terça-feira, 7 de julho de 2015

PROBLEMAS DA CONTA DE LUZ



Conta de luz aumenta 74,66% em 2015


Com os aumentos já aplicados este ano, mais o índice da revisão tarifária divulgado no dia 30 de junho, o efeito médio acumulado a ser percebido pelo cliente residencial chega a 74,66%, a partir da próxima conta, se comparado com o que era pago em dezembro de 2014.

A revisão tarifária acontece em média a cada quatro anos para todas as distribuidoras de energia do Brasil. O sistema hidrelétrico (que utiliza água dos rios), responsável por 70% da energia gerada no país, entrou em colapso. Toda vez que as usinas hidrelétricas ameaçam não dar conta do recado, são acionadas as termelétricas que, para gerar energia, usam carvão, gás natural e combustíveis fósseis, que custam bem mais caro.


Com os aumentos já aplicados este ano, mais o índice da revisão tarifária divulgado no dia 30 de junho, o efeito médio acumulado a ser percebido pelo cliente residencial chega a 74,66%
Foto: AES Eletropaulo

Durante o ano de 2015, para repor os altos custos com a geração de energia devido ao acionamento das usinas termoelétricas, ocorreu a Revisão Tarifária Extraordinária e a criação do sistema de Bandeiras Tarifárias, ambos definidos pela Aneel.  O acionamento das usinas termoelétricas ocorreu por conta da crise hídrica que afetou os reservatórios das geradoras do país. Desde janeiro, a bandeira vermelha, a mais cara, é a que está em vigor.
O acionamento da bandeira (verde, amarela ou vermelha) vigente no mês independe do seu consumo individual. Ela é definida pela Aneel, com base no custo de geração de energia elétrica do país e aplicada para todos os clientes do território nacional.
A situação é grave porque a energia elétrica é um serviço essencial, não dá para ficar sem. Ao mesmo tempo, o consumidor não pode escolher de qual empresa comprar a energia, já que o serviço é fornecido em regime de monopólio natural para os clientes residenciais. Outro fator que contribui para esse problema é a ausência de utilização em massa de energias renováveis no país como a eólica e a solar.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) definiu a nova tarifa da AES Eletropaulo, que entrou em vigor dia 4 de julho. O aumento foi de 15,23% e o efeito médio percebido pelo cliente residencial é de 17,3%, sobre o valor do kW/h (consumo).
“Há dois anos, a Aneel vem autorizando reajustes elevados, o que beira a ilegalidade, já que o Código de Defesa do Consumidor protege os cidadãos de taxas abusivas. O aumento de custos por fatores climáticos é um risco do negócio das empresas de energia, as quais, vale lembrar, são privadas. A Aneel não pode se preocupar só com o equilíbrio econômico-financeiro das companhias e deixar o consumidor vulnerável a sucessivos aumentos, que, na prática, impõem uma barreira ao acesso desse serviço essencial”, afirma Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

COMENTÁRIO:

As Termelétricas existentes, quase todas pertencem à Petrobras que tem petróleo e gás para gerar a energia elétrica considerada de custo dito muito elevado, o que é mentira, pois, para a Petrobras o custo dos combustíveis é irrisório, não havendo motivo para cobrarem um custo abusivo dos consumidores. O governo e a imprensa paga por ele mentem para o povo brasileiro e não dizem a verdade sobre a verdadeira falta de energia ou por que cobram tão caro pela energia produzida. A corrupção, os gastos desnecessários e a falta de planejamento e investimento em usinas e linhas de transmissão são as verdadeiras causas para esses aumentos abusivos que infelizmente recaem sobre todos nós. Nós todos assalariados não estamos suportando tanta ganância do governo.

MANDIOCA NELES



  

Manoel Hygino


Pedro Álvares Cabral inventou o Brasil em 1500 e a presidente do país descobriu a mandioca em 2015, embora a façanha seja antiga. Dela se extrai material para produção de pratos típicos do Nordeste brasileiro, passando a integrar a culinária dos mineiros.

Euclides da Cunha não poderia perder a ensancha tão oportunosa e descreveu, na página 335 de “Os Sertões”: “vivia-se à aventura, de expedientes. De modo próprio, sem a formalidade na emergência disponível, de uma licença qualquer, os soldados principiavam a realizar, isolados ou em pequenos grupos, excursões perigosas pelas cercanias, talando as raras roças de milho e mandioca, que existiam”.

O registro não poderia ser ignorado por Manif Zacharias, em “Lexicologia” de “Os Sertões”, um levantamento das palavras usadas pelo grande escritor, e definiu: “Mandioca, s.f. Planta da família das euforbiáceas (manihot utilíssima), cujos grossos tubérculos radiculares, ricos em amido, são de largo emprego na alimentação; o próprio tubérculo desta planta; aipim, macaxeira”. Mas cuidado, há a mandioca brava, uma variedade cujas raízes são venenosas e citada também em “Os Sertões”: “Alguns morreram envenenados pela mandioca brava e outras raízes, que não conheciam”, como está na página 337.

Em minha terra, como registrou o médico, pesquisador e historiador Hermes de Paula, “o pão não é usado em cem por cento em todos os lares no almoço e no jantar; a farinha de mandioca tem a primazia”. Ou tinha. Os hábitos devem ter mudado, mas se preparar uma paçoca ou farofa sem farinha? E há ainda os biscoitos, em cuja composição entram erva-doce, sal e ovos.

Eduardo Almeida Reis, cronista aplaudido, membro da Academia Mineira de Letras, condena determinado feijão de tropeiro, composto com meio quilo de torresmo, meio de linguiça, dois bifes de lombo grelhados, alho, cebola, quatro ovos, couve e feijão. E farinha evidentemente, como lhe foi servido alhures. Se não matar o comensal à mesa, descreveu ele, decerto matará a companheira no leito. “Morte ao feijão tropeiro, é doravante minha divisa. Se Mestre Hygino permitir...”.

Para Eduardo Frieiro, o trivial da mesa mineira é o mesmo, com pouca variação, nas diversas regiões do Estado, até as proximidades da Bahia, onde os hábitos alimentares se parecem um tanto aos baianos. Não pode faltar a farinha de mandioca, embora a de milho fosse mais comum antigamente.

O juiz Carlos Ottoni relatou como era a alimentação dos canoeiros de Minas, descendo o rio das Velhas até o São Francisco. Homens resistentes, alimentavam-se bem com o seu feijão com farinha e toucinho. Ao meio-dia, exigiam uma parada para a jacuba, que temperavam com farinha, rapadura e limão. Leopoldo Pereira pormenoriza: “No caldeirão onde uma boa porção de gordura de porco já está bem quente, rapa-se um pouco de rapadura e, depois que esta amoleceu pelo calor, junta-se farinha até fazer uma massa como angu. Para os outros, é repugnante este terrível engordurado ‘choriço’, mas o canoeiro o come como delícia e para ele o czar da Rússia pode comer mais caro, mas não tão bem”.

Nada lembra o acendrado patriotismo da presidente.

JOGO QUE NINGUÉM GANHA



  

Márcio Doti


Parece que o povo se cansou desse joguinho de ping-pong. De um lado, o PT e seus aliados que além dos escândalos patrocinam o revés da economia e empurram para o caminho do sofrimento os brasileiros tantos que acreditaram na promessa do diferente, do mais justo, do melhor para os que menos podem. Do outro lado, uma oposição apática, incapaz de reagir ao tenebroso da vida nacional, fábricas mandando operários para casa à espera de um milagre para não ter que demitir, lojas vazias, gente gastando reservas e poupança para compensar os tempos difíceis enquanto espera para ver o que acontece.

De um lado, aqueles 9% de petistas que tentam explicar as dificuldades ao afirmar que os graves problemas nacionais têm 500 anos, e em razão disso, que ninguém venha culpar o PT, que só está no poder há 12 anos. E do outro lado, vozes tímidas que não conseguem sequer mostrar a gravidade do quadro estampado pelo escândalo do século, o escândalo da Petrobrás e quem sabe o que mais pode vir por aí.

O resultado parece muito claro, ele se estampa nas pesquisas, nas medições mais recentes: a primeira delas, feita pelo Instituto Datafolha, e que entre outros dados mostrou que se a eleição fosse hoje e a disputa fosse entre Aécio e Lula, o primeiro teria 35% e o segundo 25%. É essa a diferença entre uma força e outra, entre uma vertente política e outra? Sim, um confronto de vertentes políticas, porque essas consultas de opinião pública, quando nem bem saimos de uma eleição, não servem mais do que para indicar a quantas anda a disposição do cidadão, o que ele está enxergando, o que sente com relação ao momento que vai vivendo.

Talvez queira ele dizer que uma coisa o assusta e a outra o desanima. Por enquanto, não lhe faltam motivos para extravasar nas redes sociais, para fazer piada como alternativa para não chorar. Razões para se animar, mesmo, isso o cidadão não demonstra. Nem para encarar o que está mais próximo, a eleição municipal do próximo ano. Até que em se tratando de indicar nomes, buscar favoritos, é conhecida a tendência do eleitor brasileiro de deixar bem para os momentos próximos da escolha o que não se deve ver como parte de um perfil, mas, provavelmente, como um estado de ânimo há muito prejudicado ou por muito tempo desligado, sem perceber o que agora constata, que as omissões nas urnas, essa indiferença diante do voto acaba voltando na forma de castigos muito duros para a vida de cada um.

Certo é que o mais visível neste momento é a insatisfação com o quadro, desde escândalos ao que aflige na mesa, no bolso, no emprego, na insegurança das ruas, na distância entre o que são as prioridades e o que efetivamente é perseguido nos plenários e nos gabinetes onde deveriam e devem estar aqueles que exercem mandatos e, nem por isto, estão representando satisfatoriamente o que precisa ser feito e o que deve ser combatido.

Mas, apesar de duro e difícil, o momento é significativo justamente por essa reação. A insatisfação e a capacidade de se manifestar é que fazem a esperança de momentos melhores, de uma convivência mais produtiva entre representantes e representados.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

PENSAMENTOS BONS E RUINS



Os 5 principais pensamentos que sabotam sua vida



Há quem diga que não são nossos pensamentos que interferem em nossa felicidade e bem-estar. Entretanto, são nossos pensamentos que geram nossas escolhas e destinos, pois afinal são eles que regem nossos comportamentos no meio em que vivemos. Se quisermos alcançar a felicidade que tanto desejamos em nossa vida, seja no setor que for, precisamos aceitar nossa parcela de responsabilidade nas situações em nossa vida e começar a mudar hoje mesmo esses pensamentos criadores de sofrimento.
Obviamente, que é mais fácil falar do que fazer, pois geralmente possuímos pensamentos automatizados, que por sua vez geram os comportamentos automáticos, ou seja, aqueles que nem nos damos conta quando os utilizamos, pois estão a nível inconsciente.
Esses pensamentos podem ser vários, mas aqui darei a você os cinco principais que podem acabar com a sua felicidade financeira, familiar, pessoal, profissional e emocional.



Então vamos a eles:
1º Pensamento de crítica excessiva: Já falei outras vezes sobre esse comportamento e como ele pode ser extremamente prejudicial, mas como relembrar nunca é pouco, vamos voltar a ele. Quando nos criticamos reduzimos nossa autoestima e tendemos a ter um sentimento não merecedor.
Por essa razão devemos ver nossas falhas como pontos de melhoria e aumentar os elogios sobre nossos pontos fortes. Permita-se falhar e aprender com seus erros sem se criticar tanto. Seja amigo de você.
2º Pensar que nada vai mudar: É mais fácil nos acomodarmos e não sairmos de onde conhecemos. Muitas vezes mudar pode ser algo ameaçador. No entanto, podemos mudar esse pensamento que temos de que nossa vida nunca vai mudar, de que nada vai acontecer.
Podemos fazer um exercício simples para acostumar nossa mente às mudanças. Comece fazendo alterações em sua rotina. Coma algo diferente, faça algo que não havia planejado e mude suas tarefas durante a semana. Isso fará você se habituar às mudanças de rotina e verá que mudar sempre é possível.

 
3º Deixar para depois: Está aí um dos principais pensamentos que sabotam nossa  vida o tempo inteiro, o pensamento procrastinador. Quando adiamos nossas tarefas adiamos também a realização dos nossos sonhos.
Deixar para depois traz também uma sensação negativa de não cumprimento do que se propõe. Por isso realize aquilo que você estabeleceu como meta. Trace um tempo e comprometa-se verdadeiramente com você mesmo para cumprir essa tarefa.
4º Culpar-se: A culpa aprisiona. Não interessa os erros que cometeu, ou o que causou, é fundamental que se perdoe. Somente se perdoando é que somos capazes de perdoar o outro. Precisamos entender que não somos culpados pelas situações, mas sim responsáveis.
A responsabilidade, diferente da culpa, não tem a ver com julgamento e castigo, mas sim com aprendizado e evolução. Por isso comece se abraçando e perdoando a você mesmo. Jamais se culpe.
5º Pensamento de vítima: Toda vítima precisa de um carrasco ou de um agressor. Se nos consideramos vítimas das situações, sempre iremos atrair pessoas ou eventos que nos coloquem nesse papel. Por isso é importante deixarmos esse papel de vítima e assumirmos o papel de realizador de nossa vida.
Somos responsáveis sobre nossa realidade e por aquilo que acontece em nossa vida. Isso pode ser uma dura verdade de aceitar, mas com certeza mais libertadora.
Afinal, quem controla sua vida, você ou os outros?

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...