Como as redes sociais estão moldando a saúde mental das novas gerações e o papel da responsabilidade corporativa nesse cenário
Foto: Pexels
A obra A Geração Ansiosa, de Jonathan Haidt,
oferece uma visão detalhada sobre os efeitos das redes sociais na saúde
mental de jovens e adolescentes, descrevendo um cenário no qual o uso
intensivo dessas plataformas influencia comportamentos, bem-estar
psicológico e até mesmo a forma como a sociedade percebe os jovens.
Haidt argumenta que as redes sociais, ao amplificar a comparação
social, a pressão de imagem e a exposição a conteúdos potencialmente
tóxicos, estão moldando a chamada Geração Z e a Geração Alpha de maneira
única e alarmante.
Evidências recentes: redes sociais e saúde mental
Pesquisas recentes corroboram muitos dos pontos levantados por Haidt. Uma pesquisa do Instituto Cactus
revelou que 45% dos brasileiros percebem efeitos negativos das redes
sociais em sua saúde mental, um impacto mais acentuado entre os jovens
de 16 a 24 anos.
Da mesma forma, um estudo publicado pela Revista Galileu mostrou
que 10% desses jovens relatam um impacto muito negativo nas últimas
duas semanas, apontando que esses efeitos tendem a aumentar com o uso
constante.
Por que importa?
O livro de Haidtressalta que as redes sociais introduzem uma cultura
de comparação constante e rápida, exacerbando sentimentos de inadequação
e ansiedade.
O impacto na autoestima é evidente: ao exporem-se constantemente a
conteúdos editados e à busca de aprovação por meio de “curtidas” e
“comentários”, os jovens sentem-se frequentemente abaixo dos padrões
irreais apresentados, o que afeta diretamente sua percepção de valor
próprio.
Esse fenômeno é especialmente relevante em um contexto onde a saúde
mental e o bem-estar se tornam um dos maiores desafios para as gerações
mais jovens.
Insights para empresas
Para empresas e executivos, esse cenário aponta para uma necessidade
urgente de reavaliar a abordagem em redes sociais e estratégias
digitais. Campanhas publicitárias e de engajamento focadas em
autenticidade e transparência podem ressoar melhor com o público jovem.
Mais do que nunca, mensagens que promovam saúde mental, autoestima e
desconstrução de padrões irreais são valorizadas e podem ajudar as
empresas a se posicionarem de forma ética e eficaz.
Fatores contribuintes: o lado sombrio da conexão
Como aponta o estudo da Revista Galileu, a pressão para estar
constantemente conectado culmina no uso compulsivo das redes sociais,
com maior incidência entre adolescentes.
Além disso, a exposição a conteúdos que reforçam padrões de vida e
aparência contribui para transtornos como ansiedade, depressão e
distúrbios de imagem corporal.
Para Haidt, esses são sinais de uma crise emergente: o uso massivo de
redes sociais promove uma busca incessante por validação externa,
afetando a identidade pessoal e a saúde mental dos jovens.
Dilemas para as gerações Z e Alpha
As novas gerações enfrentam dilemas únicos: como se proteger da
pressão digital e ao mesmo tempo aproveitar as oportunidades de conexão e
informação que as redes oferecem? As redes sociais, embora proporcionem
plataformas de aprendizado e networking, são igualmente um espaço de
desafios psicológicos. Os jovens precisam de orientação para encontrar
um equilíbrio, algo que pais e educadores podem auxiliar ao incentivar
um uso mais consciente.
O maior desafio: como a era da IA impactará a saúde mental dos jovens?
Com o crescimento das tecnologias de inteligência artificial e a
criação de algoritmos cada vez mais sofisticados, o papel das redes
sociais pode se tornar ainda mais intenso na vida dos jovens.
A IA traz novas formas de interação, mas também aumenta o risco de
hiperconexão e dependência digital. A pergunta é: estamos preparados
para lidar com esses impactos ou veremos uma amplificação dos desafios
que Haidt discute em A Geração Ansiosa?
Conclusão: um alerta e uma oportunidade
O alerta do livro de Haidt, combinado com os dados contemporâneos, aponta para uma crise de saúde mental que exige ação.
Para empresas, instituições e para a sociedade como um todo, o
desafio é criar ambientes mais saudáveis, online e offline, que permitam
aos jovens crescer com segurança emocional e social.
Essa não é apenas uma necessidade ética, mas uma oportunidade
estratégica para empresas que buscam impactar positivamente as gerações
futuras.
Como usar IA com responsabilidade corporativa
Ainda estamos medindo os impactos das redes sociais e dos smartphones nos jovens, e no meio disso a Inteligência Artificial veio com tudo.
Empresas precisam aprender a usá-la com responsabilidade e
governança, medindo seus impactos e atribuições para que a rentabilidade
e escala da empresa não potencialize esse problema entre real x digital
x artificial nas gerações futuras.
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O pacote é composto por uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e
dois projetos de lei, todos aprovados pelo Congresso nesta semana. Os
parlamentares, porém, desidrataram as medidas propostas pelo Ministério da Fazenda, fazendo com que o pacote, que já havia sido considerado insuficiente por muitos analistas, perdesse mais força.
Veja a seguir o que diz pacote fiscal aprovado pelo Congresso:
Congresso concluiu votação dos três projetos do pacote de corte de
gastos apresentado pelo governo Lula Foto: Dida Sampaio/Estadão
Salário mínimo
O pacote limita o aumento real (acima da inflação) do salário mínimo. Hoje, o valor é reajustado pela inflação do ano anterior e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de
dois anos antes. Agora, haverá aumento garantido de 0,6% ao ano acima
da inflação, independentemente do PIB, mas com limite de aumento de
2,5%.
Essa é a mudança de maior impacto no pacote, pois também afeta o
crescimento das despesas atreladas ao salário mínimo, como parte dos
benefícios previdenciários, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o seguro-desemprego.
Abono salarial
O pacote altera o abono salarial do
Programa PIS/Pasep, espécie de “14º” pago a trabalhadores que ganham
até dois salários mínimos. Com a proposta, haverá uma transição nos
próximos anos para que o abono seja concedido a quem recebe até um
salário mínimo e meio — o que, na previsão do governo, deve ocorrer em
2035.
O teto para o recebimento do benefício, hoje indexado à valorização
do salário mínimo, passará a ser corrigido pela inflação a partir de
2026. A previsão de economia é de R$ 18,1 bilhões entre 2025 e 2030.
Supersalários
Alterações feitas no Congresso enfraqueceram o combate aos supersalários no
funcionalismo público. A PEC proposta pelo governo previa que teria de
ser enviado um projeto de lei complementar para definir quais
“penduricalhos” (remunerações e auxílios extras ao salário) poderiam ser
excluídos (ou seja, não seriam contabilizados) do teto remuneratório da
administração pública, atualmente de R$ 44 mil mensais.
Os parlamentares enfraqueceram esse comando determinando que isso
seria definido por um projeto de lei ordinária, que exige menos votos
para aprovação e é mais fácil de ser alterada. Na prática, isso
permitiria flexibilizações e, segundo especialistas, dá brecha para
permitir a continuidade dos “penduricalhos” que não são contabilizados
no teto e que levam aos supersalários.
Fundeb
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização de Profissionais da Educação (Fundeb) é
uma das principais fontes de financiamento da educação pública no País.
O governo queria que até 20% dos recursos que coloca no Fundeb fossem
destinados ao ensino em tempo integral. Desta maneira, o Fundeb bancaria
um custo que hoje sai diretamente dos cofres do Tesouro. Com a mudança,
o governo teria um alívio fiscal nas despesas públicas de R$ 11,6
bilhões no ano que vem.
A Câmara dos Deputados reduziu o porcentual para 10% e estabeleceu
que o dinheiro da complementação da União no Fundeb será usado para
ensino em tempo integral apenas em 2025, diminuindo o impacto nas contas
públicas para R$ 5,8 bilhões. Mesmo com a redução estabelecida pelos
deputados, o valor ainda é mais alto do que a economia anunciada
inicialmente pelo governo para o ano que vem (R$ 4,8 bilhões).
A partir de 2026, os Estados e municípios terão de destinar 4% de
recursos próprios que colocam no Fundeb para esse programa, aumentando o
impacto fiscal entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões. Na prática, a União
transfere a responsabilidade para os governos locais e espera
economizar recursos com isso.
A economia efetiva de gastos para a União, no entanto, vai exigir que
o governo federal diminua recursos do orçamento da Educação no mesmo
valor. Ao cortar recursos, o governo federal deverá assumir o ônus
político e ainda respeitar o piso constitucional da Educação exigido
pela Constituição, que consome despesas não obrigatórias.
Benefício de Prestação Continuada (BPC)
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é
a garantia do pagamento de um salário mínimo mensal a idosos e pessoas
com deficiência de baixa renda. Na proposta feita pelo governo, o BPC
seria reformulado, mas o o relator na Câmara fez dez mudanças no texto
que afrouxaram a medida.
Haveria, por exemplo, mais restrições na definição de pessoa com
deficiência, mas os parlamentares rejeitaram a limitação. O governo
também queria impedir o acúmulo de benefícios em uma mesma família e
levar em conta bens e patrimônio na avaliação para o acesso ao auxílio.
Essas propostas não foram aprovadas.
Foi mantida a exigência proposta pelo governo de biometria e um
recadastramento para a manutenção do benefício — mas uma mudança feita
pelos parlamentares estabelece que uma pessoa que mora em local de
difícil acesso não terá o pagamento cancelado se não fizer a biometria e
que o governo terá de promover as condições de ir até o beneficiário e
fazer o procedimento.
No Senado, o governo correu o risco de ter o projeto novamente
alterado. Os senadores se levantaram contra a regra que restringia o BPC
a pessoas com deficiência de grau moderado ou grave, já que o trecho
abria margem para negativa do benefício a pessoas com deficiência de
grau leve, como ocorre em alguns casos de autismo e síndrome de Down.
Foi feito um acordo e o Palácio do Planalto se comprometeu a vetar o
dispositivo.
Deputados governistas avaliam que o governo errou na estratégia ao
mexer no pagamento de um auxílio a pessoas carentes em troca de uma
economia que não era tão relevante para o pacote fiscal. A equipe
econômica esperava economizar R$ 2 bilhões por ano com o BPC,
totalizando R$ 12 bilhões até 2030.
O governo argumenta que apresentou mudanças no BPC não para tirar o
benefício de pessoas que dependem do auxílio, mas para combater as
fraudes e o que o ministro Fernando Haddad chamou de “indústria de liminares”.
Reforços ao arcabouço fiscal
O pacote aprovado cria alguns “reforços” ao arcabouço fiscal.
Um dos novos gatilhos prevê que, em caso de déficit primário (gastos
maiores que as receitas do governo, sem levar em conta as despesas com
juros) a partir de 2025, será proibida a concessão, a ampliação ou a
prorrogação de benefícios tributários. Além disso, haverá limitação de
crescimento no gasto com pessoal.
O aumento de despesas com pessoal só poderá ser de 0,6% ao ano acima
da inflação – que é o piso geral do aumento de despesas estabelecido
pelo novo arcabouço fiscal. Como o déficit será calculado em 2026, o
gatilho valeria para 2027.
O gatilho para conter despesas de pessoal também pode ser acionado em
outra situação. Caso haja redução das despesas discricionárias (aquelas
que não são obrigatórios, como investimentos e custeio), o gatilho
limita automaticamente a despesa com pessoal a um aumento anual de 0,6%
acima da inflação. Esse gatilho também vale a partir de 2027.
A proposta aprovada também determina que a criação ou prorrogação de
benefícios da seguridade social ficam limitadas às regras de crescimento
do arcabouço, ou seja, com teto máximo de 2,5% ao ano.
Superávit de fundos públicos
Os parlamentares aprovaram que, entre 2025 e 2030, o superávit
financeiro de fundos públicos poderá ser usado para amortizar a dívida
pública — mas apenas para isso. O projeto original do governo previa que
o uso dos recursos seria de livre aplicação, o que foi criticado por economistas por abrir margem para ampliar gastos.
Na proposta do governo, eram oito fundos listados, mas foram
aprovados apenas cinco: os fundos de Defesa de Direitos Difusos (FDD),
Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (FUNSET), do Exército,
Aeronáutico e Naval. Foram excluídos o Fundo Nacional Antidrogas
(Funad), o Fundo da Marinha Mercante (FMM) e Fundo Nacional de Aviação
Civil (FNAC), com a justificativa de que seus recursos “são utilizados
para importantes investimentos”. O impacto da desvinculação, com isso,
caiu de R$ 38 bilhões para R$ 18 bilhões.
Emendas parlamentares
O Congresso derrubou a possibilidade de o governo federal cortar
emendas impositivas (não obrigatórias) para cobrir gastos obrigatórios e
cumprir o arcabouço fiscal. O governo queria uma autorização para
bloquear até 15% das emendas impositivas, recursos indicados por
deputados federais, senadores e bancadas estaduais no Orçamento e que o
governo é obrigado a pagar conforme a indicação dos parlamentares.
Na última hora, os deputados aprovaram uma emenda que autoriza o
bloqueio apenas de emendas não obrigatórias, como as emendas de
comissão, herdeiras do orçamento secreto. Atualmente, esses recursos já podem ser bloqueados, mas agora o corte será limitado a 15% da verba.
Prorrogação da DRU
O pacote prorrogou a Desvinculação de Receitas da União (DRU),
que terminaria neste ano até 2032. Na prática, a medida permite que o
governo use recursos carimbados para outras finalidades, permitindo uma
flexibilidade maior no Orçamento. O governo prevê arrecadar R$ 25,6 bilhões com a medida.
A DRU tira 30% da arrecadação de determinadas taxas e contribuições e
permite que o governo use o dinheiro livremente, e não apenas em
despesas carimbadas naquela arrecadação. Taxas de inspeção cobradas por
agências reguladoras, por exemplo, não ficam integralmente para esses
órgãos, mas uma parcela se desvincula do destino original para compor o
Orçamento da União e bancar as despesas gerais do governo.
Além das contribuições sociais, das contribuições de intervenção no
domínio econômico (Cide) e das taxas, a desvinculação alcançará ainda as
receitas patrimoniais, que são aquelas obtidas pelo uso de patrimônio
da União, como aluguéis, dividendos, compensações financeiras/royalties e
direito real de uso, entre outras.
Bolsa Família e biometria
O pacote fiscal aprovou medidas consideradas como “pente-fino” por analistas, como ajustes nos parâmetros do Bolsa Família.
Também foi definida a adoção de biometria para todos os benefícios da
seguridade social, a renovação de cadastro no CadÚnico a cada 24 meses
para receber programa de transferência de renda e fornecimento de dados
para a União pelas concessionárias de serviços públicos.
Até 2030, o governo espera arrecadar R$ 17 bilhões com os ajustes no
Bolsa Família e R$ 15 bilhões com a adoção de biometria nos programas
sociais.
Pontos derrubados pelo Congresso
Entre os pontos derrubados pelo Congresso está a proposta que limitava a restituição de créditos tributários pelas
empresas. O trecho enfrentava forte resistência de vários setores da
economia, além de ter integrado uma Medida Provisória (MP) editada pelo
governo em junho e que foi devolvida pelo presidente do Senado, Rodrigo
Pacheco (PSD-MG).
O governo também queria corrigir os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) pela
inflação, com uma previsão de economia de R$ 18,1 bilhões até2030. A
ideia foi rejeitada pelos deputados, permanecendo a correção pela
Receita Corrente Líquida.
O Congresso também rejeitou um dispositivo que tirava a obrigação de o Poder Executivo executar o Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional.
A obrigação, incluída na Constituição em 2019, impede o governo de
cancelar, por exemplo, emendas parlamentares, que são direcionadas por
deputados e senadores para redutos eleitorais. Revogar o dispositivo era
uma aposta da equipe econômica para ter mais flexibilidade no Orçamento
na hora de cumprir o teto de despesas.
Os deputados também revogaram a lei que instituiu o Seguro
Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT),
antigo DPVAT, diminuindo a capacidade de arrecadação do g
Seguramente constrangido com os votos de seus colegas Dias Toffoli e
Luiz Fux a respeito do Marco Civil da Internet, ora em debate na Corte,
votos esses que já têm lugar garantido na antologia dos atentados à
Constituição, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís
Roberto Barroso, tomou a decisão incomum de antecipar seu voto.
Presume-se que Barroso pretendia temperar a discussão, que caminhava
para chancelar a mordaça na internet. A fim de encontrar uma forma de
discordar da sanha censória de Toffoli e Fux sem desmoralizá-los,
Barroso disse que o artigo 19 do referido Marco Civil, aquele que versa
sobre a responsabilidade das redes sociais, é “parcialmente”
inconstitucional. Como não liberou a divulgação do voto, só suas
“anotações”, não se sabe bem como ele fundamentará essa tese sem ferir a
hermenêutica jurídica. Mas pode-se dizer, sem ferir a lógica, que seu
voto é só parcialmente sensato.
O artigo 19 estabelece que a responsabilidade pelos danos de alguma
publicação é de seu criador, e as plataformas só se tornam
corresponsáveis se desobedecerem a uma ordem judicial de remoção. O
artigo 21 estabelece uma exceção caso as redes sejam notificadas
extrajudicialmente sobre conteúdo contendo cenas de nudez ou sexo não
autorizadas.
Assim, cada um é livre para dizer o que bem entender, e responde pelo
que disser. As redes podem estabelecer regras definindo o que é ou não
aceitável, e cada um é livre para aderir ou não a essas regras. Se um
usuário julga que seu conteúdo foi removido em violação a essas regras,
pode recorrer à Justiça. Se uma pessoa julga que foi vítima de algum
conteúdo ilícito, pode recorrer à Justiça. A Justiça tem a prerrogativa
de obrigar as redes a respeitar suas próprias regras e de obrigar os
usuários a respeitar a lei. Pelo regime vigente, só a Justiça pode
determinar se um conteúdo é ilícito e obrigar as redes a removê-lo. Caso
se recusem, passam a ser corresponsáveis. A liberdade de expressão é a
regra; a censura, a exceção, a ser aplicada pelo Judiciário após o
devido processo legal.
Evocando vagamente a proteção de direitos fundamentais, Toffoli e Fux
entenderam que esse regime é inconstitucional. A seu ver, a
Constituição exige que as redes censurem conteúdos após a notificação de
quem se sente ofendido. Como resumiu Fux, “notificou, tira; quer botar
de novo, judicializa”. Toffoli propôs um “decálogo contra a violência
digital e desinformação”. Mesmo sem serem notificadas, as redes seriam
responsáveis por supostos crimes, como “qualquer espécie de violação
contra a mulher”, fatos “descontextualizados” ou “discursos de ódio”.
Alexandre de Moraes sugeriu ainda “atos antidemocráticos”.
A Justiça pode levar anos para decidir se alguma manifestação se
enquadra num ilícito, mas os ministros exigem ação imediata das redes. A
prevalecer essa tese, as pequenas plataformas, sem condições de fazer
esse monitoramento ostensivo, sairão do mercado, e as grandes suprimirão
qualquer conteúdo minimamente controverso para se furtar à
responsabilização – levada às suas últimas consequências, por sinal,
quem administra um site ou perfil, por menor que seja, será responsável
por qualquer manifestação em suas caixas de comentários.
Barroso ensaiou um freio a essa terceirização da censura. “Não se
deve impor às plataformas o controle prévio de todos os conteúdos
gerados por terceiros, nem as sujeitar a uma obrigação geral de
vigilância.” Para conteúdos relacionados à honra (injúria, calúnia,
difamação), deveria se manter a obrigatoriedade de ordem judicial, pois,
do contrário, “a próxima vez que alguém disser que o governador é
mentiroso ou medíocre, isso estaria sujeito à remoção, o que seria
altamente limitador do debate público”.
No entanto, Barroso entende que para todos os demais crimes deveria
valer o modelo de notificação e remoção, exceto em caso de “dúvida
razoável”. Mas quem define o que é “razoável”? Na prática, em que pese
toda a circunspecção de Barroso, o modelo do artigo 19 será a exceção, e
a vigilância draconiana, a regra.
O voto de Barroso é um progresso, mas só parcial. No mais importante, referenda o retrocesso proposto por seus colegas.
História de Célia Froufe e Cícero Cotrim – Jornal Estadão
BRASÍLIA – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto,
citou a conquista da autonomia institucional como uma das principais
mudanças na instituição durante a sua gestão, iniciada em 2019. Em uma
live de despedida no canal da autarquia, nesta sexta-feira, 20, o chefe
do órgão responsável pela política monetária do País disse que esse processo representou um ganho institucional, mas ainda não está terminado.
“Acho que coloca a instituição à frente das pessoas, à frente da
ideologia, à frente dos governos, à frente do tempo político, com um
tempo diferente do tempo político, com um tempo institucional mais
adequado às características necessárias para o cumprimento das nossas
missões”, disse o presidente do BC, acrescentando que o valor da
autonomia foi demonstrado durante a transição no comando da autarquia.
Gabriel Galípolo assume o posto de Campos Neto neste sábado, 21, com o
recesso do atual presidente, cujo mandato se encerra em 31 de dezembro
Foto: Wilton Junior/Estadão
Essa medida deverá ficar nas mãos do futuro presidente do BC, Gabriel
Galípolo, que já assume a chefia da autarquia interinamente a partir
deste sábado, 21, e definitivamente em 1º de janeiro.
O mandato de Campos Neto só termina em 31 de dezembro, mas o banqueiro central anunciou na quinta-feira que entrará em recesso.
‘Não posso dizer que foram 6 anos calmos’
Campos Neto disse que os quase seis anos da sua gestão à frente da
autarquia foram marcados por vários desafios na condução da política
monetária.
“Eu não posso dizer que os últimos seis anos foram calmos — na
verdade, eu acho que, se pensarmos todos os tipos de problemas que
poderiam ter dado, eu sempre digo que estamos com um álbum de figurinha
completo”, disse o banqueiro central, citando, além da pandemia, a
tragédia de Brumadinho e a crise na Argentina.
Campos Neto recordou que foi o primeiro membro do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
a alertar sobre os impactos da pandemia na economia, devido a conversas
com outros BCs. Também lembrou que a autoridade monetária brasileira
foi elogiada por ter reagido rapidamente às mudanças, injetando liquidez
no mercado na eclosão da covid-19 e, depois, elevando os juros
rapidamente para combater o repique da inflação.
“O Brasil passou muito bem pela pandemia, muito melhor do que vários
países, com crédito crescendo dois dígitos durante toda a pandemia”,
afirmou Campos Neto. “E, em algum momento, também eu acho que o Banco
Central do Brasil enxergou o problema um pouco antes dos outros, ou
seja, foi muito capaz de prever o que vinha acontecendo, que era todo
esse avalanche de medidas tanto fiscais, quanto monetárias, de
enfrentamento à pandemia teriam resultado inflacionário.”
Campos Neto ainda defendeu, na live, que o BC tenha um “olhar” para o
quadro de funcionários e aprofundar a agenda de qualificação. Entre as
principais mudanças do seu mandato, Campos Neto também citou o ganho de
reconhecimento da sociedade, devido à implementação de produtos como o
Pix. Mencionou também a cultura de inovação no BC.
O presidente da Argentina, Javier Milei, prometeu na sexta-feira
instalar reatores nucleares para abastecer servidores de Inteligência
Artificial (IA), um anúncio considerado “contraditório” por
especialistas do setor.
“A energia nuclear é a única fonte suficientemente eficiente,
abundante e rapidamente escalável para enfrentar o desenvolvimento de
nossa civilização”, afirmou o chefe de Estado.
Com a geração atual de energia “não vai ser suficiente para abastecer
esta nova demanda (de IA), e por isso estamos convencidos de que haverá
um ressurgimento da energia nuclear no mundo inteiro”, disse Milei em
um vídeo acompanhado por seu assessor Demian Reidel e pelo diretor da
Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi.
Reidel, responsável por coordenar a iniciativa, disse que o primeiro
passo será “a construção de um reator SMR (reator modular pequeno) no
prédio de (a usina nuclear) Atucha”, embora este tipo de tecnologia
ainda esteja em fase de desenvolvimento.
Segundo a AIEA, a Rússia inaugurou em 2020 a primeira central nuclear
que funciona com dois SMR. Vários projetos em desenvolvimento na
Argentina, Canadá, China, Coreia do Sul e Estados Unidos aguardam uma
licença para a instalação da tecnologia.
Os SMR são reatores de menor porte e potência que os tradicionais, mas com maior flexibilidade e mobilidade.
A Argentina já possui três centrais nucleares: Atucha I, Atucha II e
Embalse. Segundo dados oficiais, em julho 9% da energia consumida no
país era nuclear.
Grossi considerou o anúncio “promissor” e destacou que a energia
nuclear “é uma ferramenta que a Argentina tem utilizado nos últimos 70
anos com sucesso”.
A Comissão Nacional de Energia Atômica (CNEA) trabalha há duas décadas no desenvolvimento do reator modular CAREM.
A ex-presidente da CNEA Adriana Serquis (2021-2024) considera que
existe uma “tremenda contradição” no anúncio e criticou Milei por “negar
ou ignorar que já existe um projeto de SMR muito próximo de ser
finalizado chamado CAREM, reconhecido nas análises internacionais como
um dos mais avançados, com previsão de início de operação em 2028”.
O ex-secretário de Planejamento e Políticas do Ministério da Ciência
Diego Hurtado (2019-2023) afirmou esta semana que, desde a posse de
Milei, “a construção do CAREM foi desacelerada até sua virtual
paralisação”.
Como parte de seu plano “motosserra” para conseguir superávit fiscal,
Milei eliminou mais de 30.000 postos de trabalho no setor público,
reduziu o número de ministérios e o tamanho do Estado em geral, assim
como o orçamento destinado à ciência e tecnologia.
O verão começou neste sábado (21), às 6h20 (horário de Brasília), em
todo o Hemisfério Sul do planeta com mudanças rápidas nas condições do
tempo, caracterizadas por chuvas intensas e ventos fortes. A posição da
Terra mais perto do Sol também torna os dias mais longos que a noite e
traz temperaturas elevadas em todo o país.
Segundo o Prognóstico Climático de Verão, divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), nesta estação o fenômeno La Niña,
que costuma causar fortes chuvas no Norte e Nordeste do Brasil e secas
no Sul, terá duração mais curta. A probabilidade dessas condições
prevalecerem é de 60% entre janeiro e março e cai progressivamente para
40% entre fevereiro a abril de 2025.
“De maneira geral, as previsões climáticas indicam o predomínio de
chuvas abaixo da média climatológica em grande parte do país”, explica a
meteorologista do Inmet, Maytê Coutinho.
A região Norte é exceção porque haverá predomínio de chuvas acima da
média. No Nordeste, o total de chuvas entre janeiro e março deverá ser
menor e nas regiões Centro-Oeste e Sudeste elas devem ficar entre o
normal e abaixo da média
Chuvas mais volumosas
“Mesmo com a previsão de que o total de chuvas em janeiro, fevereiro e
março fique abaixo da média em quase toda a região, no noroeste da
Região Nordeste podem ocorrer chuvas mais volumosas em alguns períodos
durante o verão, podendo atingir a média em algumas localidades”,
pondera Maytê.
Na região Sul, onde os volumes já são menores nesta época do ano, as
chuvas devem permanecer na faixa normal ou abaixo do normal. No Rio
Grande do Sul, principalmente, a previsão é de chuvas no extremo sul do
estado inferiores a 400 milímetros.
Para a meteorologista, a regularidade das chuvas nas Regiões Norte e
Nordeste pode ser ainda mais comprometida se permanecerem as atuais
condições oceânicas.
“As águas mais quentes no Atlântico Tropical Norte e mais frias no
Atlântico Tropical Sul formam condições para a manutenção da Zona de
Convergência Intertropical atuando ao norte da sua posição média
climatológica”, acentua.
Segundo o relatório Inmet, tais condições podem impactar atividades
econômicas como a agropecuária, a geração de energia por meio de
hidrelétricas e a reposição hídrica para manutenção dos reservatórios de
abastecimento de água em níveis satisfatórios.
O que é o pró-labore em uma empresa? Qual o valor ideal? A primeira
distinção que precisa ser feita é justamente em relação ao conceito do
pró-labore – e o porquê de ele não ser a mesma coisa que lucro. Existe
muito essa confusão.
O lucro é dividido entre os sócios de uma empresa. Ele existe, de
maneira resumida, quando o faturamento é suficiente para quitar todas as
despesas mensais e sobra dinheiro. Se houver apenas um dono, todo o
excedente vai para um bolso, se tiver dois ou mais, será dividido. Já
explicamos com mais detalhes o que são faturamento e lucro nesta matéria.
Agora, se algum dos sócios tiver uma função dentro da operação da
empresa, trabalhando diretamente no dia a dia, seja, por exemplo, na
parte contábil ou como gerente, aí existirá a possibilidade de um
pró-labore.
O termo representa um conceito simples: nada mais é que o salário do
empreendedor, como se fosse um funcionário – com descontos de Imposto de
Renda e INSS, inclusive.
Essa separação entre o que é lucro e o que é o pró-labore é
importante, explica o consultor de negócios do Sebrae-SP Leonardo Suyama
Tegg, porque muitos empresários, especialmente os que estão no começo
da jornada, sem tanta informação e formação, acabam não só pensando –
erradamente – que o lucro é o salário que se tira de um negócio, como
também misturam as contas física e jurídica.
“Muitos acabam pegando o cartão corporativo e pagam contas pessoais,
sem ter controle sobre as duas finanças. Não sabem quanto retiram por
mês da empresa, não têm relatórios, não sabem se há lucro ou prejuízo,
enfim… tudo isso pode, consequentemente, quebrar a empresa”, afirma.
Como definir o valor do pró-labore?
Como é o salário do empreendedor, o ideal,é que seu valor seja
compatível com o mercado e com a própria realidade da empresa, explica
Tegg. Não adianta querer ter vencimentos altos ao ponto de a estrutura
não conseguir pagar.
Mas também não é interessante o empresário ficar sem um pró-labore, se existir um trabalho desempenhado dentro da organização.
“Tudo vai depender, claro, do porte da empresa. Uma grande consegue
pagar um valor maior (e vice-versa). O legal é fazer uma pesquisa para
saber o quanto que a sua força de trabalho valeria no mercado”, diz o
especialista.
Ele também complementa que, por inúmeras vezes, ainda mais quando
falamos em empresas menores, existe um acúmulo de funções por parte do
empreendedor. Um erro comum nesses casos, ressalta Tegg, é simplesmente
somar todos os salários possíveis, como gerente, vendedor, contador,
entre muitas outras possibilidades.
“Você não vai exercer tudo isso ao mesmo tempo. Será necessário
dividir o seu dia para que essas ações sejam executadas. Logo, primeiro,
é preciso bom senso, para que a quantia faça sentido dentro da
estrutura da empresa; segundo, tenha ideia do quanto você vai se dedicar
a cada função e encontre uma média dos salários dentro de tudo que
faz.”
Por fim, é válido lembrar que o pró-labore sai do próprio faturamento
da empresa. Portanto, quando for apurado o lucro, essa quantia será
descontada – já que é um custo dentro da operação, assim como salário de
funcionários, aluguel, energia elétrica, entre outros.
Aproveitar todas as ferramentas disponíveis no LinkedIn de forma estratégica pode impulsionar — e muito — suas buscas por emprego.
A seguir, estão cinco estratégias poderosas para usar a maior rede
profissional de forma eficiente para construir sua marca pessoal e
garantir novas oportunidades.
Elas vão te ajudar a se conectar com as pessoas certas, descobrir
vagas ocultas e se posicionar como um líder de destaque na sua área.Leia
também
5 Estratégias para Conseguir Emprego Usando o LinkedInCarreira 6 Passos para se Tornar Um Influenciador no LinkedIn
Reprodução/LinkedInCarreira Desesperado por Emprego? Usuários do
Linkedin Viram o Jogo com Abordagens Criativas 1. Otimize seu perfil
para ser encontrado
Seu perfil no LinkedIn é muitas vezes o primeiro contato que
recrutadores e empregadores terão com você. E, por isso, ele deve ser
impecável.
Título: Vá além do seu cargo atual e inclua
palavras-chave relacionadas às funções que deseja ocupar. Isso aumenta
suas chances de ser encontrado em pesquisas.
Resumo: Destaque sua experiência, principais
conquistas e aspirações de carreira, usando um tom pessoal, mas
profissional, que diferencie você.
Foto de perfil: Escolha uma imagem profissional que transmita confiança e, ao mesmo tempo, acessibilidade.
Habilidades: Certifique-se de que sua lista de
competências reflete seus principais conhecimentos, o que te ajuda a
melhorar sua visibilidade nas buscas.
14 dicas para conseguir um bom emprego em 2025
Descubra dicas práticas para conseguir um emprego, desde a elaboração do currículo até a entrevista. Saiba mais.
Conseguir emprego no Brasil não é uma tarefa fácil. Alcançar um bom
emprego é um desafio ainda maior, seja por incertezas econômicas ou
queda nas contratações. São fatores que fazem muitas pessoas desistirem
antes mesmo de tentar.
Segundo o IBGE,
a taxa de desocupação encerrou o primeiro trimestre de 2023 em 8,8%, um
aumento de 0,9 ponto percentual (p.p.) na comparação com o trimestre
anterior. O número de desocupados cresceu 10,0%, o que representa um
acréscimo de 860 mil pessoas à procura por trabalho, e chegou a 9,4
milhões.
Se você faz parte do percentual de pessoas que buscam voltar ou
entrar no mercado de trabalho, concentre-se nas 14 dicas que reunimos
para ajudar profissionais e procurar emprego. Continue a leitura e
descubra como alavancar sua carreira encontrando as melhores
oportunidades.
Como conseguir um bom emprego?
Independente se você está procurando emprego há bastante tempo ou
começando agora, essas sugestões ajudarão a organizar esse processo,
aumentando as chances de sucesso. Com nossas dicas você conseguirá
construir uma estratégia, tornando a busca mais simples e eficaz,
confira.
1. Defina objetivos e prioridades
Ninguém além do candidato à vaga sabe o que lhe convém e que tipo de
oportunidade procura. Por isso, antes de começar a busca por emprego,
organize as prioridades e defina claramente seus objetivos
profissionais. Esse é um ponto de partida para direcionar a procura ao
emprego que deseja encontrar.
?Dica: não adianta dizer que seu objetivo é
“conseguir um emprego”, tente definir o objetivo com mais detalhes, por
exemplo: conseguir um emprego presencial de almoxarife. A partir dessa
definição, você vai procurar vagas em empresas que possuam essa função.
2. Faça uma autoavaliação
O autoconhecimento ajuda muito na hora de procurar emprego, além de
contribuir para organizar seu currículo. Sendo assim, faça uma
autoavaliação das suas habilidades profissionais
e experiências para saber quais são os pontos fortes e quais
competências precisa desenvolver. Identifique áreas compatíveis com seu
perfil e faça um mapeamento de assuntos que despertem seu interesse.
3. Estude o mercado de trabalho
Dedique um tempo para pesquisar os ramos de atividade e os setores em
evidência. O propósito aqui é identificar empresas em crescimento ou em
período de contratação. Conhecer as demandas atuais do mercado de
trabalho ajuda a encontrar as melhores oportunidades e delimita a
procura, orientando a busca no caminho certo.
?Dica: você pode pesquisar no Google por empresas
que tiveram crescimento nos últimos meses, ou receberam investimentos e,
possivelmente, irão contratar mais pessoas.
4. Fortaleça sua presença online
Redes sociais focadas em relacionamentos profissionais, como o
LinkedIn, são excelentes para turbinar sua presença na internet. Para
isso, otimize seu perfil destacando habilidades, competências e
experiências. Esse tipo de plataforma também ajuda a conectar
profissionais e empresas, aumentando as chances de recrutamento.
?Dica: além das redes sociais, você também pode
participar de comunidades que tenham relação com a sua área de atuação.
Por exemplo, se trabalha com RH, pode participar das comunidades da Sólides. Lá, além de conteúdo sobre a área, vai encontrar outros profissionais e, possivelmente, oportunidades.
5. Crie um currículo atrativo
O Curriculum Vitae (CV) ou apenas currículo é um instrumento que
reúne os dados relevantes de uma pessoa, desde a formação escolar até as
experiências laborais. Além de apresentar o profissional, esse
documento permite ao recrutador identificar se você é a pessoa certa
para determinada vaga.
Portanto, concentre-se em elaborar um currículo personalizado e
adaptado para cada vaga que você se candidatar. Destaque suas
realizações, habilidades e experiências relevantes, permita que o RH
conheça você na primeira leitura.
Sites especializados oferecendo vagas
são essenciais para filtrar a busca por emprego. Muitas empresas
concentram suas ofertas nesses locais, por isso, vale fazer uma ronda
diária ou semanal nessas plataformas. Também é válido cadastrar o
currículo e criar alerta para receber notificações de oportunidades
relevantes.
Lembre-se também de olhar a área de “Trabalhe conosco” no site das empresas. Muitas delas costumam publicar as vagas lá também.
7. Desenvolva o networking
No ambiente corporativo, networking é o compartilhamento de
informações profissionais ou serviços entre pessoas, empresas ou grupos.
Ele permite estabelecer relações proveitosas formando uma rede de
contatos para se conectar a outros profissionais. Assim, o networking
fomenta o relacionamento com pessoas interessantes para o planejamento
de carreira.
Além disso, com um bom networking, conseguimos obter indicações para
futuros trabalhos, discutir ideias ou manter-se sempre atualizado no
segmento em que atua. E como fazer essa ‘política de boa vizinhança’?
Sempre que possível, participe de eventos, conferências e encontros
promovidos em sua área de atuação. Nessas ocasiões conseguimos conhecer
pessoas influentes para a carreira.
Nesse conteúdo falamos sobre os sites de busca de emprego, não é
mesmo? Os recursos de recrutamento tem propósito semelhante. Eles são
praticados por agências de Recursos Humanos e empresas que oferecem
consultoria de carreira.
Nesses locais existem profissionais especializados para orientar
profissionais em busca de emprego, além de manterem um banco de vagas.
Ideal para quem procura oportunidades exclusivas e deseja ter suporte
personalizado.
9. Prepare-se para as entrevistas
Embora mais dinâmicos e modernizados, os processos seletivos
continuam realizando uma das etapas mais decisivas para os candidatos: a
entrevista. Apesar de despertar receio em alguns profissionais, ela
representa a oportunidade de mostrar seu potencial.
Antes de participar de uma entrevista de emprego, pesquise
informações sobre a empresa para conhecê-la melhor. Identifique o ramo
de atuação, o número de funcionários e busque conhecer o histórico do
negócio.
Praticar respostas para perguntas comuns feitas a candidatos em entrevistas
aumenta a segurança e deixa o profissional mais preparado. Esteja
preparado para destacar suas qualificações e apresentar um resumo das
experiências relevantes na carreira.
10. Qualifique suas habilidades
Um profissional nunca está 100% pronto e sempre temos algo novo para
aprender. Nesse sentido, vale a pena investir em desenvolvimento e
qualificação. Faça cursos, participe de mentorias, procure treinamentos e conquiste certificações.
São oportunidades de aprimorar suas habilidades e se destacar como
candidato. A diferença entre um profissional que se qualificou e outro
que estagnou na carreira pode ser um contrato assinado, pense nisso.
11. Cultive a paciência e a persistência
Aqui a dica é: não desista. Procurar emprego exige dedicação e
perseverança. Afinal, não é qualquer vaga que serve, nem qualquer
empresa que recompense seu esforço. Por isso, lembre-se que a busca pode
levar tempo e exigir paciência para participar de inúmeras
entrevistas.
Além, é claro, de estar preparado para ouvir negativas. Isso é muito
comum no mundo profissional, mas não deve ser empecilho para continuar.
Cultive a paciência, mantenha o foco e aproveite cada experiência para
aprender e melhorar.
12. Seja flexível
Saber adaptar-se às situações e manter-se flexível diante de
obstáculos são habilidades valiosas no mercado de trabalho. Inclusive no
momento de conseguir emprego. Sendo assim, esteja aberto para explorar
diferentes oportunidades e considerar outras funções.
Entenda que muitas vezes uma posição pouco atraente pode ser tornar
uma oportunidade incrível de crescimento profissional. Tenha feeling
para identificar ocasiões e situações onde a flexibilidade será uma
aliada!
13. Prepare-se para negociar
Procurar emprego é uma atividade realizada por duas partes: quem
busca e quem oferece. Nesse caso, sempre haverá termos para negociar.
Seja remuneração ou condições de trabalho, o candidato precisa estar
preparado para estabelecer condições.
Para discutir salário e benefícios, faça pesquisas sobre médias
salariais praticadas no cargo ou função desejada. Já a negociação sobre
condições de trabalho (jornada ou dias de descanso) e modalidades
(remoto, presencial ou híbrido), dependerá do que for mais conveniente
para você. Nesse quesito, lembre-se da dica anterior: seja flexível.
14. Atualize-se
Independente da área onde você quer trabalhar, a atualização deve ser
constante e novos aprendizados são bem-vindos. Assim, continue
estudando e acompanhando as tendências da profissão. Manter-se
atualizado com as mudanças do mercado de trabalho é quase uma
obrigação.
Por isso, esteja disposto a adaptar suas habilidades conforme as demandas atuais, desenvolvendo skills e tornando seu perfil profissional mais atraente quando estiver procurando um emprego.
Por fim, a dica de ouro: seja transparente. Na busca por emprego não
adianta valorizar qualidades que você não tem ou citar experiências não
vivenciadas. Os recrutadores estão preparados para identificar pontas
soltas e isso será prejudicial para sua imagem. Use de naturalidade e
transmita as informações solicitadas com clareza e segurança.
Como você pode ver, procurar uma colocação no mercado exige
estratégia. A partir de hoje, ponha em prática cada uma dessas dicas e
assuma o controle da sua vida profissional, buscando a melhor
oportunidade para a sua carreira. Aliás, já conhece o nosso Portal de Vagas? Acesse e confira todas as oportunidades de emprego!
Psicologia pela FUMEC e pós-grauada em Gestão Estratégica de Pessoas
pela UFMG. Atuei como Professora no MBA em Coaching- Life Coaching,
Executive e Business Coaching da U.N.A, nas disciplinas Gestão do Tempo e
Marketing Pessoal. Adoro aprender e ensinar! Sou gente que gosta de
gente!
Quais as melhores ferramentas IA para o dia a dia de uma liderança executiva?
Foto: Pexels
A Inteligência Artificial (IA) continua revolucionando o mundo dos
negócios, otimizando processos, melhorando o atendimento ao cliente e
potencializando estratégias de crescimento.
Aqui estão as ferramentas essenciais para empresários e executivos maximizarem seus resultados:
1. ChatGPT (OpenAI)
• Por que importa? Excelente para redigir textos, criar estratégias de marketing e responder a clientes.
• Insight: Facilita a automação de tarefas repetitivas, liberando tempo para decisões estratégicas.
2. Jasper
• Por que importa? Especialista em criação de conteúdo para blogs, anúncios e e-mails.
• Insight: Ideal para empresas que desejam melhorar sua presença online com textos e conteúdos de alta qualidade para tráfego orgânico.
3. DALL·E 3
• Por que importa? Gera imagens exclusivas a partir de descrições textuais.
• Insight: Perfeito para criar conteúdos visuais impactantes em marketing e branding.
4. Microsoft Copilot
• Por que importa? Integra IA em ferramentas como Word, Excel e PowerPoint.
• Insight: Aumenta a produtividade no dia a dia corporativo, tornando as tarefas mais ágeis.
5. Canva Magic Studio
• Por que importa? Combina design com IA para criar apresentações, vídeos e posts atraentes.
• Insight: Democratiza o design profissional, especialmente para pequenas equipes.
6. HubSpot AI
• Por que importa? Simplifica a automação de marketing e vendas.
• Insight: Ajuda empresas a melhorar o relacionamento com clientes e a gerar leads qualificados.
7. Notion AI
• Por que importa? Organiza tarefas, projetos e ideias com suporte de IA.
• Insight: Essencial para equipes que buscam alinhamento e eficiência operacional.
8. Zoom IQ
• Por que importa? Transcreve e analisa reuniões, destacando insights importantes.
• Insight: Otimiza o tempo gasto em reuniões e melhora a tomada de decisões.
9.Grammarly
• Por que importa? Garante comunicação clara e profissional em textos corporativos.
• Insight: Reduz erros e melhora a imagem da empresa em e-mails e documentos.
10. Tableau
• Por que importa? Transforma dados complexos em visualizações fáceis de entender.
• Insight: Ajuda empresas a tomarem decisões baseadas em dados com mais confiança.
Por que importa para as lideranças de negócios?
Empresas que adotam ferramentas de IA estão se destacando ao acelerar
processos, reduzir custos e criar experiências superiores para seus
clientes.
Escolher as ferramentas certas é um passo estratégico para manter a competitividade em um mercado em constante evolução.
Pronto para levar sua empresa ao próximo nível com IA?
As ferramentas mencionadas mostram como a Inteligência Artificial
pode transformar desde operações internas até a experiência do cliente.
Mas, para usá-las de forma estratégica e alinhada aos seus objetivos de
negócio, é essencial entender como implementar a IA de forma eficiente.
Descubra o Marketplace Valeon do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores
Moysés Peruhype Carlech – ChatGPT – Founder da Valeon
O Vale do Aço é uma região próspera e empreendedora, conhecida por
sua indústria siderúrgica e seu ambiente de negócios dinâmico. Agora
imagine ter um único local onde você pode encontrar todas as informações
e recursos necessários para ter sucesso nesse ambiente competitivo.
Bem-vindo ao Marketplace Valeon do Vale do Aço – um hub online que
engloba empresas, notícias, diversão e empreendedorismo, oferecendo uma
plataforma única para empresários e gerando leads valiosos.
Um ecossistema empresarial abrangente:
O Marketplace Valeon do Vale do Aço reúne empresas locais de diversos
setores em um só lugar. Com uma interface intuitiva, os usuários podem
facilmente encontrar e se conectar com fornecedores, parceiros
comerciais e clientes potenciais na região. A plataforma oferece uma
ampla gama de categorias de negócios, desde indústrias tradicionais até
empresas inovadoras, garantindo que todos os empreendedores encontrem as
oportunidades certas para expandir seus negócios.
Notícias e insights atualizados:
Além de ser um diretório empresarial, o Marketplace Valeon do Vale do
Aço também oferece um fluxo contínuo de notícias e insights relevantes
para os empresários da região. Através de parcerias com veículos de
comunicação locais e especialistas em negócios, a plataforma mantém os
usuários informados sobre as últimas tendências, oportunidades de
mercado, mudanças regulatórias e eventos relevantes. Essas informações
valiosas ajudam os empresários a tomar decisões informadas e a se
manterem à frente da concorrência.
Diversão e engajamento:
Sabemos que a vida empresarial não é só trabalho. O Marketplace
Valeon do Vale do Aço também oferece uma seção de entretenimento e
lazer, onde os usuários podem descobrir eventos locais, pontos
turísticos, restaurantes e muito mais. Essa abordagem holística permite
que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma
comunidade unida e fortalecendo os laços na região.
Foco no empreendedorismo:
O Marketplace Valeon do Vale do Aço é uma plataforma que nutre o
espírito empreendedor. Além de fornecer informações e recursos valiosos,
também oferece orientação e suporte para os empresários que desejam
iniciar seus próprios negócios. Com seções dedicadas a tutoriais,
estudos de caso inspiradores e conselhos de especialistas, o marketplace
incentiva e capacita os empreendedores a alcançarem seus objetivos.
Geração de leads para os empresários:
Uma das maiores vantagens do Marketplace Valeon do Vale do Aço é a
capacidade de gerar leads qualificados para os empresários. Com um
público-alvo altamente segmentado, a plataforma oferece a oportunidade
de se conectar diretamente com potenciais clientes interessados nos
produtos e serviços oferecidos pelas empresas cadastradas. Isso
significa que os empresários podem aumentar sua visibilidade, expandir
sua base de clientes e impulsionar suas vendas de forma eficiente.
Conclusão:
O Vale do Aço é uma região cheia de oportunidades e empreendedorismo,
e o Marketplace Valeon do Vale do Aço se torna um recurso indispensável
para os empresários locais. Ao oferecer um ecossistema empresarial
abrangente, notícias atualizadas, diversão, suporte ao empreendedorismo e
a geração de leads qualificados, o Marketplace Valeon se destaca como
uma ferramenta poderosa para impulsionar os negócios na região. Não
perca a chance de fazer parte dessa comunidade dinâmica e descubra o
poder do Marketplace Valeon do Vale do Aço para o seu sucesso
empresarial.
A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO
Moysés Peruhype Carlech – Founder da Valeon
A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz
divulgação de todas as empresas da região do Vale do Aço, chama a
atenção para as seguintes questões:
• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou
pela primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.
• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas
para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.
• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.
• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.
• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se
expanda, seja através de mobilidade, geolocalização, comunicação,
vendas, etc.
• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:
a) Digitalização dos Lojistas;
b) Apoio aos lojistas;
c) Captura e gestão de dados;
d) Arquitetura de experiências;
e) Contribuição maior da área Mall e mídia;
f) Evolução do tenant mix;
g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;
h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;
i) Convergência do varejo físico e online;
j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;
k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;
l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;
m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.
Vantagens competitivas da Startup Valeon:
• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar
rapidamente reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a
Startup Valeon não foge disso, fazem dois anos que estamos batalhando
para conquistarmos esse mercado aqui do Vale do Aço.
• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos
contar com apoio dos parceiros já consolidados no mercado e que estejam
dispostos a investir na execução de nossas ideias e a escolha desses
parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui do Vale do
Aço para os nossos serviços.
• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois
são capazes de proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.
• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos diariamente à procura do inédito.
• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do
mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas
desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na
divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso
funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia,
inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande
empresa. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar
tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos
manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em
como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.
• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de
divulgação de suas empresas e bem como contribuindo com o seu
faturamento através da nossa grande audiência e de muitos acessos ao
site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter mais de 100.000 acessos.
Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:
• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;
• Atraímos visualmente mais clientes;
• Somos mais dinâmicos;
• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;
• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;
• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.
• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em
buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para
impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as
suas vendas.
Proposta:
Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas
Empresas na nossa máquina de vendas, continuando as atividades de
divulgação e propaganda com preços bem competitivos, bem menores do que
os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.
Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada
empresa contendo: fotos, endereços, produtos, promoções, endereços,
telefone, WhatsApp, etc.
O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja
também uma SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar
ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a
oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de
divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma
Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa
livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua
empresa seja oficializada.
A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando
para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as
melhores marcas do varejo e um mix de opções.
O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o
cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de
compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.
Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que
pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa
plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é
muito abaixo do valor praticado pelo mercado.
Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:
O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação
das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site
de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a
comunicação dos clientes com as lojas.
Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim
trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da
compra.
No país, as lojas online, que também contam com lojas
físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com
relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que
compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
O número de visitantes do Site da Valeon (https://valedoacoonline.com.br/) tem crescido exponencialmente, até o momento, temos mais de 222.000 visitantes e o site (https://valeonnoticias.com.br/) também nosso tem mais de 5.800.000 de visitantes.
O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de
comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e
ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros
marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e
promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como:
empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de
produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais
do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.
Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos
tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa
história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.
Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.
História de IDIANA TOMAZELLI E VICTORIA AZEVEDO – Folha de S. Paulo
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Câmara dos Deputados desidratou o
pacote de contenção de gastos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) e decidiu, nesta quarta-feira (18), dar aval ao bloqueio de apenas
parte das emendas parlamentares para cumprir os limites do arcabouço
fiscal.
Uma emenda aglutinativa apresentada de última hora pelo líder do
governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), prevê que o bloqueio
de até 15% das emendas valerá apenas para as verbas não impositivas.
Na prática, significa que o congelamento de despesas em caso de alta
nas outras despesas obrigatórias não poderá incidir sobre emendas
individuais e de bancada, cujo pagamento é determinado na Constituição
Federal. A trava será aplicada apenas sobre verbas não obrigatórias,
como emendas de comissão.
A emenda aglutinativa foi aprovada por 444 votos a 16, com apoio tanto da base governista quanto da oposição.
A possibilidade de bloqueio das emendas era um dos pontos do acordo
mediado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para destravar os recursos
carimbados pelos congressistas.
A medida foi incluída no PLP (projeto de lei complementar) enviado
pelo governo e valeria inclusive para as emendas impositivas, que
representam o maior volume de recursos carimbados pelos congressistas.
O texto foi inicialmente mantido pelo relator, deputado Átila Lira
(PP-PI), mesmo diante das resistências de parlamentares, mas o
dispositivo ainda estava pendente da votação de um destaque, instrumento
que altera o conteúdo da proposta após a aprovação do texto-base.
Para manter o bloqueio amplo das emendas no texto, o governo
precisaria assegurar 257 votos, algo considerado desafiador. Mais cedo,
os parlamentares já haviam dado um recado ao derrubar da LDO (Lei de
Diretrizes Orçamentárias) de 2025 um dispositivo com a mesma finalidade
de autorizar o amplo congelamento das verbas carimbadas pelo
Legislativo.
A proposta original previa que, em caso de alta nas despesas
obrigatórias ou frustração de receitas, o governo poderia congelar até
15% dos valores orçados para essas verbas, usadas pelos congressistas
para irrigar seus redutos eleitorais.
Hoje, quando os gastos obrigatórios (como benefícios previdenciários)
sobem além do previsto, o governo precisa cortar de outras ações do
poder Executivo para compensar o valor e evitar o estouro do limite de
gastos. Ele até consegue bloquear algumas emendas, mas só as não
obrigatórias.
As emendas parlamentares impositivas ficam blindadas, enquanto outras
políticas inclusive de saúde e educação sofrem cortes. Há previsão
legal apenas para contingenciamento proporcional dessas emendas quando
há frustração de receitas.
O governo considerava razoável permitir o bloqueio das verbas
parlamentares. No ano que vem, elas devem totalizar R$ 50,5 bilhões, dos
quais R$ 39 bilhões vão para emendas impositivas individuais e de
bancada, e outros R$ 11,5 bilhões para as de comissão. A recente lei de
regulamentação das emendas garante regras de crescimento contínuo desse
valor nos anos seguintes.
O percentual máximo de 15% para o bloqueio já havia sido uma
tentativa do governo de reduzir resistências ao dispositivo. Dessa
forma, os congressistas teriam previsibilidade de quanto da verba
poderia ficar travada.
Outras duas mudanças que estavam pendentes de análise pela Câmara
também foram contempladas na emenda aglutinativas. Dessa forma, a Casa
conclui a análise do primeiro projeto do pacote de contenção de gastos
do governo Lula. O texto segue para o Senado.
A proposta não contempla alguns dos pontos centrais do pacote, como o
limite ao ganho real do salário mínimo e as mudanças no BPC (Benefício
de Prestação Continuada), mas prevê outros dispositivos relevantes, como
a criação de novos gatilhos de ajuste no arcabouço fiscal.
A desidratação, porém, não se limitou à questão das emendas. O texto
permite desvincular recursos de cinco fundos públicos para abater
dívidas do governo a versão original continha uma flexibilização mais
ampla, que abarcava oito fundos.
O relator do projeto tirou três deles: Fundo Nacional Antidrogas,
Fundo da Marinha Mercante e Fundo Nacional da Aviação Civil. Juntos,
eles tinham um saldo de R$ 20,4 bilhões no fim de 2023, o que representa
metade dos R$ 39,3 bilhões reunidos nos oito fundos no período.
A finalidade dos recursos (abatimento de dívida) também ficou
expressa no texto após a medida original gerar ruído pelo temor de uso
do dinheiro para ampliar despesas além dos limites.
O Congresso corre contra o tempo na tentativa de concluir a
apreciação dessas medidas ainda esta semana. A Câmara deve apreciar
ainda nesta quarta o projeto de lei ordinária que contempla o limite ao
ganho real do salário mínimo, as mudanças no BPC e a alteração na regra
de cálculo dos repasses ao FCDF (Fundo Constitucional do Distrito
Federal), entre outras medidas.
O pacote do ministro Fernando Haddad (Fazenda) ainda inclui uma PEC
(proposta de emenda à Constituição) que mexe no critério de concessão do
abono salarial (espécie de 14º salário pago a parte dos trabalhadores
com carteira assinada) e busca extinguir de vez com os supersalários na
administração pública. A previsão é votá-la também nesta quarta.