sábado, 5 de outubro de 2024

MATHEUS PEREIRA DO CRUZEIRO É O CRACK BRASILEIRO MAIS BEM COLOCADO NO RANKING MUNIDAL

 

História de Lance

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Imagem da notícia© Lance! Media Group

Destaque do CruzeiroMatheus Pereira entrega boas performances em campo e contribui efetivamente no ataque do clube mineiro, direta e indiretamente. Segundo levantamento do Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esporte (CIES Football Observatory), divulgado nesta terça-feira (1), o meia da Raposa apresenta alto índice de criação de jogadas e é o jogador de clube brasileiro mais alto do ranking mundial.

Essa pesquisa coletou dados de 60 ligas de todo o mundo, separando apenas os torneios dos “grandes cinco” da Europa: Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália. No estudo, foram analisadas as criações de oportunidades para gol de cada jogador, assim: a frequência de passes para gol ou chances claras; passes certos para assistências (“segunda” assistência); e passes que quebram a defesa e são recebidos por companheiros.

Vale lembrar que a análise é feita em proporção com o nível da competição e os minutos jogados por jogo, considerados apenas os atletas com pelo menos 360′ na temporada.

Com o Lionel Messi liderando o grupo, o meia Matheus Pereira é o grande destaque do futebol brasileiro, em 17ª colocação no ranking mundial. O craque do Cruzeiro tem índice de 84,8, empatado com o colombiano Daniel Cataño, que joga no Millonarios FC (COL).

Embora seja o brasileiro atuante no Brasil mais bem colocado, não é o único e nem o primeiro nativo brasileiro na lista. O país do futebol tem sete representantes no ranking entre as 60 maiores ligas do mundo (tirando as cinco principais da Europa), com o ex-Flamengo Matheus Savio dentro do top 10, também aparecem Alan Patrick, Biel Teixeira, Caio Lucas, Bruno Tabata e Evander da Silva, depois de Matheus Pereira.

Cria da Gávea, Matheus Savio está no futebol japonês desde 2020, defendendo o Kashiwa Reysol. Hoje, é o oitavo jogador que mais entrega oportunidades para seus companheiros em campo. O meia conseguiu 87,7 pontos em 100 possíveis.

Confira brasileiros no ranking mundial

1. Lionel Messi – 98,2 – Inter Miami (EUA)

2. Iñigo Vicente – 94,4 – Racing de Santander (ESP/2)

3. Riqui Puig – 94,0 – Los Angeles Galaxy (EUA)

4. Akram Afif – 93,4 – Al-Sadd SC (QAT)

5= Bebars Natcho – 92,4 – FK Partizan (SRB)

5= Moussa Diaby – 92,4 – Al-Ittihad (KSA)

7. Milot Rashica – 90,3 – Beşiktaş JK (TUR)Loja de livros na Amazon - Amazon.com.br

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8. Matheus Savio – 87,7 – Kashiwa Reysol (JPN)

9. Joey Veerman – 87,6 – PSV Eindhoven (HOL)

10. Luciano Acosta – 87,1 – FC Cincinnati (EUA)

11= Magnus Wolff Eikrem – 86,8 – Molde FK (NOR)

11= Santiago Rodríguez – 86,8 – New York City (EUA)

13. Shoya Nakajima – 86,7 – Urawa Reds (JPN)

14. Adem Zorgane – 86,6 – Urawa Reds (JPN)

15. Ryan Gauld – 85,3 – Vancouver Whitecaps (EUA)

16. Lucas Rios – 85,0 – Once Caldas (COL)

17= Daniel Cataño – 84,8 – Millonarios FC (COL)

17= Matheus Pereira – 84,8 – Cruzeiro EC (BRA)

19= Sadio Mané – 84,7 – Al-Nassr FC (KSA)

19= Juan Quintero – 84,7 – Racing Club (ARG)

21. Nacho Fernández – 84,0 – River Plate (ARG)

22. Robin Lod – 83,8 – Minnesota United (EUA)

23. Simen Nordli – 83,7 – Randers FC (DNK)

24. Jorge Luna – 83,3 – Deportes Copiapó (CHI)

25. Kendry Páez – 83,2 – Independiente del Valle (ECU)

26. Pablo Ceppelini – 83,0 – Atlético Nacional (COL)Metodologia desenvolvida em parceria com o mercado, formando protagonistas. Ibmec-se.

IbmecMetodologia desenvolvida em parceria com o mercado, formando protagonistas. Ibmec-se.

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27. Alan Patrick – 82,6 – SC Internacional (BRA)

28= Makoto Mitsuta – 82,5 – Sanfrecce Hiroshima (JPN)

28= Jarne Steuckers – 82,5 – KRC Genk (BEL)

28= Finn Azaz – 82,5 – Middlesbrough FC (ING/2)

28= Cucho Hernández – 82,5 – Columbus Crew (EUA)

32= Zlatko Tripić – 82,2 – Viking FK (NOR)

32= Biel Teixeira – 82,2 – CE Bahia (BRA)

34. Carlos Álvarez – 82,0 – Levante UD (ESP/2)

35. Caio Lucas – 81,9 – Sharjah FC (EAU)

36. Bruno Tabata – 81,7 – SC Internacional (BRA)

37= Karim Benzema – 81,6 – Al-Ittihad (KSA)

37= Evander da Silva – 81,6 – Portland Timbers (EUA)

O LÍTIO AGORA É A BOLA DA VEZ NA MINERAÇÃO

História de Thiago Lima – DW Brasil

Virada energética e demanda global por carros elétricos podem impulsionar extração de mineral e produção de baterias no país.

Baterias de carros elétricos podem custar até 30% do veículo: de olho no lucro, Brasil pode considerar ampliar a extração de lítio e, consequentemente, a produção de baterias.

Baterias de carros elétricos podem custar até 30% do veículo: de olho no lucro, Brasil pode considerar ampliar a extração de lítio e, consequentemente, a produção de baterias.© Action Pictures/imago images

A corrida pelo lítio pode estar começando no Brasil. O metal é usado para fabricar baterias, por exemplo de veículos elétricos – que estão entre os expoentes mais conhecidos da transição mundial para geração de energia limpa.

Uma bateria pode custar até 30% do preço de um veículo. De olho no lucro que pode ser alcançado com a produção desses dispositivos, o Brasil pode estar querendo investir mais na extração de lítio.

O país tem a quinta maior reserva do mundo e alardeia um potencial de se tornar responsável por cerca de 25% da produção mundial do minério nos próximos anos. Hoje em dia, o país produz cerca de 2% do total global, de acordo com a consultoria A&M Infra, citada em texto divulgado pelo governo federal.

A contradição entre menos emissões e impactos ambientais

De acordo com o mesmo texto, o Ministério de Minas e Energia (MME) espera injetar R$ 15 bilhões de reais na produção até 2030.

O problema é que extrair minérios e produzir baterias causa impactos ambientais e sociais muito além da redução dos gases de efeito estufa da indústria automobilística. O alerta vem de Bruno Milanez, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e especialista em conflitos relacionados à atividade mineradora.

Na análise do pesquisador, é preciso ter cuidado com os conceitos que as mineradoras utilizam para pontuar que os projetos são sustentáveis. “Do ponto de vista social, a implantação e operação de projetos minerais tem impactos significativos. Mineração ocorre em áreas isoladas, onde a população é mais vulnerável e possui menor poder político. A chegada de trabalhadores de fora provoca aumento da violência, abuso de álcool e drogas, exploração sexual e outras questões sociais. Além disso, os preços de aluguel e alimentos aumentam, sem o correspondente aumento da renda local”, enumera.

Um exemplo: de acordo com o último relatório publicado pelo Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração, o Brasil registrou 932 conflitos oriundos da mineração em 2022, superando os 840 verificados no ano anterior. Mais de 688 mil pessoas foram negativamente impactadas, em 792 localidades brasileiras.

Já a Frente Parlamentar da Mineração Sustentável, criada no Congresso Nacional, vê com bons olhos a exploração mineral voltada para a indústria de carros elétricos. “Nós temos aproximadamente 8% das reservas mundiais conhecidas de lítio, assim como de outros minerais importantes para a fabricação de veículos e baterias”, diz o deputado federal Zé Silva (Solidariedade-MG), presidente do grupo.

Corrida pelo lítio em Minas Gerais

De 2021 para 2023, houve um crescimento de quase 18 vezes nos pedidos ao governo federal para exploração mineral em Minas Gerais, onde estão mais de 80% do estoque brasileiro de lítio — as solicitações pularam de 45 para 851 no período. Os dados são de um estudo da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri repercutido pelo portal de jornalismo ambiental Dialogue Earth.

As reservas estão concentradas na região do Vale do Jequitinhonha.

De acordo com Bruno Milanez, a mineração de lítio não é novidade na região. O mineral já abasteceu o mercado doméstico, com uso para componentes industriais e até mesmo para a indústria bélica.

Na análise de Milanez, a situação de exploração de lítio no Vale do Jequitinhonha exige atenção. “Vemos uma corrida pelo lítio, uma situação semelhante ao ‘velho oeste’, onde todo mundo corre para a região em busca de oportunidades”, descreve. “É curioso ver como o governo federal defende esses projetos, pois historicamente há um vínculo forte com o setor mineral. Governos de diferentes orientações políticas veem a mineração como uma forma de desenvolvimento”, comenta Milanez.

Procurado pela DW, o MME respondeu com uma nota sobre o interesse do governo de ampliar a exploração de lítio. “O Brasil tem reservas de classe mundial para todos esses minerais e tem abundância de energia limpa para extraí-los e processá-los. Ciente disso, o MME trabalha com objetivo de expandir o conhecimento geológico e pesquisa mineral para identificar e extrair eficientemente minerais estratégicos e desenvolver a indústria brasileira de transformação dos minerais estratégicos na cadeia das baterias e de outros produtos essenciais à viabilização da transição para uma economia de baixo carbono”, diz o texto.

Porém, especialistas defendem que a emissão de gases poluentes não deve ser a única baliza dos efeitos ambientais causados pela atuação das mineradoras no país. “É importante considerar que os impactos diretos e indiretos da mineração não estão restritos às emissões de CO2. Como o histórico recente do Brasil, de uma década para cá, tivemos [rompimentos de barragens em] MarianaBrumadinho e Maceió. Ou seja, três dos maiores desastres da história”, diz Maurício Angelo, fundador do Observatório de Mineração.

Renúncias fiscais, benefícios e planos de longo prazo

Em termos gerais, a mineração é responsável por 4% do PIB brasileiro, de acordo com relatório do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Cerca de 42% do faturamento nacional da mineração no primeiro semestre de 2024 vieram de Minas Gerais. O Pará foi o segundo estado com maior participação no faturamento, com 34%. Ao todo, no Brasil, são 2.700 municípios que possuem atividade mineradora. Mais de 218 mil empregos são gerados diretamente pelo setor.

O balanço semestral do Ibram aponta um faturamento de R$ 129,5 bilhões em 2024, aumento de 8% se comparado com o mesmo período do ano anterior.

Da mesma forma, a mineração tem papel primordial na balança comercial brasileira. No recorte dos primeiros meses deste ano, a mineração representou 41% do saldo brasileiro, considerando exportações contra importações.

Embora descrevam o setor como uma das “salvações do Brasil”, já que o país tem bom desempenho com commodities, economistas como Silvia Mattos, também coordenadora do FGV/Ibre, alertam para a finitude dos recursos e para como é feito o planejamento financeiro de longo prazo.

“A mineração tem royalties para você poder extrair. Retorno diretamente de taxação, com impacto no setor público se beneficiando dessa extração, porque é um recurso finito. Mas você teria que usar bem esses recursos para o futuro. A Noruega guarda parte do dinheiro com extração de não-renováveis para a aposentadoria, já nós gastamos tudo. Estamos extraindo uma coisa que não vai ter para sempre. Quem vai pagar a conta?”, questiona.

“A maldição dos recursos naturais é quando vem um dinheiro mais certo, você acredita que terá aquilo pra sempre, o que não é verdade. Não necessariamente essa dependência econômica é ruim, a Austrália é um ótimo exemplo, pois é um país completamente dependente de exploração de recursos, mas investe muito em inovação para o desenvolvimento econômico do país”, continua Mattos.

A previsão dos investimentos do setor de mineração em projetos é de US$ 64,5 bilhões nos próximos quatro anos (2024-2028). Mas, desse total, apenas 17% serão aplicados em projetos ambientais. O que gera contraste ao considerar que a fatia reservada para projetos de minério de ferro alcançará 26,8% da soma.

Autor: Thiago Lima

 

HOJE É O DIA NACIONAL DO EMPREENDEDOR DA MICRO E PEQUENA EMPRESA

 

Bruno Dias – Agência Haute com a Fishfire – Grupo UMAUMA

São Paulo, setembro de 2024 – O Brasil é, definitivamente, um país empreendedor. De acordo com a pesquisa realizada em 2023 pelo Sebrae, em parceria com a Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe), mais de 42 milhões de pessoas possuem ou estavam prestes a abrir o próprio negócio – o que representa 19% da população total e 30,1% dos adultos. Essa quantia fica ainda maior se somado aos 48 milhões de brasileiros que ainda não possuem nenhum empreendimento, mas pretendem abrir em um período de até 3 anos – totalizando em 90 milhões.

Os números são expressivos e fazem com que o Brasil figure entre os dez países mais empreendedores do mundo, ocupando a oitava posição. Em um cenário tão competitivo, e com potencial para dobrar a curto prazo, é fundamental que os empreendedores tenham algumas competências estratégicas para destacar seu negócio entre os concorrentes. Para Bruno Dias, sócio fundador do grupo UMAUMA, ser um empreendedor de sucesso não se resume à capacidade de comandar uma empresa.

“Empreender vai muito além de criar e gerir um negócio – envolve diversas habilidades essenciais para se posicionar e virar referência naquilo que faz, dentro de um mercado desafiador e dinâmico. Neste processo, é essencial ter sócios e colaboradores com pontos de vista e fortalezas complementares ao seu, para construir um time capacitado e estratégico”, explica o executivo.

Como um dos sócios de um dos mais completos ecossistemas de entretenimento do país – que teve início em 2017 com a fusão da Agência Haute com a Fishfire e, atualmente, conta com 14 agências – Bruno identifica quatro pontos importantes para que seu sucesso pessoal e a prosperidade do negócio estejam sempre alinhados: visão estratégica de mercado, gestão de tempo, inteligência emocional e bom relacionamento com todos seus públicos.

“Um bom empreendedor permanece atento a tudo que está acontecendo, não só no seu negócio, mas em todo o segmento no qual ele está inserido. Do concorrente ao cliente, do colaborador ao parceiro. Esse olhar 360º é fundamental para o crescimento do negócio, pois ajuda a identificar tendências, calcular riscos e traçar rotas assertivas, garantindo que seu produto ou serviço não fique obsoleto. Se você está sempre antenado a cada detalhe, dificilmente será ultrapassado”, destaca Dias.

Para um empreendedor, tempo é algo valioso. Diante das muitas tarefas executadas no dia a dia do negócio, especialmente os que contam com equipes pequenas, saber gerir e otimizar o tempo te torna mais produtivo, ajuda a otimizar suas tarefas profissionais e responsabilidades pessoais, aumentando a qualidade do trabalho executado.

A inteligência emocional, por sua vez, traz a segurança necessária para enfrentar desafios que acompanham a jornada do empreendedorismo. “É importante saber lidar com a pressão do dia a dia do seu negócio, afinal, não é uma tarefa fácil. A trajetória de grandes empresas, que são referência dentro de seus segmentos, é repleta de contratempos e frustrações, muitas dificuldades que surgem ao longo do caminho. Esse equilíbrio emocional forma um bom líder, que toma decisões ponderadas, alguém capaz de reinventar seu negócio quantas vezes for necessário para fazer dar certo”, afirma o executivo.

Durante o período da pandemia, quando o setor de eventos foi totalmente paralisado, o grupo UMAUMA – assim como muitas outras empresas deste segmento – viu sua receita cair e contou com a resiliência de seus gestores para continuar forte no mercado. “Foi um período de muita incerteza, quando não pudemos contar com o carro-chefe da empresa, que é promover experiências para diferentes públicos. Ali, a inteligência emocional foi essencial para não abrirmos mão de tudo e encontrarmos alternativas, como a produção de lives, que estavam super em alta, e a criação da Cigarra, nossa agência de comunicação, para continuar faturando”, completa Bruno Dias.

Por fim, a proximidade com todos os públicos envolvidos com o seu negócio – sejam eles clientes, colaboradores, fornecedores ou parceiros – cria um elo de confiança e um sentimento de pertencimento, que fortalecem o relacionamento e faz com que o empreendedor seja visto como referência. Isso contribui para o desenvolvimento de uma cultura organizacional positiva, capaz de acelerar o desempenho e crescimento da empresa.

No Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, saiba como digitalizar seu negócio

Por Luiz D’Elboux, Country Manager da GoDaddy no Brasil

São Paulo, outubro de 2024 – O Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, comemorado em 5 de outubro, nos lembra da importância desse segmento, que representa mais de 90% das empresas no Brasil e é responsável por grande parte dos empregos no país. Com as mudanças no comportamento do consumidor cada vez mais digital, muitos desses empreendedores perceberam a necessidade de migrar suas operações para o ambiente on-line.

Para aqueles que ainda não iniciaram essa transformação ou querem aprimorar sua presença digital, há caminhos simples e eficazes a serem seguidos. A digitalização não precisa ser um processo complicado, pelo contrário, é uma oportunidade de crescer, alcançar novos públicos e simplificar o gerenciamento dos negócios.

A GoDaddy compartilha algumas maneiras pelas quais o proprietário de uma micro ou pequena empresa pode começar ou fortalecer sua jornada no mundo digital:

1. Crie um site profissional ou invista no Site da Plataforma Comercial da Valeon

Depois de escolher um nome de domínio para sua empresa, a construção de uma forte presença on-line começa com um site. Não estamos falando apenas de uma página básica, mas de uma plataforma que reflita a identidade da sua empresa e seja fácil de navegar. Uma solução como o Criador de Sites da GoDaddy permite que você crie um site de forma rápida e intuitiva, mesmo que você não tenha conhecimentos técnicos. Ela também inclui ferramentas de SEO integradas, ajudando sua empresa a ser encontrada mais facilmente em mecanismos de pesquisa como o Google.

2. Esteja presente nas mídias sociais

Atualmente, a mídia social é essencial para a construção de uma marca. Ela permite que os proprietários de empresas se conectem diretamente com seus clientes, promovam produtos e recebam feedback em tempo real. A integração do seu site com a mídia social é uma estratégia inteligente para aumentar o envolvimento. A GoDaddy também oferece ferramentas, como o GoDaddy Studio, que facilitam a criação de conteúdo visual para suas plataformas sociais, garantindo que você mantenha uma presença profissional e criativa.

3. Tenha uma loja on-line eficiente

 Se sua empresa envolve a venda de produtos, ter uma loja on-line pode expandir significativamente seu mercado. Muitas pequenas empresas já estão colhendo os benefícios de vender para outras regiões do Brasil e até mesmo internacionalmente. A Loja Online da GoDaddy fornece tudo o que você precisa para configurar um site de comércio eletrônico completo, com recursos como processamento de pagamentos, controle de estoque e gerenciamento de envio, tudo em um só lugar. Isso facilita o processo tanto para você quanto para o cliente.

4. Use ferramentas de marketing digital

Atrair clientes para o seu site ou loja on-line requer planejamento e o uso de ferramentas eficazes de marketing digital. A automação de e-mails e as campanhas direcionadas podem aumentar muito suas chances de sucesso. Escolha um fornecedor que possa lhe oferecer soluções de marketing digital, como o e-mail marketing da GoDaddy, que é fácil de implementar e permite que você mantenha seu público atualizado sobre promoções, lançamentos de produtos e novidades.

5. Proteja seus dados e os dados de seus clientes

A segurança on-line é uma preocupação crescente, especialmente com o aumento das transações on-line. Portanto, é essencial investir em proteção. Oferecer um site seguro pode ser uma vantagem competitiva. A GoDaddy oferece uma variedade de certificados SSL para sites que garantem a criptografia das informações trocadas entre seu site e os usuários, dando aos seus clientes mais confiança ao fazer compras ou fornecer dados pessoais.

6. Gerencie tudo de forma integrada

O gerenciamento de um negócio digitalizado não precisa ser caótico. A GoDaddy oferece um painel de controle unificado onde você pode gerenciar todas as suas ferramentas digitais, desde o seu site até o comércio eletrônico e o marketing. Isso proporciona mais agilidade e controle em suas operações diárias, permitindo que você se concentre no que realmente importa: o crescimento do seu negócio.

Conclusão

O processo de digitalização para micro e pequenas empresas não é apenas uma necessidade, mas uma oportunidade. Ao se tornar on-line, você pode ajudar a aumentar suas chances de se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e, ao mesmo tempo, abrir novas portas para o crescimento sustentável.

O momento é agora. Use este Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa como um incentivo para dar o próximo passo na digitalização de seus negócios. E lembre-se: você não está sozinho.

PROFISSÕES QUE DOMINARÃO O MERCADO NOS PRÓXIMOS ANOS DEVIDO ÀS NOVAS TECNOLOGIAS

 

SEO Marketing

Descubra quais são as profissões que dominarão o mercado nos próximos anos e como você pode se preparar para essas oportunidades.

O mercado de trabalho vive em constante mudança, especialmente devido à adaptação às novas tecnologias. Se nos anos 90 e 2000, os donos de locadoras puderam lucrar, com a globalização da internet, eles precisaram mudar de ramo. Por outro lado, da mesma forma como as profissões tornam-se obsoletas, outras surgem.

Esse fenômeno sempre existiu e sempre existirá, mas em vez de pensar no “luto”, com medo de ficar para trás, comece a se inteirar no mundo das Profissões do Futuro para estar um passo à frente dos demais. Diante de tanta competitividade, isso é indispensável!

Portanto, não deixe para se especializar quando não tiver mais saída, ou seja, quando o mercado estiver quase saturado. Conheça, neste artigo, quais são as carreiras emergentes, que estarão em alta nos próximos anos e saiba como se preparar.

Setores em alta e tendências de carreiras do futuro

    Tecnologia da Informação e Inteligência Artificial

A demanda por profissionais de TI, como desenvolvedores de software, especialistas em segurança cibernética e engenheiros de inteligência artificial, cresce muito, e mais: cresce rápido e falta profissionais.

Conforme a associação das empresas deste setor (BRASSCOM), ele demanda cerca de 159 mil profissionais por ano, mas forma apenas 53 mil pessoas anualmente, o que o torna ainda mais atrativo.

Além disso, a Inteligência Artificial vai continuar transformando inúmeros setores, criando cada vez mais a necessidade de novos profissionais na área. Como elas andam juntas, vale investir em formações de TI com especialização em IA.

    Saúde

Profissionais como bioinformáticos, especialistas em genética e médicos com habilidades tecnológicas estarão em alta, pois com o aumento da tecnologia, nada mais justo e relevante do que criar soluções tecnológicas para a saúde, certo? 

Áreas ligadas ao bem-estar, saúde mental e medicina preventiva ganharão ainda mais relevância, e a alta demanda de profissionais como biomédicos, dermatologistas, cirurgiões plásticos e terapeutas em geral vai continuar aumentando. A diferença, é que, mais uma vez, a tecnologia vai mudar a forma de trabalho desses profissionais, que devem estar atentos às tendências.

Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de países que mais realizam cirurgias plásticas, e se depender da alta constante, não sairá desse pódio tão cedo.

    Sustentabilidade

Não é de hoje o debate acerca da crise climática, mas em 2024, os brasileiros presenciaram de perto um cenário preocupante em relação às queimadas e a seca no país. Na segunda semana de setembro, o Brasil concentrou 71,9% das queimadas da América do Sul.

Nesse contexto, e com a crescente preocupação com as mudanças climáticas, haverá uma demanda significativa por profissionais como engenheiros ambientais, especialistas em energias renováveis e consultores de sustentabilidade.

    Vendas e Marketing

Profissionais com habilidades criativas, como designers, criadores de conteúdo digital e estrategistas de marketing, não cairão no ostracismo tão cedo. Pelo contrário!

Conforme dados da Forbes (2024), especialistas em Business Intelligence e Transformação Digital e analistas de dados estão entre as profissões mais requisitadas do setor de vendas e marketing durante os próximos anos, conforme o que já vem acontecendo.

Bônus:

Confira mais Profissões do Futuro, ainda segundo pesquisa da Forbes:

    Engenharia: engenheiro(a) em inteligência artificial; engenheiro(a) de dados;

    Jurídico: venture capital, propriedade intelectual/inovação/tecnologia, life sciences, privacidade e proteção de dados, infraestrutura em geral/aeronáutico/marítimo;

    Financeiro: ESG, private banking, áreas regulatórias (Compliance/KYC/Data Protection), M&A;

    Recursos Humanos: especialista em DEI, people analytics, especialista em felicidade corporativa;

    Seguros: UX/UI, atuário, comercial/vendas, subscrição.

Como se preparar para os desafios do futuro?

Apesar da especialização voltada ao setor desejado ser importante, em todos os setores citados, as chamadas soft skills, como liderança, comunicação e inteligência emocional, serão essenciais em um mundo cada vez mais colaborativo e digital.

Por esse motivo, você deve focar em dois principais aspectos quanto à sua capacitação: habilidades comportamentais e habilidades técnicas. Mas afinal, como estar devidamente preparado?

Atualmente, as plataformas oferecem cursos nas mais diversas áreas, técnicas e comportamentais, com treinamentos dos mais generalistas aos mais específicos.

Benefícios de investir em cursos online:

    flexibilidade de tempo e em questões geográficas;

    certificação rápida devido à duração mais curta, mesmo em instituições de prestígio, permitindo ao estudante mais chance de realizar múltiplos cursos;

    a educação online permite que os alunos tenham mais acesso às novas ferramentas tecnológicas, habilidade essencial aos profissionais do futuro. 

Adotando o conceito de educação contínua

O conceito de long-life learning (aprendizado contínuo) deve ser adotado por aqueles que querem se manter sempre à frente de seus concorrentes. Isso porque, assim como mencionamos, o mercado sofre mudanças a todo momento, exigindo atualização constante dos profissionais.

Os cursos online com certificado, por exemplo, servem para manter o profissional atualizado, além de fazê-lo demonstrar compromisso com a aprendizagem contínua e com o aperfeiçoamento de suas habilidades. E mais: demonstra aos líderes que está preparado para os desafios atuais do setor em questão.

Mas cuidado! Na hora de escolher a instituição ideal, certifique-se de que ela segue bons parâmetros de relevância (com cursos que atendam às demandas atuais) e de qualidade (com boa reputação).

Preenchendo os requisitos, prepare-se para viver uma nova fase da sua carreira. Já pensou em ser um dos pioneiros a se destacar na sua empresa, ou então, conseguir finalmente a tão desejada transição de carreira? Essa é uma ótima oportunidade!

O CONTATO COM O PÚBLICO É UM GRANDE INFLUENCIADOR NO SUCESSO DAS MARCAS

 

Tiago Sanches – Gerente Comercial da Total IP

O contato com o público é um grande influenciador no sucesso das marcas

Além de conquistar o cliente com um produto ou serviço de qualidade, a experiência proporcionada pela jornada de compra é essencial para o público. Com cada vez mais exigência acerca disso, as soluções tecnológicas atualizaram as estratégias para aprimorar a customer experience (CX).

O que é a tendência de customer experience?

A CX sempre foi um recurso relevante para gerar crescimento e agregar valor nas marcas. Em suma, trata-se de ações voltadas para tornar a relação entre o consumidor e a instituição satisfatória. “Alcançá-la não depende apenas de entregar um bom serviço ou produto, mas sim, da recepção do interessado, no atendimento e até o momento de pós venda. Logo, não só gera leads, mas eleva a possibilidade de fidelização”, argumenta Tiago Sanches, gerente comercial da Total IP.

Conforme uma pesquisa da PwC, 73% dos indivíduos consideram a CX como um fator importante em suas decisões de compra. Ainda, segundo a Forrester, melhorar esse aspecto pode levar as companhias a obterem um aumento na receita. Os números mostram os líderes com 17% em comparação com apenas 3% das instituições sem essa prioridade na estratégia. Para reforçar, como mostra a Redweb, 73% das marcas com notas acima da média no quesito CX, faturam 44% a mais em paralelo aos seus concorrentes.

Como melhorar a experiência do cliente?

De acordo com a Agência Brasil, a integração das novas ferramentas tecnológicas aos processos corporativos é vantajosa. Os principais ganhos são o aumento de produtividade (72%), melhoria da qualidade dos produtos ou serviços e redução dos custos operacionais (60%). Dessa maneira, Sanches lista quatro operações para aplicar no processo de atendimento ao consumidor. Confira:

Tempo de suporte expandido: quando o interesse surge, o possível cliente precisa ser atendido rapidamente. Logo, um suporte de 24h ajuda. “O uso de bots podem programar as ligações e os canais de chat para responder aos contatos receptivos da organização”, compartilha o representante da Total IP.

Investimento nas redes sociais: segundo o levantamento da Comscore, o Brasil é o 3º país com mais uso de redes sociais no mundo. Isso determina um ambiente propício para captar clientela. “As mídias são indispensáveis para instigar o público, gerar desejo, proximidade e principalmente, acessibilidade às novidades da marca”, acrescenta o gerente.

Treinamento e monitoramento dos colaboradores: os funcionários, especialmente do setor de atendimento, têm um papel fundamental nessa satisfação. Dessa maneira, treiná-los também é indispensável para alcançar melhores resultados. “Vincular o capital humano com as soluções, como o Speech Analytics, torna as operações de teleatendimento e as campanhas de prospecção dos comércios assertivas. Quando essa licença é adquirida com a Total IP, o monitoramento das chamadas é avaliado por meio da Inteligência Artificial. Com isso, os supervisores observam rapidamente o desempenho da equipe e aplicam feedbacks para o seu time”, explica o especialista.

Aposte em uma comunicação omni: a comunicação entre organização e seus interessados pode ocorrer de inúmeras formas e em diferentes canais. Eles vão desde ligações até comentários nas principais redes sociais. Logo, é relevante proporcionar alternativas de contato para não perder nenhuma demanda. “Para facilitar essa integração, a Total IP oferece o Omni Robô e Omni Chat. Em suma, os mecanismos fazem ações ativas e receptivas em diferentes meios, como o WhatsApp, chat para site, telefone empresarial e outros”, finaliza.

Por fim, o especialista em vendas reforça a importância do investimento para aumentar o alcance da marca. “Esse processo não se trata apenas de pensar no lucro. Os ganhos exigem um equilíbrio com melhorias na estrutura, incentivo aos colaboradores e atenção às tendências do mercado”, finaliza.

Descubra o Marketplace Valeon do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores

Moysés Peruhype Carlech – ChatGPT

O Vale do Aço é uma região próspera e empreendedora, conhecida por sua indústria siderúrgica e seu ambiente de negócios dinâmico. Agora imagine ter um único local onde você pode encontrar todas as informações e recursos necessários para ter sucesso nesse ambiente competitivo. Bem-vindo ao Marketplace Valeon do Vale do Aço – um hub online que engloba empresas, notícias, diversão e empreendedorismo, oferecendo uma plataforma única para empresários e gerando leads valiosos.

Um ecossistema empresarial abrangente:

O Marketplace Valeon do Vale do Aço reúne empresas locais de diversos setores em um só lugar. Com uma interface intuitiva, os usuários podem facilmente encontrar e se conectar com fornecedores, parceiros comerciais e clientes potenciais na região. A plataforma oferece uma ampla gama de categorias de negócios, desde indústrias tradicionais até empresas inovadoras, garantindo que todos os empreendedores encontrem as oportunidades certas para expandir seus negócios.

Notícias e insights atualizados:

Além de ser um diretório empresarial, o Marketplace Valeon do Vale do Aço também oferece um fluxo contínuo de notícias e insights relevantes para os empresários da região. Através de parcerias com veículos de comunicação locais e especialistas em negócios, a plataforma mantém os usuários informados sobre as últimas tendências, oportunidades de mercado, mudanças regulatórias e eventos relevantes. Essas informações valiosas ajudam os empresários a tomar decisões informadas e a se manterem à frente da concorrência.

Diversão e engajamento:

Sabemos que a vida empresarial não é só trabalho. O Marketplace Valeon do Vale do Aço também oferece uma seção de entretenimento e lazer, onde os usuários podem descobrir eventos locais, pontos turísticos, restaurantes e muito mais. Essa abordagem holística permite que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma comunidade unida e fortalecendo os laços na região.

Foco no empreendedorismo:

O Marketplace Valeon do Vale do Aço é uma plataforma que nutre o espírito empreendedor. Além de fornecer informações e recursos valiosos, também oferece orientação e suporte para os empresários que desejam iniciar seus próprios negócios. Com seções dedicadas a tutoriais, estudos de caso inspiradores e conselhos de especialistas, o marketplace incentiva e capacita os empreendedores a alcançarem seus objetivos.

Geração de leads para os empresários:

Uma das maiores vantagens do Marketplace Valeon do Vale do Aço é a capacidade de gerar leads qualificados para os empresários. Com um público-alvo altamente segmentado, a plataforma oferece a oportunidade de se conectar diretamente com potenciais clientes interessados nos produtos e serviços oferecidos pelas empresas cadastradas. Isso significa que os empresários podem aumentar sua visibilidade, expandir sua base de clientes e impulsionar suas vendas de forma eficiente.

Conclusão:

O Vale do Aço é uma região cheia de oportunidades e empreendedorismo, e o Marketplace Valeon do Vale do Aço se torna um recurso indispensável para os empresários locais. Ao oferecer um ecossistema empresarial abrangente, notícias atualizadas, diversão, suporte ao empreendedorismo e a geração de leads qualificados, o Marketplace Valeon se destaca como uma ferramenta poderosa para impulsionar os negócios na região. Não perca a chance de fazer parte dessa comunidade dinâmica e descubra o poder do Marketplace Valeon do Vale do Aço para o seu sucesso empresarial.

A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO

Moysés Peruhype Carlech

A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz divulgação de todas as empresas da região do Vale do Aço, chama a atenção para as seguintes questões:

• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou pela primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.

• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas

para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.

• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.

• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.

• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se expanda, seja através de mobilidade, geolocalização, comunicação, vendas, etc.

• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:

a) Digitalização dos Lojistas;

b) Apoio aos lojistas;

c) Captura e gestão de dados;

d) Arquitetura de experiências;

e) Contribuição maior da área Mall e mídia;

f) Evolução do tenant mix;

g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;

h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;

i) Convergência do varejo físico e online;

j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;

k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;

l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;

m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.

Vantagens competitivas da Startup Valeon:

• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar rapidamente reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a Startup Valeon não foge disso, fazem dois anos que estamos batalhando para conquistarmos esse mercado aqui do Vale do Aço.

• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos contar com apoio dos parceiros já consolidados no mercado e que estejam dispostos a investir na execução de nossas ideias e a escolha desses parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui do Vale do Aço para os nossos serviços.

• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois são capazes de proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.

• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos diariamente à procura do inédito.

• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia, inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande empresa. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.

• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de divulgação de suas empresas e bem como contribuindo com o seu faturamento através da nossa grande audiência e de muitos acessos ao site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter mais de 100.000 acessos.

Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:

• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;

• Atraímos visualmente mais clientes;

• Somos mais dinâmicos;

• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;

• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;

• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.

• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as suas vendas.

Proposta:

Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas Empresas na nossa máquina de vendas, continuando as atividades de divulgação e propaganda com preços bem competitivos, bem menores do que os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.

Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada empresa contendo: fotos, endereços, produtos, promoções, endereços, telefone, WhatsApp, etc.

O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja também uma SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua empresa seja oficializada.

A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as melhores marcas do varejo e um mix de opções.

O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.

Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é muito abaixo do valor praticado pelo mercado.

Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:

•             O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.

•             A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a comunicação dos clientes com as lojas.

•             Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da compra.

•             No país, as lojas online, que também contam com lojas físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.

•             O número de visitantes do Site da Valeon (https://valedoacoonline.com.br/)  tem crescido exponencialmente, até o momento, temos mais de 245.000 visitantes e o site (https://valeonnoticias.com.br/) também nosso tem mais de 5.800.000 de visitantes.

•             O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.

•             A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como: empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.

                                                                                                                                                                   Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.

Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?

Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

A UNIÃO EUROPEIA ADIA MAIS UMA VEZ A APLICAÇÃO DA LEI ANTIDESMATAMENTO

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

Pressionada por governos, associações comerciais e produtores, a Comissão Europeia adiou em um ano a implementação de sua Lei Antidesmatamento, que proíbe a comercialização de produtos de áreas desmatadas após 2020. É um alívio não só para o Brasil, mas para países diversos, dos EUA à China, além de nações latino-americanas, africanas e do Sudeste Asiático. O governo brasileiro tem um ano para trabalhar com produtores nacionais em busca de adaptação às regras, mas, sobretudo, para mobilizar sua diplomacia a se alinhar com outras partes interessadas ao redor do mundo e pressionar a Comissão Europeia: o problema não é só, como ela alega, o prazo para a adequação às regras, mas os excessos dessas regras.

A lei, por exemplo, não distingue entre desmatamento legal e ilegal, como previsto nas leis brasileiras. O Código Florestal é uma das legislações mais equilibradas e restritivas do mundo. Fazendeiros no bioma amazônico são obrigados a manter a cobertura original de 80% de suas propriedades – nos outros biomas, esse porcentual chega a 50% – e isso sem serem remunerados por seus serviços ambientais. No Brasil, 66% do território é coberto por vegetação nativa. Na Amazônia, são 83%. Já na Europa são só 2%. A agricultura brasileira ocupa só 10% do território, e, pelos critérios da ONU, ela tem baixo nível de emissões de CO2. Segundo estudo publicado na revista Science, 62% do desmatamento ilegal na Amazônia e no Cerrado está concentrado em apenas 2% das fazendas de gado e soja.

A maioria dos produtores já atende às novas exigências europeias. Mas a regulação desconsidera não só as leis e certificados nacionais, mas técnicas de plantio que envolvem ciclos de desmate e reflorestamento, e impõe critérios de rastreabilidade complexos e onerosos. Os maiores prejudicados serão os pequenos e médios produtores, que, não tendo como arcar com essas exigências, serão marginalizados em favor das grandes corporações.

No passado, a principal motivação para regras como essas era o protecionismo. Há algo disso no novo regulamento. Mas o fato que mais ilustra suas disfuncionalidades e excessos é que as maiores pressões vieram não de fora, mas de dentro. Cerca de 20 países europeus pediram sua suspensão ou abolição. O Partido Popular Europeu (centro-direita), o maior da Europa, a chamou de “um monstro burocrático”.

Importadores e industriais europeus reclamam dos custos. Agricultores se queixam de que as regras prejudicarão suas exportações. Recentemente, fazendeiros franceses cercaram o Palácio do Eliseu com tratores obrigando o governo a recuar de uma lei que os obrigava a preservar florestas em meros 4% de suas propriedades. Os protestos se multiplicam da Holanda à Alemanha e à Polônia.

A elite tecnocrática em Bruxelas alega agir em função do “interesse público”. De fato, sob influência excessiva do ativismo ambiental, a legislação conta com apoio de grande parte dos consumidores europeus. Mas esses consumidores estão mal informados e ignoram que medidas como essas não só terão impactos sociais negativos – como sobre os pequenos produtores dos países em desenvolvimento – e serão contraproducentes ao próprio meio ambiente – ao obrigar, por exemplo, esses produtores marginalizados a apelar a práticas predatórias para sua subsistência –, mas afetarão seus próprios interesses. Pergunte a um europeu se ele prefere que seus produtos venham de áreas com desmatamento “zero”, e obviamente dirá que sim, mas pergunte se está disposto a pagar até 30% a mais por seu café, chocolate e outros produtos, e a resposta será bem diferente. Barreiras excessivas como as previstas na nova lei impõem riscos de inflação, insegurança alimentar e desestabilização da economia europeia.

Por décadas o crescimento da Europa tem ficado para trás na comparação com outros países desenvolvidos, mas sua produtividade na fabricação de regulações é incomparável. Boa parte delas é mero protecionismo disfarçado. Mas não é só hipocrisia. Muitas são genuinamente motivadas por boas intenções. O problema é que, como sabe bem a sabedoria popular, de boas intenções o inferno está cheio.

MILHÕES DOADOS AOS CANDIDATOS PARA GANHAR AS ELEIÇÕES

 

História de Matheus Lara – Jornal Estadão

Candidatos a prefeito em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza são os que mais receberam, até esta quinta-feira, 3, recursos públicos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que para as eleições de 2024 distribui R$ 4,9 bilhões aos 29 partidos brasileiros. Os dados são do DivulgaCandContas, plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Guilherme Boulos (PSOL) foi o candidato que mais recebeu recursos do Fundão na corrida municipal de 2024 Foto: Taba Benedicto/Estadao

Guilherme Boulos (PSOL) foi o candidato que mais recebeu recursos do Fundão na corrida municipal de 2024 Foto: Taba Benedicto/Estadao

Guilherme Boulos (PSOL), candidato em São Paulo, é até aqui o mais beneficiado pelo fundão. Ele recebeu R$ 65 milhões em recursos – R$ 35 milhões de sua sigla e R$ 30 milhões doados pelo PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Adversário de Boulos na capital e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB) recebeu R$ 43,7 milhões do fundão. Esse montante é a soma das doações feita por sete siglas: PL do ex-presidente Jair Bolsonaro (R$ 17 milhões), MDB (R$ 15 milhões), Progressistas e Podemos (R$ 3 milhões cada), PRB e PSD (R$ 2 milhões cada). Ambos disputam vaga no 2º turno de acordo com as mais recentes pesquisas de intenção de voto.

Distante do pelotão de frente nas pesquisas, Tabata Amaral (PSB) também aparece na lista das campanhas com mais recursos públicos, com R$ 14,2 milhões doados por seu partido.

Briga no Rio também envolve candidatos com recursos do fundão

Em uma campanha com R$ 26 milhões do fundão, Alexandre Ramagem (PL) tenta se aproximar de Eduardo Paes (PSD) nas pesquisas e ir para o segundo turno no Rio. O adversário, que concorre à reeleição e mira a vitória no primeiro turno, recebeu R$ 21,3 milhões de seu partido para a empreitada.

embolada disputada pela prefeitura de Fortaleza, onde quatro candidatos aparecem com chances de avançar ao segundo turno, tem três nomes na lista dos que mais receberam verba do fundão em 2024: José Sarto (PDT), com R$ 15 milhões; André Fernandes (PL), R$ 13,2 milhões; e Capitão Wagner (União), R$ 12, 2 milhões.

Candidatos em Belo Horizonte, Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD) também estão entre os mais beneficiados pela verba pública. O bolsonarista recebeu R$ 15 milhões; seu adversário, que tenta a reeleição, R$ 13,6 milhões.

Veja o Top 10 dos candidatos que mais receberam verba do fundão em 2024*:

  • Guilherme Boulos (PSOL) – São Paulo/SP – R$ 65 milhões
  • Ricardo Nunes (MDB) São Paulo/SP – R$ 43,7 milhões
  • Alexandre Ramagem (PL) – Rio de Janeiro/RJ – R$ 26 milhões
  • Eduardo Paes (PSD) – Rio de Janeiro/RJ – R$ 21,3 milhões
  • José Sarto (PDT) – Fortaleza/CE – R$ 15 milhões
  • Bruno Engler (PL) – Belo Horizonte/MG – R$ 15 milhões
  • Tabata Amaral (PSB) – São Paulo/SP – R$ 14,2 milhões
  • Fuad Noman (PSD) – Belo Horizonte/MG – R 13,6 milhões
  • André Fernandes (PL) – Fortaleza/CE – R$ 13,2 milhões
  • Capitão Wagner (União) – Fortaleza/CE – R 12,2 milhões

*Dados atualizados no DivulgaCandContas até 3/10.

LULA CRIA MAIS UMA ESTATAL

 

História de MARIANNA HOLAND – Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quinta-feira (3) projeto de lei que propõe a criação da Alada, uma estatal aeroespacial que seria subsidiária de uma outra estatal, a NAV Brasil, criada por Jair Bolsonaro (PL).

O projeto será encaminhado para o Congresso. Sua assinatura ocorreu durante encontro fora da agenda no Palácio do Planalto com o ministro José Múcio (Defesa) e o comandante da Aeronáutica, Marcelo Damasceno.

A medida foi anunciada pela Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência). O projeto de lei em si e a estimativa de custo ainda não foram divulgados.

“O objetivo é explorar economicamente a infraestrutura e navegação aeroespaciais e as atividades relacionadas ao desenvolvimento de projetos e equipamentos aeroespacial”, diz o texto do governo.

Quando assumiu terceiro mandato, Lula reverteu privatizações e cancelou outras que estavam em andamento por Bolsonaro, mas a Alada seria a primeira estatal criada por ele.

Bolsonaro, por sua vez, tinha equipe econômica com postura liberal, com política de privatizar o máximo possível das estatais do governo. Apesar disso, também criou uma estatal vinculada aos militares, a NAV Brasil, cedendo à pressão da Aeronáutica.

Desde a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), os militares pleiteavam a criação da estatal. A empresa concentra a atividade de navegação aérea do país.

Vinculada ao Ministério da Defesa por meio do Comando da Aeronáutica, a NAV Brasil recebeu aval para ser criada em novembro de 2019, em lei sancionada pelo então presidente.

A criação da Alada é uma demanda antiga da Aeronáutica. Em 2018, a FAB tinha nos planos tirar a empresa do papel, com custo inicial de R$ 1 milhão.

A ideia à época era ter maior agilidade para fechar contratos com estrangeiros, arrecadar as taxas e reinvestir o valor no programa espacial, reduzindo a burocracia e evitando a lei de licitações.

PARTE DO GOVERNO VÊ RISCO DE JUDICIALIZAÇÃO DEPOIS DA LISTA DE ATUALIZAÇÃO DAS BETS

História de CÉZAR FEITOZA E MARIANNA HOLANDA – Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Uma ala do governo Lula (PT) vê risco de uma judicialização com a portaria do ministro Fernando Haddad (Fazenda) que criou uma “lista positiva” dos sites de apostas esportivas online, as chamadas bets.

O ato, publicado em 17 de setembro, alterou prazos dentro do processo de regulamentação que tem sido tocado pelo governo Lula (PT) desde o ano passado. O texto determinou que apenas empresas que tivessem manifestado interesse em se regulamentar poderiam continuar a operar no país.

Assim, antecipou a proibição de bets consideradas irregulares de janeiro de 2025 para outubro. Sites que não estão na lista, divulgada nesta terça-feira (1º), começarão a ser derrubados por ordem do governo a partir do dia 11 deste mês.

A portaria surgiu em meio a denúncias recentes envolvendo casas de apostas, reações do Congresso contra as bets e pressões dos setores bancário e do varejo.

No mesmo dia da publicação, Haddad falou que o fenômeno das bets “virou um problema social” e ressaltou que isso é um dos efeitos causados pelo fato de o governo Jair Bolsonaro (PL) não ter regulamentado o mercado nos quatro anos de mandato —a lei que liberou as bets no país, de 2018, previa que isso ocorresse nesse período.

A medida do Ministério da Fazenda, contudo, enfrenta críticas inclusive de integrantes do governo. Para eles, o processo ocorreu de forma açodada e pode gerar ações na Justiça de empresa em busca de continuar operando —a portaria já havia sido criticada por representantes do setor de apostas, de forma reservada.

A percepção sobre judicialização do tema foi reforçada por uma decisão judicial, do mesmo dia da divulgação da lista, em benefício da Loterj (Loteria do Estado do Rio de Janeiro). Uma liminar suspendeu os efeitos dessa portaria da Fazenda, e de outras duas, para empresas registradas na Loterj.

Como a Loterj tem credenciado no Rio empresas para atuarem em todo o país, o que ocorre após um drible em regras federais e no entendimento judicial, a decisão permite que todas as casas de lá possam continuar a funcionando em todo território nacional.

A VaideBet, empresa investigada pela Polícia Civil de Pernambuco por lavagem de dinheiro e jogo ilegal, ficou de fora da lista da Fazenda, mas teve aval de credenciamento da Loterj nesta quarta (2).

A operação policial que envolveu a VaideBet levou à prisão da influenciadora e advogada Deolane Bezerra e ao indiciamento do sertanejo Gusttavo Lima.

Segundo relatos feitos à reportagem, o mercado tem entendimento, mesmo entre as empresas já cadastradas para a regulamentação, de que houve mudança nas regras com o jogo rolando a partir a publicação da portaria.

Integrantes da Fazenda tem negado essas avaliações, e defendem o ato como necessário. A AGU (Advocacia-Geral da União), por sua vez, analisa essa possibilidade, assim como outros desdobramentos de propostas do governo para conter o endividamento dos mais pobres.

O tema foi debatido por ministros do governo em reunião convocada pelo presidente no Palácio do Planalto para esta quinta-feira (3), às 15h.

Participaram integrantes de ao menos seis ministérios: Desenvolvimento Social, Saúde, Esportes, Fazenda, AGU e Casa Civil. O encontro deveria ter ocorrido na quarta-feira, mas foi adiado após a falha no avião de Lula, em retorno do México.

O presidente Lula demonstrou indignação ao se deparar com a notícia do impacto das bets nas contas da população mais pobres e alta de endividamento. Análise técnica do Banco Central mostrou que, somente em agosto, pessoas atendidas pelo Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em bets por meio de pagamentos com Pix.

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, disse à Folha de S.Paulo que Lula pediu “urgentes providências” sobre o tema. A pasta é responsável pelo programa.

Uma das alternativas na mesa é vetar para as bets o cartão do Bolsa Família, que pode ser usado para compras no débito e outras movimentações, como saque do benefício, segundo o ministro.

O monitoramento por CPF está previsto na regulação do setor no Brasil. “Você vai ter CPF por CPF de quem está apostando, tudo sigiloso, mas ele vai abrir essa conta. Vamos poder ter um sistema de alerta em relação às pessoas que estão revelando uma certa dependência psicológica do jogo”, detalhou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na quarta-feira (25).

Outra alternativa na mesa seria fazer o controle por meio do CadÚnico, cadastro de beneficiários, ao qual só o governo tem acesso. A ideia seria avaliar quem está gastando com bets, e então suspender o CPF ou trocar o benefício de titularidade.

Essa possibilidade poderia expor menos quem recebe o Bolsa Família, mas está em estudo assim como as demais.

Há uma ala do governo que fala em uma regulação mais ampla e não apenas focada nos beneficiários. A ideia seria tentar diminuir os efeitos nocivos do vício no jogo em todos, não apenas nos mais pobres.

 

A CONTÍNUA ESCALADA DA VIOLÊNCIA NO ORIENTE MÉDIO LEVA TODO A MUNDO EXPRESSAR SEU TEMOR DE GUERRA TOTAL

BBC News Brasil

Bombardeio israelense no Sul do Líbano nesta quinta-feira (03/10)

Bombardeio israelense no Sul do Líbano nesta quinta-feira (03/10)© Reuters

guerra na Faixa de Gaza está longe do fim.

Israel está invadindo o sul do Líbano por terra e o Irã já lançou quase 200 mísseis em direção a Israel, que também bombardeou os rebeldes houthis no Iêmen.

A contínua escalada da violência levou políticos e analistas de todo o mundo a expressar seu temor de uma guerra total no Oriente Médio.

Por isso, perguntamos aos correspondentes da BBC na região quais as possibilidades de que isso venha a acontecer e se uma guerra maior na região poderia desencadear um conflito global.

Nawal Al-Maghafi, repórter de investigações internacionais

Menino de bicicleta observa os escombros de um edifício destruído em Hod HaSharon, no centro de Israel, após um ataque de mísseis iranianos no dia 2 de outubro de 2024

Menino de bicicleta observa os escombros de um edifício destruído em Hod HaSharon, no centro de Israel, após um ataque de mísseis iranianos no dia 2 de outubro de 2024© AFP

Para descrever a situação atual no Oriente Médio, é comum recorrer à expressão “à beira do precipício”.

Mais de 40 mil vidas já foram perdidas em Gaza e mais de 1 mil mortes ocorreram no Líbano em apenas uma semana.

O custo humanitário é colossal. Milhões de pessoas foram deslocadas e áreas inteiras estão em ruínas. A perspectiva de cair naquele precipício é assustadora.

Estamos presenciando uma das mais perigosas crises verificadas na região nas últimas décadas.

Na semana passada, houve comemorações em Israel após a morte do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah. A eliminação de Nasrallah e de Ismail Haniyeh, líder do Hamas, pode ter trazido satisfação momentânea para as pessoas que desejam destruir o chamado Eixo da Resistência do Irã, mas as comemorações, sem dúvida, são prematuras.

É inegável que Israel causou baixas significativas para o Hezbollah em seus ataques dirigidos que eliminaram líderes importantes.

A campanha contra o Hamas já dura um ano e gerou impactos devastadores para milhões de pessoas na Faixa de Gaza. Ela reduziu significativamente as capacidades do grupo, mas é improvável que venha a marcar o fim do Hamas como importante força política e militar.

Nem todos concordam neste ponto. Mas as pessoas que discordam não percebem como esses grupos constroem e sustentam seu alcance e sua influência. São movimentos profundamente institucionalizados e indissociavelmente incorporados ao tecido social e político no qual eles operam.

A morte de Nasrallah e a reação do Irã deixaram a região perigosamente próxima de uma guerra total.

A retórica dos líderes israelenses após o ataque dos mísseis iranianos sugere que a intensificação do conflito é inevitável, envolvendo diretamente os dois inimigos, além das forças apoiadas pelo Irã no Líbano, Síria, Iêmen e Iraque, bem como os aliados de Israel no Ocidente, incluindo os EUA e o Reino Unido.

Agora, a questão iminente é como Israel irá retaliar o ataque.

“Esta é a maior oportunidade de mudar a face do Oriente Médio dos últimos 50 anos”, declarou no X, antigo Twitter, o ex-primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett. Ele sugere que Israel ataque as instalações nucleares iranianas para “inviabilizar totalmente aquele regime terrorista”.

Se as suas palavras forem indicações das intenções oficiais, podemos estar à beira de algo realmente sem precedentes e devastador para a região.

Desde o início da guerra em Gaza, os esforços diplomáticos para reduzir o conflito falharam repetidamente. As principais potências se mostraram incapazes de refrear ou até mesmo de influenciar significativamente os combates.

Este fracasso contínuo chama a atenção para uma ordem global profundamente fraturada, incapaz de se reunir para fazer valer a legislação internacional ou as próprias regras vigentes de combate. Esta fratura parece destinada a se aprofundar ainda mais, com consequências desastrosas para a região e seu povo.

Nisrine Hatoum, correspondente da BBC News Árabe em Beirute, no Líbano

Os libaneses não suportam mais conflitos e não existe disposição para a guerra no país

Os libaneses não suportam mais conflitos e não existe disposição para a guerra no país© Reuters

Os libaneses não estão preparados para enfrentar uma guerra total.

É claro que estão aumentando os temores de uma guerra total nos países vizinhos, como a Síria, Irã, Iraque, Iêmen e, talvez, na Jordânia. Estes temores se multiplicaram depois dos ataques de mísseis do Irã contra Israel na terça-feira (1/10) e com a possibilidade de novos ataques iranianos.

Se o Irã atacar novamente, os Estados Unidos e outros países ocidentais que apoiam Israel poderão intervir, aumentando ainda mais as possibilidades de uma guerra total.

Israel está atacando o grupo militante Hezbollah no Líbano, não o exército libanês. E a posição oficial libanesa é de tentar evitar uma guerra maior.

Aqui, as autoridades estão trabalhando 24 horas por dia, com esforços diplomáticos liderados pela França, para chegar a um acordo de cessar-fogo. Todo o trabalho tem como objetivo implementar a Resolução 1701 das Nações Unidas, que respalda e dá poder ao exército libanês, deslocando-o para o sul do Líbano.

Internamente, persistem os esforços para eleger um presidente e ativar as instituições constitucionais.

Aqui no Líbano, nunca houve disposição para a guerra. As pessoas estão cansadas de conflitos, principalmente agora que enfrentam uma longa crise econômica, que persiste desde outubro de 2019.

A maioria das pessoas deseja viver em paz e evitar a guerra. Alguns libaneses acreditam que foram arrastados para uma guerra que não é sua.

Muitos acreditam que chegou a hora de interromper o conflito árabe-israelense, para poderem viver em paz de forma permanente.

Só será possível evitar uma guerra total por meio de esforços diplomáticos, para que o Líbano não entre em colapso.

As guerras anteriores comprovaram que as operações militares não forneceram soluções duradouras e que recorrer ao diálogo e aos meios diplomáticos pode pôr fim ao conflito de forma mais eficaz.

Se olharmos para trás, em 2006, a guerra contra Israel durou apenas 34 dias, em circunstâncias diferentes. Não havia uma guerra em Gaza, nem envolvimento da Síria, Iraque, Irã e Iêmen.

Não podemos esquecer que, ao contrário do que aconteceu durante a guerra de 2006, existem agora diversas forças regionais envolvidas. E o Líbano, oficialmente, é um Estado fraco, com um exército incapaz de assumir o controle.

Muhannad Tutunji, correspondente da BBC News Árabe em Jerusalém

O Irã lançou centenas de ataques aéreos contra Israel no último mês de abril

O Irã lançou centenas de ataques aéreos contra Israel no último mês de abril© EPA-EFE/REX/Shutterstock

O Oriente Médio vem presenciando eventos sem precedentes, que podem potencialmente resultar em um conflito regional significativo ou até mesmo global.

A atual escalada entre Israel e o Hezbollah, ou até mesmo o Irã, indica a possibilidade de que ocorra uma guerra total em algum momento.

Os recentes eventos significativos – como o assassinato do líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, e o assassinato por parte de Israel do secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, e de importantes líderes políticos e militares das duas organizações – não levaram a uma guerra regional no Oriente Médio.

Como jornalistas que acompanham os acontecimentos em Israel e suas guerras do passado contra o Hezbollah, suspeitamos que o assassinato de Hassan Nasrallah poderia gerar imediatamente uma guerra total que talvez envolvesse o Irã. Mas isso não aconteceu.

As forças regionais sempre lutam para evitar que esses eventos deem início a uma guerra regional e os Estados Unidos desempenham um papel significativo neste particular.

Estes esforços podem ter tido sucesso no curto prazo, mas permanece a questão se os ataques recíprocos em andamento entre Israel e o Irã poderão gerar uma guerra total irreversível.

O gatilho para uma guerra regional, que poderia gerar um conflito global, está entre Israel e o Irã. Ele quase foi disparado em abril, quando Israel atacou o consulado iraniano na Síria, levando o Irã a lançar do seu território centenas de ataques aéreos contra Israel.

Mas os Estados Unidos conseguiram conter a situação.

Na época, relatamos uma conversa entre o presidente americano Joe Biden e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O contato se deu em um momento de “emoções exacerbadas” pouco depois do ataque, que incluiu cerca de 100 mísseis balísticos disparados simultaneamente em direção a Israel.

Durante a ligação, os dois líderes discutiram “como desacelerar e examinar as coisas”. Os Estados Unidos também declararam que não apoiariam Israel em nenhum ataque retaliatório.

Mas a atual série de eventos, incluindo os assassinatos de Haniyeh e Nasrallah e os ataques dirigidos por Israel ao Hezbollah, trouxeram de volta ao Irã o dilema de reagir diretamente, com mais força do que antes.

reação de Israel, como alertaram suas autoridades, permanece um fator fundamental para determinar a possibilidade desta escalada dos confrontos.

A principal questão é se Israel realmente pretende atacar o Irã e arrastar o país para uma guerra total, possivelmente para se aproveitar da situação e atingir as instalações nucleares iranianas. Este é um objetivo de Israel há muito tempo.

Alguns podem recear que os ataques iranianos contra Israel, embora possam ser contidos por causarem danos materiais e não humanos, venham a alterar a dinâmica das possíveis intenções de Israel.

Benjamin Netanyahu tenta criar mudanças significativas no Oriente Médio. Ele acredita que este é um objetivo impossível sem atacar o Irã, que Israel descreve como a “cabeça da cobra”.

Existe uma sensação de euforia em Israel, desde suas conquistas contra o Hezbollah. Alguns podem acreditar que Israel poderia tomar medidas maiores contra o Irã, que não possam ser contidas.

Esta decisão geraria uma guerra regional. E, se o Irã for significativamente atingido, a guerra poderá envolver outros países, potencialmente gerando um conflito global.

A intenção de Israel de pôr fim ao programa nuclear iraniano pode ser o motivo desta guerra maior. E os ataques diretos do Irã contra Israel poderão servir de pretexto para o conflito.

Mas a grande questão é: os Estados Unidos irão permitir que Israel siga adiante?

Eman Eriqat, correspondente da BBC News Árabe nos territórios palestinos

Jovens palestinos em Ramallah, na Cisjordânia ocupada, inspecionam um projétil caído depois que o Irã lançou uma barreira de mísseis contra Israel no dia 1º de outubro de 2024

Jovens palestinos em Ramallah, na Cisjordânia ocupada, inspecionam um projétil caído depois que o Irã lançou uma barreira de mísseis contra Israel no dia 1º de outubro de 2024© AFP

Uma mescla de alegria e medo pode ser a descrição do sentimento geral dos palestinos na terça-feira (1/10) à noite, quando o Irã lançou cerca de 200 mísseis em direção a Israel.

Muitas pessoas aguardavam este momento desde o início da guerra na Faixa de Gaza. Eles acreditavam na importância da interferência externa para apoiar Gaza e os territórios palestinos.

Os locais da queda dos mísseis iranianos nos territórios palestinos se transformaram em cenário de fotos para a posteridade. Os palestinos acreditam que esta pode se tornar uma guerra total.

O assassinato do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, após a morte do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em julho, criaram o cenário para uma guerra maior.

Aqui, o estado de espírito fez com que muitos palestinos revivessem as lembranças da primeira e da segunda Intifada. Mesmo os que vivenciaram a “Nakba” em 1948 dizem que a história está se repetindo.

A Nakba ocorreu em 14 de maio de 1948, quando Israel declarou sua independência. No dia seguinte, começava uma guerra que fez com que até 750 mil palestinos que moravam naquelas terras fugissem ou fossem expulsos de suas casas.

Nos territórios palestinos hoje em dia, muitas pessoas acreditam que a situação atual indica que a ofensiva de Israel atingiu um novo nível, que poderá ser muito mais sangrento.

Por muitos anos, a Autoridade Palestina destacou a importância de:

  • Promover soluções políticas que suspendam as operações militares.
  • Não entrar em conflitos e buscar soluções políticas que protejam e favoreçam a implementação da solução de dois Estados.

Eles acreditam que este caminho ofereceria aos palestinos um Estado dentro das fronteiras de 1967, ao lado de Israel.

Desde 7 de outubro de 2023, data de início da mais recente guerra na Faixa de Gaza, o presidente palestino Mahmoud Abbas convocou a comunidade internacional a intervir e anunciar um cessar-fogo imediato.

Seus apelos receberam apoio internacional, mas, em terra, as operações militares continuam, reforçando em muitos palestinos a crença de que a possibilidade de uma guerra total na região é muito maior do que as chances de retomada do processo de paz.

Kasra Naji, correspondente da BBC News Persa

A decisão de atacar Israel diretamente do Irã com cerca de 200 mísseis balísticos não foi uma decisão fácil para o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.

Ele normalmente não toma decisões rápidas sem consideração adequada. Khamenei prefere o que ele próprio chama de “paciência estratégica”.

Mas ele e seu governo sofreram intensa pressão dos seus próprios políticos de linha dura e dos membros das suas milícias aliadas na região, para reagir militarmente à eliminação da liderança do Hezbollah por parte de Israel.

Os políticos de linha dura também pressionaram para que o país reagisse à morte de um importante general da Guarda Revolucionária, em um ataque em massa ao seu esconderijo no sul de Beirute.

O Irã sofreu perdas importantes de prestígio em julho, por não reagir ao assassinato do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, na capital iraniana, Teerã. Acredita-se que a explosão que o matou tenha sido resultado do trabalho das operações de inteligência de Israel no Irã.

Mas o líder supremo do Irã sabe que seu país não é capaz de enfrentar uma guerra maior.

Militarmente, o Irã não é páreo para Israel, que detém superioridade quase completa sobre o Irã em poderio aéreo. O espaço aéreo do Irã, em grande parte, é aberto para os aviões israelenses.

Economicamente, o Irã está de joelhos, após muitos anos de sanções dos Estados Unidos e de outros países. E, politicamente, o governo é muito impopular entre o povo iraniano.

Poucos cidadãos iranianos apoiariam uma guerra contra Israel, com tantos outros problemas domésticos importantes. Eles reconhecem que a guerra poderia gerar mais sanções e aumento das dificuldades econômicas. Muitos não veem Israel como inimigo.

Mas o líder supremo precisou correr o risco, na esperança de que um ataque controlado contra alvos militares e de inteligência possa causar apenas uma reação similar, que, segundo seus cálculos, o Irã poderá absorver.

 

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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