sexta-feira, 4 de outubro de 2024

DIA DA NATUREZA

 da Natureza

Hoje, sexta-feira (04), celebra o Dia da Natureza

Byvaleon

Out 4, 2024

Karla Neto – Colunista correspondente

Nesta sexta-feira (04), é celebrado dia da natureza, data representa um momento para a reflexão sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente, uma vez que a importância da natureza está na preservação, no cuidado com o próximo e na garantia do futuro.

Desse modo, é importante destacar que a tecnologia pode reduzir seu impacto ambiental, promovendo uma convivência mais harmoniosa com a natureza, com o implemento de energias renováveis (painéis solares e turbinas eólicas); monitoramento ambiental (utilização de sensores, satélites e drones); reciclagem e gestão de resíduos; agricultura sustentável; transporte inteligente (veículos elétricos e sistemas de transporte público eficientes); monitoramento de biodiversidade, entre outras.

É da natureza que retiramos os recursos necessários para a nossa sobrevivência, tais como alimento e água. É ela também que garante o nosso desenvolvimento econômico, fornecendo-nos as matérias-primas necessárias para a construção de nossas obras, casas, máquinas etc. A natureza, portanto, é essencial para o estabelecimento do homem no planeta.

Apesar de o homem reconhecer a importância da natureza, a exploração exagerada e sem nenhum controle coloca em risco a qualidade e a quantidade de recursos naturais disponíveis no planeta. A poluição, a contaminação e a extinção de espécies são apenas alguns dos exemplos dos impactos gerados pela ação do homem.

Plante uma árvore – As árvores são um dos elementos mais importantes no desenvolvimento de um ecossistema, seja por auxiliarem na reabsorção de gases de efeito estufa por meio da fotossíntese ou ainda por ajudarem na manutenção da umidade como parte do ciclo da chuva.

Economize água – A água potável é um bem essencial para todas as formas de vida, mas que também é naturalmente limitado. Por isso, o uso consciente da água é essencial para garantir as gerações futuras. Pequenas atitudes no dia a dia podem ser muito úteis nesse processo, como tomar banhos mais curtos, armazenar água da chuva, se certificar de que torneiras estão sempre fechadas e reutilizar água da máquina de lavar para outros propósitos.

ESTADOS COM E SEM PROIBIÇÃO DA LEI SECA

 

Em seis deles, medida vale para todo o estado – Agência Brasil

Pelo menos nove estados brasileiros proibirão a venda de bebidas alcoólicas no dia das eleições municipais, marcadas para o próximo domingo (6). Em seis deles, a medida valerá em todo o estado: Acre, Amapá, Pará, Piauí, Maranhão e Alagoas.

Em outros três, a medida será restrita a zonas eleitorais específicas. No Tocantins, serão quatro zonas, enquanto em Mato Grosso serão três, segundo informações dos tribunais regionais eleitorais (TREs). Em Goiás, o TRE não informou sobre as zonas que terão a chamada Lei Seca, mas pelo menos uma delas anunciou que adotará a proibição.

A proibição da venda de bebidas alcoólicas durante as eleições é decidida localmente pelas autoridades de segurança pública e eleitorais. A ideia é reduzir os riscos de desordem que prejudiquem o processo eleitoral. Em alguns estados, a decisão coube às secretarias de Segurança, como foi o caso dos estados do Piauí, Maranhão e de Alagoas.

No Acre, a decisão coube aos juízes eleitorais de primeira instância. Os responsáveis pelas nove zonas eleitorais do estado expediram portarias decretando a Lei Seca em suas respectivas áreas. Nos estados de Mato Grosso, do Tocantins e de Goiás, a definição também ficou por conta dos magistrados de cada zona.

Já no Pará, as regras da Lei Seca serão definidas em comum acordo entre os juízes eleitorais e a Polícia Civil dos municípios, “avaliando as especificidades, o contexto e a situação de cada localidade. Porém, a publicação de portaria com as normas para todo o estado é de responsabilidade da Secretaria estadual de Segurança Pública, por meio da Delegacia Geral de Polícia Civil. A partir desse documento, os juízes eleitorais podem definir os horários da Lei Seca, de acordo com a realidade dos municípios”.

O TRE do Amapá informou em nota, na noite de terça-feira (1º), que os juízes cumprirão rigorosamente a Portaria da Lei Seca, “garantindo a ordem e a segurança nos dias que antecedem e no próprio dia das eleições”, sem indicar quem seria o responsável pela decisão.

Estados sem proibição

Entre os estados que confirmaram à Agência Brasil que não haverá Lei Seca durante as eleições, estão Minas Gerais, o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. No caso do Paraná e de Pernambuco, os TREs informaram que a decisão caberia às secretarias de Segurança, mas que não haviam recebido qualquer notificação até essa quarta-feira (2).

No caso do Espírito Santo, ocorreu o oposto. A Secretaria de Segurança informou que a decisão caberia ao TRE e que não tinha recebido nenhuma notícia de aplicação da Lei Seca. Na Bahia e no Ceará, as secretarias de Segurança informaram que a decisão caberia aos TREs e solicitaram que a Agência Brasil procurasse os respectivos tribunais, os quais não responderam ao questionamento.

Nos demais estados, nem o TRE nem a Secretaria de Segurança responderam à Agência Brasil. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), entidade que se posiciona contra a Lei Seca nas eleições, informou que, além do RS, de MG, PE, do PR, ES e RJ, os estados de São Paulo, Sergipe, da Paraíba, Bahia e do Rio Grande do Norte decidiram não fazer qualquer restrição à venda de bebidas alcoólicas no dia da eleição. “Nos estados que ainda tèm lei seca, a Abrasel tem recorrido para derrubá-la”, informou a assessoria de imprensa da associação.

VOCÊ JÁ PENSOU NA RETENÇÃO DE TALENTOS DA SUA EMPRESA?

 

Tiago Forjaz – Redação StartSe

Nesta coluna, Tiago Forjaz traz dicas para lideranças engajar o time. Confira!

Pessoas trabalhando no escritório (Foto: Canva)

Você já pensou em retenção de talentos? Pois veja só: retenção é uma palavra gasta e desadequada, talvez por isso nem sempre conquiste a atenção suficiente.

Parece ter uma intenção ilegítima de convencer alguém a ficar na nossa companhia, contra a sua vontade ou dando algo em troca, transformando a relação numa transação.

Nas nossas relações pessoais não pensamos nisso, não conseguimos conceber a ideia de ter que dar algo para alguém ficar na nossa companhia.

Aí celebramos as bodas, as datas, as viagens, os frutos e feitos da relação. Assim deveria ser nas relações de trabalho.

Essa filosofia, essa cultura é um momento linear, não acontece de forma instantânea, num único momento ou movimento. É preciso tempo. No final de contas é esse que a gente vai contar.

Mas na minha perspectiva as pessoas só querem duas coisas da vida: aprender e amar.

Aí está a chave da resposta que usualmente dou à pergunta: como reter as pessoas? Quanto vocês estão aprendendo em conjunto? Quanto amor está nessa relação? Como a gente se cuida.

Vivemos na era da personalização do trabalho

O trabalho é cada vez mais importante para a identidade das pessoas. Ele é uma fonte de realização pessoal, de conexão com os outros e de aprendizado. Por isso, as pessoas estão buscando cada vez mais trabalhos que sejam personalizados, que se adaptem aos seus valores, interesses e habilidades.

Para recrutar, desenvolver e reter talentos, acredito que é preciso manter essas cinco dimensões atendidas de forma constante:


1 – A função e a missão

  • Quais são as tarefas e responsabilidades que você tem e gostaria de ter?
  • O que é que você pode fazer com a sua experiência?
  • Para quê que você existe?
  • Qual é o seu talento?
  • O que você faz bem e é valorizado pelos demais?

2 – A cultura

  • Quais são os aspectos culturais que você mais aprecia?
  • Pense nos rituais, hábitos e costumes que acontecem nas empresas que você admira
  • Como é que você pode construir essa cultura aqui nessa empresa?

3 – O propósito

  • Para quê que você existe?
  • Como gostaria de ser conhecido ou referido?
  • Como é que você se vê? Tem algum “role model” que você segue ou personifica?

4 – As pessoas

  • Quem são as pessoas com quem gosta ou gostou de trabalhar? Porquê?
  • Que critérios tem para escolher o tipo de pessoas com quem gosta de trabalhar?

5 – Os aprendizados

  • O que é que você aprendeu nos últimos 3 meses?
  • O que gostaria de deixar de fazer na sua função? O que gostaria de fazer no futuro?
  • Que skills você quer desenvolver?
  • Com quem você quer trabalhar mais?

(Imagem: Pexels)

Cada vez temos mais frameworks e ferramentas de facilitação destas conversas

Os tempos mudaram, e por isso diria que hoje existem ferramentas para ajudar a reter as pessoas, numa era em que todo mundo quer e precisa de aprender e ter consciência do que está aprendendo.

As pessoas querem ser vistas, querem ter conversas sobre o seu potencial e como estão a aprender, não tanto sobre a sua performance e como podem melhorar.

Cada vez mais existem ferramentas que permitem compreender as pessoas e as suas preferências de forma a permitir esculpir o seu trabalho e descobrir a forma como melhor contribuem, porque não existe o “one size fits all”.

As pessoas querem ser autoras, querem ser envolvidas na construção e evolução do trabalho. Para facilitar esse diálogo existem novas ferramentas que são muito mais efetivas e divertidas do que fazer um questionário fechado. Aqui ficam algumas das ferramentas que mais gosto e uso.

5 ferramentas para desenvolver talentos

1 – Job Crafting

O Job Crafting é um framework de perguntas que ajuda você a compreender as tarefas, os tempos, os talentos, as pessoas e a sua visão da sua função. Com base nessa compreensão, você pode desenhar a sua função ideal e fazer com que ela evolua.

2 – Why Do You Stay?

Existe uma ferramenta desenvolvida pelo Dr. John O. Burdet da Orchestra que permite inverter a entrevista de saída. Na realidade é um jogo que permite entender quais os aspectos mais valorizados na sua empresa e porque as pessoas decidem ficar. Com base nessa informação você pode envolver as pessoas na construção de uma proposta de valor melhor para o trabalho.

3 – Feedback vídeo

É comum que as pessoas peçam referências dos candidatos que recrutam, mas é menos comum que os candidatos peçam referências dos seus futuros chefes. Você pode pedir às pessoas que trabalham com você para gravar um vídeo de referência para você, que pode ser enviado aos candidatos que você está considerando. Isso é uma ótima maneira de demonstrar transparência e autenticidade, e também permite que os candidatos tenham uma ideia melhor de como seria trabalhar com você.

4 – Epic Talent Cards

Muitas vezes as pessoas não sabem dizer quais os seus talentos. Fica difícil construir um pitch e vender os seus talentos sem ter um “diretório” ou menu dos talentos mais relevantes no mundo do trabalho. Por isso a Epic Talent Society desenvolveu um baralho de 70 cartas que ajuda as pessoas a conhecerem e apresentarem os seus 5 maiores talentos.

5 – Jogo “Quem é Você”?

Num jogo simples de 2 minutos, você pode explorar 13 perguntas que definem muito melhor a pessoa. Com esse jogo simples você descobre afinidades, desenvolve empatia, admiração e grava uma melhor percepção sobre a pessoa. Essa ferramenta é fundamental no dia a dia para apresentar pessoas que vão trabalhar em times, não serve só para recrutamento.

Esses jogos e ferramentas permitem humanizar o trabalho e deixar a perspectiva dos recursos humanos, porque não somos meros recursos e todos somos responsáveis por construir a melhor experiência de trabalho (isso não é responsabilidade exclusiva dos RH).

Por que importa?


Por fim, ser líder significa ter pessoas de qualidade trabalhando no seu time. Eu gosto de pensar que as pessoas que deixam de trabalhar comigo vão para melhores posições e oportunidades, porque estão preparadas para tudo e aprenderam mais comigo do que em qualquer outro lugar. Minha reputação melhora a delas e vice-versa.

Leitura recomendada

Tiago Forjaz é professor do xBA, programa executivo internacional, da StartSe em parceria com a Nova SBE, que foi eleito o mais inovador do mundo.

Mindset correto é o que vai fazer você alcançar (ou não) o sucesso

Junior Borneli, co-fundador do StartSe

Mulher negra e sorridente segurando um IPad e olhando para frente (Fonte: Getty Images)

Mindset é a sua programação mental, é como você encara tudo que está ao teu redor

Mindset. Você já ouviu essa palavinha algumas vezes aqui no StartSe. Ela é importante, talvez uma das coisas mais importantes para “chegar lá” (seja lá onde for que você quiser chegar).

É sua habilidade de pensar o que você precisa para ter sucesso. E como a maioria das coisas que você possui dentro de você, ela é uma espécie de programação do seu ser. Tanto que é possível que você adquira outro mindset durante a vida, convivendo com as pessoas corretas, conhecendo culturas diferentes.

Algumas pessoas dizem que é isso das pessoas que faz o Vale do Silício ser a região mais inovadora do mundo. Eu, pessoalmente, não duvido. Fato é: você precisa de ter a cabeça no lugar certo, pois a diferença entre um mindset vencedor e um perdedor é o principal fator entre fracasso e sucesso.

Para isso, é importante você começar do ponto inicial: um objetivo. “Todo empreendedor precisa ter um objetivo. Acordar todos os dias e manter-se firme no propósito de fazer o máximo possível para chegar lá é fundamental”, diz Junior Borneli, co-fundador do StartSe e uma das pessoas mais entendidas de mindset no ecossistema brasileiro.

De lá, é importante você fazer o máximo que puder e não perder o foco, mantendo-se firme. “Não importa se no final do dia deu tudo certo ou errado. O importante é ter a certeza de que você fez tudo o que foi possível para o melhor resultado”, avisa.

Com a atitude certa, é capaz que você sempre consiga canalizar as coisas como positivas. “Você sempre tem duas formas de olhar um a mesma situação: aquela em que você se coloca como um derrotado e a outra onde você vê os desafios como oportunidades. Escolha sempre o melhor lado das coisas, isso fará com que sua jornada seja mais leve”, alerta o empreendedor.

Esses tipo de sentimento abre espaço para uma característica importantíssima dos principais empreendedores: saber lidar com grandes adversidades. “Um ponto em comum na maioria os empreendedores de sucesso é a superação”, destaca Junior Borneli.

Saber lidar com essas adversidades vai impedir que você pare no primeiro problema (ou falência) que aparecer na sua frente. “São muito comuns as histórias de grandes empresários que faliram várias vezes, receberam diversos ‘nãos’ e só venceram porque foram persistentes”, afirma.

É importante ter esse mindset resiliente, pois, nem sempre tudo será fácil para você – na verdade, quase nunca será. “Empreender é, na maior parte do tempo, algo muito doloroso. Até conseguir algum resultado expressivo o empreendedor passa por muitos perrengues. A imensa maioria fica pelo caminho”, diz.

É como uma luta de boxe, onde muitas vezes, para ganhar, você terá que apanhar e apanhar e apanhar até conseguir desferir o golpe (ou a sequência) certo. “Na minha opinião, não há melhor frase que defina a trajetória de um empreendedor de sucesso do que aquela dita por Rocky Balboa, no cinema: ‘não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. É assim que se ganha’”, ilustra.

O problema talvez seja que alguns aspectos do empreendedorismo tenham glamour demais. “Empreender não é simplesmente ter uma mesa com super-heróis e uma parede cheia de post-its coloridos. Você vive numa espécie de montanha russa de emoções, onde de manhã você é ‘o cara’ e à tarde não tem dinheiro pro café”, salienta.

Vale a pena, porém, perseverar neste caminho. “Para aqueles que são persistentes e têm foco, a jornada será difícil, mas o retorno fará valer a pena!,” destaca o empreendedor.

DERROTA TAMBÉM ENSINA

Um ponto importante do sucesso é saber lidar com o fracasso e, de lá, tomar algumas lições para sair mais forte ainda. “Toda derrota nos ensina algumas lições e assim nos tornamos mais fortes a cada nova tentativa. A cultura do fracasso, aqui no Brasil, é muito diferente dos Estados Unidos”, afirma Junior.

No Vale do Silício, falhar é encarado algo bom, na verdade – e aumenta suas chances de sucesso futuro. “Por lá, empreendedor que já falhou tem mais chances de receber investimentos porque mostrou capacidade de reação e aprendeu com os erros”, conta o empreendedor.

Mas ao pensar sobre fracasso, você precisa ter o filtro correto para não deixar a ideia escapar. “Encarar os erros como ensinamentos e entender que falhar é parte do jogo torna as coisas mais fáceis e suportáveis”, salienta.

Foco é a palavra de ordem para você conseguir alcançar os objetivos traçados no caminho, mesmo que em alguns momentos pareça que está tudo dando errado. “Por fim, buscar o equilíbrio mental e o foco são fundamentais. Nas vitórias, tendemos a nos render à vaidade e ao orgulho. E nas derrotas nos entregamos ao desânimo e a depressão. Mentalize seus objetivos, foque nos caminhos que vão leva-lo até eles e siga firme em frente”, afirma.

É importante que você tenha noção de que para ser uma exceção, você não pode pensar da maneira comodista que a maior parte das pessoas. “Se você quer chegar onde poucos chegaram, precisará fazer o que poucos têm coragem e disposição para fazer”, completa.

                   O “não” do cliente a uma proposta. Por quê?                   

Moysés Peruhype Carlech

Fiquei pensando e ao mesmo tempo preocupado com o seu “não”, sem nenhuma explicação, à nossa proposta de divulgação da sua loja e de resto todas as lojas dessa cidade no Site da nossa Plataforma Comercial da Startup Valeon.

Esse “não” quer dizer, estou cheio de compromissos para fazer pagamentos mensais, não estou faturando o suficiente para cobrir as minhas despesas, a minha loja está vendendo pouco e ainda me vem mais uma “despesa” de publicidade da Startup Valeon?

Pergunto: como vou comprar na sua loja? Se não sei qual é a sua localização aí no seu domicílio? Quais os produtos que você comercializa? Se tem preços competitivos? Qual a sua interação online com os seus clientes? Qual o seu telefone de contato? Qual é o seu WhatsApp?

Hoje em dia, os compradores não têm tempo suficiente para ficarem passeando pelos Bairros e Centros da Cidade, vendo loja por loja e depois fazendo a decisão de compra, como antigamente.

A pandemia do Covid-19 trouxe consigo muitas mudanças ao mundo dos negócios. Os empresários precisaram lutar e se adaptar para sobreviver a um momento tão delicado como esse. Para muitos, vender em Marketplace como o da Startup Valeon se mostrou uma saída lucrativa para enfrentar a crise. Com o fechamento do comércio durante as medidas de isolamento social da pandemia, muitos consumidores adotaram novos hábitos para poder continuar efetuando suas compras. Em vez de andar pelos corredores dos shoppings centers, bairros e centros da cidade, durante a crise maior da pandemia, os consumidores passaram a navegar por lojas virtuais como a Plataforma Comercial Valeon. Mesmo aqueles que tinham receio de comprar online, se viram obrigados a enfrentar essa barreira. Se os consumidores estão na internet, é onde seu negócio também precisa estar para sobreviver à crise e continuar prosperando.

É importante você divulgar a sua loja na internet com a ajuda do Site da Startup Valeon, que no caso não é uma despesa a mais e sim um investimento para alavancar as suas vendas. Desse modo, o seu processo de vendas fica muito mais profissional, automatizado e eficiente.  Além disso, é possível a captação de potenciais compradores e aumentar o engajamento dos seus clientes.

Não adianta pensar dessa forma: “Eu faço assim há anos e deu certo, porque eu deveria fazer diferente? Eu sei o que preciso fazer”. – Se você ainda pensa assim, essa forma de pensar pode representar um grande obstáculo para o crescimento do seu negócio, porque o que trouxe você até aqui é o que você já sabe e não será o que levará você para o próximo nível de transformação.

O que funcionava antes não necessariamente funcionará no futuro, porque o contesto está mudando cada vez mais rápido, as formas como os negócios estão acontecendo são diferentes, os comportamentos dos consumidores está se alterando, sem contar que estão surgindo novas tecnologias, como a da Startup Valeon, que vão deixar para trás tudo aquilo que é ineficiente.

Aqui, na Startup Valeon, nós sempre questionamos as formas de pensar e nunca estamos totalmente satisfeitos com o que sabemos justamente por entender que precisamos estar sempre dispostos a conhecer e aprender com o novo, porque ele será capaz de nos levar para onde queremos estar.

Mas, para isso acontecer, você precisa estar disposto a absorver novas formas de pensar também e não ficar amarrado só ao que você já sabe.

Se este for seu caso, convido você a realizar seu novo começo por meio da nossa forma de anunciar e propagar a sua empresa na internet.

Todos eles foram idealizados para você ver o seu negócio e a sua carreira de uma forma completamente diferente, possibilitando levar você para o próximo nível.

Aproveite essa oportunidade para promover a sua próxima transformação de vendas através do nosso site.

Então, espero que o seu “não” seja uma provocação dizendo para nós da Startup Valeon – “convença-me”.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

CONHEÇA O AEROLULA QUE DEU PANE

 

História de Rayanderson Guerra – Jornal Estadão

RIO – O avião reserva da Presidência da República com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pousou em Brasília às 10h12 desta quarta-feira, 2, após a aeronave presidencial oficial, VC-1 Airbus A319CJ, conhecida como Aerolula, ter apresentado problemas técnicos e sobrevoado o espaço aéreo mexicano por cerca de cinco horas.

O Aerolula foi comprado em 2004 por US$ 56,7 milhões (cerca de US$ 91,7 milhões, em valores atualizados, cerca de R$ 500 milhões). O avião presidencial pertence ao Grupo de Transporte Especial (GTE), com sede em Brasília, e é usado para as viagens de longa distância.

Segundo a FAB, o VC-1 Airbus A319CJ comporta até 40 passageiros. A suíte do casal presidencial está montada imediatamente adiante da asa e logo atrás do gabinete de despachos. Não há uma cama solta, mas uma espécie de sofá duplo, acoplado a uma das laterais.

Suíte presidencial da aeronave VC-1 Foto: Divulgação/Agência Brasil

A mesa de refeições é recolhida em um espaço no chão. Há ainda duas poltronas de couro, reclináveis, e uma televisão. Dobrada, a porta de um dos dois armários vira tábua de passar roupa. O espelho do banheiro foi montado sobre uma bancada pequena de três gavetas, com tomadas independentes para o secador de cabelo e o barbeador. O frigobar é dotado de máquina para produzir cubos de gelo.

Ambiente interno da aeronave presidencial VC-1 Foto: Divulgação/Agência Brasil

A FAB equipou a aeronave com recursos eletrônicos de defesa, como a possibilidade de impedir o rastreamento ou a escuta de suas comunicações e de emitir sinais destinados a confundir eventuais agressores.

BETS CONHECIDAS FICARAM DE FORA DA LISTA DE LEGALIZAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL

 

História de Redação – IstoÉ Dinheiro

O Ministério da Fazenda divulgou nesta terça-feira, 1º, uma lista com as empresas de apostas online que pediram à pasta, no prazo de 17 setembro, autorização para operar no País e foram consideradas em conformidade com a legislação. Na lista, que traz 193 marcas de 89 empresas, chama a atenção a ausência de alguns nomes conhecidos entre apostadores e também nos universos do futebol e da música.

Entre esses ausentes na lista, estão duas plataformas de apostas que figuram entre as maiores do mercado nacional, a F12.bet, e a 1×001, retratadas na reportagem Bets: quais são as maiores empresas de apostas que atuam no Brasil?, publicada em 13 de setembro e que desde então ainda não deram retorno aos pedidos de entrevista do Estadão.

Também chama a atenção a ausência da Esportes da Sorte e da Vai de Bet (esta plataforma, porém, tem autorização para funcionar, uma vez que liminar da Justiça Federal autorizou que empresas de apostas online credenciadas pela Loteria do Estado do Rio de Janeiro), que nas últimas semanas foram ligadas a uma investigação da Polícia Civil de Pernambuco que, na Operação Integration, apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro oriundo de jogos ilegais.

Procurada na noite de terça-feira, 1º, a Vai de Bet disse que ainda não tinha uma posição oficial sobre não constar na lista das reconhecidas pelo ministério. A empresa afirmou que cumpriu com as exigências da portaria e buscará entender a situação na Secretaria de Prêmios e Apostas do ministério.

A Esportes da Sorte afirma que procurou a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) para “retificação”, já que diz ter cumprido todas as exigências da portaria 1.475/2024 – que estabelece os prazos de adequação das bets. O Corinthians, patrocinado pela empresa, reiterou que a Esportes da Sorte atendeu as demandas necessárias para a regularização desde o dia 20 de setembro – porém, embora a portaria dê até o dia 30 de setembro prazo para indicação de marcas em atividade e os respectivos domínios de internet onde cada bet atua, isso vale apenas para aquelas que já tenham apresentado requerimento de autorização até 17 de setembro, data de publicação da portaria.

Abaixo, saiba um pouco mais sobre cada uma destas ausentes da lista:

Esportes da Sorte

A Esportes da Sorte tem ampla atuação no mundo do futebol e patrocina clubes de diferentes divisões do Brasil. Na Série A do Campeonato Brasileiro, Corinthians, Grêmio, Athletico-PR e Bahia recebem investimentos da empresa.

O time feminino do Palmeiras também é patrocinado pela Esportes da Sorte. Além destes, a marca apoia Ceará, da Série B, Náutico e ABC, da Série C, e Santa Cruz, da Série D. O patrocínio com o Corinthians foi assinado em julho, com um total de R$ 309 milhões por três anos de contrato. É o maior valor pago entre os oito clubes que a marca apoia. O acordo conta com cláusulas contratuais e não é dividido igualmente pelos três anos. Somando os demais clubes da Série A, a empresa desembolsa cerca de R$ 80 milhões anuais. Destes, somente o Grêmio não expõe a logo como patrocínio máster.

No Corinthians, a Esportes da Sorte se dispôs, inclusive, a bancar a contratação de maior impacto no futebol brasileiro no ano, a do holandês Memphis Depay.

Vai de Bet

A Vai de Bet patrocinava o Corinthians, em acordo de R$ 370 milhões por três anos, mas rescindiu unilateralmente o contrato após escândalo – na ocasião, a Vai de Bet negou envolvimento com as irregularidades, como o pagamento a “empresas laranjas”, e rescindiu o contrato sob o argumento de que não manteria a parceria diante das suspeitas.

Além do meio do futebol, o seu nome recentemente foi ligado ao da música sertaneja. Em live em seu perfil do Instagram, o cantor Gusttavo Lima afirmou que não é sócio da casa de apostas online Vai de Bet. Ele chegou a ter um mandado de prisão preventiva decretado, revogado no dia seguinte. A afirmação de que o artista teria uma participação societária consta no inquérito policial da Polícia Civil de Pernambuco, que comanda a Operação Integration, e apura suposta lavagem de dinheiro com uso de empresas de apostas.

F12.bet

Alessandro Rosa Vieira, o famoso ex-jogador de futsal conhecido como Falcão, é o sócio na F12 Entertainment, hoje responsável pela operação da F12.bet. Após sua aposentadoria do esporte, Falcão se tornou empresário e iniciou um canal no YouTube, mostrando dicas e truques de futebol.

Em 2022, fundou a F12 Entertainment, ingressando nos negócios de apostas esportivas e cassino online. Diferentemente do que ocorre com outras casas de apostas online, Falcão não esconde estar ligado ao negócio. Em vez disso, Falcão é garoto-propaganda da F12.bet, com sua imagem estampada no site da empresa.

Assim como outras bets, a F12 é registrada em Curaçao e tem seus pagamentos processados pela plataforma Paysafe Group.

BRASIL É UMA MINA DE OURO PARA CASAS DE APOSTAS

 

História de Alice de Souza – DW Brasil

Prestes a regulamentar o setor, país tem cerca de 2 mil sites em operação e mais de 180 pedidos de licença. Ministério da Fazenda pretende divulga lista de casas online autorizadas a funcionar no Brasil.

Ministério da Fazenda está solicitando a retirada do ar de centenas de sites em operação no país

Ministério da Fazenda está solicitando a retirada do ar de centenas de sites em operação no país© Jens Krick/Flashpic/picture alliance

Entre as décadas de 1930 e 1940, o Brasil era como um paraíso dos cassinos. Mais de 70 casas funcionavam no país, e os jogos de azar faziam parte da cultura nacional. No dia 30 de abril de 1946, entretanto, essa realidade mudou abruptamente. Pelo menos de forma legal. Sob o argumento de que esse mercado feria a “tradição moral, jurídica e religiosa” do brasileiro, o então presidente Eurico Gaspar Dutra assinou um decreto proibindo a prática.

Quase 80 anos depois, o cenário é outro. Mesmo diante de um Congresso considerado conservador, o Brasil reabriu as portas para o mundo das apostas, legalizadas em 2018, com a Lei 13.756. Desde então, o país vive um novo “boom” desse mercado, agora de apostas online.

O setor deve ser regulamentado e fiscalizado a partir de janeiro de 2025. O Ministério da Fazenda já tem 182 pedidos de empresas interessadas em obter licença para operar no país, de acordo com o Sistema de Gestão de Apostas. Somente entre setembro e o primeiro dia de outubro, foram 70 novos pedidos.

O interesse é de empresas nacionais e multinacionais da área, como MGM Grand e Caesars Palace, que atuam no mercado de cassinos físicos em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Na outra ponta, as apostas online estão fincando raízes na rotina da população. Uma pesquisa do Instituto DataSenado, publicada nesta terça-feira (01/10), mostra que 13% dos brasileiros com 16 anos ou mais, cerca de 22 milhões de pessoas, declararam ter participado de “bets” no último mês.

Outro levantamento da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) já havia mostrado que 63% de quem aposta no país compromete a renda para jogar. Já um levantamento do Banco Central (BC) revelou que inscritos no Bolsa Família teriam direcionado cerca de R$ 3 milhões para as bets apenas via Pix em agosto.

Esse último estudo vem sofrendo contestação, porém todos esses dados são termômetro da nova onda que já posiciona o Brasil, de acordo com a empresa especializada em análise de dados Comscore, como o terceiro mercado mundial em consumo de casas de apostas, atrás apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Pesquisadores e integrantes do setor creditam a atratividade do mercado de apostas brasileiro a uma série de fatores, entre eles o apelo a uma paixão nacional, o futebol; o atraso em regulamentar a área; a possibilidade turística para cassinos físicos; o tamanho da população economicamente ativa; e a desigualdade social existente no país.

“O Brasil não é só um mercado interessante, ele é considerado uma das joias da coroa do mercado de aposta mundial, principalmente se levarmos em consideração que o país está sem jogo legalizado há quase 80 anos”, defende Magno José, presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal (IJL).

Jogo do Tigrinho virou febre nacional e está sendo associado a vício de jogadores

Jogo do Tigrinho virou febre nacional e está sendo associado a vício de jogadores© Iolanda Paz/DW

Sites deverão sair do ar em dez dias

Nesta terça-feira (01/10), o Ministério da Fazenda publicou uma lista com todas as empresas de bets e apostas aptas a operar no Brasil até dezembro. A lista inclui 89 empresas com respectivamente 193 bets (marcas) que vão continuar operando no país. O governo federal também solicitou informações aos estados, que registraram seis empresas com respectivamente seis bets.

Todos os outros sites que não foram incluídos na lista não poderão mais divulgar ofertas e serão proibidos no país. Eles permanecerão no ar por dez dias, para facilitar o pedido de devolução do dinheiro de apostadores. A partir de 11 de outubro, eles começarão a ser derrubados, com auxílio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Aqueles que não pediram autorização de licença ao ministério passarão a ser classificados como ilegais. Quem solicitou atuar no Brasil, mas não estava funcionando ainda, deverá aguardar até 2025. Até lá, a pasta analisará todos os pedidos de licenciamento.

“A medida proporciona mais segurança para a sociedade e para as empresas que querem operar adequadamente no Brasil. Com isso, protegemos a saúde mental e financeira dos jogadores”, ressaltou Regis Dudena, secretário de Prêmios e Apostas do ministério, em nota.

O peso da falta de regulamentação

A lei de 2018 previa uma regulamentação para o setor de apostas entre dois a no máximo quatro anos, mas apenas em fevereiro de 2023 o país começou a estabelecer as regras de funcionamento das bets esportivas e jogos similares.

Para tanto foi criada uma agenda regulatória, que incluiu a publicação de 11 portarias até setembro deste ano com normas para licenciamento, marketing, fiscalização, entre outras.

O governo federal havia estabelecido que a partir de janeiro iria banir as empresas que não tivessem a licença de operação concedida, mas pesquisas apontando o dano financeiro e de saúde na população, bem como investigações sobre lavagem de dinheiro envolvendo o mundo das bets e influenciadores digitais, anteciparam a medida.

Representantes do setor, Magno José, defendem que a ausência de regulamentação foi o que catapultou o Brasil no mercado internacional de jogos de azar. Ele estima que haja mais de 2 mil sites em funcionamento. Para José, os recursos que poderiam ter sido investidos na compra de outorgas e gerar tributos ao Estado acabaram direcionados para publicidade e marketing, o que tornou o mercado selvagem e nocivo, além de permeado por sites ilegais.

De acordo com o professor do Departamento de Sociologia e Metodologia e Ciências Sociais da Universidade Federal Fluminense (UFF) Marcelo Pereira de Mello, a ausência de regras no mínimo facilitou uma corrida para abrir empresas da área. “Uma regulamentação frouxa e a falta de experiência da gestão pública serviram como estímulo para a criação de muitas empresas de fundo de quintal”, afirma.

O interesse político

O Brasil vive historicamente uma relação de amor e ódio com os jogos de azar. Tanto que a proibição de Dutra, em 1946, não foi a única a ocorrer no país. Por outro lado, a inexistência dos cassinos online nunca limitou totalmente os jogos de azar, que permaneceram ocorrendo por vias lícitas ou ilícitas, seja na loteria federal ou com o jogo do bicho.

De acordo Mello, do ponto de vista sociocultural não há nada que faça o brasileiro ser mais propenso a jogar em comparação a outros mercados mundiais. “Aqui se joga como em qualquer outro país. Os jogos de aposta são uma tradição das sociedades humanas, de maneira geral”, diz.

Autor do livro Criminalização dos Jogos de Azar – A História Social dos Jogos de Azar no Rio de Janeiro, Mello ressalta inclusive que o Brasil sempre viu os jogos de azar pela perspectiva conservadora. Contudo, ele lembra também que esse tipo de negócio sempre esteve vinculado a políticos.

“Pode parecer um paradoxo, mas isso é explicado por outra característica da política brasileira, que é o fisiologismo. Houve uma intensa atuação de lobbies relacionados a apostas, com promessas de favorecimento a diversos grupos dentro do Congresso Nacional”, acrescenta.

Marcas de bet patrocinam grandes clubes brasileiros, como o Fluminense

Marcas de bet patrocinam grandes clubes brasileiros, como o Fluminense© AMR ABDALLAH DALSH/REUTERS

Paixão nacional como motor

Outro fator apontado como importante nessa equação é a paixão do brasileiro por futebol, já que as apostas em eventos esportivos representam parte significativa desse mercado. Empresas do setor começaram a realizar propaganda em diversos eventos desde 2018 e patrocinam pelo menos 30 clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro, incluindo Flamengo e Corinthians.

“É um mercado novo, que explora uma paixão nacional. As pessoas podem pensar que aquilo não é um jogo de azar, mas de conhecimento técnico sobre o esporte, o time, os jogadores”, afirma Mello. De acordo com José, 80% dos apostadores brasileiros são considerados recreativos, ou seja, que apostam em pequenas quantias. “É aquela coisa de mandar no grupo de amigos que apostei no time que ganhou”, diz.

Daniel Dias, professor da FGV Direito Rio de Janeiro, lembra, contudo, que faltam dados comparativos com outros países para cravar se a paixão do brasileiro por futebol move mais apostas do que em outros países onde acontece o mesmo fenômeno.

“Independentemente disso, é uma novidade, e tudo o que é novo atrai atenção. Além disso, o mundo das bets está entrando com muita publicidade agressiva”, diz Dias.

Com a regulamentação do mercado, as bets vão precisar ter sede no Brasil e licenciamento para seguir patrocinando os times de futebol e outros eventos esportivos. Em outros países, como no Reino Unido, o patrocínio das casas de apostas foi proibido de ser estampado nas camisas dos clubes a partir de 2026.

“A gente vê grandes jogadores de futebol, da seleção, vinculando suas imagens às apostas esportivas. Além disso, a gente tem anúncio em tudo quanto é canto, num ambiente sem categorização de idade”, afirma Rodrigo Machado, psiquiatra e coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

Congresso Naciona discute a volta dos casinos físicos. Empresas com operação em Las Vegas já operam no mercado de bets online brasileiro.

Congresso Naciona discute a volta dos casinos físicos. Empresas com operação em Las Vegas já operam no mercado de bets online brasileiro.© Michael Bihlmayer/CHROMORANGE/picture alliance

Espaços físicos em locais paradisíacos

Em 1920, o então presidente Epitácio Pessoa chegou a liberar os cassinos, mas só em balneários, para fomentar o turismo e custear o saneamento básico no interior. Mas tanto os estados quanto o Governo Federal fecharam vários dos hotéis-cassinos, que só voltaram a ser estimulados a partir de 1930, durante o governo de Getúlio Vargas.

Agora, com o mercado online efervescente, há a expectativa de que o país também volte a aceitar os espaços físicos de apostas. E ter um litoral vasto é considerado um ativo interessante para a eventual instalação de cassinos físicos.

O Congresso discute um projeto de lei para regulamentar o jogo do bicho, a corrida de cavalo e os cassinos. O texto do PL 2.234, de 2022, é uma versão do PL 442, que tramitava desde 1991 e foi aprovado na Câmara dos Deputados em 2022. O documento está em tramitação no Senado, com última movimentação no início de agosto deste ano.

Representantes de empresas com atuação em Las Vegas, como o presidente da Caesars Sportsbook no Brasil, André Feldman, têm realizado encontros com senadores e integrantes da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Segundo a ferramenta Agenda Transparente, da Agência Fiquem Sabendo, Feldman realizou pelo menos três encontros com representantes do Executivo e Legislativo desde 2023. A última delas no dia 4 de setembro, com o senador Rogério Carvalho (PT/SE) e integrantes do MF. Já Alex Pariente, vice-presidente sênior do Hard Rock International para hoteis e cassinos, encontrou-se em maio com representantes do MF.

“Estamos num país que tem muitas belezas naturais, então, se forem aprovados os cassinos presenciais, é um mercado fantástico para instalar resorts e cassinos e fomentar o jogo de azar presencialmente”, lamenta Machado.

Desigualdade social como pano de fundo

A pesquisa do DataSenado mostra que o perfil principal de apostadores no Brasil são pessoas do sexo masculino, entre 16 e 39 anos, que ganham até dois salários-mínimos. Entre as pessoas que apostaram, cerca de 58% estão com dívidas em atraso há mais de 90 dias.

Os dados corroboram as pesquisas já divulgadas pela SBCV e o Banco Central sobre o perfil de quem está se tornando consumidor nesse mercado. Para os pesquisadores entrevistados pela DW, são estatísticas que revelam o papel da desigualdade social na proliferação das bets.

“A camada social mais pobre é mais vulnerável a esse tipo de atividade, pois são pessoas que muitas vezes estão endividadas ou querendo fazer uma grana extra, que estão com a corda no pescoço”, afirma Dias.

Mello ressalta também as desigualdades educacionais como fato. “No Brasil, os mais pobres são também os que têm menos escolaridade formal. Essas empresas prometem enriquecimento, mudança de padrão de vida a uma população desesperançada. Então, a expectativa de ascensão social se dá por esse meio”, diz.

Autor: Alice de Souza

BASTIDORES DA PANE DO AVIÃO DE LULA

História de Basília Rodrigues, Renata Varandas – CNN Brasil

Bronca de Lula, pedido de desculpas e mal-estar na FAB: os bastidores da pane no avião presidencial

Bronca de Lula, pedido de desculpas e mal-estar na FAB: os bastidores da pane no avião presidencial

A pane que atingiu o avião presidencial nesta terça-feira (1º) foi alvo de broncas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda durante as manobras realizadas para pousar em segurança no México. A situação gerou mal-estar no comando da Força Aérea Brasil (FAB) e levou o presidente a pedir desculpas aos integrantes da comitiva pelo susto. Segundo relatos à CNN, Lula disse que o Brasil não pode carregar o presidente do país em uma aeronave passível de falhas, como a que ocorreu. Estavam no avião: a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves; as senadoras Soraya Tronicke (Podemos-MS) e Tereza Leitão (PT-PE); o indicado à presidência do Banco Central, Gabriel Galípolo; o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; o chanceler Mauro Vieira; e a primeira dama Rosângela Lula da Silva, a Janja. Os passageiros perceberam algo errado ao ouvir um barulho logo após a decolagem. Lula, que estava sentado perto dos convidados, então se levantou e foi pessoalmente ao piloto. Após informar o presidente sobre a situação, o próprio piloto se dirigiu aos passageiros. Explicou que houve uma falha na turbina e que a decisão mais segura seria voar em círculos para queimar combustível, retornar ao México, pousar e trocar de aeronave. O tom adotado pelo piloto, ainda de acordo com passageiros, foi de segurança, sem alarde ou omissão de informações. Houve expectativa inicial de que seriam duas horas de sobrevoo sobre o México. Passados os 120 minutos, no entanto, a aeronave ainda permanecia pesada, o que obrigou o piloto a manter mais duas horas e meia de voo antes do pouso em segurança. Durante esse período, Lula também teria ficado irritado por não conseguir manter contato com o Palácio do Planalto, visto que a internet estava oscilando e os telefones da aeronave sem funcionar. Como a CNN divulgou, o ministro da Defesa, José Múcio, interrompeu as férias para voltar a Brasília e se encontrar com Lula, nesta quinta-feira (2), para falar do problema. A FAB vai investigar o caso.

 

NO JOGO A CAPACIDADE DE JOGAR É FATOR CRUCIAL DO DESENVOLVIMENTO

História de Dalia Ventura – BBC News Mundo – BBC News Brasil

'Capacidade de jogar, não a de pensar, é fator crucial do desenvolvimento', diz matemático de Oxford

‘Capacidade de jogar, não a de pensar, é fator crucial do desenvolvimento’, diz matemático de Oxford© Getty images

“Em uma época mais feliz, ousamos chamar a nossa espécie pelo nome de Homo sapiens“, escreveu o renomado historiador cultural holandês Johan Huizinga.

Ele se referia ao termo introduzido por Carl von Linné em 1758 para diferenciar os seres humanos das outras espécies animais: sapiens era aquele que sabe, o homem sábio.

“Com o passar do tempo, percebemos que, no fim das contas, não somos tão racionais ​quanto o século 18, com seu culto à razão e seu ingênuo otimismo, pensava.”

Mais tarde, surgiu a designação de Homo faber, o homem que faz, que — para Huizinga, não era a mais apropriada.

Ele propôs Homo ludens, o homem que joga, porque, na sua opinião, “sem um certo desenvolvimento de uma atitude lúdica, nenhuma cultura é possível”.

Embora “o jogo seja mais antigo que a cultura”, afirmou ele em seu livro de 1938, pressupõe uma sociedade humana, ele destacou, “e os animais não esperavam que os humanos os ensinassem a jogar”.

Mas, entre os Homo sapiens, “o jogo era parte integrante da civilização em suas primeiras fases”.

“A civilização surge com o jogo e como um jogo, para nunca mais se separar dele”.

Apaixonado por jogos, Marcus du Sautoy, professor de matemática da Universidade de Oxford, no Reino Unido, concorda que “é a capacidade de jogar, e não de pensar, que tem sido crucial no nosso desenvolvimento”, como escreve em Around the World in Eighty Games (“A Volta ao Mundo em 80 jogos, em tradução livre).

O livro é uma jornada singular inspirada no romance de Júlio Verne “dos vários jogos loucos, fantásticos e viciantes que a nossa espécie criou”.

Ele se refere aos “jogos da mente” porque, embora se declare apaixonado por futebol, deixou de fora aqueles que são classificados como esporte, com uma exceção: “Não resisti à vontade de incluir o jogo de bola mesoamericano pitz”.

Em sua jornada, Du Sautoy revela como ganhar em diversos jogos, e como eles sempre estiveram profundamente ligados à matemática.

Tabuleiro de jogo datado de por volta de 2.600-2.400 a.C. encontrado no Cemitério Real de Ur, no sul do Iraque

Tabuleiro de jogo datado de por volta de 2.600-2.400 a.C. encontrado no Cemitério Real de Ur, no sul do Iraque© Getty Images

Para ele, “os jogos são passaportes para outros mundos”, e sua jornada não se dá apenas por lugares geográficos, mas pelo tempo.

Do Jogo Real de Ur — “é extraordinário poder jogar o mesmo jogo que entretinha os babilônios há 5 mil anos” — ao jogo online de palavras Wordle, que se tornou um fenômeno em 2021, e já havia sido jogado 4,8 bilhões de vezes em 2023.

Mas vamos começar do início…

As regras do jogo

Uma pergunta que vários pensadores fizeram é por que jogamos.

Alguns, diz Du Sautoy, argumentaram que ao entender que o Universo era regido por regras, começamos a criar jogos como espaços seguros para explorá-las.

Já outros sugeriram que, na verdade, são uma ferramenta para explorar o nosso mundo interior.

“Acho que talvez o elemento mais importante seja o elemento social, porque os seres humanos são uma espécie altamente social”, diz o professor.

“Nossa consciência exige que tentemos explorar a mente do outro, porque eu tenho um mundo interno, e suponho que você também. Mas se estamos sentindo dor, a sua dor é semelhante à minha dor, o seu êxtase, o mesmo?”

“Por isso, precisávamos de ferramentas para tentar explorar nosso mundo interior, e os jogos são um lugar muito interessante e seguro para fazer isso”, avalia.

“E se você pensar bem, um jogo praticamente precisa de uma teoria da mente. Você tem que entender que a pessoa sentada à sua frente tem uma mente diferente da sua, e vai tomar decisões diferentes. Você tem que pensar: ‘Se eu fizer isso isso, o que eles vão fazer?’ É um nível muito sofisticado de processo de pensamento.”

“Então talvez os jogos sejam tão importantes para a nossa espécie devido à nossa consciência.”

Para Du Sautoy, 'os jogos são passaportes para outros mundos'

Para Du Sautoy, ‘os jogos são passaportes para outros mundos’© Cortesia de Marcus du Sautoy

Mas há outra pergunta importante: o que é um jogo.

“Definir o que é um jogo tem sido uma questão filosófica muito profunda, na qual (Ludwig) Wittgenstein estava muito interessado”, observa Du Sautoy em conversa com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC.

O renomado filósofo austríaco (1889-1951), especializado em lógica, filosofia da matemática, mente e linguagem, “acreditava que era impossível definir o que é um jogo”.

“‘Jogo’ era seu principal exemplo de palavra que só podia ser entendida pelo ato de usá-la: isso é um jogo, aquilo não é”, explica Du Sautoy em seu livro.

No entanto, diz ele à BBC News Mundo, “algo que podemos concordar é que o jogo tem um conjunto de regras e, de certa forma, cada vez que você joga, você explora as consequências destas regras e tenta otimizar a maneira de alcançar um objetivo”.

Ele acrescenta que “um dos aspectos belos dos jogos, e é algo que alguns antropólogos e filósofos tentaram incluir na definição de um grande jogo, é que deve estar separado da vida real, ter seus próprios tempos e seu próprio senso de lugar”.

“Essa separação é importante: embora (os jogos) possam te ajudar a entender as coisas da vida real, você de alguma forma sai dela, e passa algum tempo naquele mundo imaginário do jogo.”

“É semelhante à música, com seu próprio tipo de mundo autônomo para o qual você escapa ou mergulha, e à matemática, que embora nos ajude a compreender o mundo físico que nos rodeia, é um mundo à parte e pode criar universos que não têm nada a ver com a realidade física, mas continuam sendo emocionantes de explorar por sua própria beleza interior.”

Para ele, isso os torna irresistíveis.

“Os jogos, para mim, são uma forma de jogar matemática.”

Escadas e Serpentes é um jogo indiano antigo com uma lição de moral

Escadas e Serpentes é um jogo indiano antigo com uma lição de moral© Nomu420

A matemática é ideal para calcular as implicações das regras, por isso é uma aliada bastante natural.

E está presente de uma série de maneiras nos jogos, mesmo que nem sempre seja óbvio.

Em jogos como Escadas e Serpentes, em que nenhuma estratégia é usada para vencer, a matemática é importante no design do jogo.

“Você tem que decidir quantas serpentes e escadas vai ter. Com serpentes demais, o jogo será impossível de ganhar, mas com escadas demais, talvez termine muito rápido.”

“E existe uma forma matemática de analisar um jogo como este e muitos outros, em que você lança um dado e se move pelo tabuleiro, para calcular quanto tempo leva para ganhar o jogo.”

Mas jogos deste tipo — incluindo os jogos de azar — não são os favoritos do matemático.

Os melhores?

Du Sautoy admite que adora jogos de estratégia.

“Tenho uma vantagem incrível porque minhas habilidades matemáticas me permitem ganhar com frequência”, afirma.

“Mas meus filhos não jogam mais esses jogos comigo: preferem um em que tenham mais chance de ganhar, e isso é importante.”

“Eu diria que a incerteza é absolutamente essencial para o jogo.”

Esta é uma das cinco características que ele identificou para estabelecer quais são os melhores jogos.

  1. Um jogo nunca deve terminar antes de ter começado. Mesmo que você não seja tão bom quanto seu oponente, deve existir a possibilidade de que você ainda possa ganhar;
  2. É muito importante que o jogo não termine antes do final. Os melhores jogos são aqueles em que até o último momento existe a possibilidade de qualquer um ganhar;
  3. Embora deva haver um elemento de sorte no jogo, ele deve ser baseado em estratégia. Se não houver estratégia, o jogador se torna nada mais que uma máquina que coloca em prática as regras do jogo;
  4. Os melhores jogos são aqueles com regras simples que dão lugar a resultados complexos, ricos e variados;
  5. Um jogo precisa de uma boa história. Isso não significa que você precisa ter castelos e duendes, mas deve haver uma narrativa subjacente agradável que pode ser abstrata.

Gamão, uma combinação vencedora

Gamão, uma combinação vencedora© Getty Images

Um dos jogos que reúne todas estas qualidades, destaca Du Sautoy, é o gamão.

“É um dos mais antigos e um dos primeiros jogos de corrida.”

“Ele combina essas belas qualidades de ter um pouco de incerteza e aleatoriedade por causa dos dados, mas mesmo se você lançar mal os dados, ainda pode usar a estratégia para vencer.”

“Tem uma boa narrativa, porque a história pode mudar dramaticamente: você acha que está ganhando e, de repente, capturam uma peça sua e te colocam de volta ao início, e seu oponente começa a ganhar.”

Mas há outro mais recente que ele considera um dos melhores: Catan, que vendeu dezenas de milhões de cópias desde seu lançamento em 1995.

O objetivo é povoar uma ilha composta por 19 peças em forma de hexágono. Os jogadores lançam dados e competem por território enquanto constroem cidades e negociam recursos.

“Um bom jogo é também aquele em que todos estão envolvidos o tempo todo.”

“Alguns jogos deixam você esperando enquanto os outros fazem suas jogadas. Em Catan, quando outra pessoa está jogando, [a jogada dela] pode gerar coisas sobre as quais você precisa tomar uma decisão, e assim todos estão jogando em todo momento do jogo.”

Catan foi concebido por Klaus Teuber, um técnico em prótese dentária na Alemanha, país que Du Sautoy chama de “a Meca moderna dos jogos”.

A cidade de Nuremberg e sua “tradição na fabricação de brinquedos”, diz ele, assim como a proibição após o nazismo na Alemanha de importar brinquedos de guerra, “atuaram como um catalisador para um fluxo de jogos completamente novos”.

A volta ao mundo em cinco jogos

Por fim, pedimos a Du Sautoy que nos levasse em uma viagem: a volta ao mundo em cinco jogos, sem passar pela Europa, nem pelo norte da América do Norte.

Ele aceitou o desafio, entusiasmado. E nos guia por esta jornada em primeira pessoa:

Na ilustração cima: o príncipe Sidarta e um demônio jogam xadrez. Abaixo: um grupo de damas do palácio jogam Go na Cidade Proibida, em Pequim, na Dinastia Ming

Na ilustração cima: o príncipe Sidarta e um demônio jogam xadrez. Abaixo: um grupo de damas do palácio jogam Go na Cidade Proibida, em Pequim, na Dinastia Ming© Getty Images

“A Índia é um dos meus lugares favoritos, porque muitos jogos maravilhosos saíram de lá.”

“Há uma ligação entre uma cultura que ama matemática e ama jogos, e não acredito que seja coincidência.”

“Escolho o xadrez porque é um dos grandes jogos de estratégia que criamos e parece ter origem na Índia.”

“Mas era um jogo muito diferente: tinha quatro jogadores, com quatro exércitos, e você tinha que capturar o exército de outra pessoa e torná-lo seu. Por isso, agora há duas torres, dois cavalos e dois bispos — é a fusão de dois exércitos diferentes”, explica.

“Então que tal irmos para a China? Eu provavelmente escolheria o Go, que é outro grande jogo de estratégia.”

“Mas é um estilo diferente de guerra, porque no xadrez você tem muito combate corpo a corpo por meio de suas peças, nocauteando o cavalo e derrubando-o do tabuleiro, enquanto o Go é jogado em um tabuleiro de 19×19, e pouco a pouco você vai conquistando território.”

“É uma guerra mais lenta. E acho isso interessante, porque reflete a natureza diferente entre a Índia e a

China.”Na foto acima: uma partida de Mancala na África. Abaixo: a posição inicial das peças do jogo Adugo

Na foto acima: uma partida de Mancala na África. Abaixo: a posição inicial das peças do jogo Adugo© Getty Images/Life of Riley

“Se eu tivesse que escolher um terceiro grande jogo de estratégia, seria Mancala, do continente africano.”

“Parece ter cerca de 6 mil anos. São pequenos poços cheios de pedras, sementes ou bolinhas de gude, que você coleta e “semeia” em outros poços, tentando capturar gradativamente mais peças que seus oponentes.”

“É realmente um jogo bonito, simples, mas complexo, que, acredito eu, representa não tanto a guerra, mas a capacidade de fazer uma boa troca.”

“Agora, a América do Sul foi um desafio interessante: me esforcei muito para encontrar jogos anteriores à chegada dos colonizadores, pois muitos têm origem na Europa.”

Entre eles, há um com um atributo bastante interessante, chamado Adugo, que significa onça (na língua da tribo Bororo, na região do Pantanal brasileiro).

“É um pouco como damas, mas o que chama a atenção é a assimetria do jogo, porque só há uma peça preta, e ela pode se mover de forma muito dramática pelo tabuleiro, enquanto as peças brancas só podem dar um passo.”

“O desafio é que a onça preta está sendo perseguida por cães brancos, que têm que capturá-la; a onça tem que saltar sobre os cachorros e basicamente matá-los.”

“Achei fascinante porque não tinha visto a ideia de assimetria.”

“Precisamos de um 5º jogo. Vamos para a Nova Zelândia?”

“Lá também tive o desafio de encontrar um jogo antes da chegada dos europeus, e descobri um jogo maori chamado Mu Torere. É jogado sobre um desenho que lembra uma estrela, e tem uma estratégia muito interessante, que os jogadores maori conheciam muito bem, por isso sempre conseguiam ganhar dos europeus que desafiavam.”

Aí está: a volta ao mundo em cinco jogos!

 

HOJE DIA MUNDIAL DO DENTISTA - DIA DA UNIDADE ALEMÃ - DIA NACIONAL DO PETRÓLEO

 

Nesta quinta-feira (03), é celebrado o dia mundial do dentista, é uma data importante para lembrarmos a importância desse profissional para a nossa saúde bucal. O cirurgião-dentista, além de manter a boca saudável, é responsável por garantir uma melhora na autoestima das pessoas, uma vez que um sorriso bonito deixa as pessoas mais confiantes.

A Odontologia é uma profissão da área de saúde que atua na prevenção, diagnóstico e tratamento de problemas relacionados aos dentes, boca, língua, gengiva, ossos da face e do pescoço.

“O dentista cuida, além da saúde bucal, da estética dos dentes. É esse o profissional responsável por extrair, restaurar, limpar e clarear dentes, instalar próteses, realizar cirurgias, combater doenças na gengiva, bochechas e na língua e fazer a orientação da higiene bucal”.

Manter os dentes saudáveis é essencial para ter saúde e qualidade de vida, uma vez que, com dentes bem cuidados, é possível realizar um processo de mastigação sem dor e eficiente, além, é claro, de melhorar a autoestima.

O dentista é o profissional apto a cuidar da saúde e da estética bucal. Graças a esse importante papel, esse profissional é homenageado a cada 03 de outubro, data considerada como o Dia Mundial do Dentista.

É extremamente importante fazer visitas regularmente ao dentista para evitar uma série de danos graves à saúde bucal. Ao visitar o dentista, evitamos, por exemplo, o avanço de cáries, que podem até mesmo causar a perda do dente caso não sejam controladas. Outros problemas que podem ser tratados no dentista são a gengivite e o mau hálito.

Além de prevenir e tratar problemas bucais, os dentistas garantem um sorriso limpo, claro e com dentes bem alinhados.

O 3 de outubro é o Dia da Unidade Alemã

Carla Christ

Data marca Reunificação da Alemanha, em 1990, e foi escolhida porque o 9 de novembro, dia da queda do Muro de Berlim, carrega também más lembranças da era nazista.

Symbolbild Tag der Deutschen Einheit

Foto: picture-alliance/dpa

Em 3 de outubro de 1990, a República Democrática Alemã (RDA) oficialmente aderiu à República Federal da Alemanha (RFA) – estava formalizada a Reunificação. Desde então, o povo alemão comemora o Dia da Unidade Alemã como seu feriado nacional. Mas como era antes de 1990? Havia um feriado nacional?

17 de junho? 9 de novembro? 3 de outubro!

Em 18 de janeiro de 1871, o Império Alemão é proclamado na Galeria dos Espelhos do Palácio de Versalhes – nascia o Estado nacional alemão. Não tardou para o povo pleitear esse dia como feriado nacional. Mas o imperador Guilherme 1º não estava de acordo: exatamente 170 atrás (18/01/1701), o primeiro rei da Prússia havia sido coroado – e o prussiano Guilherme queria que o 18 de janeiro fosse ligado, preferencialmente, a essa coroação. Assim, o novo Estado ficou alguns anos sem feriado nacional, e de forma não oficial era celebrado o dia 2 de setembro, que lembrava a decisiva derrota dos franceses na batalha de Sedan, em 1870.

Já na República de Weimar, o 11 de agosto foi declarado feriado nacional, porque nesse dia, em 1919, o presidente Friedrich Ebert assinou a nova Constituição. No regime nazista, a partir de 1933, o 1º de maio se tornou o “Dia Nacional do Povo Alemão”. Na Alemanha dividida havia dois feriados nacionais. Na Oriental, era 7 de outubro, dia da fundação oficial do Estado, em 1949. A Ocidental celebrava o 17 de junho, dia da revolta de cidadãos da Alemanha Oriental contra o regime stalinista, em 1953.

Quando o muro de Berlim caiu, em 9 de novembro de 1989, parecia claro qual seria a data do feriado nacional alemão.

O problema é que o 9 de novembro também havia sido palco de outros acontecimentos da história alemã: a queda da monarquia em 1918, na esteira da derrota na Primeira Guerra Mundial, e o “Putsch da Cervejaria” de 1923. Este último foi uma tentativa mal sucedida de golpe liderada por um jovem Adolf Hitler, que dez anos mais tarde transformou o 9 de novembro numa importante data do calendário nazista usada para celebrar os supostos “mártires” do episódio.

Para piorar, a data coincidia ainda com um dos acontecimentos mais trágicos da história alemã moderna: a Noite dos Cristais de 9 de novembro de 1938, quando os nazistas cometeram brutais atos de violência contra judeus e queimaram sinagogas, lojas e residências de judeus.

Dessa forma, a data para celebrar a reunificação alemã acabou ficando para a 3 de outubro. Esse era o dia previsto no Tratado de Reunificação assinado em 1990 para que os dois Estados alemães passassem a existir como um só país.

Sem autopromoção do Estado

Em outros países, os feriados nacionais são celebrações coloridas e pomposas – com fogos de artifício e paradas militares. Como por exemplo na França, na Fête Nationale, que celebra a tomada da bastilha, em 14 de julho de 1789.

Na Alemanha, as festividades costumam ser comedidas. Embora haja comemorações espalhadas por todo o país, a cada ano, a celebração oficial acontece em uma cidade diferente.

3 de outubro: Dia Nacional do Petróleo traz reflexões sobre os desafios e as oportunidades do setor

Data marca o aniversário da lei que criou a Petrobrás, garantindo ao país a soberania sobre este precioso recurso energético, fundamental no processo de transição energética

O dia 3 de outubro de 1953 foi um dos mais importantes para a economia brasileira no século XX. Nesta data, o então presidente Getúlio Vargas sancionou a lei que criava a Petrobrás, que viria a se tornar, anos mais tarde, uma das gigantes mundiais na extração, refino e comercialização do petróleo e seus derivados. Daí esta data ser considerada o Dia Nacional do Petróleo, que reforça a importância da soberania nacional sobre este recurso estratégico de grande valor econômico e geopolítico.

Depois de décadas de expansão e desenvolvimento industrial, impulsionados pelo petróleo, o Brasil – a exemplo de muitos outros países – debate sobre as formas de equilibrar a exploração do chamado “ouro negro” com as formas renováveis de energia. Afinal, para o processo de transição energética, o petróleo continuará sendo necessário, até que o ecossistema econômico esteja apto para ser movido somente pela energia verde – o que, segundo estimativas, levará algumas décadas para ocorrer. Neste contexto, a potencialidade da Margem Equatorial pode desempenhar um papel estratégico.

“Muito se fala de energias limpas e renováveis, e certamente esse é o futuro. No entanto, precisamos encarar a realidade com certa dose de pragmatismo: temos um potencial imenso na Margem Equatorial, numa região onde existe a escassez de recursos e de emprego, e surgem a crescente necessidade de benfeitorias e melhorias sociais. Em paralelo, temos reservas petrolíferas nacionais na curva descendente. O que fazer diante deste panorama? Abdicar dessa riqueza e postergar nossa autossuficiência em petróleo?”, questiona Carlos Logulo, organizador do “Oil & Gas Summit – Margem Equatorial e Transição Energética”, evento que será realizado em Fortaleza, em 2025, para debater os benefícios potenciais da Margem Equatorial para a economia brasileira. 

Margem Equatorial
Com cerca de 500 mil km², essa faixa abrange o litoral do Rio Grande do Norte até o Amapá, e tem uma estimativa de abrigar entre 15 e 17 bilhões de barris de petróleo no subsolo e de gerar, com os investimentos previstos, cerca de 300 mil postos de trabalho diretos e indiretos nos Estados do Norte e Nordeste diretamente envolvidos. “Esses montantes ultrapassam as reservas brasileiras de petróleo, de 14,8 bilhões de barris. Por isso, o Brasil não pode perder a oportunidade de investir na Margem Equatorial” avalia Carlos Logulo. “Penso que o desafio é fundamentar a exploração com compensações ecológicas, responsabilidade e investir fortemente na chamada transição energética”, reforça o organizador do Oil & Gas Summit – Margem Equatorial. 

Dessa forma, no processo de transição energética brasileira, o petróleo continuará desempenhando um papel fundamental. “A Margem Equatorial lança oportunidades riquíssimas na garantia de nossa autossuficiência, possibilitando não só nosso abastecimento interno como trará um peso considerável e favorável à exportação, garantido saldo favoráveis à balança comercial”, afirma Carlos Logulo.

FEBRABAN QUER PROIBIR TEMPORARIAMENTE OS PIX PARA PAGAMENTO DE JOGOS ONLINE

 

História de Redação – IstoÉ Dinheiro

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, reiterou nesta quarta-feira, 2, que o setor bancário defende que meios de pagamento instantâneo, como o PIX, fiquem temporariamente suspensos para o pagamento de jogos de apostas online. Ele também admitiu que uma possibilidade seria impor uma espécie de limite ao uso desses meios até que a regulamentação do setor de apostas seja concluída.

“Um dos caminhos, ao invés de proibir o uso de meios instantâneos como o PIX para pagamento de apostas, é limitar, impor limites, por transação. Isso já acontece hoje. Por exemplo, no período noturno, das 20h até as 6h. Mas, de novo, o foco aqui não é um instrumento específico de pagamento. O foco é encontrar caminhos para evitar uma deterioração do nível de endividamento das famílias”, disse após se reunir com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em Brasília. Ele defendeu que seja feito um “freio de arrumação” enquanto não haja uma regulamentação definitiva das bets.

O presidente reiterou que o Brasil vive o melhor momento no mercado de crédito pós pandemia e, por isso, não deveria “abrir nenhum flanco para que o endividamento das famílias fique comprometido”. “Nós nos deparamos com dados alarmantes do Banco Central que mostram claramente que o orçamento das famílias tem sido usado para pagamento de apostas”, disse. Ele reforçou que ninguém tinha exata dimensão do crescimento exponencial das bets.

Sidney explicou ainda que o encontro com o ministro não serviu para definir um plano de ação. Ele reconheceu que cabe ao governo tomar as devidas medidas para controle dos jogos de apostas. A Febraban cogita, inclusive, pedir ao governo que crie uma força-tarefa para aprofundar os impactos das bets, disse.

“É importante que se tenha um diagnóstico preciso (sobre bets); essa força-tarefa poderia, para além do Ministério da Fazenda, contemplar outros órgãos governamentais que cuidam da defesa do consumidor, que cuidam da prevenção da lavagem de dinheiro, que também cuidam de benefícios sociais para, por exemplo, os beneficiários de Bolsa Família”, avaliou.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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