domingo, 10 de novembro de 2024

VITÓRIA DE TRUMP DEVE IMPULSIONAR O SONHO DE ELEON MUSK DE VIAGEM A MARTE

 

com Marte

Byvaleon

Nov 10, 2024

História de Por Joey Roulette – Reuters

Foguete da SpaceX decola de plataforma de lançamento próxima de Brownsville, no Texas 18/11/2023 REUTERS/Joe Skipper

Foguete da SpaceX decola de plataforma de lançamento próxima de Brownsville, no Texas 18/11/2023 REUTERS/Joe Skipper© Thomson Reuters

Por Joey Roulette

WASHINGTON (Reuters) – O sonho de Elon Musk de levar pessoas a Marte se tornará uma prioridade nacional maior sob o governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disseram fontes, sinalizando grandes mudanças para o programa lunar da Nasa e um impulso para a SpaceX, de Musk.

O programa Artemis — que tem como objetivo usar o foguete Starship para testar missões à Lua antes de Marte — deverá se concentrar mais no planeta vermelho sob o comando de Trump e visar missões sem tripulação nesta década, de acordo com quatro pessoas familiarizadas com a crescente agenda de política espacial do republicano.

Visar Marte com espaçonaves construídas para astronautas não é apenas mais ambicioso do que focar na Lua, mas também é repleto de riscos e potencialmente mais caro.

Musk, que dançou no palco em um comício de Trump usando uma camiseta com a frase “Ocupar Marte” em outubro, gastou 119 milhões de dólares na candidatura de Trump à Casa Branca e elevou com sucesso a política espacial em um momento incomum da transição presidencial.

Em setembro, semanas depois que Musk apoiou Trump, o republicano disse aos repórteres que a Lua é uma “plataforma de lançamento” para seu objetivo final de chegar a Marte.

“No mínimo, vamos ter um plano mais realista para Marte, você verá Marte sendo definido como um objetivo”, disse Doug Loverro, consultor do setor espacial que já liderou a unidade de exploração humana da Nasa durante o governo de Trump, que foi presidente dos EUA de 2017 a 2021.

A SpaceX, Musk e a campanha de Trump não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. Uma porta-voz da Nasa disse que “não seria apropriado especular sobre quaisquer mudanças com o novo governo”.

Os planos ainda podem mudar, acrescentaram as fontes, à medida que a equipe de transição de Trump toma forma nas próximas semanas.

Trump lançou o programa Artemis em 2019 durante seu primeiro mandato e foi uma das poucas iniciativas mantidas sob o governo do presidente Joe Biden. Os assessores espaciais do republicano querem renovar um programa que, segundo eles, definhou em sua ausência, disseram as fontes.

Musk, que também é proprietário da Tesla e da startup Neuralink, tem feito da redução da regulamentação governamental e da redução da burocracia outra base fundamental de seu apoio a Trump.

Para o espaço, disseram as fontes, os desejos de desregulamentação de Musk provavelmente desencadearão mudanças na Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês), cuja supervisão de lançamentos de foguetes privados frustrou Musk por retardar o desenvolvimento da Starship.

A FAA não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

De acordo com as fontes, a Nasa sob o comando de Trump provavelmente favorecerá contratos espaciais de preço fixo que transfiram maior responsabilidade para as empresas privadas e reduzam os programas de orçamento excessivo que sobrecarregaram a Artemis.

Musk, cujas previsões às vezes se mostraram excessivamente ambiciosas, disse em setembro que a SpaceX pousará a Starship em Marte em 2026 e que uma missão tripulada virá em seguida, dentro de quatro anos. Trump disse em comícios que discutiu essas ideias com Musk.

(Reportagem de Joey Roulette em Washington)

MOVIMENTO 4B FEMINISTA - NÃO FAZER SEXO, NÃO NAMORAR, NÃO CASAR COM HOMENS E NÃO TER FILHOS

 

História de Kelly Kasulis Cho e Kelsey Ables – Jornal Estadão

Para algumas mulheres nos Estados Unidos, a eleição de terça-feira, 5, foi um referendo sobre os direitos das mulheres, com a liberdade reprodutiva. Assim, com a vitória de Donald Trump – que foi considerado responsável por abuso sexual e que alardeou seu papel na derrubada do caso Roe v. Wade – na presidência, algumas mulheres dizem que estão se voltando para um movimento feminista coreano radical que rejeita os homens para reconquistar um senso de autonomia.

O movimento 4B, uma vertente alternativa do feminismo coreano, chamou a atenção de jovens americanas no Instagram e no TikTok nos últimos dias, com usuárias enaltecendo os benefícios de seus quatro “nãos” – não fazer sexo, não namorar, não casar com homens e não ter filhos. No Google, as pesquisas relacionadas ao 4B aumentaram nas horas seguintes aos resultados das eleições nos EUA.

Veja mais sobre o movimento e como ele está despertando interesse nos Estados Unidos.

Apoiadores da vice-presidente Kamala Harris se abraçam na quarta-feira enquanto ela faz um discurso de concessão na Universidade de Howard Foto: undefined / undefined

Apoiadores da vice-presidente Kamala Harris se abraçam na quarta-feira enquanto ela faz um discurso de concessão na Universidade de Howard Foto: undefined / undefined

O que é o movimento 4B e como ele começou?

O 4B é um movimento feminista amorfo e online da Coreia do Sul que se enraizou nas redes sociais em meados e no final da década de 2010, em um momento em que o país passava por uma conscientização sobre a violência contra as mulheres e outras questões de igualdade de gênero.

É chamado de movimento 4B porque “B” é uma forma de abreviação para a palavra “não” em coreano. “Bi-hone”, por exemplo, é a abreviação de ‘sem casamento’ ou ‘voluntariamente solteira’.

Em 2016, o assassinato de uma mulher de 23 anos em um banheiro público da movimentada estação de Gangnam, em Seul, chamou a atenção para as questões femininas em todo o país, dando vida a um movimento ativista de anos centrado nos direitos das mulheres em uma sociedade amplamente dominada pelos homens. O agressor, um homem de 34 anos, teria dito que cometeu o assassinato porque as mulheres “sempre o ignoraram”.

Em 2018, o movimento #MeToo nos Estados Unidos chegou à Coreia do Sul, gerando protestos e acusações de má conduta sexual contra homens de destaque na sociedade. Na mesma época, outro movimento digital chamado “Escape the Corset” (Fuja do Espartilho) inspirou muitas mulheres jovens a cortar o cabelo curto, vestir-se de forma andrógina e destruir suas paletas de maquiagem nas redes sociais como uma rejeição à cultura consumista e ao olhar masculino.

Alguns podem considerar o 4B um desdobramento do #MeToo ou de outros movimentos feministas daquele período, de acordo com Sunyoung Park, professora associada de línguas e culturas do Leste Asiático e estudos de gênero e sexualidade na Universidade do Sul da Califórnia, em Dornsife.

“Ela vem da experiência da vida cotidiana de mulheres jovens”, disse ela. “Foi além da hashtag e da rede social e está nas manchetes dos jornais porque homens conservadores, intelectuais do sexo masculino, estão reagindo a ela”, acrescentou.

Kim disse que as mulheres jovens – “a geração do Instagram” – tendem a ser o principal grupo demográfico por trás do 4B e do Escape the Corset, que ela descreveu como uma onda digitalmente nativa de “resistência individualizada” em vez de um movimento altamente organizado.

“Não é como se alguém saísse e organizasse um grupo e dissesse: ‘Ok, agora estamos promovendo o 4B’”, diz ela.

Tanto o movimento 4B quanto o feminismo de forma mais ampla são tópicos altamente polarizadores na Coreia do Sul, uma nação com a maior diferença salarial entre gêneros na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e a menor taxa de natalidade do mundo. Na campanha eleitoral, o presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol – que foi descrito na mídia local como um Trump sul-coreano e que venceu em parte devido a um voto decisivo de jovens eleitores do sexo masculino -, alimentou as divisões de gênero ao prometer abolir o Ministério da Igualdade de Gênero e Família, uma medida condenada por grupos de mulheres.

“O movimento 4B surgiu na Coreia do Sul antes disso, mas agora foi intensificado porque Yoon Suk Yeol fez das mulheres bode expiatório”, diz Park. “As feministas estão reagindo a certos acontecimentos políticos.”

O 4B tem sido elogiado por sua luta renegada contra o patriarcado, mas também tem sido criticado por ser muito radical.

Interesse nos EUA

Embora para alguns os princípios do 4B possam parecer radicais, para Michaela Thomas, uma artista de 21 anos que vive na Geórgia (EUA), o 4B é simplesmente uma forma de “mostrar às pessoas que as ações têm consequências”. Michaela tomou conhecimento do 4B online há mais ou menos um ano, disz ela, e atribui o recente aumento de interesse ao fato de os homens jovens votarem em candidatos republicanos.

“Os homens jovens esperam sexo, mas também querem que não tenhamos acesso ao aborto. Eles não podem ter as duas coisas”, diz ela, referindo-se à postura antiaborto de muitos líderes republicanos. “As mulheres jovens não querem ter intimidade com homens que não lutam pelos direitos das mulheres; isso mostra que eles não nos respeitam”, acrescentou.

Dados da pesquisa de boca-de-urna mostram que 55% dos homens votaram em Trump na eleição de terça-feira, enquanto 53% das mulheres votaram na vice-presidente Kamala Harris.

Sunyoung, professora da USC, diz que, embora na Coreia do Sul as disparidades econômicas tenham impulsionado o movimento 4B, nos Estados Unidos parece ser mais o “conflito político e a divisão entre os gêneros que está dando impulso ao 4B”.

“Trump estava apelando explicitamente para os eleitores homens jovens” durante sua campanha, disse. Enquanto isso, “as mulheres americanas veem que os homens jovens estão votando nesse candidato conservador que está ameaçando sua autonomia corporal”.

Nas horas que se seguiram à vitória de Trump, as mulheres jovens passaram a compartilhar nas mídias sociais postagens que desmembravam o movimento 4B. Como conceito, as “greves sexuais” remontam pelo menos à antiga peça grega “Lysistrata”, na qual as mulheres juraram não fazer sexo para protestar contra a Guerra do Peloponeso. Nos Estados Unidos, a cantora Janelle Monáe sugeriu uma greve em 2017. A atriz Julia Fox disse que está celibatária há mais de dois anos em resposta à derrubada de Roe.

Breanne Fahs, professora de estudos sobre mulheres e gênero na Universidade Estadual do Arizona, disse que, após a eleição, “as mulheres jovens não confiam que seus direitos reprodutivos estejam garantidos e, por isso, estão se voltando para novas formas de afirmar sua agência e recuperar o senso de controle sobre seus corpos”.

Ela observou que o 4B está “em toda parte” no momento e apontou uma série de desafios enfrentados pelas mulheres, como as pressões nos relacionamentos pessoais “para acomodar os desejos e as fantasias dos homens” e questões mais amplas, como o aumento da misoginia.

“Não deveríamos nos surpreender quando esses tipos de colisões catastróficas produzem nas mulheres uma recusa geral em seguir os papéis tradicionais de gênero”, disse ela.

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial.

9 total views , 9 views today

Edit

O BRASIL É UM DOS PAÍSES QUE MAIS GASTAM COM SERVIDORES PÚBLICOS EM PROPORÇÃO DO PIB

História de FERNANDO CANZIAN – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com menos funcionários públicos em relação à sua população e às pessoas ocupadas que muitos países, o Brasil é um dos que mais gastam com servidores como proporção do PIB. É também o que mais concede plena estabilidade a funcionários do Estado, sem que sejam submetidos a avaliações de desempenho.

Cerca de 70% dos servidores do governo federal são chamados estatutários, regidos pelo Estatuto do Servidor Público Federal (lei 8.112/90), após aprovação em concurso. Estados e municípios seguiram a mesma lógica nas contratações, levando a que 65% dos 12,1 milhões de funcionários públicos tenham estabilidade.

Os percentuais foram calculados com base na Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Alemanha, Reino Unido e Suécia têm menos servidores em regimes semelhantes ao dos estáveis (estatutários) brasileiros. Nesses países, grande parte do funcionalismo é regida por normas mais parecidas às do setor privado, mas com algumas vantagens e segurança no cargo. A plena estabilidade é garantida apenas a carreiras específicas, como do Judiciário.

No Brasil, a estabilidade protege desde juízes e policiais federais (carreiras consideradas típicas do Estado) a professores, enfermeiros e pessoal administrativo, posições amplamente encontradas no setor privado.

Para Luiz Carlos Bresser-Pereira, ministro da Administração Federal e Reforma do Estado entre 1995 e 1998 e responsável por mudanças na área no governo FHC, a estabilidade deveria existir para carreiras com “poder de Estado”, não para cargos encontrados na iniciativa privada. “Mas o corporativismo venceu quando tentamos mudar isso”, diz.

No governo federal, três quartos dos servidores (a maioria com estabilidade) atuam nas áreas social (como professores e médicos) e administrativa (secretárias, por exemplo), segundo o trabalho “Hierarquia valorativa e distribuição de capitais na burocracia brasileira”, do pesquisador Otávio Ventura, com base no Sistema Integrado de Administração de Pessoal.

Nas áreas jurídica, policial e de regulação, auditoria e controle, sem equivalentes no setor privado e típicas do setor público (com “poder de Estado”), são 11,2%.

O arranjo na França se aproxima um pouco mais do brasileiro, mas com número menor de servidores estáveis e com menos vantagens. Na maioria dos países é possível dispensar pessoal, por exemplo, quando há necessidade de ajuste orçamentário ou extinção de determinado serviço prestado –o que não ocorre no Brasil.

Além da estabilidade, servidores geralmente estão vinculados a regimes próprios de Previdência, diferente do INSS, e que oferecem condições mais favoráveis. Há também promoção automática na carreira, independentemente do desempenho, e licenças remuneradas após determinado tempo de serviço, entre outras vantagens.

Para Humberto Falcão, professor da Fundação Dom Cabral especializado em gestão pública, o Brasil é “um ponto fora da curva” no que se refere à estabilidade plena para os servidores federais e dos estados e municípios sob esse regime.

“Estamos atrasados no debate. Deveria haver regras diferenciadas para determinadas funções, com garantias resguardadas, mas não para todas. Não faz mais sentido, por exemplo, professores de universidades federais terem esse tipo de vantagem”, diz.

Falcão destaca que o funcionalismo nem sequer é avaliado, como previa regulamentação após a reforma administrativa tocada por Bresser-Pereira em 1998. “O projeto está ‘dormindo’ no Congresso há 26 anos.”

Na prática, mesmo que legalmente previsto, é muito difícil demitir um servidor estável que tenha cometido falta grave ou não desempenhe sua função adequadamente. Segundo o estudo “A Reforma do RH do Governo Federal”, de Ana Carla Abrão, Arminio Fraga e Carlos Ari Sundfeld, em 2015 apenas 0,1% dos servidores públicos foi dispensado.

Para Gabriela Lotta, pesquisadora de administração pública e governo da FGV, a discussão sobre o fim da estabilidade dos servidores no Brasil precisa ser “amadurecida”. Ela argumenta que, no caso de estados e municípios, ainda há muita pressão política e o risco de demissões de funcionários não alinhados a governantes.

Felix Lopez, coordenador do Atlas do Estado Brasileiro, afirma que, no governo federal, há uma institucionalidade maior. Assim, a estabilidade plena para algumas funções poderia passar por alguma revisão. “No caso de estados e municípios, seria um passo atrás.”

Lotta destaca que, mesmo no governo federal, muitos cargos devem ser resguardados. Ela cita o caso de auditores fiscais que barraram pressões de Jair Bolsonaro para reaver joias sauditas no aeroporto de Guarulhos; ou de agentes do Ibama que mantiveram fiscalizações à revelia da política frouxa para o meio ambiente do ex-presidente.

Daniel Duque, gerente de inteligência técnica do Centro de Liderança Pública, diz que não há razão para o Brasil conceder estabilidade para a maioria de seus servidores. Isso impede, inclusive, o remanejamento de pessoas dentro do Estado.

“Com o envelhecimento da população, precisaremos cada vez mais de médicos e enfermeiros, e menos de professores”, diz. “Ninguém está falando de um Estado inchado, mas de algo sem flexibilidade e que entrega menos do que países que gastam quase o mesmo.”

Para Bruno Carazza, autor de “O País dos Privilégios”, livro em que faz uma radiografia do setor público, mesmo que o Brasil não realize uma ampla reforma administrativa para diminuir o número de estáveis, “há um grande campo para avançar”.

“É preciso racionalizar as várias carreiras, mapear servidores que podem eventualmente migrar para outras áreas afins e avaliar o impacto da tecnologia na prestação de serviços. Sem isso, seguiremos contratando sem conhecer a real necessidade”, diz.

Levantamento realizado pela Folha mostrou que o Executivo federal tem ao menos 10 mil servidores permanentes em cargos totalmente inusitados, como açougueiro, vaqueiro e vendedor de artesanato. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos afirma ter planos para reduzir as 250 tabelas de remuneração e os mais de 300 agrupamentos de carreiras para um número mais racional, ainda não determinado.

Nos últimos anos, sobretudo nos estados e municípios, contudo, o poder público vem procurando novas formas de contratação, levando à redução do total de cargos com estabilidade (estatutários) e ao aumento de funções sob regime temporário ou comissionado –movimento que tem reduzido gradativamente o gasto geral com os estáveis.

A despesa total com o funcionalismo no Brasil equivale a 8,9% do PIB, segundo o Fundo Monetário Internacional. Entre nove países selecionados, fica atrás da África do Sul (12,6%) e da Suécia (10,4%). Os latino-americanos Chile (6,8%), Colômbia (5,6%) e México (3,8%) gastam menos.

O número de servidores no Brasil em relação ao total de ocupados (12,2%) e à população (5,7%) fica abaixo de muitos países, assim como o rendimento médio mensal calculado pela Paridade do Poder de Compra, que leva em conta o quanto de bens e serviços uma moeda compra em termos internacionais. Esses dados, assim como o total e tipos de vínculos, foram reunidos por Lopez e Lotta.

Para o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga, contudo, outra forma de medir o custo do funcionalismo é compará-lo ao tamanho do gasto primário do governo, que exclui despesas com juros da dívida.

“Nessa proporção, os números são enormes para um país de renda média como o Brasil”, afirma. Em outro estudo seu, “Estado, Desigualdade e Crescimento no Brasil”, a despesa com servidores no Brasil equivale a 40% do gasto primário, acima de todos os países pesquisados, exceto a África do Sul, segundo dados do FMI.

A massa salarial total paga ao funcionalismo em relação à receita também é elevada no Brasil na comparação com outras regiões do mundo, segundo o Banco Mundial –mas abaixo da média latino-americana.

O Brasil também apresenta uma série de distorções e privilégios salariais no serviço público. Os maiores rendimentos estão concentrados nos Poderes Judiciário e Legislativo federais, seguidos pelos seus equivalentes nos estados. Os menores salários estão na ponta do serviço público, que atende diretamente a população no dia a dia.

Nos municípios, a grande maioria dos servidores recebe menos de R$ 5.000 ao mês; nos estados, R$ 7.500. Na máquina dos servidores públicos do Executivo federal, os salários variam de R$ 5.000 a mais de R$ 15 mil.

 

CAIADO CONFRONTA LULA E DENUNCIA TRAFICANTES COMANDANDO A AMAZÔNIA

 

Newsrondonia

há poucos anos, havia pelo menos 10 mil carros roubados por ano. Hoje o número, segundo o próprio Caiado, é zero.

Por Sérgio Pires

Caiado confronta Lula, garante que não colocará câmeras em policiais e diz que facções dominam a Amazônia - News Rondônia

Compartilhe esta notícia:

Há um novo/velho personagem da política brasileira que precisa ser visto com olhos diferentes, até porque ele é candidatíssimo à Presidência da República em 2026. Trata-se do goiano Ronaldo Caiado, cinco vezes deputado federal, uma vez senador, duas vezes governador. Hoje, Goiás tem os melhores índices nacionais da educação. É também o Estado mais seguro, inclusive em regiões onde o crime dominava. Caiado não aceita que a União e o Congresso legislem sobre a segurança pública, pois, segundo ele, essa é uma prerrogativa dos governadores. Ele zerou, por exemplo, algo inacreditável. Há poucos anos, havia pelo menos 10 mil carros roubados por ano. Hoje o número, segundo o próprio Caiado, é zero. “Os presídios de Goiás hoje não são mais escritórios do crime, porque neles há regras duríssimas. Preparam os presos que querem se recuperar, mas não permitem que o crime seja orientado de dentro das celas”. Ele explica: “não existe mais crime e violência em Goiás. Por quê? Porque desde o dia em que assumi o governo, priorizei a segurança pública”. E foi mais longe: “na área de segurança, o governo federal e o Congresso Nacional têm que servir de apoio aos Estados e não ditarem regras para nós!”

Ronaldo Caiado foi mais longe, avisando: “eu sou governador do meu Estado; fui eleito pelo meu povo, então afirmei e reafirmo: não vou colocar câmera em policial meu de jeito nenhum!”. Contou ainda uma rápida história: “prendemos em Goiás um bandido, um traficante, com muita cocaína na casa dele. No dia seguinte, ele foi solto porque a Justiça considerou que a polícia usou de métodos incorretos para a prisão. E o que eu faço com a cocaína? O governo não pode ficar com cocaína, porque é ilegal. Faço o quê? Mando entregar a cocaína e colocar na mesa do juiz que tomou a decisão?” Tudo isso seria apenas um discurso comum, caso Caiado não tivesse falado em curto discurso numa reunião de todos os governadores brasileiros com a participação do presidente Lula. E falou tudo olhando para o Presidente, protestando contra a tentativa do atual governo de impor programas de segurança aos Estados brasileiros, tirando praticamente todo o poder dos governantes. No final, ainda fez uma grave denúncia: “Senhor Presidente: hoje nem a Funai entra na Amazônia. A Amazônia hoje é 100 por cento comandada pelo Comando Vermelho e pelo PCC. E tem mais: ali estão as facções do México, Venezuela e Colômbia. Ninguém entra mais lá. O garimpo, a exploração de madeira, tudo é comandado pelas facções”.

NOSSO CAFÉ ROBUSTA CHEGA AO MERCADO CHINÊS, PARTICIPANDO DE UMA DAS MAIORES FEIRAS DO MUNDO, NA GIGANTE XANGAI

O cheiro e o sabor do café de Rondônia, classificado entre os melhores do país e de parte do mundo, chegaram à China, nesta semana. O governador Marcos Rocha, acompanhado pela primeira-dama Luana Rocha; pelo secretário de Agricultura Luiz Paulo e o representante dos produtores, Juan Travin, presidente da Caferon, entidade que reúne os principais plantadores, incluindo os da agricultura familiar, levou a comitiva para Xangai, um dos maiores mercados internacionais do planeta. Naquela populosa cidade chinesa, com quase 27 milhões de habitantes, sendo a maior do enorme país, Rocha e sua equipe participam da sétima edição da Feira Internacional de Importação e Exportação de Xangai, um dos maiores eventos do comércio mundial. No estande de Rondônia, o café robusta é o grande destaque, com grande procura desde que a feira iniciou. Centenas e centenas de visitantes degustaram nosso café e vários deles deram seus depoimentos elogiosos, como mostra um vídeo divulgado nas redes sociais pelo próprio Marcos Rocha.

O secretário de Agricultura Luiz Paulo, que tem sido parceiro de Rocha nos eventos nacionais e internacionais que apresentam nossa produção (e não só de café), comenta que “esta ação visa abrir novos mercados, num Estado onde o governo incentiva a produção com qualidade e sustentabilidade e também proporciona ao nosso pequeno produtor que ele possa vender nosso café robusta da Amazônia”. O governador comemorou o sucesso da iniciativa, destacando que a participação na feira de Xangai “é mais um momento histórico para a nossa Rondônia!”

NOVO TRUMPVERSO COMPOSTO POR BILIONÁRIOS E CEOS AMERCIANOS

 

História de Redação – Forbes Brasil

Durante seu discurso de vitória na noite de terça-feira (05), Donald Trump estava agradecendo aqueles que ajudaram a impulsionar sua surpreendente retomada política quando membros da plateia o interromperam com um coro: ELON. ELON. ELON.

Qual o tamanho do mercado agro de Brasil e EUA e o peso de Trump na presidênciaForbes Money Por Que o Bilionário Donald Trump Ficou Ainda Mais Rico após as Eleições?

Elon Musk Colhe os Frutos de Sua Aposta Arriscada em TrumpForbes Money Bitcoin Bate Recorde; Eleição de Trump Deve Ser Excepcional para Criptomoedas

Sede da Nvidia – Foto: Robert Galbraith – Reuters© Fornecido por Forbes BrasilForbes Money Nvidia Ultrapassa R$ 20,5 Trilhões em Valor de Mercado após Vitória de Trump

“Oh, sim. Temos uma nova estrela. Uma estrela nasceu: Elon,” exclamou Trump, que então lançou uma fala de quatro minutos sobre o homem mais rico do mundo – “um super gênio” a quem o presidente eleito prometeu vastos poderes para moldar políticas dos EUA e o gasto federal.

Elon Musk é o mais famoso (e rico) de um novo círculo de aliados enquanto Trump se prepara para retornar à Casa Branca. Trump, de 78 anos, sempre valorizou suas alianças com os ricos e famosos, mas desta vez ele trará consigo uma nova geração de leais escudeiros, incluindo o podcaster Joe Rogan e o astro do MMA Dana White, entre outros.

Esse grupo conquistou o favor de Trump através de uma combinação de lealdade, doações de campanha, apoios e, claro, adulações. Alguns devem servir como membros do gabinete. Outros provavelmente terão papéis não-oficiais como conselheiros com quem Trump conversa ao telefone, no campo de golfe, em podcasts e nas redes sociais.

Além de Musk, estão magnatas do mercado financeiro, novos nomes da política e nomes de pessoas influentes do setor de tecnologia. 

É altamente provável que Trump continue consultando algumas das mesmas pessoas que sempre consultou, a começar por seus familiares. Embora sua filha Ivanka Trump e o genro Jared Kushner tenham afirmado que não retornarão como conselheiros, Kushner disse à Forbes na semana passada que ainda poderia aconselhar Trump informalmente. 

Também não podem ser esquecidos os bilionários que o apoiaram no passado: incluindo a lenda de Wall Street e residente da Flórida Carl Icahn, o parceiro de negócios de Trump em Las Vegas Phil Ruffin e o ex-chefe da Marvel Ike Perlmutter, membro de Mar-a-Lago, que doou US$ 10,1 milhões (R$ 56,56 milhões) a um Super PAC alinhado com Trump neste ciclo – todos os quais Trump consultou para conselhos informais durante seu primeiro mandato em uma variedade de assuntos e que buscaram se beneficiar financeiramente de seu relacionamento com o presidente.

Nas próximas semanas haverá muita disputa e bajulação. Quem ganhará uma cobiçada posição no gabinete ou outro cargo? Se a última vez servir como guia, até aqueles no círculo íntimo devem se preparar. Basta perguntar a Anthony Scaramucci, veterano da Goldman Sachs, que se juntou à Casa Branca como Diretor de Comunicações em 21 de julho. Ele durou apenas 10 dias.O novo “Trumpverso”

Elon Musk

Ex-apoiador de Barack Obama, se transformou em um partidário do movimento MAGA. CEO da Tesla e fundador da SpaceX, Musk, de 53 anos, originalmente apoiou Ron DeSantis nas primárias republicanas antes de aderir totalmente a Trump. Ele doou US$ 119 milhões (R$ 666,4 milhões) para um PAC pró-Trump, mobilizou uma operação de estímulo ao voto em estados decisivos e promoveu incessantemente a candidatura de Trump em sua rede social X. Trump publicamente elogiou Musk e prometeu dar a ele um poder extraordinário para moldar o orçamento federal, já que o bilionário disse querer eliminar US$ 2 trilhões em gastos anuais. Os dois ficaram tão próximos que Musk apareceu em uma foto da família Trump publicada online no dia após as eleições.

 Howard Lutnick

CEO e acionista controlador do banco de investimentos Cantor Fitzgerald, de US$ 9 bilhões (R$ 50,4 bilhões) de receita anual, é um antigo amigo de Trump que está co-presidindo a equipe de transição. O magnata de 63 anos doou US$ 5 milhões (R$ 28 milhões) para o PAC Make America Great Again e acompanhou o candidato na campanha, incluindo a apresentação de Musk no comício no Madison Square Garden em outubro. Lutnick ganhou fama após o 11 de setembro, quando 658 funcionários da Cantor Fitzgerald, incluindo o irmão de Lutnick, morreram nos ataques ao World Trade Center em Manhattan. Lutnick, que estava levando seu filho para o primeiro dia no jardim de infância, prometeu reconstruir e cuidar das famílias dos funcionários, arrecadando US$ 180 milhões (R$ 1,008 bilhões) para elas nos primeiros cinco anos. Como co-presidente da transição, Lutnick prometeu montar a segunda administração Trump com pessoal “leal” ao chefe.

John Paulson

Magnata de Wall Street, fez sua fortuna de US$ 3,8 bilhões (R$ 21,28 bilhões) apostando contra hipotecas subprime em 2007, e vendeu o Doral Resort em Miami para Trump em 2012. O bilionário de 68 anos deu apenas US$ 800 mil (R$ 4,48 milhões) para a campanha de Trump neste ciclo, mas emergiu como um influente conselheiro econômico e é considerado um dos principais candidatos para Secretário do Tesouro. Paulson disse que quer estender os cortes de impostos de 2017 e trabalhar com Musk para reduzir os gastos federais, incluindo a eliminação de subsídios para energia renovável implementados pela Lei de Redução da Inflação de Biden.

Linda McMahon

Co-presidente da equipe de transição de Trump com Lutnick, atuou como chefe da Administração de Pequenas Empresas durante o primeiro mandato de Trump e deu US$ 15,8 milhões (R$ 88,48 milhões) para a campanha de 2024. A empresária de 76 anos está pronta para desempenhar um papel ainda mais influente no segundo mandato de Trump como cofundadora do America First Policy Institute, um think tank (e alternativa ao Project 2025) que elaborou cerca de 300 ações executivas para Trump considerar assinar. McMahon anteriormente ajudou seu marido bilionário e aliado de Trump, Vince McMahon, a administrar a gigante de promoções de luta livre WWE, que ele fundou, e que foi um dos maiores financiadores da agora extinta Trump Foundation.

Dana White

Presidente da empresa de artes marciais mistas UFC, apoiou Trump em todas as suas três campanhas presidenciais. A relação deles começou antes de Trump entrar na política, quando ele era fã das competições de luta de White e recebia eventos de MMA em suas propriedades. Em junho de 2021, quando Trump ainda era persona non grata após o motim de 6 de janeiro, White recebeu Trump em um evento do UFC em uma das primeiras aparições públicas dele após deixar o cargo. Durante seu discurso de vitória nas primeiras horas de 6 de novembro, Trump convidou White para falar algumas palavras. “Ninguém merece isso mais”, disse White do pódio. Alguns no mundo MAGA estão pedindo para que White se torne o novo secretário de imprensa de Trump, embora White tenha dito que não tem “aspirações políticas pessoais”.

Scott Bessent

Executivo de Wall Street com um temperamento calmo, que trabalhou anteriormente para o filantropo liberal George Soros, ganhou destaque no universo MAGA no início deste ano ao endossar Trump cedo nas primárias republicanas e doar US$ 3 milhões (R$ 16,8 milhões) para PACs de Trump e comitês do Partido Republicano. Um conselheiro econômico importante, cujo nome é cogitado para um cargo no gabinete, Bessent defende a redução dos gastos federais e a reformulação do Federal Reserve para reduzir o poder do presidente do banco. “Acredito que teremos um grande realinhamento econômico internacional,” disse Bessent à Forbes em uma entrevista no dia anterior à eleição, na qual ele confirmou seu interesse em trabalhar com Trump. “Gostaria de fazer parte disso, seja de dentro ou de fora.”

Vivek Ramaswamy

O bilionário da biotecnologia de 39 anos que concorreu nas primárias republicanas como uma alternativa amigável a Trump e saiu da disputa rapidamente, foi um substituto onipresente de Trump durante a eleição geral. O empreendedor indo-americano, que adquiriu uma participação ativista na empresa de mídia Buzzfeed este ano e é autor do best-seller Woke, Inc., defende o fechamento de agências governamentais federais, incluindo o FBI e o Departamento de Educação. O empresário Millennial está sendo cotado para uma posição no gabinete. “Vamos trazê-lo para dentro,” disse Trump durante um comício na Pensilvânia em 9 de outubro. “Ele fará parte de algo muito grande.”

Robert F. Kennedy Jr.

Herdeiro da dinastia política Kennedy, endossou Trump em agosto após suspender sua própria campanha presidencial como candidato independente. O ex-democrata e advogado ambiental construiu um seguimento leal como cético de vacinas; ele pediu o fechamento de departamentos inteiros da FDA e a remoção de flúor da água potável. RFK Jr. afirmou que Trump o colocará no comando das agências de saúde pública, incluindo o Departamento de Agricultura e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos, em um papel de supervisão. “Ele vai tornar a América saudável novamente,” disse Trump durante seu discurso de vitória. “Aproveite, Bobby.”

Marc Andreessen

O capitalista de risco do Vale do Silício com um patrimônio líquido estimado em US$ 1,9 bilhão (R$ 10,64 bilhões), endossou Trump em julho antes de doar US$ 2,5 milhões (R$ 14 milhões) para sua campanha. Democrata de longa data, Andreessen explicou sua mudança política em um podcast com seu parceiro de investimentos Ben Horowitz, que também endossou Trump (antes de parcialmente recuar e doar para Harris no início de outubro). Andreessen citou a hostilidade da administração Biden em relação ao setor de tecnologia – incluindo as criptomoedas, um pilar importante do portfólio de investimentos da Andreessen Horowitz, e fusões e aquisições, um pilar da indústria de capital de risco – como motivo para seu apoio a Trump. O empreendedor estava previsto para jantar com Trump em Mar-a-Lago na noite da eleição.

Timothy Mellon

Herdeiro da fortuna bancária Mellon, foi o maior doador individual de Trump em 2024, injetando US$ 125 milhões (R$ 700 milhões) no super PAC Make America Great Again de Trump, mais do que Musk. Ele também apoiou RFK Jr. (antes de ele abandonar a corrida) com uma doação de US$ 25 milhões (R$ 140 milhões). Os objetivos políticos de Mellon são incertos, mas, em sua carreira empresarial como proprietário de ferrovias, ele entrou em conflito com sindicatos e doou para grupos conservadores como a Heritage Foundation. O recluso octogenário de 81 anos vive em um rancho em Wyoming e não é fotografado há anos. Apesar de toda sua generosidade, ele insiste que não é tão rico quanto parece. “Bilionário, NÃO!” escreveu o neto do magnata (e secretário do Tesouro dos EUA na década de 1920) Andrew Mellon em um e-mail para a Forbes no início deste ano.

Joe Rogan

O ex-comediante stand-up e comentarista do UFC que se tornou podcaster, entrevistou Trump por três horas dez dias antes da eleição e, em seguida, endossou publicamente Trump na véspera da eleição. O colega “Trumpfluencer” Dana White agradeceu ao “poderoso e influente Joe Rogan” enquanto se dirigia à multidão de Trump durante seu discurso de vitória. Seu podcast, The Joe Rogan Experience, tem mais de 18 milhões de assinantes e já acumulou 5,6 bilhões de visualizações no YouTube. “Ele é o maior nesse mundo, de longe,” vangloriou-se Trump para uma multidão ao anunciar o endosso de Rogan.

Jeffrey Yass

Cofundador da gigante Susquehanna, é um megadoador de longa data do Partido Republicano e uma das 30 pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 50 bilhões (R$ 280 bilhões), incluindo uma participação de US$ 21,5 bilhões (R$ 120,4 bilhões) na empresa-mãe do TikTok, a ByteDance. Libertário, que apoiou outros candidatos como Tim Scott e Vivek Ramaswamy durante as primárias republicanas, Yass supostamente se reuniu com Trump no início deste ano e orientou seus assessores a fazer lobby em apoio ao TikTok, que Trump tentou banir anteriormente enquanto estava no cargo. No início deste ano, Trump se posicionou contra um esforço no Congresso para banir o aplicativo e, em junho, entrou no TikTok, onde agora tem 14 milhões de seguidores.

Doug Burgum

Empresário, governador de Dakota do Norte e brevemente candidato presidencial, estava na lista de Trump para possíveis candidatos a vice-presidente. Um dos motivos pelos quais Trump gosta de Burgum é que ele começou sua carreira nos negócios, criando uma empresa de software do zero antes de vendê-la para a Microsoft, onde trabalhou como executivo por anos antes de entrar na política. Burgum (cuja fortuna pessoal a Forbes estima em mais de US$ 100 milhões, ou R$ 560 milhões) está sendo cogitado como possível Secretário de Energia.

INDICADOR DE LONGEVIDADE PESSOAL PRETENDE ENTENDER O ATUAL ESTILO DE VIDA PARA UMA VELHICE ATIVA

 

História de CLÁUDIA COLLUCCI – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Uma ferramenta inédita, chamada ILP (Indicador de Longevidade Pessoal), pretende ajudar as pessoas a entender se o atual estilo de vida contribui para uma velhice ativa e, a partir disso, promover mudanças que podem influenciar na longevidade e na qualidade de vida.

A ferramenta avalia seis áreas, com um total de 31 variáveis. Para cada uma é fornecida uma espécie de nota da longevidade, que varia de 0 a 100. De acordo com pesquisa que validou o indicador, a nota média dos brasileiros está em 64. Veja aqui qual é a sua.

As seis áreas são: atitudes em relação à longevidade (20 pontos), saúde física (20 pontos), saúde mental (20 pontos), interações sociais e meio ambiente (20 pontos), cuidados de saúde e prevenção (10 pontos) e finanças (10 pontos).

As perguntas englobam vários aspecto s da vida, como hábitos alimentares, consumo de ultraprocessados e de cigarros, rotina de atividades físicas e de lazer, qualidade do sono, sentimentos negativos, satisfação consigo mesmo, relações com amigos e familiares e acesso a serviços de saúde, todos fatores que influenciam na longevidade.

O teste foi desenvolvido e aplicado entre os brasileiros pelo Instituto Locomotiva, em parceria com a Bradesco Seguros, e divulgado em um fórum de longevidade que aconteceu em São Paulo no último dia 8. O médico Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil, é o consultor do projeto.

Segundo ele, o diferencial do indicador é ajudar as pessoas a identificar fatores passíveis de serem modificados. “Eu posso aplicar [o teste] e ver, por exemplo, que a minha saúde física está legal, mas a mental nem tanto. Daqui a um ano, posso aplicar de novo e ver se melhorei, piorei ou nada mudou. É uma oportunidade para promover mudanças”, diz.

Kalache diz que a ideia foi criar algo que possa funcionar tanto em nível individual quanto em grupo. “É uma forma lúdica para lidar com um assunto que, para muitos jovens, soa ainda muito árido, distante.”

Os seis pilares que constituem o indicador foram baseados nos preceitos do envelhecimento ativo da OMS (Organização Mundial da Saúde) e embasaram as perguntas de uma pesquisa que ouviu 1.058 pessoas de todas as regiões do país, de modo a representar a população brasileira, entre 6 e 13 de março de 2024. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento mostrou que o brasileiro tem uma boa percepção sobre ações e hábitos que contribuem para a longevidade, como uma alimentação saudável, mas muitos ainda não os colocam em prática.

Por exemplo, 75% dos entrevistados dizem comer ao menos uma porção de doces ou industrializados por dia. Menos de um terço declara comer três ou mais porções de frutas, legumes ou verduras diariamente, como recomenda a OMS. Entre os mais jovens (18 a 19 anos), a taxa é ainda menor: só 9% seguem essa orientação.

Segundo o cientista social João Paulo Cunha, diretor de pesquisa quantitativa do Instituto Locomotiva, os resultados revelam que a maior dificuldade do brasileiro para uma velhice ativa está no pilar financeiro.

“A maioria da população [cerca de 60%] admite que não tem nenhuma reserva financeira para o período em que estiver mais velha”, diz. Entre os mais pobres, a taxa chega a 80%.

A saúde mental também é outro entrave para a longevidade, especialmente entre os mais jovens e as mulheres. “São perfis que estão enfrentando hoje mais problemas e que merecem atenção das políticas de saúde”, diz ele.

Outro dado que chama atenção é a taxa de satisfação dos jovens em relação às interações sociais (58%) e apoio de amigos (55%), que são menores do que entre as pessoas acima de 60 anos (65% e 58%, respectivamente).

“Ao contrário do que alguns estereótipos colocam, de que os mais velhos teriam uma vida social menos ativa e com menos apoio, a gente viu que os mais jovens são os que dizem se sentir menos apoiados pelos seus pares, amigos e parentes.”

A rotina da aposentada Vera Lúcia da Conceição, 74, ilustra bem esses achados. Ela frequenta academia cinco vezes por semana e, nos fins de semana, sempre tem algum programa com as amigas. “Nosso cineminha e a nossa cervejinha são sagrados”, brinca.

Ao mesmo tempo, ela conta que o neto adolescente, de 16 anos, está a cada dia mais recluso em casa, sem vida social. “Fica o tempo todo mexendo no celular, não quer conversa com ninguém. Se os pais dão bronca, ele diz que ninguém o entende. É uma fase bem difícil.”

Segundo Cunha, do Locomotiva, em todas as variáveis do indicador é possível observar o impacto das desigualdades sociais e raciais. No pilar de inserção social e meio ambiente, por exemplo, há uma diferença de 20 pontos entre os mais ricos e mais pobres.

“Um ambiente menos poluído e menos barulhento oferece mais condições de qualidade de vida. Mas isso está além da possibilidade de um indivíduo controlar. É tarefa das políticas públicas olhar para esses aspectos. A desigualdade social afeta a qualidade de vida das pessoas hoje e no futuro.”

A CORAGEM SE DESTACA ENTRE AS VIRTUDES QUE SERVEM DE DUSTENTAÇÃO AO PROGRESSO INDIVIDUAL

 

Mauro Falcão – Escritor brasileiro

Na dinâmica existencial há um conjunto de virtudes que servem de sustentáculo ao progresso individual e coletivo. Entre elas, a coragem se destaca, possuindo uma qualidade única: ela é capaz de impulsionar a ação e romper barreiras que nos limitam, despertando outras forças em seu rastro.

A coragem age como uma fonte de energia que nos permite enfrentar desafios sem temor, independentemente da dimensão do obstáculo que se ergue à nossa frente. Quando este sentimento aflora, uma força interna se intensifica, criando uma resiliência inabalável. Essa valentia é contagiante, e parece que o universo responde a ela, oferecendo apoio e direção. Em momentos de verdadeiro enfrentamento, a coragem nos conecta a um poder quase sobrenatural, um ponto de encontro entre a vontade e a necessidade de superação.

A natureza frequentemente nos oferece lições valiosas sobre coragem. Um exemplo notável é o de um animal pequeno que, ao se deparar com um predador maior, demonstra bravura. Este ato de valentia pode inverter a dinâmica do medo; fazendo com que o predador hesite ou até recue. Esse fenômeno não é apenas uma questão de sobrevivência; é uma poderosa metáfora sobre como a ousadia pode alterar realidades e salvar vidas. Parece invocar outras forças naturais que chegam em nosso auxílio.

Ela não é apenas uma entre tantas virtudes; é o alicerce sobre o qual outras qualidades se firmam. Por vezes é mais que um impulso momentâneo, é uma força constante e silenciosa, sustentando-nos em jornadas difíceis, revelando-se na firmeza para resistir e na paciência para esperar. Cada ato de coragem não só nos transforma, mas inspira quem nos cerca, convertendo receios em uma sinergia positiva.

Refletir sobre a coragem é reconhecer seu papel central na jornada da vida. É ela que nos convida a ir além, mesmo quando o caminho se mostra incerto, trazendo ânimo e esperança. Em última análise, a coragem é a essência da evolução, a chama que ilumina nosso caminho rumo a um futuro melhor.

Por que você está ignorando a ferramenta de vendas mais poderosa do mundo?

Guilherme Dias – Diretor de Comunicação e Marketing da Associação Comercial, Empresarial e Industrial de Ponta Grossa (ACIPG)

Eu vejo todos os dias o anunciante separando seus R$ 10.000,00 pra fazer uma campanha no rádio, R$ 3.000,00 para sair em uma revista local, pelo menos R$ 9.000,00 para fazer uns 3 pontos de mídia exterior, mas na hora de tirar o escorpião do bolso pra comprar mídia online, qualquer “milão” é “caro demais”.

Eu sinceramente não sei de onde veio este mito de que fazer anúncios na internet merece menos atenção financeira do que outros meios. A lógica deveria ser justamente a inversa.

Nenhum outro tipo de mídia retém tanta atenção do público comprador como na internet.

O Brasil é o terceiro país do mundo onde as pessoas mais ficam conectadas, passando mais de 10 horas por dia online (DEZ HORAS POR DIA!).

Ficamos atrás apenas de África do Sul e Filipinas.

Qual outra mídia prende a atenção das pessoas por DEZ HORAS?

Qual outra mídia pode colocar sua marca literalmente na mão do seu cliente ideal?

Qual outra mídia pode colocar sua marca na mão do seu cliente no EXATO momento que ele está propenso a fazer uma compra?

Qual outra mídia pode rastrear, seguir o seu cliente de acordo com os hábitos de consumo dele?

Qual outra mídia pode segmentar um anúncio de acordo com os interesses, medos, desejos, ações, intenções…

Qual outra mídia pode oferecer um contato com seu cliente ideal 24 horas por dia, 7 dias por semana?

Absolutamente nenhuma além da internet.

E agora, me conta…qual o motivo da internet receber menos investimento comparado à mídia tradicional?

Marketing Digital é barato, mas não é de graça.

Vamos fazer uma conta de padaria:

Quanto custa imprimir 1.000 flyers (folhetos) e distribuir no sinal?

Papel couchè brilho 90g 4×4 cores, em gráfica de internet (qualidade bem meia boca), com frete sai em torno de R$ 250,00.

Para a distribuição, você não vai encontrar quem faça por menos de R$ 70 a diária.

Você não tem a garantia de entrega. Já ví muito “panfleteiro” jogando metade do material no bueiro, ou entregando 2 de uma vez só em cada carro. Mas vamos tirar essa margem da conta.

Estamos falando de R$ 320 para 1 mil impactos.

Hoje estava otimizando uma campanha de Instagram, da minha conta pessoal, e o meu CPM (custo por mil impressões) estava girando em torno de R$ 5,51.

Ou seja cerca de 1,72% do valor de uma ação de rua com flyer.

Essa lógica pode ser aplicada a qualquer meio de comunicação tradicional, seja rádio, tv, outdoor, busdoor…

E a conta também deve ser levada em consideração além dos anúncios de Google, LinekedIN, Facebook, Instagram e TikTok.

Banners em portais e publieditoriais, este último ainda pouco explorado por pequenos e médios anunciantes, também apresentam números disparados na frente do marketing tradicional.

Então, quando você se perguntar se está tendo ou não resultados com mídia online, pense nessa continha.

Marketing digital, em comparação, é barato sim, mas será que você deveria deixar a menor faixa de verba do seu orçamento de marketing para o meio de vendas MAIS PODEROSO QUE EXISTE?

Deixo a reflexão.

Preferências de Publicidade e Propaganda

Moysés Peruhype Carlech – Fábio Maciel – Mercado Pago

Você empresário, quando pensa e necessita de fazer algum anúncio para divulgar a sua empresa, um produto ou fazer uma promoção, qual ou quais veículos de propaganda você tem preferência?

Na minha região do Vale do Aço, percebo que a grande preferência das empresas para as suas propagandas é preferencialmente o rádio e outros meios como outdoors, jornais e revistas de pouca procura.

Vantagens da Propaganda no Rádio Offline

Em tempos de internet é normal se perguntar se propaganda em rádio funciona, mas por mais curioso que isso possa parecer para você, essa ainda é uma ferramenta de publicidade eficaz para alguns públicos.

É claro que não se escuta rádio como há alguns anos atrás, mas ainda existe sim um grande público fiel a esse setor. Se o seu serviço ou produto tiver como alvo essas pessoas, fazer uma propaganda em rádio funciona bem demais!

De nada adianta fazer um comercial e esperar que no dia seguinte suas vendas tripliquem. Você precisa ter um objetivo bem definido e entender que este é um processo de médio e longo prazo. Ou seja, você precisará entrar na mente das pessoas de forma positiva para, depois sim, concretizar suas vendas.

Desvantagens da Propaganda no Rádio Offline

Ao contrário da televisão, não há elementos visuais no rádio, o que costuma ser considerado uma das maiores desvantagens da propaganda no rádio. Frequentemente, os rádios também são usados ​​como ruído de fundo, e os ouvintes nem sempre prestam atenção aos anúncios. Eles também podem mudar de estação quando houver anúncios. Além disso, o ouvinte geralmente não consegue voltar a um anúncio de rádio e ouvi-lo quando quiser. Certos intervalos de tempo também são mais eficazes ao usar publicidade de rádio, mas normalmente há um número limitado,

A propaganda na rádio pode variar muito de rádio para rádio e cidade para cidade. Na minha cidade de Ipatinga por exemplo uma campanha de marketing que dure o mês todo pode custar em média 3-4 mil reais por mês.

Vantagens da Propaganda Online

Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.

Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.

Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.

Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.

A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.

Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.

Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.

Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.

Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.

A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.

Vantagens do Marketplace Valeon

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.

Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.

Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

  • Publicidade e Propaganda de várias Categorias de Empresas e Serviços;
  • Informações detalhadas dos Shoppings de Ipatinga;
  • Elaboração e formação de coletâneas de informações sobre o Turismo da nossa região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas das 27 cidades do Vale do Aço, destacando: Ipatinga, Cel. Fabriciano, Timóteo, Caratinga e Santana do Paraíso;
  • Ofertas dos Supermercados de Ipatinga;
  • Ofertas de Revendedores de Veículos Usados de Ipatinga;
  • Notícias da região e do mundo;
  • Play LIst Valeon com músicas de primeira qualidade e Emissoras de Rádio do Brasil e da região;
  • Publicidade e Propaganda das Empresas e dos seus produtos em cada cidade da região do Vale do Aço;
  • Fazemos métricas diárias e mensais de cada consulta às empresas e seus produtos.

sábado, 9 de novembro de 2024

STF CONDENA COLLOR E SOLTA OS AMIGOS PELO MESMO CRIME

 

História de Lucas Mendes – CNN Brasil

Maioria do STF vota para manter pena de prisão contra Collor

Maioria do STF vota para manter pena de prisão contra Collor

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou para rejeitar um recurso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, e manter a pena de oito anos e dez meses de prisão imposta ao político. Até o momento, votaram para rejeitar o recurso o relator, Alexandre de Moraes, e os ministros: Edson Fachin, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso, e Luiz Fux. Os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes votaram a favor de diminuir a pena para 4 anos de prisão, atendendo – em parte – ao recurso apresentado pela defesa. Já Cristiano Zanin se declarou impedido de julgar o caso. Ainda faltam votar Nunes Marques e André Mendonça. A Corte analisa o caso em sessão do plenário virtual, iniciada em 1º de novembro e que se encerra em 11 de novembro. No formato, não há debate entre os magistrados, que apresentam seus votos em um sistema eletrônico. Em seu voto, Moraes disse que o recurso buscou “rediscutir pontos já decididos” pelo STF no julgamento da ação, “invocando fundamentos que, a pretexto de buscar sanar omissões, obscuridades ou contradições, revelam mero inconformismo com a conclusão adotada”. A CNN tenta contato com a defesa de Collor a respeito da maioria formada. Condenação Em maio de 2023, o STF condenou Collor à prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um esquema envolvendo a BR Distribuidora. O caso tratou de propinas recebidas pelo então senador para viabilizar contratos com a estatal. Além da pena de prisão, a condenação estabeleceu pagamento de multa, indenização e proibição para exercer funções públicas. Pela decisão, o cumprimento da pena seria em regime inicial fechado. Collor só será preso quando não houver mais possibilidades de recursos e ocorrer o encerramento do processo, caso a Corte não reavalie os pontos da condenação trazidos pelas defesas.

OBSERVAÇÃO: Condenação por corrupção só vale para membros da oposição ao Regime Atual e não vale para os apoiadores e membros do governo atual que estão “Descondenados” e todos soltos.

EMPRESÁRIO DELATOR DO PCC FOI ASSASSINADO NA SAÍDA DO AEROPORTO DE GUARULHOS

 

História de Marcelo Godoy e Ítalo Lo Re – Jornal Estadão

Morto a tiros no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, nesta sexta-feira, 8, o empresário Antonio Vinicius Lopes Gritzbach era delator de uma investigação sobre lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Entre os bandidos, dizia-se que havia um prêmio de R$ 3 milhões pela cabeça do delator. Gritzbach foi atingido nesta sexta-feira em várias partes do corpo, como cabeça, tórax e braços. Conforme a perícia, uma dupla, com dois fuzis, realizou pelo menos 27 disparos.

Gritzbach voltava de viagem quando foi atacado a tiros no Aeroporto de Guarulhos. Foto: Ítalo Lo Re/Estadão

Gritzbach voltava de viagem quando foi atacado a tiros no Aeroporto de Guarulhos. Foto: Ítalo Lo Re/Estadão

Investigações apontam que, na véspera do Natal de 2023, quando o empresário ainda estava em prisão domiciliar, um tiro de fuzil foi disparado em direção a Gritzbach, que estava na janela de seu apartamento no Tatuapé, na zona leste de São Paulo. A bala atingiu sua janela, mas errou o alvo.

A reportagem apurou que a polícia já identificou o responsável por esse atentado. Naquela época, ele já negociava o acordo de delação com os promotores do Grupo de Atuação Especial e Combate (Gaeco).

Investigação sobre a lavagem de dinheiro

Gritzbach estava no centro de uma das maiores investigações feitas até hoje sobre a lavagem de dinheiro do PCC em São Paulo, envolvendo os negócios da facção paulista na região do Tatuapé. Sua trajetória está associada à chegada do dinheiro do tráfico internacional de drogas à facção.

Gritzbach era um jovem corretor de imóveis quando conheceu o grupo de traficantes de drogas de Anselmo Bechelli Santa Fausta, o Cara Preta. Foi a acusação de ter mandado matar Cara Preta, em 2021, que motivou a primeira sentença de morte contra ele, decretada pela facção. Para a polícia, Gritzbach havia sido responsável por um desfalque em Cara Preta de R$ 100 milhões em criptomoedas e, quando se viu cobrado pelo traficante, decidira matá-lo.

Após a morte de Cara Preta, Gritzbach chegou a ser sequestrado e levado para um tribunal da facção. Os bandidos, no entanto, decidiram soltá-lo. Para a polícia, o motivo era o fato de que só Gritzbach sabia as chaves para o resgate das criptomoedas – matá-lo, seria perder o dinheiro para sempre.

Gritzbach fechou acordo de delação premiada, homologado pela Justiça em abril. As negociações com o Ministério Público Estadual duravam dois anos e ele já havia prestado seis depoimentos. Na delação, falou sobre envolvimento do PCC, a maior organização criminosa do País, com o futebol e o mercado imobiliário.

Atentado no Aeroporto de Guarulhos

Vídeos de câmeras de segurança do Aeroporto Internacional de Guarulhos mostram o momento em que atiradores executam Antonio Vinicius Lopes GritzbachNesta sexta-feira, Gritzbach voltava de viagem quando foi atacado a tiros. O ataque ocorreu por volta das 16 horas e os atiradores estavam com o carro estacionado, à espera da vítima.

Uma dupla da Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos estava em ronda próximo à entrada onde houve o tiroteio até por volta das 13 horas, quando identificaram um suspeito de ter adulterado a placa de um carro.

Depois disso, eles o conduziram para a delegacia do aeroporto. Como a ocorrência demorou três horas para ser registrada, segundo eles, os agentes não faziam ronda na hora da execução.

As imagens mostram Gritzbach levando uma mala de rodinhas quando é surpreendido pelos atiradores. Ele tenta fugir, é atingido pelos disparos e cai perto da faixa de pedestres. É possível ver outras pessoas correndo por causa do tiroteio.

RISCOS DA DÍVIDA PÚBLICA NO BRASIL E NO MUNDO

 

História de admin3 – IstoÉ

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, cobrou um maior ajuste fiscal, e atrelou os cortes a um menor nível dos juros.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, cobrou um maior ajuste fiscal, e atrelou os cortes a um menor nível dos juros.FMI estima que a dívida pública do Brasil como proporção do PIB avance de 83,9%, no fim de 2022, para 94,7% em 2026. Entenda as consequências para o “risco país”, juros e capacidade de financiamento.O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou neste mês que a dívida pública global deve ultrapassar US$ 100 trilhões este ano pela primeira vez, atingindo 93% do Produto Interno Bruto Global (PIB), e que o Brasil está entre os países em que o débito deve continuar aumentando.

A DW ouviu especialistas sobre o quão preocupante é o crescimento da dívida pública brasileira em meio a esse cenário de alta global, com reflexos que vão dos juros à inflação.

O FMI estima que a dívida pública do Brasil como proporção do PIB avance de 83,9%, no fim de 2022, para 94,7% em 2026, ao final do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se esse cenário se materializar, representará uma piora de 10,8 pontos porcentuais para o indicador. O avanço da dívida é alvo de frequentes disputas no governo, especialmente com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que vem defendendo a necessidade de reduzir gastos para conter o débito.

O cenário amplia incertezas com relação à economia brasileira, além de elevar o chamado “risco país”, aponta o professor de macroeconomia Ricardo Hammoud, do Ibmec-SP. Neste caso, “há mais dificuldade de financiar a sua dívida e seu déficit”. “Além disso, a dívida também fica mais cara”, diz.

Maior dívida está ligada normalmente a um patamar mais elevado dos juros, algo a que o Banco Central já vem reagindo. Em setembro, a autoridade voltou a subir a taxa Selic, que chegou aos 10,75%, e analistas esperam novos aumentos nas próximas reuniões.

Nesta semana, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, cobrou um maior ajuste fiscal, e atrelou os cortes a um menor nível dos juros. “O Plano Real foi o primeiro plano que teve um ajuste fiscal antes. Quando a gente olha de lá para cá, todas as vezes em que o Brasil conseguiu diminuir os juros, foram acompanhadas de choques fiscais positivos”, disse.

Por outro lado, Lula defende que o aumento da arrecadação e a queda dos juros permitirão a redução do déficit sem comprometer a capacidade de investimento. Além disso, neste ano, o presidente comparou a dívida brasileira com a de Estados Unidos, Itália e Japão, todas acima de 100%, afirmando que “este não é o problema” da economia.

Processo global?

As projeções do FMI e os analistas ouvidos concordam que o aumento da dívida pública do Brasil atualmente faz parte de um processo global que envolve múltiplos fatores, inclusive estruturais, como o aumento dos gastos com a previdência diante do envelhecimento da população.

Entre outros países destacados pelo organismo com avanço de dívidas preocupantes, estão Estados Unidos, França e Itália. Por sua vez, os especialistas apontam fatores que limitam o nível dos débitos brasileiros sem que haja maiores riscos para a economia.

“Países de renda alta podem dar-se ao luxo de contraírem dívidas como proporção do PIB bem mais altas que nos emergentes, já que há quem compre dívidas públicas mais altas dos mais ricos”, explica Otaviano Canuto, membro sênior do Policy Center for the New South e ex-vice-presidente do Banco Mundial.

“A comparação do Brasil com países como Japão e Estados Unidos é incabível, são países que financiam suas dívidas de forma muito mais barata”, afirma Hammoud, lembrando que os bancos centrais de ambos chegaram a manter suas taxas de juros próximas de zero em alguns períodos. “Além disso, a confiança nestes países é muito maior. Mesmo com a dívida mais alta, continuam sendo financiados”, aponta.

“Os Estados Unidos têm o dólar, e os europeus têm o euro, que são muito procurados como moedas de reserva, o que o Brasil não tem”, afirma. Segundo o especialista, a comparação adequada deve ser feita com outras economias emergentes, como Peru, México e Colômbia, que têm características mais similares.

“É notável que entre os emergentes a dívida brasileira já é alta, e a preocupação é o ritmo em que isso está acontecendo”, aponta Canuto.

Espaço para mais arrecadação?

Há ceticismo sobre capacidade do governo de aumentar a arrecadação, algo que tende a ser impopular por normalmente ocorrer por meio do aumento de impostos.

Hammoud indica que ainda que a proporção que o aumento dos gastos tomou nos últimos dois anos foi muito maior do que o da arrecadação. Ele lembra que o avanço se deu especialmente entre as despesas para manter a máquina do governo funcionando, os chamados gastos primários.

Na visão de Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, o chamado arcabouço fiscal proposto pelo governo não vem sendo suficiente para garantir a confiança nas contas públicas do país, já que o projeto dependia muito de aumento na arrecadação, sem um ajuste na estrutura de gastos.

Além disso, ele lembra que a administração não conseguiu que novos recursos fossem aprovados no Congresso, e que “é difícil imaginar” que logre isso após dois anos de mandato, em um momento em que a popularidade está mais desgastada que no começo da gestão.

A desconfiança com o equilíbrio das contas públicas brasileiras é uma das grandes razões por trás da desvalorização do real neste ano. Apesar de fatores externos que impulsionaram o dólar no exterior, analistas apontam que até 80% da perda de valor do ativo brasileiro atualmente está ligado a desdobramentos no país.

“Parte do câmbio atual está ligado ao lado fiscal, o dólar estaria mais baixo não fosse isso”, aponta Vale. Um dos desdobramentos da moeda mais desvalorizada é uma maior inflação, que deve ficar acima da meta do Banco Central em 2024, segundo as estimativas do mercado financeiro.

“Trajetória explosiva da dívida”

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, disse que a dívida crescente torna o quadro da economia mundial “mais preocupante”. A dirigente afirmou que o espaço fiscal continua diminuindo, e as escolhas de gastos se tornaram “mais difíceis”. “Escolas ou clima? Conectividade digital ou estradas e pontes?”, sugeriu.

Na visão de Canuto, o FMI foi enfático na “trajetória explosiva da dívida”. Entre as principais repercussões, ele acredita que há a chance de o cenário levar a uma elevação dos prêmios de risco pelo mundo, e juros mais altos, o que impactaria em taxas mais altas também no Brasil.

Entre os fatores que devem impulsionar uma alta de gastos nos próximos anos, ele destaca transição energética, corrida armamentista e políticas populistas. No último caso, Canuto lembra que as dúvidas econômicas nos Estados Unidos atualmente com relação às eleições presidenciais são sobre qual programa de governo trará maior aumento para dívida do país.

Outro fator é o aumento dos gastos com previdência, enquanto há redução da população economicamente ativa. Citando exemplos de países nórdicos a asiáticos, Canuto lembra que “as políticas que até agora tentaram reverter as taxas de natalidades têm falhado” ao redor do mundo.

Vale observa riscos semelhantes, e compara com o período de altas dívidas públicas que seguiu a Segunda Guerra Mundial, o que costuma ser citado por aqueles que não creem em grandes riscos de uma alta do nível da dívida. “O momento atual é diferente, naquela época era possível ter maior crescimento econômico”, avalia.

Em sua visão, o que poderia amenizar o quadro é um aumento da produtividade, o que pode ser impulsionado por novos desdobramentos tecnológicos, como os oferecidos pela inteligência artificial.

A depender do vencedor do Nobel de Economia neste ano, há razões para ter cautela com os ganhos trazidos pelas novas ferramentas. Em um estudo publicado em maio, Damer Acemoglu estimou em modestos 0,53% os ganhos de produtividade gerais da economia ao final de dez anos advindos da aplicação da inteligência artificial em diversos setores.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...