sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

POLÍTICOS DE MINAS GERAIS SE UNEM PARA PRIVATIZAR OU FEDERALIZAR AS ESTATAIS MINEIRAS

 

História de PEDRO LOVISI E ARTUR BÚRIGO – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP, E BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – A crise financeira de Minas Gerais uniu esquerda e direita no estado. Ambas as correntes defendem que o governo se desfaça de suas maiores estatais para pagar a dívida bilionária do estado com a União, ainda que a forma como isso será feito –federalização ou privatização– seja motivo de embate.

A conjuntura chama atenção. Até porque historicamente os mineiros, tanto de esquerda quanto de direita, são reticentes em abrir mão de suas empresas –não à toa, a Constituição estadual condiciona a privatização de estatais de energia, distribuição de gás e saneamento a um referendo popular.

Até entre as exceções, esquerda e direita andam juntas. Os deputados federais Aécio Neves (PSDB) e Reginaldo Lopes (PT), por exemplo, defendem que as empresas continuem sob controle do estado (veja mais abaixo).

Minas deve hoje cerca de R$ 160 bilhões à União, além de outros R$ 30 bilhões junto a entidades financeiras e depósitos judiciais.

Para 2025, a projeção é que o estado pague à União R$ 5,2 bilhões sob o RRF (Regime de Recuperação Fiscal), enquanto o total da dívida com a incidência de juros deve crescer R$ 20 bilhões, segundo as contas do governo. Essa dinâmica é considerada impagável pelas classes política e econômica de Minas e corrói a capacidade de investimento do estado, incomodando tanto esquerda quanto direita.

Em 2018, por exemplo, o estado arrecadou R$ 99,5 bilhões. Mas desse valor, R$ 98,1 bilhões foram destinados às despesas correntes, como custeio da máquina pública e pagamento de servidores, e R$ 4,2 bilhões ao pagamento da dívida. Para as despesas de capital, aquelas em que o estado tem liberdade para gastar em investimentos e obras, foram reservados R$ 4,9 bilhões. Ao final, o governo teve déficit de quase R$ 8 bi.

Graças a liminares obtidas pelo estado no STF (Supremo Tribunal Federal) e acordos de repactuação com a União, a administração mineira ficou desde o fim de 2018 sem seguir a dinâmica anterior de pagamento das parcelas que devia à União, o que impede a comparação neste período.

O rombo faz com que a maioria dos políticos e economistas de esquerda e direita enxerguem no repasse do controle de Cemig, Copasa e Codemig –a última arrecada bilhões com a produção de nióbio– um dos únicos caminhos para retomar a capacidade de investimento do estado.

Mas a direita econômica do estado, liderada pelo governador Romeu Zema, sonha com a privatização, enquanto a esquerda, apoiada no PT, quer repassar as empresas para o governo federal.

A última alternativa ganhou força sob o chamado Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados), projeto do senador mineiro Rodrigo Pacheco (PSD). A proposta prevê desconto no indexador da dívida com o repasse dos ativos dos estados ao governo federal.

Um dos primeiros a defender a proposta de federalização de estatais foi o deputado estadual Professor Cleiton (PV).

“A federalização surgiu como alternativa para resolver o problema da dívida e como uma vacina às propostas de privatização do Zema. Inclusive, a federalização não exige a necessidade de um referendo”, afirma o deputado.

Otto Levy, ex-secretário de Planejamento de Zema e ainda influente no governo, diz ser fundamental reduzir o tamanho da dívida do estado. Mas a melhor forma de se fazer isso, segundo ele, seria vender as estatais e utilizar a quantia para abater o débito. “Para o próprio funcionamento do estado, eu acho que não é mais uma questão de opção”, afirma.

Na lógica dos liberais, trata-se de unir o útil ao agradável: pagar a dívida com a União e transferir as empresas para a iniciativa privada. “A minha experiência na máquina pública mostra que o arcabouço legal do setor público no Brasil, por si só, gera ineficiência para uma empresa, independente da qualidade dos gestores”, acrescenta Levy.

Mas Marco Antônio Castello Branco, presidente da Codemig na gestão de Fernando Pimentel (PT) e ex-membro dos conselhos de administração de Cemig e Copasa, discorda categoricamente. Ele defende que o governo federal assuma as três empresas e desconte do montante da dívida o valor de mercado delas.

“No RRF, o governo Zema usava a venda das estatais como um álibi, dizendo que entregar as empresas estatais para o setor privado seria o único jeito de viabilizar o regime. Ou seja, criou-se uma ditadura da falta de alternativa para justificar uma ideologia neoliberal”, afirma Castello Branco.

Ele propõe que a União assuma as três estatais com o compromisso de devolver as empresas quando o governo mineiro tiver suas contas reorganizadas. “Seria um processo semelhante à recuperação judicial, mas adaptada à esfera pública”, diz.

De certa forma, um formato semelhante é discutido entre os políticos mineiros. A ideia na Assembleia Legislativa é amarrar às propostas de federalização o direto de o estado poder reaver o controle das empresas em 20 anos. Também se estuda incluir uma determinação de referendo junto à população mineira caso o governo federal, no futuro, decida pela privatização das companhias.

Thiago Toscano, ex-presidente da Codemig no governo Zema, tenta achar um meio-termo entre as propostas. Apesar de defender a privatização de Cemig e Copasa sob argumentos semelhantes ao de Levy, ele acredita que a federalização da Codemig seja o mais vantajoso para o estado. Isso porque é muito provável que o governo federal aceite pagar mais pela empresa do que a iniciativa privada, visto o desconhecimento de investidores com a produção de nióbio (mais de 80% do mercado global do mineral está nas mãos da CBMM, a mineradora dos Moreira Salles parceira do governo de MG).

O governo Zema já divulgou duas avaliações sobre a empresa. Uma, encomendada ao banco de investimentos Goldman Sachs para a privatização da Codemig, calculou que a empresa valeria cerca de US$ 6 bilhões (R$ 34,7 bilhões na cotação atual).

Outra, em nota técnica divulgada pela próprio estatal nas discussões sobre a federalização, projetou que os dividendos, a valor presente, teriam valor de R$ 59 bilhões.

Nas contas do Sinfazfisco-MG (Sindicato dos Servidores da Tributação, Fiscalização e Arrecadação do Estado de Minas Gerais), o valor atual da Codemig é de R$ 35 bilhões. Essa avaliação poderia ser ampliada em cerca de R$ 20 bilhões caso a empresa seja federalizada junto com o direito de lavra, que hoje pertence ao estado –a hipótese é prevista em proposta que tramita na Assembleia Legislativa.

Uma terceira solução seria federalizar apenas o fluxo de receitas da Codemig. Como a única função da empresa é receber 25% do lucro da CBMM, Minas Gerais poderia firmar um contrato com a União repassando apenas seu direito de dividendos por um determinado período –formato semelhante a um empréstimo. “Isso resolveria um problema político relacionado ao apego que tradicionalmente os mineiros têm pelo patrimônio, porque a empresa continuaria sendo do estado”, diz Toscano.

Nessa linha, Marco Crocco, presidente do BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais) na gestão Pimentel, diz que, em caso de federalização, é necessário que o governo federal se comprometa a manter o foco das estatais em Minas Gerais. A Codemig, por exemplo, é hoje um dos poucos canais de receita livre do estado.

“Essas empresas têm um papel local muito bem definido, então mesmo federalizando há de ter uma articulação com o governo federal para que elas continuem sendo estatais com posição estratégica para Minas”, afirma. “Além disso, com a capacidade de compra de Cemig e Copasa você pode atrair fábricas para o estado, então elas funcionam como elemento de desenvolvimento.”

Já o tucano e ex-governador Aécio Neves e o petista Reginaldo Lopes rejeitam as possibilidades de federalização e privatização e defendem alternativas.

Aécio propõe utilizar as estatais apenas como garantia do contrato de refinanciamento da dívida do estado com a União. “O atual governo federal não tem vocação alguma para administrar estatais. Também sou contrário, no caso de Minas, à ideia que o governo estadual tem defendido de privatização, que, a meu ver, dilapidará o patrimônio dos mineiros”, diz.

Reginaldo, por sua vez, defende uma fórmula que considera a receita corrente líquida dos estados e o resultado da balança comercial para que haja uma redução no estoque da dívida. “Sou contra pegar três estatais que dão lucro de R$ 10 bi e entregar para a União. O Propag resolve dois anos do Zema, dois anos do próximo governador e depois o estado quebra”, afirma.

DIA DE SÃO VALENTIM E CURIOSIDADES

 

Karla Neto – Colunista Correspondente

Nesta sexta-feira (14), é celebrado o Dia de São Valentim, esta é uma data especial celebrada por casais de várias partes do planeta, onde se comemora o amor e a união das pessoas que se amam. 

Este dia foi escolhido por ser a data em que um bispo da Igreja Católica, chamado Valentim, foi morto em Roma pelo fato de ter desobedecido ao imperador, realizando casamentos às escondidas.

No Brasil, o Dia dos Namorados é comemorado no dia 12 de junho, véspera de Santo Antônio, popularmente conhecido como santo casamenteiro. 

Curiosamente, os brasileiros não têm o costume de celebrar o Dia de São Valentim, pois esta é uma tradição dos países anglo-saxões, que não encontrou muita acolhida por aqui.

A História conta que existem dois mártires com o nome de Valentim. Um deles, nasceu em 175, perto de Roma, onde foi consagrado bispo. Naquela época, Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras, pois acreditava que os solteiros eram melhores combatentes.
Valentim continuou celebrando casamentos mesmo com as proibições. Mais tarde, foi descoberto, preso e condenado à morte, porém, enquanto estava preso, muitos jovens ofereciam-lhe flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.
Segundo a lenda, na prisão, Valentim ficou amigo da filha do carcereiro, que era cega, e a curou da cegueira. 

Fonte: Karla neto
Foto: Divulgação

CURIOSIDADES – KARLA NETO

Você sabia que os laços sociais entre os chimpanzés duram a vida inteira?

O chimpanzé (Pan troglodytes) é um macaco que habita as florestas tropicais da África Central e está distribuído por toda a região, de acordo com a Enciclopédia da Vida, um banco de dados que compila informações sobre diferentes espécies de seres vivos.
O primata está listado como “em perigo”, de acordo com as diretrizes da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza.
Apesar de ser um dos macacos mais abundantes na África, tem sido registrada uma taxa constante de declínio da sua população nas últimas duas décadas.
As principais ameaças são a exploração madeireira nas áreas tropicais onde os macacos vivem, a caça ilegal para obtenção de carne e a disseminação de doenças infecciosas, como o ebola. Os chimpanzés são tão parecidos com os humanos que sucumbem a muitas doenças que afligem o homo sapiens, explica a IUCN.
Como outros mamíferos, as fêmeas desempenham o papel mais importante na criação de seus filhotes, de acordo com o banco de dados ADW. No caso dos adultos machos, o cuidado com os filhotes é indireto: patrulhando à noite, protegendo a família de perigos na selva e fornecendo alimentos.

Os laços entre os chimpanzés jovens e a mãe duram a vida toda, mesmo após a “independência” (situações na qual o animal deixa a família para viver com uma nova comunidade de chimpanzés).
Os chimpanzés são animais que conseguem distinguir rostos mesmo depois de anos sem encontrá-los.
Em geral, os chimpanzés podem viver de 40 a 60 anos, sendo que a principal preocupação com sua longevidade é o aparecimento de doenças infecciosas, tosses ou resfriados.

Entretanto, a expectativa de vida dos animais criados em cativeiro cai para 40-45 anos.

Você sabia que o chá de acerola ajuda a fortalecer o sistema imunológico?

O chá da folha de acerola pode ajudar a fortalecer o sistema imunológico, combater a inflamação e reduzir a gordura.
O uso da folha de acerola é conhecida e usada terapeuticamente como vitamina c, portanto contribui e ajuda no fortalecimento do sistema imunológico atuando como preventivo de gripes e resfriados e inflamações.

A aceroleira, cujo nome científico é Malpighia emarginata, teve origem no Caribe, mas hoje está muito presente na América do Sul. No Brasil, a sua fruta é usada em sucos, doces, sorvetes e produtos fitoterápicos, graças às altas concentrações de vitamina C, ácidos fenólicos, flavonoides, polifenóis, carotenoides, antocianinas e diversas vitaminas e sais minerais.

Estudos mostram que a folha da árvore também traz uma série de vantagens para quem a consome.

Elas aumentam o volume fecal, gerando mais saciedade e melhorando o aspecto das fezes. Sem contar que absorvem fluidos e outros produtos da digestão (alguns até tóxicos para o organismo). Por fim, a presença dessa substância no corpo acelera os movimentos intestinais, ajudando a prevenir a constipação.
Principalmente ligninas e pectinas, que são consideradas fibras insolúveis — isto é, que não se dissolvem na água e passam intactas pelo trato gastrointestinal.

A presença de vitamina C e compostos fenólicos torna o chá de folha de acerola um protetor contra a ação desenfreada dos radicais livres, que estão ligados à queda da imunidade, ao envelhecimento precoce e a diversas doenças crônicas, como diabetes e até câncer.

Ingredientes do chá de folha de acerola:

10 a 15 folhas de acerola higienizadas;
1 litro de água;
Canela em pau.
Modo de preparo:

Primeiramente, esquente a água até levantar fervura. Em seguida, desligue o fogo, acrescente as folhas maceradas e a canela e abafe por alguns minutos. Por fim, coe e beba.

Você sabia que a uva passa ajuda a protege a saúde do coração?

A uva passa, também conhecida apenas como passa, proporciona diversos benefícios à saúde, pois é rica em fibras e ácido tartárico, substâncias que contribuem para a saúde do intestino e favorecem o controle do peso.
Além disso, uva passa também é rica em antioxidantes que atuam prevenindo o desenvolvimento de doenças crônicas, como câncer ou doenças cardiovasculares.

As uvas passas podem ser uma boa adição à dieta para melhorar e manter a saúde dos ossos e dentes, por serem ricas em cálcio, um mineral muito importante para o tecido ósseo. Dessa forma, além de manter os ossos fortes, previnem o surgimento de osteoporose.

Além disso, a uva passa também contém um oligoelemento, conhecido como boro, que facilita a absorção de cálcio, magnésio, fósforo e vitamina D, que são essenciais para todo o sistema ósseo, assim como para o sistema nervoso. Por esse motivo, o boro presente na uva passa pode ajudar a prevenir a artrite, efeito que é comprovado por estudos que mostram que, pessoas com osteoartrite, apresentam níveis muito baixos deste oligoelemento.

As fibras presentes na uva passa têm a capacidade de diminuir a absorção de colesterol ruim no intestino, o que permite manter os níveis de colesterol e triglicerídeos mais regulados no sangue e evitando o depósito de gordura nos vasos sanguíneos. Além disso, como também é antioxidante e diminui o risco de dano celular, a uva passa é ótima para diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

TCU IMPEDE O GOVERNO DE USAR FUNDOS PRIVADOS PARA BANCAR POLÍTICAS PÚBLICAS

 

História de ADRIANA FERNANDES – Flha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O TCU (Tribunal de Contas da União) indicou no julgamento do programa Pé-de-Meia que não vai aceitar que o governo use dinheiro dos fundos privados, em que a União é cotista, para financiar despesas para o pagamento de políticas públicas fora do Orçamento.

Após o julgamento nesta quarta-feira (12), o tribunal abriu uma auditoria para mapear todas as despesas e políticas públicas financiadas por meio de recursos que não transitam diretamente pelo Orçamento, o que inclui os fundos privados.

A auditoria estava em fase de planejamento, aprovada pelo ministro Vital do Rêgo. Agora entra na fase de execução. Com uma análise mais ampla, a expectativa é dimensionar o tamanho desse dreno.

O trabalho da auditoria será conduzido pelo ministro Bruno Dantas, que pediu prioridade à área técnica. O grupo vai avaliar qual o impacto da utilização dessa prática para transparência e credibilidade da gestão orçamentária e os seus efeitos no crescimento da dívida pública e na economia brasileira.

Há uma avaliação entre os técnicos do tribunal de que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem recorrido para driblar o Orçamento e fugir dos limites do arcabouço fiscal, que impõe um teto de gastos.

No julgamento da cautelar do TCU que bloqueou em janeiro o dinheiro do Pé-de-Meia, os ministros da corte de contas deram um prazo de 120 para o governo pagar as bolsas do programa fora do orçamento, mas cobraram do governo a correção da forma de financiamento do programa para incluir os valores na lei orçamentária.

RECADO

Ministros do TCU ouvidos pela reportagem afirmam que esse foi o recado mais importante do julgamento desta quarta-feira (12) e que deve valer para o uso de outros fundos privados que tenham ou venham a ter a mesma prática.

Integrantes do governo que tratam do tema dizem que entenderam o recado, mas informaram que aguardam o acórdão do julgamento para definir os próximos passos da ação do governo.

Entre os fundos privados, estão o FGO (Fundo Garantidor de Operações) e o Fgeduc (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo), que transferiram recursos ao Fipem, outro fundo privado constituído para executar o Pé-de-Meia e administrado pela Caixa Econômica Federal. Nesse caso, o dinheiro de dois fundos privados transitaram para o outro fundo privado, que banca o programa.

Uma lei aprovada pelo Congresso permitiu a chamada integralização (repasse) de recursos que estavam sobrando no Fgeduc (R$ 6 bilhões) e no FGO (R$ 4 bilhões) no fundo do Pé-de-Meia. O governo transferiu os R$ 6 bilhões, mas aguardava a decisão do TCU para definir o repasse dos R$ 4 bilhões do FGO.

Com a decisão, antecipada pela Folha de S.Paulo na terça (11), o governo terá que corrigir a forma de financiamento do programa para incluir os valores na lei orçamentária deste ano. Para isso, precisaria em tese cortar r$ 10 bilhões de despesas. Mas parte do dinheiro já terá sido gasta nos quatros meses que o TCU deu de prazo para o governo encaminhar uma solução ao Congresso.

A proposta sugerida foi a apresentação de um PLN (projeto de lei que trata de questões orçamentárias) ao Congresso cancelando despesas de outras áreas para acomodar no Orçamento os gastos do Pé-de-Meia.

O problema é que neste caso o governo teria que bloquear os recursos do Orçamento imediatamente, o que implicaria tirar verbas de outros programas e políticas públicas.

Há dúvidas sobre os procedimentos para a inclusão da verba do Pé-de-Meia no Orçamento, que o acórdão pode sinalizar. Até o momento não é intenção do governo recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas o diagnóstico é que o TCU não tem a função de fazer controle de legalidade e determinação ao Legislativo.

A avaliação é que ao apontar a necessidade de o governo encaminhar um projeto de lei ao Congresso o Tribunal estaria indo além das suas funções legais. Os técnicos do governo que defendem a operação do Pé-de-Meia destacam que o dinheiro que está nos fundos saiu do Orçamento e foi contabilizado como despesas primária.

PÉ-DE-MEIA

– O que é: programa do governo federal que concede bolsas para estudantes do ensino médio matriculados em escolas públicas e que estejam inscritos no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal)

– Objetivo: combater a evasão escolar e reduzir a desigualdade social entre jovens

– Quanto: além de um incentivo mensal de R$ 200, o beneficiário recebe R$ 1.000 ao final de cada ano letivo concluído; há um adicional de R$ 200 se o aluno participar do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio); o valor, ao final dos três anos, pode chegar a R$ 9.200

– Órgão responsável: SEB (Secretaria de Educação Básica)

PRODUÇÃO DE CONTEÚDO DE MARKETING

 

Neil Patel

Espero que você goste desse artigo.

Author: Neil Patel |Co Founder of NP Digital & Owner of Ubersuggest

maos masculinas segurando tablet com graficos e estatisticas em tela

Qualquer profissional de marketing sabe que a produção de conteúdo é o grande motor das estratégias digitais.

De acordo com a pesquisa Content Trends 2019, 67,3% das empresas brasileiras adotam essa estratégia.

E não é só isso.

O mesmo estudo revela que 56,9% das que ainda não a aplicam pretendem fazê-lo em breve.

Mas qual será o verdadeiro valor do conteúdo em sua estratégia?

E como adotar as melhores práticas para atingir e encantar o seu público?

É o que você vai descobrir nas próximas linhas.

Neste guia da produção de conteúdo para o marketing digital, vou apresentar as principais ferramentas e dicas para levar sua marca mais longe.

Vamos nessa?

Acompanhe comigo.

O que é conteúdo digital?

mao masculina indicando tela de laptop e homem ao fundo com smartphone em maos

Conteúdo digital se refere a qualquer material produzido e distribuído por meio da internet.

É a estrutura básica do marketing de conteúdo e, consequentemente, o combustível essencial para a existência do funil de vendas.

Na era digital, onde as pessoas têm controle de todas as ações, elas dificilmente se veem atraídas por publicidade.

A solução para esse problema é justamente o marketing de conteúdo, estratégia responsável por captar três vezes mais leads do que anúncios pagos, conforme pesquisa da consultoria Demand Metric, de 2017.

Você quer resultados imediatos?

Minha agência pode fazer todo o trabalho pra você. Somos especialistas em:

  • SEO – Colocamos seu site no topo das pesquisas do Google
  • Mídia Paga – Fazemos seu negócio alcançar quem importa no momento certo
  • Data & Conversion Intelligence – Desbloqueamos as conversões do seu site e criamos dashboards para melhores análises

Existem diversos formatos de conteúdo que podem ser produzidos com o objetivo de gerar negócios.

A seguir, vamos falar sobre os principais.

Blog posts

Os blog posts são o formato de produção de conteúdo mais importante para uma estratégia digital.

Um dos seus principais objetivos é posicionar as páginas do site em mecanismos de buscas, como Google e Bing.

Com isso, visitantes que se encaixam no perfil de cliente ideal são atraídos e podem dar continuidade à jornada do consumidor.

Ebooks

homem sentado segurando ebook

Os ebooks são conteúdos mais aprofundados sobre um determinado tema.

Sua produção dá bastante trabalho, mas sua função é mais específica: converter visitantes em leads.

Como são distribuídos em formato de arquivo, exigem que o usuário forneça dados de contato para realizar o download.

Posts em redes sociais

mao masculina segurando smartphone com post do aplicativo facebook em tela

Os posts em redes sociais servem para diversos objetivos de marketing digital.

Por exemplo, gerar tráfego para o blog, engajar seguidores e divulgar a marca nas principais plataformas de interação.

Há diversas ferramentas e funcionalidades voltadas a tais tarefas, como o Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e LinkedIn.

Infográficos

Os infográficos são materiais ricos que aliam imagem e texto em um formato agradável para facilitar a leitura.

Eles podem ser usados tanto para complementar outros tipos de conteúdo quanto para gerar leads.

Vídeos

música na vevo

Os vídeos são um formato de produção de conteúdo audiovisual.

Eles são ideais para consumo, pois prendem a atenção do usuário e facilitam o entendimento das informações.

Imagens

As imagens são comumente usadas como complementos para os demais formatos de conteúdo.

Elas ilustram o que está sendo dito e trazem informações extras para o usuário.

Outros formatos

Existem muitos outros formatos de conteúdo na internet.

Entre eles, podemos destacar alguns.

Os podcasts privilegiam o áudio e podem ser consumidos simultaneamente a outras tarefas.

As apresentações de slides funcionam em um modelo que coloca o usuário no controle.

Já webinars são vídeos ao vivo que contam com a participação dos espectadores, possibilitando a interação.

Alguns outros formatos são as pesquisas de mercado, quizzes, newsletters, GIFs e estudos de caso.

5 benefícios de investir em produção de conteúdo digital

maos masculinas em teclado de laptop com ilustraçao de objetos de produçao ao lado

A produção de conteúdo na web é uma das práticas mais comuns entre empresas que investem em marketing.

Isso não é à toa.

A seguir, vamos conhecer os principais benefícios gerados ao investir nessa estratégia.

1. Aumentar o alcance do seu negócio

A produção de conteúdo é uma maneira orgânica de expandir o alcance do negócio.

Por meio dela, as pessoas interagem, são beneficiadas e passam a confiar em marcas e empresas.

Ao contrário dos anúncios, o marketing de conteúdo não é invasivo.

2. Gerar valor para o seu público

Uma das principais funções do content marketing é gerar conteúdo útil para o usuário.

A partir dessa ação, as pessoas passam a enxergar a empresa não apenas como uma fornecedora de produtos, mas uma organização com a qual ela tem um relacionamento contínuo.

Com isso, os índices de fidelização aumentam consideravelmente.

3. Facilidade de mensurar os resultados

Como no ambiente digital todas as ações são facilmente medidas por meio do recolhimento de dados, a otimização é constante.

Ao observar os números, avaliá-los e realizar ajustes, as chances de erro são praticamente reduzidas a zero.

Com a interpretação precisa das informações extraídas, o progresso é contínuo.

4. Mais resultados com menor custo

O marketing de conteúdo custa 62% menos e gera até três vezes mais resultados que o marketing tradicional.

Ou seja, traz um grande benefício às empresas que o aplicam.

Quando a companhia opta por negligenciar essa estratégia, é praticamente certo que a concorrência tirará vantagem disso.

5. Integração com outras estratégias

mulher em mesa de escritorio checando emails em laptop com xicara e smartphone ao lado

Como dito, a produção de conteúdo é um dos alicerces do inbound marketing.

Ela é conciliada com diversas ações de blog, redes sociais, e-mail marketing e até mesmo com os setores de vendas e sucesso do cliente.

A integração às demais estratégias é exatamente o que a torna a matéria-prima principal de qualquer atividade voltada ao marketing na internet.

13 ferramentas para produção de conteúdo

smartphone em bolso de calça com a palavra google trends em tela

Para aplicar uma estratégia de produção de conteúdo, você não está sozinho.

Existem diversas ferramentas que podem auxiliá-lo nessa tarefa.

Abaixo, listo algumas das principais.

1. Answer the Public

A Answer the Public é uma ferramenta para ter ideias para produzir conteúdos.

Ela sugere palavras-chave baseadas em dados extraídos pelos principais motores de buscas.

Isso garante que o conteúdo redigido será de interesse da audiência.

O Google Trends apresenta as principais tendências de buscas ao redor do mundo.

Para ter acesso aos dados, basta selecionar os assuntos e localidades desejados.

Essa é uma ótima maneira de se manter atento aos tópicos quentes do momento.

3. Ubersuggest

A Ubersuggest é uma das mais completas ferramentas de SEO do mercado.

Ela avalia a performance de websites e sugere tópicos de conteúdo para produção.

Além disso, traz informações valiosas acerca dos backlinks que transmitem autoridade para as páginas.

4. Keyword Tool

A Keyword Tool é outra ferramenta muito valiosa para produtores de conteúdo.

Ela traz ideias de palavras-chave não apenas para o Google, mas também YouTube, Bing, Amazon, Instagram, Twitter e outros canais relevantes.

5. Google Keyword Planner

Ferramenta oficial do Google, o Planejador de Palavras-Chave disponibiliza dados de volume e concorrência para termos de pesquisa.

Esse recurso é o mais utilizado por profissionais da área, já que agrega uma grande precisão e confiabilidade nos dados recolhidos.

6. Máquina Geradora de Títulos

Se você tem dificuldades para criar títulos para seus artigos, a Máquina Geradora de Títulos pode ajudá-lo.

Criada pelas equipes de produção de conteúdo da Rock Content e Resultados Digitais, expoentes no assunto, leva em conta os termos escolhidos para sugerir construções.

7. Gerador de Personas

Outra ferramenta criada pela aliança entre as duas empresas citadas no tópico anterior é o Gerador de Personas.

Você só precisa preencher os dados desejados para criar um perfil de cliente ideal para o seu negócio.

Esse elemento é fundamental em estratégias de marketing, já que guia todos os processos da produção de conteúdo.

8. Google Docs

lupa ampliando a palavra docs em tela de laptop no site google

O Google Docs é uma ferramenta indispensável para criação de conteúdo.

Ela não apenas possui um dos melhores editores de texto, mas permite o armazenamento de arquivos em nuvem e seu compartilhamento entre integrantes da equipe.

9. Dicionário de Sinônimos

Para garantir a qualidade do conteúdo, é sempre bom contar com o Dicionário de Sinônimos.

Essa ferramenta online sugere alternativas para evitar a repetição de termos e manter o interesse do usuário no texto.

10. Dicionário de Antônimos

Outro recurso útil na hora de criar conteúdos é o Dicionário de Antônimos.

Ela funciona de maneira similar à ferramenta citada no tópico anterior, mas aponta palavras que significam o oposto da digitada no campo de busca.

11. Canva

O Canva é uma das soluções mais completas para criação e edição de imagens na internet.

Ela facilita a produção de conteúdo visual em qualquer formato, levando em conta as dimensões específicas de cada canal.

12. Yoast SEO

O Yoast SEO é um plugin de WordPress que facilita a otimização de artigos para mecanismos de buscas.

Em vez de alterar o complexo código de HTML, o administrador precisa apenas preencher alguns campos como a descrição e title tag.

13. Headline Analyzer

O Headline Analyzer avalia títulos para informar se estão de acordo com os parâmetros de qualidade do Google.

Para isso, basta digitar o título no campo de busca e clicar no botão.

20 Dicas para você melhorar a sua produção de conteúdo

mulher sentada em frente a mesa de escitorio anotando algo ao pesquisar em laptop

Confira, a seguir, as principais medidas que você deve tomar para otimizar sua produção de conteúdo:

1. Organize-se

A organização é um dos principais segredos para o sucesso da produção de conteúdo.

Utilize ferramentas de auxílio, como planilhas, apps de comunicação e organizadores de projetos para garantir que tudo sairá conforme o planejado.

2. Conheça seu público

Compreender a persona para a qual se escreve é essencial para a criação de conteúdo.

Assim o redator consegue focar na resolução de problemas daquela pessoa em específico.

Quando o texto é muito genérico, há grandes chances de afastar o usuário.

3. Estude muito

O conhecimento é a base para a produção de um conteúdo de qualidade.

Um redator tem um mundo de informações disponível na web.

Portanto, vale a pena estudar diversas fontes para adquirir informações necessárias antes de redigir o material.

4. Entenda de SEO


Compreender o funcionamento dos mecanismos de buscas e como agradá-los é pré-requisito para produzir artigos para a internet.

Se o seu texto não alcançar um bom posicionamento, não gerará tráfego e você não alcançará seus objetivos de negócio.

Lembre-se de que o algoritmo recebe atualizações regulares, então é preciso atualizar-se de tempos em tempos.

5. Feito é melhor do que perfeito

A procrastinação é um dos problemas mais comuns entre produtores de conteúdo.

Então não espere até que surja uma ideia brilhante ou que a preguiça magicamente vá embora.

Coloque as mãos à obra e perceba que a hora é agora.

6. Foque na qualidade

Não adianta criar conteúdos extensos se eles não têm qualidade.

As pessoas logo perceberão e abandonarão a leitura, pode acreditar.

Por isso, é recomendado que o foco seja informações relevantes, linguagem simples e sem rodeios.

7. Acompanhe métricas

Observar o desempenho dos materiais publicados é a mina de ouro em uma estratégia de marketing de conteúdo.

Ao observar os números, você será capaz de realizar ajustes, perceber quais tipos de textos geram bons resultados e muitas outras ações.

Fique de olho nas ferramentas analíticas para manter as engrenagens da produção de conteúdo sempre funcionando.

8. Mantenha as ideias fluindo

homem segurando lampada acesa simbolizando ideias

A produção de conteúdo é uma atividade criativa.

Portanto, nem sempre estarão fluindo em seu máximo potencial.

Para manter o bom funcionamento da mente, vale tudo.

Mas, acima de tudo, descanse.

Uma mente cansada tem dificuldades de produzir bons textos e funciona em câmera lenta.

9. Encontre tendências

Buscar tópicos em alta é uma solução muito utilizada por produtores de conteúdo.

Por isso, vale a pena manter-se antenado aos principais sites e blogs relacionados aos temas de interesse da sua persona.

Lembre-se que as tendências mudam de um dia para outro.

Então a checagem deve acontecer regularmente.

9. Crie títulos atrativos

A leitura do título do texto é a primeira ação realizada por um usuário antes do clique.

É por isso que sua composição é tão importante.

Hoje os usuários são bombardeados por uma infinidade de informação enquanto navega.

Então invista em títulos criativos, chamativos e que trarão a sensação de emergência para garantir que o leitor não passe direto.

10. Planeje suas pautas

Não menospreze o valor da criação de uma pauta, processo que orienta as diretrizes que devem ser seguidas em um conteúdo.

Elas orientam as atividades da produção e garantem o alinhamento da empresa e o redator.

Um bom planejamento é a alma do negócio.

Uma pauta completa contém todas as informações e referências necessárias para a fluidez da escrita.

11. Estruture o conteúdo

mulher em mesa com materiais de escritorio anotando estruturas de conteudo em bloco de anotaçoes

Ao estruturar o conteúdo antes de iniciar a redação, é muito mais fácil visualizar o texto como um todo.

Pense no título, nos subtítulos, tópicos e elementos que preencherão as páginas do seu artigo.

Dessa forma os pensamentos se alinham e você evita a necessidade de adequações mais tarde.

12. Utilize conteúdos multimídia

Qualquer formato de conteúdo que pode ser útil para o usuário deve ser utilizado para proporcionar uma boa experiência.

Se necessário, alie texto, áudio, vídeo, apresentação de slide, infográfico e outros tipos de mídia para atender às expectativas do leitor.

13. Produza conteúdo com frequência

A frequência da produção de conteúdo é importante tanto para o usuário quanto para o Google.

Vale a pena investir, inclusive, em um calendário editorial para garantir que os visitantes receberão atualizações frequentes.

tela de computador em pesquisa de website

A linkagem dos textos deve trazer benefícios ao usuário.

Mesmo que leve-o a páginas externas, pense nas possibilidades de dúvidas que podem surgir ao longo do texto e invista em links úteis para sanar seus problemas.

15. Evite erros de português

Você provavelmente já se deparou com um erro ortográfico em uma página, não é mesmo?

Esse tipo de problema pode tirar toda a credibilidade do conteúdo.

Para evitá-los, vale a pena recorrer a um editor, como o Libre Office, por exemplo.

16. Revise seus textos

Um texto nunca está pronto depois de inserido o último ponto final.

Acredite, você precisa revisá-lo.

Leia-o dos pés à cabeça antes da publicação, para ter novas ideias e evitar qualquer tipo de erro.

Uma prática que ajuda muito é a leitura em voz alta.

17. Evite conteúdos repetidos

Duplicar conteúdos ou criar pautas muito semelhantes não é uma boa ideia.

No primeiro caso, apenas uma das páginas será ranqueada.

No segundo, você corre o risco de canibalizar as suas palavras-chave no Google.

18. Conquiste o leitor no primeiro parágrafo

Investir em boas introduções é um dos truques para manter o interesse do leitor.

Por isso, vale a pena gerar empatia, contar histórias e fazer promessas de resolução de problemas para garantir que as pessoas continuarão a leitura.

19. Tenha uma call to action

As chamadas para a ação são responsáveis pela continuidade do usuário pelo funil de vendas.

Por isso, não se esqueça de instigá-lo a realizar uma atividade que gerará resultados reais junto à estratégia.

20. Tenha objetivos claros

O estabelecimento de objetivos é uma ótima maneira de facilitar o processo de redação.

Ao saber qual é a finalidade do texto, a pessoa responsável poderá adaptar o texto e otimizar os resultados.

Conclusão

A produção deste conteúdo está chegando ao fim, mas talvez a sua jornada ainda esteja começando.

Neste artigo, você aprendeu quais são os principais tipos e formatos de conteúdo aplicados em estratégias de inbound marketing.

Além disso, conheceu algumas das melhores ferramentas que auxiliam na criação de bons materiais para atrair, encantar e converter usuários.

Por fim, observou algumas das principais dicas de alguém que já tem as pontas dos dedos treinadas de tanto escrever artigos e ebooks.

E quanto a você?

Virtudes e a necessidade de ter na região do Vale do Aço um site marketplace que engloba empresas, notícias, diversão, empreendedorismo para os empresários e leads como o moderno site da Valeon.

ChatGPT

Descubra o Marketplace do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores

Introdução:

O Vale do Aço é uma região próspera e empreendedora, conhecida por sua indústria siderúrgica e seu ambiente de negócios dinâmico. Agora imagine ter um único local onde você pode encontrar todas as informações e recursos necessários para ter sucesso nesse ambiente competitivo. Bem-vindo ao Marketplace do Vale do Aço – um hub online que engloba empresas, notícias, diversão e empreendedorismo, oferecendo uma plataforma única para empresários e gerando leads valiosos.

Um ecossistema empresarial abrangente:

O Marketplace do Vale do Aço reúne empresas locais de diversos setores em um só lugar. Com uma interface intuitiva, os usuários podem facilmente encontrar e se conectar com fornecedores, parceiros comerciais e clientes potenciais na região. A plataforma oferece uma ampla gama de categorias de negócios, desde indústrias tradicionais até startups inovadoras, garantindo que todos os empreendedores encontrem as oportunidades certas para expandir seus negócios.

Notícias e insights atualizados:

Além de ser um diretório empresarial, o Marketplace do Vale do Aço também oferece um fluxo contínuo de notícias e insights relevantes para os empresários da região. Através de parcerias com veículos de comunicação locais e especialistas em negócios, a plataforma mantém os usuários informados sobre as últimas tendências, oportunidades de mercado, mudanças regulatórias e eventos relevantes. Essas informações valiosas ajudam os empresários a tomar decisões informadas e a se manterem à frente da concorrência.

Diversão e engajamento:

Sabemos que a vida empresarial não é só trabalho. O Marketplace do Vale do Aço também oferece uma seção de entretenimento e lazer, onde os usuários podem descobrir eventos locais, pontos turísticos, restaurantes e muito mais. Essa abordagem holística permite que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma comunidade unida e fortalecendo os laços na região.

Foco no empreendedorismo:

O Marketplace do Vale do Aço é uma plataforma que nutre o espírito empreendedor. Além de fornecer informações e recursos valiosos, também oferece orientação e suporte para os empresários que desejam iniciar seus próprios negócios. Com seções dedicadas a tutoriais, estudos de caso inspiradores e conselhos de especialistas, o marketplace incentiva e capacita os empreendedores a alcançarem seus objetivos.

Geração de leads para os empresários:

Uma das maiores vantagens do Marketplace do Vale do Aço é a capacidade de gerar leads qualificados para os empresários. Com um público-alvo altamente segmentado, a plataforma oferece a oportunidade de seconectar diretamente com potenciais clientes interessados nos produtos e serviços oferecidos pelas empresas cadastradas. Isso significa que os empresários podem aumentar sua visibilidade, expandir sua base de clientes e impulsionar suas vendas de forma eficiente.

Conclusão:

O Vale do Aço é uma região cheia de oportunidades e empreendedorismo, e o Marketplace do Vale do Aço se torna um recurso indispensável para os empresários locais. Ao oferecer um ecossistema empresarial abrangente, notícias atualizadas, diversão, suporte ao empreendedorismo e a geração de leads qualificados, o marketplace se destaca como uma ferramenta poderosa para impulsionar os negócios na região. Não perca a chance de fazer parte dessa comunidade dinâmica e descubra o poder do Marketplace do Vale do Aço para o seu sucesso empresarial.

Contato:

Fone e WhatsApp: (31) 98428-0590

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

IPCA ENGANOSO DO GOVERNO

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

O alívio da inflação em janeiro, com alta de apenas 0,16%, depois de um aumento de 0,52% em dezembro, poderia ser auspicioso para a economia, não fosse o bônus de Itaipu, que deixou a energia elétrica 14,21% mais barata no mês. A redução com o custo da eletricidade gerada pela usina impactou o IPCA em -0,55 ponto porcentual. Sem essa contribuição, a inflação de janeiro teria chegado a 0,71%, e a taxa acumulada em 12 meses teria alcançado 5,13%, segundo cálculo do economista André Braz, do FGV Ibre.

A questão é que o “desconto” nas tarifas de energia tem fôlego curto, e a queda verificada no mês passado virá como alta em fevereiro. É um movimento natural, haja vista que não houve mudança estrutural na formação de preços, mas apenas um encontro de contas no saldo da usina administrada paritariamente por Brasil e Paraguai. E, mesmo com a forte desaceleração que o bônus de R$ 1,3 bilhão repassado às contas de luz representou para a inflação em janeiro, a taxa anualizada continuou acima do teto da meta de 3% fixada pelo governo, chegando a 4,56% em janeiro.

Importantes grupos de preços continuam subindo, como transportes e alimentos, estes em sua quinta alta mensal consecutiva, e o peso da inflação sobre o consumidor não ficou atenuado pelo resultado fora da curva do mês de janeiro. Apesar do respiro do IPCA, a escalada dos preços continua preocupante – ou, para usar a linguagem do Banco Central, o cenário é adverso para a inflação dos alimentos no médio prazo.

Mas o governo Lula da Silva decidiu entrar no modo negação e desdenhar olimpicamente da pressão inflacionária e seus efeitos na economia. Primeiro, o presidente recomendou à população que deixasse de comprar produtos caros para forçar a queda de preços. O roteiro resultou numa enxurrada de críticas, pois a carestia à qual se refere o petista abrange itens essenciais, como café, óleo, leite e carne, e não supérfluos ou produtos sofisticados.

Na sequência, ministros também minimizaram a inflação dos alimentos, justamente um dos itens que mais pesam no bolso dos mais pobres. De acordo com o IBGE, famílias com renda mensal de até dois salários mínimos gastam mais de 60% de seu orçamento mensal para custear casa e comida.

Antes mesmo da divulgação da desaceleração do IPCA de janeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista a uma rádio de Caruaru (PE), disse que “todos os preços” hoje estão abaixo dos que “o presidente Lula herdou de Bolsonaro”, e sustentou que a política de valorização do salário mínimo, com reajustes acima da inflação, vai manter o poder de compra. Há pouco tempo, era Haddad quem insistia em mais medidas de ajuste fiscal para compensar o minguado pacote fiscal anunciado em novembro na busca pelo reequilíbrio das contas públicas.

Agora, o ministro atribui quase exclusivamente ao aumento do dólar – e seu impacto nas exportações – a alta dos preços internos, e coloca a pressão cambial tão somente na conta da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA. Este, aliás, foi um dos argumentos que sustentaram a ideia de uma ala do PT segundo a qual a taxação das exportações poderia reduzir a inflação, uma possibilidade que causou reação negativa tão forte que obrigou o governo a descartá-la oficialmente.

Taxar produtos exportados ou fixar novas regras para os cartões de refeição não resolverá o problema da inflação, mas o governo segue tentando subestimar a alta inflacionária. Em entrevista a uma rádio na Bahia, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, que chegou a falar em um “conjunto de intervenções” para baratear preços nos supermercados, disse que a inflação foi “infinitamente menor” nos dois anos do governo Lula do que nos quatro de Bolsonaro.

Houve, de fato, expressivos estouros de meta na gestão Bolsonaro, especialmente nos dois últimos anos, quando a inflação bateu 10,06% (2021) e 5,79% (2022), parte pelas ações de combate à pandemia de covid-19, parte por gastos em ano de campanha eleitoral. Em vez de buscar se eximir de sua responsabilidade com base em comparações, o governo deveria olhar para si mesmo e concentrar esforços na redução de seus próprios gastos.

IBAMA É CONTRA A EXPLORÇÃO DE PETRÓLEO NA FOZ DO AMAZONAS E O GOVERNO QUER EXPLORAR

 

Jornal Estadão

BRASÍLIA – A Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Ascema) afirmou nesta quarta-feira, 12, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta implementar interferências políticas no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e classificou como “inadmissível” qualquer tipo de pressão política sobre os técnicos do órgão.

Presidente Lula criticou atuação do Ibama nesta quarta-feira. Foto: Wilton Junior/Estadão

Presidente Lula criticou atuação do Ibama nesta quarta-feira. Foto: Wilton Junior/Estadão© Fornecido por Estadão

As declarações foram motivadas por fala de Lula durante uma entrevista à Rádio Diário FM, de Macapá, nesta quarta, sobre o pedido de licenciamento ambiental feito pela Petrobras para exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas. Na ocasião, o presidente afirmou que o Ibama parece ser contra o governo.

“O que não pode é ficar nesse lenga-lenga, com o Ibama sendo um órgão do governo e parecendo ser contra o governo”, disse.

O processo de licenciamento já recebeu negativas do órgão ambiental, que acabou solicitando mais informações à Petrobras. Em novembro, como o Estadão mostrou, a empresa enviou respostas ao Ibama, se comprometendo em ampliar a estrutura de segurança, incluindo embarcações de prontidão para atender a fauna em caso de desastres.

Na nota feita pela Ascema, os servidores criticam a tentativa de pressão por parte de Lula. “É inadmissível qualquer tipo de pressão política que busque interferir no trabalho técnico do órgão, especialmente quando se trata de uma decisão que pode resultar em impactos ambientais irreversíveis”, diz o comunicado.

Segundo os servidores, as declarações do presidente desqualificam o Ibama e desrespeitam o papel da instituição. “O Ibama precisa ser reconhecido como órgão de Estado, motivo pelo qual propusemos uma emenda parlamentar para que passe a ter esse status e não fique sujeito a interferências políticas como a que o presidente Lula tenta implementar”, destaca a nota.

Os servidores citam o papel do órgão durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro para impedir retrocessos e diz que “continuarão atuando neste ou em qualquer outro governo que contrarie as necessidades de conservação socioambiental no Brasil.”

Decisão política

O licenciamento da região é sensível, entre outros fatores, porque não há operações semelhantes na região e tampouco estrutura para dar resposta a uma crise. Assim, os técnicos não têm referências robustas para avaliar objetivamente o projeto. Como o Estadão mostrou, a área é complexa e em caso de eventual acidente, a Petrobras levaria 10h30 para deslocar animais até a base de estabilização.

Embora tenha lacunas, o último plano de proteção à Fauna apresentado pela Petrobras — com previsão de embarcações de prontidão, equipes de socorro e equipamentos —, tem elementos para embasar um parecer a favor da licença. Soma-se a isso a repercussão do tema nacionalmente e a pressão exercida publicamente por Lula, que são vistas como uma evidência de que a vontade política sobre a liberação da licença prevalecerá.

Nesta quinta-feira, 13, Lula irá ao Amapá, onde está localizada a Margem Equatorial, para agendas públicas e inaugurações do governo. O Estadão apurou que o presidente deve voltar a falar sobre o tema e defender a exploração de recursos na região.

A pressão pela liberação do licenciamento elevou a fritura do atual presidente do órgão, Rodrigo Agostinho. Segundo fontes do governo, Agostinho já é visto como “demissionário”.

O nome mais forte dentro do governo para substituir o presidente do Ibama, é o do atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, que está cotado para sair do cargo atual.

A leitura é que Macêdo seria um nome palatável por ter sido superintendente do Ibama em Sergipe e secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos na gestão do então governador Marcelo Déda. Dessa forma, o governo não poderia ser acusado de lotear o órgão e reduziria a pressão por parte dos servidores.

Apesar de sediar a Cúpula do Clima da ONU (COP-30) em novembro, a análise é de que a troca no Ibama não afetaria a imagem do governo.

QUEM GANHA E QUEM PERDE NOS EUA COM AS TARIFAS DE TRUMP

 

História de Shannon Najmabadi, Jaclyn Peiser e Aaron Gregg Jornal Estadão

As novas tarifas da Casa Branca sobre o aço e alumínio, anunciadas na segunda-feira, 10, podem ter impactos amplos na economia, protegendo algumas empresas da concorrência estrangeira enquanto aumentam os custos em outras áreas.

A tarifa de 25% se aplicaria a todas as remessas de aço e alumínio, incluindo aquelas do Canadá e México, que na semana passada foram concedidos atrasos de 30 dias numa tarifa geral de 25% afetando todos os bens. Embora o Canadá vá sentir mais o impacto da ordem de segunda-feira como o fornecedor estrangeiro nº 1 para compradores dos EUA, as tarifas também visam a China, que responde por mais da metade da produção global de aço.

Aqui estão alguns vencedores e perdedores do último movimento comercial da administração Trump.

Tarifas de Trump também visam a China, que responde por mais da metade da produção global de aço Foto: AFP

Tarifas de Trump também visam a China, que responde por mais da metade da produção global de aço Foto: AFP

Vencedores

Fornecedores de aço e alumínio dos EUA

As tarifas funcionam como um imposto sobre importações, levando fornecedores estrangeiros a aumentar preços. Isso significa que as empresas dos EUA que fornecem aço e alumínio terão a chance de subcotar seus concorrentes estrangeiros à medida que o aço de parceiros comerciais como Canadá, Brasil e México se torna dramaticamente mais caro.

Várias empresas siderúrgicas baseadas nos EUA viram os preços de suas ações subirem na segunda-feira como resultado: Nucor e Steel Dynamics subiram 5,5% e 4,9%, respectivamente, ao fechar o mercado, enquanto Cleveland-Cliffs disparou quase 18 por cento. A United States Steel Corp., mais conhecida como U.S. Steel, subiu quase 5%. O produtor de alumínio Alcoa subiu cerca de 2%.

Philip Bell, presidente da Associação de Fabricantes de Aço, disse que as tarifas ajudariam a “nivelar o campo de jogo” para os produtores domésticos e refutou as críticas de que as tarifas aumentariam custos sem adicionar um grande número de empregos na manufatura.

“Quando você tem uma tarifa que é aplicada de forma ampla em todos os segmentos de produto, claro, vai haver um impacto de curto prazo”, disse ele. “Mas quando você tem tarifas específicas para produtos, como as de aço e alumínio, realmente resta ver qual será o impacto a longo prazo disso em empregos e nos preços ao consumidor.”

Uma tarifa de 25% sobre a quantidade de aço usada em um carro típico de US$ 40 mil aumentaria o preço em 1 ou 2%, afirmou Bell. E ele argumentou que cada emprego no setor de aço cria outros empregos para contratados, trabalhadores da construção, empresas de engenharia e “até o caminhão de comida que está fora da siderúrgica onde você pode pegar café da manhã ou almoço.”

O presidente da United Steelworkers International, no entanto, fez uma distinção entre “parceiros comerciais confiáveis, como o Canadá, e aqueles que estão procurando minar nossas indústrias enquanto trabalham para dominar o mercado global.”

“Nossa união acolhe os esforços do presidente Donald Trump para conter a supercapacidade global que por tempo demais permitiu a atores ruins como a China inundar o mercado global com seus produtos comercializados injustamente, resultando em importações crescentes para os Estados Unidos, especialmente do México”, disse o Presidente David McCall em um comunicado. Mas ele acrescentou que “o Canadá não é o problema.”

Perdedores

Consumidores

O alumínio e o aço são utilizados em uma ampla gama de produtos, o que significa que tarifas de importação mais altas acabariam sendo repassadas aos consumidores. Os metais podem ser encontrados em aparelhos, smartphones, bastões de beisebol, panelas, telescópios e móveis de jardim. Até mesmo latas de refrigerante poderiam ser afetadas, escreveram analistas de varejo do Bank of America em um relatório no início deste mês.

No entanto, não está claro quanto tempo levará para os consumidores sentirem o impacto e em que medida. Isso é em parte porque depende de quanto aço ou alumínio é usado na fabricação do produto, disse Lydia Cox, professora de economia na Universidade de Wisconsin em Madison.

Também cabe às empresas decidir quais custos adicionais elas devem repassar para seus clientes, disse ela: “Se você teve um aumento de 25% em 50% dos seus custos, isso seria um aumento (potencial) considerável” nos preços.

Em vez disso, são as empresas e fabricantes — que compram aço e alumínio em grande quantidade — que serão os primeiros a ver os aumentos de preços, disse Douglas Irwin, professor de economia no Dartmouth College.

“Não é como se você ou eu, como membro de uma casa, fôssemos à Lowe’s ou Home Depot ou algo assim comprar uma barra de aço,” ele disse.

Indústria dos EUA

Uma análise de 2018 sobre as tarifas de aço durante a primeira administração Trump, publicada pelo Peterson Institute for International Economics, independente, descobriu que a política criou empregos, mas com um grande custo para os inúmeros compradores de aço estrangeiro nos EUA.

A análise concluiu que a política, que também tributou o aço importado em 25%, criou cerca de 8.700 empregos e gerou cerca de US$ 2,4 bilhões em lucros antes dos impostos para as empresas de aço. Mas as indústrias domésticas que compravam aço nos Estados Unidos pagaram outros US$ 5,6 bilhões graças à proteção — um custo de cerca de US$ 650 mil para cada emprego criado na indústria siderúrgica.

Gary Hufbauer, pesquisador sênior do Peterson Institute e um dos autores do estudo, disse que não espera que muitos novos empregos sejam criados pelas novas tarifas, porque elas teriam principalmente o efeito de substituir as cotas existentes que outros países usam para limitar as exportações para os Estados Unidos. Mas escalar guerras comerciais através de tarifas dessa maneira “garantirá retaliação contra produtos e empresas dos EUA selecionados”, acrescentou Hufbauer.

“No geral, as indústrias americanas a jusante sofrerão e garantirão uma perda líquida nos empregos de manufatura dos EUA, como ocorreu no Trump 1.0,” disse Hufbauer.

Desta vez, empresas como John Deere, Caterpillar e Boeing também podem ser prejudicadas porque seus produtos usam muito alumínio ou aço, assim como desenvolvedores privados e governos estaduais e locais tentando reparar a infraestrutura, disse Irwin.

Glenn Stevens Jr., diretor executivo da MichAuto, uma divisão da Câmara Regional de Detroit, disse que os fabricantes de automóveis provavelmente não podem absorver o efeito combinado das tarifas sobre o Canadá e o México e os suprimentos globais de aço e alumínio.

“Os preços de transação de veículos já são muito altos, e se forem mais altos, isso diminuirá a demanda”, disse ele. Isso, por sua vez, poderia levar a cortes na produção e perda de empregos.

Exportadores dos EUA

Algumas indústrias dos EUA que vendem produtos no exterior também podem sentir o impacto da última rodada de tarifas de importação de Trump, à medida que outras nações retaliarem, disse Irwin. Ele citou as exportações agrícolas como um exemplo porque os países estrangeiros podem facilmente encontrar fontes alternativas de soja, trigo e outros produtos agrícolas no exterior.

Isso aconteceu durante o primeiro mandato de Trump.

“A administração Trump começou a socorrer os agricultores e a agricultura americanos,” disse Michael Klein, professor de economia na Universidade Tufts e editor executivo do EconoFact, uma publicação apartidária sobre políticas econômicas e sociais publicada pela universidade. “Quaisquer receitas que foram arrecadadas foram esgotadas tentando amortecer aqueles que foram prejudicados pela retaliação.”

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

BRASIL NA UTI POR PROBLEMAS FISCAIS

 

História de Por Bernardo Caram – Reuters

Logotipo do Banco Central do Brasil na sede da instituição, em Brasília 18/12/2024 REUTERS/Adriano Machado

Logotipo do Banco Central do Brasil na sede da instituição, em Brasília 18/12/2024 REUTERS/Adriano Machado© Thomson Reuters

Por Bernardo Caram

(Reuters) – O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga afirmou nesta quarta-feira que o atual cenário econômico do Brasil apresenta sintomas muito graves de um “paciente na UTI”, citando que os juros futuros estão “na lua a perder de vista” e que a única área que pode ajudar a autoridade monetária é a política fiscal.

Em seminário do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças, no Rio de Janeiro, Fraga defendeu que o atual presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, convidado do evento, convença o governo a atuar nessa área.

“Você, como uma pessoa de confiança das altas autoridades do nosso país, talvez possa convencê-las de que não tem mágica e que isso que aconteceu até agora foi muito bom, o desemprego está baixo, é um sonho, mas agora a festa meio que acabou, não é um problema de comunicação”, disse.

Fraga, que comandou o BC entre 1999 e 2002, no governo Fernando Henrique Cardoso, demonstrou preocupação com uma dívida pública acima de 75% do Produto Interno Bruto (PIB), e em trajetória de alta, associada a uma atividade econômica que fatalmente vai desacelerar.

“O Banco Central não faz milagre, sei que é difícil comentar, mas isso precisa acontecer. Eu considero que o paciente está na UTI, não precisa nem entrar nas discussões sobre dominância fiscal, isso é muito acadêmico. O mix macro precisa mudar, e eu acho que isso não parece estar na agenda”, afirmou.

Em resposta a Fraga, Galípolo disse que tem o desafio pessoal de encontrar o limite e a medida certa do que cabe à autoridade monetária falar. Ele ponderou que tem tido espaço e voz para poder se pronunciar sobre o que pensa dos movimentos de mercado e explicar o que está acontecendo na economia.

“Faz parte do desafio você não cruzar uma linha e não transcender o que é o quadrado da autoridade monetária”, ponderou.

Galípolo avaliou que o “remédio” da política monetária vai funcionar para arrefecer a inflação, sublinhando que essa avaliação é compartilhada pelo mercado, que espera uma desaceleração da atividade.

No entanto, ele afirmou que o mercado está menos focado no efeito da política monetária, e observando mais qual será a reação do governo a partir de uma desaceleração da atividade.

“Isso não é simples de você endereçar enquanto autoridade monetária. Uma coisa é você ser preventivo a algo que está presente, outra coisa é você lutar com algo que não existe ainda, ou que possa nem existir”, disse.

Na terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a economia brasileira crescerá neste ano, e argumentou que isso vai acontecer porque, segundo ele, o dinheiro circulará nas mãos da população, o que gerará expansão da economia.

FAB DERRUBA AVIÃO COM DROGAS VINDO DA VENEZUELA

 

História de Caio Possati – Jornal Estadão

A Força Aérea Brasileira (FAB) abateu na terça-feira, 11, um avião que teria partido da Venezuela transportando drogas e entrado de forma clandestina em território nacional. A aeronave suspeita caiu após disparos e dois ocupantes morreram na ocorrência.

A FAB diz que a interceptação aconteceu dentro dos protocolos, que consistem em uma primeira tentativa de contenção, seguida de disparos em caso de resistência da aeronave ilegal. O local exato da abordagem não foi informado. A reportagem questionou a Força Aérea e aguarda retorno.

Força Aérea Brasileira abateu avião vindo da Venezuela com drogas. Dois ocupantes da aeronave morreram. Foto: Força Aérea Brasileira (FAB)/Divulgação

Força Aérea Brasileira abateu avião vindo da Venezuela com drogas. Dois ocupantes da aeronave morreram. Foto: Força Aérea Brasileira (FAB)/Divulgação

Nesta quarta, 12, um helicóptero H-60 Black Hawk, do Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação e agentes da Polícia Federal estiveram no local da queda para verificar a atividade ilícita da aeronave. Eles constaram os óbitos de dois homens suspeitos de tráfico de drogas e a presença de entorpecentes no interior do avião abatido.

A interceptação fez parte da Operação Ostium, que reprime atividades ilegais na fronteira do País, e aconteceu sob coordenação do Comando de Operações Aeroespaciais.

A ação seguiu “todos os protocolos das Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA)”, segundo a FAB, que consistem em medidas de averiguação (para determinar a identidade de uma aeronave e vigiar o comportamento do avião suspeito), medidas de intervenção (determinar à aeronave interceptada para que modifique a rota e forçar o pouso em aeródromo), e medidas de persuasão (quando são dados tiros de aviso para forçar os suspeitos a obedecerem).

“Não atendendo aos procedimentos coercitivos descritos no Decreto nº 5.144, a aeronave foi classificada como hostil e, dessa forma, submetida ao Tiro de Detenção (TDE), que consiste no disparo de tiros, com a finalidade de impedir a continuidade do voo”, acrescentou a FAB, em nota.

A medida é utilizada como último recurso, e foi acionada depois que a aeronave interceptada descumpriu os procedimentos e forçou a continuidade do voo ilícito. “Com a execução do Tiro de Detenção , o avião interceptado, classificado como hostil, veio a colidir com o solo”.

O tipo e a quantidade da droga encontradas no interior da aeronave não foram informadas.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...