quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

MAIS UMA TRAGÉDIA EM ESCOLA AMERICANA



Sobe para 15 o número de mortos durante tiroteio em escola da Flórida

Agência France Presse








Alunos são retirados da Stoneman Douglas High School, em Parkland, na Florida

Ao menos 15 pessoas morreram nesta quarta-feira (14) quando um indivíduo abriu fogo em uma escola de ensino médio na localidade de Parkland, no estado da Flórida, segundo informes das emissoras locais de televisão.
De acordo com a rede ABC, o número de vítimas fatais chega a 15, enquanto a CNN situou em 16 a cifra de mortos.
Pouco antes, a Polícia local informou que tinha detido um suspeito do ataque. Imagens de TV captadas de um helicóptero mostraram um homem jovem, conduzido algemado por vários agentes a uma delegacia.
O superintendente das escolas do condado de Browford, Robert Runcie, disse à imprensa que foram registrados "muitos mortos" e pouco depois uma fonte da Polícia mencionou "múltiplas" vítimas fatais.
Segundo vários depoimentos, os alunos da escola de ensino médio Marjory Stoneman Douglas escutaram o alarme contra incêndio, mas muitos pensaram que se tratasse de um exercício até serem ouvidos os primeiros disparos.

Polícia prende suspeito de efetuar disparos em escola da Flórida
A polícia do condado americano de Broward, no estado da Flórida, prendeu um suspeito pelo tiroteio desta quarta-feira (14) em uma escola secundária, informou pelo Twitter o comissário.
"O atirador agora está sob custódia. O cenário ainda está ativo", apontou a polícia.
O senador Bill Nelson disse à CNN e à MSNBC que o superintendente do distrito escolar acredita que houve certo "número de fatalidades". Mais cedo, bombeiros disseram à afiliada local da CBS de que entre 20 e 50 pessoas tinham ficado feridas.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO - UM ESPETÁCULO DA NATUREZA



Escola vencedora do carnaval do Rio será conhecida hoje

Agência Brasil










Portela tenta o bicampeonato este ano


A abertura dos envelopes com as notas das escolas de samba do grupo especial do carnaval do Rio de Janeiro ocorrerá na tarde de hoje, a partir das 15h30, na Praça da Apoteose, no Sambódromo.
Antes da leitura das notas, o presidente da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Castanheira, fará um sorteio para definir a ordem de leitura dos quesitos.
O último quesito sorteado será o primeiro para fazer o desempate entre duas ou mais agremiações que obtiveram a mesma pontuação.
De acordo com a Liesa, as seis primeiras classificadas voltarão a se apresentar no Sambódromo no sábado (17), no desfile das campeãs. As duas últimas colocadas caem para o grupo de acesso.
São Paulo
Nessa terça (13) foi conhecida a escola vencedora das escolas de samba de São Paulo, A escola Acadêmicos do Tatuapé foi a grande campeã, conquistando o título pelo segundo ano seguido.
A escola apresentou na avenida o enredo Maranhão, os Tambores vão Ecoar na Terra da Encantaria, que contou a história do estado a partir das particularidades de seu povo, da riqueza cultural e das belezas naturais.
As notas foram lidas no Sambódromo do Anhembi. O vice-campeonato ficou com a Mocidade Alegre com um enredo sobre a cantora Alcione. Celebrando os 70 anos da “Marrom”, o samba-enredo Alcione: a Voz Marrom Que Não Deixa o Samba.
Na última e penúltima colocação, as escolas Unidos do Peruche e Independente Tricolor foram rebaixadas para o Grupo de Acesso.
O desfile das campeãs das escolas de samba de São Paulo ocorrerá nesta sexta-feira (16).


O CARNAVAL DE BELO HORIZONTE FOI UM DOS MELHORES DE TODOS OS TEMPOS



Um dos maiores carnavais de todos os tempos de BH deixa gosto de quero mais

Raul Mariano










Ana Paula Morais mergulhou no Carnaval e desfilou em cinco blocos: “Foram dias inesquecíveis. Só tenho a agradecer por BH ter me propiciado uma festa tão maravilhosa”

Calor, suor, ritmo, glitter, cerveja, axé, marchinhas, sorrisos, biquínis e catuçaí. Não foram poucos os ingredientes que ferveram dentro do caldeirão de uma das maiores edições de todos os tempos do Carnaval de Belo Horizonte. Em quatro dias de festa, as principais avenidas da cidade foram dominadas por milhares de foliões que fizeram um espetáculo digno de se guardar na memória.
Os números oficiais devem ser divulgados apenas na próxima segunda-feira, de acordo com a Belotur, mas a impressão é a de que a expectativa de 3,6 milhões de pessoas nas ruas da capital foi alcançada sem nenhuma dificuldade.
Desfiles de blocos como Chama o Síndico, Quando Come se Lambuza e Então Brilha, na região Centro-Sul da capital, fizeram BH ficar pequena diante de tantas pessoas. Na avenida Afonso Pena, o bloco Baianas Ozadas arrastou a maior multidão da festa, ainda sem estimativa oficial de público, segundo a Polícia Militar.
Nas regiões do Barreiro, Venda Nova e Pampulha, os desfiles de blocos como Pena de Pavão de Krishna, Tchanzinho Zona Norte e Beiço do Wando mostraram que a descentralização da folia não só deu certo, como tende ficar cada vez maior.
A foliã Ana Paula Gonçalves de Morais, de 38 anos, mergulhou tão profundamente no Carnaval de BH que resolveu desfilar em cinco blocos neste ano. Depois de passar pelo Asa de Banana, Havayanas Usadas, É o amor e Us Beethoven, ela ainda teve fôlego para pular o último dia no Juventude Bronzeada, na avenida Assis Chateaubriand. “Foram dias inesquecíveis. Só tenho a agradecer por BH ter me propiciado uma festa tão maravilhosa. Já estou pensando nos ensaios para o Carnaval 2019 que começam em abril”, contou.
Pacífico
Apesar do atrito entre a Polícia Militar e integrantes do bloco Filhos de Tcha Tcha, depois do desfile no Barreiro, na segunda-feira de Carnaval, poucas ocorrências envolvendo episódios de violência foram registradas durante a folia, de acordo com avaliação da PM.
Por volta das 3h da madrugada de ontem, um jovem de 22 anos foi morto com uma facada na esquina da rua da Bahia com Tupinambás, no Centro, após flertar com uma mulher e ser atacado pelo namorado dela.
Para o capitão Cristiano Araújo, assessor de imprensa da PM, os eventos negativos não comprometeram o clima pacífico que dominou a maior parte da festa. “Estamos satisfeitos com os resultados. Pela proporção que o Carnaval de BH teve, não tivemos nenhum grande problema de insegurança”, afirmou.

O GOVERNO BRASILEIRO É LENTO PARA REGULAMENTAR INOVAÇÃO



Brasil é lento para regulamentar inovação, aponta pesquisa

Estadão Conteúdo







O Brasil é o país em que há maior desconfiança em relação ao trabalho do governo para regulamentar o ambiente de inovação dentre 20 nações pesquisadas pela GE. Segundo levantamento da multinacional que será divulgado hoje, 91% dos executivos ouvidos no País dizem acreditar que o governo não consegue acompanhar o ritmo das inovações - a média global é de 68%. Os Emirados Árabes Unidos e o Canadá são os menos descrentes, com 41% e 51% dos entrevistados, respectivamente, dizendo que o governo não tem capacidade para regulamentar as inovações na velocidade adequada.

O levantamento mostra ainda que o Brasil tem um ambiente menos favorável à inovação do que a média global. Enquanto 43% dos entrevistados afirmam perceber a existência de um ecossistema propício no País, a média global é de 48%. Para países como Estados Unidos e China, os números alcançam 85% e 73%. Um ambiente que ajuda as empresas a inovarem fortalece também o crescimento delas.

O diretor do centro de inovação da EY (antiga Ernst Young), Denis Balaguer, lembra que, no Brasil, há entraves na própria lei de propriedade intelectual que dificultam a inovação. "O País não tem patente para softwares, por exemplo. Isso desestimula. E os softwares vão ser a principal matéria da economia nos próximos anos", diz.

Balaguer acrescenta que pode haver também uma contaminação da percepção que os empresários têm do andamento em Brasília das reformas econômicas em geral para o segmento específico da inovação. "A falta de agilidade no Congresso contagia a percepção."

A presidente da GE no Brasil, Viveka Kaitila, aponta como principais desafios para a inovação no País as dificuldades de financiamento e a falta de profissionais talentosos especializados. "Há ainda um terceiro fator, o risco. O investimento em inovação nem sempre traz o resultado que se espera. Em um momento de recessão, isso se torna mais difícil", afirma.

Viveka destaca que a China é o exemplo contrário ao Brasil. Lá, houve um plano de governo de longo prazo para favorecer a inovação. Segundo a pesquisa da multinacional, em 2014, apenas 24% dos chineses afirmavam que havia no país um ambiente propício. Hoje, são 73%. No Brasil, também houve uma melhora no indicador, mas menor - de 14% para 43%.

Protecionismo

Apesar de a teoria econômica indicar que empresas de países abertos tendem a inovar mais incentivadas pela concorrência global, o levantamento da GE mostra que grande parte dos executivos prefere um ambiente protegido. Dos 2.090 entrevistados em todo o mundo, 55% afirmaram que uma política protecionista na área de inovação seria benéfica aos negócios. Entre os que defendem essas medidas, destacam-se os Emirados Árabes (71%) e a Suécia (65%). O Brasil aparece com 51%, menos que a média global.

Para Viveka, essa posição dos executivos também foi surpreendente. Uma das explicações possíveis, afirma ela, seria que empresas de porte menor podem preferir um mercado menos aberto. Entre os que defendem o protecionismo, 86% dizem que essas políticas dão vantagens competitivas às empresas domésticas e 73% concordam que beneficiam a força de trabalho. No Brasil, a GE ouviu 150 executivos.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...