quinta-feira, 28 de setembro de 2017

CEMIG PERDE QUATRO USINAS HIDRELÉTRICAS EM LEILÃO



Cemig perde quatro usinas em leilão e conta de luz deve subir

Tatiana Moraes










Representantes do grupo italiano Enel, que arrematou a usina de Volta Grande, comemoram vitória

Fim de jogo. Depois de cinco anos de batalhas judiciais entre a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a União, a estatal perdeu quatro das hidrelétricas que ela construiu e operou por décadas. Juntas, Jaguara, Miranda, Volta Grande e São Simão, a maior da estatal, respondiam por 50% da garantia física do grupo mineiro. Ou seja, por metade da energia efetivamente gerada por ela. Agora, essas usinas passam às mãos de estrangeiros, que ofereceram R$ 12,1 bilhões pela exploração dos ativos, ágio de 9,73% sobre os R$ 11 bilhões iniciais pleiteados pelo governo. O consumidor vai sentir no bolso o peso do certame. A previsão é a de que a tarifa dos clientes da estatal aumente R$ 0,33 a cada 100 quilowatts-hora (KWh) consumidos. Apesar de participar do leilão em uma joint venture com a Vale, a Cemig não fez propostas pelos ativos.
O próximo passo é a homologação do resultado, agendada para 7 de novembro. Depois, em 10 de novembro, será a assinatura do contrato. Até o dia 30 de do mesmo mês, os vencedores do leilão devem pagar o governo. Isso se os recursos impetrados pela Cemig não forem acatados. Corre no Supremo Tribunal Federal (STF) uma medida cautelar da estatal mineira para cancelar o certame.
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Vencedores
A usina hidrelétrica São Simão, que integrou o lote A do leilão, será operada pela chinesa State Power Investment (SPIC). O valor oferecido pela companhia foi de R$ 7,18 bilhões, ágio de 6,51%. Volta Grande, que integrou o lote D do leilão, foi arrematada por R$ 1,292 bilhões, ágio de 9,85%, pelos italianos da Enel.
Os franceses da Engie levaram Jaguara e Miranda, lotes B e C, respectivamente. Eles pagaram R$ 2,17 bilhões por Jaguara, ágio de 13,59% sobre o valor pleiteado pelo governo, e R$ 1,36 bilhão por Miranda, que surpreendeu pelo ágio de 22,43%.
Na avaliação do analista de Utilities da Lopes Filho, Alexandre Montes, é possível que a usina possua alguma sinergia com as hidrelétricas ou distribuidoras operadas pela Engie no Brasil, motivo pelo qual o ágio tenha sido alto. Atualmente, a Engie é a maior geradora privada de energia elétrica do país. “Apesar de Miranda ter tido uma boa proposta, o ágio geral do leilão, de 9,73%, foi pequeno. O mercado esperava muito mais”, diz o especialista.
A tímida participação dos chineses, representada apenas pela State Power Investment (SPIC), também chamou a atenção. “O mercado esperava uma adesão maior”, afirma. Embora o clima de velório tenha tomado conta dos apoiadores da Cemig, o analista afirma que a estatal não teria condições de arcar com os R$ 11 bilhões pedidos pelo governo. Afinal, o valor de mercado do grupo é de R$ 10,6 bilhões, inferior ao pleito da União para as quatro usinas. Além disso, a Cemig possui R$ 12,5 bilhões em dívidas e apenas R$ 2 bilhões em caixa.
Os números explicam porque a Cemig não deu lances no leilão, conforme o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro.
De acordo com ele, devido à falta de capital, a participação da companhia foi praticamente decorativa. Ela entrou no certame por meio da Aliança, joint venture que possui em parceria com a Vale. “A Cemig não tem recursos financeiros suficientes para se equilibrar, precisa vender os ativos para isso. Ela não tinha capacidade de disputar o certame”, justifica Castro.
O governador Fernando Pimentel (PT) acusou governos passados pela perda das usinas. “Essa situação poderia ter sido ajustada pelos governos estaduais que nos antecederam, sem custo para a Cemig, com a adesão da Medida Provisória 579. Infelizmente não foi esse o entendimento na época”, afirmou.

Retaliações
O vice-presidente da Câmara dos Deputados e Coordenador da bancada mineira na Câmara, deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), rechaçou a realização do leilão. Ele não deixou claro se haverá retaliações ao governo Temer, que sofreu nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), mas deixou claro que a bancada mineira pode se virar contra o presidente.
“Se o governo não foi leal a Minas, Minas não será leal ao governo”, rechaçou. A Cemig não se pronunciou.

Impacto na tarifa deve ficar em R$ 0,33 para cada 100 KWh
Independente de quem vencesse o leilão, a mensagem era clara: o consumidor precisaria abrir o bolso para arcar com os R$ 12,1 bilhões utilizados pelos estrangeiros para arrematar as usinas. Conforme determinado no edital, o dinheiro voltará aos cofres dos vencedores do certame por meio da conta de luz. O impacto, no entanto, não é tão alto como se esperava, conforme adiantou o Hoje em Dia. Na ponta do lápis, a previsão é a de que haja aumento de 0,68% na tarifa. Isso significa incremento de R$ 0,33 a cada 100 quilowatts-hora (KWh). O levantamento foi realizado pela TR Soluções em energia.
O valor é inferior ao cobrado quando a bandeira amarela, em vigor hoje, é acionada. Nela, o consumidor paga R$ 2 a cada 100 KWh consumidos. A título de comparação, um casal com dois filhos consome, em média, 250 KWh por mês. Neste caso, haveria aumento de R$ 0,82 na conta deles em decorrência do leilão. Devido à bandeira amarela, este mesmo casal paga R$ 5 a mais.
O sócio-diretor da TR Soluções, Paulo Steele, explicou que o impacto nas usinas de cotas (entre elas Jaguara, Miranda, São Simão e Volta Grande) seria de R$ 3,39 por megawatt-hora (MWh), saltando de R$ 494,14 para R$ 497,53, o equivalente a 0,68%. E é este o índice que impactaria as contas de quem é cliente da Cemig.

Social
Pelas redes sociais, o presidente da República, Michel Temer, comemorou o resultado do leilão. “Nós resgatamos definitivamente a confiança do mundo no Brasil. Leilão das usinas da Cemig rendeu R$12,13 bi, acima da expectativa do mercado”, escreveu Temer.

Petrobras
Também realizada ontem, a 14ª Rodada de Licitações de Áreas de Petróleo e Gás Natural arrecadou para o governo R$ 3,842 bilhões, superando a expectativa de R$ 1 bilhão do Ministério de Minas e Energia (MME) e de R$ 500 milhões da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O último setor ofertado na 14ª Rodada foi o mais disputado e um dos blocos atingiu o valor de R$ 2,24 bilhões, em oferta do consórcio formado pela Petrobras e ExxonMobil.



O CRIADOR DA REVISTRA DE SEXO PLAYBOY MORREU



Morre, aos 91 anos, Hugh Hefner, fundador da revista 'Playboy'

Estadao Conteudo










A revista "Playboy" informou que seu criador e fundador, Hugh Hefner, morreu na noite desta quarta-feira, 27, de causas naturais. O empresário, que revolucionou a cultura e os símbolos sexuais, tinha 91 anos e estava na casa em que vivia, na Playboy Mansion West, em Los Angeles (EUA).
A primeira publicação da revista foi em 1953, quando não havia espaço para falar sobre sexo nos Estados Unidos. Em plena década de 50, Hefner publicou fotos de Marilyn Monroe nua. Apesar de proibidas para adolescentes, as publicações tornaram-se uma espécie de "bíblia" para os homens. O conteúdo trazia fotos e textos picantes - além de entrevistas dinâmicas e profundas com personagens como Fidel Castro, John Lennon, Frank Sinatra, Marlon Brando, o ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter.

No Brasil, a Playboy também marcou época, apresentando a nudez de atrizes e personalidades. A publicação esteve sob comando da editora Abril durante 40 anos. Em 2015, após reformulação da editora, a publicação passou para outras mãos - começou a ser feita pela Playboy Brasil (PBB), dirigida por um grupo paranaense sem experiência no ramo editorial.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

ECONOMIA MINEIRA SOFRE COM A FALTA DE CHUVAS NO CAMPO



Estiagem que já dura mais de 100 dias castiga a economia mineira

Filipe Motta e Felipe Boutros







Em seis anos de seca no Norte de Minas, o rebanho já encolheu de 3,5 milhões de cabeças para 1,4 milhão

Os mais de cem dias sem chuva em boa parte dos municípios de Minas Gerais afetam negativamente a economia do Estado, complicando projeções de produtores, principalmente no setor da agricultura. As produções de café, soja, milho e de frutas, bem como a pecuária de gado de leite e de corte são áreas nas quais os produtores se sentem mais receosos em médio prazo. O impacto também tem sido sentido na cadeia da mineração.
No cultivo de café, do qual Minas é responsável por cerca de 50% da produção nacional, a avaliação de especialistas é a de que a seca dos últimos anos pode derrubar em até 20% as projeções da próxima colheita – prevista em cerca de 25 milhões de sacas para o Estado. Mesmo que o volume de chuva se estabilize a partir de outubro, os danos da falta de umidade podem ser graves.
“Com menos chuva, o café desfolha e há maior proliferação de pragas e doenças. Tudo vai depender da retomada da chuva prevista para outubro, mas é pouco provável que ela seja capaz de recuperar todo o estrago que já foi feito”, aponta engenheiro agrônomo José Braz Matielo, da Fundação Procafé, que reforça que os efeitos da estiagem têm sido sentido tanto no Sul, quanto na Zona da Mata, Triângulo e Alto Paranaíba.
Soja e milho
Na cultura de grãos, muito forte nas regiões do Triângulo e Alto Paranaíba, os produtores têm adiado o plantio da soja devido à baixa umidade do solo. À mesma época do ano passado, quando a chuva havia sido mais generosa, o processo já havia se iniciado.
Agora, as projeções são a de que o plantio ocorra somente em meados de novembro. O adiamento traz consequências, já que pode reduzir a exposição da soja à melhor luminosidade e afetar o plantio do milho no início do ano que vem. “A gente sempre espera que dê certo, mas o adiamento pode atrasar a segunda safra. Até 10 de março precisamos plantar o milho, mas é preciso que a soja cumpra o ciclo”, afirma o presidente da Comissão de Grãos da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Rodrigo Erval.
Gado
No caso da produção de gado de corte, os impactos mais fortes têm sido sentidos no Norte de Minas, que vem acumulando perdas em mais de seis anos de seca na região. No período, a redução da área de pastagem na região chega a cerca de 70% (mais de 500 mil hectares). Já o rebanho encolheu de 3,5 milhões de cabeças para 1,4 milhão, afirma Ricardo Alta, do Sindicato Rural de Montes Claros. “Havia dois grandes frigoríficos na cidade, cada um com cerca de mil abates por dia. Hoje resta um, com 300 a 400 abates”, diz Ricardo.
Já em Jaíba, que possui o maior projeto de irrigação da América Latina, a baixa vazão do rio São Francisco fez com que a captação de água fosse suspensa das 7h das quartas-feiras às 7h de quinta, todas as semanas. “O receio do produtor é que esse racionamento aumente. Hoje, já impacta culturas como cebola, abóbora, tomate e pimentão”, diz o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Jaíba, Dalton Lode.
Plantio de grãos depende de 100 milímetros de chuva
O veredicto dos produtores e especialistas é o de que seja preciso cerca de 100 milímetros de chuva até novembro para assegurar a melhoria da situação – principalmente no caso dos plantios de grãos e do café.
Luís Ladeia, do Instituto Nacional de Meteorologia, lembra que o período que atravessamos é tradicionalmente de falta de chuvas, mas que este ano tem sido anômalo, já que mesmo nos meses de estiagem sempre houve pequenos índices de precipitação, o que não aconteceu em 2017. Ladeia é otimista e afirma que as projeções são de chuva dentro da média para o verão.
“Há mudanças na atmosfera e já temos previsão de chuvas no Triângulo, Sul de Minas e Belo Horizonte neste fim de semana, mas elas só se tornam mais frequentes na segunda semana de outubro. E os modelos ainda indicam um verão dentro da média” , afirma o meteorologista.
O economista da Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio), Guilherme Almeida, aponta que as variações climáticas que podem afetar a produção agrícola fazem com que o setor nem sempre possa ser considerado em momentos de retomada econômica. Ainda que o agronegócio tenha sido fundamental no crescimento do país no primeiro semestre.
“Colocar o peso somente no setor para retomada dos postos de trabalho é arriscado. Mas temos observado crescimento em outras áreas, neste semestre, como serviços e indústria de transformação, com a volta da confiança”, diz.
O economista descarta a possibilidade de um eventual prolongamento da seca afetar a inflação no início de 2018. “O atual patamar da inflação está muito baixo, em decorrência inclusive do preço baixo dos alimentos. Aumentos pontuais podem ser sentidos devido às questões climáticas, mas nada que gere pressão inflacionária. No passado, quando impactaram a inflação, havia outros reajustes, como energia e combustível”, diz.

Falta de água reduz em 80% produção da Kinross, em Paracatu
A atividade extrativa em Minas Gerais também sofre o impacto da escassez de chuvas. Fontes do mercado apontam que a mineradora Kinross Gold Corporation, que opera em Paracatu, na região Noroeste do Estado, teve uma redução de 80% de sua produção e metade do seu quadro de funcionários está em férias coletivas.
A companhia canadense, por meio de nota, declarou que apesar das diversas medidas adotas para otimizar o consumo de água, devido à seca constante, teve que diminuir as atividades a partir de julho e confirmou a redução da produção no terceiro trimestre deste ano em relação a um período normal. Quanto ao quadro de funcionários, a Kinross apenas informou que está trabalhando “para evitar demissões por conta dessa redução pontual da operação”.
Para o diretor de Assuntos Ambientais do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo Mancin, o gerenciamento de recursos hídricos está entre os grandes desafios do setor para os próximos anos, já que a água é um elemento caro de ser obtido.
“Quando você tem que praticamente paralisar uma operação do tamanho da Kinross, a maior produtora de ouro no pais, é preocupante”, afirma Mancin.
Além da mineração, outras indústrias do Estado também estão tendo dificuldades devido à falta de chuvas. Assim como na região Noroeste, as empresas do Norte e Vale do Rio Doce têm enfrentado problemas de abastecimento, provocando redução de até 60% na produção.
“A indústria de alimentação tem sofrido bastante, principalmente as que usam água para higienização, como fábricas de laticínios e abatedouros”, diz o gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Wagner Soares.
Algumas empresas dessas regiões estão impedidas de captar água em determinados dias da semana, enquanto as que não podem prescindir do recurso por um dia tiveram que reduzir o volume utilizado diariamente.
Soares explica que a Fiemg tem um programa para sensibilizar as fábricas para que adotem programas de contingenciamento e evitem essas situações de restrição na produção.



TROCA DE ACUSAÇÕES E AMEÇAS ENTRE OS ESTADOS UNIDOS E A COREIA DO NORTE



Nós vamos 'consertar a bagunça' da Coreia do Norte, diz Trump

Estadão Conteúdo








Porém, o presidente descartou o uso de forças militares no país 'rival'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta terça-feira (26) que o país e seus aliados no Ocidente vão ajudar a "consertar a bagunça" que se tornou a Coreia do Norte, mas negou que tenha planos militares para resolver a situação.

"Uma intervenção militar não é primeira opção para Coreia do Norte. Isso poderia devastar o país", disse o presidente americano, ao lado do primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, nos jardins da Casa Branca.

Rajoy também reforçou o tom pacífico e disse que a Espanha não "tem interesse que haja guerra em qualquer país do mundo".

Trump disse a Rajou que os países que eles lideram enfrentam inimigos em comum, que seriam além da Coreia do Norte a Venezuela.

O presidente americano elogiou ainda a decisão da China de restringir o suprimento de petróleo e o acesso da Coreia do Norte ao mercado bancário.

Coreia do Norte mobiliza aviões após o envio de bombardeiros dos EUA, diz Seul

 

Agência Brasil








O tempo das operações dos EUA pôde ser ter sido o motivo pelo qual os radares não devem ter funcionado adequadamente diante de problemas de fornecimento elétrico na Coreia do Norte,

A Coreia do Norte mobilizou aviões e reforçado as defesas em sua costa Leste depois que os Estados Unidos enviaram, no último final de semana, para essa região, caças e bombardeiros, segundo uma fonte da Inteligência da Coreia do Sul citada pela agência de notícias "Yonhap". A informação é da Agência EFE.
Um porta-voz do Serviço Nacional de Inteligência (NIS, sigla em inglês) explicou à Agência EFE que esta informação, que aparentemente foi transmitida a um comitê parlamentar por um membro dos serviços de espionagem, "não pode ser confirmada por enquanto".
A operação das aeronaves americanas, que segundo o Pentágono é a que mais se aproximou do território norte-coreano até o momento neste século, foi realizada aparentemente em torno da meia-noite de sábado (23).
Os serviços de inteligência explicaram que o Exército norte-coreano aparentemente foi incapaz de detectar o voo dos B-1B e F-15 perto da sua costa por um possível erro no seu sistema de radares, declarou à "Yonhap", o presidente do comitê parlamentar, Lee Cheol-woo.
O tempo das operações dos EUA pôde ser ter sido o motivo pelo qual os radares não devem ter funcionado adequadamente diante de problemas de fornecimento elétrico na Coreia do Norte, acrescentou o NIS.
Acredita-se que o Exército norte-coreano possui um sistema de alarme precoce para possíveis intrusões aéreas com uma categoria de detecção de até 600 quilômetros.
O envio de bombardeiros americanos para a região da costa Leste da Coreia do Norte, aconteceu depois que os líderes dos dois países, Donald Trump e Kim Jong-un, persistiram nas trocas de provocações, algo que, juntamente aos seguidos testes de armas de Pyongyang disparou a tensão na península coreana.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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