Donald Trump, presidente eleito dos EUA, vê Elon Musk como uma figura
central de sua administração e quer recompensá-lo com um cargo para
cortar custos no governo.
Recentemente, Musk participou de uma reunião telefônica com o
presidente ucraniano Zelensky, mostrando sua proximidade com Trump, que o
elogiou como “super gênio” em seu discurso de vitória.
Trump e seu vice, J.D. Vance, defendem Musk em questões de liberdade
de expressão, criticando a pressão da União Europeia sobre o X para
cumprir normas contra “discurso de ódio” e “desinformação.” O bloco
europeu exige que o X modere conteúdo ou enfrente multas e até
banimento.
Com Trump no poder, os EUA podem retaliar a União Europeia caso sigam
sancionando Musk, em defesa dos interesses comerciais americanos. No
Brasil, o STF e o governo Lula poderão enfrentar dilemas similares sobre
como lidar com o X de Musk, ponderando entre liberdade de expressão e o
custo econômico de confrontar um aliado próximo de Trump.
Há uma lição da filosofia que pode ajudar no entendimento do passar
do tempo. Dizia Heráclito, um pensador pré-socrático, que ninguém pode
entrar duas vezes no mesmo rio. Pois, quando se entra novamente, nem a
pessoa e nem o rio são os mesmos. Talvez esse pensamento ajude a
compreender o que aconteceu nos Estados Unidos.
O mesmo país, o mesmo presidente. Mas será que as situações ainda são
exatamente idênticas? No que tange o Brasil, a resposta é não. A
começar pela liderança. Na primeira gestão do republicano, por aqui
reinava Jair Bolsonaro, ícone da direita que se gabava da alcunha de
Trump dos trópicos. Hoje, sob o comando de Lula, a forma de o Brasil se
colocar no mundo mudou, e como os Estados Unidos trumpista devem reagir a
isso também.
O conselho de economistas, analistas e políticos para o Brasil é uníssono:
• Não se pode perder o ritmo da roda econômica.
• Se Trump dificultar as importações? É preciso achar novos mercados.
• Se desistir das trocas de tecnologia? Encontrar novos parceiros de desenvolvimento.
• Para atrair investimento estrangeiro? Acertar as contas públicas.
“Lula quis dar ao seu terceiro governo a cara da globalização. Chegou
a hora de entender se ele tem condições de ir além do bom discurso na
ONU e de um excelente cartão de visitas”, afirmou Gregory Mankiw,
professor de economia da Universidade de Harvard e especialista em
mercados internacionais.
Ainda que o presidente Lula tenha prontamente reconhecido a vitória
de Trump e saudado a democracia norte-americana, a expectativa é que a
relação entre os dois mandatários seja puramente diplomática. Em
diversas agendas globais, o petista tem alfinetado a maior economia do
mundo, em especial a força do dólar no comércio internacional, o que
certamente não será tão bem recebido pelo novo (velho) ocupante da Casa
Branca.
Segundo Mankiw, os países emergentes, em especial os mais próximos de
China e Rússia, entrarão em uma cruzada para atrair investimentos. “O
cenário é o seguinte. Trump deve fomentar a economia local, o que
apertará demais as contas públicas e subirá os preços, exigindo que o
Fed suba os juros para conter a inflação”, disse. Diante desse cenário,
investidores do mundo todo escoarão seus recursos para as divisas
americanas, tornando países como o Brasil menos atraentes. “A melhor
peça do Brasil no xadrez global, então, serão os ativos verdes”,
completa o acadêmico.
O presidente do Brasil tem sido vocal nas críticas ao protecionismo
americano em eventos globais, como o último evento dos Brics em que
participou (Crédito:Ricardo Stuckert / PR) (Crédito:AFP)
Na esteira da redução dos investimentos estrangeiros, outro tema que
exigirá ação do governo brasileiro diz respeito à indústria. Isso
porque, na retórica da campanha, Trump repetiu dezenas de vezes seu
interesse na taxação ao comércio internacional, medida que atingiria a
cadeia produtiva do Brasil.
A proposta dele seria elevar as tarifas de importação praticadas
pelos EUA, de 10% a 20% para todos os seus parceiros comerciais, de 60%
para produtos da China, tratada como inimiga na retórica trumpista, e
aplicar sobretaxas de mais de 100% em circunstâncias específicas.
Kamala Haris em seu comitê no dia da eleição; eleitores da democrata
(abaixo) temem aumento de preços e fim das políticas afirmativas para
minorias (Crédito: Brendan Smialowski) (Crédito:AFP)
Hoje, parte importante das exportações brasileiras para os Estados
Unidos são bens industriais. Segundo o professor de economia do Ibmec-RJ
José Ronaldo de Castro Júnior, apesar de requerer atenção, a posição
diplomática do Brasil contará bastante. “Hoje não somos o maior alvo das
medidas protecionistas de Trump. O foco são países como China, Japão e
Alemanha”, disse. No efeito em cadeia, no entanto, a medida pode
respingar no Brasil.
Atualmente os principais itens de exportação do Brasil para os
Estados Unidos são implementos rodoviários, autopeças, dispositivos de
saúde e aviões.
(Charly Triballeau) (Crédito:AFP)
Janaína Castor, conselheira para América Latina da OCDE, entende que,
ao forçar uma mudança na dinâmica global, Trump pode abrir espaço para
destravar novos acordos comerciais. “Brasil e México, por exemplo, podem
se beneficiar de novos acordos comerciais e de troca de tecnologia.
América do Sul e Europa podem derrubar barreiras se houver restrições
dos Estados Unidos aos produtos da zona do euro”, completou.
Preços
No efeito dominó, uma política nacionalista de Trump tem potencial de
desacelerar a economia mundial, em especial a chinesa, o maior parceiro
comercial do Brasil. “Uma redução na corrente do comércio global como
um todo pode enfraquecer a demanda por commodities, e derrubar ainda
mais os preços”, disse o economista-sênior para América Latina da
consultoria Oxford Economics, Tim Hunter.
Segundo ele, ainda assim, o acirramento de uma guerra comercial entre
as duas maiores nações do planeta poderia levar à diminuição das
compras chinesas de soja dos Estados Unidos (atrás apenas do Brasil em
volume de exportação do produto), o que abriria oportunidades para o
aumento de vendas brasileiras. “Logicamente, o maior volume das
exportações poderia não ser suficiente para compensar uma brusca queda
de preços da commodity”, disse. Entre os insumos que podem ter seus
preços reduzidos, ele cita carvão, cobre, alumínio, ferro e a própria
soja, a depender do andamento das relações.
Logo após a confirmação da vitória de Trump, o comportamento dos preços globais já deu seus primeiros sinais:
• Os metais preciosos, commodities agrícolas e metais pesados
apresentaram queda entre 0,8% e 2,3%, em compasso de espera sobre as
expectativas com a economia global.
• Os preços de referência do gás na Europa também caíram quase 3% em
meio a preocupações com o fornecimento de gás e com a posição de Trump
em relação ao conflito no Oriente Médio e à guerra entre a Rússia e a
Ucrânia.
• Também nos mercados, mas desta vez no financeiro, houve uma baixa
generalizada nas ações de empresas que trabalham com energia limpa.
• O movimento de baixa se deu devido às sinalizações de Trump em
eliminar os projetos de energia eólica offshore por meio de uma ordem
executiva em seu primeiro dia no cargo.
Dever de casa
Com o jogo mundial parcialmente exposto, o Brasil agora precisa estar
pronto para entrar no xadrez como gente grande. E o primeiro passo para
obter esse reconhecimento dos outros jogadores é apresentando
uma estrutura fiscal sólida e saudável — ainda mais quando o dinheiro
que queremos atrair irá competir diretamente com os americanos. Para
passar essa segurança é preciso provar que há comprometimento com as
contas públicas, ainda mais quando Trump indica que aumentará o rombo
fiscal americano.
Para Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS
Global Wealth Management, o cenário de incerteza dentro do Brasil não
contribui para a virada de chave comercial que o Brasil precisa
almejar. “Para o Brasil, juros americanos mais elevados, dólar mais
forte e maiores riscos geopolíticos não vêm em um bom momento”, disse.
De acordo com ela, o País atravessa hoje uma crise de credibilidade
do Arcabouço Fiscal, “cujas consequências já têm sido juros domésticos
mais altos e desancoragem das expectativas de inflação”. Segundo ela,
isso torna ainda mais urgente a necessidade de endereçarmos o
desequilíbrio fiscal. Em fase final de elaboração, o plano de corte de
gastos do governo pode ser apresentado a qualquer momento. E voltando
para a vida em constante mudança que defendia Heráclito, se podemos
afirmar que o “mesmo” Trump entrou pela segunda vez no “mesmo” rio nos
EUA, cabe dizer também que Lula está fazendo sua terceira incursão nas
águas do Brasil.
No curto espaço de uma semana, dois ministros do governo Lula da
Silva ameaçaram de forma explícita e categórica pedir demissão caso suas
pastas sejam atingidas pelo corte de gastos defendido pela equipe
econômica. A recalcitrância de Carlos Lupi (Previdência) e Luiz Marinho
(Trabalho), dois dinossauros da política oriundos do trabalhismo e do
sindicalismo, em nada surpreende. O que perturba é a conduta de mero
espectador assumida pelo presidente da República.
Lula da Silva acompanha com incômoda indiferença as declarações
intimidatórias a eventuais medidas de seu governo. Por muito menos,
ministros já foram desautorizados em comentários considerados
insubordinados ou dissonantes, e não há nada de errado nisso. Faz parte
do exercício da Presidência manter a equipe coesa e garantir certo grau
de disciplina para que a máquina pública funcione dentro do roteiro
traçado pelo governo.
Reportagem do Estadão informou que, em recente reunião no Palácio do
Planalto, Luiz Marinho discutiu com o ministro da Fazenda, Fernando
Haddad, na frente de Lula, reclamando do pacote de corte de gastos. Em
resposta, Haddad afirmou que o governo conduz a discussão desde
fevereiro e que o ministro do Trabalho tem ciência disso. Há meses vêm
sendo cogitadas mudanças no abono salarial, seguro-desemprego e na multa
de 40% do FGTS em demissões sem justa causa.
Dias antes da reunião, ao ser questionado por jornalistas sobre essas
propostas, Marinho respondeu que nada disso ocorreria, “a não ser que o
governo me demita”. Em outra frente, Carlos Lupi, que também já havia
se colocado contra qualquer mudança nos gastos previdenciários,
declarou, em entrevista ao jornal O Globo, que não aceitará que
o pacote venha a “pegar a Previdência”, desvinculando, por exemplo,
benefícios da regra de aumento real do salário mínimo. “Se isso
acontecer, não tenho como ficar no governo”, afirmou.
Como se fossem insubstituíveis ases da administração pública, os
ministros assumem um comportamento afrontoso diante do pacote fiscal
que, ao que tudo indica, terminará por propor um corte franciscano e sem
mirar no equilíbrio entre receitas e despesas, como prevê o arcabouço
fiscal. Sem o mesmo tom de ameaça dos colegas, o ministro do
Desenvolvimento Social, Wellington Dias, também fez declarações
descartando a possibilidade de desindexação do Benefício de Prestação
Continuada (BPC) do salário mínimo, outra proposta que chegou a ser
debatida.
O governo, que se contenta em alcançar a borda inferior das metas
fiscais, também reduziu drasticamente as metas originais do arcabouço
antes de a nova legislação completar um ano, o que minou a confiança na
consolidação fiscal. Originalmente, o compromisso de Lula da Silva era
chegar ao fim do mandato com superávit nas contas públicas de 1% do PIB.
Agora, na melhor das hipóteses, a previsão de superávit foi empurrada
para 2028 e, assim mesmo, cercada de ceticismo.
Na gestão Lula da Silva, a única ameaça de demissão que poderia fazer
alguma diferença seria a de Fernando Haddad, que, com alguma coerência,
tenta dotar de um mínimo controle fiscal o dispêndio de recursos
públicos do governo. Seria exagero dizer que tem sido bem-sucedido na
tarefa, mas ao menos tem conseguido evitar a total quebra de confiança
no governo.
Levadas a termo, as ameaças dos ministros da Previdência e do
Trabalho não fariam diferença nem mesmo em termos de apoio político. Mas
os ultimatos bradados diante de um Planalto apático enfraquecem a
equipe econômica e aumentam as dúvidas sobre o verdadeiro papel de Lula
no esforço para caminhar na direção do equilíbrio sustentável das contas
públicas. Sabe-se, de antemão, que parcimônia nos gastos é conceito
inexistente na cartilha lulopetista, repleta de políticas populistas
mantidas com dinheiro público.
A ferocidade dos ministros no combate ao corte de gastos parece se
basear na certeza de que não precisarão cumprir ameaças de debandar do
governo. Afinal, antes delas, Lula já havia interditado debate sobre as
políticas que mais poderiam ajudar no ajuste e que atingem justamente
suas áreas.
PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) – Policiais militares e indígenas da
etnia turiwara entraram em conflito durante uma reintegração de posse em
uma fazenda de dendê em Tailândia, no nordeste do Pará.
O confronto começou quando agentes da Polícia Militar cumpriam, na
última terça (5), uma ordem judicial para reintegração de posse,
determinada no dia 25 de outubro pelo desembargador Mairton Carneiro.
Durante a tentativa de remoção, os policiais utilizaram bombas de
efeito moral, e os indígenas incendiaram pneus. Oito indígenas e uma
quilombola foram detidas na terça-feira durante o conflito, e liberadas
provisoriamente na quarta (6).
A fazenda Roda de Fogo é ocupada desde agosto pelos turiwara, em uma
disputa com a empresa Agropalma, que mantém plantações de dendê para
produção de óleo de palma. O Ministério Público Federal e a Defensoria
Pública do estado se manifestaram contra a medida do Tribunal de
Justiça.
Os indígenas afirmam que a área da fazenda tem importância para sua
cultura e subsistência e acusam a empresa de restringir o acesso a
cemitérios sagrados no local. Segundo eles, a introdução das plantações
de dendê resultou na expulsão dos povos originários da região, o que
motivou a demanda pela demarcação do território.
Em nota, a Agropalma disse que a operação foi feita em cumprimento à
decisão judicial do Tribunal de Justiça do estado e que a desocupação
foi feita sem registro de feridos.
Já a Defensoria Pública afirma que, durante a audiência de custódia,
se verificou desrespeito a garantias legais, como leitura de documentos
obrigatórios, e indícios de possíveis violações de direitos humanos,
como uso excessivo de força policial.
O Ministério Público Federal diz que o tribunal estadual não tem
competência para julgar o caso, por envolver direitos indígenas tema de
competência da Justiça Federal.
O órgão tentou impedir a reintegração de posse, sem sucesso. “Como o
MPF havia alertado, o despejo foi extremamente tenso e gerou uma série
de riscos a vidas indígenas”, disse a entidade em nota. “Se for
identificado dolo ou erro grosseiro no caso, os agentes públicos
envolvidos podem ser responsabilizados pessoalmente pelos resultados”.
Em nota, a Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) informou que
monitora de perto a situação e atua na mediação do conflito entre os
Turiwara e a Agropalma desde o início do conflito em 2022.
A Funai disse que houve uma audiência judicial em setembro com o
intuito de buscar uma conciliação entre a Agropalma e a comunidade
Turiwara. “A tentativa de conciliação, mediada pela Defensoria Pública e
pelos advogados que representam os indígenas, não obteve sucesso, uma
vez que a empresa não aceitou os termos propostos.”
Segundo a entidade, a coordenação regional da Funai de Baixo
Tocantins planejava implantar ações como acompanhamento de demandas e
estudos para qualificação fundiária na região. No entanto, devido ao
agravamento do conflito e à ocupação da área, o foco foi redirecionado
exclusivamente para ações de segurança.
No início deste ano, a Funai acionou a Polícia Federal e a Secretaria
de Segurança Pública para investigar o assassinato de um indígena e o
ferimento de outro em meio a um conflito. Desde então, o Ministério dos
Povos Indígenas solicitou ao Ministério da Justiça o apoio da Força
Nacional, com o objetivo de garantir a segurança dos Turiwara durante o
processo de ocupação.
Segundo a fundação, esse pedido depende de autorização do governo
estadual. Procurada pela reportagem, a gestão do governador Helder
Barbalho (MDB) não se manifestou até a publicação.
ROMA, 11 NOV (ANSA) – Começou nesta segunda-feira (11), em Baku,
capital do Azerbaijão, país cuja economia é calcada na exploração de
combustíveis fósseis, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças
Climáticas, a COP29.
A um ano de desembarcar em Belém, na Amazônia brasileira, a cúpula
tem como principal objetivo definir o mecanismo que substituirá o fundo
de US$ 100 bilhões por ano para países em desenvolvimento, que nunca
deslanchou.
“O financiamento das ajudas climáticas por parte dos países ricos não
é caridade”, alertou o chefe da Convenção-Quadro das Nações Unidas
sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), Simon Stiell, em seu discurso na
abertura da COP29.
“Um novo ambicioso objetivo de finanças para o clima é do interesse
de cada país, incluindo os maiores e mais ricos”, acrescentou.
As nações emergentes cobram dinheiro dos países ricos para se adaptar
à crise climática ao mesmo tempo em que desenvolvem suas economias, com
o argumento de que o Norte Global alcançou seu status atual ao custo da
poluição que causou o aquecimento global.
No entanto, analistas acreditam que a COP29 pode ser pouco relevante,
tendo em vista que na COP30, em Belém os países apresentarão suas novas
metas de descarbonização, além da incerteza sobre políticas climáticas
representada pelo retorno de Donald Trump à presidência dos Estados
Unidos.
Enquanto isso, as emissões de gases do efeito estufa seguem batendo
recorde, e 2024 caminha a passos largos para se tornar o ano mais quente
já registrado pela humanidade. “Aqueles que tentam desesperadamente
retardar e negar o inevitável fim da era dos combustíveis fósseis
perderão. A economia está contra eles”, disse o secretário-geral da ONU,
António Guterres. (ANSA).
Nesta segunda-feira(11), é celebrado o Dia Nacional do Supermercado,
uma data relevante para o setor varejista. Este é o momento perfeito
para criar oportunidades de vendas no supermercado e prosperar ainda
mais seus negócios.
Este é o momento perfeito para criar oportunidades de vendas no
supermercado e prosperar ainda mais seus negócios. Neste artigo, vamos
mostrar estratégias e dicas essenciais para você que é do ramo de
supermercados, seja proprietário, gerente ou da área varejista no geral.
Os supermercados são estabelecimentos importantes para a economia moderna, sendo mais do que apenas um local para compras. Eles são centros vitais que sustentam o crescimento econômico, geram empregos e fortalecem a comunidade local.
A ideia de um supermercado como conhecemos hoje surgiu no início do século XX. O
conceito era simples: oferecer uma grande variedade de produtos em um
único local, permitindo que os consumidores fizessem todas as suas
compras de uma só vez. Com o tempo, os supermercados evoluíram,
adaptando-se às mudanças nas preferências dos consumidores e nas
tecnologias disponíveis.
Os supermercados são fundamentais para a economia. Eles geram
empregos, impulsionam a produção agrícola e industrial, e servem como
pontos de distribuição eficientes. Também contribuem para o desenvolvimento das comunidades locais, oferecendo produtos e serviços essenciais a preços acessíveis.
A presença de supermercados bem administrados, com instalações
adequadas, como as fornecidas pela Impe, é vital para sustentar esse
ecossistema econômico dinâmico. A Impe, ao fornecer instalações
comerciais de alta qualidade, contribui significativamente para o
sucesso e a eficiência desses estabelecimentos, fortalecendo assim todo o
setor varejista.
CURIOSIDADES – Karla Neto
Saiba os perigos e consequências da picada do escorpião:
Esses animais peçonhentos (que produzem veneno e injetam pelo
ferrão), como todo ser vivo, ajudam no equilíbrio ecológico. Além de se
alimentar de pequenos insetos – barata é a comida favorita – e outros
invertebrados, eles servem também de alimento e fazem parte da cadeia
alimentar.
Há ainda sensação de formigamento, vermelhidão e suor no local. Após
alguns minutos ou horas, principalmente em crianças, que são mais
vulneráveis ao veneno, podem aparecer sintomas como tremores, náuseas,
vômitos, agitação incomum, produção excessiva de saliva e hipertensão.
Os escorpiões são animais peçonhentos cuja picada pode causar sérios
problemas à saúde. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2021,
foram registrados mais de 154 mil acidentes por picada de escorpião no
Brasil. A pasta alerta que não há evidências científicas de que
tratamentos caseiros funcionem e diz que, em caso de picada, o paciente
deve procurar atendimento médico imediato. Algumas espécies de escorpião já estão fortemente adaptadas ao ambiente urbano.
Em caso recente registrado em Brasília, o menino Thomas Caitano, de 2
anos, foi picado pelo animal enquanto dormia, em um apartamento em
Águas Claras. A criança permanece internada em estado grave, sem
previsão de alta, e a família pede doação de sangue do tipo A+.
O ministério reforça que, no verão, a atenção deve ser redobrada por causa do clima úmido e quente. Espécies No
Brasil, existem quatro principais espécies de escorpião:
escorpião-amarelo, encontrado em todas as regiões e o que mais preocupa,
por ser o mais venenoso; escorpião-marrom, encontrado na Bahia e em
alguns locais do Centro-Oeste, Sudeste e Sul;
escorpião-amarelo-do-nordeste, mais comum no Nordeste, com registros em
São Paulo, no Paraná e em Santa Catarina; e escorpião-preto-da-amazônia,
principal causador de acidentes e mortes na Região Norte e em Mato
Grosso.
Sinais e sintomas De acordo com o ministério, quando a pessoa é
picada por escorpião, a dor é imediata em praticamente todos os casos.
Há ainda sensação de formigamento, vermelhidão e suor no local. Após
alguns minutos ou horas, principalmente em crianças, que são mais
vulneráveis ao veneno, podem aparecer sintomas como tremores, náuseas,
vômitos, agitação incomum, produção excessiva de saliva e hipertensão.
A pasta destacou que todos os escorpiões são venenosos e diz que os
riscos aumentam de acordo com a quantidade de veneno injetado e em quão
nocivo o veneno de cada espécie é para o corpo humano. Os casos leves,
que não necessitam da aplicação do antiveneno, representam cerca de 87%
do total de acidentes.
O soro antiescorpiônico é disponibilizado apenas nos hospitais de referência do Sistema Único de Saúde (SUS). Prevenção Os
escorpiões que habitam no meio urbano alimentam-se principalmente de
baratas e são comuns em locais onde há acúmulo de lixo. São animais que
não atacam, mas se defendem quando ameaçados. Segundo o ministério, para
evitar encontros indesejados, é importante manter sacos de lixo bem
fechados, jardins e quintais limpos e evitar acúmulo de entulho, folhas
secas, lixo doméstico e materiais de construção nas proximidades das
residências.
Em casas e apartamentos, é importante usar soleiras nas portas e
janelas; telas em ralos do chão, pias e tanques; afastar camas e berços
das paredes; evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão e
manter o gramado aparado.
Outra recomendação é não colocar a mão em buracos, embaixo de pedras
ou em troncos apodrecidos e usar luvas e botas de raspas de couro para
realizar atividades que representem certo risco, como manusear entulho e
material de construção. Nas áreas rurais, além de todas essas
medidas, é essencial preservar os chamados inimigos naturais dos
escorpiões: lagartos, sapos e aves de hábitos noturnos, como corujas.
Clima e temperatura do deserto do Saara: Veja!
Ele apresenta elevada amplitude térmica, uma vez que ocorre diversas
variações de temperaturas. Assim, durante o dia as temperaturas podem
atingir os 50 °C enquanto à noite podem chegar a -10 °C
A temperatura do deserto do Saara não atinge 136 graus, mas pode chegar a 58 graus Celsius:
A maior temperatura já registrada no deserto do Saara foi de 58 °C na cidade de Azizia, na Líbia.
As noites no deserto do Saara são bastante frias, com temperaturas negativas.
A menor temperatura já registrada no Saara foi de -15 °C, na região das montanhas de Tibesti, no Chade.
O deserto do Saara é considerado uma das regiões mais quentes e
áridas do planeta Terra. As chuvas são quase nulas e, quando acontecem,
são torrenciais.
Apresenta áreas bastante pedregosas e outras porções nas quais
predominam dunas arenosas. O clima dessa região é hiperárido, com
baixíssimos níveis de umidade relativa do ar. As temperaturas são
elevadas, podendo atingir mais de 50 °C durante o dia, entretanto, as
noites são bastante frias, com temperaturas negativas.
As chuvas são quase nulas. Raramente quando acontecem, são
torrenciais em virtude de longos períodos secos. A paisagem vegetal está
ausente na maior parte desse domínio, presente apenas em áreas de
oásis. Curiosamente, uma das faixas de terra mais férteis do planeta
fica nessa área, ao longo das margens do rio Nilo.
Esse deserto é habitado por aproximadamente 2,5 milhões de pessoas,
concentradas, principalmente, nos oásis, locais originados pelo
afloramento de águas subterrâneas, proporcionando o surgimento de
vegetação. Entretanto, as condições de moradia são precárias em
decorrência das características físicas, como por exemplo, as elevadas
temperaturas.
Localizado no continente africano, o deserto do Saara ocupa uma área
de aproximadamente 9 milhões de quilômetros quadrados, correspondendo a
35% do território. Sua extensão é maior que a de alguns países, como, o
Brasil, Índia e a Austrália. Ele também é considerado o maior deserto
quente do planeta.
Presente em dez países (Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Marrocos,
Mauritânia, Níger, Tunísia e Sudão), além de se estender por outros
três (Etiópia, Djibuti e Somália), onde recebe denominações locais. Esse
deserto é o elemento natural responsável pela subdivisão da África:
África Mediterrânea (ao sul) e África Subsaariana (ao norte).
Você sabe por que roncamos ?
Roncamos quando dormimos porque os músculos do pescoço e da garganta
relaxam, estreitando a passagem de ar e fazendo com que os tecidos da
garganta vibrem:
O ronco pode ser causado por diversos fatores, como:
Dormir de barriga para cima
Consumir bebidas alcoólicas
Tomar medicamentos, como relaxantes musculares, anti-histamínicos sedativos ou ansiolíticos
Alterações anatômicas, como amígdalas grandes e céu da boca estreito
Obesidade
Tabagismo
Gravidez
Histórico de doenças alérgicas
O ronco discreto, suave e não frequente é considerado normal,
principalmente quando está relacionado a uma crise alérgica ou à posição
de dormir. No entanto, o ronco regular (todos os dias) pode indicar a
presença de algum problema de saúde.
Porém, ele pode mascarar vários problemas de saúde, até mesmo,
sérios. Por isso, é importante entender o que isso significa no nosso
corpo. Na prática, o ronco só acontece enquanto dormimos, porque os
músculos do pescoço ficam relaxados e diminuem o espaço de passagem do
ar. Por isso, o ruído é provocado.
O ronco é um som produzido pela vibração dos tecidos da faringe
provocada pelo estreitamento da musculatura das vias respiratórias. As
causas são diversas: há pessoas que roncam quando dormem de barriga
para cima, após ingerir bebida alcoólica ou usar medicamentos, por
exemplo.
Há também quem ronque porque tem alterações anatômicas, como
amígdalas grandes e céu da boca estreito, ou por causa de fatores como
obesidade, tabagismo, gravidez e histórico de doenças alérgicas.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Como o Brasil virou o país das bets (e
por que isso é preocupante), investidores que ganharam com a queda da
Americanas e outros destaques do mercado nesta segunda-feira (11).
**O PAÍS DAS BETS**
O crescimento das apostas esportivas online fez do Brasil o país das
bets. Pelo menos 15% do total de visitas a sites do tipo são feitas
aqui.
Nenhum outro país tem percentual maior, segundo a provedora de análises SimilarWeb.
ENTENDA
Liberadas há seis anos, as bets tiveram crescimento exponencial desde
então. Pelo menos 15% dos brasileiros dizem fazer ou já ter feito
apostas online, segundo o Datafolha.
– R$ 263 é o gasto médio mensal de quem joga, de acordo com a pesquisa;
– 24 milhões de apostadores mais de 10% da população foram registrados pelo Banco Central em agosto;
– R$ 20 bilhões foi a soma do que eles gastaram em um único mês, de acordo com o BC.
O Brasil é o sétimo país com maior valor destinado para apostas online. EUA, Japão e Reino Unido lideram o ranking.
PEDALA
As bets estão liberadas por lei desde 2018. A legislação da época
previa a regulamentação da atividade em até dois anos, o que não foi
feito. Apenas em 2023, o governo enviou uma medida provisória criando
regras e obrigações para as empresas.
– 12% é a taxa para os sites sobre o rendimento bruto das apostas;
– 15% é a alíquota cobrada nos prêmios ganhos;
– R$ 30 milhões é o valor pago pelas empresas ao governo para operar no país.
A previsão do Ministério da Fazenda era arrecadar cerca de R$ 12 bilhões por ano com impostos.
DONA DA BOLA
As empresas apostaram no mercado promissor para elas no país e
investiram em publicidade na internet, televisão e em patrocínios. Pelo
menos 80% das equipes das séries A e B do Brasileiro têm bets estampadas
na camisa, o que soma R$ 1 bilhão.
AZAR
O boom gerou uma série de contestações sobre os efeitos nocivos dos
jogos de azar na saúde mental e nas finanças das pessoas e, por
consequência, do país. Pesquisas mostraram que
Apostas freiam compra de arroz e feijão na população de baixa renda.
Pessoas deixam de comer pizza e adiam compra de cama para jogar.
Brasileiros perderam R$ 23,9 bi com apostas em 12 meses
**O PAÍS DA ESTABILIDADE**
Com menos funcionários públicos em relação à sua população e às
pessoas ocupadas que muitos países, o Brasil é um dos que mais gastam
com servidores como proporção do PIB e que dá mais plena estabilidade à
categoria.
Cerca 65% dos 12,1 milhões de funcionários públicos no país são concursados e estão sob regime estável.
LÁ FORA
Alemanha, Reino Unido e Suécia têm menos servidores com estabilidade.
Nesses países, grande parte do funcionalismo é regida por normas mais
parecidas às do setor privado, mas com algumas vantagens e segurança no
cargo.
Lá a plena estabilidade é garantida apenas a carreiras específicas, como do Judiciário.
NO BRASIL
Aqui estão protegidos desde juízes e policiais federais (carreiras
consideradas típicas do Estado) a professores, enfermeiros e pessoal
administrativo, posições amplamente encontradas no setor privado.
No governo federal, três quartos dos servidores (a maioria com
estabilidade) atuam nas áreas social (como professores e médicos) e
administrativa (secretárias, por exemplo).
Nas áreas jurídica, policial e de regulação, auditoria e controle,
sem equivalentes no setor privado e típicas do setor público (com “poder
de Estado”), são 11,2%.
O Brasil também apresenta uma série de distorções e privilégios
salariais no serviço público. Os maiores rendimentos estão concentrados
nos Poderes Judiciário e Legislativo federais.
Os menores salários estão na ponta do serviço público, que atende diretamente a população no dia a dia.
Nos municípios, a grande maioria dos servidores recebe menos de R$
5.000 ao mês; nos estados, R$ 7.500. Na máquina dos servidores públicos
do Executivo federal, os salários variam de R$ 5.000 a mais de R$ 15
mil.
**QUEM LUCROU COM AMERICANAS**
Uma reportagem da Folha revelou que não foram apenas ex-executivos da
Americanas acusados por usos de informação privilegiadas que lucraram
com a queda nas ações da empresa após escândalo contábil, descoberto em
janeiro de 2023.
O inquérito da investigação mostra casos de uma confeiteira, um
designer e um agrônomo que lucraram ao apostarem que os papéis cairiam.
LUCROS…
Uma das investidoras citadas, por exemplo, ganhou R$ 649,4 mil com
uma operação conhecida como venda a descoberto, considerada uma das mais
arriscadas no mercado financeiro.
Venda a descoberto consiste em apostar na queda das ações. O
investidor faz uma operação que lhe permite vender um ativo que não tem
em sua carteira. Se o preço cai, ele lucra. Se o preço sobe, ele perde.
Ex-funcionária de uma confeitaria no Espírito Santo, ela tem hoje 23
anos. Em setembro de 2023, processou o antigo empregador, fechando
acordo para receber cerca de R$ 10 mil.
Procurada pela reportagem, disse ter aprendido a operar com um amigo
que a orientou a colocar um pequeno valor na conta e começar a negociar.
“Fazia isso constantemente e, às vezes, dava certo, tanto que depois
perdi tudo fazendo a mesma operação na Light Energia”, disse por
mensagem de WhatsApp. “Só fui uma curiosa e perdi tudo”, disse.
Lembra? A crise na Americanas foi deflagrada em 11 de janeiro de
2023, quando o CEO Sergio Rial renunciou ao cargo e revelou
inconsistências contábeis. Isso levou ao pedido de recuperação
judicial com uma dívida de mais de R$ 42,5 bilhões.
↳ A companhia tem negociado com credores um plano de reestruturação para para evitar a falência.
INVESTIGAÇÕES
A Polícia Federal apura se houve manipulação deliberada nas
demonstrações financeiras da empresa. Já a Comissão de Valores
Imobiliários acusou oito ex-executivos de insider trading, o uso
indevido de informação privilegiada no mercado de capitais.
O ex-CEO Miguel Gutierrez e os ex-diretores Anna Saicali, Marcio Cruz e José Timotheo de Barros estão entre os acusados.
**O QUE MAIS VOCÊ PRECISA SABER**
MERCADO
‘Trump trade’ favorece investimento em renda fixa nos EUA, dizem
analistas; veja como aplicar dinheiro. Medidas como tarifação de
importados devem gerar inflação e tendem a elevar juros.
PARTIDO REPUBLICANO
Dez impactos esperados na economia após a eleição de Trump nos EUA,
da inflação ao emprego. Presidente americano eleito promete taxar
importados e outras políticas protecionistas.
Clima organizacional e benefícios são os verdadeiros motores do engajamento no trabalho no Brasil
Foto: Pexels
Clima organizacional e benefícios são os principais fatores que
realmente impulsionam o engajamento no ambiente de trabalho no Brasil,
segundo o Estudo Better Work 2024, realizado pela Betterfly.
Destaques do estudo:
•
Clima e benefícios são os maiores fatores de engajamento para o
trabalho no Brasil, com 24% e 23% respectivamente no ranking de
importância. • O salário é um fator salutar, que contribui para o
bem-estar, mas não é motivacional para que as pessoas sejam mais
engajadas com determinada empresa. • Brasileiros têm índice de engajamento (53) com as empresas superior à média da América Latina (50).
O estudo considera que o engajamento é o círculo virtuoso onde colaboradores motivados não apenas desempenham melhor, mas também se tornam embaixadores da empresa. Veja no infográfico como o indicador foi calculado.
Já
o clima organizacional, determinante para o engajamento do brasileiro,
está relacionado ao relacionamento com a liderança, ambiente de trabalho
e apoio para o desenvolvimento.
Dentre os benefícios, os que
mais impactam o engajamento no Brasil são os relacionados à proteção do
colaborador, como seguros de saúde, vida e pets.
Roberta Ferreira, diretora Global de Brand Experience da Betterfly,
apontou em entrevista para a Exame que “em um país com altos índices de
ansiedade e depressão, um bom ambiente de trabalho é essencial para
mitigar problemas com engajamento”.
Outro estudo que corrobora esses resultados no Brasil, o Talent Trends Brasil 2024 da Michael Page, diz que 76% dos brasileiros valorizam o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, e 56% afirmaram que recusariam uma promoção para preservar seu bem-estar.
ESCALANDO NEGÓCIOS DA VALEON
1 – Qual é o seu mercado? Qual é o tamanho dele?
O nosso mercado será atingir os 766 mil habitantes do Vale do
Aço e poder divulgar os produtos / serviços para vocês clientes,
lojistas, prestadores de serviços e profissionais autônomos e obter dos
consumidores e usuários a sua audiência.
A ValeOn atenderá a todos os nichos de mercado da região e
especialmente aos pequenos e microempresários da região que não
conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que
ele proporciona. Pretendemos cadastrar todas as empresas locais com
CNPJ ou não e coloca-las na internet.
2 – Qual problema a sua empresa está tentando resolver? O mercado já expressou a necessidade dessa solução?
A nossa Plataforma de Compras e Vendas que ora
disponibilizamos para utilização das Empresas, Prestadores de Serviços e
Profissionais Autônomos e para a audiência é um produto inovador sem
concorrentes na região e foi projetada para atender às necessidades
locais e oferecemos condições de adesão muito mais em conta que qualquer
outro meio de comunicação.
Viemos para suprir as demandas da região no que tange a
divulgação de produtos/serviços cuja finalidade é a prestação de
serviços diferenciados para a conquista cada vez maior de mais clientes e
públicos.
O nosso diferencial está focado nas empresas da região ao
resolvermos a dor da falta de comunicação entre as empresas e seus
clientes. Essa dor é resolvida através de uma tecnologia eficiente que
permite que cada empresa / serviços tenha o seu próprio site e possa
expor os seus produtos e promoções para os seus clientes / usuários ao
utilizar a plataforma da ValeOn.
3 – Quais métodos você usará para o crescimento? O seu mercado está propício para esse tipo de crescimento?
Estratégias para o crescimento da nossa empresa
Investimento na satisfação do cliente. Fidelizar é mais barato do que atrair novos clientes.
Equilíbrio financeiro e rentabilidade. Capital de giro,
controle de fluxo de caixa e análises de rentabilidade são termos que
devem fazer parte da rotina de uma empresa que tenha o objetivo de
crescer.
Desenvolvimento de um planejamento estratégico. Planejar-se
estrategicamente é como definir com antecedência um roteiro de viagem ao
destino final.
Investimento em marketing. Sem marketing, nem gigantes como a
Coca-Cola sobreviveriam em um mercado feroz e competitivo ao extremo.
Recrutamento e gestão de pessoas. Pessoas são sempre o maior patrimônio de uma empresa.
O mercado é um ambiente altamente volátil e competitivo. Para
conquistar o sucesso, os gestores precisam estar conectados às demandas
de consumo e preparados para respondê-las com eficiência.
Para isso, é essencial que os líderes procurem conhecer (e
entender) as preferências do cliente e as tendências em vigor. Em um
cenário em que tudo muda o tempo todo, ignorar as movimentações externas
é um equívoco geralmente fatal.
Planeje-se, portanto, para reservar um tempo dedicado ao
estudo do consumidor e (por que não?) da concorrência. Ao observar as
melhores práticas e conhecer quais têm sido os retornos, assim podemos
identificar oportunidades para melhorar nossa operação e, assim,
desenvolver a bossa empresa.
4 – Quem são seus principais concorrentes e há quanto tempo
eles estão no mercado? Quão grandes eles são comparados à sua empresa?
Descreva suas marcas.
Nossos concorrentes indiretos costumam ser sites da área,
sites de diretório e sites de mídia social. Nós não estamos apenas
competindo com outras marcas – estamos competindo com todos os sites que
desejam nos desconectar do nosso potencial comprador.
Nosso concorrente maior ainda é a comunicação offline que é
formada por meios de comunicação de massa como rádios, propagandas de
TV, revistas, outdoors, panfletos e outras mídias impressas e estão no
mercado há muito tempo, bem antes da nossa Startup Valeon.
5 – Sua empresa está bem estabelecida? Quais práticas e procedimentos são considerados parte da identidade do setor?
A nossa empresa Startup Valeon é bem estabelecida e
concentramos em objetivos financeiros e comerciais de curto prazo,
desconsideramos a concorrência recém chegada no mercado até que deixem
de ser calouros, e ignoramos as pequenas tendências de mercado até que
representem mudanças catastróficas.
“Empresas bem estabelecidas igual à Startp Valeon devemos começar a pensar como disruptores”, diz Paul Earle,
professor leitor adjunto de inovação e empreendedorismo na Kellogg
School. “Não é uma escolha. Toda a nossa existência está em risco”.
6 – Se você quiser superar seus concorrentes, será necessário escalar o seu negócio?
A escalabilidade é um conceito administrativo usado para
identificar as oportunidades de que um negócio aumente o faturamento,
sem que precise alavancar seus custos operacionais em igual medida. Ou
seja: a arte de fazer mais, com menos!
Então, podemos resumir que um empreendimento escalável é
aquele que consegue aumentar sua produtividade, alcance e receita sem
aumentar os gastos. Na maioria dos casos, a escalabilidade é atingida
por conta de boas redes de relacionamento e decisões gerenciais bem
acertadas.
Além disso, vale lembrar que um negócio escalável também
passa por uma fase de otimização, que é o conceito focado em enxugar o
funcionamento de uma empresa, examinando gastos, cortando desperdícios e
eliminando a ociosidade.
Sendo assim, a otimização acaba sendo uma etapa inevitável
até a conquista da escalabilidade. Afinal de contas, é disso que se
trata esse conceito: atingir o máximo de eficiência, aumentando clientes, vendas, projetos e afins, sem expandir os gastos da operação de maneira expressiva.
Pretendemos escalar o nosso negócio que é o site marketplace da Startup Valeon da seguinte forma:
objetivo final em alguma métrica clara, como crescimento percentual em vendas, projetos, clientes e afins;
etapas e práticas que serão tomadas ao longo do ano para alcançar a meta;
decisões acertadas na contratação de novos colaboradores;
gerenciamento de recursos focado em otimização.
Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (App)
História de River Akira Davis, Daisuke Wakabayashi, Alex Travelli e Meaghan Tobin – Jornal Estadão
Quando Donald Trump mencionou
repetidamente a Komatsu, fabricante japonesa de equipamentos de
construção, durante sua campanha presidencial de 2016, os funcionários
da empresa ficaram surpresos.
Ele mencionou a fabricante de tratores, empilhadeiras e escavadeiras
sediada em Tóquio em entrevistas e durante os debates presidenciais – às
vezes para fazer uma observação sobre o declínio da fabricação nos EUA
e, às vezes, sem motivo aparente. Em uma entrevista, Trump criticou o Affordable Care Act (lei
de atendimento médico financeiramente acessível, também conhecido como
Obamacare) por ser tão caro que exigia que as pessoas “fossem
atropeladas por um trator Komatsu” para pagar a franquia.
Na época, o presidente da Komatsu não se importou com os comentários,
dizendo que a empresa era grata a Trump por ajudar a elevar seu perfil
global. Depois de sua improvável vitória sobre Hillary Clinton, no
entanto, a Komatsu tomou medidas para se aproximar da Casa Branca de
Trump.
Em 2017, a Komatsu gastou cerca de US$ 2,8 bilhões (R$ 16 bilhões)
para adquirir uma empresa americana que fabricava equipamentos de
mineração. Desde então, a empresa aumentou os investimentos na América
do Norte, adicionando milhares de trabalhadores à sua folha de pagamento
e aumentando a produção doméstica.
Um ponto de venda da Harley-Davidson em Mumbai, na Índia, perto do
final do primeiro mandato de Trump, quando as tarifas tornaram as
motocicletas da empresa mais caras naquele país Foto: Rebecca Conway/NYT
Quando Trump estava fazendo campanha novamente este ano, a Komatsu
voltou à sua mira. Sua crítica era a mesma: ele disse que a empresa
tinha uma vantagem injusta devido ao iene japonês fraco.
“Veja a Komatsu e essas empresas de tratores”, disse ele em uma entrevista em junho à Bloomberg Businessweek. “Ninguém quer comprar nosso produto porque ele é muito caro.”
Espera-se que o retorno à presidência de Trump tenha implicações
importantes para as empresas que fazem comércio significativo com os Estados Unidos.
Mas para aquelas que já foram alvo das repreensões e dos holofotes
públicos de Trump, a eleição desta semana veio com um choque extra de
déjà vu – um lembrete do caos de ter de reagir às farpas lançadas do
púlpito de Trump.
“É realmente arriscado porque a ira dele pode ser aleatória”, disse
Alicia García-Herrero, economista-chefe para a região Ásia-Pacífico do
banco de investimentos Natixis. “As empresas sabem que podem ser pegas
no fogo cruzado.”
Na Ásia, que responde pela maior parte do déficit comercial dos
Estados Unidos, executivos e formuladores de políticas estão se
esforçando para entender o que a promessa do presidente eleito de
aumentar as tarifas significará para a região. Na campanha eleitoral,
Trump defendeu a aplicação de tarifas gerais de até 20% sobre todas as
importações, enquanto os produtos importados da China estariam sujeitos a
tarifas de 60% ou mais.
Em uma nota de pesquisa, o grupo bancário australiano ANZ disse que
esperava que Trump 2.0 introduzisse gradualmente as novas tarifas da
China ao longo do tempo, mas que 60% era improvável. A nota também
apresentou possíveis respostas de Pequim, como a redução das importações
de produtos agrícolas dos EUA e a restrição das exportações de
materiais essenciais, como metais de terras raras (ingredientes cruciais
das tecnologias mais avançadas de hoje).
O Ministério das Relações Exteriores da China se recusou a comentar na quarta-feira sobre as tarifas “hipotéticas”.
Trump também denunciou as principais iniciativas econômicas do
governo Biden que incentivaram as empresas asiáticas de tecnologia a
investir nos Estados Unidos.
As empresas sul-coreanas, como as fabricantes de baterias LG Energy
Solution e SK On, investiram dinheiro na construção de instalações e na
inclusão de fornecedores nos Estados Unidos desde que a Lei de Redução
da Inflação foi promulgada em 2022. A lei oferece créditos e incentivos
fiscais para empresas que investem em setores verdes nos Estados Unidos.
Trump disse que planeja revogar a lei e rescindir os fundos não
utilizados.
Da mesma forma, a Samsung Electronics, fabricante sul-coreana de
chips, contou com US$ 6,4 bilhões em subsídios para construir fábricas
de semicondutores nos EUA como parte da Chips and Science Act para
reduzir a dependência dos EUA de chips produzidos na Ásia. Sua rival SK
Hynix recebeu US$ 450 milhões (R$ 2,5 bilhões) em financiamento.
A Taiwan Semiconductor Manufacturing Company, a maior fabricante de
chips do mundo, recebeu US$ 6,6 bilhões (R$ 37 bilhões) para construir
uma fábrica no Arizona.
Trump disse que os subsídios para as empresas taiwanesas, como o
financiamento da TSMC para a fábrica do Arizona, eram uma má ideia,
porque Taiwan já havia crescido e dominado o setor de chips às custas
dos rivais dos EUA.
Demolição abrindo caminho para a nova sede da Komatsu em Tóquio.
Trump disse que o iene fraco deu à Komatsu uma vantagem injusta sobre os
concorrentes dos EUA Foto: Chang W. Lee/NYT
“Eles ficaram com quase 100% do nosso setor de chips”, disse Trump à Bloomberg Businessweek.
“Nunca deveríamos ter deixado isso acontecer. Agora estamos dando a
eles bilhões de dólares para construir novos chips em nosso país.”
Trump ainda não comentou publicamente os recentes relatos de que
alguns chips da TSMC acabaram em dispositivos fabricados pela Huawei,
uma gigante chinesa das telecomunicações colocada em uma lista negra de
comércio durante o primeiro governo Trump. A TSMC, que fabrica a maioria
dos chips avançados do mundo, disse que não forneceu à Huawei desde que
as restrições entraram em vigor.
A TSMC disse que seu plano de investimento nos Estados Unidos
permanece inalterado. Outra empresa taiwanesa, a GlobalWafers Corp.,
fabricante de silício usado na produção de chips, disse que esperava que
os subsídios oferecidos pela Lei Chips continuassem e “funcionassem sem
problemas no governo Trump”.
Quando se tratou de suas negociações com a Índia em seu primeiro
mandato, Trump se concentrou na Harley-Davidson, a fabricante de
motocicletas pesadas sediada em Milwaukee, como um símbolo do que ele
considerava ser o uso indevido de tarifas pelo país. Trump chamou a
Índia, saudada por republicanos e democratas como um parceiro
estratégico crucial na competição dos Estados Unidos com a China, de
“grande abusador” de tarifas.
Mas a Harley-Davidson, um símbolo estrondoso da estrada americana,
tornou-se uma fixação para Trump. Somente em 2018, ele mencionou a
situação da Harley-Davidson na Índia pelo menos três vezes. O preço de
etiqueta das motos totalmente montadas nos Estados Unidos que a empresa
vendeu na Índia foi aumentado pelas tarifas de até 100%.
“É injusto”, disse Trump a um grupo de governadores americanos na
Casa Branca naquele ano. “A Índia está nos vendendo muitas
motocicletas.”
Trump argumentou contra os subsídios dos EUA para empresas de chips
de Taiwan, como o financiamento da fábrica da TSMC no Arizona Foto:
Cassidy Araiza/NYT
No geral, o país exporta mais para os Estados Unidos do que importa,
deixando os americanos com um déficit comercial de US$ 28 bilhões (R$
160 bilhões). Todos os veículos automotores e peças representaram apenas
4% do que a Índia vendeu para os Estados Unidos, sendo a maior parte em
produtos petrolíferos, pedras preciosas e ouro.
Trump se gabou de ter convencido o primeiro-ministro Narendra Modi da
Índia a reduzir a tarifa para 50%, mas ainda não estava satisfeito. “O
primeiro-ministro, que considero um homem fantástico, me ligou outro dia
e disse: ‘Estamos reduzindo a tarifa para 50%’”, disse Trump. “Como se
estivessem nos fazendo um favor. Isso não é um favor.”
Mas as tarifas mais baixas tiveram pouco efeito sobre a
Harley-Davidson. A empresa já estava evitando os impostos montando motos
de peso médio em uma fábrica perto de Nova Délhi, e sabia que suas
motocicletas de tamanho normal eram um luxo e não eram adequadas para as
ruas indianas. Ela fechou sua fábrica em 2020.
Pouco tempo depois, a Harley-Davidson anunciou uma parceria com a
Hero MotoCorp, uma fabricante local. A Hero produz uma motocicleta da
marca Harley que é mais leve e muito mais barata do que qualquer outra
motocicleta da Harley vendida nos Estados Unidos.
De volta a Tóquio, a Komatsu está pensando em como reagir a um
segundo mandato de Trump. Como aconteceu com muitos fabricantes
japoneses, o iene fraco – negociado perto de mínimos de três décadas –
ajudou os resultados da Komatsu quando ela vende produtos no exterior e
traz esses ganhos estrangeiros de volta ao Japão. A empresa registrou
dois anos consecutivos de lucros recordes.
Trump disse acreditar que o iene fraco e o sucesso da Komatsu estavam
prejudicando rivais como a Caterpillar, líder do setor de equipamentos
de construção nos EUA. Mas a receita anual da Komatsu é aproximadamente
um terço da receita da Caterpillar, e o valor de mercado da gigante da
construção dos EUA é oito vezes maior.
Trump derrotou Kamala Harris e terá novo mandato a partir de 2025 Foto: Matt Rourke/AP
Por sua vez, a Komatsu vê os Estados Unidos como centro de exportação
e envia mais para fora do país do que importa. Metade de suas vendas
nos EUA é de produtos fabricados nos Estados Unidos.
Hiroyuki Ogawa, presidente da empresa, disse em um briefing na semana
passada que a Komatsu tentaria importar peças para seus equipamentos
vendidos nos Estados Unidos de países como Indonésia, Índia e Tailândia
se Trump impusesse tarifas substanciais sobre a China.
Ele espera que os investimentos significativos da empresa nos EUA e a
presença reforçada da manufatura nos Estados Unidos não passem
despercebidos por Trump.
“Nesse sentido”, disse Ogawa, ‘esperamos que a Komatsu seja reconhecida’.
Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.
WASHINGTON (Reuters) – O sonho de Elon Musk de levar pessoas a Marte
se tornará uma prioridade nacional maior sob o governo do presidente
eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disseram fontes, sinalizando
grandes mudanças para o programa lunar da Nasa e um impulso para a
SpaceX, de Musk.
O programa Artemis — que tem como objetivo usar o foguete Starship
para testar missões à Lua antes de Marte — deverá se concentrar mais no
planeta vermelho sob o comando de Trump e visar missões sem tripulação
nesta década, de acordo com quatro pessoas familiarizadas com a
crescente agenda de política espacial do republicano.
Visar Marte com espaçonaves construídas para astronautas não é apenas
mais ambicioso do que focar na Lua, mas também é repleto de riscos e
potencialmente mais caro.
Musk, que dançou no palco em um comício de Trump usando uma camiseta
com a frase “Ocupar Marte” em outubro, gastou 119 milhões de dólares na
candidatura de Trump à Casa Branca e elevou com sucesso a política
espacial em um momento incomum da transição presidencial.
Em setembro, semanas depois que Musk apoiou Trump, o republicano
disse aos repórteres que a Lua é uma “plataforma de lançamento” para seu
objetivo final de chegar a Marte.
“No mínimo, vamos ter um plano mais realista para Marte, você verá
Marte sendo definido como um objetivo”, disse Doug Loverro, consultor do
setor espacial que já liderou a unidade de exploração humana da Nasa
durante o governo de Trump, que foi presidente dos EUA de 2017 a 2021.
A SpaceX, Musk e a campanha de Trump não responderam imediatamente
aos pedidos de comentários. Uma porta-voz da Nasa disse que “não seria
apropriado especular sobre quaisquer mudanças com o novo governo”.
Os planos ainda podem mudar, acrescentaram as fontes, à medida que a
equipe de transição de Trump toma forma nas próximas semanas.
Trump lançou o programa Artemis em 2019 durante seu primeiro mandato e
foi uma das poucas iniciativas mantidas sob o governo do presidente Joe
Biden. Os assessores espaciais do republicano querem renovar um
programa que, segundo eles, definhou em sua ausência, disseram as
fontes.
Musk, que também é proprietário da Tesla e da startup Neuralink, tem
feito da redução da regulamentação governamental e da redução da
burocracia outra base fundamental de seu apoio a Trump.
Para o espaço, disseram as fontes, os desejos de desregulamentação de
Musk provavelmente desencadearão mudanças na Administração Federal de
Aviação (FAA, na sigla em inglês), cuja supervisão de lançamentos de
foguetes privados frustrou Musk por retardar o desenvolvimento da
Starship.
A FAA não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
De acordo com as fontes, a Nasa sob o comando de Trump provavelmente
favorecerá contratos espaciais de preço fixo que transfiram maior
responsabilidade para as empresas privadas e reduzam os programas de
orçamento excessivo que sobrecarregaram a Artemis.
Musk, cujas previsões às vezes se mostraram excessivamente
ambiciosas, disse em setembro que a SpaceX pousará a Starship em Marte
em 2026 e que uma missão tripulada virá em seguida, dentro de quatro
anos. Trump disse em comícios que discutiu essas ideias com Musk.