Governo encaminha ao
Congresso nova meta fiscal de 2017, com déficit de R$ 139 bi
Estadão Conteúdo
Um dia após anunciar a revisão da meta fiscal de 2017, o governo do
presidente em exercício, Michel Temer, encaminhou ao Congresso a proposta que
contém o déficit do governo central de R$ 139 bilhões do próximo ano. A
alteração foi repassada pelo ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira,
para o relator do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2017, senador
Wellington Fagundes (PR-MT).
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) marcou uma reunião para a próxima quarta-feira, 13, a fim de apreciar o parecer de Wellington Fagundes referente à nova meta. Caso seja aprovada no colegiado, a proposta ainda terá de ir à votação pelo plenário do Congresso. Ela teria de ser aprovada para que os parlamentares possam entrar oficialmente em recesso. Ainda não foi convocada uma sessão do Congresso para apreciar a proposta.
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) marcou uma reunião para a próxima quarta-feira, 13, a fim de apreciar o parecer de Wellington Fagundes referente à nova meta. Caso seja aprovada no colegiado, a proposta ainda terá de ir à votação pelo plenário do Congresso. Ela teria de ser aprovada para que os parlamentares possam entrar oficialmente em recesso. Ainda não foi convocada uma sessão do Congresso para apreciar a proposta.
Previsão para 2018 é de R$
79 bilhões negativos
Após a coletiva de imprensa da equipe econômica para o anúncio da meta
de déficit fiscal do Governo Central de R$ 139 bilhões para 2017, o Ministério
do Planejamento divulgou nesta quinta-feira (7) um documento no qual prevê
um novo déficit, de R$ 79 bilhões (1,1% do PIB), para 2018. Com isso, 2018 será
o quinto ano consecutivo de primário negativo.
Já para 2019, o documento aponta para um resultado zero, mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse acreditar ser possível entregar um pequeno superávit naquele ano.
Já para os Estados e municípios, que devem ter um déficit primário de R$ 1 bilhão em 2017, o Planejamento estima superávits expressivos de R$ 16,0 bilhões em 2018 (0,2% do PIB) e R$ 19,9 bilhões em 2019 (0,3% do PIB). Já as estatais federais devem apresentar déficits primários de R$ 3 bilhões ao ano até 2019.
Com isso, as projeções para o primário consolidado do setor público são de um déficit de 143,1 bilhões em 2017 (2,1% do PIB), um déficit de R$ 66 bilhões em 2018 (0,9% do PIB) e um superávit de R$ 16,9 bilhões em 2019 (0,2% do PIB).
Já para 2019, o documento aponta para um resultado zero, mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse acreditar ser possível entregar um pequeno superávit naquele ano.
Já para os Estados e municípios, que devem ter um déficit primário de R$ 1 bilhão em 2017, o Planejamento estima superávits expressivos de R$ 16,0 bilhões em 2018 (0,2% do PIB) e R$ 19,9 bilhões em 2019 (0,3% do PIB). Já as estatais federais devem apresentar déficits primários de R$ 3 bilhões ao ano até 2019.
Com isso, as projeções para o primário consolidado do setor público são de um déficit de 143,1 bilhões em 2017 (2,1% do PIB), um déficit de R$ 66 bilhões em 2018 (0,9% do PIB) e um superávit de R$ 16,9 bilhões em 2019 (0,2% do PIB).

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