opções e os preços disponibilizados por cada uma delas. Além de comprar o que você planejou inicialmente, também é possível consumir outros produtos, de diferentes lojas, marcas e segmentos.

Leve isso ao mundo virtual e você entenderá o conceito de marketplace: um lugar que reúne produtos de diversas lojas, marcas e segmentos. A diferença é que no ambiente virtual é mais fácil buscar produtos, e existe a facilidade de comprar todos eles com um pagamento unificado.

Os principais marketplaces do Brasil

A Amazon foi a primeira a popularizar esse modelo de negócio pelo mundo, e até hoje é a maior referência no assunto

No Brasil, o marketplace teve início em 2012. Quem tornou a plataforma mais conhecida foi a CNova, responsável pelas operações digitais da Casas Bahia, Extra, Ponto Frio, entre outras lojas.

Hoje, alguns nomes conhecidos no marketplace B2C são: Americanas, Magazine Luiza, Netshoes, Shoptime, Submarino e Walmart. No modelo C2C, estão nomes como Mercado Livre e OLX. Conheça os resultados de algumas dessas e de outras lojas no comércio eletrônico brasileiro.

Aqui no Vale do Aço temos o marketplace da Startup Valeon que é uma Plataforma Comercial de divulgação de Empresas, Serviços e Profissionais Liberais que surgiu para revolucionar o comércio do Vale do Aço através de sua divulgação online.

Como escolher o marketplace ideal para sua loja

Para ingressar em um marketplace, é preciso cadastrar sua loja, definir os produtos que serão vendidos e iniciar a divulgação. Mas é fundamental levar em consideração alguns pontos importantes antes de decidir onde incluir sua marca:

Forma de cobrança: cada marketplace possui seu modelo de comissão sobre as vendas realizadas, que pode variar de 9,5% a 30%. O que determina isso é a menor ou maior visibilidade que o fornecedor atribuirá a seus produtos. Ou seja, o lojista que quer obter mais anúncios para seus produtos e as melhores posições em pesquisas pagará uma comissão maior.

Na Startup Valeon não cobramos comissão e sim uma pequena mensalidade para a divulgação de seus anúncios.

Público-alvo: ao definir onde cadastrar sua loja, é essencial identificar em quais marketplaces o seu público está mais presente.

Garantimos que na Valeon seu público alvo estará presente.

Concorrentes: avalie também quais são as lojas do mesmo segmento que já fazem parte da plataforma e se os seus produtos têm potencial para competir com os ofertados por elas.

Felizmente não temos concorrentes e disponibilizamos para você cliente e consumidores o melhor marketplace que possa existir.

Reputação: para um marketplace obter tráfego e melhorar seus resultados em vendas precisa contar com parceiros que cumpram suas promessas e atendam aos compradores conforme o esperado. Atrasos na entrega, produtos com qualidade inferior à prometida e atendimento ineficiente são fatores que afastam os usuários que costumam comprar naquele ambiente virtual. Ao ingressar em um marketplace, certifique-se de que a sua loja irá contribuir com a boa reputação da plataforma e pesquise as opiniões de compradores referentes às outras lojas já cadastradas.

Temos uma ótima reputação junto ao mercado e consumidores devido a seriedade que conduzimos o nosso negócio.

Vantagens do marketplace

A plataforma da Valeon oferece vantagens para todos os envolvidos no comércio eletrônico. Confira abaixo algumas delas.

Para o consumidor

Encontrar produtos de diversos segmentos e preços competitivos em um único ambiente;

Efetuar o pagamento pelos produtos de diferentes lojistas em uma única transação.

Para o lojista

Ingressar em um comércio eletrônico bem visitado e com credibilidade, o que eleva a visibilidade de seus produtos;

Fazer parte de uma estrutura completa de atendimento e operação de vendas com um menor investimento, considerando que não será necessário pagar um custo fixo básico, como aconteceria no caso de investir na abertura de uma loja física ou online.

Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:

• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;

• Atraímos visualmente mais clientes;

• Somos mais dinâmicos;

• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;

• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;

• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.

• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as suas vendas.

Para o Marketplace

Dispor de uma ampla variedade de produtos em sua vitrine virtual, atraindo ainda mais visitantes;

Conquistar credibilidade ao ser reconhecido como um e-commerce que reúne os produtos que os consumidores buscam, o que contribui até mesmo para fidelizar clientes.

Temos nos dedicado com muito afinco em melhorar e proporcionar aos que visitam o Site uma boa avaliação do nosso canal procurando captar e entender o comportamento dos consumidores o que nos ajuda a incrementar as melhorias e campanhas de marketing que realizamos.

 

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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