quinta-feira, 24 de outubro de 2024

A MASTURBAÇÃO FEMININA VISTA COMO TABU É UMA PRÁTICA NATURAL E SAUDÁVEL

 

IJoão Borzino – Médico e Terapeuta Sexual –  responde se a mulher pode se masturbar diariamente

A masturbação feminina, ainda vista como um tabu em muitos círculos sociais, é uma prática natural e saudável que envolve o autoconhecimento do próprio corpo. Segundo o médico e terapeuta sexual João Borzino, através dela, a mulher explora suas zonas erógenas, promovendo o prazer e, em muitos casos, contribuindo para uma maior conexão com sua sexualidade.

 “No entanto, o tema historicamente foi cercado por preconceitos e desinformação, especialmente em comparação ao comportamento masculino”, ressalta.

Dr. João afirma que ao longo da história, a masturbação feminina tem sido reprimida por questões culturais e religiosas, diferentemente da masculina, que muitas vezes foi encarada com mais tolerância.

“Nos tempos vitorianos, por exemplo, acreditava-se que qualquer comportamento sexual feminino fora do casamento, incluindo a masturbação, era sinal de desvio moral. Infelizmente, resquícios dessa visão ainda existem, alimentando uma repressão psicológica em pleno século XXI. Felizmente, os avanços nas ciências sexuais e no movimento de empoderamento feminino têm contribuído para uma visão mais aberta e saudável sobre o tema”.

Segundo ele, estatísticas globais indicam que a prática da masturbação é comum entre mulheres, embora a frequência varie. “Estudos apontam que cerca de 70% das mulheres se masturbam ao longo da vida, mas a frequência com que isso ocorre é geralmente menor do que entre os homens. Os homens costumam se masturbar mais frequentemente, possivelmente devido a menos tabus culturais e a maior aceitação social do comportamento masculino nesse contexto. No entanto, a prática feminina está se tornando mais frequente à medida que as mulheres ganham mais espaço na conversa sobre sexualidade e autonomia corporal”.

O médico relata que ao longo de anos de experiência clínica, pode atender a muitas mulheres enfrentando problemas sexuais diversos. Uma queixa comum é a dificuldade em atingir o orgasmo, seja sozinha ou com um parceiro.

“Nessas situações, a masturbação pode ser uma ferramenta poderosa para o autoconhecimento, ajudando a mulher a descobrir o que lhe traz prazer, e eventualmente, comunicar melhor essas necessidades ao parceiro. Outro desafio frequente é a baixa libido, muitas vezes relacionada ao estresse, pressões sociais e familiares, e até mesmo dores menstruais e sexuais. A prática da masturbação pode aliviar algumas dessas tensões, funcionando como uma forma de liberar tensões físicas e psicológicas.A falta de educação sexual para as mulheres também é um fator que perpetua o tabu da masturbação feminina. Muitas mulheres ainda se sentem envergonhadas ou culpadas por explorar seus corpos, seja pela influência religiosa, cultural ou familiar. Essa repressão cria barreiras que dificultam a aceitação plena da própria sexualidade”,

João Borzino afirma que não há um número “correto” ou limite fixo para a masturbação. “Desde que a prática não interfira nas atividades diárias ou nos relacionamentos. A masturbação se torna problemática apenas quando é usada como uma válvula de escape para problemas emocionais ou interfere negativamente na vida cotidiana da pessoa”.

Segundo ele, a masturbação pode ter um impacto positivo na relação da mulher com seu corpo. “Ao se conhecer e se tocar, a mulher pode desenvolver uma aceitação maior de suas particularidades físicas, entendendo seu corpo como uma fonte de prazer, e não de vergonha ou insatisfação. Em alguns casos, pode até ajudar na melhora da autoimagem, já que o prazer pode promover uma relação mais positiva com a própria anatomia”.

O terapeuta sexual ressalta que sexualidade feminina está diretamente conectada ao bem-estar emocional e físico. “Mulheres que têm uma relação saudável com sua sexualidade, incluindo a prática da masturbação, tendem a ter relacionamentos mais satisfatórios e equilibrados, tanto no campo romântico quanto no familiar e profissional. O autoconhecimento sexual contribui para uma comunicação mais aberta e honesta, o que fortalece a intimidade com o parceiro e também o entendimento sobre seus próprios limites e desejos”.

Não há contra-indicações de ser feita diariamente

A masturbação pode ser feita até diariamente, de acordo com o médico. “Desde que isso não se transforme em uma compulsão ou cause desconforto físico. Para muitas mulheres, a masturbação diária pode ser uma forma saudável de aliviar o estresse e promover o bem-estar”.

Benefícios da prática

A masturbação feminina pode ser benéfica para o relacionamento, pois permite que a mulher conheça melhor seu corpo e o que lhe dá prazer, analisa o médico. “Essa descoberta pode ser compartilhada com o parceiro, tornando a vida sexual mais satisfatória. O segredo está em manter um equilíbrio, onde a masturbação não substitua o sexo em um relacionamento, mas sim o complemento”.

E são diversos os benefícios da prática. “Incluem a liberação de endorfinas, que são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar, redução do estresse, alívio de dores menstruais e, claro, o autoconhecimento sexual. Além disso, a prática regular pode melhorar a qualidade do sono e até fortalecer o sistema imunológico”.

Borzino pontua que não há malefícios inerentes à masturbação, desde que não se torne uma compulsão. “O excesso pode ser um sinal de que a pessoa está utilizando a prática como fuga de questões emocionais ou de relacionamento, e nesse caso, pode ser importante buscar ajuda profissional”

Ele acredita que a masturbação é um ato de empoderamento, pois envolve a mulher se apropriar de seu corpo e de sua sexualidade, sem depender de normas externas ou de parceiros para atingir o prazer. “Trata-se de uma quebra de paradigmas, onde a mulher é protagonista do seu prazer, o que reflete também em outras áreas de sua vida, promovendo maior confiança e autonomia”.

Mitos sobre o tema

O médico destaca que um dos mitos mais comuns é que a masturbação prejudica o relacionamento ou a vida sexual em si. “Na verdade, o oposto é verdadeiro: ela pode melhorar a vida sexual ao ajudar a mulher a conhecer seu corpo. Outro mito é que a masturbação causa problemas físicos, como infertilidade, o que não tem base científica. A verdade é que a prática, quando feita de forma saudável, traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental. Importante salientar que que a salutar quando não substitui o sexo, quando não é exclusivo ( só sente prazer com a masturbação), quando não causa perdas nos relacionamentos e atividade laboral, familiar e social”

Falar sobre masturbação feminina ainda é difícil para muitas mulheres, devido aos estigmas e tabus impostos pela sociedade. “No entanto, é fundamental entender que essa é uma prática natural e que pode melhorar significativamente a qualidade de vida sexual. Se você sente desconforto ou enfrenta dificuldades para explorar sua sexualidade, saiba que não está sozinha. Procure ajuda profissional, converse com seu parceiro ( se tiver um) e permita-se a liberdade de conhecer e respeitar seu corpo. Soluções existem, e seu bem-estar sexual e emocional merece atenção e cuidado. A sexualidade não está isolada, ela é parte da vitalidade do ser humano, e por isso deve ser devidamente cuidada como “parte de um todo”. Ser reprimida sexualmente causa muita frustração e vice-versa.Quebrar o silêncio e buscar informações é o primeiro passo para uma vida sexual mais saudável e satisfatória”, finaliza.

A GERAÇÃO Z É UMA GERAÇÃO MUITO RESILIENTE E CHEIA DE RECURSOS

 

Sabrina Bezerra – Jornalista StartSe

Fast Company fez uma pesquisa sobre o comportamento da Geração Z no mercado de trabalho. Confira!

Foto: via Canva

Você sabe liderar a Geração Z? O que pensam? Como agem? A Fast Company fez uma pesquisa sobre o que você precisa descobrir sobre a Geração Z. O primeiro passo aconselhado é quebrar os estereótipos. Apesar de a Gen Z ser conhecida como a geração preguiçosa, não é bem assim.


“A verdade é que a Geração Z é uma geração muito resiliente e cheia de recursos.” É o que diz Oliver Pangborn, CMO da consultoria de marcas YPulse. Assim, como você pode trazer as melhores qualidades dessas pessoas? Em primeiro lugar, conhecendo o perfil da Geração Z.

  • Você sabia que 92% da Gen Z relataram que abriram seu próprio negócio contra 86% dos Millennials? 

Em outras palavras, você tem pessoas no time com maior probabilidade de ser intraempreendedoras ― uma das qualidades desejadas pelas empresas.

Embora o Monitor de Empreendedorismo Global dos Estados Unidos de 2021-2022 do Babson College tenha relatado números mais baixos comparativamente, a Geração Z continuou sendo a geração com o impulso empreendedor mais forte.

POR QUÊ?

“A mentalidade empreendedora da Geração Z não tem precedentes. Eles lançaram startups, empresas e organizações de caridade sem fins lucrativos desde o ensino médio, aproveitando as plataformas e as tecnologias de mídia digital e social que estão disponíveis para eles (…).”

“Eles querem adotar a mesma abordagem empreendedora no primeiro dia em que ingressam em uma empresa como funcionários. Líderes e empregadores que reconhecem isso sobre a Geração Z irão prosperar e ter sucesso”, diz Mark Beal, professor assistente da Rutgers University e autor de vários livros sobre a Geração Z.


O QUE VOCÊ PODE APRENDER COM ISSO?

Observe que a Geração Z é mais empreendedora e se preocupa em causar um impacto pessoal na sociedade do que qualquer geração anterior. 

“São facilmente engajados em ambientes de trabalho intraempreendedores, enquanto mudam rapidamente para cargos em que não se vêem facilmente sendo promovidos, causando um impacto único na empresa ou tendo controle sobre seu futuro”, diz Avante Price, CEO da Posh.

O QUE NÃO FAZER?

“Não tente sufocar a criatividade e a pressa. Amplifique-o no local de trabalho, mesmo que não se encaixe no molde corporativo”, aconselha Meagan Loyst, fundadora da Gen Z VCs. O caminho? Estimule o intraempreendedorismo e senso de pertencimento dos liderados da Gen Z.

FANS TOKENS DA VALEON

Os Clubes de Futebol no Brasil e no Mundo estão alinhados fora de campo e estão investindo em inovação e no mercado de criptoativos, mais especificamente as Fans Tokens que são moedas digitais chamadas de CHILIZ(CHZ).

A novidade é atribuir um valor de ativo financeiro a um produto com o qual o fã cria relacionamentos e experiências com o Clube de Futebol e que antes era apenas um serviço sem valor de revenda ou de valorização desse ativo. As Fans Tokens ajudam os clubes a melhorar a parte financeira.

Assim como nenhum elemento do marketing faz nada sozinho, não só em clubes, mas em qualquer empresa, as Fans Tokens também precisam ter a imagem trabalhada para chegar ao consumidor de forma clara, oferecendo algo que seja palatável e legível ao torcedor, ou seja, as pessoas precisam entender do que se trata este ativo digital para poder consumi-lo.

Como toda inovação, as Fans tokens ainda estão numa fase inicial e todos nós estamos aprendendo com elas. Não podemos perder de foco é que a tecnologia não pode ser o fim, a tecnologia é simplesmente o meio e é a chave para o engajamento e temos que compreender que a tecnologia pode gerar lucro, construir operações sustentáveis, proteger a integridade da concorrência, desenvolver multiplataformas e muito mais.

Engajar os fãs não é algo exclusivo do esporte. Pelo contrário, todas as marcas querem encantar seus consumidores e engajá-los das mais variadas formas. Descobrir essas formas é uma das muitas atividades de quem trabalha com comportamento do consumidor.

Em marketing, podemos definir o engajamento do cliente como os comportamentos espontâneos, interativos e cocriativos do consumidor, principalmente em trocas não transacionais entre consumidor e empresa para atingir seus objetivos individuais e sociais.

Em outro contexto, porém, podemos pensar no engajamento como um estado de espírito motivacional relacionado à marca e dependente do contexto de um cliente, caracterizado por níveis específicos de atividade cognitiva, emocional e comportamental nas interações da marca. E, nesse aspecto, surge um fator importante: como os consumidores engajados fornecem referências e recomendações para produtos específicos, o engajamento do cliente é um elemento-chave nas estratégias das empresas para o desenvolvimento de soluções, de novos produtos e retenção de clientes. É aqui que surge a ideia da monetização.

A Startup Valeon cria as FANS TOKENS VALEON para premiar uma enorme comunidade de consumidores que utilizam as redes sociais, que são o nosso público-alvo, que são as pessoas que achamos que podem realmente se beneficiar do nosso produto que é a Plataforma Comercial Marketplace Valeon e muitas vezes não possuem o conhecimento básico de como o nosso produto funciona.

As Fans Tokens são para aqueles que não querem apenas ser espectadores, mas para aqueles que desejam ter um papel mais ativo na comunidade das redes sociais.

A tokenização fornece novas maneiras inspiradoras de classificar valor, criando novos ativos ou reinventado os tradicionais, abrindo portas para melhoria de processos totalmente novos, fluxos de receitas e envolvimento dos clientes com novas oportunidades.

Pensando nisso, a Startup Valeon através do seu Site, aposta na possibilidade de trazer o consumidor que pode estar longe ou não conhece a Valeon para perto da gente e ainda ser nosso colaborador participando ativamente do nosso desenvolvimento, gerando transformações e tendo o direito de fornecer conhecimentos específicos para o desenvolvimento do Site.

Valor do Fan Token Valeon = R$ 1,00

Solicitamos a colaboração dos consumidores do Vale do Aço para as oportunidades de influenciarem em algumas decisões do nosso dia-a-dia e quanto maior o peso de suas opiniões, mais Fan Tokens irá ganhar.

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IPAT/1/08/2024

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quarta-feira, 23 de outubro de 2024

BOLSONARO FAZ APOIO ANTECIPADO EM NOME DO PL PARA O CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DO SENADO DAVI ALCOLUMBRE

 

História de Guilherme Caetano – Jornal Estadão

BRASÍLIA – Uma declaração de Jair Bolsonaro (PL) ao canal AuriVerde Brasil no YouTube na segunda-feira, 21, incomodou a bancada de seu partido no Senado Federal.

O ex-presidente defendeu, numa entrevista ao canal de 2 milhões de inscritos, apoio do PL à eventual candidatura de Davi Alcolumbre (União-AP) à sucessão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na Casa.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) Foto: Wilton Junior/Estadao

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) Foto: Wilton Junior/Estadao

Membros da bancada, no entanto, não gostaram da manifestação antecipada, por entenderem que Bolsonaro “queima um cartucho” antes da hora e prejudica a articulação dos bolsonaristas, que gostariam de negociar o apoio a Alcolumbre antes da eleição.

Bolsonaro defende que o PL não lance uma candidatura própria para não ter de lidar com o ônus de uma eventual derrota, assim como aconteceu com Rogério Marinho (PL-RN) em fevereiro de 2023. Derrotado, o partido acabou apartado dos principais postos de poder na Casa.

“Quando você perde uma eleição para o Senado, você não tem nenhuma vaga na Mesa Diretora e nem nas comissões. Então nós ficamos ali como zumbis dois anos dentro do Senado. E nós sabemos hoje em dia que a eleição do Davi Alcolumbre é 99% certa. Se você lançar uma chapa de novo você fica mais dois anos com água e palitos”, afirmou Bolsonaro na entrevista.

A ideia do ex-presidente é aumentar a bancada do PL até a eleição para poder pleitear a vice-presidência do Senado, cadeira que teria poder para pautar projetos na ausência de Alcolumbre, como a anistia a condenados pelo 8 de Janeiro e ataques à democracia.

“O fato concreto do momento é o Davi Alcolumbre presidente do Senado, quer queira, quer não. Agora, nós queremos ter, por exemplo, a vice-presidência do Senado? Que, na ausência do Alcolumbre, a gente possa botar coisa em pauta que interessa para nós? Vocês sabem o que interessa para nós, é a anistia, entre tantas coisas”, declarou Bolsonaro em seguida.

Parlamentares bolsonaristas, no entanto, reconhecem que o assunto dificilmente deve avançar com a composição atual do Congresso. Mas esperam que a pauta ganhe musculatura se o PL conseguir uma votação expressiva para o Senado na eleição de 2026. Com maioria das cadeiras, a sigla de Bolsonaro seria capaz de confrontar o poder do Supremo Tribunal Federal (STF) e aprovar processo de impeachment contra membros da Corte.

ANEEL INTIMA A CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA DE SÃO PAULO ENEL SOBRE APAGÕES

 

História de Renan Monteiro – Jornal Estadão

BRASÍLIA – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou há pouco que foi encaminhado à Enel SP um termo de intimação em função da “reincidência quanto ao atendimento insatisfatório aos consumidores em situações de emergência”. A intimação inicia o processo para posterior avaliação de recomendação de caducidade da concessão.

A tempestade de 11 de outubro deixou mais de 3 milhões de unidades consumidoras sem energia. A Aneel cita descumprimento do plano de contingência ajustado pela distribuidora com o regulador nacional e a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp).

Apagão do dia 11 de outubro deixou mais de 3 milhões de endereços sem energia na Grande São Paulo Foto: Werther Santana/Estadão

Apagão do dia 11 de outubro deixou mais de 3 milhões de endereços sem energia na Grande São Paulo Foto: Werther Santana/Estadão

“A intimação da empresa integra relatório de falhas e transgressões, que inicia processo para avaliação de recomendação de caducidade a ser apreciada pela Diretoria da Aneel e, depois, encaminhada ao Ministério de Minas e Energia (MME)”, cita em nota a agência.

Na próxima segunda-feira, o processo será distribuído para relatoria na sessão pública semanal. A distribuidora tem 15 dias contados do recebimento do termo para apresentar sua manifestação.

“A Diretoria da Aneel avaliará os elementos trazidos pela distribuidora em sua manifestação, oportunidade em que decidirá se é cabível a recomendação de caducidade da concessão ao MME”, diz a nota.

A Enel justifica as frequentes interrupções no serviço de energia em São Paulo nos últimos anos às mudanças climáticas. “Temos energia em todas as casas hoje no Brasil por conta do método de rede aérea (de fiação elétrica via postes). Mas essa rede aérea é mais suscetível a eventos climáticos”, afirmou o presidente da Enel São Paulo, Guilherme Lencastre, na quinta-feira, 17.

Lencastre também afirmou que a rede elétrica de São Paulo é antiga, com pontos de instalação de mais de 100 anos, e demandam investimento de longo prazo para modernização. Na cidade de São Paulo, a Enel possui 43 mil quilômetros de rede de distribuição em toda a área de concessão, sendo 40 mil quilômetros aérea e 2,6 mil quilômetros subterrânea.

Na quinta-feira, o presidente da concessionária em São Paulo disse ainda que o contrato de concessão está sendo cumprido, inclusive as cláusulas que determinam fatores que, quando não cumpridos, podem levar à caducidade.

Aneel intimia a Enel e alega 'atendimento insatisfatório aos consumidores em situações de emergência'. Foto: Werther Santana/Estadão

Aneel intimia a Enel e alega ‘atendimento insatisfatório aos consumidores em situações de emergência’. Foto: Werther Santana/Estadão

Nos últimos meses, já tinham sido registradas quedas de luz no centro de São Paulo. Assim como nas regiões leste e norte da capital. Em novembro de 2023, parte da população sofreu com blecaute que afetou 2,2 milhões de imóveis.

Multas milionárias

A concessionária já recebeu penalizações de Aneel, Procon e Senacon ao longo dos últimos anos, somando quase R$ 400 milhões em multas, mas a Justiça suspendeu o pagamento da maior parte do valor. Só na Aneel, a empresa acumula oito penalidades desde 2018, as quais somam multas de mais de R$ 320,8 milhões. As mais altas foram suspensas na Justiça e menos de 20% das penalidades foram pagas.

Dentre os motivos das multas aplicadas pela Aneel, estão “qualidade do fornecimento”, “descumprimento de determinação” e “qualidade do atendimento ao consumidor”, dentre outras.

Nos últimos dias, todos os lados políticos se levantaram contra a companhia, pressionando pelo fim da concessão do contrato da Enel. A empresa se transformou em alvo do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e do seu oponente nesta eleição, Guilherme Boulos (PSOL).

As críticas também vieram do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A principal queixa é porque a Enel, ao longo dos últimos anos, reduziu o quadro de funcionários e, mais recentemente, cortou investimentos. Assim, não estaria conseguindo prestar um serviço minimamente aceitável.

Qual o histórico da Enel em outras cidades e países?

A crise de fornecimento de energia elétrica em São Paulo não é a primeira a ter a Enel no centro da questão. A companhia já tinha um histórico de problemas em Goiás, e registra falhas e ações movidas pelo Ministério Público em cidades do Rio de Janeiro e do Ceará. A concessionária enfrenta questionamentos até em filiais fora do País, como o caso do braço da empresa que opera no Chile.

Em Goiás, após sucessivos apagões que resultaram em prejuízos para produtores rurais e desassistência à população, a companhia foi praticamente “expulsa” pelo governo do Estado, que mobilizou o Ministério Público Federal, o Ministério de Minas e Energia e a Aneel para encerrar a atividade da empresa em solo goiano.

No Rio, o Ministério Público Estadual já abriu ações contra a empresa por problemas que se repetem no fornecimento em pelo menos cinco cidades: Niterói, Petrópolis, Paraty, Duas Barras e Resende. Há apagões, demora em restabelecer o serviço e falta de prazos.

No Ceará, a Assembleia Legislativa do Estado (Alece) e o Ministério Público (MP-CE) adotaram medidas contra a Enel desde 2019 por conta de apagões que têm prejudicado o comércio, o turismo e a área da saúde. Os fatos são descritos no relatório da CPI da Enel, publicado em maio deste ano. Os parlamentares pedem a caducidade do contrato.

No Chile, em agosto, o presidente Gabriel Boric determinou que sua equipe reveja a concessão da Enel após um grande apagão. Na ocasião, Boric subiu o tom contra a Enel e disse que o comportamento da empresa é “inaceitável”.

BRICS ATENDEM O BRASIL E EXCLUEM A VENEZUELA DA LISTA DE ACESSO AO BLOCO

 

Blog do Caio Junqueira – CNN Brasil

Da América Latina, entraram na lista apenas Cuba e Bolívia

Cúpula dos Brics 2024
Cúpula dos Brics 2024 • Reuters

A Cúpula dos Brics decidiu atender ao pedido do Brasil e excluiu a Venezuela da lista de possíveis parceiros do bloco.

Da América Latina, entraram na lista apenas Cuba e Bolívia. Além deles, estão na lista Belarus, Indonésia, Cazaquistão, Malásia, Nigéria, Tailândia, Turquia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã.

O próximo passo é avaliar quais desses países entrarão no grupo. Se todos forem confirmados, a Rússia, que sedia a cúpula, fará contato com as nações da lista para confirmar que elas querem mesmo juntar-se por meio dessa nova categoria de membros.

Diplomatas brasileiros envolvidos nas negociações na Cúpula dos Brics relataram que o Brasil usou o argumento de que é necessário haver consenso entre  países grupo para barrar novos entrantes.

A regra do consenso foi usada nos bastidores especialmente como justificativa para impedir a entrada da Venezuela.

“Não creio que haja veto a Venezuela no sentido formal, mas as decisões são normalmente por consenso”, disse à CNN o assessor internacional da Presidência da República, Celso Amorim.

Na segunda-feira (21), ele já havia dito à CNN ser contrário à entrada do país no grupo.

O problema para o Brasil é que a regra de consenso não existe formalmente. As entradas acabam ocorrendo a partir de um processo muito mais político do que jurídico.

Isso significa que, a despeito de o Brasil ou qualquer outro país colocar objeções à entrada de um novo país, isso é arbitrado dentro de uma negociação política.

Originalmente, os Brics são formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Recentemente, houve a ampliação e entrada de Irã, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Egito.

RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS FICAM ESTREMECIDAS APÓS O VETO DO BRASIL À ENTRADA DA VENEZUELA NO BRICS

 

História de CdB – Correio do Brasil

A Venezuela ficou de fora da lista de convidados para o BRICS, após o veto do Brasil e, segundo fontes diplomáticas ouvidas pela reportagem do Correio do Brasil nesta manhã, por telefone, as relações diplomáticas entre Caracas e Brasília “estão por um fio”.

Por Redação, com agências internacionais – de Kazan, Rússia

A Cúpula do BRICS, o grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, entre outros, começou nesta terça-feira com a missão de acelerar o processo de expansão do bloco. Há a expectativa pela adesão de novos países.

O diplomata Celso Amorim é assessor de máxima confiança do presidente Lula

O diplomata Celso Amorim é assessor de máxima confiança do presidente Lula

A Venezuela, no entanto, ficou de fora, após o veto do Brasil à iniciativa e, segundo fontes diplomáticas ouvidas pela reportagem do Correio do Brasil nesta manhã, por telefone, as relações diplomáticas entre Caracas e Brasília “estão por um fio”.

Nos últimos dias, cresceu a expectativa de que o Brasil não endossaria a entrada da Venezuela e da Nicarágua no grupo, o que se consolidou nas últimas horas.

Expansão

Nesta manhã, os países fundadores do bloco fecharam a lista final dos dez países que devem ser convidados para o plano de expansão do grupo de emergentes do Sul Global. Nicarágua e Venezuela ficaram de fora da lista, a pedido do governo brasileiro.

Cuba e Bolívia foram convidados. Fecham a lista Indonésia, Malásia, Usbequistão, Casaquistão, Tailândia, Nigéria, Uganda, Turquia e Belarus. Diplomatas brasileiros na Rússia conseguiram incluir nas negociações uma menção à reforma do Conselho de Segurança da ONU, uma antiga reivindicação do Itamaraty e também da diplomacia indiana.

O Brasil era contra a entrada da Nicarágua no grupo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o antigo aliado Daniel Ortega afastaram-se, depois que o Brasil tentou interceder por religiosos católicos perseguidos pela revolução sandinista. O embaixador brasileiro em Manágua foi expulso do país, em agosto.

ONU e G-77

Na véspera, por sua vez, o diplomata Celso Amorim, assessor de assuntos internacionais do presidente Lula, disse ser contrário à entrada da Venezuela no bloco.

— Há um excesso de nomes colocados à mesa. O BRICS tem que conservar a sua essência de países expressivos e com influência nas relações internacionais. Não estou diminuindo os outros países (candidatos), mas para isso tem a ONU e o G-77 — acrescentou o diplomata.

Um dos objetivos do encontro na Rússia, liderado por Vladimir Putin, é criar um grupo de novos associados ao BRICS. Esses países teriam acesso às reuniões, mas ainda não sem direito a voto.

UM MINISTRO DO STF TEM MAIS PODER QUE O CONGRESSO QUE ELABORA AS LEIS?

 

História de CÉZAR FEITOZA – Folha de São Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a Proposta de Emenda à Constituição que proíbe a derrubada de leis por decisão individual de ministros é um aprimoramento do Judiciário.

“[A proposta] alinha o funcionamento do Poder Judiciário às necessidades do Estado democrático de Direito, promovendo um equilíbrio salutar entre os Poderes, sem, contudo, prejudicar a função de controle de constitucionalidade do STF”, disse Lira.

As afirmações foram feitas em um processo que tramita no Supremo. O tribunal analisa um mandado de segurança impetrado pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) contra a votação da proposta.

A PEC 8/2021 faz parte de um pacote de propostas na Câmara que limita poderes de ministros do STF. As propostas saíram da gaveta na Casa após o ministro Flávio Dino suspender, em decisão individual, a execução das emendas parlamentares por falta de transparência.

A proposta foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara por 39 votos a 18. A PEC 8/2021 proíbe que ministros do Supremo derrubem por decisão monocrática (individual) leis aprovadas pelo Congresso.

Na manifestação ao STF, Lira refuta a tese de que a proposta seria uma afronta ao Judiciário. Ele diz que a aprovação do texto “em nada prejudicaria a jurisdição do Supremo Tribunal Federal”.

“Ao invés de tolher sua atuação, a proposta reforça o princípio da colegialidade, um dos pilares do sistema judiciário brasileiro, ao assegurar que decisões de grande impacto político ou social sejam apreciadas pelo plenário da Corte, garantindo um processo decisório mais robusto e democrático”, afirmou.

O presidente da Câmara ainda disse que a proposta garante “maior transparência” ao Supremo. A afirmação é feita em meio à insatisfação dos ministros da corte com a obscuridade do processo de distribuição de emendas parlamentares, usadas pelo Congresso como barganha política.

“A proposta de emenda [constitucional] apenas propõe a introdução de mecanismos que visam a tornar a atuação do STF mais transparente e alinhada com os preceitos da colegialidade e da eficiência jurisdicional”, disse Lira.

O ministro Nunes Marques é o relator do mandado de segurança no Supremo. Ele espera a manifestação de todas as partes, como a AGU (Advocacia-Geral da União) e a PGR (Procuradoria-Geral da República), antes de tomar uma decisão.

Paulinho da Força apresentou outro mandado de segurança ao STF, para pedir que a corte trave o andamento da PEC 28/2024, que permite ao Congresso derrubar decisões da corte.

O presidente do tribunal, ministro Luís Roberto Barroso, é um dos principais críticos ao pacote em análise na Câmara. O principal motivo de insatisfação é o conteúdo dessa segunda PEC.

“Me parece relativamente impensável um modelo democrático em que o Congresso possa suspender decisão do Supremo. O que o Congresso pode fazer legitimamente —e já fez— é, ao discordar de uma decisão do Supremo, aprovar uma emenda constitucional em sentido diverso. E, se essa emenda constitucional não violar cláusula pétrea [da Constituição], ela vale”, disse em entrevista à Folha.

DIA NACIONAL DO AVIADOR E CURIOSIDADES

 

Karla Neto – Colunista correspondente

Nesta quarta-feira(23), é celebrado o Dia Nacional do Aviador, a data celebra os profissionais que pilotam aviões, sejam eles comerciais, de transporte ou privados. As pessoas que, assim como Santos Dumont, o “pai da aviação”, se arriscam nos céus e levam os passageiros aos seus destinos em uma das invenções mais maravilhosas do século XX.

No dia 23 de Outubro de 1906, o brasileiro Alberto Santos Dumont, torna-se o primeiro ser humano a voar! A bordo do 14-Bis, sua criação, Dumont faz um voo no Campo Bagatelle, na França, que ficaria registrado como o início de uma grande revolução nos meios de transporte na Terra: o avião.
A Lei nº 218, de 4 de Julho de 1936, decreta o dia 23 de Outubro como Dia do Aviador no Brasil, em homenagem ao primeiro voo feito na história e graças a um brasileiro!

Foi instituído como o Dia do Aviador e o Dia da Força Aérea Brasileira por ser a data em que Alberto Santos-Dumont realizou o primeiro voo com o 14-bis, o mais pesado que o ar. O fato histórico ocorreu no Campo de Bagatelle, em Paris, em 23 de outubro de 1906, quando o brasileiro percorreu 60 metros em sete segundos, voando a uma altura de dois metros do solo, perante mais de mil espectadores e da Comissão Oficial do Aeroclube da França.

CURIOSIDADES  – Karla Neto

Saiba mais sobre o inhame e seus poderosos benefícios:

É uma raiz de baixo índice glicêmico, o que ajuda na perda de peso, tem maior quantidade de carboidrato, e por isso oferece mais energia, e seu alto teor de fibra permite uma maior sensação de saciedade. Porém, por ser uma boa fonte de carboidrato, seu consumo deve ser equilibrado de acordo com o gasto calórico.

Também conhecido em algumas regiões como cará-da-costa, é uma planta de origem africana e bastante cultivada em várias partes do mundo por se tratar de um alimento energético e de alto valor nutritivo, e por isso muito recomendado por nutricionistas e consumido por atletas.

No Brasil, o inhame é bastante comum no Norte e Nordeste, onde está presente nas mesas de muitos brasileiros, principalmente apreciado no café da manhã, em substituição ao pão.

  • Proporciona um aporte maior de calorias e vitaminas por ser rico em vitaminas do complexo B, importante auxiliar na absorção do carboidrato;
  • Auxilia na diminuição da incidência de câimbras por ser rico em minerais como potássio, magnésio e cálcio, que participam da contração e relaxamento do músculo;
  • Possui propriedades antioxidantes, que preveni o envelhecimento precoce, além do teor de fibras que auxiliam na microbiota intestinal;
  • É bastante indicado para os atletas devido à sua elevada quantidade de minerais e vitaminas, como a provitamina A, vitamina C e vitamina B6, que podem influenciar positivamente na imunidade que fica comprometida devido ao alto desempenho da atividade;
  • É ótimo para o cérebro – em razão da grande quantidade de vitaminas do complexo B que estimulam a memória, são fundamentais para a transmissão dos impulsos nervosos, e diminuem o impacto do estresse do dia-a-dia;
  • Alivia os sintomas da depressão já que os carboidratos melhoram a função cerebral durante a produção de serotonina, provocando uma sensação de bem-estar.

Como consumir
Como toda raiz, o inhame é um alimento versátil e pode entrar no preparo de refogados, sopas, caldos, pães, tortas e bolos. É possível achar variedade de receitas: bolinho de queijo, creme de inhame com abóbora, iogurte, purê, maionese, e até sorvete de inhame com morango.

Pode ser consumido cozido, assado ou como chips, lembrando que a forma mais indicada é sempre a mais simples para preservar mais nutrientes. Dicas: quanto maior o tempo de cozimento mais perde nutriente e, quando assado, diminui o teor de agua, concentrando ainda mais o carboidrato.

Voce saiba Por que espirramos? Veja!

Espirros podem não ser causados por doenças subjacentes. Algumas causas comuns incluem exposição ao frio, luzes brilhantes, agentes irritantes, como pimenta, ou corpos estranhos presos no nariz.

Podemos admitir que espirrar faz bem, uma vez que esse mecanismo promove uma limpeza das narinas e folículos que revestem a entrada dos dutos nasais. Dessa forma, é uma maneira do corpo prevenir a inalação de microrganismos causadores de doenças e alergias.

De modo geral, nem todo espirro pode ser sintoma de uma doença, pode ser simplesmente para manter as mucosas limpas e manter a filtragem do ar inalado em um nível ideal.
É lógico que devemos ficar atentos quando espirramos com muita frequência e temos outros sintomas concomitantes, como congestão nasal, coriza, dor de cabeça, tosse ou mesmo sangramento nasal.

Basicamente, isso serve para limpar a mucosa nasal e expelir corpos estranhos que possam ter se alojado no local.
No interior das narinas, temos uma série de folículos capilares que filtram o ar e são capazes de prender microrganismos e partículas sólidas, evitando que eles continuem invadindo o nosso corpo. Esses folículos sentem a presença desses corpos estranhos e enviam um sinal de alerta ao cérebro.

Como reação, temos o espirro. A musculatura que controla a respiração começa a se preparar para contrair rapidamente, causando um tipo característico de arrepio. Então, acontece exatamente isso, uma contração súbita, que também faz os olhos se fecharem e a língua se mover para cima.

Com isso, saliva, muco e outros fluidos são forçados para fora do canal das narinas de maneira intensa e repentina. Junto desses fluidos, o corpo expulsa gotículas contendo micróbios, vírus, bactérias ou outro possível invasor que tenha chegado ao sistema respiratório.

Funciona praticamente como uma limpeza a jato, porém, isso também pode dispersar no ambiente uma grande quantidade de partículas contaminadas por vírus e bactérias, tornando o espirro em uma das principais formas de transmissão para doenças respiratórias causadas por esses patógenos.

No entanto, não se engane, até mesmo e a respiração e a fala podem propagar esses agentes, embora em menor quantidade relativa ao espirro.

De modo simplificado, o espirro é um mecanismo de defesa do organismo. Normalmente, quando o corpo detecta a entrada ou presença de corpos estranhos nos dutos nasais, ele reage com uma pequena irritação e um espasmo, que empurra o muco e tudo que estiver no caminho para fora das narinas.

Saiba para que serve o chá de alho:

O chá de alho é um bom aliado para quem quer acabar com a tosse. Por ter propriedades expectorantes, a bebida ajuda a eliminar o muco em excesso. Além disso, as propriedades anti-inflamatórias presentes no chá de alho ajudam a reduzir a inflamação nos pulmões, uma das possíveis causas desse sintoma.

É rico em uma substância chamada alicina, que é liberada quando esmagamos ou cortamos o dente do alho. Ela tem ação de fortalecer o sistema imunológico, podendo diminuir a duração e os sintomas de pacientes com gripes e resfriados.

Alternativa bastante tradicional no repertório nacional de receitas caseiras para o tratamento de gripes e resfriados, o chá de alho é uma ótima opção para quem precisa fortalecer o sistema imunológico. Podendo ser consumido puro ou combinado a outros ingredientes, como mel, limão e gengibre, a bebida pode ser uma aliada nos períodos mais frios do ano.

Confira os benefícios do chá de alho:
• Fortalecimento do sistema imunológico: quando esmagado, o alho libera alicina, substância fortemente presente na bebida e que fortalece o sistema imunológico;
• Alívio nos sintomas de gripe e resfriado: por fortalecer o sistema imunológico, o chá de alho alivia os sintomas mais comuns em gripes e resfriados;
• Função expectorante: o alho possui ação expectorante, que ajuda a combater a tosse e a liberar o catarro;
• Atua contra a pressão alta: a alicina presente no alho possui função vasodilatadora, o que reduz a pressão arterial e auxilia na melhora do fluxo sanguíneo.

Receita de chá de alho
Ingredientes:
• 1 dente de alho (amassado)
• 200ml de água
• ½ limão espremido (opcional)
• 1 colher de chá de mel ou melado de cana (opcional)

Modo de preparo:

  1. Ferva 200ml de água e adicione o dente de alho;
  2. Deixe o alho na água por 3 minutos;
  3. Coe o chá;
  4. Adicione o limão, o mel ou o melado;
  5. Sirva.

O mais indicado é sempre o consumo imediado do chá de alho, logo após o preparado. No caso de gripe e resfriado, o pode ser três vezes ao dia, de manhã, é tarde e de noite, até o desaparecimento dos sintomas.

OZIRES SILVA ENGENHEIRO E AVIADOR QUE FUNDOU E FOI PRESIDENTE DA EMBRAER A TERCEIRA MAIOR FABRICANTE DE AVIÕES DO MUNDO

 

Nesta quarta-feira (23), data em homenagem ao Dia do Aviador, o g1 apresenta a história de Ozires Silva. Nascido em Bauru, no interior de SP, foi responsável pela criação da Embraer.

Por Luís Ricardo da Silva, g1 Bauru e Marília

Ozires Silva mudou os rumos da indústria aeronáutica no Brasil — Foto: Carlos Santos/G1/ Arquivo

Ozires Silva mudou os rumos da indústria aeronáutica no Brasil — Foto: Carlos Santos/G1/ Arquivo

O sonho brasileiro de voar é comumente associado a Alberto Santos Dumont, considerado por muitos o inventor do avião. Nesta quarta-feira (23), data que celebra o Dia do Aviador, o g1 apresenta um outro personagem que, na década de 1960, também mudou os rumos da indústria aeronáutica no país.

Nascido em Bauru, no interior de SP, Ozires Silva é o responsável pelo projeto do avião Bandeirante. Inclusive, um monumento com uma aeronave do modelo, doado pela Força Aérea Brasileira, foi construído na cidade em 2016 em homenagem a Ozires.

Em 22 de outubro de 1968, ocorreu pela primeira vez o voo do protótipo dessa aeronave que inaugurou a aviação regional no Brasil e deu origem à Embraer, empresa brasileira que, atualmente, é a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo e líder no segmento de aeronaves com até 150 passageiros.

Formado em engenharia aeronáutica, Ozires possui uma trajetória que vai de co-fundador da Embraer, ex-piloto da Força Aérea Brasileira (FAB), coronel da aeronáutica a ex-ministro de Estado. Hoje, aos 92 anos, ele relembra com orgulho a participação no desenvolvimento da indústria aeronáutica brasileira e dos voos alçados por ela.

“Eu sempre me questionava na época. Se tivemos um Santos Dumont e também temos um país tão grande, por que o Brasil não fabrica aviões?”, diz Ozires em sua biografia.

Início de um sonho

Ozires foi um garoto apaixonado por aviação desde jovem. E sua paixão era diariamente compartilhada com o inseparável amigo Benedito César, ou simplesmente, Zico.

“Nossa vontade de voar, de fabricar aviões, tudo se confundia. Líamos o que caía em nossas mãos, desde que abordasse aeronáutica”, relembra Ozires.

Em Bauru, os dois jovens compartilhavam o sonho de se tornarem engenheiros aeronáuticos, porém na época não havia especialização no Brasil relacionada à área. Somente no final da década de 40, a dupla foi apresentada à Força Aérea Brasileira (FAB). Em 1948, ingressaram na carreira militar e, em 1951, se tornaram oficiais aviadores.

“Foi um período muito árduo, com a maior parte do tempo tomada pelo treinamento militar, com muitos exercícios de marcha que, confessamos – para quem somente pensava em aviação–, não era exatamente o que queríamos”, relata Ozires.

Embraer produziu curta-metragem para homenagear os 90 anos de Ozires Silva

Duro baque

A maior das quedas na vida de Ozires ocorreu em 1955. Naquele ano, o grande amigo Zico morreu em um acidente aéreo.

Num voo de instrução, em um TF-7, a versão biplace do Gloster Meteor, o canopy4 da cabine dos pilotos, que se articulava lateralmente, destravou por razões desconhecidas e abriu em voo, na reta final para o pouso.

“Lembrava-me de que o Zico sempre reclamava da elevada carga alar do jato. Com asas reduzidas, a velocidade na aproximação para a aterrissagem era alta – perto de 140 nós. Comentava ele que se algo de anormal ocorresse nessa fase do voo, seria impossível controlar o avião. Parece que foi isso o que aconteceu”, conta Ozirres.

“O enterro foi um sacrifício insuportável. Não me acostumava com a ideia de perdê-lo. Naqueles instantes via insistentemente desmoronarem os sonhos de menino; ideias que acalentávamos tão intensamente estavam agora impossíveis, distantes. Não tinha nenhuma convicção de que poderia tentar algo sem ele”, relata Ozires.

Novos rumos

Com a criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em 1950, o sonho de ser tornar engenheiro aeronáutico voltou a alçar voo no coração de Ozires.

Oito anos depois, o bauruense entrou no Instituto, em São José dos Campos (SP), o que lhe serviu de motivação para seguir na área depois da perda do grande amigo Zico. “Foi um processo vigoroso de transformação. Naquele momento, eu me transformei em oficial da FAB e construtor de aviões”.

Após o término da faculdade, em 1962, Ozires foi convidado a participar do Cetro Técnico Aeroespacial (CTA). Ele liderava o Departamento de Aeronaves e lá passou a propagar a ideia de que o país necessitava de aviões pequenos, que pudessem facilitar o tráfego aéreo entre as pequenas cidades, uma vez que a aviação comercial detinha apenas aeronaves grandes, com alto custo.

E foi neste momento que Ozires iniciou o desenvolvimento do projeto IPD-6504 – futuro Bandeirante – ao lado de grandes nomes como o Tenente-Brigadeiro do Ar Paulo Victor da Silva e os engenheiros Max Holste, Ozílio Silva e Guido Pessotti.

E o voo desse projeto veio justamente de um encontro que só ocorreu por problemas em um outro voo. No dia 20 de abril de 1969, o presidente da República, Costa e Silva, estava indo para Guaratinguetá, onde teria uma solenidade, mas o voo dele acabou alternado para São José dos Campos por causa de um nevoeiro.

“Era o dia 20 de abril de 1969, quando o operador da torre disse que o presidente pousaria no aeroporto em 15 minutos. Todos os políticos haviam sido chamados para recebê-lo, mas ninguém estava disponível. Nessa época eu era major e me perguntaram se eu podia receber o presidente”, relembra Ozires.

Durante o período com o presidente, Ozires conta que externou a ideia da importância do Brasil fabricar os seus próprios aviões e desenvolver uma frota nacional. “Eu tive o presidente Costa e Silva comigo por uma hora. Fiz a maior lavagem cerebral na cabeça dele pra mudar a política do governo”, contou Ozires em uma entrevista ao veículo Airway.

Um mês e meio depois, no Planalto, o presidente Costa e Silva reuniu os ministros do Comércio, Infraestrutura, Planejamento e da Fazenda, e pediu a Ozires uma apresentação sobre as estratégias e os planos para o desenvolvimento dessa indústria.

Como resultado dessa reunião, a lei para criar a companhia foi decretada em 19 de agosto de 1969, e Ozires foi designado o primeiro presidente da companhia, nomeada Embraer.

Desenvolvimento e mercado internacional

Embraer homenageia Ozires SIlva em sua principal unidade industrial — Foto: Divulgação/Embraer

Embraer homenageia Ozires SIlva em sua principal unidade industrial — Foto: Divulgação/Embraer

A criação da Embraer teve como objetivo desenvolver uma estrutura industrial para a produção em escala do Bandeirante, bem como aperfeiçoar o projeto inicial.

Sob a liderança de Ozires, o desenvolvimento da aeronave contou com a colaboração de 170 empresas nacionais e um elevado grau de qualidade para que os componentes alcançassem a precisão solicitada.

Devido às dimensões do Brasil, o Bandeirante foi concebido para prestar serviços e conectar os mais diversos pontos do território nacional, como Amazônia, nordeste ou centro-oeste do país.

Rapidamente, a aeronave também conquistou o mercado internacional. Em 1975, ocorreu a primeira exportação da versão militar para o Uruguai, com a venda de cinco aviões EMB 110 Bandeirante à Força Aérea Uruguaia e o avião agrícola EMB 200 Ipanema ao ministério da agricultura do Uruguai.

Dois anos depois, a companhia aérea francesa Air Littoral se tornou o primeiro cliente internacional da versão civil. Nos anos seguintes, o Bandeirante também se tornaria referência no mercado regional norte-americano, um marco na história da organização.

Já na FAB, principal cliente da Embraer à época, o Bandeirante desempenhou diversas missões, como transporte de pessoas, de carga e de paraquedistas, sendo também utilizado para instrução e ensaio em voo.

Monumento com avião Bandeirante em Bauru; uma homenagem a Ozires da Silva — Foto: TV TEM / Arquivo

Monumento com avião Bandeirante em Bauru; uma homenagem a Ozires da Silva — Foto: TV TEM / Arquivo

Legado

Após a consolidação no mercado, Ozires deixou a liderança da organização para assumir a presidência da Petrobras. O engenheiro também foi ministro de infraestrutura no início da década de 1990. Ozires voltou em 1991 à Embraer, comandando o processo de privatização da organização que teria fim em 1994.

Desde que foi fundada, a Embraer entregou mais de 8.000 aeronaves. Segundo a companhia, mais de 90% de sua produção é exportada, sendo Estados Unidos e Europa os principais destinos.

“A indústria aeronáutica brasileira não teria alcançado a dimensão que se encontra hoje se não existisse o engenheiro Ozires. O Brasil contou com diversas iniciativas de produzir aviões, mas nenhuma se perpetuou. Ozires teve a grande visão de pensar grande. Seu projeto era fazer um avião brasileiro para o mundo. E aproveitou o momento certo para desenvolver o avião Bandeirante. Era o que o mundo precisava na década de 70”, opina Manoel de Oliveira, oficial superior veterano da FAB, ex-vice presidente executivo de finanças da Embraer e amigo pessoal de Ozires.

SE EXISTE ALGUÉM QUE ESTÁ CONSTRUÍNDO O FUTURO ESSE ALGUÉM É ELON MUSK

Junior Borneli – Founder da StartSe

O que você fez na última semana? Elon Musk apresentou 3 grandes sinais: exploração espacial, robôs domésticos e táxis autônomos.

Foto: Pexels

O que você fez na última semana? Elon Musk apresentou 3 grandes sinais: exploração espacial, robôs domésticos e táxis autônomos. Se existe alguém que está construindo o futuro, esse alguém é Elon Musk.

1. Exploração Espacial: A Starship, a nave mais poderosa do mundo, construída pela SpaceX, fez história outra vez. O estágio 1 do foguete de lançamento cumpriu com êxito o objetivo de retornar exatamente ao local de lançamento.

Você já deve ter visto os foguetes da SpaceX “dando ré”, mas eles sempre pousavam em plataformas isoladas. Agora, dessa vez, ele retornou à plataforma de lançamento, numa precisão milimétrica. Não é à toa que a SpaceX já vale cerca de US$ 200 bilhões. 

2. Robôs Domésticos: o avanço do Optimus é impressionante. De uma “piada” em 2021 para um robô multifuncional em 2024, estamos próximos de poder comprá-los por cerca de US$ 20 mil.

3. Táxis Autônomos: o futuro da mobilidade urbana vai passar pelas frotas de carros autônomos e Musk apresentou seus primeiros veículos, o Cybercab e a Cybervan. Sem pedais, sem volante, totalmente autônomos.

Esse resumo exemplifica o que é uma semana de Elon Musk. Você pode ter qualquer opinião sobre ele, mas nunca poderá negar sua capacidade de transformar ficção em realidade.

As 3 características de uma mente inovadora

Igor Lopes – Innova

Primeiro, inovar não é sobre criar coisas novas, mas também encontrar soluções que, embora já existentes, nunca foram adotadas em seu projeto.

Um caso real que comprova a minha tese é o Sr. Valdir Novaki, conhecido como “O pipoqueiro mais famoso do Brasil”.

Valdir era um pipoqueiro como os outros, mas ele sentia que precisava inovar em seu mercado.

Diante disso, Sr. Valdir adotou medidas de higiene e atendimento que ninguém fazia, mas que impactava diretamente na experiência do consumidor:

• Quem chegava no carrinho de pipoca do Valdir recebia uma dose de álcool em gel nas mãos antes de pegar a pipoca.

• Ele também limpava toda a bancada (de inox) do carrinho com álcool na frente dos clientes, deixando tudo impecável.

• Em cada dia da semana Sr. Valdir utilizava um uniforme (impecavelmente branco e limpo) do qual havia um bordado sinalizando o dia da semana.

• Ao receber a pipoca, os clientes de Valdir ganhavam uma balinha de brinde, para refrescar o hálito após o lanche.

Perceba que ele inovou, sem reinventar a roda, mas apenas trazendo abordagens simples que seus concorrentes não ousavam fazer.

Por conta disso, digo que a primeira e maior característica de uma mente inovadora é questionar o tempo todo.

Afinal, ao questionar situações e circunstâncias você encontra:

• Novos problemas;

• Oportunidades;

• E soluções.

Esse loop cria um mecanismo de descobertas que leva você (e o seu projeto) a novos resultados no caminho da inovação.

No entanto, trilhar este caminho não é fácil, por isso, toda mente inovadora tem a habilidade de ser constante, sem perder o ânimo.

Sem isso, é impossível levantar todos os dias e garimpar soluções em meio às frustrações causadas pelos fracassos que surgem no caminho da inovação.

Se olharmos para a história do Sr. Valdir, você notará que o sucesso dele não foi repentino. Mesmo inovando, as coisas levaram tempo para acontecer.

Por fim, a última característica de uma mente inovadora é o desconforto.

Imagina só:

Se homens como Steve Jobs, Jeff Bezos, Elon Musk e Sr. Valdir fossem pessoas satisfeitas e confortáveis com seus resultados, será que eles teriam conquistado tudo o que conseguiram?

Provavelmente não. Sr. Valdir, por exemplo, não só recebeu a alcunha de “Pipoqueiro Mais Famoso do Brasil”, como também já viajou boa parte do país dando palestras sobre empreendedorismo.

Ok, sabemos que não inovar é ruim.

Agora, será que inovar em excesso é bom?

Os limites da inovação

Pela minha experiência empreendendo no campo da tecnologia, esses são os dois maiores erros quando o assunto é inovação:

01 – Tentar reinventar a roda.

02 – Omissão.

Quem não se lembra do Google Glass, um típico exemplo de quem tentou inovar demais e precisou recuar.

Ou então a Playstation com o PS Vita, um videogame portátil que prometia grande desempenho e resolução, mas, no final, não teve adesão dos grandes desenvolvedores e, consequentemente, dos clientes.

Ainda no mundo dos games, a Microsoft lançou o Xbox Kinect, um sensor de movimentos exclusivo que prometia substituir os controles tradicionais do videogame.

Após alguns anos de insistência e baixa adesão dos desenvolvedores e gamers, o Kinect foi descontinuado pela Microsoft.

Inovação demais, utilidade de menos.

Por outro lado, temos alguns exemplos clássicos de empresas omissas que esperaram demais e perderam o bonde.

Blackberry

A primeira empresa de celulares a proporcionar conexão Wireless em seus aparelhos, dando origem à era dos Smartphones — uma inovação que acertaram de mão cheia.

Há 20 anos, ter um Blackberry era mais exclusivo, chique e estiloso do que ter um iPhone de última geração.

Na boa, sempre gostei dessa marca.

Realmente é uma pena que a empresa mãe dos smartphones tenha ficado para trás e hoje não ser nem a sombra do que já foi.

Também temos os exemplos clássicos, né? Nokia, Kodak, etc. Que você já cansou de ver por aí.

Todas essas foram empresas que, por arrogância, excesso de confiança ou medo, ficaram na mesma e sumiram do mapa por não inovar.

Mas, há também as empresas que inovaram na medida certa:

• Microsoft: vendia software de caixinha e hoje é uma potência tecnológica tanto em produtos como em serviços.

• Toyota: uma empresa tradicional do mercado automotivo, mas que nunca perde o timming em inovação. Da era do motor a combustão aos motores híbridos, a Toyota sempre está no topo do ranking em qualidade, confiabilidade, tecnologia e conforto.

• Amazon: de e-commerce de garagem a uma potência de varejo e tecnologia.

• Nvidia: a empresa que surfou a onda dos games (quando ainda era uma marola ignorada por todos), aproveitou o boom das criptomoedas e hoje é a maior fabricante de GPUs utilizadas no desenvolvimento de IAs.

Sabe o que todas essas empresas têm em comum?

Elas não inovaram por moda, mas para resolver problemas concretos na vida de seus consumidores.

Você não pediu, mas eu dou: minha opinião

Sabe qual é o grande problema desse papo de inovação?

Ela é uma faca de dois gumes que pode:

• Fazer você se perder em meio ao vício de inovar.

• Fazer você perder pela falta de inovação.

Então, fica a pergunta:

Como inovar mesmo que você não tenha uma mente inovadora?

Tenha dados e informações concretas na sua mão. Sempre.

Se você tem dados, você enxerga gargalos que precisam ser resolvidos. Se você enxerga os gargalos, você precisa de soluções — e é aqui onde a inovação se esconde.

Na maioria das vezes, inovar é ser como o Sr. Valdir, e não necessariamente como Elon Musk.

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