segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

CINCO MIL BÚFALOS SERÃO SACRIFICADOS EM RONDÔNIA POR DESTRUÍREM A NATUREZA

 

História de IstoÉ News

Mais de cinco mil búfalos selvagens estão devastando uma grande reserva biológica no oeste de Rondônia. Os animais estão transformando em deserto uma área equivalente a 60 mil campos de futebol no interior da Reserva Biológica (Rebio) Guaporé, unidade de conservação federal.

O desastre ambiental levou o Ministério Público Federal (MPF) a pedir, em ação judicial contra o governo de Rondônia e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a erradicação dos búfalos. Ao Estado, o MPF pede uma indenização de R$ 20 milhões.

O governo de Rondônia informou que trabalha na elaboração de um projeto que inclui o levantamento dos impactos ambientais causados pelos búfalos e um plano de mitigação, mas destaca que, pelo fato de serem animais selvagens, o controle se torna mais difícil.

Já o ICMBio informou que os búfalos ocupam uma área isolada de 96 mil hectares dentro da Rebio Guaporé, em Rondônia. “Sem estrada, nem sequer simples ramais, não há como retirar os animais, vivos ou mortos, por terra. Além disso, esses animais não têm acompanhamento sanitário, o que inviabiliza o abate para consumo”, diz.

O instituto diz ainda que foram feitas várias reuniões com órgãos de interesse e sua equipe tem produzido pesquisas para avaliar as opções de um projeto de erradicação, a partir de informações precisas sobre o número de animais, sua origem, os impactos causados e métodos de controle.

Animais originários da Ásia

Com 600 mil hectares, a Guaporé é a maior reserva e com mais diversidade de paisagens de todo o Estado, com 14 tipos de vegetação. Animais originários da Ásia, os búfalos foram introduzidos na região em 1953 pela antiga Fazenda Pau d’Óleo como parte de um projeto estadual de incentivo à pecuária.

A área hoje pertence ao governo estadual. A fazenda foi abandonada e o lote inicial, de 36 animais, ficou solto e se reproduziu livremente, “em um habitat com farto alimento e nenhum predador”, como relata o MPF. Se não houver controle, a estimativa é de que sejam 50 mil búfalos ocupando a metade de Rebio em 2030.

O MPF pede que o controle seja feito com métodos que causem o menor sofrimento possível aos animais e sem danos colaterais ao ambiente. Para o procurador da República Gabriel Amorim, que assina a ação, há risco para a pecuária do Estado, que tem o sexto maior rebanho bovino do Brasil.

“A existência descontrolada desses animais, inclusive, pode manchar a credibilidade da cadeia da pecuária de Rondônia, prejudicando gravemente a economia local”, diz Amorim, na ação.

Informa ainda que presença dos animais e o hábito dos bubalinos de chafurdar a lama estão desviando cursos d’água, provocando erosões, pisoteando o solo e causando desertificação.

Segundo o MPF, os ambientes alagados que caracterizam a reserva foram reduzidos em 48% desde 2008, quando o problema foi constatado ainda em seu início. Os búfalos disputam alimentos com o cervo do pantanal, espécie ameaçada de extinção. O MPF relata que os animais destruíram sítios arqueológicos que haviam na região.

A ação pede que a Justiça Federal determine ao ICMBio que apresente, em até dez meses, um plano de controle dos búfalos “utilizando métodos que causem o menor sofrimento”.

O plano deverá ser executado pelo Estado de Rondônia com seus próprios recursos humanos e equipamentos, sob supervisão do órgão federal. O Estado deverá ainda elaborar e executar um plano de recuperação da área degradada.

A ação tramita na 5.ª Vara da Seção Judiciária de Rondônia, que trata das questões ambientais no Estado. Além da Rebio Guaporé e da Reserva de Fauna Pau d’Óleo (antiga fazenda), já foi registrada a presença de búfalos na Reserva Extrativista Pedras Negras. A região, na fronteira com a Bolívia, tem vegetação típica de transição entre a Floresta Amazônica e o Cerrado, com áreas alagadiças como as do Pantanal.

Plano com incinerador

Segundo o governo de Rondônia, uma lei estadual que permite a erradicação de búfalos não pode ser aplicada na Rebio Guaporé, por se tratar de unidade de conservação federal.

Em 2015, o governo do Estado chegou a discutir com o ICMBio um plano para o controle dos búfalos, com a construção de uma estrutura com currais e cochos que seriam usados para atrair os animais.

Foram previstos um incinerador para carcaças, veículos e barcos para o transporte do pessoal, além de alojamentos. Na época, o custo da estrutura estava orçado em R$ 1,6 milhão, mais R$ 600 mil por ano de operação. O projeto não avançou.

O ICMBio diz em nota que “estuda tecnicamente a melhor alternativa para a retirada dos búfalos, considerando as dificuldades logísticas para a destinação desses animais selvagens, diante da geografia do local”. Sobre a ação do MPF, o instituto informou que os prazos judiciais estão sendo observados.

Fauna invasora

O Brasil convive com 272 espécies de animais exóticos que invadiram seus diversos ecossistemas, segundo base de dados do Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental.

São consideradas exóticas as espécies que não pertencem originalmente àquele local e invasoras porque se reproduzem e se espalham de forma descontrolada, ameaçando a biodiversidade da área. Elas chegam ao País trazidas acidentalmente, por meio de navios e plataformas de petróleo, ou propositalmente para servir como alimentação, para pesca ou caça esportiva ou como animal doméstico.

Um dos exemplos mais típicos é o javali, um porco europeu trazido para criação que se espalhou pelos mais diversos ecossistemas brasileiros, predando a fauna silvestre e as lavouras. A caça de animais silvestres é proibida no Brasil, mas o controle de espécies invasoras é autorizado sob condições especiais pelos órgãos ambientais.

Em dezembro, o governo de São Paulo abriu licitação para o abate de javalis que infestam cinco unidades de conservação no Estado, inclusive o Parque Estadual de Ilhabela, no litoral norte.

AVANÇOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL SÃO ALIADOS DANATUREZA EM PROJETOS DESENVOLVIDOS POR PESQUISADORES

 

Fundação Grupo Boticário

Drones, aplicativos, ninhos artificiais e novas técnicas de reprodução, assim como o avanço da inteligência artificial, são aliados da natureza em projetos desenvolvidos por pesquisadores em todo o país

Fundação Grupo Boticário apoia programas inovadores que buscam aliar diferentes conhecimentos para a proteção da biodiversidade e restauração de ecossistemas

Monitoramento de cardumes por drones em Fernando de Noronha é exemplo do uso de tecnologia para a conservação da natureza. Foto: José Amorim Reis-Filho

Iniciativas que combinam ciência, tecnologia e inovação estão desempenhando um papel fundamental na conservação da natureza e na preservação de espécies da fauna e flora em todo o Brasil. Equipamentos como drones e aplicativos já são amplamente utilizados para monitorar espécies, recuperar áreas naturais e conectar cientistas e cidadãos aos desafios ambientais. Com o avanço da inteligência artificial, novos progressos serão possíveis, especialmente no processamento e interpretação de dados e imagens, otimizando as ações voltadas à conservação da biodiversidade.

“Soluções tecnológicas e inovadoras estão presentes em todas as áreas da nossa vida, incluindo a conservação da natureza. Este é um nicho com grande potencial para gerar novos conhecimentos, proteger áreas naturais e espécies, além de fortalecer a economia e promover o bem-estar social”, afirma Marion Silva, gerente de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário, instituição que apoia projetos em prol da preservação de espécies e ecossistemas.

Com a popularização de drones e câmeras fotográficas com sensores de movimento, o monitoramento de espécies na natureza tem se expandido, trazendo também benefícios econômicos. Softwares capazes de interpretar imagens, cruzando diversas informações, estão em rápido desenvolvimento, especialmente no exterior. “Esses avanços podem – e devem – ser incorporados às estratégias de conservação de áreas naturais no Brasil. É um caminho promissor que pode aprimorar nossas estratégias de preservação”, ressalta Marion.

Em Fernando de Noronha, cientistas utilizam imagens aéreas para estudar as atividades de pesca da sardinha no Parque Nacional Marinho, uma unidade de conservação que protege a rica biodiversidade local. A partir das imagens captadas durante o período de pesca, foi possível identificar o tamanho dos cardumes, as dinâmicas dos barcos pesqueiros, as atividades dos pescadores e até os impactos do turismo.

“A sardinha é a base alimentar para tubarões, golfinhos, vários peixes maiores e aves marinhas, além de ter valor comercial para os pescadores. Manter a pesca sustentável é essencial para outras atividades econômicas, como o turismo, que depende da biodiversidade para atrair turistas, especialmente para atividades de mergulho”, afirma Hudson Pinheiro, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e pesquisador do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP).

Pinheiro, um dos coordenadores do estudo em Fernando de Noronha, explica que o uso de drones oferece várias vantagens em comparação com os métodos tradicionais de monitoramento da pesca, que exigem investimentos elevados e logística complexa. “A gestão da pesca geralmente é feita em terra ou por meio de inspeções em embarcações. O monitoramento com drones é uma opção versátil e econômica, que pode melhorar significativamente os estudos pesqueiros, especialmente em áreas marinhas protegidas”, afirma o pesquisador.

Em Minas Gerais, o Programa de Conservação do Muriqui de Minas, realizado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), utiliza drones para ajudar na preservação do muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), um primata ameaçado de extinção. Os pesquisadores empregam câmeras térmicas para localizar os animais nas copas das árvores. Antes da utilização dessa tecnologia, era necessário entrar na mata e contar os primatas individualmente, o que exigia muito mais tempo e esforço. Agora, o monitoramento por drones permite cobrir áreas maiores em menos tempo. Estima-se que, em apenas dez minutos de voo, seja possível abranger entre 10 e 20 hectares, com maior precisão do que outros métodos tradicionais.

Ninhos artificiais

Outro exemplo de como a inovação pode ser decisiva para a preservação de espécies em risco de extinção ocorre na Ilha de Trindade, a 1.100 quilômetros da costa do Espírito Santo. As fragatas-de-trindade (Fregata trinitatis), aves marinhas criticamente ameaçadas, não encontram mais árvores para construir seus ninhos, devido à perda de grande parte da vegetação da ilha. Como as fragatas se reproduzem exclusivamente neste local, a escassez de materiais para os ninhos ameaça a continuidade da espécie.

A solução encontrada foi construir dispositivos que imitam árvores e ninhos, incluindo sons de acasalamento para atrair as aves. O projeto, realizado por pesquisadores de diversas universidades brasileiras em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Fundação Grupo Boticário, também inclui esforços de restauração vegetal da ilha. A Ilha de Trindade, com apenas 9,1 quilômetros quadrados, perdeu quase toda a sua vegetação original devido a tentativas de colonização nos últimos séculos, que causaram impactos como a retirada de madeira e a introdução de espécies exóticas.

Aplicativos e plataformas colaborativas

Aplicativos também são ferramentas valiosas para facilitar o acesso à natureza e contribuir para a conservação de áreas naturais. A plataforma e-Caves, por exemplo, foi criada para promover a ciência cidadã e o turismo responsável nas cavernas e unidades de conservação brasileiras. O serviço gratuito reúne informações sobre cavernas abertas à visitação no Brasil e permite que os usuários contribuam com dados sobre esses locais. A plataforma conta com a curadoria de biólogas, espeleólogas e outros especialistas e já possui informações sobre mais de 100 cavernas e cerca de 50 parques.

Da mesma forma, o e-Trilhas visa ampliar a conexão das pessoas com a natureza, reunindo informações sobre trilhas em áreas naturais de todo o país. A plataforma destaca serviços e produtos disponíveis nas proximidades, como guias de turismo cadastrados, restaurantes e pousadas. Os visitantes também podem colaborar com os gestores das unidades de conservação, enviando alertas e avaliações sobre o estado das trilhas, além de compartilhar suas experiências nas redes sociais. Todas as trilhas são registradas no Passaporte de Trilhas do visitante, incentivando o engajamento e o conhecimento de novos locais.

Corais de proveta

A busca por soluções para os desafios do oceano também está entre as inovações voltadas para a conservação da natureza. Com o aquecimento das águas e outros fatores que afetam os ecossistemas costeiro-marinhos, os recifes de corais estão cada vez mais ameaçados. Um projeto pioneiro no sul da Bahia desenvolveu uma técnica inédita no Brasil para criar “corais de proveta”. Realizado pela Rede de Pesquisas do Instituto Coral Vivo, com apoio da Fundação Grupo Boticário, o projeto utiliza técnicas de criogenia e reprodução assistida para preservar os corais, garantindo sua regeneração em caso de eventos extremos.

“A mortalidade nos recifes de coral está aumentando a cada ano. Estamos criando ferramentas para garantir a perenidade das espécies diante de um oceano cada vez mais quente”, afirma Leandro Cesar de Godoy, coordenador técnico do projeto e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), um dos poucos cientistas no mundo que estudam a criogenia aplicada à conservação dos corais.

“A preservação do material genético das espécies, seja de corais ou de outras, e a formação de bancos de gametas, é uma das grandes contribuições que a ciência pode oferecer à natureza. À medida que mais espécies se aproximam da extinção, essa técnica ganhará relevância e deverá se popularizar ainda mais”, prevê Marion, da Fundação Grupo Boticário.

Teia de Soluções

Para estimular a cocriação de soluções inovadoras, escaláveis e replicáveis para desafios ambientais contemporâneos, a Fundação Grupo Boticário lançou em 2020 a Teia de Soluções. A iniciativa visa integrar diferentes processos de trabalho em rede, oferecendo mentoria, apoio técnico e financeiro para soluções voltadas à conservação da natureza no Brasil. Dessa forma, a Fundação busca promover a colaboração entre profissionais de diversas áreas do conhecimento e de diferentes regiões do país.

Sobre a Fundação Grupo Boticário

Com mais de 30 anos de história, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para conservar o patrimônio natural brasileiro. Com foco na adaptação da sociedade às mudanças climáticas, especialmente em relação à segurança hídrica e à proteção costeira, a instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada em todos os setores. Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, considera que a natureza é a base para o desenvolvimento social e econômico do país. Sem fins lucrativos e mantida pelo Grupo Boticário, a Fundação Grupo Boticário contribui para que diferentes atores estejam mobilizados em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Já apoiou mais de 1.700 iniciativas em todos os biomas no país. Protege duas reservas naturais de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil pelo desmatamento –, somando 11 mil hectares, o equivalente a 70 Parques do Ibirapuera. Com 1,4 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A instituição é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador e presidente do Conselho do Grupo Boticário, criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. | www.fundacaogrupoboticario.org.br | @fundacaogrupoboticario (Instagram, Facebook, LinkedIn, Youtube, TikTok).

Sobre a Rede de Especialistas em Conservação da Natureza

A Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) reúne cerca de 80 profissionais de todas as regiões do Brasil e alguns do exterior que trazem ao trabalho que desenvolvem a importância da conservação da natureza e da proteção da biodiversidade. São juristas, urbanistas, biólogos, engenheiros, ambientalistas, cientistas, professores universitários – de referência nacional e internacional – que se voluntariaram para serem porta-vozes da natureza, dando entrevistas, trazendo novas perspectivas, gerando conteúdo e enriquecendo informações de reportagens das mais diversas editorias. Criada em 2014, a Rede é uma iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Os pronunciamentos e artigos dos membros da Rede refletem exclusivamente a opinião dos respectivos autores. Acesse o Guia de Fontes em www.fundacaogrupoboticario.org.br

 Virtudes e a necessidade de ter na região do Vale do Aço um site marketplace que engloba empresas, notícias, diversão, empreendedorismo para os empresários e leads como o moderno site da Valeon.

ChatGPT

Descubra o Marketplace do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores

Introdução:

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Um ecossistema empresarial abrangente:

O Marketplace do Vale do Aço reúne empresas locais de diversos setores em um só lugar. Com uma interface intuitiva, os usuários podem facilmente encontrar e se conectar com fornecedores, parceiros comerciais e clientes potenciais na região. A plataforma oferece uma ampla gama de categorias de negócios, desde indústrias tradicionais até startups inovadoras, garantindo que todos os empreendedores encontrem as oportunidades certas para expandir seus negócios.

Notícias e insights atualizados:

Além de ser um diretório empresarial, o Marketplace do Vale do Aço também oferece um fluxo contínuo de notícias e insights relevantes para os empresários da região. Através de parcerias com veículos de comunicação locais e especialistas em negócios, a plataforma mantém os usuários informados sobre as últimas tendências, oportunidades de mercado, mudanças regulatórias e eventos relevantes. Essas informações valiosas ajudam os empresários a tomar decisões informadas e a se manterem à frente da concorrência.

Diversão e engajamento:

Sabemos que a vida empresarial não é só trabalho. O Marketplace do Vale do Aço também oferece uma seção de entretenimento e lazer, onde os usuários podem descobrir eventos locais, pontos turísticos, restaurantes e muito mais. Essa abordagem holística permite que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma comunidade unida e fortalecendo os laços na região.

Foco no empreendedorismo:

O Marketplace do Vale do Aço é uma plataforma que nutre o espírito empreendedor. Além de fornecer informações e recursos valiosos, também oferece orientação e suporte para os empresários que desejam iniciar seus próprios negócios. Com seções dedicadas a tutoriais, estudos de caso inspiradores e conselhos de especialistas, o marketplace incentiva e capacita os empreendedores a alcançarem seus objetivos.

Geração de leads para os empresários:

Uma das maiores vantagens do Marketplace do Vale do Aço é a capacidade de gerar leads qualificados para os empresários. Com um público-alvo altamente segmentado, a plataforma oferece a oportunidade de seconectar diretamente com potenciais clientes interessados nos produtos e serviços oferecidos pelas empresas cadastradas. Isso significa que os empresários podem aumentar sua visibilidade, expandir sua base de clientes e impulsionar suas vendas de forma eficiente.

Conclusão:

O Vale do Aço é uma região cheia de oportunidades e empreendedorismo, e o Marketplace do Vale do Aço se torna um recurso indispensável para os empresários locais. Ao oferecer um ecossistema empresarial abrangente, notícias atualizadas, diversão, suporte ao empreendedorismo e a geração de leads qualificados, o marketplace se destaca como uma ferramenta poderosa para impulsionar os negócios na região. Não perca a chance de fazer parte dessa comunidade dinâmica e descubra o poder do Marketplace do Vale do Aço para o seu sucesso empresarial.

Contato:

Fone e WhatsApp: (31) 98428-0590

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

domingo, 23 de fevereiro de 2025

PARCERIA PÚBLICO PRIVADA CARECE DE MELHORES GARANTIAS DOS GOVERNOS

 

História de THIAGO BETHÔNICO – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O mercado brasileiro de PPPs (parcerias público-privadas) amadureceu ao longo dos últimos 20 anos, mas um aspecto ainda deve ser aperfeiçoado para que o modelo deslanche de vez no país: as garantias.

Essa é a avaliação de especialistas do setor, que apontam que o tema é hoje a principal preocupação do investidor privado na hora de decidir se vai entrar ou não em um projeto de infraestrutura.A

No formato de PPP, a empresa que ganha o contrato fica responsável pelo investimento, operação e administração do projeto, seja ele de iluminação pública, rodovia, escola, hospital ou outro segmento. Em contrapartida, recebe um pagamento do poder público.

Para atrair interessados e diminuir os riscos da operação, os governos apresentam garantias de que o parceiro privado não ficará no prejuízo no caso de eventual interrupção do contrato, não pagamento das parcelas ou outro problema.

Geralmente, as garantias usadas são receitas futuras do governo, fundos especiais, contas reservas, seguro-garantia entre outros mecanismos previstos na lei das PPPs. No entanto, investidores ainda ficam com pé atrás em relação a opções escolhidas por entes públicos, com receio de que mudanças jurídicas ou decisões políticas possam levar à inadimplência.

Rogerio Yamashita, responsável pela cobertura de infraestrutura no Itaú BBA, lembra que, mesmo nas PPPs em que o operador privado cobra tarifas de usuários, a receita provida pela administração pública é essencial. São projetos longos, alguns de 35 anos, e as transferências que remuneram o investimento do parceiro privado costumam ser vultosas.

“Como os pagamentos são feitos normalmente na forma de contraprestação mensal, o que é mais importante para quem vai investir ou financiar é a perenidade”, afirma.

O mercado trabalha com dois formatos de garantia. Uma é chamada de estoque –uma conta com montante que assegura o pagamento de algumas parcelas da contraprestação, por exemplo. A outra, de fluxo, que “libera” receitas que a União obrigatoriamente repassa a um estado ou município para serem acionadas em caso de inadimplência.

Rafael Benini, secretário de Parcerias em Investimentos do Governo de São Paulo, diz que precisa enfrentar o dilema das garantias em todo projeto.

Na PPP do Rodoanel, por exemplo, o governo usou uma garantia de estoque, com recursos da CPP (Companhia Paulista de Parcerias). O problema, segundo Benini, é que a CPP já está ficando sem espaço, e o governo terá de aportar R$ 800 milhões para conseguir dar mais garantias.

Além disso, o secretário afirma que esse modelo é ruim em essência. “O dinheiro fica parado, então é uma garantia cara.”

Avaliação semelhante é feita por Bernardo Tavares, head de consultoria em PPPs da IFC (International Finance Corporation). Ele considera ineficiente o modelo em que o ente público aporta recursos em uma conta, pois na prática o governo está “esterilizando dinheiro” que poderia ser usado em outras áreas.

Para ele, é mais interessante usar os fluxos constitucionais como garantia, modelo que é bem aceito pelo investidor privado pela perenidade.

Essa foi a estrutura que o Governo de São Paulo usou no projeto das PPPs de escolas, cujo leilão aconteceu em outubro de 2024. “Para educação e saúde nós conseguimos fazer desse jeito, o problema são as outras PPPs, de metrôs, rodovias”, diz Benini.

Isso porque, juridicamente, há segurança em usar as transferências que já têm dotação definida para áreas sociais –como usar o Fundeb em um projeto de educação, por exemplo. A polêmica está em usar outros fluxos do governo federal, como o FPM e FPE (fundos de participação dos municípios e estados, respectivamente).

Para Yamashita, do Itaú BBA, superar a discussão jurídica e autorizar o fluxo desses dois repasses como garantias para PPPs daria não só conforto para o setor privado como flexibilidade para a administração pública colocar mais projetos de pé.

Em São Paulo, Benini diz que o governo está estudando formas de usar fluxos de impostos como garantia. A questão é que também recaem controvérsias jurídicas sobre o tema, já que o movimento poderia ser visto como direcionamento de tributos.

Ele cita como exemplo um programa recente de transação tributária estadual, que parcelou impostos atrasados de contribuintes. O governo paulista estima arrecadar cerca de R$ 60 bilhões com a medida, e a ideia é usar esse fluxo como garantia para PPPs.

Se encontrarem uma solução, Benini pensa em replicar o mesmo modelo para as transferências de IPVA e ICMS.

DESEMBARGADOR QUE GANHAMENSALMENTE R$ 78 MIL DISSE QUE VIVIA COMO UM MONGE

 

História de IstoÉ News – IstoÉ

O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJ-MT), se queixou em entrevista a um podcast que a vida dos magistrados no Brasil é permeada por “agruras” financeiras. Segundo Perri, cujo salário-base de R$ 39 mil, “a vida de um magistrado é quase como a vida de um monge”. Ele recebeu, em média, R$ 78 mil por mês no ano passado em indenizações, que são conhecidas como penduricalhos.

O TJMT não especifica quais rubricas compõem a renda extra dos magistrados. A Corte informa apenas que podem ser indenizações ou gratificações eventuais. O montante recebido por Perri no ano passado, entre salários, indenizações e direitos eventuais ultrapassa R$ 1,4 milhão.

“Eu já passei agruras na magistratura financeiramente. Hoje estamos vivendo um período de bom salário”, disse Perri ao podcast Agorapod. “Nós, magistrados, vivemos modestamente”, prosseguiu em outro trecho.

“Pouco tempo atrás, eu confesso a vocês, eu tive de sair do meu plano de saúde da Sul América e tive de migrar para a Unimed porque eu não estava conseguindo pagar um plano de saúde digno para mim e para a minha família. É assim a vida do magistrado”, afirmou.

Em outro relato, o desembargador disse que no início de carreira como juiz ganhava menos do que um garçom. “O garçom disse, interferindo na nossa conversa em um restaurante, que ganhava mais do que eu, juiz”, afirmou.

Perri ainda saiu em defesa do “vale-peru”, um benefício de R$ 10 mil pago pelo TJMT aos juízes e servidores da casa. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a restituição dos valores e na sexta-feira, 21, o corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell, deu 15 dias para que a instituição comprove que o montante foi devolvido.

CRIME ORGANIZADO DOMINA PRATICAMENTE TODOS OS SETORES DA ECONOMIA, TRANSPORTE E SAÚDE

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mapeou, pela primeira vez, o impacto econômico do crime no País. O estudo Rastreamento de Produtos e Enfrentamento ao Crime Organizado no Brasil apresenta um impressionante diagnóstico da ramificação da bandidagem em mercados formais e traz também uma série de recomendações.

Os valores estimados pelo relatório impressionam, e quatro setores chamam mais a atenção. Com base em dados coletados pelos pesquisadores a partir de 2022, chegou-se à estimativa de que o crime organizado movimenta R$ 146,8 bilhões por ano com combustíveis, bebidas alcoólicas, ouro e cigarro.

Mas há ainda mais 18 setores em que as facções se ramificaram, como transportes, imobiliário, pesca, e roubo de celulares e golpes virtuais. Aliás, este último tem receita de R$ 186 bilhões por ano.

O foco dos pesquisadores, porém, foram os maiores mercados lícitos contaminados pelo crime organizado. Isso não significa que o tráfico de drogas tenha perdido relevância, mas tão somente que nos setores formais a bandidagem encontrou novas frentes de atuação e vastas fontes de receita.

A cocaína não é nada desprezível para o crime, haja vista que por ano esse entorpecente movimenta R$ 15 bilhões. Como explicou o presidente do FBSP, Renato Sérgio de Lima, ao Estadão, a infiltração nos mercados lícitos, usados inicialmente para a lavagem de dinheiro do tráfico, gerou “receita tão grande que a droga deixou de ser o negócio mais rentável, ainda que não tenha deixado de ser o principal”.

E prova disso é que facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) não abrem mão de exportar cocaína por portos de norte a sul do País, com destino a mercados bilionários, como o europeu. Mas enquanto o tráfico de drogas dá suporte às facções criminosas em sua expansão desenfreada por territórios, onde impõem “leis” e amedrontam a população, o contágio de setores formais propicia influência econômica e política aos criminosos, que não à toa tentam influenciar eleições.

Há muita audácia, sofisticação e versatilidade do crime. Da perspectiva econômica, a presença no mercado de combustíveis e lubrificantes, por exemplo, já se dá de ponta a ponta da cadeia, passando por refino, distribuição e comercialização dos produtos, além de adulteração. Na venda de cigarros, há efeitos na saúde, além de farta sonegação. Já no mercado do ouro, são inegáveis os impactos ambientais em razão dos garimpos ilegais na Amazônia.

Tanta influência do crime organizado em tantos setores econômicos acarreta prejuízos gigantescos e variados ao País. Além da retroalimentação do financiamento dos negócios do crime organizado, há perdas bilionárias de arrecadação de governos municipais, estaduais e federal em razão de fraudes tributárias e evasão fiscal.

Ademais, segundo Renato Sérgio de Lima, presidente do FBSP, o avanço desses negócios ilícitos pode levar o Brasil a uma espécie de “mexicanização”. Isso porque, no México, o crime organizado já é o maior empregador do país. De acordo com ele, embora o Brasil ainda esteja longe dessa degeneração, o risco é real, uma vez que, “em algumas regiões, como a Amazônia, isso já acontece”.

Para que esse processo seja revertido, exige-se uma resposta do poder público à altura do problema. E os pesquisadores do fórum, além de o diagnosticarem, apontam remédios. Entre eles estão governança integrada e interinstitucional que reúna segurança pública, sistema de Justiça, meio ambiente, Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), com coordenação e inteligência entre os níveis federal, estadual e municipal para a adoção de ações eficazes; cooperação internacional por meio de acordos multilaterais e bilaterais para troca de informações e realização de operações conjuntas; e atualizações legislativas que garantam o rastreamento de produtos, com uso de novas tecnologias.

Às autoridades brasileiras resta pouco tempo para agir diante de um dos maiores desafios da atualidade. Mas há saídas.

GOVERNO LULA RECUSA-SE A FAZER UM AJUSTE FISCAL DECENTE

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

O governo optou por manter a atual mistura obrigatória de biodiesel ao diesel em 14% e suspender o cronograma oficial do Programa Combustível do Futuro, que previa elevar o porcentual a 15% em 1.º de março. A decisão, informa o Estadão, teria sido tomada a pedido do próprio presidente Lula da Silva, preocupado com o fato de que a medida pudesse impulsionar ainda mais a inflação.

O momento é delicado para o Executivo federal. Com a aprovação no pior nível dos três mandatos de Lula, a ideia parece ser a de evitar ou ao menos postergar decisões que possam piorar o que já não está bom, mas o caso do biodiesel ilustra bem o quanto o governo está perdido.

A quebra da safra de soja 2023/2024, aliada à desvalorização do real, gerou um aumento expressivo nos preços da commodity. E isso, por óbvio, não passou despercebido pelo consumidor. O óleo de soja subiu 29% no ano passado, segundo o IBGE, sendo 5,12% apenas em dezembro.

A soja é também matéria-prima utilizada na produção do biodiesel. E o diesel fóssil já aumentou por dois motivos diferentes desde o início de fevereiro. Além de a Petrobras ter reajustado em R$ 0,22 o preço do litro do combustível nas refinarias, os governadores elevaram a alíquota de ICMS sobre o produto em R$ 0,06.

Aos olhos do governo, manter o cronograma do aumento da mistura do biodiesel ao diesel poderia gerar novos aumentos no preço de um combustível essencial no transporte de cargas. Mas é sintomático que isso tenha sido feito para evitar um aumento de um centavo por litro – impacto que chegaria ao consumidor final caso a mistura fosse elevada a 15%.

A decisão, por óbvio, decepcionou o setor, que investiu pesado para aumentar a capacidade de processamento do produto e ficou sabendo que tudo mudaria com apenas 15 dias de antecedência. O Programa Combustível do Futuro, cuja lei foi sancionada em outubro do ano passado, prevê R$ 260 bilhões em investimentos até 2037 e prevê que a mistura de biodiesel ao diesel seja elevada de maneira escalonada até chegar a 20% em 2030. Como acreditar na palavra do governo se nem mesmo uma lei recém-sancionada é cumprida?

Se o governo ao menos soubesse o que está fazendo, talvez a decisão pudesse ser tecnicamente justificada, mas não parece ser o caso. Os preços do óleo de cozinha e do biodiesel recuaram nos dois últimos meses, o real voltou a ganhar valor frente ao dólar e a projeção é de que a safra de soja bata recorde para este ano. Ainda segundo o setor, a produção de óleo de soja é maior que o consumo interno, ou seja, os produtos nem sequer concorrem entre si.

De uma tacada só, o governo jogou para o alto a previsibilidade e a segurança jurídica tão necessárias para atrair investimentos e mostrou que a agenda da transição energética está subordinada a questões que nada têm a ver com emissão de carbono. Pior: mais uma vez, o governo prefere atuar na ponta da cadeia, em vez de agir nas causas da inflação, com as quais contribui diretamente ao recusar-se a fazer um ajuste fiscal decente.

RONALDO CAIADO VAI LANÇAR SUA CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EM 2026

 

História de Zeca Ferreira – Jornal Estadão

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), anunciou neste sábado, 22, que pretende concorrer à Presidência da República nas eleições de 2026. Em uma publicação no X (antigo Twitter), o chefe do Executivo goiano, que disputa uma posição na direita, informou que o evento de lançamento de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto está previsto para o dia 4 de abril, em Salvador (BA).

Caiado encontra-se inelegível por oito anos, após ser condenado por abuso de poder político na eleição municipal de 2024. A decisão é de primeira instância e cabe recurso. O governador de Goiás nega que tenha utilizado a estrutura do governo estadual para a campanha do aliado, Sandro Mabel (União) pela prefeitura de Goiânia.

“Conto com vocês nessa caminhada por um País mais justo, próspero, seguro e forte! Vamos juntos!”, diz o governador na postagem em sua rede social. Com o anúncio, Caiado posiciona-se oficialmente como um dos nomes da direita na próxima disputa pela Presidência.

O governador de Goiás Ronaldo Caiado disputa espaço na direita e o espólio de Bolsonaro, que está inelegível Foto: Wilton Junior/Estadão

O governador de Goiás Ronaldo Caiado disputa espaço na direita e o espólio de Bolsonaro, que está inelegível Foto: Wilton Junior/Estadão© Fornecido por Estadão

Desde as eleições municipais do ano passado, o governador de Goiás busca se colocar como uma alternativa de direita ao bolsonarismo, disputando o espólio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também está inelegível e agora ficou sob a mira do Supremo Tribunal Federal (STF), após denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) que o coloca como “líder” da trama golpista após derrota nas urnas em 2022.

A desavença entre Caiado e Bolsonaro se intensificou em 2024.Na disputa pela capital de Goiás, Caiado apoiou Sandro Mabel, que venceu o bolsonarista Fred Rodrigues (PL), com 55,53% dos votos válidos contra 44,47%. Durante as eleições, o ex-presidente chegou a chamar o governador de “covarde”.

PAPA FRANCISCO PODE RENUNCIAR A QUALQUER MOMENTO

 

História de Fernando Melo – Areavip

Papa Francisco – Foto: YouTube/Jornal da Band

Papa Francisco – Foto: YouTube/Jornal da Band

O mundo voltou a se surpreender com uma declaração dada pelo Papa Francisco, em 2022. Isso porque, o pontífice de 88 anos revelou que assinou, há mais de dez anos, uma carta na qual deixa em aberta a possibilidade de uma renúncia caso sua condição de saúde o impeça de exercer suas atividades.

O líder da Igreja Católica está internado no Hospital Gemelli, em Roma, desde a última sexta-feira (14) devido a uma bronquite, com uma atualização em seu quadro na terça-feira confirmando o diagnóstico de pneumonia bilateral.

Carta de renúncia do Papa Francisco

A confirmação da existência do documento foi feita pelo próprio pontífice em dezembro de 2022 ao jornal espanhol ‘ABC’, quando ele disse que assinou a carta de renúncia e a entregou ao secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone.

Assinei a renúncia e disse a ele: ‘Em caso de impedimento médico ou algo assim, aqui está minha renúncia. Você a tem’“, declarou o Papa na ocasião. Questionado, á época, se ele queria que esse fato fosse conhecido, Francisco respondeu: “É por isso que estou lhe contando“. O líder da Igreja Católica ainda acrescentou que não sabia o que Bertone fez posteriormente com a carta.

Estado de saúde do Papa

Em contrapartida aos boatos de que sua saúde esteja frágil e que o Vaticano vem se preparando para o pior, a Santa Sé afirma que, apesar da doença, o Papa se mantém informado e tenta trabalhar, lendo e assinando documentos, escrevendo e conversando com seus colaboradores. Na quarta-feira, a entidade explicou que os exames de sangue “mostram uma leve melhora”, em particular os indicadores” de inflamação.

Nos últimos dias, colaboradores mais próximos do pontífice e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, o visitaram na quarta-feira. Segundo a chefe de governo da Itália, que passou 20 minutos com ele, o Papa estava “alerta e receptivo”. Meloni afirmou que “brincou” com ele.

APROVADO NO SENADO PROJETO QUE SALVA O ORÇAMENTO SECRETO

 

História de Daniel Weterman – Jornal Estadão

BRASÍLIA — O projeto que salva R$ 2 bilhões em verbas do orçamento secreto, aprovado pelo Senado nesta semana, privilegia obras que não começaram, projetos com problemas na execução e emendas parlamentares que não cumpriram as exigências do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre transparência.

Senadores defenderam a medida para recuperar obras paradas. Documentos consultados pelo Estadão, no entanto, mostram que, das 10 emendas secretas de maior valor canceladas pelo governo Lula (PT) em dezembro do ano passado e contempladas pela proposta, somente três envolvem obras em andamento.

Outras cinco trazem problemas nos projetos e nas licitações e nenhuma cumpriu as determinações do STF de dar transparência aos donos das indicações, de acordo com informações dos ministérios, Estados e municípios contemplados.

Senado aprovou projeto que salva emendas do orçamento secreto na quarta-feira, 19. Na foto, o líder do PL e relator da proposta, Carlos Portinho (RJ), o líder do governo e autor do texto, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Senado aprovou projeto que salva emendas do orçamento secreto na quarta-feira, 19. Na foto, o líder do PL e relator da proposta, Carlos Portinho (RJ), o líder do governo e autor do texto, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Conforme o Estadão revelou, o Congresso deflagrou uma operação para salvar recursos do orçamento secreto e outras emendas questionadas pelo STF. Juntos, os projetos podem impactar R$ 30 bilhões em verbas de interesse dos parlamentares. A estratégia é encabeçada pelos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Na quarta-feira, 19, o Senado aprovou um dos projetos, o mais prioritário para a cúpula do Legislativo. O texto foi apresentado pelo líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e “ressuscita” R$ 2 bilhões em emendas do orçamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que foram canceladas pelo governo Lula em dezembro do ano passado e que agora poderão ser liberadas. O Amapá, reduto eleitoral de Alcolumbre e Randolfe, é o Estado mais beneficiado.

O maior valor destravado é de R$ 95,8 milhões para pavimentação de ruas em Santana (AP), um dos municípios mais contemplados pelo orçamento secreto, que no Senado é comandado por Alcolumbre desde o governo Bolsonaro. As obras ainda não iniciaram, de acordo com os documentos oficiais divulgados nas plataformas do governo federal. Também não há registro de qual parlamentar patrocinou a emenda, prática condenada pelo STF.

Em seguida, aparece uma verba de R$ 57,5 milhões para a construção de uma ponte e asfalto na rodovia RR-319, em Boa Vista. A ponte é uma promessa de políticos locais, mas ainda não há sinais de obras e nem do parlamentar que emplacou o recurso em 2021, quando o dinheiro foi reservado no orçamento federal. Além disso, o projeto cruza áreas indígenas e está sendo questionado por não ter licenciamento ambiental.

A medida aprovada pelo Senado permitirá que os recursos sejam gastos até o fim de 2026. Além de beneficiar os congressistas interessados, o gasto pressiona as contas do governo federal neste e no próximo ano, pois vai competir no mesmo espaço de outras despesas limitadas pelo arcabouço fiscal e pelo equilíbrio entre receitas e despesas que o Executivo precisa cumprir.

“Eu acho que hoje nós estamos fazendo o que nós devemos fazer: legislar e fazer um projeto importante para salvar centenas e milhares de obras no Brasil que estão em andamento, que ficaram presas por dois ou três anos na burocracia do Estado brasileiro, da qual os municípios brasileiros são vítimas”, afirmou Alcolumbre durante a votação do projeto.

Projeto que salva orçamento secreto uniu governo e oposição

O projeto uniu governo e oposição. Foi protocolado pelo líder do governo Lula no Senado, em acordo com Alcolumbre e Hugo Motta, e relatado pelo líder do PL, Carlos Portinho (RJ), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta se soma a uma estratégia maior de buscar uma revisão das decisões do STF, que suspendeu o pagamento de emendas em agosto do ano passado e liberou os recursos em dezembro, mas sob novas condições com as quais os parlamentares não concordam.

Após a primeira versão do projeto, o relator alterou o texto, restringindo a liberação a obras cujo procedimento licitatório tenha sido iniciado ou que estejam com algum problema a ser solucionado, como projeto técnico, licenciamento ambiental e autorização dos ministérios. A verificação ainda terá que ser feita pelo governo federal em cada caso específico.

Além disso, o senador acrescentou que não poderão ser pagos valores relativos a obras que estejam sob investigação ou apresentem indícios de irregularidade. No caso das obras que não iniciaram ou estão no início, porém, o dispositivo é limitado, pois geralmente essa conclusão é feita pelos órgãos do controle durante o andamento ou após a conclusão.

“Esse é um dos melhores remédios que pode ocorrer nesse instante para resolver o que poderia vir a ser um cemitério de obras inacabadas”, disse o líder do governo e autor do projeto, Randolfe Rodrigues.

Os recursos não serão pagos automaticamente, mas ainda dependerão de avaliação técnica dos projetos pelo governo federal. A proposta aprovada no Senado, no entanto, abre caminho para a liberação, conforme a vontade dos parlamentares.

O Brasil tem 11.941 obras paralisadas com recursos federais, de acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU). Uma auditoria da Corte verificou que as principais causas para a paralisia são as falhas nos projetos e as deficiências na execução — só depois aparece a falta de recursos.

Com base nas determinações do STF, os repasses terão que respeitar a transparência e as regras fiscais. No caso do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão em maio de 2021, o governo só poderá liberar o dinheiro quando identificar e mostrar para a sociedade o nome dos deputados e senadores beneficiados.

Entre as 10 emendas, apenas três envolvem obras que já iniciaram, incluindo a pavimentação de estradas rurais em Parintins (AM), a reconstrução do mercado municipal de Rio Branco (AC) e a construção de unidades do Minha Casa Minha Vida, creche e centro de saúde em Manaus (AM).

No caso do Acre, o senador Marcio Bittar (União-AC) assumiu a autoria da emenda em documento enviado ao Ministério da Defesa e anexado no Transferegov, plataforma do governo federal que reúne informações sobre as obras, mas o nome dele não aparece no Portal da Transparência, como mandou o STF. O Supremo obrigou o governo federal a incluir a informação nas duas plataformas.

Outras cinco emendas estão com problemas nos projetos. Uma delas, a de construção de uma ponte sobre o rio Uraricoera e pavimentação de três quilômetros da RR-319 no valor de R$ 57,5 milhões, cruza uma terra indígena e ainda não tem licenciamento ambiental. Outra, que recupera estradas rurais em Vitória da Conquista (BA) com custo de R$ 14,4 milhões, sofreu questionamentos dos órgãos federais sobre a falta de estudos técnicos e problemas na licitação e a contratação terá que ser refeita.

“Aqui digo aos membros do governo, a toda a equipe econômica: usem bem essa arma que nós estamos dando, e que o disparo seja uma pontaria muito certeira, para aquilo que o presidente Alcolumbre falou: para as obras que precisam ser continuadas e que, por um determinado momento ou não, ficaram paradas”, alertou o líder do Podemos no Senado, Carlos Viana (MG).

PARANOIA DE PRODUTIVIDADE FUNCIONÁRIOS TRABALHANDO MAIS E ENTREGANDO MENOS

 

Autor: Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria

Você abre o e-mail às 6h da manhã. Antes mesmo do café, já respondeu mensagens no WhatsApp, alinhou entregas no Teams e conferiu se a reunião das 8h está de pé. No meio do almoço, aproveita para revisar um relatório. Às 22h, ainda dá aquela espiada no e-mail porque, vai que…

Se identificou? Pois bem. Bem-vindo à paranoia de produtividade, um fenômeno que tomou conta do mundo corporativo e agora domina as empresas brasileiras. Funcionários trabalhando mais, mas entregando menos. Gestores aflitos, porque acham que ninguém está produzindo. Um ciclo vicioso alimentado pelo medo de não parecer ocupado o suficiente.

Este termo foi criado pela Microsoft após uma pesquisa global que avaliou o comportamento de mais de 20.000 colaboradores e revelou um abismo entre a percepção dos gestores e a realidade dos funcionários. De acordo com o estudo, 85% dos gestores não acreditam que seus colaboradores sejam tão produtivos quanto deveriam no modelo remoto ou híbrido — ainda que 87% dos funcionários afirmem desempenhar suas funções muito bem nesse formato.

A pandemia e o home office aceleraram essa crise de confiança. Sem ver a equipe na cadeira, muita gente assumiu que o trabalho não estava acontecendo. O resultado? Uma avalanche de reuniões desnecessárias, cobranças excessivas e uma cultura em que estar sempre online vale mais do que entregar resultado.

No Brasil, a coisa ganhou contornos ainda mais dramáticos. Primeiro porque a cultura do “bater ponto” nunca saiu de moda. A crença de que um bom profissional é aquele que chega cedo e sai tarde continua firme e forte. Segundo porque a insegurança econômica fez com que muita gente aceitasse jornadas cada vez mais longas por medo de perder o emprego.

Um exemplo clássico? O setor financeiro e o de tecnologia. Relatos de profissionais trabalhando até 14 horas por dia se tornaram comuns, muitas vezes sem um ganho real de produtividade. O que vale não é o que se entrega, mas o quanto se está disponível.

Apesar do cenário tenso, algumas empresas já perceberam que trabalhar muito não significa necessariamente trabalhar bem. O Nubank, por exemplo, adotou políticas mais flexíveis, limitando reuniões e incentivando pausas para aumentar a produtividade real. O Google Brasil implementou dias sem reuniões e deu mais autonomia para que os funcionários organizem suas rotinas. Já a Resultados Digitais (RD Station) investiu em programas de conscientização sobre saúde mental e produtividade saudável.

Essas empresas perceberam que, para ter resultado, é preciso confiar na equipe e dar condições reais para que o trabalho aconteça.

Prós, contras e o que vem pela frente

A paranoia de produtividade, como todo fenômeno corporativo, tem dois lados. Entre os aspectos positivos, há um alto senso de urgência, o que pode ajudar empresas a se moverem rapidamente e se destacarem no mercado. Além disso, ambientes exigentes tendem a formar profissionais mais resilientes e adaptáveis. Outro ponto é o impulso à tecnologia e à inovação, já que equipes sob pressão frequentemente buscam soluções ágeis para os desafios do dia a dia.

No entanto, os contras costumam pesar bem mais. O esgotamento físico e mental se tornou um problema grave, com o burnout atingindo proporções epidêmicas. A qualidade das entregas também sofre, pois fazer mais nem sempre significa fazer bem. Além disso, a retenção de talentos se torna um desafio, já que ambientes tóxicos afastam os melhores profissionais.

De qualquer forma, o modelo tradicional de trabalho está ruindo e a paranoia de produtividade é um sintoma claro disso. As empresas que insistirem nessa mentalidade vão perder talentos para aquelas que entenderam que resultado não se mede por horas trabalhadas, mas por impacto gerado.

A pergunta que fica é: até quando vamos confundir excesso de trabalho com eficiência? Se produtividade fosse estar sempre ocupado, WhatsApp seria mais valioso que a Bolsa de Valores.

Descubra o Marketplace Valeon do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores

Moysés Peruhype Carlech – ChatGPT – Founder da Valeon

O Vale do Aço é uma região próspera e empreendedora, conhecida por sua indústria siderúrgica e seu ambiente de negócios dinâmico. Agora imagine ter um único local onde você pode encontrar todas as informações e recursos necessários para ter sucesso nesse ambiente competitivo. Bem-vindo ao Marketplace Valeon do Vale do Aço – um hub online que engloba empresas, notícias, diversão e empreendedorismo, oferecendo uma plataforma única para empresários e gerando leads valiosos.

Um ecossistema empresarial abrangente:

O Marketplace Valeon do Vale do Aço reúne empresas locais de diversos setores em um só lugar. Com uma interface intuitiva, os usuários podem facilmente encontrar e se conectar com fornecedores, parceiros comerciais e clientes potenciais na região. A plataforma oferece uma ampla gama de categorias de negócios, desde indústrias tradicionais até empresas inovadoras, garantindo que todos os empreendedores encontrem as oportunidades certas para expandir seus negócios.

Notícias e insights atualizados:

Além de ser um diretório empresarial, o Marketplace Valeon do Vale do Aço também oferece um fluxo contínuo de notícias e insights relevantes para os empresários da região. Através de parcerias com veículos de comunicação locais e especialistas em negócios, a plataforma mantém os usuários informados sobre as últimas tendências, oportunidades de mercado, mudanças regulatórias e eventos relevantes. Essas informações valiosas ajudam os empresários a tomar decisões informadas e a se manterem à frente da concorrência.

Diversão e engajamento:

Sabemos que a vida empresarial não é só trabalho. O Marketplace Valeon do Vale do Aço também oferece uma seção de entretenimento e lazer, onde os usuários podem descobrir eventos locais, pontos turísticos, restaurantes e muito mais. Essa abordagem holística permite que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma comunidade unida e fortalecendo os laços na região.

Foco no empreendedorismo:

O Marketplace Valeon do Vale do Aço é uma plataforma que nutre o espírito empreendedor. Além de fornecer informações e recursos valiosos, também oferece orientação e suporte para os empresários que desejam iniciar seus próprios negócios. Com seções dedicadas a tutoriais, estudos de caso inspiradores e conselhos de especialistas, o marketplace incentiva e capacita os empreendedores a alcançarem seus objetivos.

Geração de leads para os empresários:

Uma das maiores vantagens do Marketplace Valeon do Vale do Aço é a capacidade de gerar leads qualificados para os empresários. Com um público-alvo altamente segmentado, a plataforma oferece a oportunidade de se conectar diretamente com potenciais clientes interessados nos produtos e serviços oferecidos pelas empresas cadastradas. Isso significa que os empresários podem aumentar sua visibilidade, expandir sua base de clientes e impulsionar suas vendas de forma eficiente.

Conclusão:

O Vale do Aço é uma região cheia de oportunidades e empreendedorismo, e o Marketplace Valeon do Vale do Aço se torna um recurso indispensável para os empresários locais. Ao oferecer um ecossistema empresarial abrangente, notícias atualizadas, diversão, suporte ao empreendedorismo e a geração de leads qualificados, o Marketplace Valeon se destaca como uma ferramenta poderosa para impulsionar os negócios na região. Não perca a chance de fazer parte dessa comunidade dinâmica e descubra o poder do Marketplace Valeon do Vale do Aço para o seu sucesso empresarial.

A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO

Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon

A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz divulgação de todas as empresas da região do Vale do Aço, chama a atenção para as seguintes questões:

• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou pela primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.

• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas

para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.

• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.

• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.

• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se expanda, seja através de mobilidade, geolocalização, comunicação, vendas, etc.

• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:

a) Digitalização dos Lojistas;

b) Apoio aos lojistas;

c) Captura e gestão de dados;

d) Arquitetura de experiências;

e) Contribuição maior da área Mall e mídia;

f) Evolução do tenant mix;

g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;

h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;

i) Convergência do varejo físico e online;

j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;

k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;

l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;

m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.

Vantagens competitivas da Startup Valeon:

• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar rapidamente reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a Startup Valeon não foge disso, fazem dois anos que estamos batalhando para conquistarmos esse mercado aqui do Vale do Aço.

• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos contar com apoio dos parceiros já consolidados no mercado e que estejam dispostos a investir na execução de nossas ideias e a escolha desses parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui do Vale do Aço para os nossos serviços.

• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois são capazes de proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.

• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos diariamente à procura do inédito.

• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia, inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande empresa. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.

• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de divulgação de suas empresas e bem como contribuindo com o seu faturamento através da nossa grande audiência e de muitos acessos ao site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter mais de 100.000 acessos.

Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:

• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;

• Atraímos visualmente mais clientes;

• Somos mais dinâmicos;

• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;

• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;

• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.

• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as suas vendas.

Proposta:

Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas Empresas na nossa máquina de vendas, continuando as atividades de divulgação e propaganda com preços bem competitivos, bem menores do que os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.

Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada empresa contendo: fotos, endereços, produtos, promoções, endereços, telefone, WhatsApp, etc.

O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja também uma SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

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A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua empresa seja oficializada.

A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as melhores marcas do varejo e um mix de opções.

O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.

Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é muito abaixo do valor praticado pelo mercado.

Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:

  • O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
  • A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a comunicação dos clientes com as lojas.
  • Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da compra.
  • No país, as lojas online, que também contam com lojas físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
  • O número de visitantes do Site da Valeon (https://valedoacoonline.com.br/)  tem crescido exponencialmente, até o momento, temos mais de 222.000 visitantes e o site (https://valeonnoticias.com.br/) também nosso tem mais de 5.800.000 de visitantes.
  • O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
  • A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como: empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.

Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.

Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?

Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.

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AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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