sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

A AMAZÔNIA VIVE UM PESADELO AMBIENTAL SOB O GOVERNO LULA O NÚMERO DE FOCOS DE INCÊNDIO ATINGIU NÍVEIS ALARMANTES

 

Jetss

A Amazônia tem os maiores índices de queimadas
Em 2024, a Amazônia vive um pesadelo ambiental sob o governo de Lula. O número de focos de incêndio atingiu níveis alarmantes, com 137.538 registros até o início de dezembro, segundo o Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

A Amazônia tem os maiores índices de queimadas©Foto: Agência Brasil

Em 2024, a Amazônia vive um pesadelo ambiental sob o governo de Lula. O número de focos de incêndio atingiu níveis alarmantes, com 137.538 registros até o início de dezembro, segundo o Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Esse número representa o maior índice dos últimos 17 anos, superando em muito os registros de anos anteriores, incluindo 2007, quando o desastre alcançou 186.480 focos. O bioma amazônico, com sua vasta e insubstituível biodiversidade, arde sob um fogo implacável.

Os incêndios na Amazônia não são apenas números; são destruição pura. Mais da metade dos focos de incêndio no Brasil em 2024 ocorreram nesse bioma, com consequências devastadoras para o meio ambiente. A capacidade da floresta de resistir ao fogo está cada vez mais comprometida.

A Amazônia, uma floresta ombrófila de grande umidade e complexidade, é especialmente vulnerável. Suas árvores, com cascas finas e folhas delicadas, não oferecem resistência suficiente para barrar as chamas, tornando sua recuperação uma tarefa quase impossível.

O impacto dessas queimadas vai além da devastação de área; atinge o próprio equilíbrio ecológico do planeta. A Amazônia, um dos maiores reservatórios de carbono do mundo, está sendo consumida pelo fogo, contribuindo para o aquecimento global e prejudicando a luta contra as mudanças climáticas. A resistência do bioma está sendo testada como nunca, e as consequências dessa catástrofe poderão ser irreversíveis se nada for feito para reverter esse cenário.

LIDERAR HOJE NÃO É APENAS LIDERAR PESSOAS É ESPERADO QUE O GERENTE GERENCIE A ÁREA E INSPIRE E ENGAJE AS EQUIPES

 

Maíra Gatto  – Aurora Comunicação Criativa

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Liderar está cada vez mais complexo: saiba quais são as 7 habilidades que serão tendência para gestores em 2025

Antigamente, não havia grandes expectativas sobre um líder. No modelo de comando e controle, quem definia o que esperar eram os líderes. Esperava-se que pudesse gerenciar adequadamente pessoas e recursos para atingir os resultados. Hoje, essa equação é muito mais complexa. “As expectativas atualmente assentam em três grandes temas. Ainda é esperado que gerenciem a área, também que direcionem, inspirem e engajem as equipes, criando ambientes de confiança e inclusão, assim como que se dediquem ativamente a apoiar o desenvolvimento de suas equipes. Isso tornou o trabalho de liderança mais complexo”, avalia Susana Azevedo, coach e sócia-proprietária da Quantum Development.

Mudanças no cenário de trabalho

As mudanças refletem o cenário do trabalho, que hoje é bem diferente. A evolução tecnológica continua liderando a transformação de formas de trabalhar e conduzir negócios, assim como a dinâmica de poder global, a economia e as estruturas de segurança. “O aumento das tensões geopolíticas está impactando as cadeias de suprimentos, mudando alianças e alimentando a competição por recursos e tecnologias relevantes”, completa Susana. A ampliação das estratégias ESG e adaptação de operações, movidas não só pelas mudanças climáticas, mas também pela crescente expressividade dos consumidores por causas sociais e ambientais são algumas das macrotendências a dominar a agenda dos líderes. Ainda é preciso levar em conta que os níveis de desengajamento e de turnover das equipes têm chegado a patamares elevados, impactando a capacidade das organizações de serem sustentáveis, adaptáveis e prósperas em tal ambiente ambíguo e interconectado.

Quais as habilidades necessárias aos novos líderes?

Com base nesse cenário, Susana traça algumas das habilidades centrais que líderes em todos os níveis organizacionais podem desenvolver para lidar melhor com estes desafios:

Inteligência Emocional: capacidade de ter consciência, entender e lidar de forma construtiva com as suas emoções (autoconsciência e auto-regulação emocional) e com as das pessoas que nos rodeiam (consciência social/organizacional e empatia, habilidades interpessoais e de gestão de relacionamentos) – a equipe direta, nossos pares, chefias, e até clientes ou stakeholders de todo o ecossistema – tendo em conta os níveis de ansiedade e stress que vivemos.

Comunicação eficaz: surge como elemento de conexão interpessoal entre os diferentes grupos de interesse e pessoas, na medida em que aumenta a confiança entre as partes, alinha expectativas e traz clareza e permite ter conversas difíceis sobre temas relevantes, sobre os quais nem sempre todos têm a mesma opinião ou perspectiva.

Resiliência: a capacidade de lidar com os desafios de forma adaptável e aberta, com uma mentalidade de crescimento, em que cada problema pode ser percebido com uma oportunidade de aprendizagem ou melhoria, individual ou coletiva e para o negócio.

Gestão da mudança: é imprescindível que líderes saibam ter senso crítico para escolher as mudanças, que realmente se alinhem com o propósito e estratégia da organização. “Existe uma fadiga por parte dos colaboradores às constantes mudanças, frequentemente implantadas sem clareza. Por outro lado, a condução de um processo de mudança necessita que os líderes conheçam como facilitar a transição e diminuir as resistências internas inerentes a toda e qualquer mudança”, detalha Susana.

Pensamento criativo e pensamento analítico: o relatório do Fórum Econômico Mundial de 2023 aponta, tanto para líderes como colaboradores, essas como as habilidades mais relevantes entre 2023 e 2027. A engenhosidade e criatividade são competências que estão crescendo em importância mais rapidamente devido ao aumento da complexidade no local de trabalho.

Construir equipes de alta performance: ter a capacidade de promover essa construção, por meio de equipes que trabalhem de forma colaborativa com responsabilidade compartilhada, se apresenta com outra competência imprescindível em um mundo interconectado.

Literacia digital e tecnológica: para poder liderar e gerenciar em um contexto que a tecnologia conduz as mudanças, não ter domínio técnico nenhum sobre o tema é um risco. “Não significa fazer uma graduação ou doutorado em TI, mas ter um domínio do que existe e como pode potenciar ou impactar os negócios, para entender os riscos associados a ela e saber como usá-la de forma ética para que você possa inclusive fazer parceria com fornecedores, definir como capacitar sua força de trabalho internamente e contratar as pessoas certas para permitir que essa integração aconteça”, explica. Ter na equipe pessoas especialistas, que “falem” uma linguagem mais acessível, facilita os processos de transformação digital.

Segundo Susana, o “líder de futuro se torna um orquestrador mais generalista, que necessita construir equipes de liderança compartilhada, com maiores níveis de delegação, autonomia e autoridade de decisão”. Além disso, surge a necessidade de liderar o negócio presente e simultaneamente pensar o futuro, em um ecossistema aberto e interconectado de stakeholders. “Os líderes necessitam de desenvolver ambidestria para liderar ao meio de complexidade e aparentes polaridades”, conclui.

COMO DEVEM SER OS PARCEIROS NOS NEGÓCIOS

Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon

“Parceiros chegam de várias formas. Se juntam por diferentes motivos”.

Eu sei, é clichê, rss. E se a frase fosse minha eu acrescentaria: “O que eles tem em comum é o fato de acreditarem no que nós acreditamos”.

Parceria é a arte de administrar conflitos de interesses e conexões de interesses, visando resultados benéficos para ambas as empresas”.

É por isso que eu costumo comparar parceria com casamento. Quem é casado sabe que administrar conflitos é fundamental para ambos terem resultados nessa aliança.

Assim como no casamento, o parceiro não precisa ser igual a nós, mas tem que ter o nosso ‘jeitão’! Nas parcerias eu defendo que o parceiro precisa ter o DNA de inovação, a inquietude pra sair da zona de conforto e uma preocupação muito grande com o cliente, não apenas no discurso, mas na prática. É claro que no processo de análise do possível parceiro, nós avaliamos o potencial financeiro e de escala da aliança, a estrutura e o tamanho da empresa. Mas, tem um fator humano que não pode ser desconsiderado, já que empresas são, na sua essência, pessoas. É por isso, que normalmente, os parceiros   são empresas formadas por pessoas do bem, pessoas com propósito, que tem tanto o caráter quanto a lealdade de continuar de mãos dadas, mesmo nos momentos mais difíceis. É como um casamento mesmo!

É importante também que os parceiros tenham know how e competências complementares, que potencializem nossas fragilidades e deem mais peso aos nossos pontos fortes. E como eu acredito que o primeiro approach de uma boa parceria acontece no plano humano (onde existe emoção), e não no corporativo, eu gosto muito da histórica da parceria entre Steve Jobs Steve Wozniak. Os dois Steves tornaram-se amigos durante um emprego de verão em 1970. Woz estava ocupado construindo um computador e Jobs viu o potencial para vendê-lo. Em uma entrevista de 2006 ao Seattle Times, Woz, explicou:

“Eu só estava fazendo algo em que era muito bom, e a única coisa que eu era bom acabou por ser a coisa que ia mudar o mundo… Steve (Jobs) pensava muito além. Quando eu projetava coisas boas, às vezes ele dizia: ‘Nós podemos vender isso’. E nós vendíamos mesmo. Ele estava pensando em como criar uma empresa, mas talvez ele estivesse mesmo pensando: ‘Como eu posso mudar o mundo?’”.

Por que essa parceria deu certo? Habilidades e competências complementares.

As habilidades técnicas de Woz juntamente com a visão de Jobs fizeram dos dois a parceria perfeita nos negócios.

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quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

ELON MUSK QUER TER A SUA PRÓPRIA CIDADE PARA ACOMODAR OS SEUS FUNCIUONÁRIOS

 

História de J. David Goodman – Jornal Estadão

Nos últimos anos, Elon Musk expandiu sua presença no Texas, transferindo suas empresas da Califórnia e construindo escritórios, armazéns e fábricas em um número crescente de condados texanos.

Agora, Musk está tentando algo que poucos titãs da indústria fizeram em um século: criar sua própria cidade empresarial.

Musk há muito fala sobre sua vontade de fundar uma nova cidade — que ele espera chamar de Starbase — no litoral sul do Texas, onde está localizada a base de lançamentos de foguetes da SpaceX.

Um homem pedala na Memes Street (Rua dos Memes) em Boca Chica Village, Texas Foto: Meredith Kohut/NYT

Um homem pedala na Memes Street (Rua dos Memes) em Boca Chica Village, Texas Foto: Meredith Kohut/NYT

Por anos, o plano não parecia avançar oficialmente, em parte porque criar um novo município no Texas exige um número mínimo de residentes e apoio da maioria dos eleitores.

Nesse meio tempo, funcionários da SpaceX ocuparam casas reformadas dos anos 1950 e moradias temporárias — algumas em trailers Airstream prateados — na sombra dos foguetes da empresa.

Neste mês, empregados que vivem próximos aos escritórios e ao local de lançamentos deram o primeiro grande passo para incorporar uma cidade, reunindo assinaturas e protocolando uma petição oficial para realizar uma eleição.

A petição, apresentada a autoridades do condado de Cameron e compartilhada com o The New York Times após solicitação pública, revela detalhes sobre o tamanho e funcionamento da nova cidade que Musk e sua empresa estão imaginando.

Se autorizada pelo condado, a eleição permitirá aos eleitores escolher três novos oficiais da cidade, incluindo o primeiro prefeito. A petição sugere que o prefeito será Gunnar Milburn, gerente de segurança

.O foguete Starship da SpaceX próximo à plataforma de lançamento em Starbase, Boca Chica, Texas. Funcionários da SpaceX apresentaram uma petição formal para criar a cidade de Starbase Foto: Meredith Kohut/NYT

O foguete Starship da SpaceX próximo à plataforma de lançamento em Starbase, Boca Chica, Texas. Funcionários da SpaceX apresentaram uma petição formal para criar a cidade de Starbase Foto: Meredith Kohut/NYT

“Esta é uma situação muito única”, disse Alan Bojorquez, advogado de Austin especializado em ajudar comunidades texanas a formar novas cidades. Ele afirmou nunca ter auxiliado uma empresa a criar uma cidade para seus funcionários.

A petição de Starbase descreve uma comunidade com cerca de 500 habitantes, incluindo ao menos 219 residentes permanentes e mais de 100 crianças, em uma área no fim da Rodovia Estadual 4, perto da praia de Boca Chica, onde a SpaceX realiza muitos lançamentos.

A cidade teria cerca de 3,8 km², um pouco maior que o Central Park, mas pequena para os padrões do Texas. Quase todos os moradores são inquilinos e trabalham na SpaceX, de acordo com a petição.

Existem poucos exemplos de cidades empresariais no Texas, embora ao norte de Houston o fundador do Texas Renaissance Festival tenha criado a cidade de Todd Mission, onde também se tornou prefeito.

Musk, no entanto, pode não estar satisfeito com apenas uma cidade. Ele já considera abrigar funcionários em um empreendimento nos arredores de Bastrop, próximo a Austin. Essa área abriga um campus crescente de empresas de Musk, incluindo uma fábrica da SpaceX, a sede da Boring Company (que desenvolve tecnologia de túneis) e, em breve, escritórios da rede social X.

Não está claro na petição por que Musk e sua empresa estão buscando criar a nova cidade de Starbase ou quais benefícios esperam obter com isso.

Bojorquez explicou que a maioria das novas cidades é criada por moradores de áreas não incorporadas que querem evitar a anexação por uma cidade maior ou impedir a instalação de negócios indesejados.

A nova cidade proposta por Musk poderia criar seus próprios departamentos de polícia ou bombeiros, ou emitir suas próprias ordenanças. Mas isso não seria obrigatório.

“As cidades são obrigadas por lei a fazer muito pouco”, disse Bojorquez. Uma das questões práticas mais importantes seria a manutenção das estradas, que deixaria de ser responsabilidade do condado.

A incorporação também permitiria à comunidade eleger seus próprios líderes locais, criar sistemas municipais de utilidade pública, como abastecimento de água, e tornar a cidade elegível para subsídios estaduais e federais. Além disso, teria imunidade a certos processos judiciais e poderia desapropriar propriedades, segundo Bojorquez.

Em uma carta anexada à petição, Kathryn Lueders, gerente geral da SpaceX para Starbase, afirmou que a empresa precisava da “capacidade de desenvolver Starbase como uma comunidade” e observou que a SpaceX “atualmente realiza funções civis” devido à localização remota, como gerenciar utilidades, oferecer educação e cuidados médicos.

“A incorporação transferiria a gestão de algumas dessas funções para um corpo público mais apropriado”, escreveu Lueders em sua carta ao juiz do condado de Cameron, principal autoridade executiva do condado e responsável por aprovar a petição caso ela atenda aos requisitos legais.

Por anos, a SpaceX enfrentou oposição de grupos ambientais no condado de Cameron devido aos impactos dos lançamentos frequentes na ecologia costeira protegida. Moradores e autoridades de Brownsville, a cerca de 32 km de distância, também reclamaram de fechamentos de estradas e restrições de acesso à praia.

Anteriormente, parecia que a empresa buscava apenas mudar o nome da área para fins de entrega postal. Uma solicitação para isso está pendente em uma agência federal.

“Achávamos que esse era o objetivo, mas parece que queriam ir um pouco além”, disse o juiz do condado, Eddie Treviño Jr., em entrevista. “Obviamente, acham que há alguma vantagem nisso.”

Treviño afirmou que a equipe jurídica e o escritório de eleições do condado estavam analisando a petição para verificar se ela atendia aos requisitos legais. “Estou aguardando o retorno deles”, disse. Uma eleição poderia ser marcada para o próximo ano.

O prefeito proposto, Milburn, se recusou a comentar quando contatado por telefone, assim como outras pessoas que assinaram a petição.

Cayetana Polanco, residente da Memes Street, dentro da área da cidade proposta, disse estar animada com a criação de Starbase e esperava que ela se tornasse “um modelo de como novas cidades devem ser”. Ela afirmou não trabalhar na SpaceX, mas que seu marido sim.

“Se tudo der certo com essa petição, meu bebê pode ser o primeiro nascido nesta cidade”, acrescentou. “Seria incrível!”

Quase todos os moradores da área trabalham na SpaceX ou têm familiares que trabalham. A maioria vive em casas de propriedade da empresa, concentradas ao redor dos principais prédios, incluindo pelo menos um restaurante, exclusivo para funcionários.

“A SpaceX é a principal proprietária de terras na área proposta de Starbase e, com poucas exceções, possui todas as propriedades reais”, escreveu Richard Cardile, gerente sênior de operações do espaçoporto da SpaceX, em um depoimento como parte da petição.

A empresa, acrescentou, mantém “registros detalhados de todos os indivíduos que residem em cada unidade habitacional na cidade proposta de Starbase”.

Por essas razões, se as autoridades do condado aprovarem uma eleição, os eleitores provavelmente serão favoráveis.

Um deles, presumivelmente, seria o próprio Musk. Ele não estava entre os signatários da petição, mas possui residência no condado de Cameron e afirmou ter votado lá em novembro.

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

COM CARGA TRIBUTÁRIA DE 33% DO PIB BRASIL TEM A MAIOR CARGA TRIBUTÁRIA DA AMÉRICA LATINA

 

História de EDUARDO CUCOLO – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil possui uma carga tributária próxima de 33% do PIB (Produto Interno Bruto). Esse é o valor arrecadado por governo federal, estados e municípios.

Para alguns, um índice adequado diante das despesas geradas por um Estado de bem-estar social abrangente. Para outros, um percentual elevado, considerando o retorno dessa arrecadação para a população em serviços e transferências de renda.

As diferenças de opinião podem estar ligadas também à “sensação” que cada contribuinte tem em relação aos tributos, que recaem de forma mais intensa sobre pessoas de menor renda (a chamada regressividade), assalariados e empresas sem benefícios fiscais, por exemplo.

Um trabalho divulgado no início deste ano por diversos órgãos multilaterais apontou o Brasil como o país com a maior carga tributária entre 26 economias latino-americanas no ano de 2022, seguido por Barbados (30,5%) e Argentina (29,6%).

O valor está bem acima da média da região (21,5%), composta por países com nível de renda semelhante, mas estrutura de serviços públicos mais restrita.

Também fica próximo da média da OCDE (34%), uma das entidades responsáveis pelo documento –e que reúne diversas economias com patamar de renda mais elevado e serviços de melhor qualidade.

O Brasil está acima da média da América Latina em todas as bases: tributos sobre renda, lucro, propriedade, bens e serviços, folha de pagamento e aqueles destinados à seguridade social.

No caso dos bens e serviços, alvo da reforma tributária que está sendo regulamentada neste ano, o peso é de 13,7% do PIB, sendo que a média tanto latino-americana como na OCDE fica entre 10% e 11%. A reforma possui uma trava para evitar o crescimento dessa carga.

Os números apontam elevação da carga tributária em vários países nas últimas décadas. Desde 1990, houve aumento de 6,9 pontos percentuais na América Latina e 5,5 pontos no Brasil, onde parte do crescimento se deve ao fim do “imposto inflacionário” após o Plano Real. Entre os países da OCDE, onde o percentual já era mais elevado, a carga subiu 3,2 pontos percentuais no mesmo período.

No Brasil, esse crescimento se deu principalmente na tributação da renda e do lucro. Os impostos sobre propriedade e consumo se mantiveram praticamente no mesmo nível nessas mais de três décadas.

Uma análise da IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão do Senado, apontou que o Brasil possui uma carga tributária elevada para uma economia em desenvolvimento, mas que isso é explicado em boa medida pelo tamanho dos seus gastos sociais. A despesa social representa entre 50% e 70% da carga tributária nos países da OCDE. No Brasil, é cerca de 60%.

Um trabalho do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) questiona a qualidade dessa despesa e mostra que o Brasil possui o menor IDH (índice de desenvolvimento humano) entre os 30 países com maior carga. Com isso, ocupa a última colocação no índice de retorno de bem-estar à sociedade calculado pela instituição.

Na avaliação do presidente-executivo da entidade, João Eloi Olenike, o nível de tributação no país não é compatível com o retorno recebido pelo cidadão. “Temos países em que a carga tributária é maior, mas são países desenvolvidos e que oferecem para a população um retorno bastante significativo, o que não acontece no Brasil.”

Para ele, o país poderia ter alíquotas menores e o mesmo nível de arrecadação. Para isso, seria necessário reduzir benefícios fiscais e também contar com um efeito de redução da informalidade e da sonegação, espalhando mais a carga entre todos.

Pedro Paulo Bastos, professor do Instituto de Economia da Unicamp, diz que o problema fundamental do sistema brasileiro não é o tamanho da carga, compatível com as políticas públicas demandadas pelo cidadão –políticas mantidas por governos da esquerda à direita desde a Constituição. A questão é o caráter regressivo dela, apoiada em tributos indiretos, que afetam comparativamente mais a baixa renda –o imposto de uma laranja é maior, proporcionalmente, à renda de uma pessoa pobre do que à renda de um rico.

Bastos cita dados da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), órgão das Nações Unidas, que mostram queda da desigualdade medida pelo Índice de Gini em 23% nos países da OCDE em razão da política fiscal (tributos e transferências). No Brasil, com uma carga semelhante, a redução é de 16,4%. Na média da América Latina, com um Estado menor, a queda é de apenas 9%.

“O Estado brasileiro reduz muito mais a desigualdade de renda do que outros países da América Latina, pois existe muito serviço público, mesmo que de qualidade inferior ao serviço privado. Mas reduz menos a desigualdade do que nos Estados de bem-estar social europeus.”

Para ele, a redução da tributação sobre o consumo e a taxação maior da renda e patrimônio permitiriam um aumento da carga financiado pelo 1% ou o 0,1% com maior renda, ampliando políticas públicas.

Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que a isenção sobre lucros e dividendos faz com que a tributação máxima dos acionistas de empresas brasileiras seja de 14,2%, considerando a soma do imposto pago na pessoa física e na jurídica.

Cerca de 15 mil pessoas físicas que estão entre o 0,01% mais rico entre os declarantes do Imposto de Renda pagam praticamente o mesmo imposto que um assalariado que recebe R$ 6.000 por mês (13% sobre a renda). Para 3.841 pessoas no topo da distribuição de renda, a tributação na soma da pessoa física e jurídica é de 5,8%, uma sensação de carga bem inferior à média nacional.SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil possui uma carga tributária próxima de 33% do PIB (Produto Interno Bruto). Esse é o valor arrecadado por governo federal, estados e municípios.

Para alguns, um índice adequado diante das despesas geradas por um Estado de bem-estar social abrangente. Para outros, um percentual elevado, considerando o retorno dessa arrecadação para a população em serviços e transferências de renda.

As diferenças de opinião podem estar ligadas também à “sensação” que cada contribuinte tem em relação aos tributos, que recaem de forma mais intensa sobre pessoas de menor renda (a chamada regressividade), assalariados e empresas sem benefícios fiscais, por exemplo.

Um trabalho divulgado no início deste ano por diversos órgãos multilaterais apontou o Brasil como o país com a maior carga tributária entre 26 economias latino-americanas no ano de 2022, seguido por Barbados (30,5%) e Argentina (29,6%).

O valor está bem acima da média da região (21,5%), composta por países com nível de renda semelhante, mas estrutura de serviços públicos mais restrita.

Também fica próximo da média da OCDE (34%), uma das entidades responsáveis pelo documento –e que reúne diversas economias com patamar de renda mais elevado e serviços de melhor qualidade.

O Brasil está acima da média da América Latina em todas as bases: tributos sobre renda, lucro, propriedade, bens e serviços, folha de pagamento e aqueles destinados à seguridade social.

No caso dos bens e serviços, alvo da reforma tributária que está sendo regulamentada neste ano, o peso é de 13,7% do PIB, sendo que a média tanto latino-americana como na OCDE fica entre 10% e 11%. A reforma possui uma trava para evitar o crescimento dessa carga.

Os números apontam elevação da carga tributária em vários países nas últimas décadas. Desde 1990, houve aumento de 6,9 pontos percentuais na América Latina e 5,5 pontos no Brasil, onde parte do crescimento se deve ao fim do “imposto inflacionário” após o Plano Real. Entre os países da OCDE, onde o percentual já era mais elevado, a carga subiu 3,2 pontos percentuais no mesmo período.

No Brasil, esse crescimento se deu principalmente na tributação da renda e do lucro. Os impostos sobre propriedade e consumo se mantiveram praticamente no mesmo nível nessas mais de três décadas.

Uma análise da IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão do Senado, apontou que o Brasil possui uma carga tributária elevada para uma economia em desenvolvimento, mas que isso é explicado em boa medida pelo tamanho dos seus gastos sociais. A despesa social representa entre 50% e 70% da carga tributária nos países da OCDE. No Brasil, é cerca de 60%.

Um trabalho do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) questiona a qualidade dessa despesa e mostra que o Brasil possui o menor IDH (índice de desenvolvimento humano) entre os 30 países com maior carga. Com isso, ocupa a última colocação no índice de retorno de bem-estar à sociedade calculado pela instituição.

Na avaliação do presidente-executivo da entidade, João Eloi Olenike, o nível de tributação no país não é compatível com o retorno recebido pelo cidadão. “Temos países em que a carga tributária é maior, mas são países desenvolvidos e que oferecem para a população um retorno bastante significativo, o que não acontece no Brasil.”

Para ele, o país poderia ter alíquotas menores e o mesmo nível de arrecadação. Para isso, seria necessário reduzir benefícios fiscais e também contar com um efeito de redução da informalidade e da sonegação, espalhando mais a carga entre todos.

Pedro Paulo Bastos, professor do Instituto de Economia da Unicamp, diz que o problema fundamental do sistema brasileiro não é o tamanho da carga, compatível com as políticas públicas demandadas pelo cidadão –políticas mantidas por governos da esquerda à direita desde a Constituição. A questão é o caráter regressivo dela, apoiada em tributos indiretos, que afetam comparativamente mais a baixa renda –o imposto de uma laranja é maior, proporcionalmente, à renda de uma pessoa pobre do que à renda de um rico.

Bastos cita dados da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), órgão das Nações Unidas, que mostram queda da desigualdade medida pelo Índice de Gini em 23% nos países da OCDE em razão da política fiscal (tributos e transferências). No Brasil, com uma carga semelhante, a redução é de 16,4%. Na média da América Latina, com um Estado menor, a queda é de apenas 9%.

“O Estado brasileiro reduz muito mais a desigualdade de renda do que outros países da América Latina, pois existe muito serviço público, mesmo que de qualidade inferior ao serviço privado. Mas reduz menos a desigualdade do que nos Estados de bem-estar social europeus.”

Para ele, a redução da tributação sobre o consumo e a taxação maior da renda e patrimônio permitiriam um aumento da carga financiado pelo 1% ou o 0,1% com maior renda, ampliando políticas públicas.

Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que a isenção sobre lucros e dividendos faz com que a tributação máxima dos acionistas de empresas brasileiras seja de 14,2%, considerando a soma do imposto pago na pessoa física e na jurídica.

Cerca de 15 mil pessoas físicas que estão entre o 0,01% mais rico entre os declarantes do Imposto de Renda pagam praticamente o mesmo imposto que um assalariado que recebe R$ 6.000 por mês (13% sobre a renda). Para 3.841 pessoas no topo da distribuição de renda, a tributação na soma da pessoa física e jurídica é de 5,8%, uma sensação de carga bem inferior à média nacional.

AVIÃO DA EMBRAER QUE CAIU NO AFEGANISTÃO PODE TER SIDO ATINGIDO POR MÍSSIL

 

História de IGOR GIELOW – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O jato comercial da Embraer que caiu no Cazaquistão nesta quarta (25) pode ter sido vítima da defesa antiaérea da Rússia. As condições da rota, relatos de passageiros e imagens de dentro e de fora da aeronave sugerem que ela foi atingida por estilhaços de um míssil ou de um drone interceptado.

Até aqui, as autoridades são evasivas. Inicialmente, tanto o órgão regulador da Rússia, destino do voo da Azerbaijan Airlines, quanto do Azerbaijão falaram que o avião havia sido atingido por um bando de pássaros.

A versão desapareceu ao longo da tarde (manhã no Brasil), e os azeris falaram na “explosão de um balão” dentro do E-190, algo que não faz sentido ao pé da letra.

Três indícios sugerem que o avião foi atingido antes de cair. Primeiro, sua rota: ele ia de Baku para Grozni, a capital da Tchetchênia, voando pela costa do mar Cáspio a norte e fazendo uma curva à esquerda, entrando pela república russa do Daguestão, sobrevoando sua capital, Makhachkala.

Segundo sites de monitoramento de voo, a rota não mudou na última semana, sendo cumprida em média em uma hora. Nesta manhã, havia registro de ataques de drones ucranianos em toda a região, como as vizinhas Inguchétia e Ossétia do Norte.

Makhachkala teve seu aeroporto, o único da rota, fechado nesta manhã devido aos drones. O que foi possível observar por sites de monitoramento foi o desaparecimento do avião antes de chegar a Grozni, reaparecendo do outro lado do mar Cáspio, em Aktau (Cazaquistão).

Lá, vídeos de moradores mostram o avião alternando descidas e subidas, com o trem de pouso baixado, como se tivesse dificuldade de controle. Ao fim, ele parece tentar fazer um pouso de emergência e explode no solo.

O que ocorreu de um momento ao outro é mistério até aqui, mas um vídeo gravado por um passageiro dentro da aeronave dá mais uma pista. Ele mostra o que parecem ser danos internos na altura dos bagageiros do E-190, com ao menos dois sistemas de oxigênio com as máscaras penduradas. Um painel na parede da cabine também está danificado.

Relatos de sobreviventes dizem que o avião tentou pousar, presumivelmente em Grozni, mais de uma vez, quando ouve uma explosão do lado externo da aeronave. Segundo a mídia russa, a administração do aeroporto tchetcheno disse que havia dificuldades na hora do pouso devido a uma forte neblina.

Mas a evidência mais relevante veio após o desastre, com imagens de seções da fuselagem do avião. Nelas, é possível ver claramente furos compatíveis com estilhaços típicos de explosão de mísseis antiaéreos.

A Folha de S.Paulo ouviu dois analistas militares russos que viram as imagens e concordam com a avaliação.

Grozni é defendida, segundo analistas militares russos, por sistemas de curto alcance Pantsir-S1, calibrados para atacar drones. A bateria dispara mísseis que não atingem seus alvos, mas sim explodem a uma certa distância e lançam uma nuvem de fragmentos para otimizar a chance de acertar o inimigo.

Se foi isso que ocorreu, restará saber se algum sistema antiaéreo russo estava em ação contra drones. Neste caso, o míssil pode tanto ter atingido um drone e o E-190 quanto pode ter havido algum engano por parte de operadores.

A autoridade de aviação do Azerbaijão iniciou uma apuração e cancelou todos os voos no norte do Cáucaso até segundo ordem.

O episódio, que precisa ser apurado para sair do campo das especulações, lembra à distância o famoso caso do voo da Malaysia Airlines que foi abatido sobre o leste da Ucrânia em 2014, matando 298 pessoas.

Ali, ficou estabelecido por uma investigação internacional que um míssil antiaéreo do sistema russo Buk atingiu o avião, provavelmente por engano de seus operadores. A bateria estava na região então dominada pelos separatistas pró-Moscou que iniciavam a guerra civil que, em última instância, deu à luz a invasão total de Vladimir Putin contra o vizinho em 2022.

Os russos negam responsabilidade sobre o episódio e dizem que foi um míssil de Kiev, que também operava o mesmo sistema, que derrubou o Boeing-777.

SAÍDA EM BLOCO DE INVESTIDORES COM A DESVALORIZAÇÃO DO REAL E ALTA DO DÓLAR

História de Aline Bronzati – Jornal Estadão

NOVA YORK – A desvalorização do real diante dos temores fiscais no Brasil e o fortalecimento do dólar com a volta de Donald Trump à Casa Branca desencadearam uma saída em bloco de investimentos do Brasil com destino aos Estados Unidos, e esse movimento pode ter vindo para ficar. Na corretora americana Avenue, que tem o Itaú Unibanco como sócio, o volume cresceu ao menos 20% em dezembro na comparação com novembro, quando tradicionalmente é um mês fraco por conta do período de festas.

“Quando a percepção de risco Brasil passou a ficar mais latente para o investidor brasileiro, houve um movimento em massa de recursos para fora. A gente já passou novembro e, provavelmente, vamos fazer um volume 20% a 25% maior em dezembro”, diz o fundador e CEO da Avenue, Roberto Lee, em entrevista exclusiva ao Broadcast.

Sem abrir o número exato, ele afirma que há uma mudança no perfil do investidor que está mandando mais recursos para o exterior, com uma maior presença de um público mais conservador. Historicamente, toda vez que o dólar sobe, os investidores tendem a pensar que ‘perderam o bonde’, diz.

Moeda americana teve forte valorização sobre o real em 2024. Foto: Epitacio Pessoa/Estadão

Moeda americana teve forte valorização sobre o real em 2024. Foto: Epitacio Pessoa/Estadão

Para os mais conservadores, porém, a motivação é oposta. Eles seguem o movimento conhecido como ‘flight to quality’, ou voo para a qualidade, no jargão de mercado, em busca de opções seguras. “Quando o dólar sobe, esse público conservador é o contrário. Ele se move só nos momentos de insegurança. Então, à medida que sente mais risco, ele se move”, explica Lee.

Dos recursos que estão indo para os EUA, mais de 80% estão sendo investidos em títulos superconservadores, basicamente renda fixa de curto prazo, conforme o CEO da Avenue. Em geral, são ‘Treasuries’, títulos do Tesouro americano, cujos rendimentos têm sido pressionados para cima desde o favoritismo e posterior vitória de Trump, e também em dívida de empresas americanas, os chamados ‘bonds’.

Dados do Banco Central mostram que o saldo de investimentos de brasileiros em ativos no exterior superava os US$ 10,6 bilhões no acumulado do ano até novembro, mais do que o dobro do registrado em todo o ano de 2023, de US$ 4,511 bilhões. O recorde já registrado foi de cerca de US$ 15,4 bilhões em 2011, conforme a base histórica do BC, que vai até 1995.

A sinalização de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) vai cortar menos os juros em 2025 também é positiva para a migração de recursos de brasileiros para os EUA, segundo Lee. Entretanto, o principal gatilho continua sendo o fiscal no Brasil, cujos temores se intensificaram após o pacote do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), considerado insuficiente para derrubar o crescimento da dívida pública brasileira, o que tem obrigado o Banco Central (BC) a apertar mais as condições financeiras no País.

Impulso

Na prática, os juros básicos em patamares elevados e as expectativas de novos aumentos deveriam servir de isca para manter os recursos dentro de casa. No entanto, a aversão ao risco contribui para empurrar esse capital para fora. Em meio às preocupações com o fiscal no Brasil, o Credit Default Swap (CDS) de 5 anos do Brasil, uma medida do risco, chegou a ser negociado a 218 pontos na semana passada, maior patamar desde março de 2023.

“O ambiente seguro que era o CDI virou o offshore [exterior]. Isso vale para pessoas físicas, para empresas, para investidores institucionais e isso faz com que o movimento seja em massa de recursos para fora”, diz Lee.

De acordo com ele, o atual volume de transferência que a Avenue, fundada há sete anos, tem vivenciado é ‘inédito’. No entanto, desta vez, trata-se de um movimento ‘estrutural’, ou seja, deve se manter ainda que o câmbio se acomode à frente. O trabalho feito por instituições brasileiras sobre a importância da diversificação de investimentos no exterior ajuda. Nesse sentido, Lee sempre diz que a concorrência mais ajuda do que atrapalha.

“Mais do que dobramos a custódia de ativos nos Estados Unidos, que já não era baixa, e bastante impulsionada pelo Itaú, mas muito concentrada no último trimestre deste ano”, diz.

Se o ritmo visto nos últimos três meses do ano se mantiver, o montante de ativos sob custódia tem potencial de triplicar em 2025, projeta o CEO da corretora americana. A Avenue é a terceira corretora fundada por Lee. Antes, o executivo montou a WinTrade e a Clear, vendida à XP, em 2014.

O quadro de acionistas da Avenue também pode passar por mudanças no próximo ano. Isso porque em dezembro de 2025 o Itaú tem o direito de assumir o controle da corretora, elevando a sua participação de 35% para 50,01%. Segundo Lee, os múltiplos já estão definidos em contrato. A base de acionistas conta ainda com o fundo japonês SoftBank e o Igah Ventures.

“O negócio com o Itaú foi um ganha-ganha. Todo mundo tem de fazer o negócio acontecer. O banco precisa liderar e a gente crescer. O banco nos transfere tecnologias e governanças que não se formam só querendo, mas com muita estrutura”, diz Lee.

Caso o Itaú não arremate as ações remanescentes, como tem direito, o CEO da corretora reafirma que o caminho natural seria a abertura de capital nos EUA em cinco anos. O provável destino é a Nasdaq, a bolsa de tecnologia americana.

 

PROMESSA DE LULA PODE FAZER A ARRECADAÇÃO DO IR PERDER R$ 51 BILHÕES

 

História de IstoÉ News – IstoÉ

O projeto de lei que será enviado pelo governo ao Congresso propondo a ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil pode reduzir a arrecadação em R$ 51 bilhões anuais a partir de 2026, de acordo com cálculos atualizados da defasagem da tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) feitos pela Unafisco Nacional.

Atualmente, a faixa de isenção do IRPF abrange rendimentos mensais de até R$ 2.824. Segundo a Unafisco, a ampliação para R$ 5.000 beneficiaria aproximadamente 9,6 milhões de brasileiros, elevando o total de isentos para cerca de 26 milhões de contribuintes.

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, já reforçou que a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil será feita com medidas compensatórias. Uma das alternativas é propor uma alíquota mínima de até 10% para quem ganha mais de R$ 50 mil por mês, equivalente a R$ 600 mil por ano.

Havia a expectativa de que o projeto de lei fosse enviado ainda este ano ao Congresso, o que não ocorreu até o momento.

DIA DE SANTO ESTÊVÃO E CURIOSIDADES

 

Karla Neto – Colunista Correspondente

Nesta quinta-feira(26), é celebrado o Dia de Santo Estêvão, é uma data significativa no calendário cristão, especialmente para os católicos e ortodoxos. Este dia é dedicado à memória de São Estevão, considerado o primeiro mártir do cristianismo.

A sua história é narrada no Novo Testamento, onde ele é descrito como um homem cheio de fé e do Espírito Santo, que foi apedrejado até a morte por sua pregação fervorosa. A importância deste dia vai além da religiosidade, refletindo valores de coragem e fé inabalável.

Santo Estevão foi um dos escolhidos entre sete homens de Deus para fazer parte do grupo dos primeiros diáconos da Igreja de Jerusalém, como lemos no livro dos Atos dos Apóstolos capítulos 6 e 7. Como o número dos cristãos aumentava muito, algumas viúvas começaram a ficar sem assistência por parte dos Apóstolos, que tinham que se dedicar à pregação da Palavra. Por isso, inspirados por Deus, decidiram escolher diáconos, ou seja, servidores, para prestar estes serviços assistenciais a necessitados. Estêvão foi um desses escolhidos, como vemos em Atos 6, 1.

Além de prestar toda a assistência aos necessitados da Igreja como diácono e de pregar e defender a Palavra de Deus com sabedoria e poder, Santo Estêvão também foi canal de Deus para a realização de vários milagres grandiosos no meio do povo, como vemos em Atos 6, 8. Assim, numerosas conversões ao cristianismo vinham acontecendo por causa do poderoso ministério de Santo Estêvão. Por outro lado, a força da pregação de Santo Estêvão incomodou os líderes judeus de Jerusalém.

Fonte: Karla Neto
Foto: Divulgação

CURIOSIDADES  – Karla Neto

Você sabe quais as vantagens dos vegetais congelados?

Uma das vantagens de se ter alimentos congelados é que, em alguns casos, eles podem até oferecer níveis mais altos de nutrientes do que quando estão frescos. Isso porque quando armazenamos um alimento fresco por muitos dias, o processo de oxidação faz com que os nutrientes se percam com o passar do tempo.

Ao optar por vegetais congelados, você não só vai ter mais facilidade na hora de preparar uma refeição saudável, como também terá alimentos cheios de nutrientes.

Além de serem bem selecionados e alguns já virem higienizados, essa também é uma forma de manter a geladeira mais organizada e de evitar desperdícios, pois o congelamento conserva os alimentos por muito mais tempo. Dependendo da região em que você mora, determinados vegetais congelados podem até ser mais baratos do que os frescos.

Couve-flor
Fonte de fibras e de agentes antioxidantes, a couve-flor cozinha super bem, mesmo quando congelada. Você pode usar para fazê-la gratinada, cozida ou até mesmo uma sopa cremosa. Além disso, esse vegetal também pode ser usado como substituto do arroz, como uma opção para reduzir as calorias e carboidratos na alimentação.

Ervilhas
Muitas pessoas preferem a ervilha congelada ao invés da fresca e com razão. Fonte de proteínas, as ervilhas congeladas cozinham rapidamente, sendo a opção ideal para quem não tem muito tempo para ficar na cozinha durante a semana. Você pode prepará-las salteadas na manteiga ou usar para incrementar o seu arroz, deixando-o mais colorido e saboroso.

Cenoura
Fonte de fibras, a cenoura congelada é aquela opção perfeita para quando você quer incluir um vegetal na refeição, mas sem perder muito tempo na cozinha. Além de manter a textura e nutrientes, ela descongela rapidamente e fica uma delícia salteada na manteiga. Além disso, você diminui as chances de desperdício, quando costuma acontecer quando compramos sua versão fresca, que acaba sendo esquecida no fundo da gaveta de verduras.

Você sabia que chá de carqueja é maravilhoso para o fígado?

Originária da América do Sul, a carqueja (Baccharis trimera) possui folhas e caules ricos em flavonoides e saponinas, substâncias com ação antioxidante e anti-inflamatória. “Este chá é especialmente eficaz para problemas digestivos, ajudando a aliviar má digestão, gases e azia.

Além disso, a carqueja é reconhecida por seus efeitos hepatoprotetores, sendo benéfica para a saúde do fígado, auxiliando na desintoxicação e na digestão. Recomendo seu uso para pacientes com gordura no fígado, mas sempre com moderação e acompanhamento profissional”.

“A carqueja também pode contribuir para o controle do colesterol e da glicemia, tornando-se uma aliada no combate ao diabetes e a doenças cardiovasculares”.

O chá de carqueja tem um sabor amargo característico, que pode ser suavizado com um pouco de mel ou limão. Para prepará-lo, basta ferver uma colher de sopa de folhas secas em meio litro de água por cerca de 10 minutos, coar e beber de duas a três vezes ao dia.

CONVERSA DE PAI COM FILHOS SOBRE HERANÇA

Receitas Fáceis

Um pai reuniu seus cinco filhos e disse:

“Vou vender a casa e dividir o valor em cinco partes iguais para vocês.”

Um dos filhos, surpreso, respondeu:

“Por que você faria isso, pai? Esta casa não nos custou nada, nem dinheiro, nem esforço. Por que nos dar algo pelo qual você lutou a vida inteira para ter?”

O pai respondeu:

“É tradição, filho, é herança. É assim que as coisas sempre foram feitas.”

Mas o filho continuou:

“Não, pai. Quando você nos der esta casa, deixaremos de ser irmãos no mesmo instante; nos tornaremos inimigos, brigando por algo que não nos custou nada. Se você realmente nos ama, não nos deixe nada. Venda o que você construiu, compre uma casa menor, vá viajar, conheça o mundo. Cada um de nós deve viver com o que conquistou por si mesmo.”

Depois de um longo suspiro, o pai disse:

“Talvez você tenha razão, meu filho. A verdadeira herança não é uma casa ou um bem material. É o que vocês aprenderam com cada luta, cada sacrifício, cada valor que eu tentei passar ao longo da vida.”

Os outros filhos escutavam atentamente, e um deles disse:

“Pai, o que realmente queremos é que você aproveite a sua vida. A casa foi o seu sonho. Não queremos que ela seja um fardo para nós, mas um símbolo de tudo que você conquistou e viveu.”

Outro filho acrescentou:

“Pai, mais valioso do que qualquer propriedade é o tempo que ainda temos ao seu lado. Use o que você ganhou para viver o agora, para realizar os sonhos que talvez tenha adiado por nós. A verdadeira herança que queremos é a sua felicidade.”

O pai, emocionado, olhou para cada um dos filhos e percebeu o quanto eles tinham aprendido com a vida. Então, com lágrimas nos olhos, disse:

“Vocês estão certos. Passei anos acreditando que deixar bens materiais era o maior presente que eu poderia dar a vocês, mas vejo agora que o maior legado é o amor, o respeito e os valores que compartilhei. A partir de hoje, vou viver de forma diferente, por mim e por vocês.”

E assim, o pai decidiu vender a casa, mas não para dividi-la entre os filhos. Ele comprou uma casa menor, guardou parte do dinheiro para sua aposentadoria e usou o restante para realizar seus sonhos: viajar, conhecer novos lugares e viver experiências que ele sempre desejou.

Os filhos, por sua vez, começaram a enxergar o mundo de maneira diferente. Perceberam que herança não é o que se recebe, mas o que se constrói. Inspirados pelo exemplo do pai, cada um passou a trabalhar duro por seus próprios sonhos, sabendo que o valor das coisas está no esforço e no amor que se coloca nelas.

O pai, durante suas viagens, enviava cartas e mensagens aos filhos, contando sobre os lugares que visitava, as pessoas que conhecia e as lições que ainda aprendia. Cada carta era repleta de sabedoria, reforçando a importância de viver a vida plenamente e de encontrar felicidade nas coisas simples.

Um dia, um dos filhos respondeu a uma dessas cartas dizendo:

“Pai, hoje percebo o quanto você estava certo. A maior herança que um pai pode deixar é o exemplo de como viver com coragem, alegria e propósito. Cada dia que você vive assim, nos ensina mais do que qualquer bem material poderia ensinar.”

Os outros filhos concordaram e começaram a aplicar os conselhos do pai em suas próprias vidas. Eles pararam de esperar pela vida perfeita ou pelo momento ideal e começaram a valorizar o presente, a lutar por seus próprios sonhos e a fortalecer os laços familiares.

O pai viveu muitos anos com alegria, sempre rodeado pelo carinho dos filhos, que o visitavam não para discutir sobre posses ou heranças, mas para compartilhar histórias, risadas e amor. Ele partiu em paz, deixando não apenas memórias inesquecíveis, mas também o ensinamento de que a verdadeira riqueza está nos momentos vividos e no legado de valores que se deixa para os outros.

Se esta história tocou o seu coração, compartilhe para que todos compreendam o verdadeiro significado de herança. E nos comentários, diga: Qual é o maior legado que você gostaria de deixar para as pessoas que ama? Vamos juntos espalhar mensagens que inspiram e transformam!

 

COMPUTAÇÃO QUÂNTICA RESOLVEU EM MINUTOS O QUE LEVARIA SÉCULOS PARA SER RESOLVIDO COM AS FERRAMENTAS ATUAIS

 

Junior Borneli – Founder da StartSe

Como o Google desafiou limites com computação quântica, resolvendo em minutos o que levaria eras

Reprodução

Willow. Esse é o nome do chip quântico que o Google testou. Ele foi capaz de resolver, em apenas 5 minutos, um problema matemático que um super computador levaria 10 septilhões de anos.

Um chip quântico é um tipo especial de processador usado em computadores quânticos, que são muito diferentes dos computadores que usamos hoje. Eles possuem uma capacidade de processamento muito superior.

Enquanto os chips normais usam bits que podem ser apenas 0 ou 1, os chips quânticos utilizam qubits (bits quânticos), que podem ser 0, 1, ou ambos ao mesmo tempo, por uma propriedade quântica chamada superposição.

Isso amplia a capacidade do computador de solucionar problemas complexos. Quanto mais qubits um computador quântico possui, maior é seu potencial de processamento. No entanto, isso também eleva o risco de erros. 

Com o Willow, o Google sugere ter conseguido quebrar essa lógica, superando essa limitação, através de uma abordagem que reduz a quantidade de erros à medida que o número de qubits do supercomputador aumenta.

Esse papo de computação quântica é muito complexo, mas quando for acessível será a maior transformação tecnológica da história. Modelos de IA, que hoje levam semana para serem treinados, levarão minutos.

FANS TOKENS DA VALEON

Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon

Os Clubes de Futebol no Brasil e no Mundo estão alinhados fora de campo e estão investindo em inovação e no mercado de criptoativos, mais especificamente as Fans Tokens que são moedas digitais chamadas de CHILIZ(CHZ).

A novidade é atribuir um valor de ativo financeiro a um produto com o qual o fã cria relacionamentos e experiências com o Clube de Futebol e que antes era apenas um serviço sem valor de revenda ou de valorização desse ativo. As Fans Tokens ajudam os clubes a melhorar a parte financeira.

Assim como nenhum elemento do marketing faz nada sozinho, não só em clubes, mas em qualquer empresa, as Fans Tokens também precisam ter a imagem trabalhada para chegar ao consumidor de forma clara, oferecendo algo que seja palatável e legível ao torcedor, ou seja, as pessoas precisam entender do que se trata este ativo digital para poder consumi-lo.

Como toda inovação, as Fans tokens ainda estão numa fase inicial e todos nós estamos aprendendo com elas. Não podemos perder de foco é que a tecnologia não pode ser o fim, a tecnologia é simplesmente o meio e é a chave para o engajamento e temos que compreender que a tecnologia pode gerar lucro, construir operações sustentáveis, proteger a integridade da concorrência, desenvolver multiplataformas e muito mais.

Engajar os fãs não é algo exclusivo do esporte. Pelo contrário, todas as marcas querem encantar seus consumidores e engajá-los das mais variadas formas. Descobrir essas formas é uma das muitas atividades de quem trabalha com comportamento do consumidor.

Em marketing, podemos definir o engajamento do cliente como os comportamentos espontâneos, interativos e cocriativos do consumidor, principalmente em trocas não transacionais entre consumidor e empresa para atingir seus objetivos individuais e sociais.

Em outro contexto, porém, podemos pensar no engajamento como um estado de espírito motivacional relacionado à marca e dependente do contexto de um cliente, caracterizado por níveis específicos de atividade cognitiva, emocional e comportamental nas interações da marca. E, nesse aspecto, surge um fator importante: como os consumidores engajados fornecem referências e recomendações para produtos específicos, o engajamento do cliente é um elemento-chave nas estratégias das empresas para o desenvolvimento de soluções, de novos produtos e retenção de clientes. É aqui que surge a ideia da monetização.

A Startup Valeon cria as FANS TOKENS VALEON para premiar uma enorme comunidade de consumidores que utilizam as redes sociais, que são o nosso público-alvo, que são as pessoas que achamos que podem realmente se beneficiar do nosso produto que é a Plataforma Comercial Marketplace Valeon e muitas vezes não possuem o conhecimento básico de como o nosso produto funciona.

As Fans Tokens são para aqueles que não querem apenas ser espectadores, mas para aqueles que desejam ter um papel mais ativo na comunidade das redes sociais.

A tokenização fornece novas maneiras inspiradoras de classificar valor, criando novos ativos ou reinventado os tradicionais, abrindo portas para melhoria de processos totalmente novos, fluxos de receitas e envolvimento dos clientes com novas oportunidades.

Pensando nisso, a Startup Valeon através do seu Site, aposta na possibilidade de trazer o consumidor que pode estar longe ou não conhece a Valeon para perto da gente e ainda ser nosso colaborador participando ativamente do nosso desenvolvimento, gerando transformações e tendo o direito de fornecer conhecimentos específicos para o desenvolvimento do Site.

Valor do Fan Token Valeon = R$ 1,00

Solicitamos a colaboração dos consumidores do Vale do Aço para as oportunidades de influenciarem em algumas decisões do nosso dia-a-dia e quanto maior o peso de suas opiniões, mais Fan Tokens irá ganhar.

1 – Você pode auxiliar no desenvolvimento do nosso Site Valeon verificando alguma possibilidade de melhoria nele.

Prêmio: 50 Fan Token Valeon

2 – As Empresas, Serviços e Profissionais que desejarem participar aderindo suas Publicidades e Propagandas ao Site Valeon terão descontos.

Prêmio: 30% na mensalidade

3 – Sugestões de Internautas que queiram incluir ÁLBUNS DE MÚSICAS de até 150 MB NA COLEÇÃO DE MÚSICAS do Site Valeon.

Prêmio: 20 Fan Token Valeon

VALIDADE DAS FANS TOKENS VALEON: 06 MÊSES

IPAT/1/6/2025

Envie sua MENSAGEM por e-mail no site da Valeon

Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (Wpp)

E-MAIL: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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