quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

LISTA DOS DENUNCIADOS PELA PGR SE TEM PROVAS NINGUÉM SABE

 

História de Zeca Ferreira – Jornal Estadão

O procurador-geral da República Paulo Gonet denunciou nesta terça-feira, 18, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 33 pessoas no inquérito do golpe. Entre os denunciados, estão ex-membros do primeiro escalão da gestão Jair Bolsonaro e oficiais generais das Forças Armadas.

Caso o Supremo Tribunal Federal (STF) aceite a denúncia, Bolsonaro e seus aliados serão oficialmente réus numa ação penal. Os crimes imputados contra eles são: organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano ao patrimônio da União, entre outros.

BOLSONARO BRASÍLIA DF 25.11.2024 BOLSONARO/ INDICIADO / VOLTA BRASÍLIA POLÍTICA - Após ser indiciado por tentativa de golpe de estado, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) desembarcou em Brasília na noite desta segunda-feira (25). FOTO: Wilton Junior/Estadao Foto: Wilton Junior/Estadao

BOLSONARO BRASÍLIA DF 25.11.2024 BOLSONARO/ INDICIADO / VOLTA BRASÍLIA POLÍTICA – Após ser indiciado por tentativa de golpe de estado, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) desembarcou em Brasília na noite desta segunda-feira (25). FOTO: Wilton Junior/Estadao Foto: Wilton Junior/Estadao

Veja os denunciados

  1. Jair Messias Bolsonaro: ex-presidente da República, apontado como líder da organização criminosa.
  2. Walter Souza Braga Netto: general da reserva e ex-candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro.
  3. Augusto Heleno Ribeiro Pereira: general da reserva e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional.
  4. Alexandre Rodrigues Ramagem: delegado da Polícia Federal e ex-Diretor-Geral da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).
  5. Almir Garnier Santos: almirante de Esquadra da Marinha.
  6. Anderson Gustavo Torres: ex-ministro da Justiça e Segurança Pública.
  7. Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira: general da reserva e ex-ministro da Defesa.
  8. Mauro César Barbosa Cid: tenente-coronel do Exército Brasileiro e ajudante de ordens de Bolsonaro
  9. Ailton Gonçalves Moraes Barros: capitão expulso do Exército.
  10. Angelo Martins Denicoli: major do Exército
  11. Bernardo Romão Correa Netto: coronel do Exército
  12. Carlos Cesar Moretzsohn Rocha: engenheiro contratado pelo partido de Bolsonaro para questionar o resultado das eleições
  13. Cleverson Ney Magalhães: coronel e ex-oficial do Comando de Operações Terrestres
  14. Estevam Cals Theophilo Gaspar De Oliveira: general e ex-chefe do Comandante de Operações Terrestres do Exército
  15. Fabrício Moreira De Bastos: coronel do Exército
  16. Fernando De Sousa Oliveira:
  17. Filipe Garcia Martins Pereira: ex-assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência
  18. Giancarlo Gomes Rodrigues: subtenente do Exército
  19. Guilherme Marques De Almeida: tenente-coronel do Exército
  20. Hélio Ferreira Lima: tenente-coronel do Exército
  21. Marcelo Araújo Bormevet: policia federal
  22. Marcelo Costa Câmara: ex-ajudante de ordens da Presidência
  23. Mario Fernandes: general da reserva do Exército e ex-secretário executivo da Secretaria Geral da Presidência
  24. Marília Ferreira De Alencar: ex-diretora de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública
  25. Márcio Nunes De Resende Júnior: coronel do Exército
  26. Nilton Diniz Rodrigues: general do Exército
  27. Paulo Renato De Oliveira Figueiredo Filho: ex-ministro da Defesa e ex-comandante do Exército
  28. Rafael Martins De Oliveira: coronel do Exército
  29. Reginaldo Vieira De Abreu: coronel do Exército
  30. Rodrigo Bezerra De Azevedo: tenente-coronel do Exército
  31. Ronald Ferreira De Araujo Junior: tenente-coronel do Exército
  32. Sergio Ricardo Cavaliere De Medeiros: tenente-coronel do Exército
  33. Silvinei Vasques: ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal
  34. Wladimir Matos Soares: policial federal

DIA DO ESPORTISTA

 

Karla Neto – Colunista Correspondente

Nesta quarta-feira (19), é celebrado o Dia do Esporte, a data para homenagear os esportistas arapotienses, que cada vez mais se destacam em âmbito regional, estadual e nacional.

Os esportes podem ser praticados de forma individual ou coletiva, profissionalmente, de maneira recreativa ou para a melhoria da saúde. Seus praticantes são chamados de esportistas, desportistas ou atletas.

A prática do esporte remete à China, 4000 a.C., onde se registrou os primeiros registros da ginástica. Posteriormente, o Egito e, sobretudo, a Grécia antiga, marcam a história das competições esportivas.

O esporte em seu formato atual teve início no século XVIII, com o desenvolvimento de diversas modalidades e a criação das competições. Em 1896, o esporte atingiu um novo status, com a primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, em Atenas.
As modalidades esportivas são classificadas de acordo com suas principais características, objetivos e habilidades envolvidas, facilitando o entendimento de suas regras e estruturas.

Fonte: Karla neto
Foto: Divulgação

LULA DEVE PENSAR NAS VANTAGENS DE PRUDÊNCIA FISCAL DO QUE PROCURAR OUTROS MOTIVOS

 

História de Rolf Kuntz – Jornal Estadão

Mais empenhado em mandar do que em governar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem insistido em gastar e em se meter na gestão da Petrobras, na distribuição de combustíveis e na orientação do Ibama, depois de haver tentado interferir no Banco Central e até na Vale, uma empresa privatizada e com capital amplamente dividido.

Completada metade do mandato, com dois anos de crescimento econômico e recorde de empregos, o presidente continua devendo uma arrumação das contas públicas, essencial para a prosperidade segura. Desenhado pelo ministro da Fazenda, o roteiro do ajuste nunca foi claramente adotado como compromisso presidencial.

Pouco empenhado, na prática, em seguir a prudência defendida por Haddad, o presidente Lula talvez perceba, no entanto, a importância do ministro como fiador de seu governo. Apesar disso, admite as pressões de outros componentes da equipe ministerial contra o chefe da área financeira.

Lula chegou a falar em público sobre alta do custo de vida, mas limitou-se a aconselhar as pessoas a buscar os produtos mais baratos Foto: Wilton Junior/Estadão

Lula chegou a falar em público sobre alta do custo de vida, mas limitou-se a aconselhar as pessoas a buscar os produtos mais baratos Foto: Wilton Junior/Estadão

Essas pressões marcaram a reunião realizada no domingo na Granja do Torto, segundo informações vazadas à imprensa. Ausente da reunião, Haddad foi apontado pelos colegas como responsável pela perda de popularidade do presidente, indicada em recente pesquisa.

Falou-se, no encontro, em medidas impopulares como a taxação das blusinhas e a interferência no Pix, mas pouca ou nenhuma atenção foi dada à alta geral de preços ou à inflação dos alimentos, problemas de enorme importância para a maior parte das famílias. O presidente Lula chegou a falar em público sobre a alta do custo de vida, mas limitou-se a aconselhar as pessoas a buscar os produtos mais baratos — uma recomendação absolutamente desnecessária para a maioria dos brasileiros.

Aumentos de preços podem ser atribuídos a vários fatores, mas pressões inflacionárias são frequentemente associadas à gastança governamental e à insegurança quanto à evolução das contas públicas. Em vez de aconselhar o consumidor a controlar seus gastos — algo rotineiro no Brasil —, o presidente da República poderia, com maior proveito para todos, ensaiar uma avaliação de sua política e pensar nas possíveis vantagens da prudência fiscal. Com um pouco de esforço, poderia, talvez, pensar um pouco mais na ordenação e na limitação das despesas de acordo com as prioridades.

Para isso, no entanto, o presidente deveria abandonar a identificação, tradicionalmente petista, entre governar e gastar. Governar envolve despesas, é claro, mas envolve também o reconhecimento da limitação de recursos, incluídos aqueles obtidos por meio do endividamento.

A economia brasileira cresceu 3,5% no ano passado, segundo estimativa de economistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Completam-se, com esse desempenho, dois anos de razoável expansão — 3,2% em 2023 e 3,5% em 2024. O investimento produtivo — em máquinas, equipamentos, instalações e infraestrutura — aumentou de um ano para outro e chegou a um nível equivalente a 17,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Apesar da evolução, a parcela investida ainda é insuficiente para garantir um avanço econômico mais acelerado num período mais longo.

Para aumentar o investimento público, o governo deverá ser mais severo na administração e elevar a poupança oficial. Para estimular o setor privado a investir, terá de favorecer a confiança do empresariado, nacional e estrangeiro, nas condições da economia ao longo dos próximos anos. Outros emergentes têm conseguido investir mais de 20% do PIB a cada ano. Governança pode fazer enorme diferença para isso.

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Mais empenhado em mandar do que em governar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem insistido em gastar e em se meter na gestão da Petrobras, na distribuição de combustíveis e na orientação do Ibama, depois de haver tentado interferir no Banco Central e até na Vale, uma empresa privatizada e com capital amplamente dividido.

Completada metade do mandato, com dois anos de crescimento econômico e recorde de empregos, o presidente continua devendo uma arrumação das contas públicas, essencial para a prosperidade segura. Desenhado pelo ministro da Fazenda, o roteiro do ajuste nunca foi claramente adotado como compromisso presidencial.

Pouco empenhado, na prática, em seguir a prudência defendida por Haddad, o presidente Lula talvez perceba, no entanto, a importância do ministro como fiador de seu governo. Apesar disso, admite as pressões de outros componentes da equipe ministerial contra o chefe da área financeira. financeira.

Lula chegou a falar em público sobre alta do custo de vida, mas limitou-se a aconselhar as pessoas a buscar os produtos mais baratos Foto: Wilton Junior/Estadão

Lula chegou a falar em público sobre alta do custo de vida, mas limitou-se a aconselhar as pessoas a buscar os produtos mais baratos Foto: Wilton Junior/Estadão

Essas pressões marcaram a reunião realizada no domingo na Granja do Torto, segundo informações vazadas à imprensa. Ausente da reunião, Haddad foi apontado pelos colegas como responsável pela perda de popularidade do presidente, indicada em recente pesquisa.

Falou-se, no encontro, em medidas impopulares como a taxação das blusinhas e a interferência no Pix, mas pouca ou nenhuma atenção foi dada à alta geral de preços ou à inflação dos alimentos, problemas de enorme importância para a maior parte das famílias. O presidente Lula chegou a falar em público sobre a alta do custo de vida, mas limitou-se a aconselhar as pessoas a buscar os produtos mais baratos — uma recomendação absolutamente desnecessária para a maioria dos brasileiros.

Aumentos de preços podem ser atribuídos a vários fatores, mas pressões inflacionárias são frequentemente associadas à gastança governamental e à insegurança quanto à evolução das contas públicas. Em vez de aconselhar o consumidor a controlar seus gastos — algo rotineiro no Brasil —, o presidente da República poderia, com maior proveito para todos, ensaiar uma avaliação de sua política e pensar nas possíveis vantagens da prudência fiscal. Com um pouco de esforço, poderia, talvez, pensar um pouco mais na ordenação e na limitação das despesas de acordo com as prioridades.

Para isso, no entanto, o presidente deveria abandonar a identificação, tradicionalmente petista, entre governar e gastar. Governar envolve despesas, é claro, mas envolve também o reconhecimento da limitação de recursos, incluídos aqueles obtidos por meio do endividamento.

A economia brasileira cresceu 3,5% no ano passado, segundo estimativa de economistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Completam-se, com esse desempenho, dois anos de razoável expansão — 3,2% em 2023 e 3,5% em 2024. O investimento produtivo — em máquinas, equipamentos, instalações e infraestrutura — aumentou de um ano para outro e chegou a um nível equivalente a 17,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Apesar da evolução, a parcela investida ainda é insuficiente para garantir um avanço econômico mais acelerado num período mais longo.

Para aumentar o investimento público, o governo deverá ser mais severo na administração e elevar a poupança oficial. Para estimular o setor privado a investir, terá de favorecer a confiança do empresariado, nacional e estrangeiro, nas condições da economia ao longo dos próximos anos. Outros emergentes têm conseguido investir mais de 20% do PIB a cada ano. Governança pode fazer enorme diferença para isso.

ESTRATÉGIAS PRÁTICAS PARA TRANSFORMAR IA COLABORAÇÃO E RESILIÊNCIA

 

Redação StartSe

Estratégias práticas para transformar inteligência emocional, colaboração e resiliência em parte da cultura organizacional.

Foto: Pexel

As habilidades técnicas podem abrir portas, mas são as Power Skills (habilidades de poder) que garantem que um profissional se mantenha e prospere. No entanto, muitas empresas falham ao tratar essas habilidades comportamentais como algo intangível ou subjetivo, sem um plano concreto para sua aplicação no dia a dia.

Líderes globais já perceberam que as Power Skills precisam ser incorporadas em processos e rituais empresariais para que realmente façam a diferença. Mas como transformar inteligência emocional, colaboração, resiliência e comunicação em parte da cultura organizacional?

Lições de líderes globais: o impacto das Power Skills em times multiculturais

No livro Power Skills, Dafna Blaschkauer apresenta casos de líderes que conseguiram implementar essas habilidades em times multiculturais e de alta performance. Entre as principais estratégias aplicadas, destacam-se:

  • Feedback estruturado: a comunicação eficaz não pode ser um conceito abstrato. Empresas que praticam check-ins regulares e feedbacks construtivos fortalecem seus times.
  • Reuniões com propósito: encontros improdutivos são um dos maiores vilões do desempenho. Líderes de sucesso garantem que reuniões tenham objetivos claros e participação ativa.
  • Desenvolvimento contínuo: a aprendizagem não pode depender apenas de treinamentos eventuais. Criar um ambiente onde todos são incentivados a crescer é essencial.

Ferramentas para garantir que as Power Skills sejam vividas na prática

  • Diários de aprendizado: incentive os colaboradores a documentar insights e desafios semanais. Pequenos ajustes diários geram grandes transformações.
  • Ritual do “como podemos melhorar?”: reserve um espaço nas reuniões para que cada membro da equipe sugira uma melhoria na dinâmica do time.
  • Accountability groups: criar grupos de responsabilidade compartilhada ajuda os profissionais a manterem o foco no desenvolvimento contínuo das Power Skills.

Por que importa?

Empresas que transformam as Power Skills em ações diárias ganham times mais engajados, inovadores e preparados para desafios. Sem um plano estruturado, essas habilidades permanecem no campo da teoria—e desperdiçar esse potencial pode custar caro.

Agora, saber o que são Power Skills é uma coisa. Saber aplicá-las na prática é o que realmente gera resultados.

Duas histórias sobre Thomaz Edison o gênio da lâmpada

COISAS QUE U’A MÃE FAZ POR UM FILHO E QUE PODE TORNÁ-LO UM GÊNIO

Certo dia, Thomas Edison chegou em casa com um bilhete para sua mãe.

Ele disse: “Meu professor me deu este papel para entregar apenas a você .”

Os olhos da mãe lacrimejavam ao ler a carta e resolveu ler em voz alta para seu filho: *”Seu filho é um gênio. Esta escola é muito pequena para ele e não tem suficiente professores ao seu nível para treiná-lo. Por favor, ensine-o você mesmo!”*

Depois de muitos anos, Edison veio a se tornar um dos maiores inventores do século, com muitas contribuições, dentre elas a lâmpada elétrica.

Após o falecimento de sua mãe, resolveu arrumar a casa quando viu um papel dobrado no canto de uma gaveta. Ele pegou e abriu. Para sua surpresa era a antiga carta que seu professor havia mandado a sua mãe porém o conteúdo era outro, diferente do que sua mãe leu anos atrás.

*”Seu filho é confuso e tem problemas mentais. Não vamos deixá-lo vir mais à escola!”*

Edison chorou por um tempo e então escreveu em seu diário: *”Thomas Edison era uma criança confusa, mas graças a uma mãe heroína e dedicada, tornou-se o gênio do século.”*

Existem certos momentos da vida onde é necessário mudar o *”conteúdo da carta”* para que o objetivo seja alcançado.

Conte a história do bilhete recebido pela mãe de Thomaz Edson escrito pelo seu professor

ChapGPT

Há muitos anos, em uma pequena cidade do interior, vivia uma mulher chamada Clara. Ela era mãe de um menino chamado Thomaz, um garoto curioso e muito inteligente, apaixonado por aprender coisas novas. A família de Thomaz não era muito rica, mas sua mãe sempre fez o possível para incentivá-lo em seus estudos.

Thomaz frequentava a escola local, onde havia um professor chamado Sr. Martins. O Sr. Martins era conhecido por ser um educador dedicado e amoroso, que se preocupava verdadeiramente com o futuro de seus alunos. Ele sempre buscava maneiras criativas de ensinar e motivar as crianças.

Em um belo dia, o Sr. Martins percebeu o talento especial de Thomaz para a ciência e a curiosidade que ele tinha sobre a eletricidade. Thomaz sonhava em se tornar um inventor e fazer grandes descobertas. Com base nisso, o professor decidiu escrever um bilhete especial para a mãe de Thomaz, Clara.

No bilhete, o Sr. Martins expressou sua admiração pelo talento e pela paixão de Thomaz. Ele escreveu sobre o brilhantismo do garoto e o incentivo para que Clara continuasse a apoiá-lo em seus estudos. O professor também mencionou a importância de fornecer a Thomaz recursos e materiais adequados para que ele pudesse explorar sua criatividade e imaginação.

Ao entregar o bilhete a Clara, o Sr. Martins explicou a importância de nutrir o talento de Thomaz e encorajá-lo a seguir seus sonhos. Ele mencionou a possibilidade de Thomaz se tornar um grande cientista e fazer descobertas que mudariam o mundo. O professor acreditava firmemente no potencial do jovem e queria que sua mãe também compartilhasse dessa crença.

Clara ficou emocionada ao receber o bilhete do professor de seu filho. Ela leu as palavras com lágrimas nos olhos, sentindo-se orgulhosa do menino que tinha criado. A mensagem do Sr. Martins tocou seu coração, e ela prometeu a si mesma que faria tudo o que estivesse ao seu alcance para apoiar Thomaz em sua jornada.

A partir daquele dia, Clara e Thomaz trabalharam juntos para transformar a paixão do garoto pela ciência em realidade. Eles reuniram materiais recicláveis, livros e outros recursos que puderam encontrar. Thomaz começou a realizar experimentos em casa, explorando os princípios da eletricidade e desenvolvendo suas habilidades como inventor.

Com o tempo, Thomaz se tornou conhecido como Thomas Edison, um dos maiores inventores da história. Suas descobertas revolucionaram a maneira como vivemos hoje, com invenções como a lâmpada elétrica, o fonógrafo e muitas outras contribuições para o campo da eletricidade.

A mãe de Thomaz sempre guardou o bilhete do professor como um tesouro, lembrando-se daquele momento que mudou a vida de seu filho para sempre. Ela sabia que aquele gesto de apoio e encorajamento tinha sido fundamental para o sucesso de Thomaz. O bilhete do Sr. Martins era um lembrete construtivo.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

MINISTROS DE LULA RECEBEM JETONS ALÉM DO SALÁRIO EM EMPRESAS DO GOVERNO

 

História de Juliano Galisi – Jornal Estadão

Quatro ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebem salários extra por participarem de conselhos fiscais de empresas públicas do Sistema S. O pagamento desses honorários é conhecido como jetom e também é feito a outros quatro membros do primeiro escalão do petista, totalizando oito ministros que recebem valores extras.

Apesar de obrigadas a fornecer os valores da remuneração em formato aberto, como prevê a Lei de Acesso à Informação, as entidades do Sistema S não têm disponibilizado os rendimentos de seus conselheiros de forma integral. Procuradas, as instituições não se manifestaram. Os ministros que recebem os jetons também não retornaram.

Esplanada dos Ministérios em Brasília Foto: Wilton Junior/Estadão

Esplanada dos Ministérios em Brasília Foto: Wilton Junior/Estadão

O Sesc conta com os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Luiz Marinho (Trabalho e Emprego) em seu conselho fiscal, mas forneceu ao Portal da Transparência da União apenas os valores pagos a Padilha. Entre janeiro de outubro de 2024, Padilha participou de duas reuniões no Sesc. Ao final do ano, os pagamentos mensais da instituição ao ministro somaram R$ 257 mil.

O mesmo ocorre com o Senac, que tem como conselheiros Marcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência) e Camilo Santana (Educação), mas só fornece os valores pagos a Macêdo. Em 2024, o ministro participou de sete encontros da entidade, somando, no ano, R$ 129 mil em salários extra.

Jetons são pagamentos extras realizados pela participação em conselhos de empresas públicas, como conselho fiscal, de administração e de auditoria. A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu em maio de 2023 que essas verbas não estão sujeitas ao teto remuneratório do serviço público, que atualmente é de R$ 46 mil.

O STJ acatou um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) segundo o qual foi reconhecido que um ministro de Estado pode acumular as funções de conselheiro de uma empresa pública.

Padilha, Marinho, Macêdo e Santana não são os únicos ministros de Lula a receber remunerações extras por participação em conselhos, em que não há transparência em relação aos valores. Assim como as entidades sistema S, a Itaipu Binacional remunera seus conselheiros, mas não divulga o valor pago. Como mostrou o Estadãoa remuneração prevista em 2024 era de R$ 34 mil para cada conselheiro da Itaipu.

Integram o conselho da Itaipu os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Esther Dweck (Gestão) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

O vice-presidente Geraldo Alckmin , que acumula a pasta de Comércio, Indústria e Serviços, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, integram o conselho fiscal da Apex Brasil, mas a função não é remunerada. No total, há dez titulares de ministérios com assentos em conselhos de instituições, oito dois quais recebendo salários a mais.

A prática de conceder jetons a membros do primeiro escalão não ocorre somente no Executivo federal. Como mostrou o Estadão, em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) desembolsa mensalmente R$ 2,3 milhões com remunerações extras para aliados políticos, inclusive membros de seu secretariado.

Em alguns casos, o servidor acumula remunerações relativas à presença em dois ou mais conselhos. É o que ocorre com Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública, que recebe R$ 13,2 mil em gratificações por mês por ser conselheiro da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O Estadão identificou que, no Executivo paulista, há servidores que marcam presença em até quatro conselhos diferentes.

RELATÓRIO DA OEA SOBRE COMPORTAMENTO DE ALEXANDRE DE MORAES PODE PREJUDICAR O BRASIL

 

História de Leonardo Demeris – PaiPee

Relatório da OEA sobre Alexandre de Moraes pode ser o estopim para uma nova crise diplomática e econômica entre Brasil e Estados Unidos

As informações do texto são da coluna de Paulo Cappelli do portal “Metrópoles”, e revelam um cenário alarmante: um relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre Alexandre de Moraes pode desencadear uma ofensiva brutal de Donald Trump contra o governo Lula.

Se o documento apontar arbitrariedades no Supremo Tribunal Federal, o presidente dos Estados Unidos endurecerá ainda mais seu diálogo com o Brasil, com a possibilidade de ações prejudiciais à economia brasileira, como novas taxações, além da já anunciada taxação do aço.

A crise promete ser ainda mais intensa, com Trump sendo alimentado por aliados como o bilionário Elon Musk e Jason Miller, estrategista de sua campanha. Musk, com seu poder global, não esconde o apoio ao impeachment de Lula, e Miller, já alvo de Moraes, tem sua própria agenda contra o governo brasileiro.

A pressão sobre o Brasil só tende a aumentar. Caso a OEA entregue um relatório contundente contra Moraes, isso se tornaria o pretexto perfeito para Trump justificar novas sanções. Afinal, a OEA é largamente financiada pelos EUA, e Trump já mostrou que corta recursos de organismos internacionais que não alinham com sua visão. Já Pedro Vaca Villarreal, relator da OEA, destacou a gravidade das acusações e prometeu um relatório “sincero”. A situação, já de tensão política internacional, tem tudo para se transformar em uma guerra econômica e diplomática.

Com o apoio de figuras como Musk e Miller, aliados ferrenhos de Bolsonaro, Trump parece cada vez mais inclinado a pressionar o Brasil. O relatório da OEA pode ser o estopRelatório da OEA sobre Alexandre de Moraes pode ser o estopim para uma nova crise diplomática e econômica entre Brasil e Estados Unidos

As informações do texto são da coluna de Paulo Cappelli do portal “Metrópoles”, e revelam um cenário alarmante: um relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre Alexandre de Moraes pode desencadear uma ofensiva brutal de Donald Trump contra o governo Lula.

Se o documento apontar arbitrariedades no Supremo Tribunal Federal, o presidente dos Estados Unidos endurecerá ainda mais seu diálogo com o Brasil, com a possibilidade de ações prejudiciais à economia brasileira, como novas taxações, além da já anunciada taxação do aço.

A crise promete ser ainda mais intensa, com Trump sendo alimentado por aliados como o bilionário Elon Musk e Jason Miller, estrategista de sua campanha. Musk, com seu poder global, não esconde o apoio ao impeachment de Lula, e Miller, já alvo de Moraes, tem sua própria agenda contra o governo brasileiro.

A pressão sobre o Brasil só tende a aumentar. Caso a OEA entregue um relatório contundente contra Moraes, isso se tornaria o pretexto perfeito para Trump justificar novas sanções. Afinal, a OEA é largamente financiada pelos EUA, e Trump já mostrou que corta recursos de organismos internacionais que não alinham com sua visão. Já Pedro Vaca Villarreal, relator da OEA, destacou a gravidade das acusações e prometeu um relatório “sincero”. A situação, já de tensão política internacional, tem tudo para se transformar em uma guerra econômica e diplomática.

++Idosa imigrante passa fome ao tentar sobreviver em Manaus

Com o apoio de figuras como Musk e Miller, aliados ferrenhos de Bolsonaro, Trump parece cada vez mais inclinado a pressionar o Brasil. O relatório da OEA pode ser o estopim para uma escalada sem precedentes.im para uma escalada sem precedentes.

PRESSÃO POLÍTICA DO GOVERNO LULA SOBRE EMPRESAS E ORGÃOS PÚBLICOS

 

História de MARIANNA HOLANDA E RENATO MACHADO – Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) coleciona em seu terceiro mandato episódios em que fez pressão publicamente como forma de interferir em órgãos públicos e empresas mistas e mesmo privadas.

Lula já criticou abertamente o Banco Central, a Petrobras e a Vale, sendo que em alguns casos amenizou suas falas após mudanças que o favoreceram, como a troca na diretoria dessas entidades.

No caso mais recente, defendeu a exploração de petróleo na Bacia Foz do Amazonas e falou em “lenga-lenga” do Ibama, responsável pela autorização da medida.

“Se depois a gente vai explorar, é outra discussão. O que não dá é para a gente ficar nesse lenga-lenga. O Ibama é um órgão do governo, parecendo que é um órgão contra o governo”, disse Lula.

A fala direta contra o órgão é o ápice de uma série de declarações em defesa da exploração. O pedido da Petrobras é para perfuração de um novo poço na margem equatorial -etapa quando se busca estudar a viabilidade técnica e econômica da exploração.

A área energética do governo e a Petrobras argumentam que a Foz do Amazonas é essencial para substituir o declínio da produção do pré-sal na próxima década. Já a ministra Marina Silva afirma que só a análise técnica do Ibama pode determinar se é sustentável, ou não, o empreendimento.

A fala de Lula provocou uma insatisfação generalizada entre os técnicos do órgão. A avaliação de servidores é de que o processo passou a ser alvo de extrema interferência política, em vez de seguir um rito formal.

Em outros momentos, o presidente já criticou a Vale e a Petrobras, ambas antes da troca no comando das empresas. Além disso, nos seus dois primeiros anos de governo, teve o Banco Central e Roberto Campos Neto, então presidente, na sua mira.

O mandatário adota um tom menos crítico após uma mudança na gestão das empresas e do BC que o agrade.

No caso da Vale, em agosto de 2024, ele criticou a grande quantidade de acionistas. “É que nem cachorro de muito dono: morre de fome ou morre de sede, porque todo mundo pensa que colocou água, todo mundo pensa que deu comida e ninguém colocou”, disse.

A Vale é hoje uma empresa sem controlador definido, uma “corporation”, mas ainda com influência de seus antigos controladores, Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, Bradesco e a japonesa Mitsui.

Lula vinha criticando a companhia desde o início de sua gestão e chegou a tentar interferir no processo de sucessão da companhia, pressionando pela indicação do ex-ministro Guido Mantega. Quando eleito para a presidência da Vale no ano passado, Gustavo Pimenta colocou o relacionamento com o governo entre suas prioridades.

Na última sexta-feira (14), o presidente da companhia foi elogiado por Lula. Ele disse que a gestão de Pimenta é “oportunidade extraordinária” para reaproximar os interesses da mineradora com os interesses do Estado brasileiro.

“Alguma coisa aconteceu [entre a Vale o o governo]. Houve um fio desencapado que criou um clima desagradável”, afirmou o presidente. “Com minha volta ao governo e com sua entrada na Vale, tenho certeza que a gente vai encapar esse fio”, disse, durante evento na mina de Carajás, em Parauapebas (PA), onde a Vale anunciou R$ 70 bilhões em investimentos.

Já havia dito no fim de janeiro que antes a Vale não discutia com o governo os projetos prioritários e que “agora se dispõe a ter um novo comportamento”.

Fenômeno semelhante ocorreu com a Petrobras. No caso da companhia, antes de Magda Chambriard tomar posse, Lula criticou a distribuição de dividendos e falou que a empresa precisava “pensar no povo brasileiro”.

“O que eu acho é que a Petrobras, que é empresa em que o governo tem ascendência sobre ela, é importante ter em conta o seguinte: a Petrobras não é apenas uma empresa de pensar nos acionistas que investem nela, porque a Petrobras tem que pensar no investimento e pensar em 200 milhões de brasileiros que são donos dessa empresa ou sócios dessa empresa”, disse Lula, em março de 2024.

Ele relatou ainda ter tido uma conversa séria com a direção da companhia, na ocasião. Esta foi a primeira das crises que levou à queda de Jean Paulo Prates, que havia sido indicado por Lula no início do governo.

Em janeiro deste ano, já com a companhia sob o comando de Magda Chambriard, o presidente se distanciou das decisões da empresa, em meio ao aumento do preço do diesel.

“Li muito hoje o que vocês escreveram ontem, sabe, mas ainda não fui avisado se ela vai aumentar ou não, e ela não precisa me avisar. Se ela tiver uma decisão de que para a Petrobras é importante fazer o reajuste, ela que faça e comunique à imprensa”, disse a jornalistas.

Procurada, a Presidência respondeu sobre os casos citados na reportagem.

“Sobre o Ibama, o presidente tem pontuado que o país não pode prescindir de conduzir pesquisas para descobrir o potencial de exploração de petróleo na região da margem equatorial, mas tem reiterado que o processo será conduzido a partir do posicionamento do Ibama, com responsabilidade e cumprindo com rigor todos os requisitos ambientais”, diz a nota.

O Planalto fala ainda no “fortalecimento institucional” do órgão, que teve concursos e reajustes salariais nos últimos dois anos.

No caso da Vale, destacou que a empresa é privada e o processo de seleção do presidente obedece à política da companhia e não há “direcionamento por parte do governo federal”.

A respeito da Petrobras, o Planalto diz que Lula “sempre ressaltou o papel estratégico da empresa como instrumento para impulsionar o desenvolvimento econômico e também social do Brasil”. E reiterou a fala anterior do presidente de que o governo não tem ingerência sobre o preço do diesel.

FINAL DA GUERRA NA UCRÂNIA ESTÁ PRÓXIMA DO FINAL?

 

História de Tom McArthur – BBC News Brasil

Será que o telefonema entre Trump e Putin é suficiente para iniciar as negociações de paz?

Será que o telefonema entre Trump e Putin é suficiente para iniciar as negociações de paz?© EPA

O futuro da Ucrânia foi o foco da Conferência de Segurança de Munique (MSC, na sigla em inglês), poucos dias depois de um surpreendente telefonema entre o presidente dos EUADonald Trump, e o presidente da RússiaVladimir Putin, no qual eles concordaram em iniciar negociações para acabar com a guerra na Ucrânia.

Descrevendo o telefonema na semana passada como “ótimo”, Trump disse que havia uma “boa chance de encerrar aquela guerra horrível e muito sangrenta”.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, advertiu que seu país não deve ser deixado de fora de nenhuma negociação de paz.

Os aliados europeus pareceram, por sua vez, surpresos com a natureza do telefonema, com o presidente francês, Emmanuel Macron, alertando que qualquer acordo de paz que envolvesse capitular diante da Rússia terminaria “mal para todo mundo”.

Ainda não está claro quando as negociações de paz podem começar, mas, quando isso acontecer, as questões relacionadas ao território, às negociações de segurança e ao futuro da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) vão estar entre os principais pontos de discussão.

A seguir, mostramos como cada um dos lados se posiciona.

Que territórios a Ucrânia perdeu, e será que vão ser devolvidos?

Guerra da Ucrânia na reta final? O que cada lado quer para acordo de paz

Guerra da Ucrânia na reta final? O que cada lado quer para acordo de paz© BBC

Atualmente, Moscou controla cerca de um quinto do território da Ucrânia, principalmente no sul e no leste.

Após a derrubada do presidente pró-Rússia da Ucrânia em 2014, a Rússia anexou a península da Crimeia, no Mar Negro, e apoiou os separatistas pró-Rússia em combates sangrentos nas regiões de Donetsk e Luhansk.

Rússia E EUA Discutem Planos Para Acabar Com A Guerra Na Ucrânia

O conflito se transformou em uma guerra total há quase três anos, após a invasão em larga escala da Rússia.

As tentativas de Moscou de tomar a capital Kiev foram frustradas, mas desde então as forças russas expandiram lentamente seu controle territorial, principalmente no leste.

As forças ucranianas, apoiadas por armas e equipamentos dos EUA e de aliados europeus, dificultaram ao máximo esses avanços e, às vezes, conseguiram retomar territórios, além de realizar uma contraofensiva no oeste da Rússia.

A Ucrânia sempre insistiu que qualquer acordo de paz deve incluir a retirada total das tropas russas da Ucrânia de volta às fronteiras anteriores a 2014, incluindo da Crimeia, de Donetsk e Luhansk.

“Nós nunca vamos reconhecer territórios ocupados como russos”, disse Zelensky em uma entrevista coletiva durante a MSC.

Em contrapartida, a Rússia anexou formalmente mais quatro regiões do leste e sul da Ucrânia desde 2022, e quer que elas sejam reconhecidas como parte da Rússia — apesar de não estar no controle de todo o território nessas regiões.

Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Zelensky sugeriu que o território controlado pela Rússia na Ucrânia poderia ser trocado pelo território tomado pela Ucrânia na região de Kursk, no oeste da Rússia, como parte de um acordo de paz. Mas o Kremlin rapidamente descartou essa possibilidade.

Até recentemente, os aliados ocidentais da Ucrânia defendiam a posição de Zelensky de que toda a Ucrânia, inclusive a Crimeia, deveria ser devolvida.

Mas o novo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, jogou um balde de água fria nessas esperanças, dizendo em uma conferência, em fevereiro, que alcançar as fronteiras anteriores a 2014 era um “objetivo irrealista”.

“Perseguir esse objetivo ilusório só vai prolongar a guerra e causar mais sofrimento”, ele afirmou.

A Ucrânia pode se tornar membro da Otan?

Guerra da Ucrânia na reta final? O que cada lado quer para acordo de paz

Guerra da Ucrânia na reta final? O que cada lado quer para acordo de paz© BBC

A Ucrânia quer entrar para a Otan, argumentando que a aliança militar ocidental — na qual os membros se comprometem a defender uns aos outros em caso de ataque — é a melhor maneira de garantir sua segurança.

Para Kiev, a invasão russa é a prova de que somente a adesão à Otan pode garantir sua segurança.

No entanto, a Rússia sempre se opôs à ideia de a Ucrânia se tornar membro da aliança, temendo que isso levaria as forças da Otan para muito perto de suas fronteiras.

Ao chegar para a MSC, Zelensky disse que a Ucrânia confiava nas garantias de segurança da Otan, antes de acrescentar que acreditava que a adesão seria “a opção mais barata para todos”.

A Europa precisa se unir em torno da Ucrânia para se proteger, ele afirmou.

Os membros da Otan têm argumentado consistentemente que a Ucrânia deve se tornar um membro da aliança militar no futuro, com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, dizendo a Zelensky que o país está em “um caminho irreversível” para a adesão.

Mas essas garantias agora parecem menos sólidas, depois que o secretário de Defesa americano minimizou as chances de a Ucrânia se tornar membro da Otan em qualquer acordo de paz.

“Os EUA não acreditam que a adesão da Ucrânia à Otan seja um desfecho realista de um acordo negociado”, afirmou Hegseth.

O que poderia garantir a segurança da Ucrânia?

Zelensky também afirmou que dados de inteligência mostram que a Rússia está se preparando para uma guerra contra a Otan

Zelensky também afirmou que dados de inteligência mostram que a Rússia está se preparando para uma guerra contra a Otan© Getty Images

Em outubro de 2024, Zelensky apresentou seu ‘plano para a vitória’ ao Parlamento da Ucrânia, dando sua visão de como acabar com a guerra e garantir a segurança da Ucrânia.

Além de reiterar a necessidade de adesão à Otan, o plano incluía a proteção conjunta dos EUA e da União Europeia de recursos naturais essenciais e a contenção da Rússia por meio de recursos de dissuasão não nuclear implantados em solo ucraniano.

Donald Trump foi informado sobre o plano.

Mas se a Otan não estiver no futuro imediato da Ucrânia, o país vai precisar encontrar outras maneiras — por exemplo, uma força internacional de manutenção da paz — para tentar garantir sua segurança.

Zelensky diz que essas garantias devem ser respaldadas pelos EUA, mas ao falar em Bruxelas antes da MSC, Hegseth disse que não haveria tropas dos EUA enviadas para a Ucrânia como parte de qualquer plano de segurança.

No entanto, dois dias depois, o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, afirmou que enviar tropas à Ucrânia “ainda está na mesa” de negociação, caso a Rússia não negocie um acordo de paz de boa fé.

“O presidente não está entrando nisso com a visão limitada”, disse ele ao Wall Street Journal.

Enquanto isso, fontes da área de defesa do Reino Unido citadas pelo jornal The Times afirmam que os EUA poderiam fornecer alguma forma de defesa aérea — possivelmente mísseis Patriot — a uma força de paz na Ucrânia, em troca de acesso a minerais.

GOVERNO LULA PRETENDE CENSURAR AS REDES SOCIAIS

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

A obsessão do presidente Lula da Silva de encabrestar a opinião pública não é novidade. Há muito o eufemismo “democratização dos meios de comunicação” figura nos estatutos e programas do PT. Em relação às mídias tradicionais, Lula sabe muito bem o que quer. A sociedade também, e sempre frustrou suas manobras para amordaçar a imprensa. A novidade em relação às mídias digitais é que Lula, aparentemente, não tem a menor ideia do que são, nem dos direitos e deveres das redes e usuários consagrados na Constituição e nas leis, nem dos meios legítimos para reformulá-las.

“Nós precisamos regular essa chamada imprensa digital”, disse Lula recentemente a duas rádios baianas. A Secretaria de Comunicação do Planalto retificou o ato falho: o presidente supostamente se referia às “plataformas digitais”. Mas o sonho autoritário de uma imprensa servil e adulatória é indisfarçável.

“Numa imprensa escrita, numa televisão normal, o cidadão falou uma bobagem, ele é punido. Tem lei para isso. E no digital não tem”, explicou o presidente. Felizmente, a legislação penal não pune “bobagens”. Mas pune crimes como difamação ou fraude, e seus autores são responsáveis seja lá qual meio de comunicação utilizem. Como as redes digitais não são editoras ou produtoras de conteúdo, mas só veículos, o legislador estabeleceu no Marco Civil da Internet que elas só se tornam corresponsáveis se continuarem divulgando o conteúdo criminoso após uma ordem judicial de remoção, exceção feita a cenas de nudez ou sexo não autorizadas.

Pode-se discutir se essa exceção deve ser estendida a outros crimes flagrantes. Lula, porém, quer muito mais. “A liberdade de expressão não é as pessoas utilizarem esses meios de comunicação para canalhice, para fazer provocação, para mentir”, declarou o petista. Mas a garantia constitucional da liberdade de expressão visa exatamente a impedir que os poderosos punam cidadãos comuns por seja lá o que entendam por “canalhice”. Mesmo a mentira, em si, não é crime, exceto se empregada como meio para ilicitudes.

“O que não pode é a gente achar (…) que um empresário pode ficar falando mal de todo mundo a toda hora, se metendo nas eleições de cada país”, disse Lula, aludindo ao dono do X, Elon Musk. Ao contrário do que Lula diz, há uma lei para as redes digitais. O Marco Civil exige delas neutralidade, e se há prova de favorecimento de algum grupo político ou interferência em eleições, elas podem ser punidas. Fora isso, Musk e outros donos de plataformas digitais são indivíduos como outros quaisquer, e podem falar mal de quem bem entenderem e emitirem as opiniões que quiserem sobre a política de seja lá qual país.

Ninguém se dirá surpreso com as taras autoritárias de Lula, e, felizmente, também ele tem direito às suas canalhices, bobagens, provocações e mentiras. Mas é alarmante um presidente da República intimidar o Legislativo e incentivar o Judiciário a violentar a Constituição. O Congresso “vai ter de colocar isso para regular”, bradou Lula. “Se não for o caso, a Suprema Corte vai ter de regular, porque é preciso moralizar”. O que o Congresso tem ou não de fazer é uma decisão do Congresso. A Suprema Corte não tem legitimidade para regular nada, muito menos para “moralizar” quem quer que seja. Se o fizer, violará duplamente a Constituição, na forma do procedimento e no conteúdo da decisão.

Das duas uma: ou Lula não tem a menor ideia do que são as redes digitais, das garantias constitucionais à liberdade de expressão e de como funciona a divisão de Poderes num Estado Democrático de Direito, ou sabe muito bem tudo isso e joga areia nos olhos da população enquanto seus consorciados no Judiciário fazem o trabalho sujo de tecer a mordaça. Ambas as hipóteses são aterradoras e mostram a urgência de um Congresso alerta, a um tempo cauteloso e assertivo. Ante tamanha manifestação de ignorância ou malícia do presidente da República, os parlamentares precisam redobrar a prudência na regulação das redes e ao mesmo tempo deixar claras suas competências, conferidas pelo povo.

DIA DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL E CURIOSIDADES

 

Karla Neto – Colunista Correspondente

Nesta terça-feira(18), é celebrado o Dia do Ensino Médio no Brasil, é uma etapa de formação fundamental para os estudantes, pois os prepara para o ensino superior, o mercado de trabalho e o exercício da cidadania.

Uma data que pode passar despercebida, mas tem um valor muito importante: relembrar que a educação vai além de apenas concluir as etapas educacionais, pois normalmente é entre 15 e 18 anos que os jovens desenvolvem habilidades e capacidades específicas, como maior autonomia e pensamento crítico. E é a partir daí que eles podem identificar áreas com as quais tem maior afinidade e que podem trazer ideias de possíveis carreiras no futuro. 

A grade curricular do ensino médio compreende as disciplinas de português, língua estrangeira (inglês geralmente, também espanhol e, hoje muito raramente, francês), história, geografia, arte, matemática, física, química, educação física e biologia. O mínimo é de 2200 horas de aula ao longo de três anos.

Até 1967, o ensino médio era dividido em três cursos. O curso científico, o  normal e o clássico. Na época, era chamado de curso “colegial”, sendo que os três primeiros anos eram iguais para todos e, posteriormente, quem quisesse fazer o antigo Normal e o Clássico tinha que cursar mais um ano.

Fonte: Karla neto
Foto: Divulgação

Você sabia o coelho têm memória boa e são mais ativos à noite?

Os coelhos são animais de estimação populares pela aparência adorável e personalidade amigável. Eles são brincalhões, amorosos e adoram se divertir com os tutores. Além disso, como são sociais, podem ser ótimos companheiros para outros animais de estimação, como cães ou gatos.

Calmo, pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade dos tutores. Observar um coelho brincando ou descansando, por exemplo, pode ser uma forma natural e terapêutica de relaxar após um longo dia de trabalho ou estudo.

Eles têm uma excelente memória e podem reconhecer diferentes rostos humanos e vozes.

Eles são animais noturnos e mais ativos durante a noite.

Coelhos podem ser treinados para usar a caixa de areia, assim como gatos.

Os dentes deles crescem continuamente, o que significa que precisam de objetos para roer a fim de mantê-los saudáveis e evitar que cresçam muito.

Eles têm uma visão panorâmica, de 360 graus, e podem ver atrás de si sem precisar virar a cabeça.

São animais herbívoros e precisam de uma dieta equilibrada e rica em fibras para que mantenham a saúde gastrointestinal em ordem. Em ambiente doméstico, geralmente, se alimentam de feno, legumes e uma quantidade limitada de ração para coelho

Você sabia que o mastruz ajuda a combater infecções bacterianas, virais e fúngicas?

No Marrocos, o mastruz é muito usado para ajudar no tratamento de pressão alta e, de acordo com estudos feitos em ratos, essa propriedade se deve à estimulação de receptores muscarínicos de tipo 2 no coração, que diminuem ligeiramente a frequência cardíaca, além de relaxar o músculo do coração.

O mastruz é uma planta medicinal, também conhecida por erva de santa maria ou chá mexicano, que é muito utilizada na medicina tradicional para tratar vermes intestinais, má digestão e para fortalecer o sistema imunológico.

Este é um dos usos mais populares do mastruz e, de acordo com alguns estudos feitos em humanos, o uso da planta de fato apresenta forte ação contra diferentes vermes intestinais, incluindo lombrigas e tênia anã.

Esta ação parece estar relacionada com a principal substância ativa da planta, o ascaridol, que tem demonstrado eficácia semelhante a alguns remédios vermífugos de farmácia, como o albendazol.

Tanto o uso dos extratos de mastruz, como do óleo essencial, têm apresentado potente ação antimicrobiana, que é capaz de eliminar vários tipos de bactérias, vírus e fungos.

Chá de mastruz

Para fazer o chá de mastruz, é necessário apenas 1 colher de sopa de folhas secas de mastruz e água.

Modo de preparo: Colocar 1 xícara de água para ferver e, em seguida, desligar o fogo e colocar as folhas de mastruz. Deixar repousar por cerca de 10 minutos, coar e beber 1/2 ou 1 xícara do chá.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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