Igreja Ortodoxa Por que a Ucrânia é tão importante para a guerra religiosa de Putin
Por Maria Clara Vieira – Gazeta do Povo
Kiev (Ukraine), 27/07/2021.- The Primate of the Ukrainian Orthodox Church of the Moscow Patriarchate, Metropolitan of Kiev and All Ukraine Onufry (C) attends a prayer service held at the St. Vladimir’s Hill in downtown Kiev, Ukraine, 27 July 2021. Orthodox believers mark the 1033rd anniversary of the Kievan Rus Christianization on 27 and 28 July 2021. (Ucrania, Moscú) EFE/EPA/SERGEY DOLZHENKO
O líder da Igreja Ortodoxa da Ucrânia do patriarcado de Moscou, Onufry de Kiev| Foto: EFE
Às margens do rio Dnieper, em 988, o grão-príncipe de Kiev, Vladimir (ou Volodymyr em ucraniano), convocou toda a cidade para um grande batismo. Com o objetivo de se casar com a irmã do imperador Basílio, líder do Império Bizantino, o chefe da Rus de Kiev – o grande reino que viria a se tornar a Rússia – não apenas abraçou a fé, como transformou o cristianismo na religião do Estado.
Pela cristianização do território, Vladimir seria declarado santo tanto pela Igreja Católica Romana quanto pela Igreja Ortodoxa, cuja fé se espalharia rapidamente pelo continente, a ponto de, após a invasão de Constantinopla em 1453, os russos passarem a se considerar os sucessores do império bizantino – a “terceira Roma”.
“Quando o Cristianismo chegou na atual Ucrânia, na Rússia e na Bielorrússia, foi através de emissários de Constantinopla. Como consequência dessas missões, o império acabou construindo uma diocese em Kiev. Kiev é, portanto, a cidade-mãe espiritual de todos os países eslavos orientais, ou seja, Bielorrússia, Rússia e Ucrânia”, explica o jornalista Daniel Sender, iconógrafo e especialista em cristianismo oriental.
“Ocorre que, por volta do século XIII, os mongóis, tártaros e outras tribos do Oriente invadiram todas essas terras eslavas e chegaram bem perto de Kiev. Isso fez com que o arcebispo de Kiev, que chefiava toda a igreja dessas cidades-Estado independentes – mas ainda assim, parte de uma confederação -, fugisse para Moscou, levando o arcebispado para lá”, explica Sender. Nascia, assim, o patriarcado de Moscou, hoje denominado Igreja Ortodoxa Russa.
A derrocada da União Soviética, nos anos 1980, traria novos conflitos políticos e religiosos à região: por não aceitar mais a ingerência russa em seu território, parte da Igreja Ortodoxa ligada ao patriarcado de Moscou se separou, formando o patriarcado autônomo de Kiev. Vale lembrar que, ainda que não tenha as mesmas prerrogativas que o papa, a autoridade máxima da Igreja Católica Ortodoxa é o patriarca Ecumênico, que detém a autoridade para reconhecer os diversos territórios canônicos e seus patriarcados locais.
Nomeado para o cargo em outubro de 1991, o patriarca ecumênico Bartolomeu I só reconheceria o patriarcado de Kiev em 2018, conferindo um caráter autônomo e oficial à Igreja Ortodoxa da Ucrânia. “O problema é que o patriarcado de Moscou não aceita essa decisão e entende que o território ucraniano lhe pertence”, explica Sender. “Constantinopla – o patriarcado ecumênico – afirma que nunca cedeu a Ucrânia para Moscou, mas a Rússia entende o contrário”. Em paralelo, há a Igreja Ortodoxa Ucraniana que permanece ligada ao patriarcado de Moscou, um alinhamento que o próprio Vladimir Putin, em seu anseio por reconstruir a “terceira Roma”, pode colocar a perder.
A “terceira Roma” de Putin e as batalhas religiosas na Ucrânia Em 2014, Putin citou a história do reino medieval da Rus de Kiev ao justificar a guerra pela anexação da Crimeia, onde o príncipe Vladimir teria sido batizado e que, portanto, seria uma terra “sagrada” para a Rússia. Oito anos depois, o argumento é utilizado para “chancelar” a invasão à Ucrânia – a terra natal do Cristianismo eslavo.
”Embora o Ocidente pense no cristianismo como uma religião enfraquecida e em declínio, no Oriente ele está prosperando. Em 2019, o patriarca Kirill, chefe da Igreja Ortodoxa Russa, se gabou de que estavam construindo três igrejas por dia. No ano passado, foi inaugurada uma Catedral para as Forças Armadas, a uma hora de Moscou. As imagens religiosas se fundem com a glorificação militar. (…) Em um grande mosaico, as vitórias mais recentes – incluindo o ‘retorno da Crimeia’ de 2014 – são celebradas”, descreve o jornalista Giles Fraser.
“No centro desse renascimento pós-soviético do cristianismo está (…) Vladimir Putin. Muitas pessoas não apreciam até que ponto a invasão da Ucrânia é uma busca espiritual para ele. O Batismo de Rus é o evento fundador da formação da psique religiosa russa, a Igreja Ortodoxa Russa traça suas origens aqui. É por isso que Putin não está muito interessado em alguns distritos de tendência russa ao leste da Ucrânia. Seu objetivo, assustadoramente, é a própria Kiev”, explica o especialista.
O problema é que mesmo a Igreja Ortodoxa da Ucrânia, ligada ao patriarcado de Moscou, tem ampla autonomia e é cada vez mais… ucraniana. Não à toa o bispo metropolita Onufry de Kiev comparou a guerra ao “pecado de Caim”, em referência ao personagem bíblico que assassinou o irmão. Há relatos de que, com a invasão, a Igreja da Ucrânia parou de celebrar o patriarca de Moscou em suas orações – o que pode ser prenúncio de uma nova separação.
“Independentemente da afiliação da igreja, você tem muitos novos clérigos que cresceram na Ucrânia independente”, disse Alexei Krindatch, coordenador nacional do Censo das Igrejas Cristãs Ortodoxas dos Estados Unidos, ao jornal The Independent. “Suas preferências políticas não estão necessariamente correlacionadas com as jurisdições formais de suas paróquias”, disse Krindatch, que cresceu na antiga União Soviética.
Por sua vez, o patriarca Kirill de Moscou reforçou o apoio a Putin: durante a homilia do último domingo (6), afirmou que o Ocidente estaria disposto a “organizar campanhas genocidas contra países que se recusam a sediar uma parada gay”. Uma manifestação que, conforme a análise de Fraser, vai na contramão da “imaginação secular ocidental”:
Um grupo de 17 deputados estaduais de São Paulo enviou nesta segunda-feira (7) um pedido de cassação do deputado Arthur do Val (Podemos-SP) por quebra de decoro parlamentar.| Foto: Arquivo/Agência Alesp
A bancada evangélica do Senado está se unindo para pressionar o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD), para não colocar em pauta o projeto de lei que libera os cassinos, já aprovado pela Câmara dos Deputados. Agora, as lideranças religiosas querem se reunir no Senado para derrubar a proposta. O Senado está divido, portanto esta será uma tarefa complicada.
Senador do PT quer pegar carona no escândalo envolvendo Arthur do Val O companheiro de viagem do deputado de São Paulo Arthur do Val, Renan Santos, líder do MBL (Movimento Brasil Livre), reiterou o uso da linguagem chula de seu colega ao se referir à deputada estadual de São Paulo Janaína Paschoal (PSL) em uma rede social, chamando-a de “porca”. Uma linguagem bem compatível com o companheiro de viagem dele. A Assembleia Legislativa de São Paulo já está com 10 pedidos de cassação do mandato de Arthur do Val.
Enquanto isso, o senador Humberto Costa (PT), que viaja com Lula pelo México e é da Comissão de Direitos Humanos no Senado, diz que a Comissão deverá convocar o deputado estadual de São Paulo para explicar o áudio em que diz que as refugiadas ucranianas “são fáceis porque são pobres”. Eu fico pensando: por quê? Isso não tem nada a ver com o Senado. É um assunto da Assembleia Legislativa de São Paulo e dos eleitores de São Paulo, que devem decidir se aplicam uma punição a ele ou não. O que o senador quer é pegar carona nessa história. Quer pegar o reboque de um assunto que ficou popular e tentar atrair as luzes para a comissão dele.
Quanto custa uma cadeira para um ministro do TST Eu fiquei sabendo pelo ex-secretário de Privatizações do governo federal, Salim Mattar, que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) – que, acredito, é um órgão que não existe em outros países – vai comprar cadeiras novas para seus 27 ministros ao preço de R$ 13 mil cada cadeira. É mais uma conta que será paga com nossos impostos. Lembrando que estamos financiando R$ 4,9 bilhões de campanha eleitoral para partido que detestamos. Em 2020 nossos impostos pagaram às campanhas R$ 2,2 bilhões; em 2018, R$1,7 bilhão; e olha o pulo que deu: o valor agora quase triplicou.
Esse fundo público para campanhas é uma invenção dos parlamentares de 2017, pois o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o financiamento privado das campanhas, que vinham das empreiteiras, daquele escândalo da Lava Jato. Bastou ter um governo sério, sem corrupção, que não tem mais empreiteira pagando propina para nenhum político do governo ou partido no governo. Isso que temos que considerar.
Fim da obrigatoriedade de máscara no Rio E no Rio de Janeiro, a partir de hoje, a máscara foi totalmente abolida, inclusive em lugares fechados e públicos. Tal como está acontecendo na Bélgica, que a máscara só é exigida para usuários do transporte público. Por falar nisso, caminhoneiros, inspirados pelos protestos dos canadenses, estão cercando Washington para protestar contra medidas restritivas na pandemia.
Edson Fachin É possível esperar imparcialidade do interventor-chefe das eleições presidenciais?
Por J.R. Guzzo – Gazeta do Povo
O ministro Edson Fachin, do STF, é presidente do TSE| Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
O ministro Edson Fachin, como é do conhecimento geral, nomeou a si próprio para o cargo de interventor-chefe nas eleições presidenciais de 2022. Fachin preside, por sistema de rotação, o serviço administrativo que organiza as seções eleitorais, a convocação de mesários e a contagem dos votos – e que foi transformado, por desvio de função, num órgão político que pretende mandar na eleição. É um despropósito.
Com o apoio reverente da mídia, e o aplauso interesseiro dos partidos de “esquerda”, o ministro e o seu Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estão exercendo atribuições que não existem em nenhuma democracia séria do mundo – e a sua atuação, como ocorreu no caso do ministro Luís Roberto Barroso, está sendo o principal fator de tumulto na sucessão presidencial.
A última ofensiva de Fachin foi um desafio aberto ao Congresso Nacional. Ele avisou, muito simplesmente, que de duas uma: ou o Congresso aprova uma lei, do agrado do TSE, para “alinhar” junto às demais plataformas digitais um serviço que não joga pelas regras do ministro, ou o STF vai impor a sua própria decisão a respeito.
É a história de sempre. Se o que o Congresso decide contar com a aprovação dos onze ministros, o tribunal sempre declara que não pode “interferir” nos “atos do legislativo” – como acaba de ocorrer no caso do infame “Fundo Eleitoral” de quase 5 bilhões de reais que os políticos deram de presente a si mesmos para estas eleições. Se o Supremo não gosta da decisão, essa conversa é esquecida na hora – aí o atual gestor do TSE se julga no direito de intervir do jeito que quiser.
Fachin veio com uma aberração mental de primeira grandeza para explicar o seu “cala boca” ao Congresso. O Brasil, disse ele, é “uma democracia”, e sendo uma democracia, tem “o direito democrático” – a ser exercido pelo STF, é claro – de passar por cima do poder legislativo em “defesa” dessa mesma democracia. Não passou pela sua cabeça que a democracia, segundo está dito na Constituição brasileira, tem de funcionar segundo as instituições. Ele acha que tem de funcionar segundo os desejos do Supremo. Todo mundo parece ter achado que isso é muito normal.
Fachin, há pouco, fez declarações absolutamente incompreensíveis, e sem fundamento nenhum, sobre “ataques” da “Rússia” e da “Macedônia do Norte” contra o TSE – e conseguiu ser mais incompreensível ainda com a sua tentativa de desmentir o que tinha acabado de dizer. O ministro não esclareceu a quem, exatamente, essa interferência russa ou macedônia iria favorecer na eleição de outubro. Mas, pelo cheiro da brilhantina, não é preciso ser nenhum Sherlock Holmes para ver o que ele está querendo dizer.
Fachin é o responsável direto pela candidatura de Lula à presidência da República – foi ele que tomou a decisão, sem precedentes no direito brasileiro, de anular com uma desculpazinha processual de advogado de porta de cadeia as quatro ações penais que condenaram Lula por corrupção e lavagem de dinheiro. Com isso, e só por isso, ele recuperou a condição legal para ser candidato.
Qual é a imparcialidade que se pode esperar de Fachin, do TSE e do Supremo como fiscais das próximas eleições?
Presidente do Senado Por Olavo Soares – Gazeta do Povo Brasília
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.| Foto: Roque de Sá/Agência Senado
A pesquisa Exame/Ideia divulgada no fim de fevereiro indicou que o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) tem 0,8% das intenções de voto para a Presidência da República. O parlamentar, que é o presidente do Senado, ficou em sétimo lugar no levantamento. Sua pontuação foi inferior à do deputado André Janones (Avante-MG), que se autointitula um membro do “baixo clero” do Congresso. O desempenho de Pacheco na pesquisa, que reflete quadro já identificado em outros levantamentos, reforça a ideia de que o PSD dificilmente manterá sua pré-candidatura até o fim.
O partido, hoje, já especula outro nome: o do governador gaúcho Eduardo Leite. Ele ainda é filiado ao PSDB e buscou ser o candidato tucano ao Palácio do Planalto. Perdeu para o também governador João Doria (SP) nas prévias feitas pelo partido em novembro. Mas, embora tenha reconhecido publicamente a derrota, passou a defender alternativas. Em 24 de fevereiro, admitiu que foi convidado pelo PSD “para uma candidatura nacional”. Mas disse não havia tomado uma decisão.
Além de Leite, outra ideia no radar do PSD é a de descartar a candidatura própria e apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial. O presidente do PSD, Gilberto Kassab, se aproximou de Lula e mantém as negociações para trazer o ex-governador Geraldo Alckmin (SP) para a disputa. Kassab, aliás, chegou a ter uma mensagem sua veiculada nas comemorações do aniversário do PT, no último dia 10 – seu nome esteve ao lado de dirigentes de partidos de esquerda, como PCdoB, PDT e Psol.
Integrantes do PSD divergem sobre candidatura de Pacheco O deputado federal Reinhold Stephanes Junior (PSD-PR) avalia que a candidatura de Pacheco não chegou a ser um projeto apoiado para além da cúpula do partido. “Já se sabia que essa candidatura não teria o apoio de nenhum deputado do partido. Aqui todo mundo é [Jair] Bolsonaro ou Lula”, disse ele, que é apoiador do atual presidente da República e que defenderá sua reeleição. O partido tem também outros parlamentares que defendem o governo, como Sargento Fahur (PR) e Joaquim Passarinho (PA).
Na mão oposta, os “lulistas” do PSD se equilibram de acordo com negociações regionais. Na Bahia, por exemplo, o senador Otto Alencar anunciou recentemente que disputará o governo do estado. Ele terá o apoio do PT e o atual governador, o petista Rui Costa, será o candidato ao Senado em sua chapa.
Apesar da variedade de posições políticas dentro da legenda, o secretário-geral do PSD, o senador Alexandre da Silveira (MG), mantém o discurso de que o partido terá um candidato na disputa presidencial. “O PSD decidiu ter candidato próprio e está unido nesse propósito”, diz.
Silveira assumiu o mandato no Senado recentemente, após a renúncia de Antônio Anastasia, também do PSD, que deixou o Congresso para ocupar o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Silveira encarou uma polêmica ainda antes de ocupar a cadeira no Legislativo: foi convidado por Bolsonaro para ser o líder do governo no Congresso, cargo vago desde dezembro. Recusou justamente por não querer desagradar os planos nacionais do PSD.
O senador considera os números ruins de Pacheco nas pesquisas como algo “muito natural”. Ele lembra que Pacheco não formalizou o interesse em concorrer ao Palácio do Planalto. Pacheco não chegou a falar em sua pré-candidatura nem quando se filiou ao PSD, em outubro do ano passado. A cerimônia de filiação foi tratada como um lançamento de pré-candidatura presidencial, mas Pacheco evitou citar abertamente o interesse e disse que a questão seria decidida no futuro.
“Se o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, decidir por sua candidatura à Presidência da República, ele tem assegurado o apoio de todo o PSD e o compromisso do presidente Gilberto Kassab. Não há qualquer discussão em relação a isso, isso é público. Se o presidente Rodrigo decidir por não se candidatar – e ele tem toda a liberdade para decidir isso no momento que considerar mais adequado –, nós buscaremos outros nomes”, diz Alexandre Silveira.
O senador fala também que o PSD não trabalhará com parâmetros de pesquisas para definir pela continuidade ou não da candidatura. “Não estamos preocupados com números neste momento. Nenhum nome que se apresentar vai começar com 20%, 30%. Ninguém espera isso. Isso só vai ocorrer durante o período eleitoral, quando os candidatos ficarem mais conhecidos, apresentarem seu histórico, capacidade de execução e liderança, projetos para o país”, diz.
O secretário-geral do PSD chama ainda o governador Eduardo Leite de “grande quadro” e considera que ele é um dos nomes que pode personificar o projeto nacional do partido.
Partido compõe o Centrão e nunca teve candidato a presidente O PSD existe há pouco mais de dez anos e é presidido por Gilberto Kassab desde seu início. Nesse período, passou por duas eleições presidenciais e não lançou candidato em nenhuma delas. Em 2014, participou da coligação vitoriosa encabeçada por Dilma Rousseff (PT). Já em 2018 fez parte do grande conjunto de partidos que, no papel, apoiou a candidatura de Geraldo Alckmin (então no PSDB) – embora já registrasse, naquele momento, filiados mais inclinados ao apoio a outras candidaturas, em especial a de Jair Bolsonaro, à época no PSL.
Atualmente, o partido conta com um ministro no governo Bolsonaro, o titular das Comunicações, Fábio Faria. Mas ele não deve permanecer na legenda.
O perfil heterogêneo do PSD foi “previsto” por Kassab logo nos seus primeiros meses de existência. Em entrevista concedida em março de 2011, o presidente da sigla disse que o PSD não seria “nem esquerda, nem direita e nem de centro”.
PIB na pandemia: os resultados do Brasil e outros países no acumulado de 2020 e 2021 Metodologia da pesquisa citada na reportagem
O levantamento do instituto Ideia, encomendado pela revista Exame, ouviu 1,5 mil eleitores entre os dias 18 e 22 de fevereiro. A pesquisa foi registra no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05955/2022. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Carla Benedetti, sócia da Benedetti Advocacia, mestre em Direito Previdenciário pela PUC
Por Carla Benedetti, sócia da Benedetti Advocacia, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP, associada ao IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), coordenadora da pós-graduação em Direito Previdenciário do Estratégia Concursos
No dia 25 de fevereiro, por maioria de 6×5, o STF acolheu a Revisão da Vida Toda, ou vida inteira, que computa no cálculo para efeitos de aferição da renda mensal, todos os salários de contribuição do período contributivo do segurado, e não somente os posteriores a julho de 1994, como costuma ocorrer no cálculo dos benefícios previdenciários.
Antes das novas regras advindas com a publicação da Emenda Constitucional n. 103/2019, as aposentadorias concedidas para os segurados filiados à Previdência Social antes de 26/11/1999 eram calculadas conforme a regra de transição da Lei n. 9.876/99, que exigiu que os salários de contribuição, a integrar o cálculo do salário de benefício, devem ser posteriores à competência de julho de 1994, quando da entrada do plano real no Brasil.
Nesse sentido, segundo a tese fixada da revisão da vida toda, de tema 1102: “O segurado que implementou as condições para o benefício previdenciário após a vigência da Lei n. 9.876, de 26/11/1999, e antes da vigência das novas regras constitucionais, introduzidas pela EC 103/2019, que tornou a regra transitória definitiva, tem o direito de optar pela regra definitiva, acaso esta lhe seja mais favorável”.
Tal situação ocorre porque, em alguns casos, a aplicação da regra transitória, do art. 3º e § 2º, da Lei 9.876/99, é prejudicial ao segurado em relação à regra permanente do art. 29, I e II, da Lei 8.213/91. Logo, o que se observa é que a referida regra de transição, por muitas vezes, acaba por não cumprir o papel de “amenizar” o impacto das novas leis editadas, o que torna a aplicação da regra transitória mais desvantajosa ao se não computar salários de contribuição anteriores a 07.1994.
No sentido de se não se tolerar um tratamento mais severo aos que estavam há muito tempo filiados à Previdência Social, é que se admitiu a Revisão da Vida Toda, o que garante ao segurado, em caso de vantagem, optar pela regra definitiva, ao invés da transitória.
Assim, nas situações em que a regra transitória é desvantajosa ao segurado em relação à regra permanente, deve-se adotar a regra permanente, já que a Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso XXXVI, dispõe que a Lei não prejudicará o direito adquirido.
Para efetuar o cálculo e avaliar se é vantajosa a consideração dos salários anteriores a julho de 1994, junto à carta de concessão, deve-se dividir o resultado pelo correspondente a 80% do período contributivo decorrido entre 07/1994 e o mês imediatamente anterior a DIB e avaliar se há aumento da renda.
Frisa-se que se o direito foi adquirido antes de 26.11.1999, não se aplica a tese, afinal, ainda não havia sido aplicada a regra de transição. Do mesmo modo, se as condições à aposentadoria foram implementadas após 12.11.2019, data da publicação da Emenda Constitucional n. 103/2019, não se aplica igualmente a revisão.
Além do aumento da renda da aposentadoria, o segurado que faz jus à revisão, receberá os atrasados relativo às diferenças de valores devidos e recebidos dos últimos 05 anos, com correção monetária e juros, haja vista a interposição de ação judicial, pois o INSS não concede esse benefício administrativamente.
Se observado que o segurado faz jus à Revisão da Vida Toda, refletindo em um cálculo mais vantajoso para a renda mensal do benefício, deve ser revisto o cálculo da RMI da aposentadoria, de modo a aplicar a regra definitiva prevista no art. 2º da Lei 9.876/99 (art. 29, I e II, Lei 8.213/91), concernente à média aritmética simples dos maiores salários-de-contribuição correspondentes a 80% de todo o período contributivo, incluindo os salários-de-contribuição anteriores a 07/1994, facultando ao segurado a escolha à forma de cálculo que lhe seja mais vantajosa.
Livia Ciacci, neurocientista do Supera – Ginástica para o cérebro.
10 exercícios para fazer hoje
Você já percebeu que o órgão mais importante do nosso corpo é também o que damos menos importância ao longo da vida? Na Semana Mundial do Cérebro – de 14 a 19 de março, o Método Supera – Ginástica para o cérebro preparou um guia para você entender e extrair o melhor do seu cérebro em qualquer faixa etária, confira:
Entendendo o cérebro
Para começar, vamos trazer alguns números para que você tenha a dimensão do quão complexo é o funcionamento deste importante órgão: nosso cérebro tem cerca de 86 bilhões de neurônios. Cada neurônio tem cerca de 10 mil conexões, que são as sinapses, as conexões entre outras células. São 1 quatrilhão de sinapses e há cerca de 1 quintilhão de transações por segundo entre neurônios.
O cérebro saudável é assim, um sistema muito dinâmico. “Imagine um cérebro como uma floresta bem densa. Com muitos, muitos caminhos. Essa rede, de incontáveis caminhos, é como a sua circuitaria cerebral, quanto mais forte, mais robusta essa circuitaria cerebral, mais protegido e resistente é o nosso cérebro. Fortalecer essa rede é possível graças à neuroplasticidade”, explicou Livia Ciacci, neurocientista do Supera – Ginástica para o Cérebro.
O que é neuroplasticidade?
Outro conceito que ajuda a entender a capacidade do nosso cérebro de mudar é o conceito de neuroplasticidade. Este conceito, já comprovado pela neurociência, defende que todo mundo pode se modificar ou seja, estimular o cérebro com atividades novas, variadas, e cada vez mais desafiadoras.
Isso ajuda o cérebro a se reorganizar, conforme vivenciamos essas atividades e as atividades para o cérebro são traduzidas como estímulos.
“Por meio da prática de ginástica para o cérebro, é possível criar conexões, restabelecer conexões neurais e melhorar o desempenho do cérebro. Isso quer dizer que a natureza usa desta plasticidade e capacidade do cérebro de ser modificado para lidar com as mudanças do mundo. O que temos percebido é que um cérebro saudável é um cérebro que tem a quantidade certa de plasticidade. Nem muito, nem pouco, mas a plasticidade ideal, porque a plasticidade muda a natureza das sinapses e o número de sinapses no cérebro”, explicou.
A diferença de atividade cerebral e exercício cerebral.
Mas se o nosso cérebro está sempre funcionando, mesmo quando estamos dormindo, por que precisamos dar estímulos específicos ao cérebro para que ele se desenvolva?
Segundo a especialista, apenas a atividade mental (que é o nosso cérebro funcionando normalmente), não é suficiente para gerar mudanças de neuroplasticidade, da mesma forma que o esforço mental faz. É o mesmo equívoco que se faz entre atividade física e o exercício físico.
“A atividade física ocorre sempre que você executa qualquer ação que envolva o movimento do seu corpo: escovar os dentes, escrever… Já o exercício físico refere-se a um esforço pontual como jogar futebol, fazer aula de balé, ou zumba. A atividade física e o exercício físico, podem trazer benefícios, mas é o exercício físico que ajuda a capacidade de construção e força muscular”, pontuou a especialista.
Como resultado, quanto menos se usa uma função cerebral, pior ela fica. Ao mesmo tempo, quanto mais se usa o cérebro em um tipo de atividade, melhor ele é capaz de realizar. Por isso, a atividade mental rica e variada, com a prática das mais variadas funções cognitivas, é importante para todos os circuitos ativos e saudáveis, pronto para o uso.
Como estimular o cérebro para desenvolvê-lo
Para que o cérebro consiga se exercitar corretamente, é preciso dar a ele estímulos que envolvam novidade, variedade e grau de desafio crescente
“Precisamos ter em mente que quando falamos de exercício ao cérebro precisamos sair da zona de conforto. Qual é o nível certo do desafio? Uma atividade desafiadora para uma pessoa pode ser uma tarefa impossível para outra e um pouco mais para uma terceira pessoa. O objetivo é encontrar um equilíbrio entre a habilidade e o desafio. Seja qual for a atividade, o objetivo é o de ser exposto a novidade e a níveis de desafios cada vez maiores, de modo que a tarefa, não seja nem muito fácil e nem se torne rotina”, detalhou Livia Ciacci, neurocientista do Supera – Ginástica para o cérebro.
A prática de ginástica cerebral é uma atividade que estimula neurônios e ativa áreas distintas do cérebro, potencializando as habilidades cognitivas, como atenção, memória, raciocínio entre outras. Quanto mais estímulos corretos o cérebro recebe, mais ágil e apto para respostas ele se torna.
Faça um caminho diferente para ir para o trabalho/escola;
Vista-se de olhos fechados;
Tente reconhecer os alimentos por meio dos sabores;
Ao fim do dia, recapitule mentalmente tudo o que você fez/onde esteve.
Conheça como funciona uma startup e porque seu modelo é tão procurado por empreendedores, investidores e empresas.
Por Lucas Bicudo – StartSe
Startup é uma empresa jovem com um modelo de negócios repetível e escalável, em um cenário de incertezas e soluções a serem desenvolvidas. Embora não se limite apenas a negócios digitais, uma startup necessita de inovação para não ser considerada uma empresa de modelo tradicional.
De fato, startup é um termo que está na moda e empreender virou o sonho de muita gente, tanto no Brasil quanto fora dele. Um erro comum que permeia a definição de startups é se elas são somente empresas de internet. Não necessariamente, elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato e facilmente propagável criar uma empresa online do que uma de agronegócio, por exemplo.
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Há bastante espaço para discussão e interpretação do significado real do que é uma startup. Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Há ainda quem diga que a “tia do cachorro-quente” é uma startup e uma franquia de lanches é uma empresa. Se desmembrando a palavra, chegamos ao ato de iniciar algo, seria todo empreendimento um dia uma startup?
A resposta é: não! Existem algumas características que definem esse tipo de empresa que excluem negócios tradicionais. Elas são: modelo de negócio inovador, repetível e escalável e cenário de incertezas.
Características de uma startup
O que é um modelo de negócios? E um negócio escalável e repetível? O que pode ser considerado um cenário de incertezas? Esses fatores essenciais para uma startup e são tópicos recorrentes no ecossistema. No entanto, não são óbvios para quem não está familiarizado com o meio. Para não restarem dúvidas, a gente explica em detalhe:
Modelo de negócios
Antes de tudo, o modelo de negócios é diferente de um plano de negócios, que foca em estratégias detalhadas para atingir metas, por exemplo. No modelo de negócios, o foco não é necessariamente no produto, mas no valor e, consequentemente, na rentabilidade. Em outras palavras, como o seu negócio soluciona a dor do cliente de forma lucrativa.
Muitas vezes, o desafio do modelo de negócios de startups é criar algo inovador: ou adaptar um modelo de negócios para uma área onde não é comumente aplicado, ou criar um modelo totalmente novo.
Repetível e escalável
Esses dois fatores são super importantes para uma startup, uma vez que sem eles o negócio tem grandes chances de se tornar insustentável. Quem empreende com uma startup nunca sabe o dia de amanhã: afinal, a empresa terá capital para se manter? Essa é uma pergunta vital para esse negócio. Um produto repetível e escalável traz inúmeras vantagens, uma vez que ele promete atingir um grande número de clientes e gerar lucro de forma rápida!
Para um negócio ser repetível significa que ele é capaz de entregar o mesmo produto em escala potencialmente ilimitada. Dessa forma, não é viável muitas customizações ou adaptações, pois a meta é multiplicar. Já ser escalável significa crescer cada vez mais sem que isso influencie no modelo de negócios. Como resultado, um modelo de negócio repetível e escalável que tem um fit no mercado tem grandes chances de ser uma startup de sucesso.
Cenário de incertezas
Criar uma startup é fugir do tradicional. Como procura ser disruptiva, dificilmente uma startup vai ter um manual de como ser bem sucedida. Não há como afirmar se a ideia ou projeto de empresa irão realmente deslanchar. Dessa forma, o caminho a ser trilhado e os passos que o empreendedor deve tomar são minimamente incertos.
É justamente por esse ambiente, recorrente até que o modelo de negócios seja bem definido, que tanto se fala em investimento para startups. Sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca por um modelo de negócios que comece a gerar grana e se sustente. O ideal é o negócio sobreviver até a comprovação de que o modelo existe e sua receita comece a de fato crescer. Caso contrário, provavelmente será necessário uma nova rodada de investimentos para que essa startup se torne uma empresa sustentável.
Uma forma de lidar melhor com esse cenário de incertezas é o produto mínimo viável, também conhecido como MVP. Ele tem o objetivo de validar uma solução e ajudar a entender o que o cliente realmente quer gastando o mínimo possível.
Invista em startups:
CapTable – a plataforma de investimentos em startups da StartSe
Qual a origem do termo startup?
A utilização do termo começou durante a crise das empresas ponto-com, entre 1996 e 2001. Na época, foi formada uma bolha especulativa caracterizada pela alta das ações das novas empresas de tecnologia da informação e comunicação alocadas no espaço da Internet. A Bolha da Internet, como ficou comumente conhecida, adotou e começou a utilizar o termo startup, que até então apenas significava um grupo de pessoas trabalhando por uma ideia diferente e com potencial de fazer dinheiro. Além disso, startup, na etimologia da palavra, também sempre foi sinônimo de iniciar algo e colocá-lo em funcionamento.
Tipos de startups
As startups podem ser divididas de várias formas, sendo que as principais são entre tipos de negócio ou nichos onde atuam. Em relação aos tipos de negócio, destacam-se dois tipos:
B2B (Business to Business): em português, negócios para negócios, esse tipo de startup atende outras empresas ao invés do consumidor final diretamente. Um exemplo é o 99 corporativo, serviço de transporte para empresas.
B2C (Business to Consumer): em português, negócios para consumidores, essa startup fornece um serviço para o consumidor final. Um exemplo é o 99, serviço de transporte voltado para o consumidor diretamente.
B2B2C (Business to Business to Consumer): em português, negócios para empresas para consumidores, é utilizada quando uma empresa faz negócios com outra visando uma venda para o cliente final. No caso, o iFood é um ótimo caso de uma startup que faz parceria com outras empresas (restaurantes) para ajudar na venda para clientes.
Já os nichos onde atuam são de acordo com a área da empresa. Você já deve ter se deparado com termos como FinTech, HealthTech, EdTech, LawTech e por aí vai. Essas são nomenclaturas para definir startups no ramo, respectivamente, de mercado financeiro, saúde e medicina, educação, direito.
Startup e o empreendedorismo
Ter uma startup é uma aventura. Portanto, não é qualquer pessoa que está disposta a entrar nessa, é preciso ter o espírito empreendedor. Em pesquisa rápida pela internet, alguns termos insistiram em aparecer nas definições de empreendedorismo:
Autonomia: esse é um dos principais motivos pelos quais as pessoas abandonam seus empregos e se tornam empreendedores. Trata-se da capacidade de assumir a responsabilidade pelas suas decisões e a independência na definição de seu sucesso.
Dedicação: não existe empreendedorismo sem comprometimento e determinação. Sabe aquela história de apenas 10% de inspiração de 90% de transpiração?
Disposição para se arriscar: não existe nenhum cenário em que o empreendedor não assuma algum tipo de risco. Muitas pessoas bem-sucedidas creditam o seu aprendizado e a sua evolução à capacidade de assumir riscos, de aprender com os erros e de perseverar a cada ocasião.
A questão é: empreender, sobretudo, significa andar pelos próprios pés e rumo a um caminho desconhecido. É ser autônomo e dedicado o suficiente para assumir um risco e bancá-lo. E isso dá um medo danado, requer toda uma reestruturação de mentalidade, hábitos e costumes. Não caia na armadilha de pensar que nomes como Elon Musk ou Larry Page não sentiram isso quando se jogaram pelo mundão, porque são sensações inerentes à consciência do homem. Surge nessas horas o instinto e cabe a todos os corajosos saberem como controlar e superá-lo, em ordem de atravessar todos os seus medos e finalmente atingir o sucesso.
Por fim, um último elemento fundamental para essa definição: valor.
Note que em nenhuma parte do texto foram usadas as palavras “empresa” ou “negócios”. Isso porque não diz respeito apenas sobre os negócios. É necessário ampliar o conceito de empreendedorismo para além do negócio próprio e usá-lo como uma ferramenta que gere valor para a sociedade.
Por que startups são importantes?
Como já citado, startup é um termo cada vez mais pesquisado e que está na moda. Mas isso não é algo aleatório! Cada vez mais as inovações estão transformando a vida de milhares de pessoas para sempre. Elas vieram para substituir processos engessados e revolucionar o mundo como conhecemos hoje. Essas mudanças já estão acontecendo e são parte da Nova Economia.
O que é nova economia e como ela está ligada às startups?
A nova economia é o surgimento de novos modelos de negócios disruptivos, o que faz com que empresas e profissões fiquem obsoletas muito rapidamente. Ela exige outra postura de nós, pois é preciso ser mais rápido, mais competitivo, mais conectado e atualizado. Nesse cenário de mudanças importantes é que surgiu a StartSe: nosso principal objetivo é conectar o mundo com as transformações causadas pela nova economia!
Mas o que isso tem a ver com startups? No caso, as startups são parte fundamental dessa nova forma de pensar e agir. Elas são negócios com o olhar no futuro, que tem como um dos principais objetivos inovar e transformar processos. Mas, além de trazerem soluções disruptivas, elas também prometem desafiar o status quo, derrubando monopólios e ameaçando corporações. Quem não se lembra de gigantes como Kodak e Blockbuster? Elas foram substituídas por negócios que começaram como startups e hoje dominam o mercado, como Instagram e Netflix.
Dessa forma, é certo dizer que a nova economia já chegou e nada mais importante do que estar por dentro desse ecossistema!
Exemplos de startups de sucesso
Algumas das maiores empresas do mundo começaram como startups, com pouquíssimo dinheiro e muito risco. Tropeçaram, erraram, adaptaram e deram a volta por cima. Hoje, algumas são consideradas os famosos unicórnios, nada mais nada menos que startups que passaram a valer US$ 1 bilhão (ou mais). Não é para todo mundo, não é mesmo? Conheça as histórias de algumas delas aqui:
Netflix
O Netflix é um exemplo de startup bem sucedida. Quando foi lançada, em 1997, era o auge das videolocadoras e a ideia de um delivery de DVD – que foi como ela começou – parecia insana. Três anos depois, seus fundadores tentaram vender a startup para a gigante Blockbuster: negado. A locadora não via o potencial do negócio e preferiu permanecer com seu modelo de negócio. Alguns anos depois isso custaria caro, mas é uma história que todo mundo já sabe.
De delivery, a Netflix abraçou as últimas tecnologias e apostou no streaming. Hoje a empresa vale bilhões, é referência no mundo inteiro e continua revolucionando o entretenimento televisivo e ameaçando indústrias centenárias.
Google
O Google também é outra gigante que começou no modelo de startup. O tamanho e onipresença do maior site da internet são tão inigualáveis que é difícil de imaginar que ele um dia pôde ser chamado assim. No entanto, no começo o Google não parecia prometer muito. Na época, buscadores maiores e mais famosos, como Altavista e Yahoo, dominavam. O jogo parecia ganho, mas a empresa não se abalou, pelo contrário: ela teve um insight que as outras duas não tiveram.
O Google não tinha uma entrega de resultados superiores à dos concorrentes, mas Larry Page, seu fundador, sabia que precisava encontrar uma forma de lucrar ou então seria um negócio insustentável. Dito e feito, anos depois o Google é uma das maiores empresas do mundo, caminhando para valer US$ 1 trilhão.
Paypal
Uma startup deve trazer um modelo de negócios dinâmico e o empreendedor deve estar sempre sujeito à adaptações. Esse é o caso da PayPal. Bem no início de sua trajetória, a empresa pretendia fornecer uma espécie de carteira digital para dispositivos portáteis. Só que os consumidores começaram a usar o serviço como forma de transferir dinheiro em negociações do eBay.
Apesar de não ser a ideia inicial do projeto, eles souberam se adaptar aos sinais da demanda. Mudaram o foco e apostaram na demanda dos usuários. O negócio deu mais do que certo e e hoje o PayPal é a maior empresa de transferência de dinheiro na internet.
Uber
Outro exemplo famoso de modelo de negócio inovador é o Uber, que descentralizou o serviço de motorista particular. A startup pôs fim à dúvida de achar um taxi (acenando na rua!) para a certeza de que em poucos minutos um carro chegará com um clique no celular. Além de solucionar essa dor, o serviço encontrou uma forma lucrativa, escalável e de baixo custo para operar. No caso, a startup alcançou sucesso mundial com uma frota de milhões de motoristas sem ter que comprar um carro sequer, só cobrando uma porcentagem sobre as viagens de motoristas comuns!
Conclusão
Então, recapitulemos: uma startup é um grupo de pessoas de perfil de empreendedor, caracterizado pela autonomia, dedicação e risco, à procura de um modelo de negócios repetível e escalável – monetização feita através de produtos em escala quase que ilimitada e de baixo custo de manutenção – normalmente apresentado em um cenário de incertezas e questões, que atraem e pedem por valor e inovação.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua empresa seja oficializada.
A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as melhores marcas do varejo e um mix de opções.
O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.
Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é muito abaixo do valor praticado pelo mercado.
Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:
O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a comunicação dos clientes com as lojas.
Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da compra.
No país, as lojas online, que também contam com lojas físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
O número de visitantes do Site da Valeon tem crescido exponencialmente, até o momento, tivemos 83.000 visitantes.
O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como: empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.
Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.
Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.