domingo, 19 de julho de 2020

A IMUNIDDE VIBRACIONAL


A imunidade vibracional

As emoções negativas, de baixa frequência, surgem na falta de positivas, assim como a escuridão na ausência do sol
Para quem leu e gostou do livro “A Grande Síntese”, de Pietro Ubaldi, será fácil entender o texto a seguir. Para quem não teve essa felicidade, é possível refletir sobre o primeiro versículo do Evangelho de João: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... Tudo foi feito por Ele; e nada do que tem sido feito, foi feito sem Ele. NEle estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (João 1:1-4).
São João descreve a manifestação do universo como o verbo, o som, a vibração.
As ondas vibracionais são classificadas, segundo a sua natureza, como mecânicas ou eletromagnéticas. Um exemplo de onda mecânica é o som, e um de onda eletromagnética é a luz, que se propaga no vácuo, assim como as ondas de calor.
A frequência de uma onda é decorrente da vibração da fonte que a produziu. Diz Celso Costa, terapeuta quântico brasileiro, que “a velocidade vibracional determina se a energia se apresenta na forma física, líquida, gasosa e outros estados não visíveis. Tudo é uma interpretação de estados vibracionais. Inicialmente, gera-se por vibrações inaudíveis que se tornam, ao caminharem para a manifestação, perceptíveis. Tudo tem uma frequência que mantém sua forma e substância. Muda-se a frequência, muda-se a forma”.
Ubaldi explica que as frequências são perceptíveis ao ser humano dotado de faculdade de receptor e transmissor.
As cores são frequências, e não conseguimos enxergar o infravermelho nem ver além do ultravioleta; a percepção fica entre 4,3.10¹⁴ Hz e 7,5.10¹⁴ Hz, é o que o olho humano capta e o cérebro interpreta. As outras frequências, também, geram impactos sobre nossa consideração consciente. O mesmo efeito se dá com os infrassons e ultrassons, situados entre 20 Hz e 20.000 Hz, que são perceptíveis ao homem.
Qualquer ser vivente possui uma frequência única, e um vírus também.
O vírus da Covid-19 é uma proteína, que se manifesta com vibração baixa e com uma estrutura de circuito eletromagnético fechado, com ressonância entre 5,5 Hz e 14,5 Hz.
Nas faixas mais altas, não é ativo e, a partir de 25,5 Hz, se extingue. Essas informações foram divulgadas por vários cientistas e publicadas recentemente pelo Instituto Midra, de São Paulo.
“Para uma pessoa que vive em altas vibrações, isto é, ativamente ligada à alma, a Covid-19 não é mais perigosa do que infecções respiratórias agudas, porque o corpo de um homem saudável ‘vibra’ em faixas bem superiores às da Covid-19”. A saúde não é fortuita, tem relação com o equilíbrio vibratório. A psicossomática explica a relação entre a doença e o interior da personalidade (alma), e a psicanálise freudiana a comprova.
“Ocasionalmente, quando, por várias razões, as vibrações se tornam mais baixas, abre-se a possibilidade de mal-estar e doença, e até de morte”. Dizem os pais de santo que corpo fechado é inatacável.
Os distúrbios dependem do equilíbrio energético, pesam a fadiga, a exaustão emocional, a hipotermia, a tensão nervosa, a depressão, a insatisfação, a falta de autoestima etc.
Neste momento planetário, a ressonância de frequência média total da Terra é de 27,4 Hz e, portanto, suficiente para inviabilizar o vírus, que se extingue com 25,5 Hz, mas há lugares em que essa frequência é menor, ou seja, zonas geopáticas criadas natural ou artificialmente. Hospitais, prisões, linhas de energia, veículos elétricos subterrâneos e públicos, shopping centers, escritórios, estabelecimentos de bebidas possuem vibrações comumente abaixo de 20 Hz. Piores ainda são os locais de sofrimento de seres vivos, como abatedouros.
Copio aqui uma tabela para se entender o índice vibracional que emana de algumas experiências: medo, de 0,2 Hz a 2,2 Hz; ressentimento, de 0,6 Hz a 3,3 Hz; irritação, de 0,9 Hz a 3,8 Hz; ruído entediante, de 0,6 Hz a 1,9 Hz; temperamento exaltado, 0,9 Hz; raiva, 1,4 Hz; orgulho, 0,8 Hz; megalomania, 3,1 Hz; abandono, 1,5 Hz; arrogância, 1,9 Hz.
No oposto encontramos: generosidade, 95 Hz; manifestação de gratidão (“obrigado”), 45 Hz; agradecimentos efusivos, 140 Hz; unidade com outras pessoas, 144 Hz; compaixão sincera, a partir de 150 Hz; amor comum, 50 Hz; amor com o coração voltado a todas as pessoas, acima de 150 Hz; amor incondicional, sacrificial e universal, a partir de 205 Hz. Como é fácil entender, as altas vibrações não dão possibilidade à Covid-19 de gerar estragos.
Por milênios, a frequência do nosso planeta tem sido estável em torno de 7,6 Hz. Os físicos chamam essa frequência de “ressonância Schumann”, devido à batida gerada por um raio na cavidade entre a Terra e a ionosfera. Um homem se sentia confortável, no passado, nessas condições, uma vez que ele estava num campo de energia com os mesmos parâmetros – de 7,6 a 7,8 Hz.
No entanto, a frequência de Schumann passou a crescer rapidamente: janeiro de 1995, 7,80 Hz; janeiro de 2000, 9,30 Hz; janeiro de 2007, 9,80 Hz; janeiro de 2012, 11,10 Hz; abril de 2014, 15,15 Hz. Não disponho de dados atualizados, mas resta evidente que, se as pessoas não acompanharem o aumento das vibrações do planeta, enfrentarão um desajuste vibracional, e nem todo o dinheiro acumulado as conseguirá manter com saúde e vivas.
As emoções negativas, de baixa frequência, surgem na falta de positivas, assim como a escuridão na ausência do sol. Disso a necessidade de evoluir no controle interno.
Como dizia o abade Eliphas Levi: “A beleza (e a saúde) é um empréstimo que a natureza faz à virtude”. Nisso pode estar o segredo da vacina natural que a ciência busca.

DEMANDA POR COMBUSTÍVEL DIMINUI E A NATUREZA AGRADECE


Preocupação com demanda por combustível retorna após novos surtos de Covid-19 e lockdowns

Por Ahmad Ghaddar e Stephanie Kelly e Laura Sanicola



© Reuters/Jianan Yu .
Por Ahmad Ghaddar e Stephanie Kelly e Laura Sanicola
LONDRES/NOVA YORK (Reuters) - Uma nova disparada no número de casos de coronavírus está desacelerando a recuperação no consumo de combustíveis em meio às medidas de "lockdown" aplicadas nos Estados Unidos e em outros países, o que aumenta as preocupações de que uma retomada no consumo após o impacto da pandemia poderá levar anos.
A demanda global por combustíveis recuou em 25% no auge dos "lockdowns", quando mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo tiveram de se isolar em suas casas. O declínio sem precedentes na demanda forçou produtores a promover cortes recordes de bombeamento e estocar centenas de milhões de barris de petróleo.
O consumo de combustíveis recuperou parte do terreno perdido à medida que governos flexibilizaram as restrições de circulação e os cortes de produção colocaram um freio no excesso de demanda.
No entanto, essa recuperação tem estagnado, conforme o número de infecções volta a disparar nos EUA, maior consumidor global de combustíveis, e mantém a tendência de alta em outras grandes economias, como Brasil e Índia.
Na semana terminada em 11 de julho, a demanda por gasolina no varejo norte-americano cedeu 5% em relação à semana anterior, segundo a GasBuddy, empresa que monitora as compras de gasolina em tempo real, depois que diversos Estados voltaram a impor restrições para controlar surtos de Covid-19.
Uma semana antes, a demanda também havia recuado -- com isso, houve quedas por duas semanas seguidas pela primeira vez desde março, quando os "lockdowns" começaram.
"Normalmente, esse período de duas semanas teria sido o pico de demanda, e não conseguimos atingi", disse John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York.
No mundo, a demanda por gasolina avançou em quase 3 milhões de barris por dia (bpd) em junho ante maio, maior crescimento mensal da história, de acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA,na sigla em inglês).
Mas os mercados estão preocupados com a possibilidade de que alguns países sejam atingidos por uma disparada de casos, assim como os EUA, em novas ondas da pandemia.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) acredita que uma segunda onda de casos pode fazer com que a demanda caia em 11 milhões de bpd neste ano, segundo um estudo interno da Opep visto pela Reuters. As expectativas atuais são de uma queda de 9 milhões de bpd na comparação anual.
"Se a segunda onda se materializar, a demanda global por petróleo vai se recuperar de forma muito mais lenta em 2021, arrastando os efeitos da pandemia sobre o mercado por ainda mais tempo", disseram analistas da Rystad Energy.
(Reportagem de Ahmad Ghaddar e Bozorgmehr Sharafedin em Londres, Stephanie Kelly, Laura Sanicola e Jessica Resnick-Ault em Nova York e Sonali Paul em Melbourne)

G20 ADIA MORATORÓRIA DA DÍVIDA DOS PAISES POBRES

G20 adia veredito sobre prorrogação de moratória da dívida de países pobres

 

AFP

 

 

© NICHOLAS KAMM A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em 4 de março de 2020 em Washington

Os ministros das Finanças e chefes de bancos centrais dos países do G20 concluíram neste sábado uma reunião virtual sobre a recuperação da economia mundial, gravemente afetada pelo novo coronavírus, e anunciaram que irão se pronunciar em breve sobre uma prorrogação da moratória da dívida dos países pobres.

Ante os chamados de ONGs e do Banco Mundial para que seja prorrogada até 2021 a moratória, acertada em abril, os representantes dos 20 países mais industrializados do mundo indicaram em seu comunicado final que considerariam "uma prorrogação da medida nos próximos meses, em função da evolução da pandemia".

Os representantes irão se pronunciar após receberem, até outubro - data da sua próxima reunião - "os resultados de um relatório do FMI e Banco Mundial sobre a necessidade de liquidez dos países elegíveis", assinala o comunicado.

O ministro francês de Economia e Finanças, Bruno Le Maire, afirmou, após a reunião, que o G20 "está no caminho de um acordo" sobre a prorrogação da moratória, e pediu uma decisão "o quanto antes".

A videoconferência do G20, presidido este ano pela Arábia Saudita, foi realizada no momento em que a pandemia segue atingindo vários países, entre eles vários dos seus membros, como Brasil, Estados Unidos, México e Índia.

"Embora as perspectivas sejam altamente imprevisíveis, esperamos que a atividade econômica global se recupere com a reabertura gradual das nossas economias e graças ao impacto das políticas estabelecidas para sustentá-la", assinalam os ministros em seu comunicado.

- 'Catástrofe iminente' -

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que a economia global, apesar de mostrar sinais de recuperação, enfrenta ventos contrários, principalmente devido à possibilidade de uma segunda onda de contágios.

"Ainda não estamos fora de perigo", alertou a diretora-gerente, Kristalina Georgieva, em mensagem aos ministros de Finanças do G20, observando que a pandemia pode aumentar a pobreza e a desigualdade.

Revisando as previsões de crescimento, o FMI anunciou em junho que espera que o PIB global caia 4,9% em 2020 devido a uma contração maior que o esperado durante os períodos de confinamento.

Os US$ 11 trilhões gastos pelos governos do G20 para ajudar famílias e empresas evitaram uma situação ainda pior, mas "essas redes de segurança devem ser mantidas", disse Georgieva.

Os países do G20 anunciaram em abril uma moratória de um ano sobre a dívida dos países mais pobres, medida considerada insuficiente por várias ONGs. Até o momento, 42 dos 73 países mais pobres pediram para se beneficiar desta iniciativa, que envolve um montante total de 5,3 bilhões de dólares em pagamentos suspensos, segundo o comunicado final da reunião de hoje.



© Bertrand GUAY O ministro francês de Economia e Finanças, Bruno Le Maire

Estes 73 países, no entanto, devem continuar pagando um total de 33,7 bilhões de dólares em dívidas até o fim de 2020, segundo um relatório das organizações Oxfam, Christian Aid e Global Justice Now publicado esta semana.

"Os ministros das Finanças do G20 têm a missão de evitar uma catástrofe iminente para centenas de milhões de pessoas", declarou Chema Vera, diretora da Oxfam.

- Fundo solidário -

A Anistia Internacional pediu ao G20 que "cancele a dívida dos países mais pobres pelos próximos dois anos". Antes da reunião, a Argentina havia indicado que defenderia a criação de um fundo solidário para responder ao aumento da pobreza nos países atingidos pela pandemia, antecipou esta semana o chanceler Felipe Solá.

"Queremos um fundo de financiamento global e solidário, que deve levar em conta o aumento da pobreza na maior parte dos países", disse Solá, durante encontro remoto com correspondentes estrangeiros em Buenos Aires.

burs-ac/aem/elm/mr/lb

 

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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