terça-feira, 11 de julho de 2017

SÍRIA IGNORA CESSAR FOGO



Assad ignora trégua negociada por EUA e Rússia e ataca sul da Síria

Estadão Conteúdo









O presidente da Síria ignorou a trégua negociada pelos Estados Unidos e pela Rússia na semana passada e realizou um ataque no sul do país

O regime do presidente da Síria, Bashar al-Assad, ignorou a trégua negociada pelos Estados Unidos e pela Rússia na semana passada e realizou um ataque no sul do país, de acordo com o Observatório Sírio pelos Direitos Humanos. A entidade afirmou que entre as violações documentadas está o lançamento de três foguetes na região de Tarik Al-Sad e Daraa Al-Balad, na cidade de Daraa.

O observatório também documentou um ataque com foguetes na cidade de Saia no domingo, bem como uma troca de disparos entre facções rebeldes e forças do regime na cidade de Al-Naima. Apesar disso, o enviado especial da Organização das Nações Unidas para as negociações de paz da Síria, Staffan de Mistura, afirmou que o cessar-fogo fechado entre Washington e Moscou é em geral respeitado, apesar de alguns "problemas". Segundo ele, as conversas entre governo e oposição podem contribuir positivamente para isso.

Uma nova rodada de conversas indiretas começou nesta segunda-feira, a sétima até agora entre representantes do governo sírio e líderes da oposição. A Síria enfrenta uma guerra civil há seis anos. De Mistura disse em Genebra que não espera nenhuma ruptura no diálogo, mas "apenas desenvolvimentos incrementais".

As negociações do cessar-fogo na semana passada envolveram não só os EUA e a Rússia, mas também a Jordânia. A trégua negociada abrange três províncias no sul da Síria. O enviado da ONU se disse contrário a algum eventual acordo que leve à divisão do país, dizendo que essa pode ser apenas uma medida temporária, até que um acordo de paz seja fechado.

As conversas em Genebra devem se prolongar ao longo da semana. A oposição síria busca uma transição política em Damasco, enquanto o governo de Assad insiste que as conversas priorizem "a guerra ao terror".

Enquanto isso, as forças do governo sírio retomaram o campo de gás al-Hail, no centro da Síria, que estava sob poder de militantes do Estado Islâmico, informou o Exército local. O governo e seus aliados do Irã têm avançado sobre a província de Homs para garantir recursos vitais perdidos nos confrontos. O ministro do Petróleo e dos Recursos Minerais, Ali Ghanem, disse que a Síria produzia 10 milhões de metros cúbicos de gás ao dia - cerca da metade da produção de 21 milhões de metros cúbicos ao dia de antes da guerra.

OS ESTADOS UNIDOS INVESTIGA QUEDA DE AVIÃO MILITAR



Queda de avião militar nos EUA mata ao menos 16 pessoas

Estadão Conteúdo






/

                                                                                                                                             

A queda de um avião militar na área rural do Estado do Mississippi, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira, 10, matou ao menos 16 pessoas que estavam a bordo, segundo autoridades locais. Destroços de um KC-130 do Corpo de Fuzileiros Navais se espalharam por uma grande área no condado de Leflore, no delta do Rio Mississippi.

Uma porta-voz dos Fuzileiros Navais confirmou um "incidente" com a aeronave, mas não forneceu detalhes. O KC-130 é utilizado para abastecer outros aviões durante o voo.

Uma explosão no ar foi observada por moradores locais pouco antes das 16 horas, no horário local. Testemunhas dizem que, após o barulho, o avião desceu em espiral, soltando fumaça de um motor. A área que concentrou os destroços do avião, um campo de soja, pegou fogo.

O GOVERNO ESPERA APROVAÇÃO DA REFORMA TRABALHISTA HOJE PELO SENADO



Senado deve concluir hoje votação da reforma trabalhista

Agência Brasil








Na última semana de trabalho antes do recesso parlamentar, que começa na semana que vem, o governo, terá uma prova de fogo nesta terça-feira (11). É que o Senado espera concluir hoje a votação da reforma trabalhista – PLC 38/2017.
A expectativa é de um placar bastante apertado. Para aprovar o texto são necessários, pelo menos, 41 votos dos 81 senadores. Em meio à análise pelos deputados da denúncia contra o presidente Michel Temer por crime de corrupção passiva, apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, já disse que a votação estará na pauta do dia, independentemente do que acontecer na Câmara.
Próximos passos
Oliveira já deu por encerrada as discussões da matéria no plenário na última quinta-feira (6), portanto, na sessão deliberativa de hoje, marcada para as 11h, os líderes de partidos e de blocos partidários poderão apenas orientar suas bancadas para aprovar ou rejeitar o projeto. Não haverá discursos de senadores que não são líderes. Em seguida, a votação será feita nominalmente com divulgação do resultado no painel eletrônico.Se aprovado o texto principal, os senadores vão analisar as emendas apresentas em plenário. As que receberam parecer contrário deverão ser votadas em globo, ou seja, todas juntas de uma vez e, provavelmente, em votação simbólica. Todas têm parecer pela rejeição. Depois é a vez das emendas destacadas seguirem para votação em separado pelos partidos ou blocos partidários. A votação de cada destaque também poderá ser encaminhada pelas lideranças.
Caso os senadores confirmem o texto sem mudanças, o projeto seguirá para sanção presidencial no dia seguinte. Se reprovado, o texto é arquivado.
A proposta
A proposição a ser analisada prevê, além da supremacia do negociado sobre o legislado, o fim da assistência obrigatória do sindicato na extinção e na homologação do contrato de trabalho. Além disso, extingue a contribuição sindical obrigatória de um dia de salário dos trabalhadores.
Há também mudanças nas férias, que poderão ser parceladas em até três vezes no ano e regras para o trabalho remoto, também conhecido como home office. Para o patrão que não registrar o empregado, a multa foi elevada e pode chegar a R$ 3 mil. Atualmente, a multa é de um salário-mínimo regional.
Vetos
Para acelerar a tramitação da proposta todas as 864 emendas apresentadas pelos senadores foram rejeitadas nas comissões de Assuntos Econômicos, Assuntos Sociais e de Constituição e Justiça. Em seus pareceres o senador Ricardo Ferraço, que relatou a matéria nas duas primeiras comissões, ressaltou o acordo firmado com o presidente Michel Temer para que ele vete seis pontos polêmicos da reforma inseridos pelos deputados para que os temas sejam reapresentados via medida provisória ou projeto de lei.
Um desses pontos é o que aborda o trabalho da gestante e da lactante em ambiente insalubre. O texto prevê que a trabalhadora gestante deverá ser afastada automaticamente, durante toda a gestação, apenas das atividades consideradas insalubres em grau máximo. Para atividades insalubres de graus médio ou mínimo, a trabalhadora só será afastada a pedido médico.
Em relação ao trabalho intermitente, o relator recomenda veto aos dispositivos que regulamentam a prática. Neste tipo de trabalho, são alternados períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador. Segundo ele, o melhor seria regulamentar por medida provisória, estabelecendo os setores em que a modalidade pode ocorrer.

COLUNA ESPLANADA DO DIA 11/07/2017



Cada um por si
Coluna Esplanada – Leandro Mazzini







O presidente Michel Temer espera um relatório do deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) a favor da denúncia do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Em reunião ontem no fim do dia no Palácio da Alvorada, com os generais da sua ‘tropa de elite’ no Congresso, o clima foi um misto de apreensão e otimismo, em parte. Temer pode ter revezes na CCJ, mas ainda tem a maioria no plenário da Câmara para barrar a denúncia. A preocupação é a onda que cresce, até no PMDB e em partidas da base, pela opção Rodrigo Maia no Poder.
Bem-vindos, mas..
Os aliados tiveram de desligar os celulares e deixar no hall de entrada do Palácio.

Salvando a pele
O monitoramento na CCJ indica que a comissão já está rachada, e com a pressão da mídia, não se poderá esperar que indecisos o salvem. Na comissão e no plenário.

Tango do Poder
Uma lista de passageiros (de jatos e voos comerciais) para o Aeroparque de Buenos Aires pode indicar que Rodrigo Maia não foi o único brasileiro ilustre em solo portenho.

Até no bar
O cliente que gritar “Fora, Temer!” no Rock Bar em Goiânia ganha 20% de desconto na cerveja. Há uma semana a lotação é certa, com fila na rua, revelou o Brasil Econômico

Efeito Naya
As provas contra Temer são fortes. E no plenário, com a cara na TV, o mais fiel aliado balança. A literatura política de Brasília já guilhotinou Sérgio Naya. O então deputado federal estava convicto de sua permanência e a maioria lhe cassou no fim dos anos 90. Foi derrubado por aliados que moravam em seus hotéis e viajavam em seus jatinhos.

‘Transparência’ 
A assessoria da Caixa anda nervosa. Negou enviar à Coluna os dados dos patrocínios do banco a eventos, feiras e afins dos últimos dois anos. Mês passado, bancou com R$ 90 mil seminário de faculdade ligada ao ministro Gilmar Mendes (STF).

Do campo
A turma da aviação agrícola vai ser reunir numa feira em Canela (RS). É um setor que não tem turbulência na estagnação. O Brasil ainda é um país de commodities agrícolas.
Fogo no ninho
O clima de acirramento e indecisão no PSDB contaminou os mais novos. Em carta de 14 linhas, o presidente da Juventude Nacional, Henrique Palermo, renunciou ao cargo.

Governo do DEM?
Fechado com o presidente da Câmara, o PSDB se prepara para confirmar essa semana, após a votação da reforma trabalhista, o desembarque oficial do Governo. Os palacianos se debruçam sobre nomes da base para substituir os três ministros tucanos.

Na esteira 
O PSD e o PR também já estão com os discursos e cartas de desembarque do Governo. Mas o acordo em costura com Rodrigo Maia mantém Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia & Comunicações) e Maurício Quintella (Transportes). </CW>

Silêncio na cozinha
O PT está eufórico, mas também reclama, e com razão. “Cadê o povo das panelas? Governo Temer está cada dia mais afundando em corrupção e não escutamos nenhuma panela”, ressalta o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP).

Crowdfunding
Escanteada em Porto Alegre, Dilma Rousseff foi uma das 708 pessoas que colaboraram para a produção do documentário sobre o economista Paul Singer, fundador do PT e chamado de “pai da economia solidária”. Até ontem, arrecadaram R$ 115.883,00

Memória
A meta é chegar a R$ 130.000 até quinta. Em 2006, Singer resumiu o debacle do PT: “Houve deslumbre, desbunde e descontrole”. Não se sabe se usarão isso no filme.

Ponto Final
“Diante do amplo acervo de provas e das outras investigações, a sociedade não aceita a autoproclamada ‘inocência cristalina’ de Temer”. Da ex-ministra Marina Silva (Rede-AC), que desc
eu do muro.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...