Nós vamos
'consertar a bagunça' da Coreia do Norte, diz Trump
Estadão Conteúdo
Porém, o presidente
descartou o uso de forças militares no país 'rival'
O presidente dos
Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde desta terça-feira (26) que
o país e seus aliados no Ocidente vão ajudar a "consertar a bagunça"
que se tornou a Coreia do Norte, mas negou que tenha planos militares para
resolver a situação.
"Uma intervenção militar não é primeira opção para Coreia do Norte. Isso poderia devastar o país", disse o presidente americano, ao lado do primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, nos jardins da Casa Branca.
Rajoy também reforçou o tom pacífico e disse que a Espanha não "tem interesse que haja guerra em qualquer país do mundo".
Trump disse a Rajou que os países que eles lideram enfrentam inimigos em comum, que seriam além da Coreia do Norte a Venezuela.
O presidente americano elogiou ainda a decisão da China de restringir o suprimento de petróleo e o acesso da Coreia do Norte ao mercado bancário.
"Uma intervenção militar não é primeira opção para Coreia do Norte. Isso poderia devastar o país", disse o presidente americano, ao lado do primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, nos jardins da Casa Branca.
Rajoy também reforçou o tom pacífico e disse que a Espanha não "tem interesse que haja guerra em qualquer país do mundo".
Trump disse a Rajou que os países que eles lideram enfrentam inimigos em comum, que seriam além da Coreia do Norte a Venezuela.
O presidente americano elogiou ainda a decisão da China de restringir o suprimento de petróleo e o acesso da Coreia do Norte ao mercado bancário.
Coreia do Norte mobiliza aviões após o envio de bombardeiros dos EUA, diz Seul
Agência Brasil
O tempo das operações dos EUA
pôde ser ter sido o motivo pelo qual os radares não devem ter funcionado
adequadamente diante de problemas de fornecimento elétrico na Coreia do Norte,
A Coreia do Norte
mobilizou aviões e reforçado as defesas em sua costa Leste depois que os
Estados Unidos enviaram, no último final de semana, para essa região, caças e
bombardeiros, segundo uma fonte da Inteligência da Coreia do Sul citada pela
agência de notícias "Yonhap". A informação é da Agência EFE.
Um porta-voz do Serviço
Nacional de Inteligência (NIS, sigla em inglês) explicou à Agência EFE que esta
informação, que aparentemente foi transmitida a um comitê parlamentar por um
membro dos serviços de espionagem, "não pode ser confirmada por
enquanto".
A operação das aeronaves
americanas, que segundo o Pentágono é a que mais se aproximou do território
norte-coreano até o momento neste século, foi realizada aparentemente em torno
da meia-noite de sábado (23).
Os serviços de
inteligência explicaram que o Exército norte-coreano aparentemente foi incapaz
de detectar o voo dos B-1B e F-15 perto da sua costa por um possível erro no
seu sistema de radares, declarou à "Yonhap", o presidente do comitê
parlamentar, Lee Cheol-woo.
O tempo das operações dos
EUA pôde ser ter sido o motivo pelo qual os radares não devem ter funcionado
adequadamente diante de problemas de fornecimento elétrico na Coreia do Norte,
acrescentou o NIS.
Acredita-se que o
Exército norte-coreano possui um sistema de alarme precoce para possíveis
intrusões aéreas com uma categoria de detecção de até 600 quilômetros.
O envio de bombardeiros
americanos para a região da costa Leste da Coreia do Norte, aconteceu depois
que os líderes dos dois países, Donald Trump e Kim Jong-un, persistiram nas
trocas de provocações, algo que, juntamente aos seguidos testes de armas de
Pyongyang disparou a tensão na península coreana.


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