segunda-feira, 21 de outubro de 2024

AMAZON ESTÁ ABOLINDO O HOMEOFFICE

 

História de Eleanor Pringle – Jornal Estadão

A pressão da Amazon para que os funcionários voltem ao escritório cinco dias por semana está se resumindo a um argumento bastante direto: se os funcionários não gostarem, podem trabalhar em outro lugar.

Em uma reunião geral da unidade Amazon Web Services, o CEO Matt Garman disse de forma direta aos funcionários que, se eles não gostarem da política controversa, deveriam sair da empresa. A gigante da tecnologia vem sofrendo pressão após anunciar que trabalhadores devem voltar ao escritório cinco dias

por semana.Amazon pressiona para que funcionários trabalhem 5 dias por semana presencialmente em seus escritórios Foto: Seth Herald/AFP

Amazon pressiona para que funcionários trabalhem 5 dias por semana presencialmente em seus escritórios Foto: Seth Herald/AFP

Em fevereiro do ano passado, cerca de 16 mil funcionários se juntaram a um canal no Slack e lançaram uma petição para se opor ao pedido do CEO Andy Jassy de retornar ao escritório “na maior parte da semana”. Em fevereiro de 2023, isso significava apenas três dias por semana, mas, após setembro de 2024, isso foi aumentado para a presença obrigatória no escritório todos os dias úteis. O novo esquema começa a funcionar a partir de janeiro de 2025.

Em uma ligação interna esta semana — relatada pela primeira vez pela Reuters — Garman reforçou a decisão, dizendo que a Amazon não queria funcionários que não pudessem lidar com estar no escritório com essa frequência. “Se há pessoas que simplesmente não funcionam bem nesse ambiente e não querem, tudo bem, há outras empresas por aí”, disse Garman, de acordo com a Reuters. “A propósito, não digo isso de forma negativa”, continuou. Ele disse que queria que a equipe estivesse “em um ambiente onde estamos trabalhando juntos”.

Garman afirmou que não está vendo evidências suficientes para apoiar a ideia de que a empresa fundada por Jeff Bezos está inovando rapidamente sob um modelo de trabalho híbrido, acrescentando: “Quando queremos realmente inovar em produtos interessantes, eu não vi a capacidade de fazermos isso quando não estamos presencialmente”.

Dado o fato de que as equipes estavam no escritório por três dias — e nem sempre nos mesmos três dias — “nós realmente não realizamos nada, como, não conseguimos trabalhar juntos e aprender uns com os outros”, acrescentou Garman, segundo relatos. A Amazon não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Fortune.

Problemas de popularidade

De acordo com uma transcrição da reunião geral vista pela CNBC, Garman insistiu que, dos colegas com quem conversou, “nove em cada 10? estão ansiosos pela implementação do novo esquema.

Talvez Garman tenha tido sorte com as pessoas com quem falou, já que funcionários postando em redes sociais e canais internos expressaram sua indignação com as mudanças constantes, impactando o deslocamento e a dinâmica familiar.

“A Amazon anunciou o retorno de cinco dias ao escritório, o que é lamentável porque estou interessado em trabalhar para viver, não em interpretar papéis ao vivo e fazer sinalizações de virtude”, postou um engenheiro da Amazon Web Services no LinkedIn com um banner #OpenToWork sinalizando sua intenção de deixar a empresa. “Se você tem oportunidades remotas disponíveis, por favor, me envie uma mensagem,” continuou o funcionário. “Eu preferiria voltar para a escola do que trabalhar em um escritório novamente.”

Funcionários de tecnologia que procuram sair da Amazon em busca de concorrentes enfrentam perspectivas incertas, com demissões varrendo empresas que oferecem uma estrutura de trabalho mais flexível, de escritório para híbrido.

Meta, por exemplo, permite que seus funcionários trabalhem de casa dois dias por semana, e o Google tem uma política semelhante. A Microsoft, por outro lado, permite que os funcionários trabalhem com a flexibilidade que desejarem, com um vice-presidente da empresa recentemente dizendo que a política permanecerá em vigor enquanto a produtividade se mantiver alta.

Princípios

A cultura da Amazon está muito ligada aos seus princípios de liderança, muitos dos quais remetem aos tempos em que o empreendedor bilionário Bezos estava no comando. O atual CEO Andy Jassy ainda é um defensor desses princípios, com Garman acrescentando que as equipes não estarem juntas, pessoalmente e em tempo integral, está atrapalhando essas ideias.

Falando sobre os princípios de liderança, Garman teria dito: “Você não pode internalizá-los lendo no site, você realmente precisa experimentá-los no dia a dia”.

Junto com ideias bem conhecidas, como a “obsessão pelo cliente” da Amazon, há a noção de discordar e se comprometer, onde os indivíduos expressam suas opiniões, mas aderem ao consenso geral, concordando ou não.

“Não sei se vocês já tentaram discordar em uma chamada do Chime”, continuou Garman, referindo-se a uma plataforma interna de mensagens. “É muito difícil.”

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

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LULA DETESTA A CLASSE MÉDIA POR ACHAR QUE ELA É FACISTA

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Quem não se deixa enganar facilmente pelos alquimistas do Palácio do Planalto e do PT sabe que há praticamente dois universos na cabeça do presidente Lula da Silva: os pobres e miseráveis, de um lado, e os ricos e bilionários, de outro. No mundo binário do presidente, que costuma dividir o mundo entre o Bem e o Mal, os pobres foram anexados à classe média, e os ricos costumam fazer parte das maquinações conspiratórias para apear a esquerda do poder. Com efeito, o lulopetismo é incapaz de enxergar as aspirações, necessidades e demandas mais atualizadas da classe média – não aquela que, nos primeiros mandatos petistas, se convencionou chamar de “nova classe média”, a classe C impulsionada pelos programas de transferência de renda. A classe média de que se trata aqui é a tradicional, mais afortunada, mais próxima dos padrões internacionais que habitam o imaginário de muitos, e hoje mais empobrecida, endividada e carente de políticas públicas que a ajudem a se recuperar dos danos deixados por longos períodos de crescimento econômico pífio ou recessão.

A essa classe média, governos lulopetistas só parecem destinar medidas populistas, como a recente proposta de ampliar a faixa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil ou a fartura de linhas de crédito, como no segundo mandato de Lula. Já que dinheiro é algo escasso no Brasil, sobra muito pouco para o aceno a essa classe média. E o mais grave: há dificuldade histórica da esquerda brasileira de lidar com ela. Faixas de renda costumam separar as classes sociais do País, mas há também elementos subjetivos que a classificam. Em outras palavras, classe média é um estado de espírito, um jeito de ser, agir e enxergar o mundo. Uma vocação natural para querer fazer mais com as próprias mãos e dar asas ao desejo natural de “subir na vida”. Isso requer mais dinheiro, sem dúvida fundamental, mas também um Estado que interfira menos em suas vidas – mais liberdade, menos burocracia, melhores condições para empreender e crescer. Por fim, o melhor uso dos recursos públicos, isto é, um uso racional, eficiente e equilibrado, capaz de manter as coisas em ordem e oferecer bons serviços públicos.

Tudo isso representa o oposto do modelo de Estado personificado por Lula da Silva. Antes fosse uma sutil dificuldade de compreender a classe média e buscar soluções compatíveis com seus anseios. Como se trata do lulopetismo, o problema é mais profundo: constatam-se não só desconhecimento e desatualização (há morubixabas petistas, mal saídos da Revolução Industrial e do virtuoso mundo do sindicalismo do século 20, que ainda dividem o País entre burguesia e proletariado), mas a própria negação violenta da legitimidade da classe média. Recorde-se a célebre aula da filósofa Marilena Chauí, que num debate sobre os dez anos de governo lulopetista admitiu, com desabrida sinceridade: “Eu odeio a classe média. (…) A classe média é o atraso de vida. (…) É uma abominação política, porque é fascista, uma abominação ética, porque é violenta, e ela é uma abominação cognitiva, porque é ignorante”. Trata-se, como se sabe, de uma das principais intelectuais ligadas ao PT.

Os anos se passaram, e o PT e a esquerda não aprenderam, como demonstram as eleições municipais de 2024. Seguem difundindo a ideia de ricos contra pobres, nada realista diante das mudanças das últimas décadas, e ignorando as diferentes camadas de classes médias – dos seus estratos mais populares até os, vá lá, mais “burgueses”. Nuances que se espalham pelas cidades cada vez mais adensadas do interior e cada vez mais múltiplas em metrópoles como São Paulo. O complexo de superioridade ainda prevalece ao olhar para uma classe média que deseja virar “burguesia”, para um segmento evangélico com desejo de prosperidade e mesmo para os mais pobres que passaram a votar na direita – aqueles que o sociólogo Jessé Souza, outro porta-voz da esquerda, chama esnobemente de “idiotas” e “imbecis”. E assim, sem entender o mundo ao redor e restringindo-se ao universo paralelo dos preconceitos e estereótipos, Lula e o PT ignoram uma parcela significativa do Brasil que não tem “consciência de classe” nem quer ter.

AS FITA-CASSETE ESTÃO VOLTANDO

 

História de Marc Hogan – Jornal Estadão

Quando Taylor Swift lançou 1989 (Taylor’s Version) em uma variedade de formatos físicos no ano passado, Cora Buel sabia que tinha que conseguir a cassete imediatamente.

Buel, 48, residente em Daly City, Califórnia, é fã da música de Swift — uma afinidade que compartilha com sua filha adolescente, que desde então comprou mais fitas como presentes para sua mãe. Um dos principais motivos? Buel dirige um BMW Z3 de 1998 e não tem outras opções convenientes para reprodução de álbuns na estrada. “Só tenha um carro antigo que só toque cassetes,” disse Buel, “e você vai ouvir todos os dias.”

Embora Buel possa ser uma defensora extremista do design retrô — ela trabalha como diretora de receitas na ThredUp, uma loja de consignação online — o retorno da cassete é agora quase tão inconfundível quanto o sibilo e vibrato distintos do formato.

Dominante nos Estados Unidos desde o início dos anos 80 até ser comercialmente superada pelo disco compacto no início dos anos 90, a fita cassete sobreviveu como um fenômeno underground, um meio anacrônico deliberado de escolha para artistas nas franjas do noise, avant-garde e lo-fi. Mas as fitas começaram a aparecer no varejista que busca tendências Urban Outfitters já em 2015, o mesmo ano em que o streaming digital superou pela primeira vez as vendas de downloads.A fita cassete caiu em desuso com a chegada do CD, mas sobreviveu a ele Foto: Warmworld - adobe.stock

A fita cassete caiu em desuso com a chegada do CD, mas sobreviveu a ele Foto: Warmworld – adobe.stock

Quase uma década depois, o último álbum de Swift, The Tortured Poets Department, está como a cassete mais vendida do ano até agora, com cerca de 23 mil cópias vendidas até 30 de junho, segundo o serviço de rastreamento Luminate. Claro, as vendas da cassete do novo álbum de Swift empalidecem perto de seu desempenho em outros formatos físicos, onde ostenta vendas de 1,1 milhão de cópias em CD e outras 988 mil em vinil.

Mas Tortured Poets sozinho está a caminho de superar as vendas anuais totais de todos os álbuns em cassete de tão recentemente quanto 2009, quando o precursor do Luminate, Nielsen SoundScan, relatou um mero envio de 34 mil unidades.

Se o Spotify matou a estrela do iTunes, e o vinil é cada vez mais um item de luxo com preço alto — sem falar dos CDs por um momento — então as cassetes poderiam ser as baratas que sobrevivem a todos eles. À medida que as gravadoras procuram capitalizar em “superfãs” que comprarão múltiplos formatos, artistas lançando músicas novas em cassete este ano cruzam gêneros e gerações.

Uma amostra de músicos abraçando o formato inclui: a polímata pop Charli XCX, a titã do rock alternativo Kim Deal, o aventureiro rapper da Flórida do Sul Denzel Curry, a banda excêntrica de Thom Yorke, The Smile, o grupo de black metal Darkthrone, a dupla de pop-rock Twenty One Pilots, o produtor eletrônico meditativo Tycho, o cantor country mascarado Orville Peck, o trovador de folk-pop Shawn Mendes, a jovem prodígio do pop Billie Eilish, o roqueiro de garagem Ty Segall, a eclética do alt-pop Remi Wolf e o sensual cantor-compositor Omar Apollo.O último álbum de Taylor Swift, 'The Tortured Poets Department', está como a cassete mais vendida do ano até agora, com cerca de 23 mil cópias vendidas no primeiro semestre Foto: Divulgação/Taylor Swift

O último álbum de Taylor Swift, ‘The Tortured Poets Department’, está como a cassete mais vendida do ano até agora, com cerca de 23 mil cópias vendidas no primeiro semestre Foto: Divulgação/Taylor Swift

Embora o último carro novo equipado de fábrica com um deck de cassete tenha sido, segundo relatos, um Lexus de 2010, mais de um quarto dos veículos leves nas estradas têm pelo menos 15 anos, segundo uma análise recente da S&P Global Mobility. Susanna Thomson, da banda de Oakland, Califórnia, Sour Widows, ainda ouve cassetes em sua perua Volvo de 1998, que tem um deck de fita e um CD player.

I-90, uma música no novo álbum agridoce do grupo de rock alternativo, Revival of a Friend, inclui letras sobre dirigir pela interestadual enquanto canta repetidamente junto a uma fita cassete amada; a fita em questão era da banda de punk rock da Califórnia do Sul, Joyce Manor. “Eu tenho uma pequena biblioteca de cassetes no meu carro que simplesmente fica lá, e eu vou trocando as fitas”, ela disse.

Aos 29 anos, Thomson presumivelmente cresceu após o auge da cassete, mas ela disse que ouvir fitas é, em parte, baseado na nostalgia para ela. Há um elemento de protesto também. “Ser apaixonado por cassetes, vinis, CDs”, disse Thomson, pode ser “um ato de resistência contra os poderes estabelecidos que têm seus dedos horríveis no mundo da arte.”

Embora Thomson também tenha um tocador de cassete portátil estilo Sony Walkman, ele tem uma peça quebrada, ela disse, e ela não sabe como consertá-lo. Para ouvintes de cassetes sem acesso a automóveis de certa idade (e seus decks de fita), a história do Walkman quebrado de Thomson pode soar familiar.

Os fabricantes de equipamentos de áudio mais conhecidos da era da cassete já saíram do mercado há muito tempo. A Sony vendeu mais de 200 milhões de Walkmans desde julho de 1979, quando os dispositivos estrearam no Japão, até a música parar por volta de 2010. Sony, Panasonic, Toshiba e Bose não vendem mais tocadores de fita de áudio, representantes de cada uma das quatro empresas confirmaram.O walkman era comum nos anos 1980 e 1990 Foto: Tama - adobestock.com

O walkman era comum nos anos 1980 e 1990 Foto: Tama – adobestock.com

A Consumer Technology Association, um grupo comercial, parou de rastrear as vendas de players combinados de rádio/cassete/CD em 2016, quando havia uma estimativa de 653.671 unidades enviadas, em comparação com um pico provável de cerca de 25 milhões de combinações rádio/cassete em 1994, segundo um porta-voz.

Embora o mercado para novos tocadores de cassetes tenha se tornado muito pequeno para medir, uma vasta oferta dos dispositivos ostensivamente obsoletos já existia, em vários estados de reparo, à espera de ser redescoberta.

Liam Dwyer, o diretor geral de 20 anos da WXBC, a estação de rádio estudantil da Bard College, originalmente se interessou por fitas porque um Volkswagen mais velho que pertencia ao pai de Dwyer tinha um deck de cassete nele. Embora haja um deck de fita na estação, Dwyer (que usa pronomes eles/delas) recentemente encontrou um tocador de cassetes na escola que alguém estava dando — um Technics, modelo desconhecido. “Não testei ainda, mas acredito que funcionará, ou eu vou consertá-lo”, disseram.

Dwyer tem procurado adquirir um Walkman para uso portátil, em parte por causa do interesse em como artistas como Liz Harris, também conhecida como Grouper, incorporam fitas em arte sonora e música instrumental. As primeiras fitas que Dwyer pegou foram de Golden Boy, um artista de “breakcore” de sua própria cidade natal, Portland, Oregon, e a música que Dwyer ouve em cassete é principalmente eletrônica e experimental.

Uma fita dupla do associado de Frank Ocean, Vegyn, era um item básico no Volkswagen, mas “o carro, infelizmente, teve que ser rebocado.” Se as cassetes são populares, é em parte porque são baratas para artistas faça-você-mesmo e gravadoras independentes produzirem.

Para um título recente na Third Man Records de Jack White, cassetes custam $2,80 cada para produzir versus $6,92 por LP de vinil, disse Ben Blackwell, um dos fundadores da gravadora. As preferências dos entusiastas de fitas em dispositivos de reprodução podem ser igualmente econômicas.

Alguns novos fabricantes entraram no mercado de cassetes, atendendo a uma demanda latente, mas confrontando uma paisagem de fornecimento drasticamente diferente da dos anos 90. A FiiO, uma empresa de eletrônicos com sede em Guangzhou, China, recentemente estreou um tocador de cassete estilo Walkman, básico, que é vendido por cerca de $100.

“O maior desafio tem sido a quase completa interrupção da cadeia de suprimentos do tocador de cassetes”, disse o CEO da empresa, James Chung, em um comunicado por e-mail. “Restaurar o domínio técnico dos dispositivos Walkman dos anos 1990 é praticamente impossível hoje”.

Por outro lado, a produção de discos de vinil superou em grande parte um aperto de fornecimento semelhante na última década. Uma startup de Paris chamada We Are Rewind introduziu seu próprio tocador de fita minimalista, semelhante ao Walkman, via Kickstarter em 2020, citando inspiração tanto do deck de cassetes desgastado no centro da franquia de filmes Guardiões da Galáxia quanto da série de sucesso retrô dos anos 80 da Netflix Stranger Things. Vendendo por cerca de $160 ou mais, os aparelhos portáteis de fita da We Are Rewind também oferecem conectividade Bluetooth para audição sem fio.

Alguns carros que sobreviveram ao passar dos anos ainda têm tocador de fita Foto: jakkapan - adobe.stock

Alguns carros que sobreviveram ao passar dos anos ainda têm tocador de fita Foto: jakkapan – adobe.stock

Enquanto o CEO da empresa, Romain Boudruche, reconheceu uma dificuldade inicial para encontrar fornecedores, ele disse que a We Are Rewind vendeu quase 20.000 tocadores de fita cassete no ano passado e espera dobrar esse número em 2024. Ele delineou planos para uma versão menor e um boombox, além de colaborações com artistas e marcas. “As possibilidades são realmente grandes, mesmo que ainda seja um nicho”, disse Boudruche.

A rapper da Carolina do Norte, Rapsody, que fez sua estreia em cassete no início deste ano com uma fita edição limitada de seu novo álbum, Please Don’t Cry, cresceu ouvindo o formato, mas ela encontrou seu renascimento há alguns anos: Seu colega colaborador de Kendrick Lamar, Ab-Soul, enviou-lhe um pacote com uma fita cassete de seu álbum de 2022 Herbert e, por coincidência, um tocador We Are Rewind. Embora a fita da Rapsody tenha esgotado duas vezes, ela ficou surpresa inicialmente ao descobrir que seus fãs estavam ouvindo-a. “Eu pensei que fosse um item de colecionador”, explicou. “Mas as pessoas realmente querem a experiência.”

DIA DO LIXEIRO E CURIOSIDADES

 

Karla Neto – Colunista correspondente

Nesta segunda-feira (21), é celebrado o Dia do Lixeiro, o profissional que recolhe o lixo das residências e o coloca no caminhão de coleta. O termo correto é coletor, que, na verdade, integra a categoria dos garis, que inclui os varredores, limpadores de bueiros e rios e ainda aqueles que podam galhos e árvores.

Diferente do que as pessoas pensam, existe sim diferença entre coletor, gari, e lixeiro. O coletor cuida da coleta do lixo doméstico. O gari cuida da limpeza e retirada de lixo das vias públicas. E o lixeiro é quem busca no lixo objetos e materiais que possa reciclar ou reutilizar.

Todo dia eles recolhem os restos do que usamos e descartamos. Faça chuva ou faça sol, frio ou calor, eles não falham. O trabalho segue o ritmo do caminhão e eles não podem se atrasar. Correm, juntam as sacolas e saem dependurados no veículo, respirando o mau cheiro e expostos a qualquer tipo de contaminação. Este é o trabalho de um coletor de lixo, mais conhecido como lixeiro.

Apesar de serem pouco reconhecidos, lixeiros exercem um papel importantena sociedade. É um trabalho muito difícil, que exige de um ser humano humildade para lidar com o que todos não querem. Muitos só lembram que existe um serviço de coleta de lixo quando, por algum motivo, o caminhão não passa.

CURIOSIDADES – Karla Neto

Saiba o porquê da tromba do elefante é tão grande:

O elefante-africano-de-savana é a maior espécie de mamífero terrestre do planeta. Eles apresentam de 2,5 m a 3,95 m de altura até os seus ombros e sua massa pode chegar a 7 toneladas. Os machos são maiores que as fêmeas e também mais largos.

Os elefantes se destacam por apresentarem tromba comprida e duas longas presas. Elefantes são mamíferos herbívoros que se alimentam de abundância de vegetais.

Tem o cérebro maior do que qualquer animal terrestre, fazendo parte da lista de animais mais inteligentes do mundo. Estes mamíferos são seres muito sociáveis e com grandes laços de união entre os membros da manada.

Os elefantes também não economizam nas refeições e passam 16 horas por dia se alimentando de acácias, as folhagens e frutas favoritas da espécie. Gramíneas, juncus, arbustos, frutas, bulbos, caules e raízes também entram na dieta de 150 quilos de alimento consumidos por dia.

São ativos durante o dia e comunicam-se por sons de baixa frequência. Esses animais são herbívoros e comem de 70 a 150 kg de comida diariamente. Seu alimento favorito são as acácias, plantas que se destacam pela presença de grandes espinhos.

Os elefantes usam a sua tromba para tarefas que exigem força, como quebrar um galho, mas também sensibilidade, como apanhar uma folha. A tromba é o resultado da evolução do lábio superior e do nariz deste animal tão simpático e tão poderoso, e é constituída por milhares de músculos.

A tromba é um tubo longo e flexível, parecido com uma mangueira, que serve para respirar, beber, catar coisas e tem uma importante função social: ela é usada pelo animal para cheirar e acariciar outros membros do grupo. Os elefantes ainda usam sua tromba para jogar areia ou terra nas costas, afastando moscas e outros insetos que pousam em cima dele.

Quando comparados a outros mamíferos, os elefantes se destacam por apresentarem um longo período de gestação. Os elefantes-africanos-de-savana apresentam uma gestação de cerca de 22 meses, entretanto, esse período pode variar de acordo com fatores ambientais.

Você sabe por que a barriga faz barulho mesmo após comer?

Mais do que um sinal de fome, o barulho no estômago está normalmente associado ao processo natural de digestão.
Essa condição não necessariamente é um sinal de alerta. Muitas vezes, são ruídos comuns do funcionamento dos órgãos, como a digestão, gases ou reações a alimentos específicos.

Contudo, em outras situações, podem indicar algo a mais – não necessariamente grave, mas condições que, às vezes, precisam de uma investigação médica para um melhor tratamento.
Se você está se perguntando “por que minha barriga faz tanto barulho”, então, este conteúdo é para você? Dos casos normais às ocorrências menos naturais, veremos as prováveis causas desses ruídos.

Intolerâncias alimentares, colite ulcerativa ou doença de Crohn são alguns distúrbios gastrointestinais que formam gases em excesso. Por isso, ter barriga fazendo muito barulho e diarreia são sintomas perceptíveis

  1. Beber mais água. Consumir água ajuda a melhorar a digestão e a diminuir os sinais de fome.
  2. Comer devagar e regularmente. Ingerir os alimentos sem pressa ajuda na digestão e reduz o ruído no estômago.
  3. Caminhar depois das refeições.
  4. Ficar de olho no que coloca no prato.

Se tudo o que está acontecendo são alguns sons, não há necessidade de preocupação, pois indica uma atividade intestinal normal. Então, por que a barriga faz barulho mesmo após comer? Porque esse é o processo digestivo normal.

Você sabia que o orégano ajuda na proteção contra doenças respiratórias?

O orégano possui propriedades antioxidantes, antimicrobianas, anti-inflamatórias e anticancerígena, de forma que pode ser utilizada para combater fungos, vírus e bactérias, prevenir o desenvolvimento de algumas doenças crônicas e favorecer a perda de peso.

Uma erva muito utilizada na culinária, é mais do que apenas um tempero para realçar o sabor das receitas. De origem europeia, principalmente da região do Mediterrâneo, essa planta aromática é conhecida por sua versatilidade e propriedades medicinais. Isso porque ela é rica em nutrientes e compostos bioativos.

Contém compostos com propriedades anti-inflamatórias que ajudam a reduzir a inflamação no corpo. Isso o torna útil no alívio de condições crônicas, como artrite, e pode também auxiliar na recuperação de lesões e inflamações musculares.

Também desempenha um papel importante na saúde digestiva. Ele ajuda na produção de bile, facilitando a digestão de gorduras e promovendo o bom funcionamento do estômago. Além disso, a planta tem propriedades carminativas, ou seja, ajuda a reduzir gases e inchaço, sendo ideal para pessoas que sofrem de problemas gastrointestinais leves, como a indigestão.

Graças às suas propriedades expectorantes e anti-inflamatórias, o orégano é benéfico para a saúde respiratória. Ele ajuda a aliviar sintomas de resfriados, asma e bronquite, facilitando a respiração ao reduzir o muco e a inflamação das vias aéreas. O chá desta planta, por exemplo, é frequentemente usado como um remédio natural para aliviar tosses e dores de garganta.

Pode contribuir para a saúde cardiovascular, graças à presença de antioxidantes e ácidos graxos essenciais que ajudam a reduzir o colesterol LDL (ruim) e melhorar o colesterol HDL (bom). Além disso, a planta tem propriedades anti-inflamatórias que ajudam a proteger as artérias contra a inflamação, contribuindo para um coração mais saudável.

Formas de consumo
O orégano pode ser incluído na alimentação de diversas maneiras, realçando o sabor dos pratos e fornecendo seus benefícios à saúde. Veja algumas formas de consumo:
• Em saladas frescas ou molhos;
• Como tempero para massas e pizzas;
• No preparo de chás ou infusões;
• Adicionado a carnes, aves e peixes;
• Em omeletes e tortas;
• Incorporado em óleos aromatizados.

Com suas propriedades nutritivas e terapêuticas, ele se torna um excelente aliado para quem busca uma vida mais saudável e equilibrada.

AUTÔNOMOS SÃO OBRIGADOS A CONTRIBUIR COM O INSS

 

História de CRISTIANE GERCINA – Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O pagamento da contribuição à Previdência Social é obrigatório a todo cidadão que exerce atividade remunerada. Quem tem carteira assinada pelo regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) conta com o desconto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) direto na folha de pagamento, mas os autônomos precisam realizar esse recolhimento por conta própria.

A contribuição é paga por meio da GPS (Guia da Previdência Social), conforme o plano de Previdência escolhido pelo profissional que exerce atividade por conta própria, o valor da renda e as datas de recolhimento estipuladas por lei. O pagamento da GPS pode ser mensal ou trimestral.

O autônomo é chamado de contribuinte individual, categoria com um número vasto de profissionais, que envolve os que trabalham por conta própria ou prestam serviços a empresas. Ao exercer atividade remunerada, ele é considerado um contribuinte obrigatório. Quando está desempregado, pode pagar o INSS de forma facultativa.

As contribuições garantem direitos a benefícios previdenciários como aposentadoria, pensão por morte e benefício por incapacidade permanente ou temporária, como aposentadoria por invalidez e auxílio-doença, quando o cidadão não está apto para exercer suas funções.

Segundo a advogada Adriane Bramante, presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB-SP e conselheira do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), há três planos básicos de contribuição, com alíquotas de 20%, chamado de Plano Normal, de 11%, que é o Plano Simplificado, e de 5%, para donas de casa de baixa renda ou MEIs (Microempreendedores Individuais).

Os MEIs não são ligados diretamente ao INSS e devem se inscrever em sistema próprio. Eles pagam, além da contribuição de 5% sobre o salário mínimo, percentual conforme o tipo de atividade na qual está enquadrados.

O Plano Normal é o que deve ser pago pelo autônomo que pretende se aposentar por tempo de contribuição ou que queira transferir as contribuições entre um regime e outro de Previdência, ou seja, se pretende levar o tempo de contribuição ao INSS para o regime próprio de servidores públicos ou vice-versa.

Neste caso, o profissional paga 20% sobre valores entre o salário mínimo, de R$ 1.412 neste ano, e o teto da Previdência, hoje em R$ 7.786,02. Outra vantagem deste plano é que o trabalhador terá renda maior ao se aposentar e poderá deixar pensão maior a seus herdeiros.

Os autônomos podem ainda contribuir no Plano Simplificado de 11% sobre o salário mínimo, mas, neste caso, não há direito à aposentadoria por tempo de contribuição, somente ao benefício por idade. Também não é possível se aposentar com o benefício especial da pessoa com deficiência, se for o caso.

O pagamento da contribuição do segurado obrigatório pode ser mensal ou trimestral. Os códigos são diferentes e é preciso ficar atento ao valor. Ao se escolher a contribuição trimestral, o total deve ser multiplicado por três.

Quem fica desempregado e não tem renda todos os meses por se tratar de atividade que pode ser instável, pode contribuir ao INSS como segurado facultativo, que também é uma opção a estudantes a partir de 16 anos.

As donas de casa de baixa renda podem contribuir à Previdência no regime de 5% sobre o salário mínimo. É preciso, no entanto, estar inscrita no CadÚnico (Cadastro Único dos Benefícios Sociais). Neste caso, só há direito à aposentadoria por idade, hoje concedida a mulheres com 62 anos.

O pagamento como segurado facultativo também requer planejamento para que o trabalhador que fica desempregado não perca a qualidade de segurado, que é quando o cidadão está protegido pelo direito a benefícios do INSS.

Este é o caso da dona de casa Marilin Rainet de Medeiros, 53, que tem feito pagamentos mensais como segurada facultativa após perder o emprego em uma rede de lojas. Marilin exerceu atividade de vendedora com carteira assinada, e teve períodos em que ficou afastada por estar incapacitada para o trabalho.

A vendedora contribui hoje com 20% sobre o salário mínimo, mas, com a reforma da Previdência de 2019, está longe da aposentadoria e só conseguirá o benefício aos 62 anos e pensa em mudar de plano de Previdência.

A segurada tem pouco mais de 27 anos de contribuições ao INSS. Pela regra antiga, ela conseguiria se aposentar por tempo de contribuição com 30 anos de pagamentos ao INSS, mas não consegue mais essa opção.

Neste caso, ela não precisaria fazer pagamentos mensais ao INSS, conforme explica Adriane, já que está desempregada e contribui como segurada facultativa.

“Se ela não exerce atividade remunerada, e só vai conseguir se aposentar por idade, que exige um tempo mínimo de contribuição de 15 anos, ela pode pagar uma contribuição a cada quatro, cinco meses para manter o vínculo e não perder a qualidade de segurada”, diz Adriane.

A especialista alerta, no entanto, que é preciso estar atento para manter esse vínculo previdenciário, especialmente para quem é obrigado a contribuir, e fala que esse pagamento não deve ser substituído por previdência privada e outros investimentos.

“Escolha um plano, que seja de 5%, 11% ou 20%, mas contribua com a Previdência para que você possa garantir o futuro, ter uma renda no futuro e proteger você e sua família. Porque há riscos sociais. E nada impede de pagar uma previdência privada também, ter um plano B.”

Como funciona a contribuição do MEI

As contribuições do MEI são fixas, de 5% ao mês sobre o salário mínimo para atividades de comércio, serviços e indústria, o que dá R$ 70,60 neste ano. Elas não mudam conforme o faturamento da empresa MEIs caminhoneiros pagam alíquota maior, de 12% sobre o mínimo, o que dá R$ 169,44 neste ano

A guia de pagamento do MEI vence todo dia 20 de cada mês. Se a data cair em fim de semana ou feriado, quando não há funcionamento bancário, a DAS-MEI pode ser quitada no dia seguinte, sem nenhum acréscimo de juros e multa.

O pagamento do tributo é sobre o mês de competência, ou seja, o mês anterior ao que se está quitando o imposto.

DANIEL KAHNEMAN FOI UMA VERDADEIRA LENDA NO MUNDO DA PSICOLOGIA E DA ECONOMIA COM SUAS IDEIAS REVOLUCIONÁRIAS

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No Ghost Interview de hoje trouxemos Daniel Kahneman como personalidade, mostrando a sua visão de mundo e suas contribuições para a economia e psicologia

Daniel Kahneman | Morse

O Ghost Interview é um formato proprietário do Morse que recria narrativas em forma de entrevista para apresentar personalidades do mundo dos negócios, tecnologia e inovação. 

Daniel Kahneman foi uma verdadeira lenda no mundo da psicologia e da economia, tendo bagunçado um pouco as nossas cabeças com suas ideias revolucionárias. 

Ele não só ganhou um Prêmio Nobel de Economia em 2002, sacudindo o mundo ao mostrar que a economia pode aprender muito com a psicologia, mas também publicou alguns livros que viraram verdadeiros marcos. 

Seu best-seller “Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar” é praticamente uma bíblia para quem quer entender os cantos ocultos da mente humana. Nesse livro, ele nos leva numa viagem pela mente, explicando como nossos dois sistemas de pensamento — o rápido, intuitivo, e o lento, mais deliberativo — moldam nossas decisões, muitas vezes sem que a gente se dê conta.

Mas Kahneman não parou por aí. Ele também foi coautor de “Ruído: Um Flaw no Julgamento Humano“, onde mergulha na ideia de que as inconsistências nas decisões humanas — o “ruído” — são um problema grande e subestimado. Em sua homenagem, no Ghost Interview de hoje trouxemos Daniel Kahneman como personalidade, mostrando a sua visão de mundo e suas contribuições para a economia e psicologia. 


Você poderia definir o que você quer dizer com “ruído” no livro, em termos leigos – como isso difere de coisas como subjetividade ou erro?

Nosso assunto principal é realmente o ruído do sistema. O ruído do sistema não é um fenômeno dentro do indivíduo, é um fenômeno dentro de uma organização ou dentro de um sistema que supostamente toma decisões uniformes. É realmente uma coisa muito diferente de subjetividade ou preconceito. Você tem que olhar estatisticamente para um grande número de casos. 

Em quais sistemas você e seus coautores encontraram altos níveis de ruído? Onde você acha que o ruído apareceu da pior maneira?

Bem, encontramos ruído onde quer que o procurássemos. O que pessoalmente achei mais chocante foi no sistema judicial. E esse é um caso extraordinariamente interessante porque existe uma enorme variabilidade entre os juízes em termos das sentenças que impõem pelos mesmos crimes. E, no entanto, os juízes realmente não querem ser uniformizados. Parece atingir profundamente a possibilidade de impor ou mesmo sugerir que a uniformidade é desejável já é bastante ameaçadora.

Quais são alguns exemplos de práticas que as organizações podem usar para reduzir o ruído?

Acho que o livro é, num aspecto importante, prematuro. Ou seja, em geral com uma ideia desse porte, deveria demorar pelo menos 20 anos até você publicar um livro, porque há muita pesquisa a ser feita. Acontece que eu tinha 80 anos quando tive essa ideia e, portanto, não tinha 20 anos. Quando falamos do que chamamos de “higiene de decisão”, que são procedimentos que, esperamos, reduzirão o ruído, grande parte disso é especulativo – ou seja, não foi testado através de pesquisas. É apoiado indiretamente – não inventamos as coisas completamente da nossa cabeça – mas há muito trabalho que precisa ser feito para estabelecer essas coisas. Então, isso é uma espécie de confissão.

Diante disso, temos ideias sobre procedimentos melhores que outras, e o principal exemplo em minha mente foi o contraste entre entrevistas de contratação estruturadas e não estruturadas. Entrevistas não estruturadas ocorrem quando os entrevistadores fazem o que vem naturalmente. A entrevista estruturada divide os problemas em dimensões, obtém julgamentos separados sobre cada dimensão e atrasa a avaliação global até ao final do processo, quando toda a informação disponível pode ser considerada de uma só vez.

Sabemos que nem as entrevistas estruturadas nem as não estruturadas são bons preditores de sucesso no trabalho, o que é extremamente difícil de prever. Mas dentro desses limites, a entrevista estruturada é claramente melhor que a não estruturada.

Se você pensar em decisões, então as decisões envolvem opções. Isso significa que cada opção possui atributos e você deseja avaliar esses atributos separadamente. E esperamos que essa abordagem tenha o mesmo tipo de vantagens que as entrevistas estruturadas têm sobre as entrevistas não estruturadas.

Portanto, a recomendação mais importante da higiene de decisão é a estruturação. Tente criar uma abordagem para fazer um julgamento ou resolver um problema, e não confie apenas na sua intuição para lhe dar a resposta certa.

No seu livro você menciona que por mais que indivíduos e organizações professem o desejo de serem eficientes e racionais, há uma parte fundamental de nós que está entediada com a previsibilidade e só quer jogar os dados. Qual a sua visão? 

Existem muitos domínios onde você realmente deseja diversidade e criatividade. Mas há também necessidade de uniformidade em tarefas bem definidas. Se o esforço para alcançar a uniformidade desmotivar as pessoas ou se tornar excessivamente burocrático, isso por si só pode ser um problema. Isso é algo que as organizações terão que negociar.

Você acha que há perigos maiores no uso de dados e IA para aumentar ou substituir o julgamento humano? 

Haverá consequências enormes dessa mudança que já está começando a acontecer. Algumas especialidades médicas correm claramente o risco de serem substituídas, certamente em termos de diagnóstico. E há cenários bastante assustadores quando se fala em liderança. Quando for comprovadamente verdade que é possível ter uma IA com um julgamento empresarial muito melhor, digamos, o que isso afetará a liderança humana?

Pode explicar para a gente o que são os dois sistemas que são apresentados em “Rápido e Devagar: Duas formas de pensar”? 

No livro abordo diversos aspectos do pensamento humano, destacando como a mente opera em dois sistemas distintos. O primeiro sistema é rápido, intuitivo e emocional, responsável por tarefas como detectar a localização de uma fonte sonora, procurar uma pessoa em uma multidão ou dirigir em uma estrada vazia. Já o segundo sistema é mais lento, deliberativo e lógico, encarregado de atividades que exigem atenção e esforço consciente, como checar a validade lógica de um argumento complexo ou comparar preços antes de fazer uma compra​. 

Embora muitas de nossas ações e decisões diárias sejam guiadas pelo Sistema 1, de forma rápida e muitas vezes acurada, é o Sistema 2 que nos permite avaliar e, quando necessário, corrigir ou controlar as impressões e intuições do Sistema 1. Este equilíbrio entre os dois sistemas nos ajuda a navegar tanto por situações cotidianas quanto por decisões mais complexas, embora não estejamos imunes a erros de julgamento em ambos os casos​

Em ‘Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar’, você escreveu que geralmente não estava otimista sobre o potencial dos indivíduos para controlar os preconceitos cognitivos que desviam nosso pensamento. Na década desde que este foi publicado, você viu alguma evidência ou intervenção que o convenceu do contrário?

Não, na verdade não. Quero dizer, houve alguns sucessos publicados, mas foram bem menores. Nem tudo isso aconteceu. Mais uma vez, o meu otimismo no que diz respeito à capacidade dos indivíduos para melhorar o seu pensamento é limitado. Tal como penso ter dito no livro tenho mais confiança na capacidade das instituições para melhorarem o seu pensamento do que na capacidade dos indivíduos para melhorarem o seu pensamento.

Então, como são aplicados os princípios da economia comportamental no mundo real?

O principal impacto da economia comportamental tem sido na política, e tem sido através das atividades de Richard Thaler e do seu livro  Nudge . Esse impacto tem sido bastante substancial, principalmente através de todo o movimento de “empurrões” que criou, que pode mudar a natureza da interação entre governos e cidadãos. A ideia dos “nudges” é mudar a forma como são estruturadas as escolhas que os cidadãos enfrentam, o que Richard Thaler chama de “arquitetura de escolha”. A ideia é apresentar as escolhas de uma forma que permita a liberdade individual, mas ao mesmo tempo incentive as pessoas a tomarem uma decisão que seja realmente bastante vantajosa. Os nudges têm sido bastante populares e influentes, e moderadamente úteis. 

Então, quais foram seus pensamentos quando todas essas ideias foram introduzidas na economia?

Em primeiro lugar, não estávamos principalmente interessados ​​em influenciar a economia. Éramos psicólogos. Publicamos nosso artigo principal, o mais importante, na  Econometrica, que é uma revista de economia. A razão pela qual o publicamos não foi para influenciar a economia, mas porque na altura esta era a revista de maior prestígio em teoria da decisão. Tínhamos um artigo sobre teoria da decisão, então o enviamos para a melhor revista disponível. Isso tornou o nosso trabalho visível para economistas respeitáveis. Fez uma grande diferença porque se tivéssemos publicado exatamente o mesmo artigo numa revista de psicologia, não teria tido quase a mesma influência que teve na economia.

O impacto foi imediato ou foi um crescimento mais gradual?

Foi um processo bastante lento. Houve alguns pontos de referência ao longo do caminho que eu poderia mencionar. Uma figura inicial importante foi Eric Wanner. Em 1983, ele trabalhava na Fundação Alfred P. Sloan e estava interessado em unir psicologia e economia. A primeira bolsa que ele deu foi para Richard Thaler passar um ano comigo em Vancouver. Esse ano foi muito importante, penso eu, para o desenvolvimento da economia comportamental. Colaborei com Richard e com outro economista. Aprendi muito sobre economia e nossas publicações naquele ano foram em revistas de economia. Publicamos sobre o  efeito dotação , que se tornou muito importante, e publicamos sobre justiça. Estes eventualmente tiveram um impacto significativo.

Então penso que a coisa mais importante, e que poucas pessoas conhecem, foi o papel do Prémio Nobel Joseph Stiglitz – ele não era Prémio Nobel na altura. Na década de 1990, foi editor do  Journal of Economic Perspectives , que todos os membros da American Economic Association recebem como parte de seu pacote de assinatura. Joe Stiglitz convidou Richard Thaler para escrever uma coluna regular. Apresentavam-se sob o título “Anomalias” e eram todos desafios à teoria económica estabelecida – Richard Thaler escreveu-os de forma brilhante. Ele sempre teve um coautor que era uma pessoa respeitada na área, e os artigos eram altamente legíveis e quase invariavelmente engraçados porque Richard tinha um excelente senso de humor. Eles foram lidos por todos. Penso que foram principalmente essas colunas que conscientizaram as pessoas da economia sobre a economia comportamental, sobre Richard Thaler e que algo útil estava acontecendo e que era um desafio para a economia padrão.

A tecnologia pode ser uma solução para melhores decisões?

Se compararmos o uso de algoritmos com o julgamento humano, o algoritmo sempre será mais eficiente por conta da ausência de ruído. Mas enquanto não há ruído no algoritmo, há o viés inserido nele pelo criador de dados. Existe ainda outro problema. Os algoritmos incentivam a polarização política. Se você defende a pena de morte será exposto a mensagens acirradas e extremas porque o Google quer que você fique mais tempo em sua plataforma. É um efeito negativo para a sociedade. O algoritmo é uma solução parcial: me dá o que gosto, mas deveria incluir também um efeito aleatório, outras coisas para me deixar tentado a fazer e pensar diferente. 

Leitura recomendada

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PROPÓSITOS DA VALEON – “ValeOn É TOP”

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A ValeOn é uma startup daqui da região e foi acelerada pelo programa AGITA/SEBRAE/MG e pretendemos atuar no ramo de Publicidade e Propaganda online e pretendemos atender a todas as 27 cidades do Vale do Aço.

O nosso mercado será atingir os 766 mil habitantes do Vale do Aço e poder divulgar os produtos / serviços para vocês clientes, lojistas, prestadores de serviços e profissionais autônomos e obter dos consumidores e usuários a sua audiência.

A nossa Plataforma de Compras e Vendas que ora disponibilizamos para utilização das Empresas, Prestadores de Serviços e Profissionais Autônomos e para a audiência é um produto inovador sem concorrentes na região e foi projetada para atender às necessidades locais e oferecemos condições de adesão muito mais em conta que qualquer outro meio de comunicação.

Viemos para suprir as demandas da região no que tange a divulgação de produtos/serviços cuja finalidade é a prestação de serviços diferenciados para a conquista cada vez maior de mais clientes e públicos.

O nosso diferencial está focado nas empresas da região ao resolvermos a dor da falta de comunicação entre as empresas e seus clientes. Essa dor é resolvida através de uma tecnologia eficiente que permite que cada empresa / serviços tenha o seu próprio site e possa expor os seus produtos e promoções para os seus clientes / usuários ao utilizar a plataforma da ValeOn.

A ValeOn atenderá a todos os nichos de mercado da região e especialmente aos pequenos e microempresários da região que não conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que ele proporciona. Pretendemos cadastrar todas as empresas locais com CNPJ ou não e coloca-las na internet.

A Plataforma Comercial da ValeOn é um site moderno, responsivo, profissional, projetado para atender às necessidades dos serviços da região onde existem várias formas de busca: por cidades, por empresas, por produtos, por atividades, por município e por procura.

Para acessar a plataforma da ValeOn poderá ser feita por:

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Aplicativo App: Digitar valeOn no Playstore do Google

Detalhe interessante dessa inovação da ValeOn é que os lojistas/prestadores de serviços/profissionais autônomos inscritos na Plataforma não precisarão fazer nenhuma publicidade ou propaganda, quem o fará é a equipe da ValeOn responsável pela plataforma.

Sobre a publicidade de divulgação dos nossos clientes será feita em todas as redes sociais: facebook, instagran, whatsApp, google, linkedin, rádios locais, jornais locais e onde for possível fazê-la.

Vamos tornar a nossa marca ValeOn conhecida em toda a região como um forma de ser desenvolvedora do comércio da região e também de alavancar as vendas do comércio local.

Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (Wpp)

E-MAIL: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

 

domingo, 20 de outubro de 2024

SAIBA COMO LIMPAR O CHEVEIRO QUANDO ESTIVER ENTUPIDO

 

História de Caroline Vale – Catraca Livre

A maneira correta de limpar o chuveiro quando estiver entupido

A maneira correta de limpar o chuveiro quando estiver entupido© Depositphotos/Sutichak

Um chuveiro com saídas de água entupidas pode transformar um banho relaxante em uma experiência frustrante.

No entanto, a boa notícia é que a limpeza do chuveiro é um processo simples que pode ser feito regularmente para evitar problemas. 

Como limpar meu chuveiro?

Antes de iniciar o processo de limpeza, é fundamental desligar a energia elétrica do chuveiro. Essa medida é importante para garantir a sua segurança.

Caso você more em um prédio e não tenha uma chave geral em seu apartamento, consulte o síndico para saber se é possível desligar a energia. Com a energia desligada, siga os seguintes passos:

  • Limpeza externa: utilize uma esponja e detergente neutro para limpar a parte externa do chuveiro. Essa tarefa, embora simples, muitas vezes é esquecida e deve ser realizada a cada três meses.
  • Limpeza do espalhador: para limpar os furinhos do espalhador, recomenda-se o uso de uma escova, como uma escova de dentes. Essa escovação ajuda a remover a sujeira acumulada nos orifícios, permitindo que a água flua adequadamente.
  • Teste: após a limpeza, aguarde um tempo antes de ligá-lo novamente, permitindo que a água encha adequadamente para evitar danos à resistência.

O que fazer se o chuveiro estiver entupido?

O entupimento das saídas de água é um problema comum que muitos enfrentam. É comum encontrar dicas na internet, como submergir o espalhador em água e vinagre. No entanto, essa prática não é recomendada por especialistas.

O uso de vinagre pode causar corrosão nas partes metálicas do objeto, devido à presença de ácido acético.

A melhor maneira de desobstruir os furos é, de fato, escovar o espalhador com uma escova de cerdas firmes. Para chuveiros com bicos de borracha, você pode apertar os bicos para empurrar a sujeira para fora.

E se o problema persistir?

Caso continue entupido mesmo após a limpeza, o problema pode não estar no chuveiro em si, mas sim na caixa d’água. A sujeira acumulada nessa parte pode ser a responsável por obstruir as saídas de água.

Para evitar essa situação, recomenda-se realizar a limpeza da caixa d’água pelo menos duas vezes ao ano. Isso não apenas melhora a qualidade da água, mas também prolonga a vida útil do produto.

BNDES OFERECE EMPRÉSTIMOS PARA PEQUENOS NEGÓCIOS

 

História de LETYCIA BOND – REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL – Newsrondonia

BNDES oferece mais de R$ 9 bilhões em crédito a pequenos negócios

BNDES oferece mais de R$ 9 bilhões em crédito a pequenos negócios

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, informou neste sexta-feira (18) que a instituição, mediante acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), irá disponibilizar R$ 9,4 bilhões a negócios de menor porte. Os recursos deverão ser repassados através de fundo garantidor de créditos.

O anúncio foi feito na capital paulista, durante o evento Acredite no Seu Negócio, organizado no âmbito do programa Acredita, por quatro ministérios, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e o Sebrae. A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e de uma comitiva composta por representantes do primeiro escalão do governo.

O Programa Acredita facilita o acesso ao crédito a diversos segmentos econômicos, sobretudo à parcela mais vulnerável da população. O programa foi lançado pelo governo federal em 22 de abril deste ano, com três eixos de ação: capacitação, empreendedorismo e emprego.

Mercadante adiantou também que o BNDES deve firmar acordo com a Apex Brasil para apoiar a exportação de produtos comercializados por pequenos negócios. “92% do mercado está fora do país e, hoje, com as plataformas digitais, você vende”, disse, acrescentando que, após a instituição constatar que o nível de inadimplência de pequenas e médias empresas ficou abaixo do esperado, irá liberar mais R$ 112 bilhões.

Governo Amplia Prazo Para 6 Meses Reclamarem Dinheiro Esquecido Em Bancos

O presidente do Sebrae, Décio Lima, elogiou a criação de um programa com esse propósito, argumentando que preencheu uma lacuna há muito existente e que populariza o crédito. “O crédito deixa de ser algo de luxo”, afirmou. “Os pequenos crescendo, todos nós crescemos.”

Programa

A linha Acredita no Primeiro Passo foi pensada para trabalhadores sem carteira assinada, ou seja, informais, famílias de baixa renda e mulheres empreendedoras, que já representam 73% do público atendido, que já movimentou 30 mil operações. Nesse caso, o valor médio concedido é de R$ 6 mil. Estima-se que se atinja um montante de R$ 1,25 milhão de transações de microcrédito até 2026 e que a aplicação se converta em R$ 7,5 bilhões no mesmo período.

O programa Acredita também leva em conta uma dimensão que tem se tornado cada vez mais importante, a de sustentabilidade. Através da vertente Eco Invest Brasil, busca impulsionar, com proteção cambial, investimentos em projetos verdes.

Outra possibilidade desenhada para micro empresas e Microempreendedores Individuais destacada no evento foi o ProCred 360, que beneficia negócios que têm faturamento de até R$ 360 mil. As taxas pagas por quem adere a este programa chegam a corresponder a metade das praticadas no mercado em geral.

Negócios desse porte também contam com o Desenrola Pequenos Negócios, que abarca também pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. O objetivo é auxiliá-los na quitação de pendências, resolvendo situações de inadimplência. O desconto que incide sobre as dívidas pode chegar a 95%.

MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA EVITAR GOLPES E FRAUDES NOS CARTÕES POR APROXIMAÇÃO

 

História de Beatriz Aguiar = Pardal Tech

Os pagamentos por aproximação se tornaram uma prática comum no cotidiano, oferecendo conveniência e agilidade nas transações
No entanto, é importante adotar medidas de segurança para evitar possíveis fraudes e golpes

Os pagamentos por aproximação se tornaram uma prática comum no cotidiano, oferecendo conveniência e agilidade nas transações©Foto: Unsplash

Os pagamentos por aproximação se tornaram uma prática comum no cotidiano, oferecendo conveniência e agilidade nas transações. No entanto, é importante adotar medidas de segurança para evitar possíveis fraudes e golpes. Veja algumas orientações para garantir que suas compras sejam feitas de forma segura.

Como funciona a tecnologia de pagamento por aproximação?

O sistema de pagamento por aproximação utiliza a tecnologia NFC (Near Field Communication), que permite a troca de informações entre dispositivos como smartphones, cartões e maquininhas de pagamento. Essa comunicação ocorre diretamente entre os dispositivos, sem que os dados sejam armazenados em servidores ou na nuvem, proporcionando uma camada extra de segurança.

Dicas para garantir a segurança das transações

Apesar da facilidade proporcionada pelo pagamento por aproximação, alguns cuidados são essenciais para evitar problemas. Confira sete dicas para proteger seus dados financeiros:

  1. Ative a autenticação biométrica ou por senha Adicione uma camada extra de segurança no seu dispositivo, seja cartão, celular ou relógio, ativando a autenticação por senha ou biometria. Isso garante que, em caso de perda ou roubo, outras pessoas não consigam realizar pagamentos.
  2. Mantenha seus dispositivos atualizados Certifique-se de que seu celular, relógio ou qualquer outro dispositivo usado para pagamentos esteja sempre com o software atualizado. Isso corrige vulnerabilidades e fortalece a proteção contra ciberataques.
  3. Verifique a integridade das maquininhas de pagamento Sempre observe se o terminal de pagamento apresenta sinais de danos, como telas trincadas ou botões danificados. Máquinas adulteradas podem comprometer a segurança da transação.
  4. Utilize senhas fortes e exclusivas Crie senhas complexas e únicas para seus dispositivos e contas bancárias. Evite combinações óbvias, como datas de nascimento ou números fáceis de adivinhar.
  5. Revise o valor da compra antes de finalizar Antes de aproximar o cartão ou o celular para concluir a compra, confira se o valor exibido na máquina corresponde ao que foi acordado. Após a transação, verifique o comprovante e o aplicativo do seu banco para garantir que o valor correto foi debitado.
  6. Guarde seu cartão e celular em locais seguros Mantenha seus dispositivos habilitados para pagamento protegidos em bolsas ou carteiras e evite deixá-los expostos em locais públicos, como mesas de restaurantes ou balcões de lojas. Isso reduz o risco de acesso não autorizado.

Seguindo essas orientações, você pode aproveitar a praticidade dos pagamentos por aproximação com mais segurança, evitando fraudes e protegendo seus dados pessoais e financeiros.

CONSERTO DE FURO NO COLCHÃO INFLÁVEL

 

História de mari – Go Outside

Imagine isto: você se acomodou para passar a noite em seu colchão inflável e foi para a terra dos sonhos. Algumas horas depois, você acorda com frio e desconforto e percebe que seu confortável item de acampamento murchou até que você esteja deitado em cima das raízes e do cascalho. Você o enche e deita de novo, mas não adianta: logo você acorda no chão mais uma vez.

Os colchões infláveis modernos ​​e isolados são mais confortáveis ​​do que suas contrapartes de espuma de células fechadas, mais duráveis, jamais poderiam ser, mas se não conseguem reter o ar, não são boas para você. Qualquer pessoa que tenha dormido fora por muito tempo já sofreu um furo e conhece a frustração de passar horas tentando encontrar e fechar um buraco microscópico que está causando grandes problemas. 

Mas e se eu te dissesse que não precisa ser assim? Com algumas ferramentas básicas e algum conhecimento, encontrar e consertar o furo em seu colchão inflável é uma tarefa fácil que deve levar apenas alguns minutos de trabalho (mais algumas horas de secagem. Aprenda:

Encontrando o furo no colchão inflável

O primeiro passo para encontrar um furo no colchão inflável é invariavelmente o mais difícil: a maioria dos furos são pequenos demais para serem vistos a olho nu, pelo menos sem já saber onde estão. Mas em vez de usar uma lupa, pegue seu kit de lavar louça. Adicione algumas gotas de sabão em uma garrafa ou tigela com água e misture. Encha o colchão e espalhe a mistura pela superfície com um borrifador, se tiver, e com as mãos, se não tiver. O ar que escapa do furo formará bolhas na água com sabão, permitindo que você veja imediatamente onde está o dano. Marque o furo com um pedaço de fita adesiva ou marcador e continue até verificar todo o colchão. (Dica profissional: inicie esse processo assim que acordar pela manhã. Você precisará de tempo para que a almofada seque e o reparo subsequente seja definido.)

Remendando o buraco 

Aquele adesivo que veio com o seu colchão? Quase inútil: pode evitar que seu absorvente esvazie muito por uma noite, mas não é uma solução boa ou durável. Em vez disso, pegue um tubo de cola adequada para equipamentos externos. Depois que a almofada secar, espalhe um pouco de adesivo sobre o buraco. Deixe secar por 8 a 10 horas (de preferência deitado, mas se você tiver quilômetros pela frente, você pode dobrar cuidadosamente o bloco e amarrá-lo na parte externa da mochila com o lado colado para fora). Se você estiver em casa, teste seu trabalho de reparo colocando alguns objetos pesados, mas não pontiagudos – livros, jarros de água, um pacote carregado – na almofada inflada e verificando-a oito horas depois para ter certeza de que ainda está retendo ar. No acampamento? Colar e esperar pelo melhor.

Dicas para prevenir danos ao colchão inflável

É sempre melhor evitar um reparo do que fazê-lo, e com um pouco de previsão você pode evitar a maioria dos danos ao seu colchão. Em áreas com folhagens pontiagudas ou pedras pontiagudas, considere colocar uma toalha de chão embaixo da barraca para reduzir a chance de perfurarem o item. Se o peso não for um grande problema, considere carregar um tapete leve de espuma de células fechadas para colocar sob o inflável.

Além de parecer estranho, carregar o colchão do lado de fora da mochila é uma ótima maneira de cortá-lo, raspá-lo e colocá-lo no esquecimento. Se possível, leve-o dentro da mochila.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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