sábado, 21 de novembro de 2020

STARTUP PROMETE CARRO ELÉTRICO COM MAIOR AUTONOMIA

 

Startup promete carro elétrico com autonomia de 725 km

 

Da redação

 

 

 

Uma startup holandesa quer produzir um carro elétrico, acessível e hiper eficiente, que consiga rodar um quilômetro e meio com o equivalente a R$ 1 de combustível graças ao uso de células solares integradas ao capô e ao teto do carro, dispensando toda infraestrutura usada normalmente para alimentar veículos elétricos – inclusive as enormes baterias.

O protótipo do Lightyear One, como é chamado, está previsto para para o primeiro trimestre de 2021. Os primeiros 125 carros devem ser entregues até o final do próximo ano. O modelo terá autonomia de 725 km com uma carga de bateria, alimentada pelo painel solar no teto do carro.

A startup acredita que um carro com baixo consumo de energia pode ser a chave para uma adoção massiva de veículos elétricos.

A Lightyear foi fundada por um grupo de ex-alunos da Universidade de Eindhoven, na Holanda, que venceram a corrida do World Solar Challenge com seus carros solares. A startup recebeu pedidos antecipados dos primeiros 946 carros Lightyear One por um preço de reserva de € 149.000 (cerca de R$ 950 mil).

Para tornar o carro mais barato, a empresa mudou seu foco para o desenvolvimento da tecnologia básica enquanto terceirizou a produção. A expectativa é que sejam produzidos 100 mil carros por ano por volta de 2023, com o valor unitário caindo para € 50 mil.

Reino Unido vai proibir a venda de carros a gasolina até 2030

 



Os veículos híbridos poderão ser vendidos até 2035. As montadoras expressaram preocupação com a meta, dizendo que a meta anterior de 2040 já era ambiciosa. (Crédito: Reprodução/Pexels)

O governo disse que as vendas de novos carros a gasolina e diesel e vans terminarão em 2030, embora os veículos híbridos possam ser vendidos até 2035. As montadoras expressaram preocupação com a meta, dizendo que a meta anterior de 2040 já era ambiciosa.

Os planos verdes do governo também incluem investimentos em energia de hidrogênio e tecnologia de captura de carbono, e a ambição de gerar energia eólica suficiente para abastecer todas as residências no Reino Unido até 2030. Para desgosto de alguns ambientalistas, os planos também incluem uma nova geração de usinas nucleares.

A pressão ambiental é parte dos esforços de Johnson para superar os temores da pandemia do coronavírus e a saída da União Europeia, e para trazer novos empregos para as antigas regiões industriais do centro e norte da Inglaterra.


 


 


 


 

 

 

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