A Europa é um dos principais produtores de azeite de oliva do mundo,
abastecendo o mercado de vários países. A região da Espanha e de
Portugal são responsáveis por grande parte da produção, e são exatamente
essas áreas que foram muito afetadas pelas secas que aconteceram nos
últimos anos no continente e que diminuíram a safra das azeitonas
Para você ter noção, é preciso cerca de oito quilos de azeitonas para obter apenas um litro de azeite.
Apenas o Brasil consome aproximadamente 100 milhões de litros de azeite
por ano, muito atrás dos maiores consumidores como Espanha e Grécia.
Com as safras comprometidas e a demanda alta, tornou-se necessário o
aumento do preço do óleo em todos os locais do mundo.
Azeite de oliva preso: supermercados da Europa colocam cadeado nas prateleiras
Uma prática que ainda não foi adotada nos mercados e lojas
brasileiras, mas que já está sendo usada há algum tempo em Portugal é colocar cadeados nas garrafas de azeite para evitar o furto do produto.
Apesar de parecer excessivo, a prática é bastante comum quando o
assunto é bebida alcoólica, inclusive no Brasil. Alguns tipos de uísque,
vodca e licores mais caros podem ser encontrados dentro de prateleiras
com cadeado em supermercados brasileiros. Resta saber se esse será o
futuro do azeite.
Números de azeite fraudado aumenta no país e marcas são reprovadas
Nos últimos tempos, as notícias de azeites fraudados e retirados das prateleiras no
Brasil aumentou muito. Como a população está buscando sempre pelo
melhor preço na hora de comprar o azeite, marcas e estabelecimentos
viram a oportunidade de lucrar com produtos falsificados.
Na última terça-feira (22), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou mais uma lista constando 12 marcas de azeite impróprias para consumo.
No entanto, foram 24 marcas de azeite retiradas dos mercados apenas em
2024, além de mais de 60 mil litros de azeite encontrados em uma fábrica
clandestina localizada em Saquarema/RJ, no começo do ano, durante a operação Getsêmani. Confira a lista atualizada abaixo:
15/03/2024
Terra de Óbidos
Serra Morena
De Alcântara
Vincenzo
Az Azeite
Almazara
Escarpas das Oliveiras
Don Alejandro
Mezzano
Uberaba
09/10/2024
Málaga
Rio Negro
Quinta de Aveiro
Cordilheira
Serrano
Oviedo
Imperial
Ouro Negro
Carcavelos
Pérola Negra
La Ventosa
22/10/2024
Almazara
Alonso
Don Alejandro
Escarpas das Oliveiras
Garcia Torres
Grego Santorini
La Ventosa
Olivas Del Tango
Quinta de Aveiro
Quintas D’Oliveira
Vincenzo
Como não cair em golpe na hora de comprar azeite de oliva?
Para que você não caia em cilada na hora de comprar o azeite, existem
algumas dicas que podemos dar. A mais simples de todas é: de
preferência para marcas conhecidas e consagradas. Evite comprar azeites
de marcas que você não conhece e em estabelecimentos que você também não
conhece. Outro ponto importante na hora de comprar o azeite é
desconfiar de preços muito abaixo do mercado, a não ser que o produto
esteja perto da validade, com aviso, sendo vendido por uma grande rede
de supermercados.
João Branco – Profissional de Marketing mais admirado do Brasil e professor da StartSe
Confira a coluna de João Branco, especialista em marketing, sobre
como você pode descobrir como a autenticidade está transformando o mundo
do marketing. Em um cenário onde consumidores estão cada vez mais
cansados de truques e promessas exageradas, a transparência e o “jogo
limpo” ganham espaço. Marcas que optam por uma comunicação mais honesta e
humana estão conquistando a confiança de um público que valoriza
relações verdadeiras. É hora de desmarketizar e criar conexões reais.
Foto: Pexels
Você certamente já comprou morangos alguma vez na vida e constatou: as frutinhas vermelhas que estão na fileira de cima da caixinha são sempre maiores que as de baixo.
Por que isso acontece? É triste, mas a maioria das pessoas acha que isso é marketing.
Há muitas técnicas para conseguir vender algo. O
moço no semáforo do trânsito tenta te convencer a comprar o pano de
prato porque ele precisa alimentar a família. A vendedora da loja de
sapatos explica que aquela promoção irresistível se encerra hoje!
O atendente de telemarketing oferece um serviço especial que está
sendo liberado para apenas dez pessoas muito exclusivas. E o algoritmo
nas redes sociais te mostra um clareador dental usado pelas celebridades
mais desejadas do mundo. É uma “surra diária de gatilhos”.
+ Aprenda mais estratégias de crescimento, marketing e vendas
específicas do seu negócio com João Branco e outros gigantes do mercado
durante a imersão presencial Marketing Ao Máximo.
Qual é a estratégia por trás dessas ofertas?
Parece que não interessa, o que importa é usar a técnica mágica de
vendas do momento. Aquela que é ensinada no “curso para vender curso”,
sabe?
Sou apaixonado por marketing. A gente chama eletrônicos usados de
“seminovos”. A gente chama vendedores de colchão vestidos com jalecos de
“consultores do sono”. A gente chama um alisamento que dura seis meses
de escova “permanente”. E a gente lança o “modelo 2023” de um carro já
em fevereiro de 2022. É o puro suco marketeiro passando pela sua
timeline todos os dias, freguesia!
Mas um dia, o cliente olha para isso diferente. E se dá conta de que
algumas empresas estão vendendo um cálculo que é feito no Excel como se
fosse “inteligência artificial”. E que existe um limite muito tênue
entre encantar e exagerar.
O movimento do “sem filtro” ganha força, carregado por uma geração de
consumidores que aprecia mais a autenticidade do que o “aspiracional
irreal”. Uma galera que está cansada do “marketing que parece
marketing”, das promoções que vendem pela “metade do dobro” ou das 300
linhas de texto jurídico em fonte tamanho “por favor não me leia” que
aparecem por dois milésimos de segundo na propaganda.
Truques marketeiros ainda são capazes de trazer vendas, mas eles têm prazo de validade. E esse prazo está cada vez mais curto.
Você percebe quando um vendedor está lhe atendendo com má
vontade? Nota quando ele está sendo falso? Consegue sentir quando um
fornecedor está blefando? Seus clientes também percebem isso em sua
publicidade.
Muitas marcas que falam com o público jovem já entenderam que o jogo
mudou e estão se apresentando de forma mais verdadeira, limpa,
desinteresseira e humana. Parece um contrassenso expor as suas fraquezas
para vender mais, mas esse público prefere relações assim.
O que aconteceria se amanhã surgisse um novo concorrente no seu
mercado que chegasse “jogando a real” para os seus clientes? E se ele
começasse a admitir seus erros e se mostrar como uma opção diferente?
Cuidado. Esse risco é maior do que você imagina.
Cada marca tem os seus posicionamentos, limitações e escolhas. Mas
existe uma multidão de consumidores que certamente gostariam de aplicar
um “raio desmarketizador” nas comunicações que vêm por aí.
Ao invés de esconder os morangos pequenos na fileira de baixo da
caixinha, que tal falar sobre eles? Talvez eles sejam os mais gostosos,
aliás. E podem se tornar os preferidos de muitos clientes.
Desmarketize-se. Esse é o novo marketing.
As 3 características de uma mente inovadora
Igor Lopes – Innova
Primeiro, inovar não é sobre criar coisas novas, mas também encontrar
soluções que, embora já existentes, nunca foram adotadas em seu
projeto.
Um caso real que comprova a minha tese é o Sr. Valdir Novaki, conhecido como “O pipoqueiro mais famoso do Brasil”.
Valdir era um pipoqueiro como os outros, mas ele sentia que precisava inovar em seu mercado.
Diante disso, Sr. Valdir adotou medidas de higiene e atendimento que
ninguém fazia, mas que impactava diretamente na experiência do
consumidor:
• Quem chegava no carrinho de pipoca do Valdir recebia uma dose de álcool em gel nas mãos antes de pegar a pipoca.
• Ele também limpava toda a bancada (de inox) do carrinho com álcool na frente dos clientes, deixando tudo impecável.
• Em cada dia da semana Sr. Valdir utilizava um uniforme
(impecavelmente branco e limpo) do qual havia um bordado sinalizando o
dia da semana.
• Ao receber a pipoca, os clientes de Valdir ganhavam uma balinha de brinde, para refrescar o hálito após o lanche.
Perceba que ele inovou, sem reinventar a roda, mas apenas trazendo abordagens simples que seus concorrentes não ousavam fazer.
Por conta disso, digo que a primeira e maior característica de uma mente inovadora é questionar o tempo todo.
Afinal, ao questionar situações e circunstâncias você encontra:
• Novos problemas;
• Oportunidades;
• E soluções.
Esse loop cria um mecanismo de descobertas que leva você (e o seu projeto) a novos resultados no caminho da inovação.
No entanto, trilhar este caminho não é fácil, por isso, toda mente
inovadora tem a habilidade de ser constante, sem perder o ânimo.
Sem isso, é impossível levantar todos os dias e garimpar soluções em
meio às frustrações causadas pelos fracassos que surgem no caminho da
inovação.
Se olharmos para a história do Sr. Valdir, você notará que o sucesso
dele não foi repentino. Mesmo inovando, as coisas levaram tempo para
acontecer.
Por fim, a última característica de uma mente inovadora é o desconforto.
Imagina só:
Se homens como Steve Jobs, Jeff Bezos, Elon Musk e Sr. Valdir fossem
pessoas satisfeitas e confortáveis com seus resultados, será que eles
teriam conquistado tudo o que conseguiram?
Provavelmente não. Sr. Valdir, por exemplo, não só recebeu a alcunha
de “Pipoqueiro Mais Famoso do Brasil”, como também já viajou boa parte
do país dando palestras sobre empreendedorismo.
Ok, sabemos que não inovar é ruim.
Agora, será que inovar em excesso é bom?
Os limites da inovação
Pela minha experiência empreendendo no campo da tecnologia, esses são os dois maiores erros quando o assunto é inovação:
01 – Tentar reinventar a roda.
02 – Omissão.
Quem não se lembra do Google Glass, um típico exemplo de quem tentou inovar demais e precisou recuar.
Ou então a Playstation com o PS Vita, um videogame portátil que
prometia grande desempenho e resolução, mas, no final, não teve adesão
dos grandes desenvolvedores e, consequentemente, dos clientes.
Ainda no mundo dos games, a Microsoft lançou o Xbox Kinect, um sensor
de movimentos exclusivo que prometia substituir os controles
tradicionais do videogame.
Após alguns anos de insistência e baixa adesão dos desenvolvedores e gamers, o Kinect foi descontinuado pela Microsoft.
Inovação demais, utilidade de menos.
Por outro lado, temos alguns exemplos clássicos de empresas omissas que esperaram demais e perderam o bonde.
Blackberry
A primeira empresa de celulares a proporcionar conexão Wireless em
seus aparelhos, dando origem à era dos Smartphones — uma inovação que
acertaram de mão cheia.
Há 20 anos, ter um Blackberry era mais exclusivo, chique e estiloso do que ter um iPhone de última geração.
Na boa, sempre gostei dessa marca.
Realmente é uma pena que a empresa mãe dos smartphones tenha ficado para trás e hoje não ser nem a sombra do que já foi.
Também temos os exemplos clássicos, né? Nokia, Kodak, etc. Que você já cansou de ver por aí.
Todas essas foram empresas que, por arrogância, excesso de confiança ou medo, ficaram na mesma e sumiram do mapa por não inovar.
Mas, há também as empresas que inovaram na medida certa:
• Microsoft: vendia software de caixinha e hoje é uma potência tecnológica tanto em produtos como em serviços.
• Toyota: uma empresa tradicional do mercado automotivo, mas que
nunca perde o timming em inovação. Da era do motor a combustão aos
motores híbridos, a Toyota sempre está no topo do ranking em qualidade,
confiabilidade, tecnologia e conforto.
• Amazon: de e-commerce de garagem a uma potência de varejo e tecnologia.
• Nvidia: a empresa que surfou a onda dos games (quando ainda era uma
marola ignorada por todos), aproveitou o boom das criptomoedas e hoje é
a maior fabricante de GPUs utilizadas no desenvolvimento de IAs.
Sabe o que todas essas empresas têm em comum?
Elas não inovaram por moda, mas para resolver problemas concretos na vida de seus consumidores.
Você não pediu, mas eu dou: minha opinião
Sabe qual é o grande problema desse papo de inovação?
Ela é uma faca de dois gumes que pode:
• Fazer você se perder em meio ao vício de inovar.
• Fazer você perder pela falta de inovação.
Então, fica a pergunta:
Como inovar mesmo que você não tenha uma mente inovadora?
Tenha dados e informações concretas na sua mão. Sempre.
Se você tem dados, você enxerga gargalos que precisam ser resolvidos.
Se você enxerga os gargalos, você precisa de soluções — e é aqui onde a
inovação se esconde.
Na maioria das vezes, inovar é ser como o Sr. Valdir, e não necessariamente como Elon Musk.
VOCÊ CONHECE A ValeOn?
A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO
TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode
moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é
colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn
possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o
seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
Embora tenha colecionado vitórias expressivas em 6 de outubro, Jair
Bolsonaro (PL) viu quatro aliados para quem fez campanha serem
derrotados no segundo turno: Delegado Éder Mauro (PL), em Belém, Fred
Rodrigues (PL), em Goiânia, Marcelo Queiroga (PL), em João Pessoa e
Capitão Alberto Neto, em Manaus.
Nenhuma dessas derrotas foi para a esquerda, mas a eleição de Sandro
Mabel (União) na capital de Goiás fortalece eleitoralmente o governador
do estado, Ronaldo Caiado (União), que disputa com Bolsonaro o
eleitorado da direita. Além disso, a ex-deputada Mariana Carvalho
(Uniã0), apoiada pelo ex-mandatário, perdeu a administração da
Prefeitura de Porto Velho. O mesmo aconteceu com a candidata do PL em
Palmas, Janad Valcari, que foi derrotada por Eduardo Siqueira Campos
(Podemos).
Por outro lado, Bolsonaro sofreu uma derrota em parte na capital do
Paraná, Curitiba, pois o candidato Eduardo Pimentel (PSD) foi o nome
indicado pelo ex-presidente. No entanto, o agora prefeito paraense
preferiu esconder esse apoio durante o primeiro turno, o que fez com que
Jair Bolsonaro puxasse votos para Cristina Graeml, o que ajudou a
candidata a chegar no segundo turno.
O ex-presidente, no entanto, foi um participante ativo da vitoriosa
campanha de Abílio Brunini (PL), eleito prefeito de Cuiabá em embate
direto contra o petista Lúdio Cabral.
Lula também é um dos principais derrotados do pleito deste ano. O
Partido dos Trabalhadores elegeu prefeito em apenas uma capital,
Fortaleza, com o candidato Evandro Leitão.. Neste segundo turno, a
legenda amargou reveses em São Paulo, com o apoio a Boulos (PSOL) e em
Natal, com Natália Bonavides e Cuiabá, com Lúdio Cabral.
Por outro lado, o presidente conquistou vitória em Fortaleza (CE), em
uma disputa acirrada com um candidato bolsonarista. Evandro Leitão (PT)
conquistou o cargo de prefeito com 50,38% dos votos válidos, enquanto
André Fernandes (PL) conquistou 49,62%. A Prefeitura de Belo Horizonte,
Minas Gerais, também foi angariada por um concorrente apoiado por Lula.
Com a derrota do deputado Rogério Correia (PT), o mandatário anunciou
apoio à reeleição de Fuad Noman (PSD) — reeleito com 53,76% dos votos,
contra Bruno Engler (PL), com 46,24%.
Em Belém, o PT originalmente apoiou a reeleição de Edmilson Rodrigues
(PSOL), que acabou sendo derrotado logo no primeiro turno. Depois, Lula
não apenas declarou apoio a Igor Normando (MDB), como se encontrou com
ele a capital paraense. Neste domingo, 27, Normando obteve 56,36% dos
votos e derrotou o bolsonarista Éder Mauro (PL), que teve 31,48% dos
votantes.
MDB e PSD são os maiores vencedores
No pleito deste ano, dois partidos foram os maiores vencedores: MDB e
PSD. A primeira sigla conquistou a Prefeitura de São Paulo —
considerada a maior capital do País — com a reeleição de Ricardo Nunes,
que derrotou Guilherme Boulos (PSOL) com 59,38% dos votos e 40,62%,
respectivamente.
Além disso, o MDB conseguiu eleger Arthur Henrique, em Boa Vista, o
Dr. Furlan, em Macapá, Igor Normando, em Belém, e Sebastião Melo, em
Porto Alegre.
Já o PSD, sigla de Gilberto Kassab, colecionou vitórias com Topázio,
em Florianópolis, Eduardo Paes, em primeiro turno no Rio de Janeiro,
Eduardo Braide, em São Luís, Eduardo Pimentel, em Curitiba, e Fuad
Noman, em Belo Horizonte.
»Tenho um amigo monarquista. Isso mesmo: para ele,
estaríamos em melhores mãos se reempossássemos, luxuosamente, a família
real. Não que a monarquia seja perfeita, ele reconhece, mas insiste que
temos mais chance de progredir assim, sob um estável Estado familiar.
A ideia é motivo de piada entre nós, é claro. Parece realmente um
absurdo (e é!). Mas ele, muito sério, responde: você acha que o Reino
Unido está pior do que nós? E a Bélgica? E a Dinamarca? E a Espanha?
Luxemburgo, Países Baixos e Noruega estão piores do que nós? A Suécia é
uma desgraça?
Ele tem todos os exemplos na ponta da língua. Não
cita Arábia Saudita, Camboja, Lesoto ou Marrocos, mas ainda assim
insiste que estaríamos melhores assim, com um rei, talvez um parlamento,
e pronto.
Se forem maus e corruptos vai ser uma desgraça não pior do que a que vivemos.
E, se não forem, teremos uma chance.
Acho absurdo, em 2024, falarmos dessas coisas. Mas
ultimamente tenho entendido melhor o meu amigo. Não é exatamente um
desejo positivo, propositivo, como a bandeira de um novo tempo,hasteada
por quem crê. O seu anseio é negativo, é defensivo, é anti.
É o desejo que nasce do desespero.
Nossa democracia está falida, e, ainda que se argumente que sempre
esteve, agora suas fraturas estão expostas de tal maneira que: choca.
Enquanto meu amigo fala na Coroa, penso em quantos outros falam, à boca
miúda ou aos berros, em golpe de Estado, em ditadura? Penso em quantos
estão muito dispostos a colocar as nossas vidas nas mãos de celebridades
de internet, de empresários gatunos, de gente que ninguém sabe de onde
vem.
Qualquer coisa é melhor do que o que está aí, eles gritam, furiosos.
Assistimos a alguns debates eleitorais. Raposas, fascistas e palhaços monopolizam os holofotes. A
voz sensata, a voz empática, esforçada, propositiva, é abafada pela
histeria. É a falência da política, ouço dizer, mas não creio. A
política passa bem, vem de antes de nós e a nós todos sobreviverá,
enquanto houver humanidade. A falência é de outra coisa, de uma certa
democracia burguesa, plutocrata, contaminada até o tutano pela força da
grana, do monopólio, do conchavo, do crime organizado.
Abro a lista de eleitos e quase eleitos, lembro dos anos tristes sob o inominável. Aquilo foi real. O inacreditável estava aí, até ontem — e ronda entre nós. Estamos entre raposas e fascistas.
Quando aparece uma esperança, esmagamo-la, céticos e cínicos.
Acreditamos que o cinismo irá nos salvar. Que seja cada um por si,
empreendedor de si, abençoado por si e por um pastor que só tem
compromisso consigo mesmo. E com nosso dízimo.
Mas o cinismo não irá nos salvar; nem o rei, nem a rainha, nem o tirano, nem a novidade que sempre cheira ao mesmo.
Quem irá nos salvar, se alguém puder nos salvar, seremos nós, unidos, organizados, uníssonos.
Nós, com esperança renovada e fé na nossa própria força.
Uma empresa francesa está a trabalhar num novo kit de reequipamento
que pode converter o seu veículo antigo num veículo híbrido elétrico em
apenas um dia.
Os trabalhadores da Solution F, uma empresa automóvel subsidiária da
Green Corp Konnection (GCK), um grupo de empresas que afirma estar a
liderar a transição francesa para a energia verde, apresentaram o seu
projeto no Salão Automóvel de Paris na semana passada.
O kit Twin-E permite que os automóveis circulem até 50 km/h em “modo
totalmente elétrico”, passando depois a uma potência híbrida se
ultrapassarem essa velocidade.
Para tal, a empresa instala um motor elétrico de 48V juntamente com
um conjunto de engrenagens planetárias, que substitui a antiga caixa de
velocidades manual do automóvel. Em seguida, é adicionada uma bateria
recarregável na zona da bagageira do automóvel.
É também instalado um pequeno motor elétrico junto ao motor de
combustão interna (ICE) original, que utiliza a energia da bateria para
fazer funcionar o automóvel em modo totalmente elétrico.
“Uma oferta de cortesia” para os novos veículos elétricos
O governo francês define o reequipamento de um automóvel como a
conversão do seu motor térmico, a gasolina ou a gasóleo, num motor
elétrico para lhe dar uma segunda vida.
“Constitui uma oferta complementar aos novos veículos elétricos, cujo
preço de compra continua a ser elevado para uma grande parte da
população”, escreveu o governo francês na sua página web.
O kit Twin-E ainda não está disponível, mas o diretor do programa
GCK, Eric Planchais, disse que deverá estar pronto em meados de 2025 e
deverá custar cerca de 8 500 euros, ou 4 000 euros se for coberto por um
subsídio do governo francês.
De acordo com o Observatório Europeu dos Combustíveis Alternativos, o
preço médio de um veículo elétrico na Europa é de cerca de 46 000
euros.
A França legalizou estas readaptações elétricas em abril de 2020, dando início a uma concorrência entre a GCK e outras empresas europeias para satisfazer o mercado.
O Grupo Renault, um dos maiores fabricantes de automóveis franceses,
anunciou uma parceria com a Tolv, um especialista em reequipamento em
França, para converter mais de mil carrinhas Renault Master entre 2024 e
2025.
A Rev Mobilities, outra start-up de Paris, reequipou carros antigos como um Fiat 500 de 1957 com peças
elétricas.
Um detalhe das peças adicionadas a um veículo equipado com o kit Twin-E EV. Anna Desmarais/Euronews
“É preciso fazer contas”
O esplendor da readaptação também está a acontecer na sequência da
legislação da UE aprovada em 2023, que tem como meta que os veículos
elétricos representem cerca de 80% de todas as novas vendas de sedans e
SUVs até 2030 e 100% até 2035 para cumprir os objetivos climáticos.
Nem todos os especialistas do setor automóvel estão convencidos de que a adaptação é a solução para atingir os objetivos da UE.
Para Patrick Poincelet, presidente da empresa de reciclagem Mobilans,
o reequipamento é uma solução de “nicho” para alguns veículos, mas não
para todos.
Isto porque o custo da adaptação ultrapassa por vezes o valor do
veículo mais antigo, à medida que este se aproxima do fim da sua vida
útil média de 20 anos, afirmou Poincelet.
“Para obter um equilíbrio económico, é preciso fazer contas”, acrescentou.
Cléa Martinent, diretora de desenvolvimento sustentável da Renault,
afirmou que o grupo está a apoiar as empresas em fase de arranque que
trabalham na questão da readaptação, mas que o modelo económico ainda
não está pronto.
“Podemos dizer, um pouco ingenuamente, que mudar um motor significa
que tudo ficará bem, mas, na realidade, se quisermos realmente reequipar
um veículo, teremos de dedicar muito tempo a isso”, disse Martinent.
Isso porque, continuou, seria necessário alterar toda a configuração
do automóvel, porque “não se pode colocar uma bateria onde antes existia
um motor”.
Expansão noutros mercados
De volta ao Salão Automóvel de Paris, Planchais disse que o kit
Twin-E foi construído tendo em conta um motor Renault 1.5, que considera
ser o mais comum em carros franceses. Também pode ser usado com carros
Stellantis, ou seja, qualquer carro produzido pela Peugeot ou Citroen.
O kit pode ser utilizado na maioria dos veículos franceses mais antigos produzidos até cerca de 2006.
Planchais afirmou que, durante os testes regulamentares, estão a
tentar verificar se o kit funciona noutros modelos fora de França.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou que a dívida bruta
brasileira na proporção do Produto Interno Bruto (PIB) deve aumentar
mais de 10 pontos porcentuais ao longo do mandato do presidente Lula da
Silva, de 83,9% do PIB, no fim de 2022, para 94,7% do PIB, em 2026.
Superávit primário, se houver, só a partir de 2027, e bastante modesto –
o equivalente a 0,1% do PIB.
A relação entre dívida e PIB é um indicador importante para aferir a
solvência de um país e comparar sua situação à de outras nações
semelhantes. No caso brasileiro, o endividamento, segundo os critérios
do Fundo, subiu de 86,7% do PIB no relatório divulgado em abril para
87,6% do PIB no de outubro. E até 2029, a dívida na proporção do PIB
chegará a 97,6%.
Antes mesmo dessa revisão, o indicador brasileiro já destoava da
média dos países emergentes, hoje em 70,8%, atrás apenas de China,
Egito, Ucrânia, Bahrein e Argentina. Mas o alerta do FMI não vale
somente para o Brasil. A dívida bruta global deve atingir 93% do PIB, em
média, e superar US$ 100 trilhões neste ano. Até 2030, ela deve
alcançar 100%, 10 pontos porcentuais acima do registrado em 2019, um ano
antes da pandemia.
Com a covid-19, países desenvolvidos e emergentes aumentaram gastos
para lidar com os desafios sanitários e evitar que suas economias
desabassem. O estímulo resultou em inflação elevada e juros mais altos.
Para completar, tensões geopolíticas ampliaram incertezas no mundo todo.
A receita mais segura em um cenário turbulento, segundo o FMI, é
apostar na credibilidade e na transparência das políticas fiscal e
monetária. Para o Fundo, é preciso aproveitar o ciclo de flexibilização
da política monetária nas principais economias do mundo para elaborar
políticas fiscais cuidadosas, que protejam as famílias mais vulneráveis e
não prejudiquem o crescimento. Do contrário, os ajustes necessários
terão de ser bem mais duros no futuro.
As projeções do FMI para a dívida brasileira foram mal recebidas pelo
governo, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que
esse cenário não se concretize. “Não acredito nessa trajetória. Se você
está descrevendo o que está no documento, eu não acredito que ela vá
acontecer”, afirmou o ministro, em entrevista a jornalistas em
Washington.
Um dia antes, quando o FMI melhorou a estimativa para o crescimento
do PIB de 2,1% para 3% neste ano, a receptividade foi muito diferente.
Haddad celebrou a revisão sem questioná-la, negou que o avanço estivesse
relacionado ao estímulo fiscal do governo e não deu muita atenção à
previsão do FMI para o PIB de 2025, embora o crescimento tenha sido
reduzido de 2,4% para 2,2%.
A questão é que o crescimento econômico, no caso brasileiro, tem sido
muito influenciado pelo consumo, o que tem tudo a ver com o aumento da
dívida bruta. Dados do Banco Central (BC), embora calculados de forma um
pouco diferente, corroboram a trajetória traçada pelo FMI.
Pelo critério do BC, a dívida bruta atingiu 78,55% do PIB em agosto, o
maior patamar desde outubro de 2021, quando ela estava em 79,5% do PIB.
Desde janeiro deste ano, a dívida bruta calculada pelo BC já subiu 4,1
pontos porcentuais, e desde o início do governo Lula da Silva, quase 7
pontos porcentuais.
No FMI, Haddad defendeu o arcabouço fiscal como instrumento para
conter a trajetória da dívida e seu fortalecimento como a melhor maneira
de dissipar a desconfiança do mercado. O único gasto que teria ficado
fora do arcabouço, de acordo com o ministro, teria sido o novo Auxílio
Gás, rebatizado de Gás para Todos, que será redesenhado pela Fazenda.
Ora, se isso fosse verdade, a dívida bruta não teria subido tanto em tão
pouco tempo.
Ao contrário do que acontece nos países ricos, o Brasil acaba de
iniciar um novo ciclo de aumento da taxa básica de juros, o que só
reforça a recomendação do FMI sobre a necessidade de um ajuste fiscal e a
projeção do fundo de desaceleração da economia no ano que vem. Mais do
que nunca, impedir que a profecia do FMI se realize requer alinhamento
entre as políticas fiscal e monetária.
História de Federica Cocco e Andrew Van Dam – Jornal Estadão
Você provavelmente já viu os memes: “Eu na casa dos 30 anos” versus “meus pais na casa dos 30 anos”.
Os pais aparecem como um jovem casal discutindo se devem ter o
terceiro filho ou comprar uma “bela segunda casa para a família passar o
inverno” e esperando que a garagem possa acomodar tanto os carros
quanto suas motocicletas para neve. Em seguida, um desses filhos, agora
também na casa dos 30 anos, se pergunta se algum dia conseguirá se
recuperar financeiramente da compra de leite e pão ao mesmo tempo.
Este não é o Departamento de Memes de Verificação de Fatos –
honestamente, não temos certeza se o próprio FDR conseguiria encontrar o
orçamento para financiar tal agência. Mas isso é verdade? Será que os “zoomers” e os “millennials” estão, de alguma forma, tendo o acesso negado ao motor americano de mobilidade ascendente que fez dos “boomers” a geração mais próspera de todos os tempos?
Bem, talvez não.
Pelo menos essa foi a nossa primeira resposta quando recorremos à
Survey of Consumer Finances (Pesquisa de finanças do consumidor). O
levantamento do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) é
um recurso perfeito para essa missão de verificação de memes. Durante
décadas – desde a época em que os próprios boomers eram rebeldes sem
dinheiro e de rock pesado – o Fed, com a ajuda do NORC da Universidade de Chicago,
perguntou aos americanos sobre seus balanços patrimoniais, pesquisando
desde coleções de antiguidades até atividades de jogos de azar, de
apólices de seguro de vida a patrimônio líquido.
Riqueza dos Millennials pode ter aumentado com o patrimônio
imobiliário, mais isso não está de fato melhorando a situação das
pessoas Foto: golubovy /adobe.stock
No passado, essa pesquisa realizada uma vez a cada três anos trazia
notícias desanimadoras para os millennials. Após fazer o ajuste pela
inflação, a riqueza deles ficou atrás do que seus pais da Geração X e
dos boomers tinham na mesma idade. Mas quando incorporamos a última
pesquisa, realizada em 2022, ficamos chocados ao ver que a geração do
milênio havia assumido a liderança.
E o home equity parece ter surgido como o herói da criação
de riqueza. A geração do milênio mais velha – agora com 40 e poucos
anos, idade suficiente para processar por discriminação por idade –
ostenta cerca de duas vezes o patrimônio líquido médio de uma geração X
nessa idade. Eles também têm uma vantagem substancial sobre os
“boomers”.
Pela primeira vez, a geração mais azarada parece ter se beneficiado
de um momento de sorte excepcional. De 2019 a 2022, os preços das casas
subiram 41%, tornando-se o melhor período de três anos já registrado,
segundo os prodígios dos preços das casas da Federal Housing Finance
Agency.
E a geração do milênio estava perfeitamente posicionada para maximizar seus benefícios. Muitos haviam entrado no mercado imobiliário há
pouco tempo; de repente, a maior aposta financeira de suas vidas havia
sido paga com uma rapidez sem precedentes. Eles haviam alavancado sua
entrada de 5% ou 15% em uma reivindicação de valorização recorde do
valor total de sua casa.
Mas nem todos os tipos de ativos são criados da mesma forma. A
riqueza criada pelo aumento dos preços das casas existe principalmente
no papel e é muito difícil de ser explorada. Isso significa que pode não
se traduzir em um padrão de vida mais elevado, disse Jeremy Horpedahl,
economista da University of Central Arkansas, que acompanha de perto a
fortuna da geração do milênio.
“A riqueza pode ter aumentado, mas se for principalmente o patrimônio
imobiliário, isso não está de fato melhorando a situação das pessoas”,
disse Horpedahl. “Elas podem até vender sua casa, mas vão comprar outra,
que também subiu de preço.”
Além disso, há a dura realidade – como já estabelecemos anteriormente
– de que muitos millennials foram totalmente excluídos do mercado
imobiliário. Isso geralmente os deixa alugando. E o patrimônio líquido
do típico locatário americano é de apenas US$ 10.400 (R$ 59.176), um
número que mais ou menos desaparece quando comparado com o patrimônio
líquido de US$ 396.500 (R$ 2,3 milhões) reivindicado pelo típico
proprietário americano.
“A moradia é um componente crucial para o acúmulo de riqueza”, disse o
economista Edward Wolff, da Universidade de Nova York, que há muito
tempo é o principal especialista em riqueza dos EUA. “Se você não tiver
uma casa, não se beneficiará da valorização da casa, o que significa que
a maioria dessas famílias não apresentará nenhum ganho em seu
patrimônio líquido geral ao longo do tempo.”
Wolff disse que isso se torna um problema especialmente difícil
“quando você atinge a idade de se aposentar, porque você não terá
recursos para sustentar sua aposentadoria e pagar os cuidados quando for
idoso”.
Cerca de dois terços dos americanos são proprietários de suas casas, o
que lhes dá a melhor proteção contra a inflação. Enquanto os locatários
estão sujeitos aos caprichos dos proprietários que aumentam os
aluguéis, os pagamentos de uma hipoteca de taxa fixa não sofrerão
alterações por 15 ou 30 anos.
É claro que os impostos sobre a propriedade ou o seguro podem
aumentar. Mas o pagamento mensal básico da hipoteca geralmente não
aumenta. Isso significa que, embora os proprietários de imóveis estejam
obtendo retornos de investimento excessivos, eles também estão
economizando cada vez mais dinheiro à medida que os salários aumentam.
Com sua maior despesa garantida, eles também têm mais facilidade para
fazer um orçamento para o futuro.
Os locatários, é claro, não têm direito a essa mesma segurança
financeira, o que os deixa em uma situação desfavorável para o acúmulo
de riqueza. Nos últimos 33 anos, a diferença média de riqueza entre
proprietários de imóveis e locatários cresceu 70%, segundo o Urban
Institute.
Enquanto não tivermos moradias suficientes para todos, disse
Horpedahl, essa desigualdade continuará a crescer. As pessoas sortudas
que ainda podem comprar um lugar à mesa verão sua riqueza aumentar com o
aumento dos preços das casas. Mas a mesma força que está elevando seu
patrimônio líquido estará tirando a escada da moradia do alcance de um
número maior de seus pares.
Então, como os millennials se encaixam nessa grande e crescente
divisão entre os que têm e os que não têm? Parece que eles estão
prosperando simplesmente porque os que têm estão se saindo
particularmente bem?
Não tão rápido.
Morando com os pais
A moradia – e seus retornos de investimento – pode gerar riqueza, mas sabe o que geralmente não gera?
Morar com os pais mencionados acima.
Muitos jovens, pegos pelo lado errado desse aumento recorde nos
preços dos imóveis, estão fazendo exatamente isso. Em 1989, quando
nossos dados do Fed começaram, apenas 11,5% dos jovens adultos entre 25 e
34 anos moravam com seus pais. Em 2022, esse número subiu para 17%,
segundo a Current Population Survey.
E as pessoas que moram com os pais ou com colegas de quarto não são
contabilizadas nesses dados, pelo menos não da mesma forma que as
pessoas que se mudaram por conta própria.
Devido às dificuldades de separar as posses de uma família, o Fed
combina a riqueza de unidades familiares “financeiramente
interdependentes” e a atribui efetivamente à demografia do chefe da
família (ou, mais precisamente, o que o Fed chama de “indivíduo ou casal
economicamente dominante” na “unidade econômica primária” do
domicílio).
Portanto, quando dizemos que a geração do milênio tem riqueza recorde
para sua idade, na verdade, estamos dizendo que a geração do milênio
que se tornou financeiramente independente está se saindo bem para sua
idade.
Se pudéssemos corrigir isso, a geração do milênio não pareceria tão boa – pelo menos financeiramente.
A pesquisa do Fed pode ser a fonte mais valiosa dos Estados Unidos,
libra por libra. É uma das únicas ferramentas que temos para medir as
disparidades de riqueza que definem grande parte de nossa vida econômica
e política. Mas não podemos nos esquecer de seus pontos cegos.
Ao nos concentrarmos principalmente nos vencedores que deixaram para
trás o apoio financeiro de suas famílias, estamos obtendo apenas uma
imagem dos jovens americanos mais bem-sucedidos.
Isso se parece muito com o viés de sobrevivência, um fenômeno
ilustrado de forma famosa por Abraham Wald, nascido na Áustria e nascido
na Hungria, na Segunda Guerra Mundial, quando
ele estava na Universidade de Columbia e fazia parte de um grupo de
estatísticos que ajudava as potências aliadas. A cúpula militar dos EUA
entregou ao grupo de Wald dados sobre os locais onde os aviões de guerra
dos EUA tinham coletado mais buracos de bala – muitos na fuselagem,
poucos nos motores – e perguntou onde a blindagem do avião deveria ser
melhorada.
A maioria de nós, incluindo esses oficiais, poderia supor que a
blindagem deveria ser colocada onde todas as balas estavam atingindo.
Mas Wald teve a inteligência de sugerir o contrário: reforçar os pontos
com menos buracos de bala.
Sua percepção, é claro, foi que os militares estavam coletando dados
apenas dos aviões que conseguiram chegar em casa. Os aviões que eram
alvejados em pontos realmente vulneráveis, como os motores, geralmente
caíam do céu – e ficavam fora do conjunto de dados.
Como só podiam medir os sobreviventes, os chefes militares, assim
como o Fed hoje, estavam obtendo uma imagem incompleta – e provavelmente
imprecisa – de toda a população.
Isso nos leva de volta ao meme “meus pais na casa dos 30 anos”.
Pensamos que estávamos abrindo buracos nele, mas, embora possa não ser
verdade em todos os casos, certamente se aplica a um subconjunto
substancial de americanos de 20 e 30 e poucos anos.
Em vez disso, conseguimos, mais uma vez, provar a veracidade de um
meme muito mais nerd: a homenagem a Wald mostrando um avião cheio de
pontos vermelhos nas asas e na fuselagem, mas não nos motores ou na
cabine de comando.
Nesta segunda-feira (28), é celebrado o Dia do Funcionário Público, é
o profissional que ocupa um cargo público, que pode ser por meio de
concurso público ou livre nomeação, sob um regime estatuário. Seu
vínculo trabalhista é baseado na lei nº 8.112, de 1990. e nessa
modalidade de trabalho não há assinatura da carteira. Antes de sua
existência, os servidores eram chamados de funcionários públicos.
São responsáveis pela promoção da cidadania e fortalecimento da
democracia. Ao servir à sociedade, esse profissional garante o direito
dos brasileiros de terem acesso a serviços públicos de qualidade. É uma
nobre missão e, por isso, os servidores públicos merecem toda a nossa
admiração e respeito.
A secular participação dos servidores na colaboração do
desenvolvimento administrativo do País fica provada na manutenção do
formato de ações importantes aquinhoados com novas tecnologias para o
desenvolvimento do Brasil. O Dia do Servidor Público é uma celebração
de relevância porque nos relembra a importância do trabalho realizado
por todos os servidores públicos. Os servidores prestam serviços
fundamentais à população e são peças-chave para que a administração
pública brasileira ocorra da melhor maneira possível.
Também é uma figura fundamental no combate às irregularidades,
injustiças e corrupção que acontecem no interior da administração
pública. Isso porque a legislação brasileira concede a estabilidade para
todos os servidores públicos, e isso é fundamental para que esses
profissionais tenham autonomia ao atuarem no serviço público, combatendo
aqueles que tentam fazer mau uso dos bens e dos serviços públicos.
CURIOSIDADES – Karla Neto
Você sabia que o caldo de cana aumenta a energia e fortalece o sistema imunológico?
Reforço de órgãos vitais: O caldo de cana tem a capacidade de
fortalecer o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.
Nutrientes essenciais: O caldo de cana contém vários nutrientes
essenciais, como cálcio, potássio, ferro, magnésio e fósforo,
necessários para o bom funcionamento do corpo.
Esses benefícios são possíveis devido ao fato de o caldo de cana ser
rico em carboidratos, além de conter compostos com atividades
antioxidantes, como luteolina, apigenina e caroteno. Tem propriedades
antioxidantes que ajudam a fortalecer o sistema imunológico, diminuindo
inflamações e combatendo vírus e bactérias.
O caldo de cana é rico em carboidratos de fácil absorção que promovem
o aumento da energia, diminuindo a fadiga muscular. Assim, o caldo de
cana é uma boa opção para melhorar o desempenho físico quando consumida
antes ou durante os treinos de longa duração, ou alta intensidade.
Por ser uma bebida rica em calorias, o caldo de cana pode engordar,
mas somente quando é consumido em grandes quantidades, em uma dieta
desequilibrada e associado ao sedentarismo.
É comercializado em feiras e lanchonetes ao natural, e também pode
ser usado em receitas como vitamina, mousse, sucos e drinks. Além disso,
algumas pesquisas estão desenvolvendo o caldo de cana em pó, um produto
feito a partir da desidratação da cana-de-açúcar e que deve ser diluído
em água antes de se consumir.
Como fazer caldo de cana Para fazer o caldo de cana, basta colocar
600g de cana-de-açúcar descascada e picada em cubos no liquidificador
ou processador. Bater aos poucos até obter uma polpa. Em seguida,
deve-se coar bem a mistura até obter o caldo de cana.
O caldo de cana pode ser consumido ao natural e também pode ser usado
em receitas, como vitamina, mousse, sucos e drinks. Além disso, algumas
pesquisas têm desenvolvido o caldo de cana em pó, um produto que deve
ser diluído em água antes de se consumir.
Sabia que o palmito ajuda a preveni a pressão alta?
Por ser rico em potássio, o palmito, principalmente na forma fresca,
promove o relaxamento das artérias, facilitando a circulação do sangue e
ajudando a prevenir a pressão alta. Além disso, o potássio presente no
palmito também favorece a eliminação do excesso de sódio do sangue pela
urina.
O palmito é um vegetal que fornece alguns benefícios para a saúde
como favorecer o emagrecimento, evitar a osteoporose, fortalecer os
cabelos e ajudar na recuperação muscular. Tem baixo teor de gorduras e
carboidratos, diminuindo as calorias da dieta e favorecendo, assim, o
emagrecimento.
Por conter potássio, um mineral necessário para o bom funcionamento
do músculo, o palmito melhora o rendimento e ajuda na recuperação
muscular após o exercício físico, evitando cãibras.
Além disso, o potássio também é importante para manter os músculos,
pois esse mineral diminui a acidez do organismo, evitando a perda de
massa muscular. Esses benefícios são possíveis devido ao fato de o
palmito conter ótimas quantidades de fibras, potássio e zinco,
nutrientes com propriedades sacietogênicas, hipotensivas e estruturais.
É obtido do caule de algumas palmeiras, como juçara, açaí, bananeira
ou pupunha. Esse vegetal é comercializado na forma fresca e também é
encontrado em forma de conserva, sendo consumido sozinho ou usado em
preparações como tortas, risotos, cremes, sopas, saladas e macarrão de
palmito.
O potássio, presente em boas quantidades no palmito, é um mineral que
neutraliza o excesso de ácido no organismo, diminuindo a perda de
cálcio e evitando, assim, o desenvolvimento da osteoporose. Pode ser
consumido cozido, sozinho ou usado em preparações como tortas, saladas,
risoto, cremes, sopas, pastéis, empadão, moqueca e macarrão.
Sabia que as baratas conseguem viver um tempo sem cabeça? Veja!
Isso ocorre porque sua respiração não é controlada pelo cérebro, mas
por estruturas espalhadas pelo abdômen. Além disso, quando perdem a
cabeça, um gânglio nervoso localizado no tórax passa a coordenar os
movimentos, permitindo que fujam de ameaças.
Outro detalhe: o corpo delas tem um revestimento de células sensíveis
à luz, permitindo que corram para as sombras para se proteger. Por não
conseguirem beber água, acabam morrendo em até duas semanas.
As baratas são uma das espécies que menos alteram sua condição
genética ao longo dos milhões de anos de sua existência. A única mudança
está relacionada ao número de nervuras em asas e espinhos nas pernas.
As baratas têm dois pares de asas, mas ao contrário do que se imagina,
elas não são usadas para voar.
Elas não possuem olhos privilegiados, são quase cegas. A antena é seu
grande diferencial: é por ela que as baratas sentem gostos, cheiros,
detectam vibrações, mudanças de temperatura e umidade. É também por
causa das antenas que elas conseguem sair correndo antes mesmo de você
chegar até elas.
Em áreas urbanas as espécies de baratas mais comuns são duas: a
barata de esgoto. São ativas principalmente à noite, quando deixam seus
abrigos à procura de alimentos.
Possuem hábitos alimentares bastante variados, preferindo aqueles
ricos em amido, açúcar ou gordurosos. Podem alimentar-se também de
celulose como papéis, ou ainda excrementos, sangue, insetos mortos,
resíduos de lixo ou esgoto. Tem o hábito de regurgitar um pouco do
alimento parcialmente digerido e depositar fezes, ao mesmo tempo, em que
se alimentam. Preferem locais quentes e úmidos.
A barata de esgoto normalmente habita locais com muita gordura e
matéria orgânica em abundância, como galerias de esgoto, bueiros, caixas
de gordura e de inspeção. São excelentes voadoras.
Ives Granda da Silva Martins – Professor e Advogado
Em meus livros “Uma Breve Teoria sobre o Constitucionalismo” (Ed.
Magister) e “Uma Breve Teoria do Poder (Ed. Resistência Cultural),
procurei esclarecer minha concepção de que as teorias jurídicas sobre o
Poder e o Direito são meras formulações acadêmicas, que os governantes
aceitam ou não, conforme a imposição de sua vontade, sendo o querer do
povo relevante nas democracias, mas nem por isto o mais forte, e
inexistente nas ditaduras.
As teorias jurídicas sobre o Direito e aquelas sobre o poder são
sempre decorrentes da observação do exercício dos que assumem o poder ou
aplicam a lei, os quais normalmente não estão preocupados com teorias,
apenas o sendo quando são obrigados a respeitá-las. Em sua perspectiva
do poder, não poucas vezes, adotam a interpretação que lhes seja mais
conveniente, mesmo que não a melhor, se não encontram oposição
suficiente. Esta realidade torna a reflexão acadêmica sobre o poder e o
direito atividade prazerosa, o mais das vezes, entretanto, sem utilidade
maior.
Por esta razão, os grandes doutrinadores sobre o Direito e o Poder
são lembrados por suas teorias, poucos sendo aqueles que se
notabilizaram pela aplicação das mesmas. Alguns não foram tão bem
sucedidos como Pitágoras em Crotona ou Aristóteles, ao ver seu discípulo
Alexandre não seguir suas lições, assim como, no campo do Direito, a
época do Governos dos juízes foi o pior período da história de Israel.
À evidência, se os políticos e os magistrados, no mundo inteiro, nem
sempre primaram pela melhor conduta, não sendo poucas as histórias
pitorescas sobre seu comportamento menos ético, quando não trágicas na
aplicação de sentenças cruéis, guerras ou perseguições dramáticas, que
marcaram o evoluir da humanidade, nem por isto deixou de haver
estadistas e símbolos da magistratura, tendo eu o privilégio de ter
convivido com um destes juízes exemplares para o mundo José Carlos
Moreira Alves, no Brasil, e conhecido pessoalmente, nos Estados Unidos, o
grande Antonin Scalia.
O certo é que o mundo passa por um período de escassez de grandes
políticos, tendo algumas vezes os magistrados assumido mais o papel de
políticos do que de julgadores e aplicadores da lei que não poderiam ou
deveriam elaborar.
Em relação aos políticos, o baixo nível de conhecimento de teorias
políticas, por falta de leitura dos clássicos, talvez seja um dos
fatores desta reincidência permanente dos erros históricos que, através
dos tempos, tem praticado.
No Brasil, por exemplo, não se discute o carisma do Presidente Lula,
mas, não obstante o grande número de doutoramentos “honoris causa” que
possui, a leitura dos clássicos nunca parece ter sido sua maior
especialidade.
Na Suprema Corte, apesar da qualidade intelectual de seus Ministros,
apenas três dos onze vieram da magistratura. Os demais passaram a ser
magistrados quando escolhidos por seu único eleitor, que foi o
Presidente da República.
Como participei de três bancas de exame para magistratura, tendo
examinado em torno de sete mil candidatos para escolha, na soma dos três
concursos (dois da magistratura federal e um da estadual), de menos de
cem magistrados, sei o quanto é difícil ser um juiz de primeira
instância no Brasil.
Por isto, volto à proposta feita à Constituintes de que o ideal
seria, para a escolha de magistrados do Supremo Tribunal, que o Conselho
Federal da Ordem indicasse seis nomes, o Conselho do Ministério Público
seis e os três tribunais superiores, seis (STF, STJ e TST). O
presidente escolheria um entre os 18 nomes indicados pela cúpula das
três Instituições e, necessariamente, oito dos Ministros viriam da
magistratura e três, alternadamente, do Ministério Público e da
Advocacia, preservando-se o denominado “quinto constitucional”, não tão
quinto assim.
Enfim, são algumas considerações sobre Direito e Poder para os meus leitores.
Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades
Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das
Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de
Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região,
professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin
de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das
Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da
Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de
Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Acade mia Paulista de Letras
(APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).
Big tech tem o desafio de combinar IA com seu maior “ganha-pão” – no
caso, seu motor de buscas – sem canibalizar um modelo vencedor
Photo by Rajeshwar Bachu on Unsplash
Em meio a todo o hype em torno da inteligência artificial, inclusive
com rodadas astronômicas como a da OpenAI que foi divulgada essa semana,
questões sobre como uma tecnologia cara como a IA generativa vai se
monetizar, o Google já está colocando em prática algumas formas de como
fazer isso. Essa semana, a companhia de Mountain View está implementando
ads no AI Overviews, colocando propagandas em meio às suas respostas
geradas por IA para os usuários.
Segundo reportou o site The Information, a novidade é uma mudança há
muito tempo planejada pela big-tech, em um esforço para criar uma nova
fonte de receita, misturando seus recentes avanços em IA com seu maior
“ganha-pão” – no caso, seu motor de buscas.
Em seu blog, a empresa deu exemplos de como suas respostas geradas
por IA já podem incluir anúncios. “Se alguém pesquisar como remover uma
mancha no jeans, o Google responderá com um resumo de várias opções
junto com anúncios de compras de removedores de manchas”, disse Shashi
Thakur, vP de anúncios do Google, no post.
Segundo analistas, o novo modelo de monetização de ads com IA vai ser
um bom teste para ver como o Google vai incorporar respostas de IA
generativa e anúncios em seu sistema de buscas, ao mesmo tempo em que
tem o desafio de não canibalizar o modelo tradicional de ads, que em
2023 rendeu US$ 238 bilhões para a companhia.
“Esse anúncio era inevitável e continua a tendência do Google
desenvolver tendências de conversação às custas da pesquisa clássica”,
disse o analista da Forrester Research, Nikhil Lai. “Os anunciantes
estão dando de ombros e se adaptando a essa forma de monetizar
comportamentos de pesquisa, mas os consumidores não se atualizaram tão
rápido.”
Enquanto isso, os anunciantes sabem que o negócio principal do Google
é pesquisa e publicidade – pra ser mais preciso, a empresa detém 90% do
share quando o assunto é buscas. Para eles, a maneira mais óbvia para o
Google monetizar AI Overviews é por meio de links patrocinados, ele
continuou.
Enquanto outros provedores de pesquisa de IA, como a Perplexity AI,
estão lançando produtos para competir no domínio do Google quando se
trata de pesquisa, a big tech ainda detém quase 90% do mercado de
pesquisa em todo o mundo. “O que estamos vendo é que o volume geral de
consultas está aumentando no Google, Reddit, TikTok, Bing e Perplexity.
Mas nenhum mecanismo está tirando participação do outro”, disse Lai.
A competição existe, e outros nomes estão se apresentando para o
combate na arena dos motores de busca, como a Perplexity and a própria
OpenAI, que está testando protótipos de um motor de busca – o seu
SearchGPT. Ambos também estão testando alternativas de publicidade e
monetização para estes sistemas de busca.
“O fato de eles estarem se preocupando em continuar lançando novos
recursos, adicionando anúncios à experiência do AI Overviews, sugere
que, a longo prazo, eles ainda sentem que talvez a maior ameaça à sua
posição atual como o gigante das buscas do mundo, seja a IA generativa”,
disse Damian Rollison, diretor de insights de mercado da SOCi, uma
fornecedora de tecnologia de marketing de IA, em um post no LinkedIn.
O que é marketplace e por que investir nessa plataforma
ÚnicaPropaganda e Moysés Peruhype Carlech
Milhares de internautas utilizam o marketplace diariamente para fazer
compras virtuais. Mas muitos ainda desconhecem seu conceito e como ele
funciona na compra e venda de produtos.
Afinal, o que é marketplace?
O marketplace é um modelo de negócio online que pode ter seu funcionamento comparado ao de um shopping center.
Ao entrar em um shopping com a intenção de comprar um produto
específico, você encontra dezenas de lojas, o que lhe permite pesquisar
as opções e os preços disponibilizados por cada uma delas. Além de
comprar o que você planejou inicialmente, também é possível consumir
outros produtos, de diferentes lojas, marcas e segmentos.
Leve isso ao mundo virtual e você entenderá o conceito de
marketplace: um lugar que reúne produtos de diversas lojas, marcas e
segmentos. A diferença é que no ambiente virtual é mais fácil buscar
produtos, e existe a facilidade de comprar todos eles com um pagamento
unificado.
Os principais marketplaces do Brasil
A Amazon foi a primeira a popularizar esse modelo de negócio pelo mundo, e até hoje é a maior referência no assunto
No Brasil, o marketplace teve início em 2012. Quem tornou a
plataforma mais conhecida foi a CNova, responsável pelas operações
digitais da Casas Bahia, Extra, Ponto Frio, entre outras lojas.
Hoje, alguns nomes conhecidos no marketplace B2C são: Americanas,
Magazine Luiza, Netshoes, Shoptime, Submarino e Walmart. No modelo C2C,
estão nomes como Mercado Livre e OLX. Conheça os resultados de algumas
dessas e de outras lojas no comércio eletrônico brasileiro.
Aqui no Vale do Aço temos o marketplace da Startup Valeon que é uma
Plataforma Comercial de divulgação de Empresas, Serviços e Profissionais
Liberais que surgiu para revolucionar o comércio do Vale do Aço através
de sua divulgação online.
Como escolher o marketplace ideal para sua loja
Para ingressar em um marketplace, é preciso cadastrar sua loja,
definir os produtos que serão vendidos e iniciar a divulgação. Mas é
fundamental levar em consideração alguns pontos importantes antes de
decidir onde incluir sua marca:
Forma de cobrança: cada marketplace possui seu modelo de comissão
sobre as vendas realizadas, que pode variar de 9,5% a 30%. O que
determina isso é a menor ou maior visibilidade que o fornecedor
atribuirá a seus produtos. Ou seja, o lojista que quer obter mais
anúncios para seus produtos e as melhores posições em pesquisas pagará
uma comissão maior.
Na Startup Valeon não cobramos comissão e sim uma pequena mensalidade para a divulgação de seus anúncios.
Público-alvo: ao definir onde cadastrar sua loja, é essencial
identificar em quais marketplaces o seu público está mais presente.
Garantimos que na Valeon seu público alvo estará presente.
Concorrentes: avalie também quais são as lojas do mesmo segmento que
já fazem parte da plataforma e se os seus produtos têm potencial para
competir com os ofertados por elas.
Felizmente não temos concorrentes e disponibilizamos para você cliente e consumidores o melhor marketplace que possa existir.
Reputação: para um marketplace obter tráfego e melhorar seus
resultados em vendas precisa contar com parceiros que cumpram suas
promessas e atendam aos compradores conforme o esperado. Atrasos na
entrega, produtos com qualidade inferior à prometida e atendimento
ineficiente são fatores que afastam os usuários que costumam comprar
naquele ambiente virtual. Ao ingressar em um marketplace, certifique-se
de que a sua loja irá contribuir com a boa reputação da plataforma e
pesquise as opiniões de compradores referentes às outras lojas já
cadastradas.
Temos uma ótima reputação junto ao mercado e consumidores devido a seriedade que conduzimos o nosso negócio.
Vantagens do marketplace
A plataforma da Valeon oferece vantagens para todos os envolvidos no comércio eletrônico. Confira abaixo algumas delas.
Para o consumidor
Encontrar produtos de diversos segmentos e preços competitivos em um único ambiente;
Efetuar o pagamento pelos produtos de diferentes lojistas em uma única transação.
Para o lojista
Ingressar em um comércio eletrônico bem visitado e com credibilidade, o que eleva a visibilidade de seus produtos;
Fazer parte de uma estrutura completa de atendimento e operação de
vendas com um menor investimento, considerando que não será necessário
pagar um custo fixo básico, como aconteceria no caso de investir na
abertura de uma loja física ou online.
Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:
• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;
• Atraímos visualmente mais clientes;
• Somos mais dinâmicos;
• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;
• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;
• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.
• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em
buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para
impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as
suas vendas.
Para o Marketplace
Dispor de uma ampla variedade de produtos em sua vitrine virtual, atraindo ainda mais visitantes;
Conquistar credibilidade ao ser reconhecido como um e-commerce que
reúne os produtos que os consumidores buscam, o que contribui até mesmo
para fidelizar clientes.
Temos nos dedicado com muito afinco em melhorar e
proporcionar aos que visitam o Site uma boa avaliação do nosso canal
procurando captar e entender o comportamento dos consumidores o que nos
ajuda a incrementar as melhorias e campanhas de marketing que
realizamos.
Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (App)