Nas entrevistas, Valdemar afirmou
que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o
“primeiro da fila” para a disputa pelo Palácio do Planalto, o que não
agradou ao ex-presidente. Bolsonaro, por sua vez, destacou que será ele o
candidato e insinuou que, se caso continuar inelegível, “vai jogar a
toalha” e “cuidar da sua vida”.
Por Redação – de Brasília
O relacionamento entre o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e seu
principal filiado, o ex-mandatário neofascista Jair Bolsonaro (PL),
entrou numa nova fase, nesta sexta-feira, após declarações do dirigente partidário à mídia conservadora. As entrevistas de Costa Neto causaram o furor relatado nos bastidores da legenda.
Jair Bolsonaro foi julgado pela reunião com embaixadores para favorecer a si mesmo no processo eleitoral do ano passado
Nas entrevistas, Valdemar afirmou que o governador de São Paulo,
Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o “primeiro da fila” para a
disputa pelo Palácio do Planalto, o que não agradou ao ex-presidente.
Bolsonaro, por sua vez, destacou que será ele o candidato e insinuou
que, se caso continuar inelegível, “vai jogar a toalha” e “cuidar da sua
vida”.
As declarações de Costa Neto deixaram no ar uma série de indiretas
apontadas para o inelegível. Bolsonaro, no entanto, considerou-as como
“extemporâneas” e “impróprias”. Auxiliares pediram ao ex-presidente que
se concentre nas prefeituras conquistadas pelo PL, visando não agravar
ainda mais a situação.
Disputa
Aliados de Costa Neto, por sua vez, enfatizaram que ele deixou claro
na imprensa que o capitão reformado ainda é sua primeira opção. A
comunicação entre os dois líderes políticos está suspensa desde
fevereiro, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal
(STF) Alexandre de Moraes.
Nos bastidores, Bolsonaro admitiu, em conversas privadas, que com sua
inelegibilidade, Tarcísio é o nome da direita mais bem posicionado para
disputar a Presidência da República em 2026. No entanto, a irritação do
líder da extrema direita cresce com o vazamento de suas declarações.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Salesforce, que
examinou o comportamento de mais de 300 milhões de consumidores em 37
nações, 72% deles fazem uso de seus dispositivos móveis durante as
compras presenciais.
Para Andrei Dias, head de vendas da Nexaas, retail tech especialista em soluções para o varejo, as práticas conhecidas como “showrooming” e “webrooming” têm se tornado comuns no setor.
As práticas de showrooming e webrooming moldam a revolução no varejo e destacam a necessidade de adaptação à mobilidade
Imagem: Freepik
O cenário do varejo está sendo redefinido à medida que as práticas de
consumo se tornam mais móveis. O uso de dispositivos não se limita
apenas à compra online, mas também influencia significativamente as
experiências dentro das lojas físicas. De acordo com uma pesquisa
realizada pela Salesforce, que examinou o comportamento de mais de 300
milhões de consumidores em 37 nações, 72% deles fazem uso de seus
dispositivos móveis durante as compras presenciais.
O estudo aponta, ainda, que smartphones e tablets emergiram como a
inovação mais disruptiva no setor varejista desde a chegada do comércio
eletrônico nos anos 90. Isso evidencia que os aparelhos não só exercem
influência sobre o e-commerce, mas também desempenham um papel
fundamental na experiência de compra nas lojas físicas.
Para Andrei Dias, head de vendas da Nexaas,
retail tech especialista em soluções para o varejo, as práticas
conhecidas como “showrooming” e “webrooming” têm se tornado comuns no
setor. O showrooming envolve a ação de verificar preços, ler avaliações
de produtos e até mesmo realizar compras em lojas online enquanto os
clientes caminham pelos corredores da loja física.
Por outro lado, a chamada “webrooming” ou “pesquisa pré-compra”
refere-se ao comportamento de pesquisar informações e avaliações sobre
os itens antes de efetivamente se deslocarem até as unidades e
comprá-los. Essas tendências colocam uma pressão crescente sobre os
varejistas, exigindo que proporcionem experiências excepcionais nas
unidades físicas e mantenham sua competitividade diante das ofertas
disponíveis online.
“Esses dois exemplos são categóricos; talvez pouca gente os conheça
pelo nome, mas certamente todo mundo já praticou. Antes da era digital,
pesquisar preços e perguntar as impressões dos amigos cumpriam esse
papel. Só que, agora, pode-se fazer isso de qualquer lugar, até na fila
do caixa”, afirma o especialista.
No entanto, tais fluxos também abrem portas para oportunidades de
inovação. Os varejistas inteligentes estão usando tecnologias móveis
para aprimorar a experiência do cliente, oferecendo aplicativos que
facilitam a navegação nas lojas, oferecem ofertas personalizadas e até
mesmo permitem pagamentos móveis. Essas inovações não apenas melhoram a
satisfação do cliente, mas também coletam dados valiosos que podem ser
usados para aprimorar ainda mais as estratégias de vendas e marketing.
“A chave para o sucesso no varejo do futuro será a capacidade de
abraçar a mobilidade e adaptar-se à mudança constante nas preferências e
comportamentos dos consumidores. Há muito terreno livre para explorar e
usar em favor do comércio”, conclui o executivo.
Sobre a Nexaas
A Nexaas é uma Retail Tech, especialista em inovação para o varejo,
nascida em 2018, parte integrante de um sólido grupo de investimentos em
Soluções Digitais, Software B2B, Software B2C, Software de E-Commerce,
Inteligência Artificial, entre outros, que busca crescimento sustentável
acelerado e geração de valor por meio da inovação contínua.
COMO DEVEM SER OS PARCEIROS NOS NEGÓCIOS
“Parceiros chegam de várias formas. Se juntam por diferentes motivos”.
Eu sei, é clichê, rss. E se a frase fosse minha eu acrescentaria: “O que eles tem em comum é o fato de acreditarem no que nós acreditamos”.
Parceria é a arte de administrar conflitos de interesses e
conexões de interesses, visando resultados benéficos para ambas as
empresas”.
É por isso que eu costumo comparar parceria com casamento. Quem é
casado sabe que administrar conflitos é fundamental para ambos terem
resultados nessa aliança.
Assim como no casamento, o parceiro não precisa ser igual a nós, mas
tem que ter o nosso ‘jeitão’! Nas parcerias eu defendo que o parceiro
precisa ter o DNA de inovação, a inquietude pra sair da zona de conforto
e uma preocupação muito grande com o cliente, não apenas no discurso,
mas na prática. É claro que no processo de análise do possível parceiro,
nós avaliamos o potencial financeiro e de escala da aliança, a
estrutura e o tamanho da empresa. Mas, tem um fator humano que não pode
ser desconsiderado, já que empresas são, na sua essência, pessoas.
É por isso, que normalmente, os parceiros são empresas formadas por
pessoas do bem, pessoas com propósito, que tem tanto o caráter quanto a
lealdade de continuar de mãos dadas, mesmo nos momentos mais difíceis. É
como um casamento mesmo!
É importante também que os parceiros tenham know how e competênciascomplementares,
que potencializem nossas fragilidades e deem mais peso aos nossos
pontos fortes. E como eu acredito que o primeiro approach de
uma boa parceria acontece no plano humano (onde existe emoção), e não no
corporativo, eu gosto muito da histórica da parceria entre Steve Jobs e Steve Wozniak.
Os dois Steves tornaram-se amigos durante um emprego de verão em 1970.
Woz estava ocupado construindo um computador e Jobs viu o potencial para
vendê-lo. Em uma entrevista de 2006 ao Seattle Times, Woz, explicou:
“Eu só estava fazendo algo em que era muito bom, e a única coisa
que eu era bom acabou por ser a coisa que ia mudar o mundo… Steve (Jobs)
pensava muito além. Quando eu projetava coisas boas, às vezes ele
dizia: ‘Nós podemos vender isso’. E nós vendíamos mesmo. Ele estava
pensando em como criar uma empresa, mas talvez ele estivesse mesmo
pensando: ‘Como eu posso mudar o mundo?’”.
Por que essa parceria deu certo? Habilidades e competências complementares.
As habilidades técnicas de Woz juntamente com a visão de Jobs fizeram dos dois a parceria perfeita nos negócios.
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moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é
colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn
possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o
seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
Pessoas físicas e empresas que perderam o prazo para sacar os R$ 8,6
bilhões de recursos esquecidos nas instituições financeiras – encerrado
nesta quarta-feira (16) – ainda terão seis meses para reclamar os
valores. As informações para requerer o dinheiro estarão em edital que
será publicado pelo Ministério da Fazenda.
O Sistema de Valores a Receber (SVR) é um serviço do Banco Central
(BC), no qual é possível consultar se empresas, mesmo aquelas que foram
encerradas, e pessoas físicas, inclusive falecidas, têm dinheiro
esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição e, caso tenha,
saber como solicitar o valor. De acordo com a Lei 2.313 de 1954, caso os
recursos não sejam requeridos no prazo de 25 anos, poderão ser
incorporados à União.
O governo destaca que isso não representa um confisco. No caso dos
valores informados atualmente no SVR do Banco Central, os recursos não
sacados serão transferidos para a conta única do Tesouro Nacional para
atender à lei que compensa a prorrogação da desoneração da folha de
pagamento de 17 setores da economia e de 156 municípios, aprovada em
setembro pelo Congresso Nacional.
Será estabelecido, então, prazo de 30 dias, contado da data da
publicação do edital, para que os respectivos titulares contestem o
recolhimento dos recursos. Nesse caso, o interessado precisa acionar as
instituições financeiras para reaver o dinheiro esquecido.
Após esse período, pessoas e empresas ainda terão seis meses para
requerer judicialmente o reconhecimento do direito aos valores, prazo
que também se inicia após a publicação do edital pelo Ministério da
Fazenda. Depois disso, os valores serão recolhidos pela União.
O Banco Central e o Ministério da Fazenda ainda não divulgaram
balanço de quanto faltou ser resgatado dos R$ 8,6 bilhões que estavam
disponíveis até a última quarta-feira (16). Desse total, R$ 6,62 bilhões
referem-se a valores não retirados por pessoas físicas e R$ 1,97 bilhão
por empresas.
Depois de ficar fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em
março de 2023, com novas fontes de recursos, um novo sistema de
agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas
falecidas. Até agosto deste ano, o BC promoveu a devolução de R$ 8
bilhões, de um total de R$ 16,6 bilhões postos à disposição pelas
instituições financeiras.
“O governo precisa tomar um chacoalhão”, sugeriu à repórter Vera Rosa
o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha. Integrante da
velha-guarda do Partido dos Trabalhadores (PT), Cunha pregou ao Estadão a
necessidade de reformulação do partido após os maus resultados das
eleições municipais, assim como a importância de o governo do presidente
Lula da Silva “entender os sinais que estão aparecendo na sociedade” e
corrigir seus problemas para enfrentar os próximos dois anos – leia-se:
preparar o terreno para a disputa presidencial de 2026.
Foi mais uma entre muitas análises que expressam a perplexidade de um
partido, o PT, e da esquerda marxista, que vê o mundo exclusivamente
sob o prisma da luta de classes, diante da hemorragia de votos e de
simpatia em setores antes tidos como cativos. Hoje, para resumir, o
Partido dos Trabalhadores não representa os trabalhadores, apenas os
sindicatos – que, na datação do mundo do trabalho, estão na idade da
pedra.
Cunha ecoou o que Lula já reconhecera dias antes. “Temos que
rediscutir o papel do PT”, avaliou o presidente ante derrotas fragorosas
no Brasil. Ao seu estilo, Lula sugeriu a “rediscussão” do papel do seu
partido, como se ele próprio não fosse responsável pela crise, ao
interditar a renovação e ao atrelar o PT a imperativos puramente
eleitorais. Mesmo os petistas mais empedernidos admitem que o resultado
das eleições municipais foi péssimo se comparado a anos como 2012,
quando também ocupava a Presidência, e um sinal evidente da desidratação
da esquerda, da consolidação da direita e da relativa diluição da
polarização entre o lulopetismo e o bolsonarismo.
As agruras lulopetistas, contudo, não têm a menor importância para o
Brasil. O que, sim, interessa é observar que não é bom para o País que
haja qualquer hegemonia política, nem à esquerda nem à direita, razão
pela qual a esquerda precisa se livrar do lulopetismo e das cansativas
batalhas identitárias do psolismo e se modernizar, para que, como
social-democracia, volte a ter relevância no debate público contra uma
direita que, de modo inteligente, captou as aflições e os desejos da
maioria do eleitorado.
Quando deveriam pensar sobre um Brasil que se transforma a olhos
vistos e numa velocidade estonteante, Lula e seus aliados trabalham sob a
mesma lógica dos anos 2000, quando chegaram à Presidência pela primeira
vez. Trata-se de um envelhecimento que vai muito além da idade de suas
lideranças. É uma senilidade de ideias – em parte decorrente do próprio
pensamento rupestre típico da esquerda marxista, em parte decorrente dos
erros do passado, jamais admitidos.
Do mesmo modo que o Brasil precisa de uma direita não bolsonarista e
não golpista, também precisa de uma esquerda moderna, capaz de fazer um
contraponto qualificado. Não está claro qual caminho o PT adotará nessa
rediscussão, mas parece difícil que seja o PT a promover tal
modernização e a construir uma esquerda liberal progressista, não
estatista, não radical e não dependente de Lula – atributos essenciais
para lidar com uma direita que caminha para monopolizar o cenário
político do País num futuro previsível. O que se vê, por ora, é um
discurso essencialmente concentrado na polarização, nas questões
identitárias e na velha cantilena anti-imperialista, demonstrando
excruciante incapacidade de atualizar sua agenda.
Enquanto isso, o PT ainda padece do seu vício de origem: achar que os
eleitores é que estão cometendo erros, induzidos por algoritmos, pela
mídia e pelas “elites”. Ignora, por exemplo, os anseios de prosperidade
da nova classe média – que o marxismo chama jocosamente de “pequena
burguesia” –, desejosa de um Estado que justifique os impostos que cobra
e não lhe atrapalhe a vida. E ignora as aspirações de eleitores e
cidadãos de baixíssima renda que ainda precisam da proteção e do cuidado
do Estado. Para os primeiros, essa esquerda embolorada parece não ter
projeto, reservando-lhes indisfarçável desdém. Para os demais, não
oferece muito mais do que a velha política de transferência de renda.
História de CATIA SEABRA, MARIANNA HOLANDA, RENATO MACHADO E VICTORIA AZEVEDO – Folha de S.Paulo
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) tem sinalizado a
aliados que, após o segundo turno das eleições municipais, pretende se
debruçar sobre o mapa eleitoral para fazer um redesenho da Esplanada.
Ainda não há clareza da amplitude e do ritmo dessa reforma, segundo
esses interlocutores, nem se acontecerá antes da eleição dos futuros
presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, que ocorre em fevereiro
de 2025.
As discussões já começaram, mas ainda estão em estágio embrionário. O
resultado das eleições pode desencadear as mudanças, após um primeiro
turno com avanço da centro-direita e derrotas do PT em redutos
tradicionais.
Nesta quarta-feira (16), Lula voltou a negar planos de mudança na equipe, ao que ele associou à sua satisfação com resultados.
“Vocês percebem que poucas vezes a imprensa trata ‘o Lula vai mudar
ministério’, ninguém pergunta mais. Porque no mandato passado, todo dia
eu tinha que responder, ‘vou trocar ministério’, ‘vou trocar
ministério’, e eu não tenho nenhum interesse e nenhuma pressa de mexer
no time que está ganhando”, disse o presidente em Natal.
Mas, nas conversas com assessores e aliados, o presidente tem
admitido inquietações com a comunicação do governo, a mobilização nas
ruas e a dificuldade de articulação política no Senado. Ele se queixa
ainda da falta de resultados políticos dos ministros, especialmente pela
dificuldade de conversão de votos no Congresso Nacional.
A partir desses sinais, colaboradores do presidente apostam em
mudanças na cozinha do Palácio do Planalto, a começar pela saída do
titular da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, responsável
pela interlocução com os movimentos sociais.
Um dos cenários incluiria a substituição de Macêdo pelo ministro Paulo Pimenta, titular da Secom (Secretaria de Comunicação).
Na terça (15), Pimenta reuniu agências de publicidade contratadas
para a comunicação do governo e solicitou uma campanha de fim de ano. A
orientação, segundo relatos, é para apresentação de peças que exaltem os
avanços da economia e com a marca do governo Lula.
Uma das queixas do presidente, segundo interlocutores, está no fato
de as ações federais não terem se convertido em apoio popular. O sucesso
da campanha pesaria para o destino de Pimenta.
Para a vaga do ministro, as apostas recaem sobre o publicitário
Sidônio Palmeira, responsável pela comunicação da campanha de Lula, e
Laércio Portela, que já ocupou interinamente o cargo quando Pimenta
assumiu a secretaria criada para recuperação do Rio Grande do Sul após
enchentes no estado.
O prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), também é citado para a
Secom, em um redesenho mais amplo que incluiria o lançamento de Pimenta
para a presidência do partido.
Hoje, Edinho é apontado como favorito para a sucessão de Gleisi
Hoffmann (PR) no comando da legenda. Mas Pimenta chegou a ser cogitado
para o posto a presidência do partido, tendo desistido da disputa.
A própria Gleisi é citada em eventual rearranjo na Esplanada, sendo
lembrada para ocupar a pasta de Desenvolvimento Social ou a
Secretaria-Geral da Presidência. A interlocutores ela tem sinalizado que
deseja ficar na presidência do partido até fevereiro de 2025, quando se
encerra o mandato na legenda. Só depois é que pensaria nos próximos
passos.
Uma das apostas de interlocutores de Lula também está na nomeação do
presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de quem o petista se
aproximou nesses quase dois anos de governo. Pacheco é hoje apontado
como o candidato do presidente ao Governo de Minas, em 2026, e nome
forte para uma eventual vaga ao STF (Supremo Tribunal Federal).
No governo, ele poderia atuar na articulação com o senadores e o
Judiciário. Seu nome chegou a ser cogitado para o lugar de Alexandre
Silveira, também do PSD mineiro, no Ministério de Minas e Energia. Mas
Silveira teria crescido na avaliação de aliados de Lula na cobrança de
responsabilidades do apagão de São Paulo.
O nome de Pacheco também é lembrado para ocupar as pastas da Justiça e da Defesa, além da AGU (Advocacia-Geral da União).
Para lidar com a preocupação com a articulação do governo do Senado,
esses aliados e Lula defendem que o ministro do Desenvolvimento Social,
Wellington Dias (PT-PI), assuma sua cadeira no Legislativo ele é
senador eleito, mas licenciado para atuar no governo.
Dentro dessa proposta, há defesas pela nomeação da senadora Teresa
Leitão (PT-PE) para o Ministério das Mulheres. Isso permitiria a
ascensão do suplente dela, Silvio Costa (Republicanos), ao Senado.
Pai do ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Costa
reforçaria a articulação do governo no Senado, na opinião de uma ala de
petistas. Ele foi aliado dos governos anteriores do PT, entre eles o de
Dilma Rousseff, e votou, quando era deputado, contra o impeachment da
então presidente.
No ápice das crises entre governo e Legislativo, Silvio Costa Filho
chegou a ser cogitado para a SRI (Secretaria de Relações
Institucionais), chefiada por Alexandre Padilha. O presidente da Câmara,
Arthur Lira (PP-AL), rompeu com Padilha, a quem chamou de seu desafeto e
“incompetente”.
A calmaria durante o período eleitoral e o ocaso do mandato de Lira
teria conferido sobrevida a Padilha, já cogitado para o Ministério da
Saúde. Ele ocupou o cargo durante o governo Dilma.
A cúpula do Congresso, por sua vez, avalia que o Executivo deverá
realizar alguma mudança na Esplanada, já mirando 2026 e eventual
reeleição de Lula. Nesse sentido, apostam na entrada de mais
representantes de partidos do centrão em espaços ocupados hoje por
petistas.
Parlamentares dizem acreditar que o Executivo possa também usar
trocas na Esplanada para contemplar candidatos à sucessão de Lira que
eventualmente deixarem a disputa. Hoje, estão no páreo três nomes:
Antonio Brito (PSD-BA), Elmar Nascimento (União Brasil-BA) e Hugo Motta
(Republicanos-PB).
Apesar dos acenos do presidente, há quem lance dúvidas sobre a
possibilidade de realização de uma reforma ministerial. Esses
colaboradores lembram que Lula já teve outras oportunidades e frustrou,
por exemplo, a expectativa de que a saída de Pimenta desencadeasse essas
mudanças.
Um dos problemas estaria na dificuldade de realocar ministros. Esse
seria o caso de Macêdo, que chegou a ser cotado para a presidência do PT
(hipótese já rechaçada). Na cúpula do partido, seu nome é mencionado
para o Ibama ou a Autoridade Climática, a ser criada.
BRASÍLIA – O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, informou nesta quarta-feira, 16, que o governo concluiu que não há necessidade de retomada do horário de verão para
este ano. Contudo, conforme o ministro, está mantida a possibilidade da
volta da política a partir do próximo ano, o que dependerá de análise
posterior.
“Tive zelo e cuidado para fazer esse debate. Hoje na última reunião com o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico),
concluímos que não há necessidade do horário de verão neste ano”, disse
Silveira em entrevista coletiva. “Fizemos análise criteriosa sobre a
necessidade do horário de verão,”
O ministro afirmou que a discussão da necessidade de retomada da
política foi iniciada em razão da pior seca vivida pelo País desde 1950.
“Graças a medidas ao longo do ano, conseguimos chegar com os
reservatórios com índices de eficiência”, disse.
Sob o ponto de vista da segurança energética, o adiantamento dos
relógios em uma hora é justificado pela necessidade de redução de
consumo no horário de ponta. Em tese, as pessoas podem ter um melhor
aproveitamento da luz natural.
Essa política geralmente era adotada no mês de outubro de cada ano,
até fevereiro do ano seguinte. Tendo em vista o cenário hidrológico
desfavorável do momento, com o acionamento mais frequente de
termelétricas, mais caras, o retorno do horário de verão chegou a ser
apontado como uma realidade “premente” pelo ministro Silveira, em
manifestação pública.
Em setembro, o ONS divulgou
uma nota técnica avaliando que a volta dessa política poderia trazer
maior eficiência ao Sistema Interligado Nacional (SIN), especificamente
no atendimento entre 18h e 20h. É nesse período que o sistema fica mais
pressionado.
O Estadão/Broadcast mostrou no início de setembro que
interlocutores do governo apontavam que o retorno do horário de verão
não seria imediato. Isso porque as autoridades do setor elétrico já
estão adotando outras medidas para aumentar a confiabilidade do sistema.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira Foto: Ricardo Botelho/MME
Silveira afirmou que a decisão de abrir mão da retomada do horário de
verão para este ano ficou sob sua responsabilidade, sem interferência
de aspectos políticos.
“A decisão sobre horário de verão não é do governo, é do ministro de
Minas e Energia”, disse em coletiva de imprensa. O ministro afirmou que a
possibilidade da volta da política segue mantida para os próximos anos,
dependendo de análises posteriores que, defendeu, são ancoradas apenas
em aspectos técnicos.
“Não é uma decisão política, é uma decisão técnica. No Brasil, por
ter sido instalado por questão energética e não econômica, o horário de
verão tem um condão que alguém deve decidir fazê-lo ou não. Fico com
ônus da decisão”, disse.
Silveira afirmou que comunicou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva
sobre a decisão por telefone na manhã desta quarta-feira, 16.
Em relação à redução da demanda em horário de ponta, há o programa
Resposta da Demanda (RD) – quando grandes consumidores apresentam
ofertas de redução de demanda em troca de uma remuneração.
Um processo competitivo foi realizado ontem. As empresas vencedoras
serão contratadas por um período de três meses, de novembro a janeiro, e
receberão uma receita fixa mensal. Em troca, deverão estar disponíveis
para reduzir sua demanda de energia elétrica quatro vezes por mês, por
períodos de quatro horas, entre 18h e 22h, nos dias úteis.
Silveira falou com setores empresariais antes de tomar a decisão.
Representantes das companhias aéreas se manifestaram sobre a necessidade
de ao menos seis meses para adaptação de seus sistemas à mudança do
horário.
Ainda, porque setores como o das companhias aéreas dizem ser
necessário um período de ao menos seis meses para adaptação de seus
sistemas.
No mês passado, o CEO da Azul, John Rodgerson, disse em coletiva que o
possível retorno do horário de verão teria impacto no planejamento de
voos. Para o executivo, seriam necessários 45 dias, no mínimo, para a
reprogramação.
Como era?
A política era aplicada nos seguintes estados: Rio de Janeiro, São
Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas
Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e também no Distrito
Federal. O horário de verão tem melhor eficácia nos locais do país mais
distantes da Linha do Equador.
Na gestão de Jair Bolsonaro, o Ministério de Minas e Energia (MME)
identificou uma “naturalidade” dos efeitos do horário de verão, em
função das mudanças de comportamento. Foi verificada intensificação do
uso de equipamentos como ar-condicionado, o que teria anulado os efeitos
de um melhor aproveitamento da iluminação natural e redução no consumo
de energia, segundo a gestão da época.
DUBAI/BEIRUTE (Reuters) – O comandante da Guarda Revolucionária de
elite do Irã advertiu Israel na quinta-feira contra qualquer ataque à
República Islâmica em retaliação a uma série de mísseis, enquanto as
Forças Armadas israelenses intensificavam sua ofensiva no Líbano contra o
Hezbollah, apoiado por Teerã.
Os temores de um conflito mais amplo no Oriente Médio cresceram à
medida que Israel planeja sua resposta ao ataque com mísseis realizado
pelo Irã em 1º de outubro, após ataques aéreos israelenses contra
militantes aliados do Irã.
“Dizemos a vocês (Israel) que, se cometerem qualquer agressão contra
qualquer ponto, atacaremos dolorosamente o mesmo ponto de vocês”, disse
Hossein Salami em um discurso televisionado, acrescentando que o Irã
pode penetrar nas defesas de Israel.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, conversou
com o ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, na quarta-feira,
sobre as operações de Israel no Líbano e em Gaza, com o objetivo de
evitar uma guerra regional.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, em uma
viagem pelo Oriente Médio, reuniu-se com o presidente egípcio Abdel
Fattah al-Sisi no Cairo, com Sisi reiterando o apelo do Egito para
evitar uma expansão do conflito, disse a Presidência egípcia.
No entanto, Israel não mostra sinais de abrandar suas campanhas
militares contra o Hezbollah no Líbano, depois de assassinar vários de
seus líderes, e contra o Hamas em Gaza, e prometeu punir o Irã pelo
ataque de 1º de outubro.
Israel atacou a cidade portuária síria de Latakia na madrugada de
quinta-feira, informou a mídia estatal síria, e os Estados Unidos
disseram que realizaram ataques na quarta-feira em áreas do Iêmen
controladas pelos houthis, alinhados ao Irã.
O Catar, que foi mediador em várias negociações de cessar-fogo
fracassadas, disse que não houve engajamento com nenhuma das partes nas
últimas três ou quatro semanas sobre a guerra de Gaza.
Ataques aéreos israelenses mataram 11 palestinos na Cidade de Gaza na
quinta-feira, segundo médicos, enquanto as forças israelenses enviaram
tanques para Jabalia, no norte, onde palestinos e funcionários das
Nações Unidas expressaram preocupação com a escassez de alimentos e
medicamentos.
Em sua frente norte no Líbano, Israel afirmou que não parará de lutar
contra um Hezbollah agora enfraquecido antes que possa retornar com
segurança seus cidadãos para suas casas perto da fronteira libanesa e
disse que qualquer negociação de cessar-fogo será realizada “sob fogo”.
Os militares israelenses disseram na quinta-feira que, nas últimas 24
horas, mataram 45 combatentes do Hezbollah no sul do Líbano, incluindo o
comandante de um batalhão, e apreenderam muitas armas.
As operações israelenses no Líbano mataram pelo menos 2.350 pessoas
no último ano, de acordo com o Ministério da Saúde, e mais de 1,2 milhão
de pessoas foram deslocadas. O número de mortos não faz distinção entre
civis e combatentes, mas inclui centenas de mulheres e crianças.
Cerca de 50 israelenses, tanto soldados quanto civis, foram mortos no mesmo período, de acordo com Israel.
(Reportagem de Laila Bassam e Timour Azhar em Beirute, Maayan Lubell em Jerusalém e Nidal al-Mughrabi no Cairo)
Nesta sexta-feira (18), é celebrado o Dia do Médico, uma data que
serve tanto para homenagear os profissionais quanto para recordar
conquistas e desafios.
O médico é o profissional que diagnostica, trata e cura pessoas
doentes. Ele pode ser generalista, ou seja, atender todos os tipos de
encaminhamentos da área médica, ou especializado em alguma atividade ou
função específica. Partindo da reflexão sobre as realizações e pontos
de melhoria na rotina dos médicos, é possível implementar iniciativas
positivas nos ambientes de trabalho.
Em sua rotina, ele realiza consultas e interpreta exames para
identificar o estado de saúde dos pacientes. Com base em sua análise, o
profissional prescreve tratamentos, que podem incluir medicamentos,
terapias, cirurgias ou outras intervenções.
Além do atendimento direto, o médico orienta os pacientes sobre
hábitos saudáveis, prevenção de doenças e acompanhamento contínuo para
garantir o bem-estar. Ele também pode participar de pesquisas
científicas, estimulando avanços no tratamento de doenças e novas
abordagens na medicina.
E, por consequência, potencializar o impacto das atividades com
finalidade preventiva, diagnóstica e terapêutica. Além disso, o médico
pode realizar atendimento em consultórios, pronto-socorro, urgência e
emergência.
Atendimento em consultório Esse tipo de atendimento é realizado em
consultório médico, geralmente com hora marcada. O médico irá ouvir as
queixas dos pacientes, solicitar exames e prescrever medicamentos.
Atendimento em Pronto Socorro Diferente do atendimento em
consultório, no pronto-socorro a equipe médica fica à disposição dos
pacientes que chegam com alguma queixa e não podem esperar uma consulta
médica, necessitando de atendimento imediato. Geralmente os médicos que
trabalham em pronto-socorro atuam em regime de plantões.
Atendimentos de urgência e emergência Os médicos podem atuar fora
do ambiente hospitalar e do consultório médico, desenvolvendo um
trabalho com as equipes de resgate, ou seja, ele irá até o local onde o
paciente se encontra, um exemplo desse tipo de atendimento são os
profissionais do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Dessa forma, os profissionais desfrutam do reconhecimento e motivação
necessários para realizar suas atividades com zelo e dedicação.
CURIOSIDADES – Karla Neto
Você sabia que a carambola é um potente anti-inflamatório natural.
Entre eles, podemos destacar: tem ação antioxidante: a presença de
minerais e da vitamina C na carambola favorece a ação antioxidante ao
ingerir essa fruta.
É um potente anti-inflamatório natural. Fortalece unhas, cabelo e
pele. Previne doenças cardiovasculares. Facilita a absorção de ferro
pelo organismo.
Rica em benefícios à saúde, essa fruta é indicada para prevenir
gripes e resfriados, combater o envelhecimento precoce, melhorar o
sistema imunológico e ajudar nas funções musculares. Possui muitos
antioxidantes, vitaminas e minerais, como alta concentração de vitaminas
do tipo C, B e A, cálcio, fósforo e ferro.
É pouco calórica (cerca de 35 calorias em 100 gramas), o que a faz
ser uma fruta muito indicada para quem perder peso, pois contém muita
água – o que ajuda a hidratar o corpo – e fibras que ajudam o intestino a
funcionar melhor. Rica em oxalato, o qual também não tem papel no
organismo e é excretado através da urina. No entanto, nos rins, quanto
maior for a quantidade de oxalato, maior será o risco de formação de
oxalato de cálcio, também conhecido como cálculo renal ou pedras nos
rins.
Além disso, a carambola tem excelentes quantidades de água e fibras,
que ajudam no bom funcionamento do intestino, eliminam o excesso de
líquido corporal, e prolongam a saciedade, promovendo o emagrecimento.
A carambola é encontrada em feiras e supermercados, podendo ser
consumida ao natural ou em preparações como sucos, doces ou geleias. No
entanto, a carambola não deve ser consumida por quem tem alguma doença
renal crônica, pois essa fruta pode aumentar os níveis de caramboxina no
sangue, uma substância que pode causar confusão mental ou convulsões e,
em casos mais graves, o óbito.
Você sabia por que as vezes nosso corpo causa formigamento?
Dependendo da intensidade, pode ser bem desagradável. Existem alguns
problemas de saúde que podem causar essa sensação, como acidente
vascular cerebral, infarto, diabetes e hérnia de disco. Mas, geralmente,
o formigamento no corpo é passageiro e causado pela má circulação ou
pela compressão do nervo local.
A causa mais comum de formigamento é o mau posicionamento do corpo do
paciente, que acaba comprimindo os nervos ou as veias e artérias do
corpo, impedindo o livre fluxo de sangue ou a transmissão de mensagens
nervosas., que fazem com que o paciente sinta o formigamento.
Se o formigamento for acompanhado de outros sintomas, como fraqueza
muscular, dor, dificuldade para caminhar, alterações na fala, confusão
ou alterações na visão, é crucial procurar avaliação médica
imediatamente. O formigamento no corpo – tecnicamente conhecido como
parestesia – é uma sensação de pinicação, ardência ou dormência que pode
ocorrer em várias partes do corpo.
Embora muitas vezes seja temporário e resultante de pressão sobre os nervos ou má circulação em uma determinada posição.
Para evitar que isso aconteça com frequência, a melhor solução é
movimentar-se. Procure não permanecer parado na mesma posição durante
longos períodos, inclusive no trabalho, e faça pequenas pausas para
alongar o corpo.
Você Sabia que o jiló é importante para a saúde da pele?
É um alimento que contém muita água e fibras, por isso, é indicado
para dietas de perda de peso, pois, ao ser consumido, oferece uma
sensação de saciedade. Além disso, o jiló é pouco calórico. Em 100
gramas do alimento cozido há, em média, 38 calorias.
Rico em minerais como fósforo, cálcio e ferro, o alimento é fonte de
vitaminas A, C, e do complexo B, importante para a saúde da pele, dos
nervos e do aparelho digestivo.
Um alimento bastante saudável e que, em geral, não possui
contraindicações. Porém, podem ocorrer casos de alergia. Pessoas com
esse tipo de reação devem evitá-lo. Além disso, por ser rico em ferro,
deve ser consumido com moderação por pessoas que têm excesso desse
mineral no organismo
O jiló é uma fruta, parente da berinjela, do pimentão e do tomate.
Vamos conhecer o lado “doce” desse alimento considerado amargo para que
você não o recuse mais, pois, como se sabe, uma dieta variada é a base
da boa saúde.
O sabor amargo pode ajudar a combater o mau hálito. “O alimento
estimula as glândulas salivares, e a saliva extra que é produzida possui
ação bactericida que colabora para acabar com o hálito desagradável,”
ressalta a nutricionista.
Embora não exista uma quantidade específica indicada para o consumo
de jiló, a recomendação mínima diária de vegetais é de 2 a 3 porções, o
que corresponde entre 160g a 240 g por dia.
Pode ser consumido com ou sem a casca, na forma crua ou cozida, em
preparações como saladas, refogados, sopas, farofa, ensopados ou
assados. Para retirar seu sabor amargo, pode-se cortar o jiló em 4
partes iguais e colocá-lo de molho em uma bacia com água e sal por 20
minutos.
Líderes de pelo menos 24 países confirmaram presença no maior
encontro da história do grupo, que vai acontecer na cidade de Kazan na
semana que vem18/10/2024 às 05:50
Putin discursa durante cúpula virtual dos Brics • Reuters
O presidente Vladimir Putin quer usar a reunião de cúpula dos Brics para reduzir o isolamento da Rússia no tabuleiro geopolítico internacional.
Além dos líderes dos países membros do grupo, Putin convidou os
chefes de Estado de outras 32 nações da Ásia, África e América Latina
para participar do encontro.
O assessor especial para Relações Internacionais do Kremlin, Yuri
Ushalov, disse que pelo menos 24 líderes mundiais estarão presentes,
fazendo desta a maior reunião de cúpula dos Brics desde sua criação, em
2009.
Os chefes de Estado dos novos membros do bloco (Irã, Etiópia,
Emirados Árabes Unidos e Egito) participarão da cúpula pela primeira
vez.
A Arábia Saudita, que foi convidada a entrar nos Brics no ano
passado, ainda não confirmou sua adesão. E o líder do país, o príncipe
Mohammed bin Salman, não estará presente, esnobando o encontro.
Os sauditas sofrem pressão dos Estados Unidos para não aderir ao
grupo, visto por muitos governos como um instrumento antiocidental que
teria o objetivo de alavancar as prioridades da Rússia e especialmente
da China no cenário internacional.
Por outro lado, muitas autocracias que também querem diminuir seu
isolamento global confirmaram presença na reunião. Entre elas estão Cuba
e Belarus. Até o Talibã pediu para participar, representando o Afeganistão.
Isolamento da Rússia
A intenção do Kremlin ao
convidar tantos líderes é demonstrar ao ocidente que ainda tem força e
apoio no chamado Sul Global, que reúne os países em desenvolvimento.
Além disso, Putin pretende dar um recado de que as sanções adotadas
contra a Rússia desde a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, não
tiveram todos os efeitos desejados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que representará o Brasil no
encontro, é o único chefe de Estado que estava presente também na
primeira cúpula do grupo, em Ecaterimburgo, na própria Rússia, em 2009.
Putin também estava lá, mas como primeiro-ministro do país – embora
seja ele quem, de fato, dê as cartas na política russa desde o fim de
1999.
Duas das mais importantes pautas desta cúpula estão diretamente relacionadas ao combate ao isolamento russo.
A primeira diz respeito à criação de um sistema de transações
financeiras internacionais independente do ocidente e nas moedas locais.
A ideia aqui seria criar uma forma de impedir que o ocidente imponha
unilateralmente sanções econômicas a países rivais.
A segunda pauta trata justamente da expansão do grupo, trazendo ainda mais aliados do Sul Global para os Brics.
Neste segundo ponto, o Brasil insiste para que critérios específicos sejam estabelecidos para a adesão de novos membros.
Entre esses critérios, está a defesa de uma reforma profunda do
sistema de governança global, especialmente do Conselho de Segurança da
ONU.
João Branco – , Profissional de Marketing mais admirado do Brasil e professor da StartSe
Quem trabalha com uma marca, ama a marca. Mas será que os clientes
sentem o mesmo? Neste artigo, João Branco desmistifica a ilusão de que a
paixão interna por um produto se traduz em lealdade do consumidor.
Descubra por que a consistência na entrega de valor é a chave para
conquistar e fidelizar clientes.
Foto: Unsplash
Quem começa a trabalhar para uma marca, se apaixona rapidamente por
ela. Quando você entra em uma empresa, começa a atender um cliente ou
pega um projeto, é como se ganhasse um ingresso para um “mundo
encantado”.
Você descobre todos os detalhes de como aquele negócio nasceu. As
pessoas te contam tudo sobre os cuidados que tomam na produção. Você
estuda o histórico de todas as propagandas que já foram divulgadas. As
razões e os diferenciais daquele produto ficam tão evidentes, que você
se torna um defensor fervoroso.
“Por que alguém compraria da concorrência?” Ficamos tão iludidos que
temos dificuldade de entender por que os clientes não preferem a nossa
marca. Nossa primeira reação é a mais óbvia: “se as pessoas soubessem
tudo que eu sei, elas sempre escolheriam o nosso produto”. A solução?
Vamos pedir mais orçamento e sair gritando aos quatro ventos tudo o que
fazemos de bom.
E é aqui que o Marketing se engasga.
Antes de começar a resolver esse dilema, precisamos admitir que há pelo menos 4 tipos de clientes disponíveis no mercado:
1- Existem pessoas que não fazem a menor ideia de que o seu produto existe.
Elas não sabem o seu nome, não conhecem a sua proposta e não o
consideram como uma opção. Parece ser um “peixe óbvio de ser pescado”,
mas antes de sair gastando zilhões em conhecimento de marca, você
precisa saber se realmente vale a pena fazer isso.
2- Existem pessoas para quem o seu produto não é a melhor opção.
A verdade é que você não é bom em tudo e existem grupos de pessoas
para quem os seus concorrentes são a melhor proposta. Na maioria dos
casos, gastar orçamento tentando convencê-las é desperdiçar dinheiro.
3- Existem pessoas que precisam do seu produto, mas você não consegue convertê-las.
Provavelmente a abordagem está errada. Onde estão essas pessoas? E
qual é a UMA coisa que você pode falar para mudar a sua opinião?
4- Por último, as mais difíceis… existem pessoas que tem um ranço com a sua marca.
Ex-cliente magoados. Ex-consumidoras frustradas. Pessoas que farão
todo o possível para nunca mais consumir o seu produto. Cuidado com
elas.
Talvez essa seja apenas uma nova explicação do famoso “funil” de
Marketing com um olhar mais humano. Mas saber “qual botão apertar” no
seu plano, faz uma diferença brutal.
Seus clientes jamais terão a mesma paixão pela sua marca que você
tem. Eles jamais conseguirão absorver 1% de tudo que você sabe sobre
ela. Eles não percebem que você colocou uma chamada de “novo sabor!” na
embalagem. Eles lembram vagamente da sua publicidade.
Sua missão é a de se concentrar em pessoas que precisam daquilo que
só você consegue oferecer. Falar poucas coisas, consistentemente, e
atraí-las para a solução que vai deixá-las mais satisfeitas. Prometa
algo nível “8” e entregue, sempre, “8,5”. Não prometa 6, nem prometa 18.
E faça com constância.
Diga-me um hotel, loja de roupa, posto de gasolina ou restaurante que
você já frequentou algumas vezes e teve a sensação de que “cada vez
saio mais satisfeito”. Diga-me um produto que parece estar cada vez
melhor. Isso é raríssimo. E mostra a oportunidade que temos de encantar
os clientes entregando algo consistentemente bom. É aqui que a paixão
pela sua marca acontece.
O difícil não é saber a diferença entre Marketing bom e Marketing
ruim, mas saber a diferença entre Marketing bom e Marketing quase bom.
NOSSA MARCA. NOSSO ESTILO!
NÓS DA VALEON COMPARTILHAMOS CONHECIMENTO PARA EXECUTARMOS
COM SUCESSO NOSSA ESTRATÉGIA PARA REVOLUCIONAR O MODO DE FAZER
PROPAGANDA DAS EMPRESAS DO VALE DO AÇO.
O desejo de mudar, de transformar, de acreditar, são
fundamentais para irmos além. São agentes propulsores da realização de
sonhos. Já o empreendedorismo está presente no DNA dos brasileiros e
nossa história trouxe essa capacidade que temos de nos reinventar e de
nos conectarmos com você internauta e empresários que são a nossa razão
de existir.
E todos esses elementos combinados e levados ao território da internet, torna o que era bom ainda melhor. Na internet e através
do Site da Valeon, podemos proporcionar o início do “virar de chaves”
das empresas da região para incrementar as suas vendas.
Assim, com inovação e resiliência, fomos em busca das
mudanças necessárias, testamos, erramos, adquirimos conhecimento,
desenhamos estratégias que deram certo para atingirmos o sucesso, mas
nada disso valeria se não pudéssemos compartilhar com vocês essa
fórmula.
Portanto, cá estamos! Na Plataforma Comercial Marketplace da
VALEON para suprir as demandas da região no que tange à divulgação dos
produtos e serviços de suas empresas com uma proposta diferenciada dos
nossos serviços para a conquista cada vez maior de mais clientes e
público.
Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos compublicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para asmarcas
exporem seus produtos e receberem acessos. Justamente por reunir uma
vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon
atrai uma grande diversidade evolume de público. Isso
proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores
que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por
meio dessa vitrine virtual.
O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas
necessidades do mercado e na falta de um Marketplace para resolver
alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser mais um
complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses três anos de
nosso funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com
tecnologia, inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina
das empresas. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar
tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos
manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em
como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar
ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.