Então o jovem diz-lhe que foi seu aluno. E o professor pergunta-lhe:
– Ah, é? E que trabalho faz agora?
O jovem responde: – Bem, sou professor.
– Oh, que lindo como eu? diz-lhe o velho.
– Bem, sim. Na verdade, tornei-me professora porque o senhor me inspirou a tomar essa decisão.
O velho, curioso, pede ao jovem que lhe diga porquê. E o jovem conta-lhe esta história:
– Um dia, um amigo meu, também estudante, chegou à escola com um
relógio lindo e novo e eu roubei-o. Pouco depois, o meu amigo
apercebeu-se do roubo e reclamou imediatamente com o nosso professor,
que era o senhor. Então o senhor fechou a porta e mandou toda a gente
levantar-se porque ia revistar os nossos bolsos um por um. Mas,
primeiro, disse para nós fecharmos os olhos. Assim fizemos e o senhor
procurou bolso a bolso e, quando chegou junto de mim encontrou o relógio
no meu bolso e pegou-o. Ainda assim, o senhor Continuou a revistar os
bolsos de todos e, ao terminar, disse: – Abram os olhos. Encontrei o
relógio!
O senhor nunca me disse nada e nunca mencionou o meu nome no
episódio. Nunca disse quem foi que roubou o relógio. Naquele dia, o
senhor salvou-me a dignidade para sempre. Foi o dia mais vergonhoso da
minha vida. Nunca me disse nada e, embora nunca me tenha repreendido ou
chamado para me dar uma lição de moral, percebi claramente a mensagem. E
graças ao senhor compreendi que é isso que um verdadeiro educador deve
fazer.
– Lembra-se desse episódio, professor?
E o professor respondeu:
– Lembro-me da situação, do relógio roubado, de ter revistado os
bolsos de toda a gente na sala, mas não me lembrei de ti, porque
enquanto eu vos revistava os bolsos também estava com os olhos fechados.
Nesta coluna, Priscila Schmidt, especialista em comunicação para alta
liderança, conta por que o óbvio precisa ser dito. Confira!
Divulgação
Eu estou estreando como colunista da StartSe com
este artigo. Você, leitor, ou leitora, pode imaginar o meu desejo de
acertar. Pode imaginar o cursor indo e vindo, escrevendo e apagando,
tentando encontrar dentro de mim o caminho certo. As informações mais
impactantes. A forma que gere mais autoridade. O storytelling que
engaje.
Começar algo novo é sempre um grande desafio e este
artigo que você lê, tentou antes, ser um artigo importante. Agora, ele é
apenas um compartilhamento de ideias, despretensioso, vulnerável.
Preciso escrever sobre comunicação para líderes.
Então, começo escrevendo que comunicar é liderar. Eu acredito nisso.
Não importam resultados, metas, diplomas, certificações, habilidades
técnicas, as competências que alçaram você para uma posição de liderança
não são as que te manterão por lá. O desafio muda. Ou você guia
as pessoas por um caminho bom, ou não guia elas por caminho nenhum.
Liderar é a capacidade de levar alguém de um ponto a outro e isso só é
possível através da comunicação.
Mas isso me pareceu óbvio.
Assim, decidi ir por um caminho que não poderia ter erro, afinal, é tema básico para liderança: comunicação assertiva.
Impossível ser uma liderança eficiente sem uma comunicação assertiva.
Escreveria um artigo com o passo a passo para a construção de uma
comunicação assertiva, a importância de saber o objetivo e de definir o
conteúdo, cuidar da performance, garantir o tempo e o espaço corretos
para a transmissão de cada mensagem.
Mas isso também me pareceu óbvio.
Por fim, já tomada pela síndrome de impostora,
decidi escrever sobre escuta ativa. Não há êxito na comunicação ou na
liderança sem uma boa escuta. “Escutatória, vem antes da oratória”.
“Temos dois ouvidos e uma boca, para ouvir mais e falar menos”. Vou
além. Dispenso o conceito de escuta ativa – que diz respeito a
quem ouve com atenção – e avanço para o conceito de escuta ostensiva –
que diz respeito a quem, mais do que ouve com atenção, demonstra que
está ouvindo com atenção através do contato visual, da expressão facial,
dá feedbacks sobre a recepção e compreensão da mensagem, mas… bom, você
já sabe, certo?
Me pareceu óbvio demais.
Reunião de equipe definindo metas com post-its (foto: Getty)
Então, me lembrei de uma máxima: o óbvio precisa ser dito.
Afinal, esses temas fazem parte do meu cotidiano. Todos os dias eu estou treinando Altas-Lideranças e C-levels, individualmente, caso a caso, desenvolvendo as habilidades mais urgentes para aprimorar a comunicação de cada um.
Alguns, precisam melhorar a expressividade, outros de mais
assertividade, outros precisam melhorar a escuta ou de mais
autoconhecimento, mais empatia, alguns de mais repertório. As habilidades por trás da comunicação são muitas. Para mim, tudo isso é óbvio.
E foi da obviedade que surgiu o meu receio sobre a escolha do tema
para estrear esta coluna. Isso, provavelmente, também acontece com você.
Quantas mensagens você deixa de transmitir, por elas parecerem
óbvias? Quantas lições você deixa de ensinar, por elas parecerem óbvias?
Quantos feedbacks (principalmente os positivos) você deixou de dar por
parecer óbvio o que aquela atitude representava?
Um estudo publicado em julho do ano passado por Francis Flynn e Chelsea Lide, demonstrou que os líderes
têm quase 10 vezes mais chances de serem criticados por não se
comunicarem do que por se comunicarem demais. O estudo mostra que os
líderes que se comunicam pouco são vistos como menos qualificados para
um papel de liderança porque são vistos como menos empáticos.
Portanto, quero te lembrar que o óbvio só é óbvio para você.
Precisa ser dito, dito de novo, de uma outra forma, por um outro canal.
Quando você estiver cansado da sua mensagem, é por que ela está
começando a aterrissar na mente da sua equipe.
Te convido para ler mensalmente, toda 3ª segunda-feira do mês, esta coluna falando sobre o óbvio: a comunicação é habilidade essencial para qualquer liderança, seja ela chefe ou não. Uma boa liderança é determinada por uma boa comunicação.
COMO DEVEM SER OS PARCEIROS NOS NEGÓCIOS
“Parceiros chegam de várias formas. Se juntam por diferentes motivos”.
Eu sei, é clichê, rss. E se a frase fosse minha eu acrescentaria: “O que eles tem em comum é o fato de acreditarem no que nós acreditamos”.
Parceria é a arte de administrar conflitos de interesses e
conexões de interesses, visando resultados benéficos para ambas as
empresas”.
É por isso que eu costumo comparar parceria com casamento. Quem é
casado sabe que administrar conflitos é fundamental para ambos terem
resultados nessa aliança.
Assim como no casamento, o parceiro não precisa ser igual a nós, mas
tem que ter o nosso ‘jeitão’! Nas parcerias eu defendo que o parceiro
precisa ter o DNA de inovação, a inquietude pra sair da zona de conforto
e uma preocupação muito grande com o cliente, não apenas no discurso,
mas na prática. É claro que no processo de análise do possível parceiro,
nós avaliamos o potencial financeiro e de escala da aliança, a
estrutura e o tamanho da empresa. Mas, tem um fator humano que não pode
ser desconsiderado, já que empresas são, na sua essência, pessoas.
É por isso, que normalmente, os parceiros são empresas formadas por
pessoas do bem, pessoas com propósito, que tem tanto o caráter quanto a
lealdade de continuar de mãos dadas, mesmo nos momentos mais difíceis. É
como um casamento mesmo!
É importante também que os parceiros tenham know how e competênciascomplementares,
que potencializem nossas fragilidades e deem mais peso aos nossos
pontos fortes. E como eu acredito que o primeiro approach de
uma boa parceria acontece no plano humano (onde existe emoção), e não no
corporativo, eu gosto muito da histórica da parceria entre Steve Jobs e Steve Wozniak.
Os dois Steves tornaram-se amigos durante um emprego de verão em 1970.
Woz estava ocupado construindo um computador e Jobs viu o potencial para
vendê-lo. Em uma entrevista de 2006 ao Seattle Times, Woz, explicou:
“Eu só estava fazendo algo em que era muito bom, e a única coisa
que eu era bom acabou por ser a coisa que ia mudar o mundo… Steve (Jobs)
pensava muito além. Quando eu projetava coisas boas, às vezes ele
dizia: ‘Nós podemos vender isso’. E nós vendíamos mesmo. Ele estava
pensando em como criar uma empresa, mas talvez ele estivesse mesmo
pensando: ‘Como eu posso mudar o mundo?’”.
Por que essa parceria deu certo? Habilidades e competências complementares.
As habilidades técnicas de Woz juntamente com a visão de Jobs fizeram dos dois a parceria perfeita nos negócios.
VOCÊ CONHECE A ValeOn?
A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO
TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode
moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é
colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn
possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o
seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
Para Elbia Gannoum, presidente executiva da ABEEólica, existe um ponto importante, pouco discutido, quando se fala em transição energética no
Brasil. “Sem trazer o consumidor para o debate, não vamos fazer uma
transição energética justa”, afirma a dirigente. Segundo Gannoum, um
ponto nevrálgico do debate passa exatamente por olhar a demanda e, dessa
forma, mapear as necessidades. “E cada país vai ter de enfrentar suas
especificidades”, diz.
Até por causa dessa nova forma de abordar a questão energética é que a
presidente executiva da ABEEólica defende exercitar um olhar mais
ampliado dos processos. “A indústria da economia de baixo carbono tem
vários setores, e todos precisam ser considerados”, diz.
‘É preciso trazer o consumidor para o debate’, diz Elbia Gannoum, presidente executiva da ABEEólica Foto: Felipe Rau/Estadão
Se a visão de mundo é um gargalo, a regulação e as linhas de financiamento são outros dois.
“É fato que existe um movimento maior em busca de instrumentos que
levem a uma economia de menos carbono, mas, do ponto de vista nacional,
temos de continuar trabalhando, até para avançar em questões como a da
regulação do mercado de carbono”, afirma Marina Monné de Oliveira,
coordenadora de Regulação na Eccon Soluções Ambientais.
‘Todos os grandes conflitos geopolíticos atuais envolvem grandes
produtores de petróleo’, observa Marina Monné de Oliveira Foto: Felipe
Rau/Estadão
A advogada lembra que todos os grandes conflitos geopolíticos atuais
envolvem grandes produtores de petróleo. “Com esses grandes conflitos
bélicos, a questão climática fica em segundo plano”, diz Oliveira.
Pelo lado de dentro das finanças verdes, o banco BV, segundo Renata
Camilo Pinho, superintendente de Crédito Atacado na instituição, busca
ser um apoiador da transição energética. Não apenas com linhas de
crédito, mas também oferecendo consultorias ESG para os clientes que
pretendem avançar no tema. “É uma vertente bastante relevante. Somos
otimistas que, do lado dos investidores, a questão do baixo carbono deve
avançar ainda mais. Mas temos muito caminho para avançar”, explica
Pinho.
O BV oferece consultorias ESG para os clientes, diz Renata Camilo
Pinho, superintendente de Crédito Atacado do banco Foto: Felipe
Rau/Estadão
Prospectar soluções para o cliente, ou seja, olhando para a demanda,
também é uma realidade no setor privado que tem como foco principal de
negócio ofertar energia para as pessoas. É dentro desse contexto quer a
Ultragaz, seguindo Erik Trench, diretor de Gases Renováveis do grupo,
aposta no biometano como uma das soluções para os seus clientes.
Ultragaz aposta no biometano como uma das soluções para os seus
clientes, diz Erik Trench, diretor de Gases Renováveis do grupo Foto:
Felipe Rau/Estadão
“É um caminho importante dentro da composição da matriz energética
brasileira. Além de ser um diferencial competitivo para a indústria”,
diz Trench. É um tipo de combustível, estima a empresa, que será
produzido a partir, principalmente, de três tipos de matéria-prima. O
manejo inteligente dos resíduos sólidos, a partir de rejeitos da
produção sucroalcooleira e, ainda, usando restos da agropecuária como
matéria-prima. “São processos que, no geral, podem inclusive ajudar a
própria indústria a antecipar sua metas (de sustentabilidade)”, afirma Trench.
A transição energética para uma economia de baixo carbono vai muito
além da geração de energia; ela está ligada a uma profunda transformação
de padrões
A transição energética é uma mudança de paradigma
que envolve não só a geração de energia, mas também o consumo e o
reaproveitamento dela. O conceito parte da migração de matrizes
energéticas poluentes – como combustíveis fósseis à base de carvão ou
petróleo – para fontes de energia renováveis, como hidrelétricas,
eólicas, solares e de biomassas.
Mas não é só isso. O olhar da transição energética
se estende para o meio ambiente, gestão de resíduos, eficiência
energética, digitalização e outros meios necessários para que atinjamos o
objetivo comum de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e
as suas consequentes influências nas mudanças climáticas.
Neste conteúdo, você entenderá a transição energética nos seguintes tópicos:
A transição – ou transformação – energética é o caminho mais necessário para a evolução da economia de baixo carbono.
Transição pressupõe passagem, ou evolução, de uma condição a outra.
Quando falamos em transição energética, portanto, tratamos de um novo
estado das coisas, com um olhar mais amplo e sistêmico para a
sustentabilidade ambiental e social.
O significado dessa mudança
“A transição energética é muito mais uma tomada de consciência sobre o
atual modelo de produção, consumo e reaproveitamento da matéria e
energia, e sobre a influência disso nas mudanças climáticas. Precisamos
refletir sobre a origem e a eficiência energética de toda a cadeia de
valor dos produtos e serviços que cada um de nós, cidadãos, empresas e
instituições consumimos, aí incluindo o pós-consumo”, afirma a gerente
de Meio Ambiente, Responsabilidade Social Corporativa e Transição
Energética da ENGIE, Flávia Teixeira.
O que é transição energética?
A transição energética engloba não só a geração e consumo
de energia de baixo carbono, como também a forma como otimizamos a
utilização de bens e serviços. O significado de transição energética
passa também por mudanças na estrutura social, econômica, política e
cultural, e pressupõe o reconhecimento de que é insustentável, sob todos
os aspectos, inclusive econômico, continuar consumindo recursos naturais na velocidade atual.
Há, por exemplo, uma grande oportunidade na área de eficiência energética,
termo que remete à capacidade de conseguir o melhor rendimento, com
menor uso de recursos e sem abdicar da qualidade. Empresas e governos
devem buscar equipamentos mais eficientes, por exemplo, além de
racionalizar o uso do solo e da água, acelerar a economia circular,
otimizar a geração das usinas hidrelétricas, os sistemas de transmissão,
etc.
Transição energética no Brasil
A produção e consumo de energia a partir de fontes renováveis
é um aspecto tão importante quanto o acesso à energia elétrica no
Brasil. Segundo o Banco Mundial, ainda existem 840 milhões de pessoas
sem acesso à energia elétrica no mundo e é por isso que se fala em transição justa, pois ainda não é possível equilibrar o sistema e aumentar o acesso à energia somente com fontes renováveis em todos os casos.
Nesse cenário, o gás natural funciona muitas vezes como um combustível intermediário, pois, embora seja de origem fóssil, tem menor emissão de CO2 em comparação a outros combustíveis fósseis.
No Brasil, por exemplo, apesar da universalização da energia estar
bem avançada, há populações isoladas que dependem de usinas
termelétricas ou outras soluções locais. Atualmente, essa condição
representa menos de 1% da carga total do sistema.
Contudo, o país já tem um sistema energético renovável considerável,
que pode representar 50% da matriz em 2022. Em termos de energia
elétrica renovável, estamos ainda mais avançados, com cerca de 85% da
nossa matriz de geração dentro desse espectro.
Prova do nosso bom desempenho é em relação ao ODS-7, que trata de energia limpa. Isso se reflete na baixa participação do setor elétrico no total das emissões brasileiras de gases do efeito estufa (GEE).
“Boa parte das emissões no exterior vem da geração de energia, devido
ao peso das fontes fósseis na matriz. No Brasil é diferente, pois a
nossa matriz é bastante renovável. Por isso, precisamos avançar na
transição como um todo, da produção ao consumo de energia. O debate para
reduzir as emissões precisa ser aprofundado para além da energia”, diz
Giuseppe Signoriello, consultor de transição energética da ENGIE.
Mudanças nas áreas de transporte, solo e aproveitamento de resíduos
Por isso, a transição energética para uma economia de baixo carbono
no Brasil deve passar, inclusive, por mudanças nas áreas de transporte,
uso do solo e aproveitamento de resíduos. No transporte, essencialmente o
rodoviário, a sociedade e os governos devem avaliar alternativas como a
eletrificação de ônibus e caminhões e o uso de combustíveis renováveis,
como o biogás, o biometano e o etanol.
“No caso do etanol, o grande incentivador de uso ainda é o preço. Mas
a transição energética deve ir além disso. Deve ser o reconhecimento de
toda uma cadeia de consumo e suprimento por trás desse combustível”,
afirma o gerente de Meio Ambiente e Responsabilidade Social da ENGIE
Brasil Energia, José Magri.
Fontes renováveis de energia
Entre as principais fontes de energia utilizadas no Brasil, as
renováveis têm grande destaque, representando 48,4% da matriz energética
nacional. E a tendência é de que esse percentual aumente nos próximos
anos, em busca da neutralidade na emissão de carbono no país.
Entenda quais são as principais fontes renováveis de energia, segundo
dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), divulgados no Relatório Síntese 2021:
Hidrelétrica
A energia proveniente de hidrelétricas responde por 65,2% da matriz
elétrica nacional. Trata-se de uma fonte renovável, sem emissão de
poluentes. Normalmente, são empreendimentos que causam impactos
positivos nas regiões em que estão implantados, pois adotam boas
práticas de conservação ambiental, mitigação de impactos e contribuições para a comunidade local.
Eólica
De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia eólica hoje representa 10,9% da matriz elétrica brasileira e a expectativa é que chegue a 13,6% ao fim de 2025.
Solar
A energia solar representa 1,7% da matriz elétrica do país, de acordo
com a EPE. Somente em 2020, a capacidade instalada em energia solar
fotovoltaica cresceu 66% no país, impulsionada, principalmente, pela geração distribuída.
Nuclear
O uso de energia nuclear, no Brasil, foi de somente 2,2% em 2020 –
menos que os 2,5% de 2019. Mas, especificamente na geração termelétrica,
essa fonte tem uma participação um pouco maior (8,9%).
Gás Natural
A média diária de produção do ano foi de 127,8 milhões de m³/dia e o volume importado foi de 26,3 milhões de m³/dia. O gás natural
participa com 11,8 % na matriz energética nacional, mas sua demanda
recuou 6,0% em 2020, em relação ao ano anterior, devido principalmente à
queda do consumo industrial, da ordem de 13,3%.
Biomassa
A biomassa também apresentou crescimento em sua participação na
matriz elétrica, passando de 8,4% em 2019 para 9,1% em 2020. Trata-se de
uma fonte primária de energia, não fóssil, produzida a partir de
matéria orgânica de origem animal ou vegetal.
A evolução além da energia
Na gestão de cidades, estudos estimam que a totalidade dos resíduos
sólidos urbanos gerados pelo Brasil seria capaz de produzir energia
elétrica capaz de atender ao correspondente a 3% do consumo.
Com cerca de metade dos resíduos composta por lixo orgânico, o Brasil é
o país com maior potencial para a produção de biogás, pois além dos de
origem urbana, conta com os gerados pela agroindústria.
O desafio, portanto, reside na integração entre os setores produtivos
e o poder público, na construção de políticas transversais que
viabilizem a transição justa, conciliando a inovação tecnológica e
atendendo as demandas sociais.
Sendo as mudanças climáticas o maior risco global, segundo o Fórum
Econômico Mundial, torna-se premente a transição energética para a
economia de baixo carbono. Para além da geração a partir de fontes
renováveis, impõe-se uma visão mais ampla e sistêmica, em busca da máxima eficiência no aproveitamento dos recursos, com universalização do acesso e diversificação da matriz.
No entanto, a transição energética para uma economia de baixo carbono não ocorre do dia para a noite. Novos arranjos, marcos regulatórios
e mecanismos de mercado estão surgindo gradativamente para dar os
incentivos corretos para que a transição ocorra. Um deles é a precificação do carbono. Embora não seja uma solução para tudo, o mecanismo pode indicar o caminho a seguir.
Novas tecnologias do setor elétrico
A transição energética e a digital estão interligadas, pois a digitalização
é responsável por contribuir com soluções para diversos desafios na
geração, transmissão e distribuição de energia. A conectividade, por
exemplo, possibilita o ganho de eficiência e também a coleta de dados
que podem ser úteis para o negócio.
A ENGIE nesse contexto
A ENGIE tem como propósito agir
para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono por meio
do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis.
Maior empresa privada de energia do Brasil e detentora da mais extensa
rede de transporte de gás natural do país, a empresa produz a maior
parte da sua energia através de fontes renováveis e oferece soluções às
empresas para a produção da própria energia, gestão e redução do consumo
energético e de gás, além de produtos voltados à descarbonização,
inclusive no que envolve as cidades inteligentes.
BRASÍLIA — Pernambuco (18%), Rio Grande do Norte (18%), Ceará (17%), Bahia (16%), e Mato Grosso do Sul (16%) são os cinco Estados em que, respectivamente, há mais eleitores que se consideram de esquerda. Roraima (41%), Mato Grosso (37%), Santa Catarina (36%), Tocantins (35%) e Paraná (32%)
por sua vez, onde estão mais pessoas de direita. Isso é o que revela
pesquisa do DataSenado feita em parceria com a Nexus, área de pesquisa e
inteligência da FSB Holding.
No geral, o levantamento mostra que maior parte dos brasileiros não
tem ligação com os espectros políticos. 40% dos entrevistados dizem não
se identificar com nenhum dos lados. 29% se identificam com a direita,
15% com a esquerda e 11% com o centro. 6% não sabem ou preferiram não
responder.
Manifestação bolsonarista na Avenida Paulista, em fevereiro deste
ano; há mais pessoas identificadas com a direita do que com a esquerda
no Brasil. Foto: Taba Benedicto/Estadão
Maranhão (52%), Amapá (48%), Piauí (47%), Acre (47%), Amazonas (47%), Alagoas (47%) são os Estados com que dizem não ter identificação com nenhum lado político.
Elga Lopes, analista de opinião pública do DataSenado, diz que esses
números mostram que a maior parte dos eleitores está menos interessada
em ideologia política e mais atenta aos problemas de sua cidade.
O cenário — com os não-alinhados numericamente acima — se repete em
todos os outros recortes da pesquisa (gênero, religião, escolaridade e
renda familiar), com apenas duas exceções: entre os homens, em que há um
empate em 34% entre os de direita e os que não se identificam com
nenhum espectro, e entre os que têm seis ou mais salários mínimos. Nesse
nível, a maioria (37%) é de direita, enquanto esquerdistas e neutros
estão empatados em 21%.
Nos recortes, a maior desproporção entre direitistas e esquerdistas
está entre os evangélicos. Apenas 8% se dizem de esquerda ante 35% de
direita, diferença de 27 pontos porcentuais.
A pesquisa também perguntou às pessoas se o resultado das urnas eletrônicas é confiável. 86% dos eleitores de esquerda concordam, 12% discordam e 2% não sabem.
Os eleitores de centro também concordam em sua maioria (67%),
enquanto 32% desse público discorda e 1% não sabe. Esse cenário é
similar entre os não-alinhados. 61% concorda, 35% discorda e 4% não
sabem.
Já na direita, a situação é oposta. 61% discordam, 36% concordam e 3% não sabem.
A pesquisa foi realizada entre 5 e 28 de junho deste ano e
entrevistou 21.808 brasileiros por telefone. A confiabilidade da
pesquisa é de 95%, e, sem considerar os cruzamentos, a magem de erro é
de 1,22 ponto porcentual, com desvio-padrão de 1,37 ponto percentual.
Em meio às discussões sobre o possível retorno do horário de verão no
Brasil, 26 cientistas da área de cronobiologia — ciência responsável
por estudar os ritmos e os fenômenos biológicos — assinaram um manifesto
contra a medida.
Historicamente, a mudança nos relógios foi justificada como uma forma
de economizar energia, buscando alinhar as atividades do dia a dia às
horas de luz natural. No entanto, os pesquisadores sugerem que os
malefícios à saúde podem superar os benefícios econômicos esperados.
Ritmos biológicos humanos estão profundamente conectados ao ciclo
natural de luz e escuridão, afirmam especialistas Foto: Laima Gri/Adobe
Stock
Conforme explicação dos estudiosos da cronobiologia, os ritmos
biológicos humanos estão profundamente conectados ao ciclo natural de
luz e escuridão, regulando de forma automática funções essenciais como sono, apetite e até mesmo o humor.
A introdução do horário de verão, porém, tornaria essa sincronização
confusa, forçando o organismo a se reajustar a um novo “horário social”.
Para muitos, essa adaptação pode ser desafiadora e resultar em
problemas de saúde.
“Esse processo de adaptação nem sempre é fácil. Enquanto algumas
pessoas conseguem se ajustar, outras permanecem fora de sintonia, o que
pode gerar sérios problemas de saúde”, diz trecho do documento assinado
por pesquisadores de diferentes instituições, incluindo Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Universidade de São Paulo (USP).
Entre os efeitos negativos do horário de verão, os cientistas listam distúrbios do sono, aumento de eventos cardiovasculares adversos, transtornos mentais e cognitivos, e crescimento no número de acidentes de trânsito nos primeiros dias após a mudança.
No manifesto, os estudiosos mencionam um estudo realizado em 2017
pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que abordou a
forma como lidamos com a transição de horário.
A pesquisa, baseada em questionários online, analisou as respostas de
mais de 1.200 participantes sobre seus horários habituais de dormir e
acordar, perguntando também sobre a chegada do horário de verão. A
conclusão: mais de 50% dos entrevistados relataram passar por algum tipo
de desconforto até o relógio voltar ao normal.
Os pesquisadores destacam que a posição expressa no manifesto é
baseada unicamente em evidências científicas, independentemente de
inclinações políticas, defendendo que para preservar a saúde e o
bem-estar, o ideal é manter a alteração nos horários fora dos planos.
“Isso evitaria os efeitos negativos promovidos pela mudança de
horário e promoveria um maior alinhamento entre os nossos ritmos
biológicos e os horários social e ambiental, contribuindo para uma
sociedade mais saudável”, defendem.
História de IDIANA TOMAZELLI E ADRIANA FERNANDES – Folha de S. Paulo
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Com a piora no resultado das contas
públicas e o aumento na taxa de juros, o governo de Luiz Inácio Lula da
Silva (PT) já vê a dívida bruta do governo acima de 81% do PIB (Produto
Interno Bruto) a partir de 2026, último ano do atual mandato do
presidente.
As novas projeções do Tesouro Nacional são maiores que as divulgadas
pelo governo em abril, quando houve a mudança nas metas fiscais de 2025
em diante, e colocam o Brasil acima de um patamar de endividamento que a
própria equipe econômica dizia estar afastado.
“Se nada for feito, ela poderia chegar [a 80% do PIB], mas esse
cenário não vai acontecer”, disse o secretário do Tesouro Nacional,
Rogério Ceron, em sua primeira entrevista no cargo.
De lá para cá, o governo regularizou o pagamento de sentenças
judiciais represadas pela gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o
que contribuiu para a elevação da dívida, mas também ampliou despesas
obrigatórias e pactuou a exclusão de gastos da meta de resultado
primário –que, mesmo fora da conta, impactam o endividamento do país.
Nas estatísticas do Banco Central, a única vez em que a dívida bruta
ficou acima de 80% do PIB foi durante a pandemia de Covid-19.
O governo enfrenta o ceticismo do mercado e de órgãos de controle por
calcar boa parte de suas projeções de receitas em medidas incertas ou
de fôlego único, que não terão o mesmo desempenho em anos seguintes
(como o resgate de depósitos judiciais). Isso lança desconfiança sobre a
capacidade de entregar uma melhora fiscal duradoura.
As projeções atualizadas da dívida pública não foram divulgadas pela
equipe econômica na apresentação do Orçamento, realizada em 2 de
setembro, embora a trajetória seja monitorada de perto pelos agentes
econômicos por ser um dos principais indicadores de solvência do país.
A reportagem extraiu as estimativas das informações complementares à
proposta de Orçamento de 2025, um documento com mais de 2.700 páginas
enviado ao Congresso Nacional em 18 de setembro.
A nova projeção demonstra uma tendência contínua de crescimento da
dívida no atual mandato, saindo de 74,4% do PIB em 2023 para 81,6% em
2026. O indicador ainda sobe para 81,8% do PIB em 2027, até recuar
levemente a 81,5% no ano seguinte.
A dívida líquida, que desconta das obrigações do governo os créditos a
receber e as reservas internacionais (uma espécie de poupança em
dólares), também ficou maior.
Em resposta por escrito, o Tesouro disse que “houve um aumento no
nível da DBGG [dívida bruta do governo geral], mas não em sua
tendência”, já que a estabilização da dívida deve ser alcançada entre
2027 e 2028.
O órgão atribuiu a revisão dos números “principalmente à mudança no
cenário de taxa de juros”, que apontou uma Selic em média 1,2 ponto
maior entre 2024 e 2026 do que no cenário adotado como premissa em
abril.
Mas a projeção também foi influenciada pelas estimativas fiscais
deste ano, segundo o Tesouro. O dado de abril considerava o déficit de
R$ 9,3 bilhões apontado em março, enquanto o Orçamento incorporou o
déficit de R$ 57,5 bilhões calculado em julho.
Na semana passada, o governo atualizou a projeção novamente e previu
um rombo ainda maior, de R$ 68,8 bilhões, o que tende a levar as
projeções da dívida para a casa dos 82% do PIB no futuro.
A escalada da dívida para o patamar acima de 80% já foi considerada
no passado, em estudos do próprio Tesouro, como insustentável para um
país com as características do Brasil. A volta do grau de investimentos
pelas agências de classificação de risco, que o Brasil perdeu durante o
governo Dilma Rousseff (PT), também fica mais distante.
Especialistas afirmam que não há um número mágico a partir do qual a
dívida se torna um problema muito grande, mas avaliam que o cenário se
mostra desafiador.
“Quando a dívida é crescente e num nível relativamente alto, como é o
nosso caso, é uma fonte de vulnerabilidade. O governo é dependente do
mercado financeiro para financiar a dívida pública”, diz o economista
Manoel Pires, coordenador do Centro de Política Fiscal e Orçamento
Público do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação
Getulio Vargas).
Segundo ele, à medida que a dívida pública aumenta, o governo também
precisa ampliar seu esforço de superávit primário para estabilizá-la,
cortando despesas ou elevando receitas.
Pires também ressalta que uma parcela considerável da dívida vence no
curto prazo, o que gera uma pressão no mercado, eleva as taxas de juros
cobradas no refinanciamento e realimenta a própria dinâmica da dívida.
O aumento nas taxas também afeta a estrutura de juros da economia, o
que encarece e atrapalha investimentos do setor privado. Segundo ele, as
projeções sinalizam uma preocupação para a trajetória econômica do país
no futuro.
As novas estimativas do governo podem ser consideradas otimistas,
dado que consideram um resultado primário no centro das metas
estipuladas para o período 2025-2028. Em 2024, no entanto, o governo tem
entregado uma execução perto da margem inferior da regra, que permite
um déficit de até R$ 28,8 bilhões (sem contar despesas fora da meta).
Se essa tendência se mantiver, significará um resultado efetivo pior
em até 0,25% do PIB ao ano. Em quatro anos, isso daria uma diferença de
1% do PIB a mais na projeção de endividamento.
O economista Cláudio Hamilton, coordenador de Finanças Públicas do
Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), diz que as projeções de
dívida são muito sensíveis aos parâmetros econômicos adotados, como
crescimento do PIB e taxa de juros, e é normal haver revisões.
Ele afirma, porém, que o principal motor para reduzir o endividamento
do país é o superávit primário, que tem sido uma “questão desafiadora”
para o governo. “Não quer dizer que não vai aumentar [o superávit], mas o
governo tem tido dificuldades em fazer isso”, diz.
Ele ressalta que medidas como a revisão de gastos são bem-vindas, mas
não são suficientes para conter as grandes tendências, como o avanço de
gastos previdenciários e assistenciais.
“Isso vai colocar uma pressão. É impossível ter superávits
crescentes? Não, mas precisa cortar outras despesas, ou aumentar
receitas. Mas aumentar receitas passa pelo Congresso. É uma escolha da
sociedade”, afirma Hamilton.
ISLÂNDIA: O país onde educação e medicina são gratuitas. Não há McDonald’s nem masmorras.
Cada pessoa sonha em levar uma vida melhor e viver em um país
moderno. Deste ponto de vista, a Islândia é o país ideal. Aqui não tem
exército, a eletricidade é grátis e as pessoas raramente trancam seus
carros e casas!
A Islândia é um país insular do norte localizado entre o Atlântico
Norte e o Oceano Ártico e esteve sob a soberania dinamarquesa até 1 de
dezembro de 1918. A população da Islândia é de apenas 332.529 pessoas.
As pessoas confiam umas nas outras, então não trancam seus carros ou
casas e as crianças podem ficar sem supervisão por alguns minutos
enquanto os pais fazem compras.
Aqui estão algumas curiosidades sobre a Islândia:
1. Os islandeses gostam muito de ler. Eu ocupo, neste capítulo, o primeiro lugar do mundo.
2. Se você vai pedir água em um café ou restaurante, não é que você
tenha que pagar. Eles vão te dar água da torneira que é muito boa porque
é das termas.
3. Se você decidir mudar de emprego, você não precisará de uma carta
de recomendação do seu trabalho anterior. Os islandeses confiam nas
pessoas e não vão te controlar de forma alguma.
4. Islândia é o único país do mundo onde a votação é feita online.
5. Este país é considerado muito conservador. Os locais têm uma atitude muito séria em relação ao casamento.
6. Atualmente, o turismo está altamente desenvolvido neste país, o
número de turistas aumenta a cada ano e é 2 vezes maior que a população.
7. Não há exército na Islândia. Se algum cidadão quiser fazer o
serviço militar, poderá juntar-se ao exército norueguês com base num
acordo entre esses países.
8. Todas as escolas e outras instituições educacionais são gratuitas aqui.
9. Não há clínicas privadas porque simplesmente não há necessidade
delas. Hospitais estaduais oferecem serviços médicos muito bons.
10. A Islândia é um dos poucos países da Europa que utiliza aquecimento urbano e as pessoas não pagam por este aquecimento.
Sonhar não custa nada e perder a esperança também não, talvez um dia consigamos algumas das coisas boas que a Islândia faz.
Foi muito bom ler que existem países assim.
9 curiosidades sobre a Islândia: a terra do gelo e do fogo
Com seus vulcões, gêiseres, fontes termais e campos de lava,
a pequena ilha no topo do mundo oferece paisagens incríveis, uma
cultura riquíssima e algumas curiosidades bem peculiares. Confira!
1. Todo mundo é parente na Islândia!
Com seus 300 mil habitantes, a Islândia é um país onde todo mundo tem algum grau de parentesco, mesmo que seja razoavelmente distante.
É comum também que ninguém utilize sobrenomes no dia-a-dia. As
pessoas utilizam o nome do pai e colocam “son” no final para os homens e
“dóttir” para as mulheres.
Além disso, existe um site chamado Islendingabok com toda genealogia da Islândia até 1.200 anos atrás. No país, recomenda-se chegar a checar a árvore genealógica antes de se relacionar com alguém!
2. Gêiseres
A Islândia possui um grande número de gêiseres espalhados pelo país, sendo aproximadamente 25 deles ativos.
Um dos gêiseres mais famosos é o Strokkur, com atividade constante e explosões que chegam a quase 20 metros de altura!
3. Atividade vulcânica intensa
Outra característica bem peculiar do país é a sua atividade vulcânica. A Islândia tem aproximadamente 130 vulcões no seu território, que fazem parte de 32 sistemas vulcânicos.
A Islândia possui a praia de areia preta mais famosa do mundo! Reynisfjara fica na pequena cidade de Vík í Mýrdal.
O folclore islandês diz que suas formações de basalto eram trolls que
foram transformados em pedra durante a batalha, pois não conseguiram
arrastar um grande navio para a costa antes do sol nascer.
Segundo a lenda, se você passa perto dos penhascos ainda é possível ouvir seus gritos e lamentos! De arrepiar, né?
Você sabia que é muito difícil encontrar insetos na Islândia? Por
causa do clima extremamente gelado, insetos e formigas não conseguem
fazer seus ninhos.
Para quem tem medo de barata, tenha certeza que não irá encontrá-las lá!
7. Quase 100% da ilha tem wi-fi
A Islândia abriga hoje uma união incrível entre paisagens naturais e
avanços tecnológicos. 97% da ilha possui cobertura wi-fi, além de todos
os estabelecimentos oferecerem internet rápida e gratuita.
Uma ilha extremamente conectada!
8. O país mais seguro do mundo
Se você acha que vulcões e geleiras tornam a Islândia um país
perigoso, não poderia estar mais enganado. A Islândia é um dos países
mais seguros do mundo para visitar e também para viver!
A criminalidade é praticamente inexistente e a
polícia não anda armada nas ruas. A cadeia local está sempre vazia…
Parece coisa de filme, né? Mas lá essa dinâmica faz parte da realidade.
9. Aurora Boreal® na Islândia
Além de todas essas maravilhas, a Islândia também é palco da Aurora Boreal, um dos mais belos fenômenos da natureza.
Já pensou em ver as Luzes do Norte colorindo o céu sobre uma belíssima cachoeira ou um lago congelado? É de arrepiar. E uma coisa eu garanto: é inesquecível.
Nessa sexta-feira (27), é celebrado Dia Nacional da Doação de Órgãos,
milhares de pessoas aguardam, na fila de espera, todos os anos. A maior
fila é por transplante renal, seguida por córneas, fígado, pâncreas/rim
(duplo), coração, pulmão, pâncreas, multivisceral e intestino.
Na maioria das vezes, o transplante de órgãos pode ser a única
esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para as pessoas que
precisam da doação. Todos os anos, milhares de vidas são salvas por meio
desse gesto.
É preciso que a população se conscientize da importância do ato de doar órgãos ou tecidos!
O transplante é considerado um tratamento e não a cura de muitas
doenças crônicas, mas sem dúvida, é a garantia de continuidade da vida
daqueles que passam por esse procedimento.
Para a doação se efetivar, é necessária a autorização da família,
conforme prevê a lei nº 9.434. Também é necessária a comprovação da
morte cerebral do doador para retirada de órgãos sólidos como coração,
fígado, rins e outros.
Tecidos como córneas, pele, ossos, entre outros, também são bastante
necessários, porém, no Brasil, ainda não há a cultura de doação desses
tecidos, mesmo que nesses casos a retirada possa ocorrer após a parada
cardiorrespiratória do doador, o que torna a doação muito mais fácil.
Muitas pessoas invocam um sem-número de desculpas para não doar os
órgãos: superstições, medo de que sejam removidos ainda estando vivas
ou, simplesmente, por serem desfavoráveis. Certamente, não teriam a
mesma opinião se necessitassem de um transplante. Uma doença grave pode
manifestar-se em nós quando menos esperamos.
Após a retirada dos órgãos e tecidos da pessoa morta, o corpo é
reconstituído e os cortes produzidos são suturados para que não se
perceba a ausência dos órgãos removidos.
Independentemente dos méritos ou deméritos do ponto de vista de cada
um, na prática dos atos do cotidiano é preciso encarar esta indiscutível
verdade: contribuir para salvar a vida de alguém que precisa ter um
órgão degenerado substituído é feito admirável, merecedor de louvor.
Nenhuma religião é contrária a tão elevado gesto de magnanimidade e
humanidade.
De maneira geral, o ser humano, uns mais, outros menos, deseja fazer o
bem ao semelhante, em franca demonstração de amor ao próximo. Contudo,
crendices somadas à falta de informações e oposição da família são os
maiores responsáveis pelo insuficiente número de doadores.
Qualquer um pode doar. O que vale é estar com boa saúde avaliada pelo
médico e atender certos limites de idade: 75 anos para os rins, 70 para
o fígado, 69 anos para sangue, 65 para peles, ossos e válvulas
cardíacas, 55 para o pulmão, o coração e medula óssea, 50 para o
pâncreas. Para córneas não há limite.
A doação de órgãos é um ato por meio do qual podem ser retirados
órgãos ou tecidos de uma pessoa viva ou falecida (doadores) para serem
utilizados no tratamento de outras pessoas (receptores), com a
finalidade de reestabelecer as funções de um órgão ou tecido doente. A
doação é um ato muito importante, pois pode salvar vidas.
O indivíduo que esteja necessitando do órgão ou tecido o receberá por
meio da realização de um processo denominado transplante. O transplante
é um procedimento cirúrgico em que um órgão ou tecido presente na
pessoa doente (receptor), é substituído por um órgão ou tecido sadio
proveniente de um doador.
Chegou o fim de semana, hora de relaxar, ver um bom filme para se
inspirar e voltar ao trabalho na semana que vem com bons insights para
seus negócios – ou com aquele ânimo pra chutar o pau da barraca. Pois é,
na nossa lista de recomendações de filmes de hoje, não temos nada
disso.
Em outra lista que fizemos aqui no Startups uns tempos atrás, falamos de filmes com histórias mais inspiradoras,
com mensagens positivas e tudo o mais. Agora a parada é outra: decisões
erradas, gente perdendo tudo (ou quase tudo) e o lado bem pouco
agradável do mundo dos negócios.
Contudo, a gente garante uma coisa para quem aceitar as nossas
sugestões de filmes: dá pra se divertir bastante e, de repente, tirar
uma lição ou outra de como não fazer (ou fazer, se você for mais
inescrupuloso) na hora de tocar o seu negócio. Vamos às dicas!
O Sucesso a Qualquer Preço (Glengarry Glen Ross, 1992)
Esse aqui é o filme mais velho da lista, mas que segue incrivelmente
atual até hoje. Baseado em uma peça de teatro famosa, e com um elenco
monstruoso (Al Pacino, Jack Lemmon, Alec Baldwin e outros), o filme
acompanha dias tensos na rotina de uma firma imobiliária. Sob a ameaça
de uma onda de cortes, os corretores começam a recorrer a artimanhas
cada vez mais arrojadas – e um tanto antiéticas – para fechar as suas
vendas. Não é dos filmes mais fáceis de se achar – atualmente não tem em
nenhum streaming por aqui – mas totalmente vale a pena.
Enron – Os Mais Espertos da Sala (Enron – The Smartest Guys in the Room, 2005)
Único documentário aqui da lista (e um indicado ao Oscar), este filme reconta a ascensão e a queda da Enron,
uma superpotência do ramo de gás e energia nos EUA que caiu em desgraça
após uma crise energética que assolou a Califórnia em 2001. Estamos
falando de muitos “rolos”, de interferência em políticas ambientais
públicas à táticas escusas de evasão fiscal, e má administração do
negócio, incluindo uma política de RH incrivelmente maquiavélica. Sério,
é tanta coisa errada que não tem nem como explicar. Disponível no YouTube.
Margin Call – O Dia Antes do Fim (Margin Call, 2011)
Voltando ao drama, Margin Call é um filme sobre as
24 horas mais nervosas de um grande banco de investimentos em Wall
Street. Baseada no crash da bolsa de 2008, o filme acompanha a empresa
em uma corrida contra o tempo – e contra horríveis apostas que fizeram
na bolsa – para evitar que a companhia, e possívelmente todo o cenário
econômico, afunde. Outro longa com um elenco matador (Jeremy Irons, Paul
Bettany, Demi Moore), que tem um ritmo quase de suspense, de tão tenso
que é. Disponível no Prime Video.
Na Roda da Fortuna (The Hudsucker Proxy, 1994)
Aqui temos um filme mais leve (comédia), mas que traz um senso de
humor bem cáustico sobre o mundo dos negócios, pois é dirigido pelos
aclamados irmãos Coen (Fargo, Onde os Fracos não tem Vez). Estrelado por
Tim Robbins e o lendário Paul Newman, Na Roda da Fortuna
se passa nos anos 50 e conta a história absurda de um ingênuo inventor,
que do dia pra noite se torna presidente de uma gigantesca empresa
industrial em Nova York, depois que o CEO comete suicídio. O motivo: um
sacana conselho administrativo que quer assumir o controle de todas a
ações e acredita que o rapaz vai afundar o valor da empresa. Bem, não é
bem assim que as coisas rolam. Outro filme que não é tão fácil de
encontrar, mas que vale todo o esforço para isso.
Sangue Negro (There Will Be Blood, 2007)
Uma obra-prima moderna do diretor Paul Thomas Anderson, Sangue Negro
se passa no começo do século passado, no auge da corrida do petróleo no
sul dos EUA. O filme acompanha a história de Daniel Plainview (Daniel
Day-Lewis), um inescrupuloso empresário e ser humano que abandona toda a
sua humanidade em sua obsessão pelo sucesso e dinheiro pela prospecção
do óleo. Um filme pesado e contemplativo, mas que fala de assuntos
profundos. Disponível via aluguel para streaming em diversas
plataformas.
Como a Plataforma Site Valeon pode ajudar as empresas a crescerem
A Plataforma Site Valeon pode ajudar as empresas a crescerem de diversas maneiras:
1. Aumentando a visibilidade online:
Oferecendo um site profissional e otimizado para mecanismos de
busca, aumentando a visibilidade da empresa na internet e atraindo mais
visitantes.
Integração com ferramentas de marketing digital, como Google Ads e
Facebook Ads, para alcançar um público mais amplo e direcionado.
Otimização do site para conversão, com formulários de contato e botões de ação que facilitam a interação com os clientes.
2. Melhorando a experiência do cliente:
Conteúdo informativo e relevante, que ajuda os clientes a
encontrarem as informações que procuram e a entenderem os produtos e
serviços da empresa.
Ferramentas de autoatendimento, como chat online e FAQs, que respondem às perguntas dos clientes de forma rápida e eficiente.
Design intuitivo e responsivo, que garante uma boa experiência de navegação em qualquer dispositivo.
3. Aumentando as vendas:
Integração com plataformas de e-commerce, permitindo que os clientes
comprem produtos e serviços consultando diretamente no site.
Ferramentas de marketing automation, que automatizam o envio de emails e mensagens personalizadas para leads e clientes.
Análise de dados, que fornece insights sobre o comportamento dos clientes e ajuda a otimizar as campanhas de marketing.
4. Reduzindo custos:
Automação de tarefas repetitivas, como o envio de emails e a gestão de leads.
Otimização do site para SEO, que reduz a necessidade de investir em publicidade paga.
Integração com ferramentas de CRM, que ajuda a gerenciar o relacionamento com os clientes de forma mais eficiente.
5. Aumentando a produtividade:
Ferramentas de colaboração, como compartilhamento de arquivos e calendários, que facilitam o trabalho em equipe.
Integração com ferramentas de gestão de projetos, que ajuda a organizar e acompanhar o andamento das tarefas.
Automação de tarefas repetitivas, que libera tempo para os funcionários se concentrarem em atividades mais estratégicas.
A Plataforma Site Valeon é uma solução completa e acessível que pode ajudar empresas de todos os portes a crescerem.
Para saber mais, visite o site <valedoacoonline.com.br> ou
entre em contato com a equipe de vendas pelo telefone (31) 98428-0590.