12 cuidados para evitar o
afogamento de crianças
Da Redação
O caso do menino de 7 anos que morreu após afogar-se na piscina infantil
do clube e resort Thermas Internacional, em Esmeraldas, na Região Metropolitana
de Belo Horizonte, acendeu o alerta dos pais com relação aos cuidados com os
pequenos. E não é para menos. No Brasil, o afogamento é a segunda maior causa
de morte por motivos acidentais de crianças de 0 a 14 anos.
Conforme o Ministério da Saúde, 1.045 crianças e adolescentes dessa
faixa etária morreram afogados em 2014. Para evitar sustos e fatalidades, a
coordenadora nacional da organização Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas,
reforçou a importância da criançada ser supervionada por um adulto em tempo
integral quando estiver em piscinas, praia, represas, banheiro e lavanderia.
“Crianças com até quatro anos de idade, por possuírem a cabeça pesando
até 25% de seu corpo, podem não ter força suficiente para se levantarem
sozinhas e, consequentemente, se afogar até mesmo em um recipiente com apenas
2,5 cm de água”, conta Gabriela.
No mês Nacional da Segurança Aquática, a Criança Segura listou 12 dicas
para prevenir afogamentos de crianças. Confira abaixo:
- Nunca deixe crianças sozinhas quando estiverem dentro ou próximas da
água, nem por um segundo. Nessas situações, garanta que um adulto estará as
supervisionando de forma ativa e constante o tempo todo. Além disso, ensine os
pequenos que nadarem sozinhos, sem ninguém por perto, é perigoso e peça para
que eles não se arrisquem;
- O colete salva-vidas é o equipamento mais seguro para evitar afogamentos. Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa sensação de segurança, mas podem estourar ou virar a qualquer momento;
- Ensine as crianças a não correr, empurrar, pular em outras crianças ou simular que estão se afogando quando estiverem na piscina, lago, rio ou mar;
- Muitos casos de afogamentos acontecem com pessoas que acham que sabem nadar. Não superestime a habilidade de crianças e adolescentes;
- Fique atento! Crianças pequenas podem se afogar em qualquer recipiente com mais de 2,5 cm de água ou outros líquidos, seja uma banheira, pia, vaso sanitário, balde, piscina, praia ou rio;
- Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m de altura e portões com cadeados ou trava de segurança. Atenção! Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes;
- Evite deixar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água;
- Tenha certeza que as crianças estão nadando em áreas seguras de rios, lagos, praias e represas;
- Ensine as crianças a respeitarem as placas de proibição nas praias, os guarda-vidas e a verificarem as condições das águas abertas;
- Depois do uso, mantenha vazios, virados para baixo e fora do alcance das crianças baldes, bacias, banheiras e piscinas infantis;
- Deixe a porta do banheiro e da lavanderia fechada ou trancada por fora e mantenha a tampa do vaso sanitário abaixada (se possível, lacrada com um dispositivo de segurança);
- Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos sempre trancados.
- O colete salva-vidas é o equipamento mais seguro para evitar afogamentos. Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa sensação de segurança, mas podem estourar ou virar a qualquer momento;
- Ensine as crianças a não correr, empurrar, pular em outras crianças ou simular que estão se afogando quando estiverem na piscina, lago, rio ou mar;
- Muitos casos de afogamentos acontecem com pessoas que acham que sabem nadar. Não superestime a habilidade de crianças e adolescentes;
- Fique atento! Crianças pequenas podem se afogar em qualquer recipiente com mais de 2,5 cm de água ou outros líquidos, seja uma banheira, pia, vaso sanitário, balde, piscina, praia ou rio;
- Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m de altura e portões com cadeados ou trava de segurança. Atenção! Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes;
- Evite deixar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água;
- Tenha certeza que as crianças estão nadando em áreas seguras de rios, lagos, praias e represas;
- Ensine as crianças a respeitarem as placas de proibição nas praias, os guarda-vidas e a verificarem as condições das águas abertas;
- Depois do uso, mantenha vazios, virados para baixo e fora do alcance das crianças baldes, bacias, banheiras e piscinas infantis;
- Deixe a porta do banheiro e da lavanderia fechada ou trancada por fora e mantenha a tampa do vaso sanitário abaixada (se possível, lacrada com um dispositivo de segurança);
- Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos sempre trancados.

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