quarta-feira, 21 de junho de 2017

DEPOIMENTO DE UM PROFESSOR DE UMA ESCOLA SECUNDÁRIA




O QUE VI DA ESCOLA E DA SALA DE AULA





REALIZAÇÕES PESSOAIS:

.    COORDENEI E PARTICIPEI DE 2 FEIRAS DE CIÊNCIAS DE EXPRESSÃO NA CIDADE DE IPATINGA-MG OBTENDO 8º E 3º LUGARES);
       COORDENEI E PARTICIPEI DA 7ª FEBRACE/USP EM SÃO PAULO NO ANO DE 2007;
       COORDENEI E PARTICIPEI DO GRUPO DO GDP-FÊNIX DE 2008 A 2012 E ADMINISTREI O BLOG DESSE GDP NESSE PERÍODO;
          FUI UM DOS ORGANIZADORES DE 4 FETEC (FEIRA TÉCNICA E CULTURAL) DA EE. DONA CANUTA ROSA DE OLIVEIRA – IPATINGA – MG);
          COORDENEI E PARTICIPEI DE AMOSTRAS DE EXPERIMENTOS E TEATRO NO AMBIENTE ESCOLAR;
          SONHEI MUITO COM UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E DE PROVEITO PARA OS  ALUNOS;
·          ESFORÇEI-ME MUITO PARA APRENDER E PRODUZIR ALGO DE ÚTIL;
          PARTICIPEI  DO CRV/SEE/MG COM PROJETOS, AULA PRÁTICA E ROTEIROS DE ATIVIDADES;
          ELABOREI APOSTILHAS DE FÍSICA PARA 1º, 2º E 3º ANOS.

COMENTÁRIO:
Esse meu período fértil dentro da escola só foi possível com o apoio de uma diretora sensacional como a professora MARIA HELENA GONÇALVES, depois que ela deixou o cargo, pouca coisa foi realizada.

FRACASSO ESCOLAR: CULPA DO ALUNO OU DO PROFESSOR?

       ALUNO REPETE ANO POR NÃO QUERER ESTUDAR;
       ALUNO PASSA DE ANO SEM ESTUDAR AJUDADO PELO PROFESSOR;
       PROFESSOR MAL PREPARADO NAS FACULDADES  FICA HABILITADO A DAR AULAS NO ESTADO ASSIM QUE SE FORMA;
       FACILIDADES PARA APROVAR ALUNOS NOS ESTUDOS ORIENTADOS (DEPENDÊNCIA);
       A DIREÇÃO DA ESCOLA ORIENTA OS PROFESSORES PARA EVITAREM REPROVAÇÕES;
       CBC (CURRÍCULO BÁSICO COMUM) É MAL APLICADO OU VISTO POR CIMA;
       PROFESSOR NÃO É FISCALIZADO NAS SUAS AULAS, ENSINA O QUER;
       SUPERINTENDÊNCIAS DE ENSINO NÃO PRIORIZAM O PEDAGÓGICO, POUCA FISCALIZAÇÃO DOS PROFESSORES;
       ALUNOS NÃO ESTÃO PREPARADOS PARA FAZEREM AS AVALIAÇÕES DO PROALFA, PROEB, PAAE, BRASIL, ENEM E OLIMPÍADAS. O ENSINO NÃO PRIORIZA ESTAS AVALIAÇÕES.

PARA O SUCESSO ESCOLAR:

       OBRIGAR OS PROFESSORES CONTRATADOS A FAZEREM PROVAS ESCRITA E ORAL UMA VEZ POR ANO. SÓ VÃO PODER DAR AULAS SE FOREM APROVADOS NOS TESTES.
       FORMAR COMISSÕES DE AVALIAÇÕES DOS PROFESSORES CONTRATADOS NAS SUPERINTENDÊNCIAS, COM PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES APOSENTADOS;
       APLICAR TESTES OBRIGATÓRIOS NOS PROFESSORES EFETIVOS DE 2 EM 2 ANOS COBRANDO INCLUSIVE CONHECIMENTOS DE INFORMÁTICA.
       OBRIGAR OS PROFESSORES DAS ÁREAS A SE REUNIREM SOB COORDENAÇÃO DE UM PROFESSOR MAIS EXPERIENTE QUE DEVE ORIENTAR OS DEMAIS, PARA DISCUTIREM SEUS PROBLEMAS;
       APERFEIÇOAR OS PLANEJAMENTOS ESCOLARES COM MAIS DETALHES POR BIMESTRE E POR AULAS E ATUALIZÁ-LOS PERIODICAMENTE.
       AS PEDAGOGAS DEVEM PRIORIZAR O PEDAGÓGICO E FISCALIZAR O PLANEJADO.
       OBRIGAR AS ESCOLAS A INSTALAREM EM CADA SALA DE AULA UM COMPUTADOR, UM PROJETOR DE IMAGENS  FIXO E UMA TELA,  PARA OS PROFESSORES DAREM AULAS DIFERENTES E ATUALIZADAS PELA INTERNET;
       OBRIGAR OS PROFESSORES A SE ATUALIZAREM COM AS TÉCNICAS DE INFORMÁTICA;
       AS DISCIPLINAS DE EXATAS DEVEM TER NO MÍNIMO 03 AULAS SEMANAIS, POR CLASSE, SENDO: UMA TEÓRICA, UMA DE PRÁTICA DE LABORATÓRIO E UMA UTILIZANDO A INFORMÁTICA.


DIAGNÓSTICO DOS PROBLEMAS EDUCACIONAIS:

       QUE PROBLEMAS ENTRAVAM HOJE O DESENVOLVIMENTO DAS NOSSAS ESCOLAS, DOS NOSSOS PROJETOS EDUCATIVOS, DAS APRENDIZAGENS DOS NOSSOS ALUNOS, DA IMPLICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DOS NOSSOS PROFESSORES, DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS E DIRETORES DE ESCOLA?
       FALTA DE REUNIÕES DE PROFESSORES POR ÁREA DE ENSINO E COBRANÇA DO QUE ESTÁ SENDO REALIZADO;
       EVASÃO, SOBRETUDO NO PERÍODO NOTURNO, EM QUE OS ALUNOS “MATAM” MUITAS AULAS E EXIGEM APROVAÇÃO;
       FALTA DE PROFISSIONALISMO E DE RESPONSABILIDADE PEDAGÓGICA (PRIORIZA-SE A ADMINISTRAÇÃO E DEIXA DE LADO O PEDAGÓGICO);
       PROFESSORES DESMOTIVADOS E POUCO COMPROMETIDOS;
       NECESSIDADE DE MUDAR A CONCEPÇÃO DE APRENDIZADO;
       FALTA DE OBJETIVOS MAIS CLAROS E COMUNS A TODOS. ENSINAR PARA QUE? PARA ONDE VAMOS? QUE RUMO A SEGUIR? QUE MÉTODOS? QUE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS?
       EXISTÊNCIA DE VÁRIAS “ESCOLAS” DENTRO DA ESCOLA, CADA UM AGE DA SUA MANEIRA E FORMA, FALTA PADRONIZAÇÃO DO ENSINO.
       A ESCOLA PRECISA TER BEM CLARO, QUAIS SÃO AS SUAS METAS, OBJETIVOS E INTENÇÕES;
       BAIXO RENDIMENTO DOS ALUNOS NA ESCOLA DEVIDO A POUCA COBRANÇA.  
 

BULLING CONTRA O PROFESSOR  NA ESCOLA

·         NÃO FIQUEM ASSUSTADOS COM ESSA AFIRMAÇÃO, POIS, É A PURA VERDADE, EXISTE O BULLING DO DIRETOR DA ESCOLA CONTRA O PROFESSOR.
·         É UMA PERSEGUIÇÃO VELADA DO DIRETOR CONTRA O PROFESSOR POR INVEJA, NO FUNDO O DIRETOR ADMIRA O PROFESSOR, MAS, PERANTE OS ALUNOS ELE O DESPREZA, FALA MAL E INCITA OS ALUNOS CONTRA O MESMO.
·         O DIRETOR ALERTA O PROFESSOR PARA NÃO PEGAR AS AULAS DE DETERMINADO TURNO ALEGANDO QUE OS ALUNOS NÃO GOSTAM DELE.
·         SE O PROFESSOR PEGA AS AULAS É PERSEGUIDO PELOS ALUNOS, NÃO VALORIZAM AS SUAS AULAS, MUITAS FALTAS E CONVERSAS NA SALA DE AULA E NÃO FAZEM AS AVALIAÇÕES, TUDO ISSO, A MANDO DO DIRETOR.
·         POR FIM, ACONTECEU COMIGO, FALTANDO UM MÊS PARA A MINHA APOSENTADORIA NA ESCOLA, DANDO AULAS NOTURNAS PARA UMA DETERMINADA TURMA, UM ALUNO ME DISSE: “É PROFESSOR, VOCÊ ESTÁ DE AVISO PRÉVIO” -  TUDO ISSO A MANDO DO DIRETOR.


ELABORADO POR:
MOYSÉS PERUHYPE CARLECH
IPATINGA – MG
E-mail: wmlespaco@hotmail.com
Fones: (31) 98643-6579 / (31) 99305-2591 / (31) 3827-2297

ONU ALERTA SOBRE ONDAS INTENSAS DE CALOR NA EUROPA E ÁSIA



ONU prevê novas ondas de calor e temperaturas recordes em 2017

Agência Brasil











A agência especializada da ONU alerta para novas ondas intensas de calor este ano na Europa, que podem fomentar incêndios, como o ocorrido recentemente em Portugal

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência especializada das Nações Unidas para tempo e clima, advertiu nesta terça-feira (20) que espera novas ondas intensas de calor este ano tanto na Europa como na Ásia, e disse que 2017 será um ano "excepcionalmente quente".
"Haverá mais ondas de calor neste verão, não só na Europa como em outras partes do mundo", afirmou em uma coletiva de imprensa o cientista Omar Baddour, da OMM. Segundo ele, atualmente a Europa vive uma onda de calor que, embora seja um fenômeno meteorológico "natural", é considerado um "evento extremo".
"As ondas de calor são fenômenos naturais, considerados extremos, mas que nos últimos dez anos têm sido muito recorrentes por causa do aquecimento global. É preciso estarmos preparados para que estes fenômenos sejam cada vez mais comuns", afirmou.
Por conta da onda de calor que está afetando o continente europeu, maio e junho estão sendo meses com temperaturas muito elevadas. No caso, as segundas mais altas já registradas no continente, abaixo apenas das registradas em 2016, quando houve uma junção do aquecimento global com o fenômeno El Niño, que provoca o aumento das temperaturas.
"É necessário destacar que, este ano, não temos e nem teremos o fenômeno El Niño, o que destaca ainda mais as altas temperaturas deste ano ", disse Baddour. Ele aifrmou que a OMM não pode prever quando ocorrerão as ondas de calor, porque a previsão do tempo é para 15 dias.
"Mas, sabendo que o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, agência da ONU que visa sintetizar e divulgar o conhecimento mais avançado sobre o aquecimento global) aponta que as temperaturas planetárias seguirão crescendo, podemos predizer que haverá novas ondas de calor neste verão, e que este ano será excepcionalmente quente", acrescentou o especialista.
A atual onda de calor está fazendo com que as temperaturas sejam até 6 graus mais altas que a média. A origem da atual onda de calor europeia é o ar proveniente do deserto do Saara, que entra na Península Ibérica e dali segue para a Europa ocidental até os Balcãs.

PREMIER BRITÂNICA BUSCA APOIO NO PARLAMENTO COM O BREXIT



Premier britânica se refugia no Brexit para tentar obter apoio do Parlamento

AFP









Primeira-ministra Theresa May

Em um Reino Unido abalado por uma sucessão de tragédias, a primeira-ministra britânica Theresa May apresentou nesta quarta-feira ao Parlamento seu programa de governo, centrado nas leis para desvincular o país da União Europeia (UE).
A rainha Elizabeth II fez a tradicional leitura do discurso diante das duas Câmaras, um texto preparado pelo governo para apresentar os principais objetivos do próximo ano, que depois deve ser aprovado por um Parlamento em que os conservadores dispõem de 317 dos 650 deputados, menos da metade.
"A prioridade de meu governo é conseguir o melhor acordo possível para quando o país abandonar a União Europeia", afirmou a rainha, que estava acompanhada pelo filho Charles, e não por seu marido, o príncipe Philip, hospitalizado na véspera por uma infecção. O governo de May "tentará conseguir o maior consenso possível sobre o futuro do país fora da UE", leu a monarca.
Além das leis para a saída da UE esboçadas por May, o discurso não fez qualquer menção à visita de Estado do presidente americano Donald Trump, prevista inicialmente para o fim do ano, o que foi interpretado como um sinal de adiamento da viagem. Ao mesmo tempo, a rainha confirmou a visita dos reis da Espanha, Felipe VI e Letizia, entre 12 e 14 de julho.
Renúncia ao programa eleitoral
O discurso deixou de lado alguns dos pontos mais polêmicos do programa eleitoral com o qual May disputou as eleições legislativas de 8 de junho, como o projeto para que os idosos ou suas famílias contribuam ao pagamento pelo tratamento com todo seu patrimônio até que restem 100.000 libras ou a reinstauração da caça à raposa.
Pela primeira vez em muitas décadas, um chefe de Governo compareceu ao discurso da rainha sem contar com o apoio da maioria dos deputados.
O jornal The Times comparou o novo governo a um "zumbi", que nem sequer tem forças para "arbitrar as divergências entre seus ministros". "Downing Street é um vazio", decretou a publicação conservadora.
As leis para a separação da UE, cujo texto será apresentado posteriormente, incluirão uma que abolirá a de 1972 que incorporou a legislação europeia ao direito britânico, além de outras sobre a Alfândega, imigração, pesca, comércio e agricultura.
Quatro atentados em três meses, com 35 mortos, e o incêndio devastador de um prédio de apartamentos que provocou pelo menos 79 vítimas fatais provocaram a indignação de boa parte da população.
A sessão de abertura do novo Parlamento acontece com vários protestos convocados, sob o lema "Um dia de raiva". A expectativa é que em 29 de junho, após vários dias de debates, as duas Câmaras do Parlamento - a dos Comuns e a dos Lordes - votem sobre o discurso da rainha, o que dará uma ideia da força de May, coincidindo com o início das negociações do Brexit.
Moção de censura
Não há nada escrito sobre o procedimento a seguir caso a oposição consiga introduzir uma emenda ao discurso da rainha, mas nas atuais circunstâncias isto seria interpretado como uma moção de censura que poderia resultar em novas eleições.
A primeira-ministra antecipou as eleições, previstas inicialmente apenas para 2020, para o dia 8 de junho, alegando que precisava fortalecer sua maioria absoluta para negociar com Bruxelas, mas perdeu a aposta e ficou em desvantagem no Parlamento.
Se a próxima legislatura - que supervisionará a saída da UE e terá que mudar milhares de leis - já seria um grande desafio com um governo forte, parece quase impossível de administrar com um governo frágil.
O discurso desta quarta-feira aconteceu sem que May tenha conseguido sequer um acordo com o pequeno Partido Unionista Democrático (DUP), para que os 10 deputados da formação da Irlanda do Norte apoiem os conservadores, o que significaria a maioria absoluta perdida em 8 de junho.
Uma fonte do DUP advertiu na terça-feira que o apoio do partido não pode ser considerado certo.
O acordo "não é certamente iminente", disse a fonte, porque as negociações "não aconteceram como o DUP esperava". De acordo com a imprensa, o partido unionista e ultraconservador não está feliz com o desprezo de alguns deputados de May a respeito de algumas de suas posições.
"Os conservadores sofrem tamanho desajuste que deveriam ficar de lado e permitir aos trabalhistas formar um governo de minoria", disse John McDonnell, secretário de Finanças do Partido Trabalhista e braço direito do líder da oposição, Jeremy Corbyn.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...