terça-feira, 29 de maio de 2018

COLUNA ESPLANADA DO DIA 29/05/2018


Carona no caos

Coluna Esplanada – Leandro Mazzini  








No Brasil, quando a vida já está ruim, pode piorar. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) anunciou paralisação de três dias – de quarta-feira a sexta – e, com isso, as refinarias da Petrobras – responsáveis por produzir 90% dos combustíveis – devem parar a produção. A conotação política é clara. Os sindicatos da FUP são filiados à CUT – e esta ligada ao PT. Ninguém quer reajuste salarial. Eles exigem a baixa do preço do gás e combustíveis, e a cabeça do presidente da Petrobras, Pedro Parente – a quem culpam, junto com o presidente Michel Temer, de desmontar a petroleira.

Apoio
A FUP é abertamente apoiadora do ex-presidente Lula, preso condenado por corrupção. O site da Federação traz matérias atuais sobre o acampamento pró-Lula em Curitiba.
Motivo
José Dirceu preferiu ficar preso na Papuda, no DF, para ficar perto da filha de 7 anos. Chorou muito, em visita de amigo, e autorizou a mãe a levar a menina para vê-lo.
Cabra do Rio 
Ciro Gomes avisou ao PDT que fará agenda no Rio de Janeiro uma vez por semana até a eleição. Amanhã faz ato na Cinelândia. O Rio é o segundo colégio eleitoral do país.
Radiografia...
Médicos e dentistas que atendem aos servidores dos Correios reclamam de atrasos esporádicos nos pagamentos das categorias. Enquanto estranham uma situação: a Direx, Diretoria Executiva, autorizou no fim do ano passado a compra de softwares da Benner Saúde por R$ 14,6 milhões, sem licitação. Tudo pago.
...das entranhas
A assessoria afirma que “realiza os pagamentos à rede credenciada conforme regras de mercado”, e que “sendo entidade sem fins lucrativos, a Postal Saúde efetua contratações e aquisições de bens e serviços por meio de licitação”, mas “para a aquisição de software, quando trata-se de atividade finalística, pode haver a dispensa de licitação”.
Alô, meu povo
Sob o comando de Helder Barbalho, agora candidato que lidera pesquisas para o Governo do Pará, o Ministério da Integração Nacional destinou R$ 688,39 milhões a ações e obras ao Estado do ministro, de maio de 2016 a março de 2018.
Desrespeito
Virou moda protesto contra políticos de qualquer partido quando flagrados em meio ao povo. Dia desses, o senador Alvaro Dias (Pode) tomava café num hotel quando um homem declaradamente ligado ao PT começou ‘comício’ no ambiente, apoiado por alguns poucos. Dias levantou-se, sem uma palavra, e saiu calmamente.
Tributo$
Minas Gerais, Rio de Janeiro e Piauí lideram o ranking de Estados com maior incidência de tributos (Cide + Pis/Cofins + ICMS) sobre o preço da gasolina. O valor supera os R$ 2,00/litro só de impostos, de acordo com a tabela da carga tributária da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis.
Diesel
Já em relação ao diesel, conforme levantamento da entidade obtido pela Coluna, os Estados líderes de tributação são Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Sergipe e Rondônia.
Privatização
A oposição e até aliados do Palácio querem alterar o texto do projeto que autoriza privatização da Eletrobras. Foram apresentadas 181 emendas ao PL 9463/18 que tramita em comissão especial da Câmara sob relatoria do democrata José Carlos Aleluia (BA).
Visão cubana
Em conversas com deputados, o embaixador de Cuba no Brasil, Rolando Gonzáles, tem dito que a política da estatal “reflete exclusivamente os interesses dos acionistas da empresa, que exigem dividendos sistemáticos”.
Maré na telinha
O trabalho da socióloga Yvonne Bezerra de Mello no projeto Uerê, com crianças e adolescentes da comunidade da Maré, será contado em documentário produzido por Luís Carlos Barreto e sua filha, Paula Barreto.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

INFLAÇÃO NO BRASIL PODE DISPARAR - CULPA DO GOVERNO


Risco de retrocesso: para economistas, aumento dos preços administrados pode comprometer retomada

Evaldo Magalhães









Aumento do preço dos insumos fez com que empresário ajustasse negócio

A elevação nos preços dos combustíveis, que desencadeou a greve dos caminhoneiros, na semana passada – movimento que praticamente parou o país – não é o único fator a desenhar um cenário de incertezas em 2018. As altas seguidas do dólar, provocadas, em parte, pelo aumento na taxa de juros dos Estados Unidos, a expectativa de eleições conturbadas no segundo semestre e, principalmente, no caso de Minas Gerais, a autorização para o reajuste médio de 23,19% nas contas da Companhia Energética do Estado (Cemig), a partir de junho, também devem deixar apreensivos chefes de família, empresários e investidores.
Isso tudo depois de um período de ligeira recuperação dos indicadores econômicos, no final de 2017.
“Em um momento em que a economia e as empresas ainda estão em situação frágil em termos de retomada da atividade, depois da grave recessão iniciada em 2015, esses fatores trazem o risco de que não consigamos sair da crise da maneira que esperávamos”, diz o gerente de ambiente de negócios da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Guilherme Velloso Leão.
O economista chama a atenção, especialmente, para o aumento previsto nas tarifas de luz, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que a Fiemg considerou absurdo, a despeito das justificativas da entidade regulatória de que os percentuais são necessários em razão de fatores como o custo da energia do país, agravado pela estiagem e os baixos níveis dos reservatórios.
“O reajuste tarifário tem impacto relevante sobre a economia como um todo, porque afeta a renda e o poder de compra das famílias, comprometendo sua capacidade de consumo, e também os preços da economia, dado o peso desse item nos custos de produção de diversos setores”, afirma. Para boa parte das indústrias mineiras, integrantes do grupo de consumidores de alta tensão, a elevação das contas deve ficar em 35,5%, de acordo com a estatal de energia. A Cemig informou que o reajuste é feito a partir de um cálculo da Aneel.
Peso
Analisada a participação da eletricidade nas planilhas de custos de diferentes setores, fica inevitável não pensar em repasses aos consumidores finais dos produtos. Ou, segundo Leão, em retração de atividades, o que é mais provável, já que as empresas estão com as margens de faturamento ainda no limite. Com isso, o cenário pode voltar a ser de elevação acentuada do desemprego.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a chamada indústria de transformação tem, em média, 23% de seus custos comprometidos com a energia elétrica. Dois segmentos apresentam o peso mais alto desse item em seus processos: a indústria têxtil (44%) e a de borracha e plástico (43%). Os produtos químicos têm 33% do custo atribuídos à energia; os alimentícios, 30%; os de celulose e papel e metalurgia, 26%.
“Esses setores primários são a base da economia. Quase tudo usa plástico, borracha e produtos químicos. A indústria do vestuário depende totalmente do setor têxtil, assim como a metalurgia é fundamental para outros setores”, ressalta Leão.
Inflação
Para o professor de finanças e coordenador do curso de administração do Ibmec/MG, Eduardo Coutinho, apesar de causar prejuízos à economia de modo geral – e mesmo associado às altas do dólar e dos combustíveis –, o reajuste das tarifas da Cemig não deve atuar como fator de pressão inflacionária.
“Pode haver impacto na inflação, mas apenas de forma pontual”, diz Coutinho. Embora cadeias produtivas inteiras sejam normalmente afetadas por ajustes exagerados em preços macroeconômicos, como ocorre com petróleo e energia, explica o professor, o mercado não comporta repasses de custos neste momento. O motivo é que o país ainda vive uma fase de recessão.
Definidos na semana passada, os reajustes da energia elétrica, que variam de 18,6% para a baixa tensão a 35,6% para a alta tensão, começam a valer a partir desta segunda-feira e poderão ser verificados nas contas de junho
Restaurantes apostam em cardápio com reajustes
Mesmo que o custo de vida não venha a ser pressionado de forma significativa e o famoso dragão da inflação não volte a fazer parte cotidiana da vida de brasileiros e mineiros, o que se espera, na prática, é o repasse ao consumidor do aumento de custos de alguns segmentos, provocado pela elevação do dólar, dos combustíveis e da energia.

Pelo menos essa é a previsão do segmento de bares e restaurantes do Estado. Mas as consequências, caso isso ocorra, podem ser péssimas para os dois lados: proprietários e clientes.

“Entre o final de 2017 e início de 2018, tivemos reajustes seguidos do gás de cozinha e isso apertou ainda mais a margem dos empresários do setor, que já não estava boa e impedia repasses”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel/MG), Ricardo Rodrigues.

“Agora, em um cenário em que sobem ainda mais os combustíveis e o dólar, que regula o preço de diversos insumos usados pelo segmento, como o trigo e algumas bebidas, ainda teremos de arcar com o impacto do reajuste na energia elétrica”, acrescenta.

A tendência, diz Rodrigues, é que alguns estabelecimentos mexam nos cardápios, correndo o risco de perder fregueses e até de fechar, ampliando o esvaziamento do setor iniciado em 2015, com a recessão. “Não é um movimento que a gente queira que aconteça, mas tememos que poucos restaurantes consigam segurar mais essa”, ressalta.

Dono de uma rede de pizzarias de entrega em domicílio na capital, além de um restaurante sofisticado na região Centro-Sul, o empresário italiano Domenico Cardamuro acredita que o reajuste do cardápio será inevitável. No Brasil há 18 anos, e dono da Pizza Pezzi há 16, Domenico diz que esta é “a pior crise” que experimentou no país, desde que chegou.

“Fiz uma série de ajustes no negócio, recentemente, para evitar o repasse de custos aos clientes. Reduzi o delivery de cinco para três lojas, passei de mais de 100 para 40 empregados e estou adotando o sistema 12 horas por 36 horas de jornada para alguns, após a reforma trabalhista. Mas acho difícil conseguir manter os preços dessa vez, principalmente com o aumento da Cemig”, diz Domenico.

O empresário calcula que, nas três lojas do delivery, a correção da conta de luz, em razão, principalmente, do grande número de geladeiras – os fornos dele são à lenha – eleve em 25% os custos de produção. “Infelizmente, não terei saída, mesmo sabendo que posso perder consumidores no serviço de entregas em casa”, afirma. 


COREIA DO NORTE ESPERA REUNIÃO COM TRUMP


Coreia do Sul diz que Kim Jong-un está comprometido a ter reunião com Trump

Estadão Conteúdo




                                                                                                                 


A intenção de Kim é a de conversar com Trump para tentar aliviar a pressão de sanções esmagadoras contra a Coreia do Norte

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse neste domingo que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, se comprometeu em se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de ter garantido uma "desnuclearização completa da Península Coreana". A segunda reunião entre os líderes coreanos em um mês conteve abraços e sorrisos dos dois, mas mostrou uma sensação de urgência de ambos os lados.


Na Casa Branca, Trump disse que as negociações sobre uma cúpula em 12 de junho com Kim, que ele cancelou na semana passada, estavam "indo muito bem". Trump disse a repórteres que ainda está considerando Cingapura como sede das conversas e afirmou que há uma "boa vontade" e que a desnuclearização da Península Coreana seria "uma grande coisa" a ser conquistada.

As conversas entre as Coreias, que, de acordo com Moon, Kim solicitou, permitiram que o líder sul-coreano pressionasse por uma cúpula entre Washington e Pyongyang, que ele vê como a melhor maneira de aliviar a animosidade que fez com que alguns temessem por uma guerra no ano passado. A intenção de Kim é a de conversar com Trump para tentar aliviar a pressão de sanções esmagadoras contra a Coreia do Norte e ganhar garantias de segurança em uma região cercada por inimigos.

A repórteres, Moon disse neste domingo que Kim "novamente deixou claro o compromisso com a completa desnuclearização da Península Coreana" e que ele afirmou ao líder sul-coreano que está disposto a cooperar para acabar com o confronto e trabalhar pela paz na região. Moon também comentou que disse a Kim que Trump tem uma "resolução firme" para acabar com as relações hostis com Pyongyang e iniciar a cooperação econômica caso Kim implemente a "completa desnuclearização" da península.

Fonte: Associated Press.

GREVE DOS CAMINHONEIROS CONTINUA PELO 8º DIA CONSECUTIVO


Caminhoneiros não aceitam proposta do governo e greve segue pelo 8º dia

Carolina Fernandes







Para o governo, há participação de patrões, empresários do transporte e distribuição na greve

Os caminhoneiros continuam em greve, nesta segunda-feira (28), em todo o Brasil, causando desabastecimento de produtos e combustíveis nas cidades. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, foram registrados, nesse sábado (26), 554 pontos bloqueados parcialmente nas rodovias brasileiras e 625 pontos desbloqueados durante esses 8 dias de paralisação.

Em Minas, os reflexos já atingem o abastecimento de gás de cozinha. Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) (Asmirg-BR), Alexandre Borjaili, que responde nacionalmente pelas revendas do produto, já não há mais botijões disponíveis nos comércios do Estado.
“Praticamente acabaram os botijões nas lojas mineiras. O consumidor não encontra mais nada e a situação só tende a se agravar”, afirma. Em condições normais, o presidente da Asmirg-BR afirma que são revendidos cerca de 3,5 milhões de botijões por mês em Minas.
O Estado representa 10% do mercado nacional e o prejuízo estimado pelo Sindicato do Comércio Varejista Transportador e Revendedor de GLP do Estado de Minas Gerais (Sirtgas) para os comerciantes é de cerca de R$ 2 milhões por dia.
A falta de gás afeta diretamente as pessoas que dependem de botijões para garantir o abastecimento. Quem tem gás canalizado em casa não será afetado, porque o insumo é bombeado diretamente das distribuidoras para os domicílios.
Conforme Borjaili, a situação do estado preocupa as fornecedoras de gás de cozinha porque há escolas, creches e hospitais que dependem do produto para prepararem as refeições. “Muitas instituições de saúde utilizam o GLP para a alimentação e também para aquecer ou esterilizar ferramentas”, observa.

Tropa na rua

Polícias estaduais, federais e tropas do Exército negociam a saída dos manifestantes das rodovias e fazem escoltas para liberar a saída de caminhões-tanque de refinarias. Na noite de domingo (27), o presidente Michel Temer anunciou seis medidas com relação às reivindicações dos caminhoneiros:
1) A redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel, correspondendo aos valores do PIS/Cofins e da Cide, somados. De acordo com Temer, o governo irá cortar do orçamento, sem prejuízo para a Petrobras;

2) A garantia de congelamento do preço do diesel por 60 dias. Depois desse período, o reajuste será mensal, de 30 em 30 dias;

3) Será editada uma Medida Provisória para a isenção de eixo suspenso em praças de pedágios, tanto em rodovias federais quanto nacionais;

4) O estabelecimento de uma tabela mínima de frete, conforme previsto no PL 121, em análise no Congresso;

5) A garantia de que não haverá reoneração de folha de pagamento no setor de transporte de carga;

6) A reserva de 30% do transporte da carga da Conab para motoristas autônomos.

Mais cedo, o Comando Militar do Sul (CMS) do Exército Brasileiro havia dito, em um vídeo divulgado em sua página oficial na internet, que espera a resolução do "problema" causado com a greve de caminhoneiros na região pela negociação, e não por meio da violência. O CMS pede que os caminhoneiros colaborem e ressalta que é "necessário que se entenda" que é por meio do diálogo que se chegará a uma solução que beneficie a todos.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, se mostrou preocupado com a paralisação de caminhoneiros e disse que "a economia brasileira está sendo asfixiada". "Todos estamos na iminência de um grave conflito social", relatou em comunicado.

Para o governo, há participação de patrões, empresários do transporte e distribuição na greve. Já foram abertos 37 inquéritos, em 25 Estados, para investigar a prática de locaute. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, 400 multas já foram aplicadas, que juntas somam pouco mais de R$ 2 milhões. 

Perda de vendas nos supermercados brasileiros já é de R$ 1,3 bilhão

Estadão Conteúdo







Maior alta é do preço de material de limpeza

Com a greve dos caminhoneiros, os supermercados brasileiros já perderam vendas equivalentes R$ 1,320 bilhão por conta do desabastecimento de produtos perecíveis, frutas, verduras, legumes, laticínios e carnes in natura. Só os supermercados do Estado de São Paulo deixaram de vender cerca de R$ 400 milhões de produtos perecíveis desde o início da greve. O cálculo é do superintendente da Associação paulista de Supermercados , Carlos Correa.

"É um estimativa conservadora", frisa o executivo. Apesar de a greve durar quase uma semana, ele considerou nos cálculos a perda de vendas de cinco dias porque, nos primeiros dias da greve, havia produtos perecíveis nas lojas e as vendas não foram prejudicadas. Correa diz que os produtos perecíveis respondem 36% das vendas dos supermercados e que a greve já afeta hoje 80% do abastecimento desses itens.

As estimativas de prejuízo correspondem à realidade encontrada pelos consumidores nas lojas.

Além da batata, a cebola, o tomate e as verduras estão entre os produtos que o consumidor mais sentia falta na manhã de ontem. Em uma outra loja da Rua Domingos de Morais, no mesmo bairro, as hortaliças já tinham acabado desde sexta-feira. No freezer em que elas costumam ficar guardadas, o lojista colocou garrafas de suco de laranja, para preencher parte do espaço vago.

O matemático Luiz Xavier, de 55 anos, faz as contas: "Se eu levar mais um pacote de arroz, fico tranquilo para os próximos dias". Ele, que vai todos os sábados ao supermercado, diz que o movimento aumentou ontem e que as pessoas parecem estar exagerando nas compras. "Sempre que tem uma ameaça de falta de produtos, as pessoas reagem estocando alimento em casa, o que só faz acelerar a escassez. Eu vou continuar comprando o que costumava levar, lembro bem do desabastecimento do Plano Cruzado (em 1986)."

O baixo movimento desanimou os feirantes do "varejão" da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). O sábado, que costuma ser o dia mais movimentado, foi mais curto e muitos feirantes não foram embora antes do fim da feira. Eles estimam que metade das barracas nem abriram e o movimento caiu entre 60% e 70%.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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