quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

IA PARA NEGÓCIOS

 

Google

A Inteligência Artificial (IA) para negócios é o uso de ferramentas de IA para otimizar processos, aumentar a produtividade e a experiência do cliente. 

Como a IA pode ser usada nos negócios? 

  • Identificar ineficiências e gargalos
  • Otimizar rotas de entrega
  • Reduzir o tempo de espera do cliente
  • Melhorar a experiência do cliente
  • Automatizar tarefas repetitivas
  • Identificar padrões
  • Reduzir erros
  • Identificar comportamentos suspeitos
  • Bloquear tentativas de fraudes 

Ferramentas de IA para negócios Quickchat, Synthesia, SAP Business AI. 

Cursos sobre IA para negócios

  • EBMD oferece cursos intensivos e práticos sobre empreendedorismo, marketing e vendas com uso de IA 
  • Fundação Vanzolini oferece cursos sobre IA para negócios 
  •  

Considerações sobre a IA nos negócios

  • A implementação da IA nos negócios requer planejamento cuidadoso e atenção aos detalhes 
  • A IA pode ser utilizada para a realização de diferentes demandas do dia a dia, o que pode ameaçar empregos e posições empresariais 
  • 6 ferramentas de Inteligência Artificial para seus negócios – Coopersystem

Qual a diferença entre IA e IA generativa?

IA tradicional se refere a sistemas de IA que podem executar tarefas específicas seguindo regras ou algoritmos predefinidos. São sistemas baseados em regras que não podem aprender com os dados ou melhorar ao longo do tempo. A IA generativa, por outro lado, pode aprender com os dados e gerar novas instâncias de dados.

Trecho da Web em destaque

A IA é capaz de analisar dados em tempo real e fornecer insights valiosos para a tomada de decisões. Isso ajuda os líderes empresariais a tomar decisões estratégicas com base em informações concretas, contribuindo para o sucesso a longo prazo.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua empresa seja oficializada.

A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as melhores marcas do varejo e um mix de opções.

O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.

Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é muito abaixo do valor praticado pelo mercado.

Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:

  • O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
  • A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a comunicação dos clientes com as lojas.
  • Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da compra.
  • No país, as lojas online, que também contam com lojas físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
  • O número de visitantes do Site da Valeon tem crescido exponencialmente, nesse mês de outubro/2022 tivemos 10.000 visitantes, hoje a Valeon já atingiu mais de 220.000 acessos.
  • O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
  • A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como: empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.

                                                                                                                   Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.

Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?

Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

FGTS PARA GASTAR NA ELEIÇÃO OU PARA SALVAR A PREVIDÊNCIA?

 

História de Hélio Zylberstajn – Jornal Estadão

Para ampliar o acesso ao crédito pessoal e reduzir o custo financeiro desse tipo de operação, o governo pretende autorizar o uso do saldo do FGTS como garantia de empréstimos consignados. Segundo a Agência Brasil e as declarações do presidente Lula, o valor dos empréstimos poderá chegar a R$ 120 bilhões, cifra bastante expressiva. Trata-se de mais um instrumento no conjunto das políticas de expansão da atividade econômica puxada pelo consumo.

O FGTS é uma verba salarial retida para a eventualidade do desemprego. Desde sua criação, tem sido remunerado com taxas menores que as de mercado, e às vezes menores até que a própria inflação. Seus recursos financiam programas habitacionais, de infraestrutura e de saneamento, que, no fim das contas, são subsidiados pelos trabalhadores. Não é à toa que os titulares das contas vinculadas sacam imediatamente seus saldos quando saem de seus empregos.

Uma das alternativas seria converter o FGTS em contas vinculadas destinadas a acumular poupança para a aposentadoria Foto: Daniel Teixeira/AE

Uma das alternativas seria converter o FGTS em contas vinculadas destinadas a acumular poupança para a aposentadoria Foto: Daniel Teixeira/AE© Fornecido por Estadão

Um grupo de economistas e estudiosos do tema do qual faço parte sugere, há muito tempo, outra destinação para os recursos do FGTS. Temos defendido uma reforma estrutural, para criar um sistema único de aposentadorias, que cobriria indistintamente todos os brasileiros sob um mesmo guarda-chuva, eliminando as distorções, as diferenças e os privilégios do sistema atual. Não menos importante, o novo sistema criaria condições para a sustentabilidade financeira da Previdência Social.

Teria quatro pilares, e um deles seria formado com a conversão do FGTS em contas vinculadas destinadas a acumular poupança para a aposentadoria. Cada trabalhador teria uma única conta de FGTS, vinculada ao seu CPF, que o acompanharia em todos os empregos.

Poderia deixá-la na Caixa Econômica Federal ou migrá-la para uma instituição privada. A conta renderia taxas de mercado e os recursos capitalizados poderiam ser sacados em caso de desemprego ou de aposentadoria.

A proposta incentivaria os trabalhadores a acumular com vistas à aposentadoria, destinando os recursos do FGTS para o mercado de capitais, fomentando o investimento e a produção e, consequentemente, o crescimento sustentado de longo prazo.

A medida provisória anunciada pelo presidente Lula, ao contrário, manteria as distorções na remuneração do FGTS e incentivaria o endividamento e o consumo de curto prazo. Mas esses efeitos não iriam longe. Provavelmente, seus formuladores esperam que durem até o final de 2026.

A pergunta é inevitável: o que fazer com o FGTS? Usá-lo para ganhar a próxima eleição ou para salvar a Previdência?

MINISTROS DA DEFESA DEFENDE SOLTAR INOCENTES DO 8/1

 

História de Bianca Gomes – Jornal Estadão

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, defendeu nesta segunda-feira, 10, no Roda Viva, penas diferentes aos envolvidos nos ataques do 8 de janeiro. Para ele, soltar inocentes ou quem teve menor envolvimento ajudaria a “pacificar o País”

Múcio adotou um tom dúbio ao comentar o episódio: embora tenha usado a palavra “golpe”, evitou cravar que houve uma tentativa, dizendo que isso só ficará claro “se nos inquéritos aparecerem as denúncias”.

“Eu acho que na hora que você solta um inocente ou uma pessoa que não teve um envolvimento muito grande (no 8 de janeiro) é uma forma de você pacificar (o País). Esse País precisa ser pacificado. Ninguém aguenta mais esse radicalismo. A gente vive atrás de culpados”, afirmou o ministro. Ele defendeu deixar o “revanchismo” de lado e lembrou que a decisão sobre uma anistia cabe ao Congresso Nacional.

O ministro José Múcio reforçou sua posição sobre a necessidade de dosimetria nas punições dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Segundo ele, há aqueles que “quebraram uma cadeira” e outros que realmente armaram o golpe.

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva ( PT) e o ministro José Múcio Monteiro (Defesa) Foto: WILTON JUNIOR/Estadão

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva ( PT) e o ministro José Múcio Monteiro (Defesa) Foto: WILTON JUNIOR/Estadão

“Se foi um golpe, quem organizou que pague. E aqueles que tomaram seus ônibus, estavam lá tirando foto do celular? Tinham os que entraram quebrando, os que ficaram do lado de fora. Tem de todo tipo. Você não pode dar a mesma pena a quem armou, quem financiou, a uma pessoa que foi lá encher o movimento”, defendeu.

Ao longo da entrevista, Múcio falou sobre a expectativa de identificar os verdadeiros culpados e dissipar a “nuvem de suspeição” sobre as Forças Armadas. O ministro adotou um tom ambíguo ao comentar o 8 de janeiro: chamou o evento de “golpe”, mas também afirmou que nós só “vamos saber se havia um golpe verdadeiramente arquitetado se nos inquéritos aparecerem as denúncias”.

O ministro chegou a dizer que não viu “uma arma”, que as três Forças “não tinham nada a ver” com o ato e que só os “civis foram, os militares, não”.

“Sou capaz de dizer que quem organizou aquilo (invasão às sedes dos Três Poderes) não foi. Quem desejava aquilo, desistiu, desapareceu. Ficou só aquele enchimento que fez aquele quebra-quebra todo”, declarou ele.

Saída do governo

Múcio disse na entrevista que quis deixar o governo, mas ficou após apelos de Lula. Segundo ele, o presidente argumentou que sua saída criaria um novo problema para o governo e não era desejada pelos comandantes militares.

“Ele (presidente Lula) disse: ‘Olha, Múcio, nós estamos em uma fase difícil, nós somos amigos, eu sei das suas pretensões, que é estar mais à disposição da família e dos amigos, mas eu preciso que você fique, porque estamos com alguns desafios e não queria abrir mais um problema. E os comandantes militares também não querem’”, relatou o ministro, que classificou o apelo de Lula como um “pedido de amigo”.

Múcio acrescentou que o governo enfrenta desafios na economia e na política e há uma reforma ministerial em andamento. “Isso tudo é uma mudança muito grande. Nós não tivemos ainda voo de brigadeiro”, afirmou. Ele evitou confirmar se ficará até o fim do ano e disse que, primeiro, é preciso “atravessar o ano”.

Múcio lembrou que teve um começo difícil na pasta e que, no início, os comandantes das Forças Armadas não o recebiam. Diante disso, recorreu a Jair Bolsonaro para ajudá-lo a garantir uma “transição tranquila”. Hoje, ele diz que a “fase mais complicada já passou”, e por isso considerou deixar o ministério.

“O início foi péssimo. Do dia 8 (de janeiro) até abril, eu me senti órfão. A direita zangadíssima porque os militares não aderiram ao golpe. E a esquerda muito zangada porque achava que os militares tinham criado aquele golpe. Na realidade, nós devemos a eles não ter tido golpe do dia 8.”

Crise com a Marinha

O ministro da Defesa afirmou no Roda Viva que o vídeo da Marinha interpretado como uma crítica velada ao pacote de corte de gastos do ministro Fernando Haddad foi uma “imprudência”. “Aquele vídeo foi absolutamente uma imprudência. Foi inoportuno, num momento péssimo.” Ele acrescentou que foi cobrado por Lula sobre o episódio e que tanto o presidente quanto Haddad ficaram indignados.

No vídeo produzido para o Dia do Marinheiro, a Marinha, então alvo do pacote de cortes, questionava se havia “privilégios” na instituição. Múcio disse que não cogitou demitir o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, por considerar que a medida não seria “sensata”.

“Está aí a explicação do porquê o ministro da Defesa tem que ser um político: para fazer o meio de campo entre as Forças e o Executivo, porque política não é a expertise deles”, contou Múcio. “Eu conversei com ele (Olsen). Trocar (o comandante), começar tudo de novo, com todos os problemas que vivemos no país – juros altos, inflação –, que, graças a Deus, essas coisas estão começando a ser debeladas… Achei que seria mais importante ele fazer um mea-culpa. Eu o levei ao presidente da República, onde ele reconheceu (o erro).”

RELATOR DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO DA COMISSÃO INTERAMERICANA NO BRASIL

 

História de PATRÍCIA CAMPOS MELLO – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A visita ao Brasil do relator para a liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Pedro Vaca, começou neste domingo (9) com embate entre organizações da sociedade civil e políticos bolsonaristas.

ONGs brasileiras enviaram carta a Vaca denunciando o que veem como uma estratégia de políticos de extrema direita no Brasil de “instrumentalização do direito à liberdade de expressão” para desestabilizar as tentativas de “responsabilização por atentados à democracia brasileira”.

Vaca vai se reunir nesta terça-feira (11) com a deputada Bia Kicis (PL-DF) e o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) para discutir o que eles consideram ser tentativas de censura a vozes conservadoras no Brasil. Na sexta-feira (14), o relator terá encontro com representantes da sociedade civil, liderados pela Artigo 19.

Na carta a Vaca, as organizações argumentam que as denúncias da direita estão “vinculadas a episódios claros de ataque à democracia e aos direitos humanos”. Dizem que o discurso de liberdade de expressão estaria sendo usado “como estratégia concreta de desestabilizar as tentativas de responsabilização de alguns de seus atores pelos atentados à democracia brasileira”. Afirmam também que a “garantia da liberdade de expressão se dá em consonância e em balanço com outros direitos”.

Assinam a carta a Artigo 19, Tornavoz, Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), Derechos Digitales, Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Intervozes, Repórteres sem Fronteiras, Instituto Vladimir Herzog e Washington Brasil Office, que vão se reunir com o relator.

Bia Kicis afirmou à Folha que a visita do relator “é uma oportunidade para mostrarmos como a censura tem sido apresentada como meio de ‘proteção à democracia’ “.

“A liberdade não se negocia, e vamos seguir denunciando a perseguição política, a censura nas redes sociais, o uso da Justiça para calar opositores ao regime e o avanço do autoritarismo disfarçado de democracia”, disse.

Nesta segunda-feira (10), Vaca se reuniu com o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e com o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a assessoria do Supremo, Barroso falou sobre as “situações de risco democrático, como a politização das Forças Armadas e os ataques às instituições” por que passou o Brasil nos últimos anos. Já Moraes teria falado sobre as investigações abertas e as circunstâncias que levaram à suspensão da rede social X (ex-Twitter), em agosto passado. Segundo ele, 28 investigados nos ataques de 8 de janeiro têm perfis em redes sociais bloqueados por ordem do STF.

No ano passado, Bia Kicis, Van Hattem e o senador Eduardo Girão (Novo-CE) solicitaram uma audiência com o relator em Washington, na sede da OEA (Organização dos Estados Americanos), para discutir o que eles veem como violações à liberdade de expressão no Brasil, principalmente por parte do STF.

A audiência chegou a ser marcada, mas, depois, acabou adiada. Segundo a CIDH, o adiamento ocorreu porque foi marcada a visita do relator ao Brasil (que está ocorrendo agora), após convite do governo brasileiro. Os congressistas bolsonaristas foram recebidos em reunião privada na OEA.

Na época, Bia Kicis queixou-se de uma suposta omissão da comissão. “Por exemplo, eu estive na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que tem virado as costas às inúmeras denúncias de violações de direitos e garantias”, discursou a deputada.

À reportagem a deputada disse que “é fundamental que um órgão internacional como a OEA tome ciência de tudo e cumpra seu papel, deixando de negligenciar, quando se trata de conservadores, a defesa de um direito fundamental consagrado nos tratados internacionais de direitos humanos”. “O contrário acontece quando a vítima é alguém alinhado ao regime, que normalmente recebe toda a atenção e reparação por parte dos organismos internacionais.”

Do lado das ONGs de defesa da liberdade de expressão também houve insatisfação. Elas haviam requisitado uma audiência na comissão no ano passado, para discutir assédio judicial. Mas o relator decidiu juntar com a dos bolsonaristas -antes de adiar as duas.

Segundo noticiou a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, uma das conversas de Vaca será com os advogados de Filipe Martins, ex-assessor da Presidência sob Jair Bolsonaro (PL). Ele é um dos indiciados pela Polícia Federal no inquérito da suposta trama golpista patrocinada por aliados de Bolsonaro e está com as redes sociais bloqueadas.

Políticos bolsonaristas têm se articulado com legisladores republicanos, nos EUA, para denunciar o que veem como censura.

No ano passado, houve uma audiência no Congresso dos EUA sobre ordens de remoção de conteúdo nas redes sociais no Brasil. Parlamentares bolsonaristas, entre eles o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), visitaram os EUA para discutir o tema.

Em setembro, quatro deputados dos EUA e um senador, todos republicanos, solicitaram formalmente que o visto do ministro do STF Alexandre de Moraes fosse cancelado.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do relator disse que não divulga a agenda de Vaca. No comunicado sobre a visita, a CIDH afirmava que a delegação ouviria autoridades dos três Poderes, organizações de direitos humanos, jornalistas, plataformas digitais e a academia.

TARIFAS DE TRUMP IMPACTAM O BRASIL

 

História de Gustavo Queiroz – DW Brasil

Segundo maior exportador de aço para os EUA, atrás apenas do Canadá, Brasil pode ter mercado interno pressionado pelas sobretaxas americanas.

Trump afirma que vai taxar importação de alumínio e aço em 25%

Trump afirma que vai taxar importação de alumínio e aço em 25%© Guido Kirchner/dpa/picture alliance

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor tarifas de 25% sobre a importação de aço e alumínio pode afetar as exportações brasileiras. O Brasil, um dos principais fornecedores desses produtos para os Estados Unidos, vinha ampliando sua participação no mercado americano há dois anos.

“Qualquer aço que entrar nos Estados Unidos vai ter uma tarifa de 25%. Alumínio, também”, disse o presidente dos EUA no domingo (09/02), antes de assinar nesta segunda-feira a ordem executiva com a imposição das novas tarifas.

O decreto de Trump cancela isenções e cotas isentas de impostos para os principais fornecedores, em uma medida que pode aumentar o risco de uma guerra comercial multifacetada.

O total de aço vendido pelo Brasil aos EUA cresceu 74% entre 2022 e 2024 e já ocupa uma fatia de 15% do volume de importações americanas do metal. No ano passado, os Estados Unidos compraram 4 milhões de toneladas de aço brasileiro, a um total de 2,9 bilhões de dólares (R$ 16,7 bilhões).

Isso fez do Brasil o segundo maior exportador do produto em volume para o mercado americano, atrás apenas do Canadá. No caso do alumínio, foram 147,2 milhões de dólares (R$ 850 milhões) vendidos em 2024, ou 42 mil toneladas – o 14º país que mais exportou o produto aos EUA.

Os dados são do painel de monitoramento do comércio global, mantido pela Administração de Comércio Exterior dos Estados Unidos. Para o aço, a plataforma considera a importação de planos, semiacabados, canos e tubos e outros produtos. São também calculados o alumínio bruto, em folhas e tiras, arame, barras, vergalhões, canos, peças fundidas e forjadas e acessórios.

Durante seu primeiro mandato, Trump estipulou taxas de 25% sobre aço e 10% sobre alumínio

Durante seu primeiro mandato, Trump estipulou taxas de 25% sobre aço e 10% sobre alumínio© Kevin Lamarque/REUTERS

Segundo o Comex Stat, plataforma do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços que compila a balança comercial brasileira, os EUA foram o principal destino de ferro e aço do Brasil e o segundo país que mais adquiriu alumínio brasileiro em 2024. Os metais são essenciais em indústrias como a automobilística, construção civil, máquinas e energia.

Em 2018, em seu primeiro mandato, Trump realizou um movimento parecido e estipulou uma tarifa de 25% sobre o aço e 10% sobre alumínio importado. Contudo, posteriormente, o presidente americano concedeu isenções a vários países, incluindo Canadá, México e Brasil, limitando o benefício alfandegário a uma cota, agora cancelada por decreto.

O impacto sobre o mercado interno

O coordenador de Comércio Internacional da BMJ Consultores Associados, Josemar Franco, avalia que a atual medida será desafiadora para o Brasil, especialmente sem as insenções. Isso porque, em 2018, as tarifas afetaram principalmente a China, que passou a procurar outros mercados, como o latino-americano, para vender seus produtos a preços mais baixos.

Na prática, a barreira alfandegária americana gerou uma competição mais ferrenha no mercado interno brasileiro.

“O que a gente observou depois dessa primeira medida é que houve um redirecionamento das exportações chinesas para o Brasil com preços muito agressivos por uma série de fatores, o que faz com que a indústria doméstica, mesmo com as alíquotas [protetivas brasileiras], não tenha condições de competir com esses preços chineses”, disse Franco à DW.

“Se os chineses continuarem agressivos em termos de preço, o Brasil vai precisar adotar medidas para conter importações, já temos visto medidas antidumping, [por exemplo]”, completou.

As tarifas também chegam em um momento em que o setor já enfrenta pressão sobre o preço da commodity e após iniciar um ano com estimativas de queda na produção do aço bruto. Franco também reforça o desafio logístico de competir com Canadá e México, cujo envio do produto aos EUA é mais barato.

“Condições mais difíceis para exportar é algo ruim, mas não ter condições justas nem dentro de casa é pior ainda”, afirmou.

Para o ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil, Welber Barral, o mercado interno pode ajudar a absorver o impacto negativo da medida sobre as exportações. “Comparado à produção, a exportação brasileira é pequena. A indústria depende muito do mercado interno, tanto de aço como de alumínio. Claro, as empresas querem continuar a exportação. É importante, em dólar, um mercado premium. Mas o impacto não é tão grande”, disse Barral.

Arno Gleisner, diretor de Comércio Exterior da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil, acredita que levará um tempo até que a produção nacional americana ocupe o espaço deixado pelas importações. “A aplicação de taxas para importação de aço nos Estados Unidos foi estendida a todos os exportadores. Favorece a indústria americana, mas esta não poderá atender o mercado em substituição às importações, pelo menos no curto e médio prazo. Então em princípio não ocorreria uma situação desfavorável para o Brasil”, disse.

Gleisner ainda acredita que a estratégia de disputa tarifária do presidente americano não deve recair exclusivamente sobre o Brasil. “Uma busca de uma equalização de taxas por parte dos Estados Unidos com o Brasil é pouco provável, pois hoje os Estados Unidos já contam com uma balança comercial favorável em relação ao Brasil. Esta equalização de taxas é muito mais provável que ocorra com países com os quais os Estados Unidos tem déficit na balança comercial.”

Reações

Mais cedo, em publicação no X, o ministro da Economia, Fernando Haddad, afirmou que não comentaria sobre a imposição das tarifas até que a medida seja consolidada. “O governo brasileiro tomou a decisão sensata de só se manifestar oportunamente com base em decisões concretas e não em anúncios ue podem ser mal interpretados ou revistos”, escreveu nesta segunda-feira.

Representantes da indústria siderúrgica da Alemanha e do governo alemão se disseram preocupados com os possíveis efeitos dos planos de Trump. Gunnar Groebler, presidente da Associação Alemã do Aço, afirmou que o anúncio está atingindo o setor siderúrgico da UE no pior momento possível e pediu que o bloco aja “de forma unida, planejada e rápida”.

A Comissão Europeia afirmou que não responderá a “anúncios vagos” mas prometeu reagir. O México, terceiro maior exportador de aço para os EUA, atrás de Brasil e Canadá, também disse que vai aguardar o fim oficial das isenções para se manifestar.

Anteriormente, Trump também prometeu taxar produtos dos vizinhos México e Canadá, mas recuou após fechar acordos para aumentar a segurança das fronteiras.

Já a guerra comercial de Trump com a China se mantém. Após a Casa Branca decretar uma tarifa adicional de 10% sobre todos os artigos oriundos da China, Pequim anunciou que irá taxar a importação de produtos e commodities americanas, como veículos, equipamentos e energia.

Autor: Gustavo Queiroz

LULA FAZ DECLARAÇÃO FORA DO CONTEXTO SOBRE O SUS É DETONADO POR NÃO USAR

 

História de Lívia Coutinho – PaiPeee

Lula é detonado após criticar prefeitos que não usam o SUS
Lula é detonado após criticar prefeitos que não usam o SUS

©Foto: Divulgação/Fabio Rodrigues/Agência Brasil

Apesar das críticas, Lula faz tratamento de saúde em hospitais particulares.

Nesta última segunda-feira (10/02), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compareceu à cerimônia de entrega do Prêmio Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização. Durante o evento, o presidente criticou os prefeitos dos municípios. Segundo o petista, os gestores oferecem serviços públicos à população, mas não os utiliza. Após a sua fala, porém, o chefe do Executivo foi detonado nas redes sociais.

Em um determinado momento de sua fala, Lula criticou os prefeitos que não utilizam o serviço único de saúde (SUS): “Você chega em uma cidade e pergunta: (…) ‘Prefeito, como é que está a saúde?’. ‘A saúde aqui é fantástica’. (…) Aí você pergunta: ‘você se consulta no pronto-socorro que você acha que é espetacular?’. ‘Não, meu filho, eu levo em outro lugar’.“, exemplificou.

O próprio Lula, porém, faz tratamento de saúde em hospitais particulares. Em outubro do ano passado, por exemplo, o petista caiu em um banheiro do Palácio da Alvorada e cortou a nuca. Na ocasião, o político foi atendido em uma famosa unidade privada do país.

++ Declaração de Lula sobre não comprar comida revolta apoiadores nas redes sociaisBrasileiros ficam revoltados com crítica de Lula

Nas redes sociais, os internautas brasileiros não esconderam o descontentamento com o atual mandatário: “O Lula é um fanfarrão de marca maior. Ele fala que o SUS brasileiro é de 1º mundo, mas vai tratar sua saúde no melhor hospital particular de SP, o Sírio Libanês. Hipócrita!”, disparou um usuário do “X” (antigo “Twitter”). “O cara que grita ‘Viva o Sus’ e quando precisa de hospital corre pro Sírio Libanês tem moral para falar de algum prefeito? A cara nem treme.”, concordou outra, na sequência. “Vamos cobrar ele sobre isso.”, apoiou o terceiro.

Bem Vindo!

Conheça a nossa startup valeon


5946448 total views , 243 views today

DIA DO ZELADOR E CURIOSIDADES

 

Nesta terça-feira(11), é celebrado o Dia do Zelador, a data celebra os profissionais que trabalham em escolas, hospitais, empresas e demais instituições, ajudando a manter a organização e limpeza dos espaços, sejam eles públicos ou privados. 

Zelar, cuidar, limpar e organizar. O papel dos zeladores são muitos, mas que se resumem em um objetivo: preservar o bem público. 

Essa é a principal função do zelador, mas ele também tem responsabilidades como realizar manutenções necessárias, manter os ambientes limpos e seguros, resolver problemas relatados pelos condôminos, organizar o funcionamento adequado de cada ambiente, supervisionar obras ou reformas nas áreas comuns, entre outras.

O zelador é considerado o braço direito do síndico, sendo também um apoio para os trabalhadores ou moradores do edifício. Portanto, nada mais justo que esse profissional tenha seu reconhecimento e seja celebrado neste dia especial.

Fonte: Karla neto
Foto: Reprodução

KARLA NETO – CURIOSIDADES

Você sabia que o açaí ajuda a curar a anemia?

O açaí, também conhecido como juçara, assai ou açaí-do-pará, é um fruto da região amazônica considerado um superalimento por ser uma ótima fonte de calorias, rico em antioxidantes e nutrientes com ação anti-inflamatória.

O açaí pode ser comprado na forma fresca, polpa congelada ou suplemento nutricional, em pó, sendo consumido ao natural, junto com farinha de mandioca, ou tapioca, peixe ou camarão, ou ainda usada para fazer bebidas, geleias, doces e sorvetes.

Por ter um efeito antioxidante e anti-inflamatório, e por ser rico em gorduras monoinsaturadas, como o ômega-9, o açaí ajuda a diminuir os níveis de colesterol no sangue prevenindo problemas cardiovasculares, como aterosclerose e angina, por exemplo.

Por ser rico em vitamina C, vitamina E, ácidos graxos ômega-9 e antocianinas, o açaí fortalece o sistema imunológico, aumentando as células de defesa do corpo e melhorando o processo de cicatrização.

O açaí é rico em polifenois, que são compostos fenólicos que mantém a saúde as células e previnem o estresse oxidativo, evitando a proliferação de células tumorais e ajudando a diminuir o risco de alguns tipos de câncer, como leucemia, câncer de cólon e de estômago.

Por ser rico em ferro, o açaí é capaz de curar e prevenir a anemia, já que o ferro é um dos principais componentes da hemoglobina, que é um componente do sangue que normalmente está diminuído em casos de anemia.

O açaí tem ação anti-inflamatória e antioxidante, exercendo efeito protetor contra o enfisema pulmonar, que é uma doença causada pela exposição crônica do cigarro.

Você sabia que o chá de manjericão ajuda a combater infecções?

O chá de manjericão possui diversos benefícios para a saúde, podendo ser usado para combater a asma e a bronquite, fortalecer o sistema imunológico, melhorar a digestão e controlar a pressão alta, pois tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e diuréticas.

O chá de manjericão pode ser feito com suas folhas frescas ou secas, pois contêm as substâncias com propriedades medicinais, e deve ser usado com orientação médica ou do fitoterapeuta.

Combater a má digestão

O chá de manjericão tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que ajudam a combater a má digestão, pois é rico em ácido ursólico, que ajuda a melhorar a função do fígado.

Combater a ansiedade e a depressão

O chá de manjericão é rico em óleos essenciais, especialmente o geraniol, o linalol e o 1,8-cineol, com propriedades relaxantes, calmantes, ansiolíticas e antidepressivas, que podem ajudar a combater a ansiedade e a depressão.

O chá de manjericão é rico em óleos essenciais, especialmente o geraniol, o linalol e o 1,8-cineol, com propriedades relaxantes, calmantes, ansiolíticas e antidepressivas, que podem ajudar a combater a ansiedade e a depressão.

Isto porque esses óleos essenciais agem no sistema nervoso central, estimulando os neurotransmissores e promovendo o relaxamento, e melhorando a qualidade do sono.

Prevenir úlcera gástrica

Estudos feitos com ratos em laboratório mostraram que o chá de manjericão pode ajudar a prevenir a úlcera gástrica e pessoas que utilizam com frequência anti-inflamatórios não esteroides, como o ácido acetilsalicílico ou a indometacina.

Isto porque o manjericão tem propriedades anti-histamínicas, anti-inflamatórias e antissecretoras gástricas.

No entanto, ainda são necessários estudos em humanos que comprovem esse benefício.

Ajudar a baixar a pressão alta

O chá de manjericão é rico em eugenol que tem propriedades diuréticas e relaxantes dos vasos sanguíneos, o que pode ajudar a baixar a pressão alta.

Além disso, outras substâncias presentes no manjericão, como quercetina, rutina, quercitrina e ácidos clorogênico, gálico e cafeico, têm propriedades antioxidantes que evitam os danos causados pelos radicais livres nos vasos sanguíneos, o que também contribui para o controle da pressão alta.

Combater infecções

O chá de manjericão tem propriedades antibacterianas, antifúngicas, antivirais e antiparasitárias, que podem ajudar a combater infecções causadas por Bacillus subtilis, Staphylococcus aureus, Aspergillus niger, Candida albicans, Trichomonas vaginalis, Salmonella typhi e Escherichia coli, por exemplo.

sto se deve principalmente por o manjericão conter geranial, geraniol, nerol, neral e cariofileno na sua composição que ajudam a combater bactérias, fungos, vírus e parasitas.

Saiba os benefícios do pepino congelado para a área dos olhos: Veja

O pepino pode ajudar a reduzir o inchaço e a aparência das olheiras, mas não as elimina completamente. O pepino é rico em água, o que hidrata a pele, e contém antioxidantes como a vitamina C, que pode ajudar a clarear a pele.

Para diminuir os poros e o inchaço 

O gelo é algo que ajuda a diminuir o tamanho dos poros e o inchaço da pele. “Se você acordar de manhã e seus olhos estiverem inchados, você pode usar um cubo de gelo no rosto ou uma toalha fria. Ou um pepino congelado. Seja qual for a sua escolha, apenas não segure nada que seja gelo em uma área do seu rosto por muito tempo”.

Uso do pepino congelado 

O pepino é rico em vitamina C e, quando aplicadas as fatias na área dos olhos, isso ajuda a reduzir o inchaço. Quando congelado, ele oferece outros tipos de benefícios. 

“O gelo faz com que a molécula de vitamina C degenere-se e não cumpra suas funções. Portanto, não há o benefício de nutrição da pele. Mas, o pepino congelado age como um vasoconstritor, diminuindo o fluxo sanguíneo, com ação hidratante e anti-inflamatória”.

Hidratação para a área dos olhos 

O vegetal também ajuda a hidratar a pele. “Quando aplicado topicamente, os pepinos podem fortificar as células para que possam se manter hidratadas e trabalhar nos níveis mais altos”, explica a médica. A área dos olhos costuma ser mais sensível e fina, logo, a hidratação é extremamente benéfica para ela.

IDOSOS SÃO CONSIDERADOS TEIMOSOS?

 

História de Steven Starks – Jornal Estadão

Eventos atuais me fazem refletir sobre uma característica observada em pessoas idosas. Diante de uma situação que claramente exige uma mudança, ou pelo menos uma reavaliação honesta, elas simplesmente fincam os pés no chão e se recusam a ceder. O que está acontecendo? Alguns exemplos – todos assumindo que a adaptação é acessível e oferecida: alguém que não consegue mais subir escadas com segurança se recusa a considerar a instalação de um elevador de escada ou a permitir a instalação de corrimãos na varanda. Alguém que não consegue mais limpar a casa ou cuidar do jardim se recusa a deixar que outra pessoa faça isso.

Talvez não percebamos esse tipo de teimosia autossabotadora em pessoas mais jovens porque estamos menos envolvidos com as consequências. Mas, pela minha experiência, trata-se de uma marca registrada dos idosos. Você pode explicar isso?

Um leitor fez essa pergunta importante e oportuna. Como psiquiatra, observei um aumento no idadismo e poucas oportunidades para o diálogo intergeracional recentemente.

O trabalho na prática clínica é frequentemente colaborativo e envolve a tomada de decisões compartilhada com as famílias. Quando ouço um cônjuge, filho ou cuidador expressar esse tipo de frustração, primeiro abordo mitos e percepções errôneas sobre o envelhecimento. Discutimos o processo de envelhecimento normal e saudável, bem como as realidades e normas dos adultos mais velhos. O imperativo é equilibrar a manutenção da autonomia do indivíduo e a mitigação de riscos ou danos potenciais.

Aconselho a evitar generalizações excessivas. Crianças podem ser teimosas, adolescentes podem ser impulsivos e adultos de meia-idade podem tomar decisões precipitadas. Todos nós temos a capacidade de ser rígidos e cometer erros – grandes e pequenos – em todas as fases da vida.

Quando você vê o que chama de “teimosia” em adultos mais velhos, siga as etapas abaixo para entender o que pode estar realmente

acontecendo.Idosos têm a fama de serem teimosos, mas psiquiatra alerta que todos nós temos a capacidade de ser rígidos e cometer erros em todas as fases da vida. Foto: fizkes/Adobe Stock

Idosos têm a fama de serem teimosos, mas psiquiatra alerta que todos nós temos a capacidade de ser rígidos e cometer erros em todas as fases da vida. Foto: fizkes/Adobe Stock

Verifique se eles podem ter uma condição médica

A autossabotagem pode não ser uma característica do envelhecimento, mas um determinado grupo de idosos pode, de fato, ter dificuldades na tomada de decisões. Os exemplos fornecidos pelo leitor destacam indivíduos com limitações físicas significativas ou condições de saúde graves.

Idosos com esse nível de comprometimento funcional podem estar experimentando fragilidade, uma síndrome caracterizada por fraqueza, baixa resistência e redução da atividade física. Um estudo mostrou que a fragilidade física está ligada a alterações no cérebro que podem causar prejuízos na memória e nos processos de pensamento.

Além disso, o envelhecimento está associado a um risco aumentado de desenvolver comprometimento cognitivo leve (CCL). Indivíduos com essa condição podem funcionar relativamente bem no dia a dia, mas apresentar capacidade reduzida em certas habilidades. Pesquisas sugerem que indivíduos com CCL podem tomar decisões piores em relação a finanças, saúde e outras questões cotidianas. Além disso, eles são propensos a desenvolver demência ao longo do tempo.

Embora certos comportamentos possam levantar bandeiras vermelhas para uma condição neurodegenerativa, tente evitar patologizar o envelhecimento.

Compreenda as emoções deles

A forma como processamos informações muda com o tempo, e há uma ênfase maior nos estados emocionais na tomada de decisões à medida que envelhecemos. Não ignore as emoções em torno das mudanças. Tristeza, medo ou raiva podem precisar ser aliviados primeiro.

Ouça ativamente as preocupações deles

As pessoas valorizam muito a independência. Isso não muda com a idade. A cultura atual tende a se concentrar nos jovens a ponto de negligenciarmos e ignorarmos as normas e os valores dos idosos. Tendemos a ter uma impressão errada sobre os idosos ou a estereotipá-los em certos momentos.

Aborde cada situação ouvindo ativamente. Podemos tender a evitar alguém que é desagradável; no entanto, pode ser fundamental se aproximar quando as coisas parecem difíceis.

Além disso, se a lógica deles não se encaixar na sua perspectiva, pergunte-se por que isso pode estar acontecendo. Se o trabalho no jardim ou as compras mantêm essas pessoas conectadas à comunidade, validam sua identidade ou lhes dão um senso de propósito, pode ser difícil promover uma mudança que envolva essas atividades.

Examine como eles encaram mudanças

Como a rotulagem por grupo etário pode perpetuar uma divisão geracional, pode ser útil caracterizar as ações de uma pessoa por seus traços de personalidade e formas de enfrentamento.

Quando alguém parece menos adaptável, isso pode ser um sinal de que precisa de maior apoio emocional ou de segurança. Estar presente e aberto ao diálogo, apesar do desacordo, pode ser o único apoio necessário. Estar lá também pode protegê-los contra a solidão, que tem sido associada a mudanças de personalidade. Pessoas solitárias podem se tornar menos agradáveis e conscienciosas com o tempo.

Considere a acessibilidade nas adaptações

Pense se suas recomendações atendem às necessidades dos idosos em sua vida e se são amigáveis e acessíveis. Para pessoas de gerações em que o suporte por telefone era prontamente disponível, o uso de tecnologias da internet e de aplicativos móveis pode parecer impraticável.

Alguns adultos também podem ter preocupações com a segurança em relação a apoios e soluções que permitem que indivíduos desconhecidos (ou “estranhos”) acessem suas casas para entregar bens ou serviços.

Construa apoio e autossuficiência

A cognição social parece diminuir à medida que envelhecemos, então o caráter de nossas interações pode mudar com a idade. Como podemos ser menos hábeis em reconhecer formas de expressão (incluindo expressões faciais), uma pessoa pode parecer menos aberta a sugestões ou mais evitativa e isolada. O luto associado à perda de cônjuges, familiares, confidentes de confiança e vizinhos – por morte ou distância – pode agravar essas mudanças.

Ao sugerir formas de os idosos se adaptarem a certas limitações em sua saúde física ou mental, enfatize a parceria e a comunidade. O envolvimento em centros comunitários para idosos ou programas de condicionamento físico projetados para atender às necessidades dos mais velhos pode fornecer uma fonte confiável de apoio.

Estudos mostram que apoios sociais e intervenções que melhoram a autossuficiência promovem melhorias na saúde e no estilo de vida dos idosos.

Peça para outra pessoa conversar com eles

Considere se você é a pessoa certa para essa tarefa. Se você está agindo de uma forma que faz parecer que está resolvendo o problema deles, repense essa estratégia. Os idosos não querem ser percebidos como um fardo.

Receber conselhos de alguém distante de sua experiência também pode ser menos eficaz.

Tente localizar uma fonte confiável para transmitir a mensagem – talvez um amigo próximo, alguém em situação de vida semelhante ou uma pessoa que eles percebam como tendo a experiência necessária para lidar com suas preocupações. Você pode tentar facilitar o transporte ou a viagem para permitir que um idoso tenha uma visita presencial e se reconecte com um conhecido.

Organizações religiosas oferecem outra forma significativa de conexão para aqueles que podem ouvir a sabedoria de um líder espiritual. E, embora as leis de privacidade possam dificultar que os profissionais de saúde forneçam informações a alguém que não seja o paciente, eles podem receber informações. Você pode ligar para o consultório médico e compartilhar informações sobre suas preocupações para que sejam avaliadas e revisadas.

Tenha paciência

Por fim, considere se as decisões dos idosos em sua vida são preferências ou problemas. Se houver preocupações reais com a segurança, você pode buscar ajuda profissional. Se for simplesmente uma questão de opinião, tenha paciência e não perca a esperança. Pode ser necessário persistência e reforço para motivar alguém a uma mudança significativa.

Steven M. Starks é psiquiatra geriátrico, educador médico e especialista em políticas públicas com base na região metropolitana de Houston, nos Estados Unidos.

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

INVESTIR NA SAÚDE MENTAL E NA FELICIDADE DOS COLABORADORES É UMA ESTRATÉGIA ESSENCIAL PARA AUMENTO DA PRODUTIVIDADE INOVAÇÃO E RESILIÊNCIA

 

Débora Benaim

Programas de felicidade corporativa ajudam a preparar profissionais e organizações para os desafios do mercado em transformação

Investir na saúde mental e na felicidade dos colaboradores não é apenas uma questão de qualidade de vida, mas uma estratégia essencial para aumentar produtividade, inovação e resiliência dentro das empresas. Diversos estudos demonstram que colaboradores mais felizes apresentam melhor desempenho, impactando diretamente os resultados organizacionais.

Pesquisas revelam que colaboradores felizes são:

●    74% mais inovadores e criativos (Robert Half).

●    3 vezes mais resilientes (American Psychological Association, 2017).

●    60% mais capazes de manter a calma em situações de crise (American Psychological Association, 2017).

●    30% mais capazes de regular emoções (Journal of Happiness Studies, 2013).

Além disso, empresas que promovem a saúde mental de seus colaboradores apresentam:

●    125% menos casos de burnout (Gallup, 2021).

●    66% menos ausências por doenças (OMS, 2019).

●    51% menos turnover (Maxis Global Benefits Network, 2020).

●    56% mais vendas concluídas (Journal of Occupational and Environmental Medicine, 2018).

●    682% de aumento na receita ao longo de 11 anos (Greenberg & Arakawa, 2006).

A transformação do mercado de trabalho já é uma realidade. Segundo o Fórum Econômico Mundial, 78 milhões de novas oportunidades de emprego serão criadas até 2030, mas 40% das competências exigidas devem mudar. O grande desafio das empresas não será apenas acompanhar a tecnologia, mas garantir que seus profissionais desenvolvam habilidades essenciais como pensamento analítico, criatividade, resiliência e inteligência emocional.

Com a automação assumindo tarefas repetitivas, o diferencial humano no ambiente corporativo será cada vez mais valorizado. Empatia, adaptabilidade e inovação são competências que as máquinas ainda não conseguem replicar, e empresas que investem no desenvolvimento dessas habilidades terão vantagem competitiva.

Para a CEO da startup BeHappier, Flávia da Veiga, especialista em ciência da felicidade, programas estruturados de saúde mental e felicidade corporativa são uma peça-chave nesse processo. “As empresas que investem no desenvolvimento humano não apenas aumentam a produtividade e o engajamento, mas também criam uma cultura organizacional mais resiliente e inovadora”, afirma.

O estudo do Fórum Econômico Mundial destaca que 63% dos trabalhadores veem a lacuna de habilidades como a maior barreira para o crescimento dos negócios. Isso reforça a necessidade de programas que promovam a capacitação contínua e o bem-estar dos colaboradores. “Felicidade corporativa não é um luxo, mas uma estratégia essencial para preparar profissionais para os desafios do futuro”, pontua Flávia.

Dessa forma, investir no desenvolvimento humano e no bem-estar organizacional não é apenas uma questão de qualidade de vida, mas um fator decisivo para a sustentabilidade e competitividade das empresas no novo cenário de trabalho.

Empresas que investem no bem-estar de seus colaboradores, além de promoverem um ambiente mais saudável e produtivo, também garantem uma equipe mais preparada para enfrentar os desafios do futuro. A requalificação profissional (reskilling) e o aprimoramento contínuo das habilidades (upskilling) são essenciais para que os profissionais acompanhem as transformações do mercado. No entanto, esse processo só é eficaz quando combinado com iniciativas que fortaleçam o equilíbrio emocional, a criatividade e a capacidade de colaboração.

O programa BeHappier se destaca como uma ferramenta estratégica para esse desenvolvimento, auxiliando empresas e profissionais a construírem uma base sólida de habilidades humanas. “As competências mais valorizadas no futuro não serão apenas técnicas, mas comportamentais. Inteligência emocional, resiliência e pensamento analítico são diferenciais que fazem a diferença em qualquer setor”, reforça Flávia da Veiga. Com práticas estruturadas, o programa estimula o crescimento individual e coletivo, preparando os profissionais para se adaptarem às constantes mudanças do mercado.

O futuro do trabalho não será apenas sobre tecnologia, mas sobre pessoas. Organizações que priorizam o desenvolvimento humano e o bem-estar corporativo não apenas impulsionam a inovação, mas também constroem um ambiente mais colaborativo, engajado e sustentável. Ao investir na capacitação contínua e no equilíbrio emocional de seus times, as empresas garantem não apenas sua competitividade, mas também a satisfação e o crescimento dos seus colaboradores em longo prazo.

Sobre a BeHappier

A BeHappier é um Programa de Saúde Mental e Felicidade Corporativa. Ao enfrentar questões como o adoecimento mental e emocional, alta rotatividade, dificuldade na retenção de talentos, elevados custos médicos e queda na produtividade, baixo engajamento, a BeHappier contribui para prevenir o adoecimento menta; e emocional, reduzir o estresse e ansiedade e aumentar os indicadores de felicidade e bem-estar das equipes.

Metodologia e Tecnologia:

A primeira startup de Felicidade Corporativa do Brasil, a BeHappier oferece uma abordagem abrangente desenvolvida por especialistas na Ciência da Felicidade, com base na psicologia positiva e neurociências, integrando teoria e prática para garantir resultados efetivos. Utiliza-se de uma plataforma digital gamificada que mensura, ensina, indica um conjunto de hábitos, estimula as práticas, monitora as atividades e premia quando as atividades são concluídas. Ao final do processo, de acordo as regras do programa, a empresa é reconhecida como o selo Happy Place to Work (Lugar mais feliz para se trabalhar).

Vantagens Competitivas da Startup Valeon

pandemia do Covid-19 trouxe consigo muitas mudanças ao mundo dos negócios. Os empresários precisaram lutar e se adaptar para sobreviver a um momento tão delicado como esse. Para muitos, vender em Marketplace como o da Startup Valeon se mostrou uma saída lucrativa para enfrentar a crise.

Com o fechamento do comércio durante as medidas de isolamento social da pandemia, muitos consumidores adotaram novos hábitos para poder continuar efetuando suas compras.

Em vez de andar pelos comércios, durante a crise maior da pandemia, os consumidores passaram a navegar por lojas virtuais como a Plataforma Comercial Valeon. Mesmo aqueles que tinham receio de comprar online, se viram obrigados a enfrentar essa barreira.

Se os consumidores estão na internet, é onde seu negócio também precisa estar para sobreviver à crise e continuar prosperando.

Contudo, para esses novos consumidores digitais ainda não é tão fácil comprar online. Por esse motivo, eles preferem comprar nos chamados Marketplaces de marcas conhecidas como a Valeon com as quais já possuem uma relação de confiança.

Inovação digital é a palavra de ordem para todos os segmentos. Nesse caso, não apenas para aumentar as possibilidades de comercialização, mas também para a segurança de todos — dos varejistas e dos consumidores. Não há dúvida de que esse é o caminho mais seguro no atual momento. Por isso, empresas e lojas, em geral, têm apostado nos marketplaces. Neste caso, um shopping center virtual que reúne as lojas físicas das empresas em uma única plataforma digital — ou seja, em um grande marketplace como o da Startup Valeon.

Vantagens competitivas que oferece a Startup Valeon para sua empresa:

1 – Reconhecimento do mercado

O mercado do Vale do Aço reconhece a Startup Valeon como uma empresa de alto valor, capaz de criar impactos perante o mercado como a dor que o nosso projeto/serviços resolve pelo poder de execução do nosso time de técnicos e pelo grande número de audiências de visitantes recebidas.

2 – Plataforma adequada e pronta para divulgar suas empresas

O nosso Marketplace online apresenta características similares ao desse shopping center. Na visão dos clientes consumidores, alguns atributos, como variedade de produtos e serviços, segurança e praticidade, são fatores decisivos na escolha da nossa plataforma para efetuar as compras nas lojas desse shopping center do vale do aço.

3 – Baixo investimento mensal

A nossa estrutura comercial da Startup Valeon comporta um baixo investimento para fazer a divulgação desse shopping e suas empresas com valores bem inferiores ao que é investido nas propagandas e divulgações offline.

4 – Atrativos que oferecemos aos visitantes do site e das abas do shopping

 Conforme mencionado, o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores tem como objetivos:

  • Fazer Publicidade e Propaganda de várias Categorias de Empresas e Serviços;
  • Fornecer Informações detalhadas do Shopping Vale do Aço;
  • Elaboração e formação de coletâneas de informações sobre o Turismo da nossa região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas das 27 cidades do Vale do Aço, destacando: Ipatinga, Cel. Fabriciano, Timóteo, Caratinga e Santana do Paraíso;
  • Ofertas dos Supermercados de Ipatinga;
  • Ofertas de Revendedores de Veículos Usados de Ipatinga;
  • Notícias da região e do mundo;
  • Play LIst Valeon com músicas de primeira qualidade e Emissoras de Rádio do Brasil e da região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas e dos seus produtos em cada cidade da região do Vale do Aço;
  • Fazemos métricas diárias e mensais de cada aba desse shopping vale do aço e destacamos:
  • Média diária de visitantes das abas do shopping: 400 e no pico 800
  • Média mensal de visitantes das abas do shopping: 5.000 a 6.000

Finalizando, por criarmos um projeto de divulgação e propaganda adequado à sua empresa, temos desenvolvido intensa pesquisa nos vários sites do mundo e do Brasil, procurando fazer o aperfeiçoamento do nosso site para adequá-lo ao seu melhor nível de estrutura e designer para agradar aos mais exigentes consumidores. Temos esforçado para mostrar aos srs. dirigentes das empresas que somos capazes de contribuir com a divulgação/propaganda de suas lojas em pé de igualdade com qualquer outro meio de divulgação online e mostramos o resultado do nosso trabalho até aqui e prometemos que ainda somos capazes de realizar muito mais.

                                                               Site: https://valedoacoonline.com.br/

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

EMPRESAS SIDERÚRGICAS BRASILEIRAS SÃO AFETADAS PELA SOBRETAXA AO AÇO NOS EUA

 

História de Daniel Rittner – CNN Brasil

Quais são as empresas brasileiras mais afetadas pela sobretaxa ao aço

Quais são as empresas brasileiras mais afetadas pela sobretaxa ao aço

A sobretaxa anunciada por Donald Trump para o aço importado pelos Estados Unidos deve atingir três siderúrgicas instaladas no Brasil: ArcelorMittal, Ternium e CSN. De acordo com relatos feitos à CNN por executivos da indústria, essas companhias lideram as exportações de semiacabados de aço (principalmente laminados planos) para o mercado americano, que totalizaram US$ 2,8 bilhões em 2024. No caso da ArcelorMittal e da Ternium, as principais exportações de semiacabados para os Estados Unidos têm sua produção localizada em Pecém (CE) e no Rio de Janeiro (a antiga Companhia Siderúrgica do Atlântico). Trata-se, segundo fontes, de vendas que abastecem as próprias siderúrgicas americanas em produtos finais. Na avaliação de fontes do setor, o Brasil tem um ponto que pode ser colocado em futuras negociações com o governo Trump: para fabricar esse aço, compra cerca de US$ 1 bilhão por ano em carvão proveniente dos Estados Unidos. Ou seja: menos produtos siderúrgicos fabricados no Brasil significam também menos importações de carvão americano. Em 2019, ainda no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Trump usou a Seção 232 — uma medida alegadamente de segurança nacional — para aplicar sobretaxa de 25% ao aço e de 10% ao alumínio importados. Três países, na ocasião, conseguiram negociar um acordo com o governo americano: Brasil, Argentina e Coreia do Sul. Todos aceitaram cotas máximas de importação que, se não fossem excedidas, ficavam isentas da sobretaxa. Agora, o governo brasileiro acredita na possibilidade de abrir negociações e pretende adotar um tom de cautela na reação a Trump. A maior dificuldade, no entanto, é a ausência de canais estabelecidos entre auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a cúpula do novo governo em Washington. Nenhum contato de alto nível foi feito, até agora, com o USTR (a representação comercial da Casa Branca) ou com o Departamento de Comércio. Nem com o Departamento de Estado ou com o Conselho de Segurança Nacional.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...