sexta-feira, 2 de julho de 2021

PARTIDOS ANTES INIMIGOS AGORA SÃO AMIGOS


Por
Rodrigo Constantino – Gazeta do Povo

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Na Argentina, o presidente lulista, com amplo poder centralizado, fez tudo certo, ouviu a ciência, impôs lockdown, e mesmo assim o vírus matou muita gente. É um dos piores países em gestão da pandemia. No Brasil, Bolsonaro teve poder esvaziado pelo STF, governadores impuseram lockdown, mas o presidente foi o culpado pelas mortes. E é com essa narrativa fajuta que a esquerda lulista pretende partir para a campanha em 2022.

E conta com o apoio da Nova Esquerda! MBL, Joice Hasselmann e Alexandre Frota estavam juntos do PT e do PSOL na hora de fazer o “super” pedido de impeachment, tudo com base nesse discurso furado ou coisas ainda piores. Eles assinam um pedido de impeachment ao lado de PT e PSOL no qual um dos motivos são as “hostilidades” do Presidente contra China, Venezuela e Cuba!

Mas a imprensa insiste em chama-los de direita. É estratégia. Ou melhor, é a tentativa de resgatar a velha estratégia das tesouras, quando tudo ficava só entre PT e PSDB, ou seja, em “casa”. Os jornalistas chamavam os tucanos de direita, e todos fingiam haver disputa ideológica real, quando na prática havia apenas um jogo de cartas marcadas e uma disputa interna de poder pela esquerda.

Agora querem que figuras como Kim Kataguiri e Joice representem a direita. Não são direita nem no Brasil, nem na China! A bem da verdade, parecem um tanto confortáveis com um modelo chinês da vida. São apenas oportunistas que tiraram de vez suas máscaras. E que adotam agora um discurso de que é preciso se unir ao “inimigo” para derrotar um inimigo ainda pior, o bolsonarismo, para depois combater o petismo. Quem acha Bolsonaro pior do que Lula, além de desvio ético, dá atestado de esquerdismo patológico, simples assim.

Mas o deputado moleque, entre uma cantoria e outra do galo Corocoró, ou entre uma foto e outra ao lado dos novos companheiros da extrema esquerda, ainda encontrou tempo para pedir impeachment de Paulo Guedes também! Antes eles diziam, em grupo do qual eu participava, que os liberais seriam fritados pelos “integralistas”. Agora são eles que tentam fritar Guedes, que segue firme e forte no governo.

Emilio Surita, do Pânico, foi na veia! É um profeta, tem bom senso. Surita cantou a pedra: Kim chegaria cheio de “idealismo” e logo seria engolido pelas raposas velhas da política. E olha quem Kim mencionou: Renan Calheiros! Seu coleguinha hoje…

Mas são esses tucanopetistas que chamam a direita que apoia o governo de “bolsopetistas”. Estão ao lado do Lula, recebendo elogios do corrupto, enquanto fingem lutar pela liberdade e democracia, que estariam ameaçadas por Bolsonaro. Para tanto, passam pano para a extrema esquerda, para os abusos do STF, para o viés da imprensa, para institutos picaretas de pesquisas, pois vale tudo para derrubar Bolsonaro.

Percival Puggina comentou sobre isso: “Enquanto o STF lava e enxágua o passado criminoso de tantos, [a expressão passa pano] vem sendo usada para desqualificar os apoiadores do governo, acusados de absolver sistematicamente o presidente e, em especial, por seu acordo com o centrão para tentar formar uma base de apoio”.

Com senso de prioridade, Puggina conclui: “A pauta dos bons brasileiros tem três etapas, agora: resistência aos que querem voltar; depois: eleição dos melhores em 2022; finalmente: conseguir de Bolsonaro e do futuro Congresso as reformas institucionais em 2023.”

Um pouco mais sincero do que o MBL, Alexandre Frota ao menos já admite ser agora de centro-esquerda. O problema é que ele não mudou de fato: continua sendo uma espécie de ator pornô, mas a pornografia agora desceu de nível, é na política.

Enquanto a Nova Esquerda insiste em sua campanha insana contra Bolsonaro, a mídia passa pano para o regime chinês, enaltecido por governadores tucanos e deputados petistas:

E o embaixador chinês no Brasil comemora a morte de Donald Rumsfeld de forma canalha e abjeta.

Como a cara de pau é a marca registrada da esquerda, a embaixada ainda diz que o povo reconhece as maravilhas propiciadas pelo partido:

O povo chinês tem convicção de que se discordar publicamente dessa mentira vai ser preso ou fuzilado…

Eis o que temos, portanto: toda a esquerda unida contra o atual governo. Não tem qualquer direita ali, apesar da narrativa dos jornalistas, que adorariam limitar o espectro político da extrema esquerda ao esquerdismo mais light dos tucanos, ignorando a legitimidade do liberalismo clássico e do conservadorismo.

Na era das redes sociais, não vai colar, porém. Temos cada vez mais gente denunciando a fraude. Estou nessa missão há duas décadas, e não mudei: meu inimigo sempre foi e continua sendo o esquerdismo. É por isso que eu atacava o PT antes, e continuo atacando o PT hoje. Não estou ao lado de Lula e nunca estive. Apenas ampliei a lista de alvos, para incluir os novos representantes da esquerda: o MBL e companhia.

Foi como constatou um patrono meu: “Que o MBL se tornaria esquerda eu sabia; só não imaginei que seria tão rápido e tão extrema esquerda”. O inimigo agora é o mesmo. Sempre foi e sempre será a esquerda, pois o esquerdismo significa a maior ameaça que temos às nossas liberdades, ao progresso, à própria democracia.


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TUDO DE RUIM NA CANDIDATURA DE EX-PRESIDENTE

 

Por
Luís Ernesto Lacombe – Gazeta do Povo

São Bernardo do Campo SP 15 11 2020-O ex presidente Luis Inacio Lula da Silva votou em ABC hoje pela manhã. foto Ricardo Stuckert

No Twitter, Lula prometeu derrubar o teto de gastos.| Foto: Ricardo Stuckert

Há engrenagens enferrujadas, desgastadas, rangendo, estalando, desalinhadas, fora de prumo. Não dá para acreditar que estejam em operação, que ainda se movam. É um compasso histérico, de algo que já deveria ter virado pó, se desintegrado. Lembram um ferro-velho, um monte de peças roubadas que receptadores tentam legalizar. Uma estrutura bamba, capenga, com alavancas empurradas por juízes do Supremo, imprensa militante, pesquisas eleitorais mirabolantes, uma oposição mal-intencionada, sempre voltada à desonestidade, ao atraso, à destruição.

Os dentes metálicos das engrenagens já mal se encaixam, mas vão moendo pessoas desmemoriadas, sem informação, fracas. Leis, tribunais de várias instâncias, produtos de roubos, de desvios, de corrupção, verdades estabelecidas por “provas sobradas”, tudo vai sendo triturado. Resta uma pasta pegajosa com que tentam encobrir a justeza, a legalidade, a correção, o caráter.

Não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente

Não fazem força para fingir que não houve roubalheira, mensalão, petrolão… Fingem com a maior cara de pau. Quando alguém da turma do mal finalmente admite a prática de todos os crimes, ou parte deles, faz de conta que o chefão não sabia de nada… É um bando, uma corja que deveria pagar por tudo de horroroso que fez, que deveria estar recolhida ao silêncio, à expiação de seus pecados, tantos pecados. E a quadrilha está aí, aumentada, achando que pode tudo, e as pessoas de bem que se danem.

Querem se vender como os mais honestos do mundo, os grandes defensores da liberdade. E dizem abertamente que vão “tomar o poder, que é diferente de ganhar a eleição” e consideram a brutal ditadura chinesa um “exemplo para o Brasil” porque lá “o governo é forte, e a população obedece”. Para acreditar neles, só pessoas sem caráter também, ou com existência reduzida a quase nada, a um completo não ver, não ouvir, não pensar. Chega a dar enjoo ver o grupelho apregoando seu mundo inexistente de honestidade, bondade e até competência.


Democracia em cinzas
Sim, nada há de verdadeiro neles, só o desejo de enganar. Defendem ideias que nunca deram certo em lugar nenhum do mundo, em época nenhuma. Já andam falando em romper o teto de gastos, de imprimir dinheiro… Querem voltar a criar estatais, querem mais Estado. Juram que um Estado fomentador de crescimento e desenvolvimento é a solução, sem poder citar um exemplo sequer de uma experiência assim que tenha funcionado. A realidade é que não há limpeza geral na ficha de nenhum ladrão que o torne verdadeiramente honesto e muito menos competente. Basta olhar um “ferro-velho” aqui ao lado chamado Argentina.


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quinta-feira, 1 de julho de 2021

PROPOSTA DE MUDANÇAS DO IMPOSTO DE RENDA GERA BATE BOCA

 

  1. Economia 

Clima é de completa revolta entre os empresários, mas todos se perguntam: será que Lira vai insistir nessa proposta que desagrada ao Pibão? 

Adriana Fernandes*, O Estado de S.Paulo

Definitivamente, o governo não esperava a saraivada de críticas que a proposta de reformulação no Imposto de Renda – uma segunda fase da reforma tributária – causou desde que foi divulgada na sexta-feira passada. O clima é de completa revolta entre os empresários que têm feito seguidos manifestos de protestos.

A reforma se transformou numa guerra de narrativas. Cada um tem o seu ponto de vista, reforçando a premissa que vem impedindo até agora avanços nos últimos 20 anos: todo mundo é a favor da reforma desde que ela não bata no seu bolso.

Os principais pontos da proposta – a volta da taxação de lucros e dividendos com alíquota de 20% e o fim dos Juros sobre Capital Próprio (usado pelas empresas para distribuir lucros a seus acionistas) – já eram conhecidos pelas informações divulgadas pela imprensa nas últimas semanas.

Arthur Lira e Paulo Guedes
Lira tem sido pressionado por grandes empresas para alterar a proposta de tributação entregue por Guedes. Foto: Gabriela Biló/Estadão

Mas as grandes empresas e bancos não acreditaram que o ministro da EconomiaPaulo Guedes, fosse levar para frente justamente a proposta mais pesada. O texto veio salgado para eles, que agora se movimentam intensamente na Câmara e no Senado para barrar a proposta ou minimizar os danos. Guedes não só emplacou a proposta mais salgada no Palácio do Planalto como pagou para ver ao atrelar o ganho de arrecadação com a tributação de lucros e dividendos ao novo Bolsa Família. Um vai compensar o aumento dos gastos de outro, como exige a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)

A estratégia planejada há meses é reforçar a narrativa da escolha dos parlamentares entre o auxílio à pobreza versus benefício a acionistas que há 25 anos estão isentos de pagar o Imposto de Renda sobre a remuneração do capital investido nas empresas.

Em direção oposta, a principal narrativa do setor produtivo é a de que a reforma do IR vai aumentar brutalmente a carga tributária em 2022, justamente no ano da consolidação da retomada econômica depois da dureza destes dois anos seguidos de pandemia. 

As grandes empresas pressionam os deputados para manter o JCP e reduzir à metade a alíquota da taxação de dividendos. Tem sido uma correria para tentar marcar agenda com lideranças da Câmara e encontros com o presidente Arthur Lira. Eles querem que a Receita abra as contas e prove que não haverá aumento da carga. Mesma demanda na reforma da Previdência. A diferença é que naquela época eram os trabalhadores assalariados os insatisfeitos.

Todos se perguntam: Lira vai pagar para ver e insistir nessa proposta que desagrada ao Pibão?

No início da semana, em entrevista ao Valor Econômico, o presidente da Câmara até acenou com a redução da alíquota de 20% para 15% e redução da faixa de isenção da tributação de lucro e dividendos de R$ 20 mil por mês. Depois se calou. Só falou generalidades para não se comprometer.

O tititi que passou a assombrar o setor produtivo, nos últimos dias, é que Lira paute a proposta antes do recesso parlamentar de 15 de julho, sem chance para debate aprofundado e com negociação de gabinetes no afogadilho. Na prática, o que mais tem acontecido em tempos de pandemia. Um rumor que rondou o Congresso é de que Guedes esticou a corda para a reforma não passar e tentar aprovar a volta da CPMF

As empresas não se contentaram com o aceno de Guedes de que vai acelerar a redução da alíquota do Imposto de Renda das empresas. A alíquota iria cair cinco pontos porcentuais em dois anos, movimento que o ministro agora fala em fazer de uma só vez no ano que vem.

A tributação de lucros e dividendos virou o vilão do momento para o PIB e o mercado. Mas não se pode esquecer que a ideia foi defendida pela maioria dos candidatos na última campanha eleitoral (inclusive o presidente Jair Bolsonaro).

É pauta da esquerda no País, que tem ficado bem caladinha desde que o anúncio do projeto botou fogo na economia. Um aliado importante que os críticos da proposta já contam é o presidente do SenadoRodrigo Pacheco, que já disse que o aumento da carga é inaceitável.

Se passar na Câmara, a reforma encontrará uma muralha no Senado de Pacheco, que anda se desentendendo com Guedes. É para lá também que os olhares do País estão voltados depois das recentes denúncias de corrupção na compra das vacinas contra a covid-19.

*É REPÓRTER ESPECIAL DE ECONOMIA EM BRASÍLIA

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODE ENGANAR AS PESSOAS

 

  1. Economia 

Pessoas que nunca existiram ganham vida com a inteligência artificial. Como separar o real do imaginário?

Guy Perelmuter*, O Estado de S.Paulo

No final de 2018, três pesquisadores da empresa Nvidia – uma multinacional que desenvolve e fabrica placas de vídeo e chips de propósito específico, com valor de mercado em final de junho de 2021 de aproximadamente 500 bilhões de dólares – divulgaram uma versão preliminar de um artigo científico intitulado “A Style-Based Generator Architecture for Generative Adversarial Networks” (algo como “Uma Arquitetura de Geração baseada em Estilo para Redes Adversariais Generativas”). Além do artigo, Tero Karras, Samuli Laine e Timo Aila disponibilizaram também uma implementação da tecnologia de GANs (Generative Adversarial Networks) com o objetivo de produzir rostos humanos que nunca existiram.

GANs foram idealizadas por Ian Goodfellow, um PhD em Machine Learning (Aprendizado de Máquina, uma importante área de estudo da Inteligência Artificial) pela Universidade de Montreal, atualmente empregado pela Apple depois de uma passagem de cerca de quatro anos pela Google. De forma simplificada, a técnica faz com que duas redes neurais artificiais (assim chamadas pois são inspiradas na estrutura de neurônios e conexões do cérebro humano) compitam entre si na criação de dados sintéticos que podem ser confundidos com os dados originais. Esse tipo de tecnologia é amplamente utilizado na geração de imagens, vídeos e vozes.

This Person Does not Exist
Site This Person Does not Exist apresenta fotos de humanos que nunca existiram. Foto: ThisPersonDoesnotExist.com via The New York Times

Um dos exemplos mais famosos da implementação de um GAN foi feito por Phillip Wang, formado em medicina (Universidade de Michigan) e em engenharia elétrica (Cornell) e com mestrado em engenharia biomédica (também em Cornell). Em fevereiro de 2019, ele criou o site This Person Does not Exist (“EssaPessoaNãoExiste.com”) que, como o próprio nome diz, apresenta “fotos” absolutamente realistas de seres humanos que jamais nasceram. Não é possível distinguir essas imagens (geradas por uma entidade artificial) de fotos reais – algo que você mesmo pode tentar fazer no site Which Face is Real (traduzindo, “QualRostoÉVerdadeiro.com”).

Este último site foi criado por Jevin West e Carl Bergstrom, do departamento de Biologia da Universidade de Washington. Suas áreas de interesse incluem comportamento, evolução e biologia computacional, e juntos publicaram em 2020 o livro “Calling Bullshit: The Art of Skepticism in a Data-Driven World” (algo como “Não seja enganado: a arte do ceticismo em um mundo movido a dados”). De acordo com West, “É difícil aprender e confiar nas informações se não estivermos cientes de algumas das maneiras como elas são manipuladas”. O curso que ensinam desde 2017 cobre interpretação de visualizações de dados, identificação de fake news e os riscos que a própria literatura científica está correndo (algo que discutimos aqui).

No mundo pós-verdade, inundado por notícias falsas, vídeos manipulados e imagens adulteradas, a própria tecnologia será um elemento fundamental no combate à desinformação. Uma das ferramentas para isso foi desenvolvida na Universidade de Buffalo, no estado de Nova Iorque. O trabalho dos pesquisadores Shu Hu, Yuezun Li e Siwei Lyu, do departamento de Ciência de Computação e Engenharia, foi capaz de identificar com 94% de precisão se um rosto pertencia de fato a alguém ou se era uma imagem sintética, criada por um computador. A técnica utilizada analisa a forma como a luz é refletida nos olhos da pessoa fotografada: quando olhamos para alguma coisa, a imagem do que vemos é refletida em ambos os olhos de forma semelhante. Nas imagens geradas por GANs, este fenômeno não costuma acontecer devido à forma como estas são construídas.

Mas não são apenas imagens que precisam ser validadas – vídeos e áudios também. Em setembro de 2020, a Microsoft lançou o Microsoft Video Authenticator (ou “Autenticador de Vídeos”). A ferramenta fornece, em tempo real, uma probabilidade que indica se o vídeo que está sendo assistido é falso, através da detecção de elementos impossíveis de serem percebidos a olho nu.

Foi justamente expandindo nossa capacidade de visão com telescópios que fomos capazes de descobrir a enormidade do cosmos e os imensos espaços vazios que existem entre as galáxias. Desmontamos e remontamos o átomo e manipulamos o código genético que está por trás de todas as coisas vivas. Mas agora estamos falhando – precisamente quando as descobertas científicas e as invenções mais poderosas da história estão em nossas mãos – nas tarefas que são críticas para nossa sobrevivência. Eliminando desperdícios. Diferenciando o humano do artificial. Separando a verdade das mentiras. Em nossa próxima coluna, iremos falar sobre como a tecnologia pode atuar para atacar um dos nossos maiores desafios: a crise climática. Até lá.

*FUNDADOR DA GRIDS CAPITAL E AUTOR DO LIVRO “FUTURO PRESENTE – O MUNDO MOVIDO À TECNOLOGIA”, VENCEDOR DO PRÊMIO JABUTI 2020 NA CATEGORIA CIÊNCIAS. É ENGENHEIRO DE COMPUTAÇÃO E MESTRE EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

COMO ANUNCIAR EM MARKEPLACES

 Redação ONCLICK

As vendas são o coração de quase toda empresa. Afinal, é pela comercialização dos seus produtos ou serviços que um negócio gera caixa recorrente e de forma produtiva. E hoje existem diversos canais para se comunicar com os clientes em potencial e dar visibilidade aos seus anúncios.

Nessa análise, os marketplaces vêm passando por uma grande consolidação no nicho de e-commerce e tornaram-se grandes pontos de vendas. Pensando nesse contexto, preparamos este material com todas as informações que você precisa sobre como anunciar em marketplace de forma eficiente e lucrativa. Vamos lá?

O que são anúncios em marketplace?

Antes de entender as melhores dicas e estratégias para seus ads, é preciso ter um conhecimento consolidado sobre o que são os anúncios em marketplaces. Pois bem, essas estratégias de comunicação visual consistem em diversos banners ou espaços online que são ofertados dentro dessa plataforma de vendas.

Existe também outra versão muito comum que é a de rankeamento dos produtos. Ou seja, quando um cliente procura por um item específico, o da sua loja aparece nas primeiras colocações dos resultados. Vamos exemplificar para facilitar o entendimento desse processo!

Imagine que um certo cliente realizou uma busca por secador de cabelo no marketplace das Lojas Americanas, por exemplo. Além disso, você é proprietário de um e-commerce e revende itens eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Essa modalidade de melhorar as posições dos produtos faria com que seu anúncio de secador fosse um dos primeiros a surgir na página de busca. Consequentemente, isso aumenta muito as chances de vendas do seu negócio.

Principais características

Outro detalhe que precisa ser compreendido é o fato de que os anúncios em marketplaces têm algumas particularidades quando comparados aos de mídias tradicionais. Eles são direcionados para um público-alvo e têm diversos posicionamentos dentro do layout do marketplace.

Uma estratégia adotada e que gera muitas vendas é o remarketing. Nesse modelo, após um cliente realizar uma busca por um produto específico, campanhas são direcionadas com ofertas dessa mercadoria. Por exemplo, imagine que um comprador pesquise máquina de café. Ele não efetua a compra no primeiro contato, mas, após alguns anúncios e até mesmo descontos direcionados, ele pode realizar a aquisição desse item.

Como os anúncios são feitos?

Existem alguns pilares que norteiam a produção dos anúncios para a sua loja. Em primeiro lugar, está o nome do produto. Ou seja, é o termo que os clientes buscaram para encontrar os produtos que pretendem adquirir. É muito interessante observar como os seus concorrentes estão anunciando as mercadorias similares e adequar isso ao seu negócio.

Na sequência, outro ponto de extrema importância é a descrição do produto. Esse campo precisa ter as informações essenciais do seu produto, sendo escrito de forma leve e objetiva. Lembre-se de que erros de português não são toleráveis, pois passarão uma péssima imagem da sua empresa.

A imagem também é outro fator que merece atenção. Seus anúncios devem ter imagens de boa qualidade e com um bom enquadramento. Uma dica muito válida é a de nomeação dos arquivos de imagem que vão subir como anúncios. Por exemplo, imagine que o seu produto é uma cadeira bege. Você pode renomear a imagem como cadeira_bege.jpg para facilitar a busca pelos arquivos e não cometer erros.

Por fim, temos um dos elementos mais cruciais: o preço. Assim como foi dito sobre a análise de concorrentes para descobrir como os produtos estão sendo anunciados, é possível verificar as faixas de preço. Além disso, avalie quais são os custos envolvidos e detalhe tudo acerca disso para formular o valor final.

Como os anúncios atingem o público correto?

Uma das maiores vantagens de investir em anúncios está no fato de que a plataforma de vendas (marketplace) traça um perfil de consumo de cada visitante do seu site. Existem algoritmos e estratégias para saber exatamente as páginas que o cliente acessou e em qual produto ele estava interessado.

Isso faz com que as campanhas de marketing sejam entregues para leads quentes, ou seja, pessoas com alta chance de efetuar a compra. Essa é uma das grandes vantagens desse modelo de divulgação, pois entrega o anúncio correto ao cliente certo. Afinal, imagine ofertar um ferro de passar roupa para um consumidor que está à procura de uma máquina de lavar. As chances de essa venda ser efetuada são muito baixas, não é mesmo?

Como otimizar o desempenho dos anúncios em marketplace?

Ao longo deste material, você já teve um grande aprendizado sobre como funcionam os anúncios em marketplace e entendeu um pouco sobre como é a lógica de distribuição desses conteúdos. Agora, vamos descrever algumas dicas práticas de otimização do desempenho dos anúncios. Continue a leitura!

Ter cuidado no momento de cadastrar os produtos é algo vital para melhorar o desempenho dos seus anúncios. Informações errôneas ou redundantes podem acabar reduzindo a frequência de divulgação das suas campanhas.

Ao optar por estratégias de otimização de anúncios em marketplace, você consegue resultados significativamente melhores. A conversão de vendas pode ser aumentada, bem como a demanda pode ser ampliada. Além de tudo isso, seu orçamento para veiculação das campanhas será executado de forma mais produtiva, melhorando os resultados operacionais da estratégia.

Neste artigo, você conferiu como anunciar em marketplace e descobriu como é possível alavancar as suas vendas com essa estratégia de comunicação. Assim, se o perfil dos consumidores brasileiros mudou significativamente, migrando do mundo off-line para o on-line, é necessário ampliar sua presença digital para conseguir crescer cada vez mais e efetuar vendas de forma recorrente.

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DEPOENTE DA EMPRESA PRECISA PODE FICAR EM SILÊNCIO NA CPI DA COVID

 

Depoimento
Rosa Weber autoriza sócio da Precisa Medicamentos a ficar em silêncio na CPI
PorGazeta do Povo

Plenário da CPI da Covid.| Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, autorizou nesta quarta-feira (30) que o empresário Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, fique em silêncio na CPI da Covid. Maximiano deve prestar depoimento à comissão nesta quinta-feira (1.º). A informação foi divulgada pelo blog do Fausto Macedo, no Estadão. O empresário havia pedido para ser ouvido na CPI com status de investigado, assim não precisaria assinar o termo de compromisso para falar a verdade.

A decisão da ministra diz que Maximiano deve comparecer ao interrogatório, mas ele vai poder se recusar a responder perguntas “potencialmente incriminatórias”. Além disso, ele poderá ser acompanhado por um advogado durante o depoimento. O empresário teve os sigilos quebrados pela CPI da Covid.

A Precisa Medicamentos intermediou o contrato de compra da vacina indiana Covaxin com o Ministério da Saúde. Além da comissão, a Polícia Federal e a Procuradoria da República no Distrito Federal investigam as supostas irregularidades no contrato para compra do imunizante.

O depoimento do empresário Francisco Maximiano, proprietário da Precisa Medicamentos, previsto para ocorrer nesta quinta-feira (1º) na CPI da Covid do Senado, é esperado tanto pelos senadores que apoiam quanto pelos que fazem oposição ao governo Jair Bolsonaro. Os dois grupos entendem que poderão explorar a fala de Maximiano para a defesa de suas bandeiras na CPI.

Do lado da oposição, a ideia é explorar a recente denúncia de que a Precisa seria a beneficiária de um esquema de corrupção implantado no Ministério da Saúde. A informação foi tornada pública na semana passada, com o depoimento do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, o servidor Luís Ricardo Miranda, que atua no próprio ministério. Segundo eles, a Precisa — que é a intermediária da Bharat Biotech, empresa indiana que fabrica a vacina Covaxin — contaria com vantagens dentro da pasta que não foram fornecidas a nenhuma outra produtora de imunizantes.

“Essa empresa é uma ‘queridinha’ do governo Bolsonaro. Entrou nesse processo de intermediação da aquisição das vacinas indianas, mas foi indicada para isso pelo governo. Com toda certeza, ali existem ações de corrupção que foram barradas pelo servidor do Ministério da Saúde [Luís Ricardo] e agora o governo, sem ter como se explicar, inventou algumas desculpas esfarrapadas e mandou suspender o contato”, declarou o senador Humberto Costa (PT-PE).

Já por parte dos apoiadores de Bolsonaro, a tática será a de falar sobre denúncias que envolvem a Precisa e governos de outras unidades da federação. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que não se apresenta como governista, mas já foi vice-líder de Bolsonaro no Senado, relembrou que a Precisa tem conexão com o escândalo da Falso Negativo, uma operação policial deflagrada em Brasília que apurou desvios e superfaturamentos na compra de produtos para o combate à pandemia por parte do governo local.

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) disse que a Precisa “tem problemas que não são de hoje”. “Tem prolema de muito tempo com o governo brasileiro, com o GDF [Governo do Distrito Federal], e como é que essa empresa participa de alguma forma ainda, com todos esses problemas, de não entregar o que foi prometido, de processos?”, questionou.

Líder do DEM no Senado e defensor do governo na CPI, o senador Marcos Rogério (RO) disse considerar “natural” a presença de Maximiano, para falar em nome da Precisa. “A CPI ouviu os irmãos Miranda, vai ouvir a empresa, e os outros citados também devem ser ouvidos e que se busque a verdade”, declarou. O senador contestou, porém, o que chamou de “seletividade” da CPI: segundo ele, o grupo que comanda a comissão, formado majoritariamente por parlamentares oposicionistas e independentes, não quis falar sobre corrupção até que o tema chegasse ao governo federal.

Os parlamentares bolsonaristas que integram a CPI defendem que a comissão avance na investigação sobre denúncias de corrupção em estados e municípios. Na avaliação dos parlamentares, os principais problemas que o Brasil enfrenta em virtude da pandemia são resultado justamente destes desvios. Para eles, o governo Bolsonaro municiou estados e municípios com verbas, e os prefeitos e governadores foram corruptos ou incompetentes no ato de administrar esses montantes.

Girão voltou a cobrar que a CPI chame responsáveis pelo Consórcio Nordeste, grupo que integra os nove governadores da região. O senador pede a apuração de uma transação feita pelo consórcio para a compra de respiradores — que, segundo ele, teve pagamentos antecipados e não registrou a entrega dos produtos.

O depoimento de Maximiano é aguardado também pelo fato de ser a segunda ocasião em que a comissão tentará ouvir o executivo. Inicialmente, a oitiva com ele estava prevista para o dia 23. O adiamento foi pedido pela defesa do empresário um dia antes, sob a alegação de que ele precisava cumprir quarentena, já que havia estado na Índia dias antes.

O fato de ele ter informado sobre a quarentena apenas às vésperas do depoimento foi criticado pelos senadores da comissão. “Ele começou muito mal”, disse na ocasião o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que é o vice-presidente da CPI.


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CPI DA COVID INVESTIGA UMA PROPINA QUE NÃO HOUVE

 

Vacina

Por
Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

Senadores Humberto Costa, Renan Calheiros e Randolfe Rodrigues, da CPI da Covid, investigam suspeitas levantadas sobre a compra da Covaxin.| Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado/A

Muita gente acha que a CPI da Covid virou um circo e é mesmo. Nesta quarta-feira (30), tivemos uma prova disso. O senador Marcos Rogério (DEM-RO) expressou: “essa CPI é um circo”. Aí o presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), confirmou isso dizendo: “e vossa excelência é o maior palhaço desse circo”. Marcos Rogério também retrucou: “e o senhor é o chefe desse circo”.

Corroborando essa denominação, Aziz se virou para o relator Renan Calheiros (MDB-AL) e disse baixinho, mas o microfone captou: “ainda vou pegar esse cara e vou quebrar ele todo”.

Esse é o nível da CPI, que nesta quarta recebeu o filantropo e milionário Carlos Wizard Martins, que antes da pandemia estava como voluntário na Operação Acolhida, no norte de Roraima, recebendo venezuelanos refugiados e dando assistência para eles. Depois, quando começou a pandemia, ele quis fazer alguma coisa pelos brasileiros e se ofereceu ao governo como voluntário.

Acho até que foi ele um dos organizadores daquela reunião de médicos que vieram assessorar o presidente Jair Bolsonaro. Esse tipo de reunião penso que deveria ser uma coisa permanente, um conselho de médicos que viesse trazer as experiências do dia a dia para auxiliar o governo. Como se cura a pessoa, como se evita a hospitalização, como se trata alguém, o que está dando certo, o que não dá errado.

Wizard foi convocado para a CPI para dar satisfações pelas benfeitorias, benemerência, caridade e voluntariado dele. Já chegou lá pressionado, com um habeas corpus a tiracolo, e não respondeu nada. Porque não adianta falar nada, a gente sabe que não adianta. Já está tudo pronto na CPI. A gente já sabe o que eles querem, não adianta responder muito.

Miranda de volta ao circo
Essa CPI já estava em baixa quando apareceu lá o deputado Luís Miranda (DEM-DF) com toda sua lábia, que já convenceu muita gente em Brasília e lá na Flórida, e agora convenceu os senadores da comissão. E como a CPI notou que aumentou a audiência com ele, então resolveu chamar essa atração para depor mais uma vez no circo. Portanto, no dia 6 de julho, uma terça-feira, teremos novamente Luís Miranda.

Ele contou agora que recebeu uma oferta de 6 centavos de dólar por dose da Covaxin para pressionar pela compra da vacina indiana. Ele não é líder de governo, nem líder de partido, mas disse que ofereceram propina para ele. Talvez seja porque o irmão dele trabalha no Ministério da Saúde. Miranda deu o nome do lobista: Silvio Assis.

Agora, é estranho que ele esqueceu de contar isso para a CPI. Ou isso não era importante? Ele disse que, “a partir de agora, a minha meta é provar que existe corrupção no Ministério da Saúde”. Mas só para lembrar: quem está investigando isso já é a Polícia Federal e a Controladoria- Geral da União.

É interessante que investigam um pagamento que não houve (o contrato foi suspenso); uma compra que não aconteceu (não foi entregue uma única dose até agora); e uma propina que não foi paga.

Impeachment tem que ter materialidade
Voltaram a pedir o impeachment do presidente da República de novo. Psol, MST, UNE, PT, PV, PDT, Rede, Cidadania (que é o antigo Partido Comunista Brasileiro), PSB e mais os deputados Joice Hasselmann (PSL-SP), Kim Kataguiri (DEM-SP) e Alexandre Frota (PSDB-SP).

O pedido de impeachment tem 46 assinaturas e 271 páginas. Os motivos: hostilidade contra Cuba, China e Venezuela; tentativa de dissolver o Congresso; ameaça física ao senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP); ataque e ameaça ao Supremo Tribunal Federal; interferência na Polícia Federal; troca de comandantes das Forças Armadas; incentivo ao motim na Polícia Militar da Bahia; comparação do lockdown com o estado de sítio; atraso em repasses a estados e municípios (aquelas verbas bilionárias para governadores e prefeitos na pandemia); e falta de proteção aos índios do coronavírus.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que recebeu o pedido, disse que não bastam palavras, é preciso ter materialidade. E por falar em materialidade, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou as contas do governo Bolsonaro de 2020.


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