quarta-feira, 25 de setembro de 2024

PETROBRAS PRONTA PARA INICIAR A EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NA MARGEM EQUATORIAL

 

História de CdB – Correio do Brasil

Segundo o ministro, o Brasil é o “celeiro de energias limpas e renováveis do mundo” e não pode abrir mão da exploração e produção de petróleo.

Por Redação – de Brasília

Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira disse que o Brasil está muito perto de obter a licença para exploração de petróleo na margem equatorial, a chamada ‘Calha Norte’. Localizada no litoral do país, a área é tida como novo pré-sal, devido ao potencial de reservas de petróleo.

O ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, é favorável à exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas

O ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, é favorável à exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas

— O governo que quer cumprir rigorosamente toda legislação ambiental e está em fase quase que final de avançar na possibilidade de, primeiro diagnosticar as nossas riquezas na margem equatorial, e depois, soberanamente, decidir sobre essa exploração — disse o ministro a jornalistas, na noite passada.

Pluralidade

Silveira falou, em uma coletiva de imprensa, logo após participar da abertura do ROG.e 2024, anteriormente conhecido como Rio Oil & Gas. A programação é um dos pontos altos da indústria do petróleo e gás no mundo e reúne representantes de empresas nacionais e internacionais e autoridades. Segundo o ministro, o Brasil é o “celeiro de energias limpas e renováveis do mundo” e não pode abrir mão da exploração e produção de petróleo.

— O Brasil é a grande potência verde global, nós temos autoridade para dizer que a nossa matriz é plural e não podemos abrir mão dessa pluralidade — afirmou.

A ‘Calha Norte’ abrange uma área que vai da costa do Rio Grande do Norte à do Amapá. A potencial exploração de óleo na região, que inclui a foz do Rio Amazonas, é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis danos ambientais.

Licença

A Petrobras busca uma licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, para iniciar com o trabalho de exploração no litoral, que inclui a Bacia da Foz do Amazonas.

O ministro garantiu que a Petrobras vem cumprindo condicionantes ambientais, embora não saiba ainda, com precisão, quando receberá a permissão do Ibama. 

— À medida que a Petrobras vem cumprindo, a gente vem apoiando cada vez mais esse licenciamento — resumiu.

STF IMPEDE QUE EQUIPE DE ESPECIALISTAS EM TECNOLOGIA DE INSPECIONAR O CÓDIGO-FONTE DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PROCESSOS JUDICIAIS

 

História de Redação – Jornal Estadão

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre a proibição do presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que impediu o UOL e uma equipe de especialistas em tecnologia da informação de inspecionar o código-fonte do sistema de distribuição de processos judiciais aos ministros. Segundo ele, a análise do código-fonte poderia facilitar ataques de hackers e será feita no futuro, sem data definida.

Andreazza também comenta sobre a comitiva do presidente Lula que levou mais de 100 pessoas para Assembleia-Geral da ONU em Nova York. Até o momento, a fatura da comitiva brasileira na ONU já soma pouco mais de R$ 750 mil – os números são do Painel de Viagens do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, e devem subir nos próximos dias.

O colunista também comenta sobre a investigação contra o cantor Gusttavo Lima e as bets. Polícia diz que cantor está envolvido em esquema de lavagem de dinheiro e deu cobertura a dono de bet investigada. Defesa do sertanejo diz que ele é inocente.

Ainda sobre as apostas eletrônicas, segundo membro do grupo Jogadores Anônimos, que reúne viciados em apostas ‘Bets são o novo crack’. Entidade voltada para a recuperação de apostadores compulsivos nos jogos online diz que número de viciados vem crescendo, destruindo as finanças familiares dos envolvidos; para Instituto Jogo Legal, problemas serão resolvidos com a regulação das bets.

IBGE PODE SER CLONADO PARA RECEBER INVESTIMENTOS

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

O presidente do IBGE, Márcio Pochmann, decidiu “clonar” o instituto criando a Fundação IBGE+, uma entidade de direito privado para, segundo disse em nota, reduzir a “dependência” do instituto do orçamento público, captando recursos extras. Fez isso em julho, mas comunicou aos funcionários dois meses depois, sem entrar em detalhes, pela intranet, e acendeu o estopim de uma grave crise institucional no IBGE.

O objeto da nova instituição, chamada pelos servidores de “IBGE Paralelo”, ainda não está muito claro, tampouco a forma como vai captar dinheiro. Na nota, publicada depois de protestos dos servidores, Pochmann diz que a fundação foi criada “espelhando a conformação” do instituto para receber recursos, “antes impossível” devido à limitação orçamentária. Diz também ter obtido, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a certificação do IBGE como instituto de ciência e tecnologia.

Um dos órgãos subordinados àquele ministério é a Finep, agência pública de financiamento à inovação. Pode estar aí o engenho montado para receber recursos públicos “por fora” do orçamento, o que significaria mais um drible nos limites do arcabouço fiscal. No Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2025, o IBGE receberá R$ 2,9 bilhões, segundo o sindicato nacional dos servidores do instituto, que prepara manifestação de protesto pedindo a destituição de Pochmann.

Antes do anúncio do sindicato, técnicos e gestores das duas principais diretorias do IBGE – Pesquisa e Geociências – já haviam divulgado cartas abertas denunciando a gestão autoritária de Pochmann, como informou reportagem do Estadão. Numa delas, gerentes se mostraram preocupados diante de uma administração autoritária e sem transparência; na outra, os pesquisadores alertaram sobre eventuais mudanças do estatuto do IBGE e incertezas quanto aos objetivos da criação da Fundação IBGE+.

Os servidores reclamam também de questões administrativas, como a mudança do trabalho remoto para híbrido e a transferência de endereços de unidades, mas estas cabem tão somente a negociações internas. À sociedade interessa manter para o IBGE a imagem de credibilidade e confiança à qual o principal centro de produção de dados estatísticos do País sempre fez jus. E as acusações de arbitrariedade, autoritarismo e opacidade no comando do órgão são sérias ameaças à integridade de sua reputação.

Márcio Pochmann enfrentou críticas semelhantes do corpo técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), quando presidiu o órgão durante seis anos, no segundo governo Lula e metade do primeiro mandato de Dilma Rousseff. Sua gestão foi marcada por um êxodo de pesquisadores que reclamavam de pressões políticas em análises sobre o comportamento macroeconômico, o que fez com que sua indicação para o IBGE, no ano passado, fosse cercada de desconfiança.

Pochmann é um nome intimamente ligado ao lulopetismo e é difícil imaginar que esteja sob ameaça no cargo. Mas vale ressaltar que a confiabilidade do IBGE é mais importante do que o apreço de Lula a qualquer companheiro.

PETROBRAS INVESTE EM STARTUPS DE TECNOLOGIA

 

Redação StartSe

Petrobras lança edital para startups de software e deep tech

A Petrobras vai lançar nesta terça-feira (24), durante a Rio Oil & Gas (ROG), um edital de R$ 16 milhões para selecionar startups que ajudem a desenvolver soluções na área de integridade de ativos. 

  • A seleção é nacional, em parceria com o Sebrae, e ao final do processo as empresas vencedoras podem receber até R$ 1 milhão, para desafios de software, ou até R$ 2 milhões para empresas de deep tech. As inscrições vão até 23 de outubro.

O módulo Startups da Petrobras foi criado há cinco anos para ser a ponte entre a Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e a chegada da tecnologia ao mercado. No entanto, ao longo dos anos, a área acabou se tornando um braço de venture building da companhia, que ajuda no processo de criação das empresas.

Desde a primeira edição do programa, a Petrobras já estabeleceu parcerias com 53 startups de 10 estados. Ao todo, são 63 projetos, já que algumas startups foram selecionadas em mais de um edital.  

A taxa de continuidade, ou seja, novos contratos de P&D, fornecimento e investimento, é de 30%, número acima da média de mercado, segundo a companhia. O percentual considera apenas os contratos celebrados com a Petrobras mas algumas startups, como Vidya e Pix Force, já firmaram contratos com outras grandes empresas do setor.

Em nota, a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, afirma que a companhia já aportou cerca de R$ 54 milhões no módulo Startups desde a sua criação em 2019.

“As empresas selecionadas recebem suporte financeiro e apoio do corpo técnico da Petrobras para teste e qualificação das soluções inovadoras e o projeto pode ser escolhido para uma etapa de implantação. Além disso têm acesso a ambiente de teste real na indústria de óleo, gás e energia e, como o edital é de inovação aberta, ao final do processo, o produto ou tecnologia desenvolvido pode ser escalado para o mercado”, explica.

Startups interessadas em participar podem se inscrever até o dia 23 de outubro, por meio do site do programa Petrobras Conexões para Inovação. O edital também será publicado nesta página, e estará disponível a partir desta quarta-feira, dia 24 de setembro.

NEURALINK DE ELON MUSK DESENVOLVE IMPLANTE CEREBRAL DE CHIP QUE DEVOLVE A VISÃO

 

Junior Borneli – Founder da StartSe 

A FDA, espécie de Anvisa dos EUA, autorizou a Neuralink a testar um novo implante cerebral capaz de devolver a visão a pessoas cegas. Trata-se do projeto Blindsight, que quer dizer “Visão Cega”.


Esse novo implante será conectado com a parte do cérebro responsável pela visão. Segundo a Neuralink, a primeira versão devolverá a visão às pessoas de forma gradual, como se fosse uma projeção.

Elon Musk disse que, na primeira versão, as pessoas enxergarão como se estivessem vendo um jogo virtual com gráficos baixos, “como se fosse um Atari”. Mas que logo isso evoluirá.

Segundo ele, depois de atingir o primeiro objetivo, que é devolver a visão, o dispositivo será capaz de permitir que a visão das pessoas com chip será melhor do que a visão natural dos humanos.

E que os chips poderão nos ajudar a enxergar infravermelho, ultravioleta e até ondas de radar. 

Bom… devolver a visão já seria algo extraordinário, então nem é bom pensar nessa outra camada aqui.

Você pode acreditar nisso ou achar que é uma loucura. Fato inegável e que o FDA, a Anvisa americana, aprovou os testes e a lista de voluntários para essa fase experimental já está disponível no site da Neuralink.

Neuralink fez 2º implante de chip cerebral em humano, diz Musk

‘Não quero azarar, mas parece ter corrido muito bem’, disse o bilionário sobre a operação, mas sem revelar a identidade do paciente. A empresa pretende fazer mais implantes ainda este ano.

Por g1 – Globo

Neuralink, do bilionário Elon Musk, realizou bateria de exames antes de implantar chip em seu primeiro paciente — Foto: Reprodução/Neuralink

Um segundo paciente humano recebeu com sucesso o chip cerebral da “Neuralink”, empresa do bilionário Elon Musk. O anúncio foi feito pelo próprio empresário durante entrevista para um podcast na sexta-feira (2).

A Neuralink ainda está testando seu dispositivo, que se destina a ajudar pessoas com lesões na medula espinhal (veja ele como funciona).

chip permitiu que o primeiro paciente, Noland Arbaugh, de 29 anos, jogasse videogame, navegasse na internet, postasse nas redes sociais e movesse o cursor em seu laptop, segundo a agência Reuters.

Durante a entrevista para o podcast, Musk não compartilhou muitos detalhes sobre o segundo implantado, mas afirmou que ele tem uma lesão na medula espinhal semelhante à do primeiro paciente.

“Não quero azarar, mas parece ter corrido muito bem com o segundo implante”, disse Musk. “Há muito sinal, muitos eletrodos. Está funcionando muito bem”, completou.

Musk também disse que espera que a Neuralink forneça os implantes a mais pacientes este ano como parte de seus ensaios clínicos.

No mês passado, o bilionário tinha anunciado que sua empresa retomaria os implantes em humanos, após resolver um problema que afetou a capacidade do primeiro implatado de mover o cursor de um computador com o pensamento.

A empresa chegou a publicar um vídeo (veja acima) mostrando Noland jogando xadrez on-line usando sua mente, sem mencionar um detalhe: após a operação, alguns dos cabos revestidos de eletrodos haviam se retraído.

O futuro da humanidade: chips cerebrais e a busca pela superinteligência

A Neuralink anunciou que espera implantar chips no cérebro de milhões de pessoas nos próximos 10 anos. Essa notícia, por si só, já é incrível. Mas o que está escrito nas entrelinhas é ainda mais impressionante.



Esse movimento mostra uma ampliação no “escopo” de atuação da Neuralink. A ideia inicial era oferecer uma solução terapêutica, mas agora essa sinalização mostra uma mudança de direcionamento.

A Neuralink acredita que é possível implantar os chips em pessoas sem nenhum comprometimento neurológico com o objetivo único de transformá-los em “super humanos”, ampliando suas capacidades cognitivas.

Isso pode parecer estranho, mas começa-se a desenhar um cenário interessante. Está claro que os robôs humanoides tomarão o emprego de muitas pessoas, em diferentes mercados.

Contudo, alguns especialistas acreditam que possa haver um intermediário entre o humano e o robô. Esse “híbrido” começa a tomar forma com iniciativas como essa, da Neuralink, e algumas outras vindas das big techs.

O Google, por exemplo, já desenvolveu e comercializa uma “calça robótica”, que aumenta em 40% a força das pernas dos usuários. Isso significa que é possível fazer muito mais atividades, com quase a metade do esforço.

Esse “meio do caminho” entre o humano e o robô pode ser uma alternativa para reduzir o impacto da perda de empregos ou pelo menos retardar esse processo, dando tempo para a recolocação de quem perder o emprego.

Loucura, né? Mas são os sinais do mercado.

Leitura recomendada

Junior Borneli é apaixonado pelo empreendedorismo e pela criação de novos negócios. Fundador e CEO da StartSe, é um dos profissionais mais bem conectados ao ecossistema de inovação e negócios do país. E você pode contratar Junior Borneli para palestrar em sua empresa aqui!

TUDO COMEÇA BEM ANTES COM A IDENTIFICAÇÃO DE UM PROBLEMA

 

Maurício Benvenutti – Sócio da StartSe

É muito fácil nos apegarmos às soluções e ao desafio de projetá-las e transportá-las à realidade, mas tudo começa bem antes, com a identificação de um problema.

Foto: Unsplash

Um tempo atrás, nós recebemos Uri Levine, cofundador do Waze, na sede da StartSe em São Paulo. Ele veio lançar seu livro “Apaixone-se pelo problema, não pela solução”.

  • De fato, a relevância desse tema é imensa para quem deseja construir qualquer coisa. Afinal, é fácil nos apegarmos às soluções e ao desafio de projetá-las e transportá-las à realidade.

Tudo começa bem antes, com a identificação de um problema. Esse é o ponto de partida. Muitas pessoas cometem o equívoco de criar produtos e serviços sem conhecer as dores e as dificuldades reais enfrentadas por um determinado grupo de pessoas.

Quando você quer desenvolver algo, seu maior risco não é faltar dinheiro ou experiência ao longo do processo… Mas, sim, trabalhar meses num projeto e só descobrir, depois desses meses todos, que não há consumidores para o que você criou.

É jogar seu tempo fora em uma solução que não resolve o problema de ninguém. Isso sim é uma ameaça. Desperdiçar parte da sua vida e dos seus recursos construindo uma iniciativa potencialmente dispensável.

Para minimizar esse risco, a primeira coisa que você deve fazer é encontrar uma dor a ser remediada. Isso é a base de tudo. Vejo inúmeros indivíduos tratarem seus produtos como filhos, protegendo-os de toda e qualquer ameaça. Só que produtos e serviços mudam.

  • Necessidades se mantêm, produtos e serviços se alteram.

Em algum momento, para continuar atendendo aos anseios dos consumidores, você precisará alterar – ou até matar – as soluções atuais e lançar novas. E quando esse dia chegar, a tendência de quem defende seus produtos sem olhar para os problemas que eles resolvem é resistir, e não agir e ficar para trás. As necessidades humanas se mantêm, a forma de satisfazê-las evolui

Leitura recomendada

Experimente vivenciar a inovação e a tecnologia onde elas nascem. Em 6 dias de Imersão no Vale do Silício, você vai se conectar com renomados acadêmicos, empresas e investidores locais.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

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A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua empresa seja oficializada.

A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as melhores marcas do varejo e um mix de opções.

O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.

Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é muito abaixo do valor praticado pelo mercado.

Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:

  • O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
  • A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a comunicação dos clientes com as lojas.
  • Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da compra.
  • No país, as lojas online, que também contam com lojas físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
  • O número de visitantes do Site da Valeon tem crescido exponencialmente, até o momento, tivemos 223.000 visitantes.
  • O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
  • A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como: empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.

                                                                                                                                                                   Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.

Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?

Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

terça-feira, 24 de setembro de 2024

QUAL FOI O IMPACTO DA SUSPENSÃO DA REDE SOCIAL X DURANTE A CORRIDA ELEITORAL?

 

História de Natalia Viana – Agência Pública

A suspensão do Twitter afetou a desinformação eleitoral?

A suspensão do Twitter afetou a desinformação eleitoral?

Pablo Marçal parece ter derretido, Ricardo Nunes se consolidou entre o público bolsonarista; o segundo turno parece ter se definido nas últimas duas semanas. E isso só em São Paulo. A campanha eleitoral está a toda, e com os recentes acenos do Twitter – que passou a respeitar as decisões do STF, indicando uma advogada como representante legal e suspendendo as contas investigadas – parece que a empresa de Elon Musk percebeu que é um mau negócio ficar fora do ar neste momento. 

Mas qual foi o impacto até agora dessa suspensão histórica da rede social durante a corrida eleitoral? Procurei quatro especialistas em desinformação e fact-checking para me ajudar a entender a resposta. 

(Alô, Alexandre de Moraes: para deixar claro, os pesquisadores seguem monitorando a rede através de contas no exterior.) 

“É impressionante que o volume de desinformação nas temáticas que a gente monitora de desinformação, que são campanhas permanentes ligadas à extrema direita brasileira, não diminuiu em nada. Isso nos surpreendeu bastante”, diz Marie Santini, diretora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ (Netlab). 

Mas, para ela, embora o volume seja o mesmo, a suspensão do Twitter reduziu a velocidade com que essas campanhas desinformativas se espalham. 

“O Twitter tinha essa característica de rede social muito veloz, que de alguma forma colocava pautas e questões e informações erradas no debate público e atingia muitas pessoas muito rapidamente, pela lógica do algoritmo da plataforma”, explica. Por outro lado, a presença massiva da imprensa e de políticos ajudava a acelerar o ciclo da desinformação. 

“A suspensão do Twitter teve esse duplo efeito, desacelerou a disseminação de desinformação e essa desaceleração está dando um tempo para a imprensa chegar com as informações confiáveis, íntegras. Isso deixa o debate público um pouco mais saudável”, diz ela.

Natália Leal, diretora da Lupa, agência de fact-checking que também faz treinamentos, afirma que a suspensão não afetou o fluxo de fake news: “Os usuários seguem ativos em outras plataformas e mantêm o mesmo comportamento de espalhar informações falsas”, diz. “Muitas contas que tradicionalmente publicam desinformação sobre o processo eleitoral seguiram ativas no X, através de VPN, e, sem acesso ao aplicativo, não conseguimos monitorar esse movimento e checar essas informações”. 

Já Sérgio Lüdke, coordenador do projeto Comprova, que reúne dezenas de redações para fazer verificação em tempo real, lamenta a suspensão do Twitter, dizendo que “faz bem à saúde mental não conviver com o ódio na plataforma, mas é também lamentável ter que deixar para trás todo o estoque de inteligência que ela é capaz de gerar e conservar”. 

Para ele, o maior impacto da suspensão do Twitter foi impedir a avaliação do fluxo de desinformação, pois a plataforma funcionaria como um “entreposto” onde campanhas de fake news são trazidas de outras plataformas. 

“É muito difícil dimensionar a redução da circulação da desinformação com as barreiras impostas ao X”, diz ele. “Mas a atividade ainda é grande. Somente uma das postagens que usou fotos manipuladas da Tabata Amaral há alguns dias alcançou perto de 200 mil visualizações.” 

Tai Nalon, fundadora e diretora do Aos Fatos, uma organização que promove soluções tecnológicas originais para monitorar e combater desinformação, lembra que o monitoramento já estava mais difícil desde a aquisição da empresa por Elon Musk. “Desde que a API do Twitter passou a ser paga, no ano passado, estamos sofrendo com um apagão de dados que nos impede de fazer diagnósticos mais precisos sobre o que está acontecendo na plataforma. E como Musk mudou fundamentalmente alguns de seus principais atributos, como a timeline cronológica e a distribuição gratuita de conteúdo, fica ainda mais difícil dimensionar se a experiência que eu e o Aos Fatos vínhamos tendo no X é a mesma de outras pessoas.” 

Ainda segundo a jornalista a principal ferramenta de combate à desinformação havia sido “cooptada por grupos políticos desde a origem”. “Há estudos que mostram que essa ferramenta sozinha não combate a desinformação e, por falta de transparência e mecanismos de controle, pode até aumentar seu alcance”, explica.

Embora já tivesse sido uma boa ferramenta qualificadora do debate público onde estavam autoridades e quem as cobria, o Twitter já tinha menos usuários que o TikTok e “estava em franco declínio”. “Antes do bloqueio, era conversa recorrente entre marcas jornalísticas despriorizar a plataforma. Havia menos jornalistas engajados em transmitir boas informações também, já que virou um terreno fértil para assédio e outros tipos de ataques digitais. E, mesmo que você tivesse a sorte de não ser atacado, o engajamento era inexplicavelmente baixo para contas gratuitas. Então, se não é possível afirmar categoricamente se a desinformação aumentou, certamente é possível dizer que a quantidade de boa informação diminuiu.”

Bluesky ou TikTok? 

Os especialistas concordam que a rede que mais ganhou adeptos nesse período foi o Bluesky – estima-se que a plataforma recebeu mais de 3 milhões de novos usuários, atingindo a casa dos 10 milhões no total. Essa migração modificou a dinâmica das conversas e da desinformação. 

“De acordo com a nossa equipe de audiência e engajamento, que acompanha esses ambientes, ainda não há por lá uma tendência de espalhamento de desinformação como ocorria no X”, diz Natália Leal. “No Bluesky, inclusive, vimos usuários comemorando que perfis que costumam compartilhar teorias da conspiração e conteúdos falsos não migraram para lá.” Mas, para ela, a rede é ainda incipiente e é preciso ver se ela vai se consolidar.   

De fato, pode ser que, se o Twitter voltar a funcionar no Brasil esta semana, todos esses usuários voltem para o quintal de Musk.  

O jornalista Lüdke avalia que houve um “comportamento de manada” para o Bluesky – mas apenas de perfis mais progressistas. Marie Santini discorda. Para ela, quem migrou para a plataforma foram “pessoas neutras, que talvez não estivessem conversando tanto sobre política, estivessem usando o Twitter para outras coisas”. Além disso, analisa a pesquisadora, há uma tentativa de desinformadores de “ocupar mais o TikTok”, mas, como a rede não é tão usada por membros da imprensa tradicional, a tração dessas campanhas é menor. 

Fragmentação da audiência e falta de incentivo ao jornalismo 

O resultado, para Marie Santini, é que o que se vê agora “não é uma polarização dentro de uma plataforma, é uma polarização em plataformas diferentes, ou seja, cada campo político está discutindo numa plataforma específica e não está conseguindo ser confrontado e debater com outro campo”. Crescem, assim, as bolhas ou “câmara de eco”.

Na análise de Tai Nalon, o debate público já estava mais fragmentado e deve continuar assim. “O bloqueio do Twitter apenas cimentou essa percepção. Se o Instagram e o Facebook desincentivam conteúdos políticos, assim como o TikTok não gosta muito de jornalismo, há poucos lugares onde encontrá-los. O YouTube, que é uma máquina inexplicavelmente subestimada de informação e de desinformação, é um deles. O WhatsApp também, além do Telegram. Mas essas plataformas oferecem experiências bastante específicas de consumo e me parecem incomparáveis.” 

“Também não sei dizer se é bom ou ruim – só sei que os mecanismos de incentivo à boa informação são insuficientes dentro dessas plataformas.”

Natalia Leal também acredita que a tendência é uma via de mão dupla. “Há alguns anos temos diferentes plataformas e redes sociais se alternando em relevância nesse debate e para a sociedade. É positivo, à medida que quebra um monopólio de informação, mas também é negativo, porque a falta de regulação transforma esses ambientes em lugares nocivos e perigosos muito rapidamente.”

DECRETADA A PRISÃO DO CANTOR GUSTAVO LIMA

 

História de José Maria Tomazela – Jornal Estadão

O cantor Gusttavo Lima é sócio da empresa Vai de Bet, investigada pela Polícia Civil de Pernambuco que apura um esquema de lavagem de dinheiro de jogos ilegais. É o que afirma a decisão judicial que, nesta segunda-feita, 23, determinou a prisão preventiva do cantor. Segundo a Justiça, em 1.º de julho deste ano, Lima adquiriu participação de 25% na empresa de apostas esportivas. A empresa do sertanejo também é suspeita de ocultar valores oriundos de jogos ilegais.

Gusttavo Lima como garoto-propaganda da Vai de Bet. Foto: Reprodução/Vai de Bet

Gusttavo Lima como garoto-propaganda da Vai de Bet. Foto: Reprodução/Vai de Bet

A defesa do cantor afirmou que a decretação da prisão é “injusta e sem fundamentos legais” e que está tomado as medidas cabíveis para revertê-la.

Estadão não localizou as defesas de José André da Rocha Neto, da Vai de Bet e da HSF Entretenimento Promoção de Eventos, também citadas no processo.

A Vai de Bet pertence a José André da Rocha Neto, que estava na Grécia com o sertanejo no dia em que foi deflagrada a Operação Integration. Desde então, o empresário não se apresentou à polícia e é tido como foragido. Gusttavo Lima é acusado de ter atuado na fuga do empresário.

Conforme a juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do Recife, a sociedade na empresa de Rocha Neto, um dos principais investigados na operação, acentua ainda mais a natureza questionável das “interações financeiras” do cantor. “Essa é uma associação que levanta sérias dúvidas sobre a integridade das transações e a legitimidade dos vínculos estabelecidos”, diz a juíza.

Foi para a empresa J.M.J. Participações Ltda, de Rocha Neto, que Gusttavo Lima teria vendido seu avião, um Cessna Aircratf, tendo recebido valores que somam R$ 22,2 milhões. O avião foi apreendido pela justiça no aeroporto de Jundiaí, no interior de São Paulo. Segundo a decisão judicial, a empresa de Lima atuou para “ocultar/dissimular a disposição e propriedade da aeronave”.infographics

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Na decisão desta segunda-feira, a juíza afirma ainda, com base na investigação policial, que a Balada Eventos e Produções Ltda, de Gusttavo Lima, é responsável por ocultar valores provenientes de jogos ilegais da HSF Entretemimento Promoção de Eventos, ao receber dela repasses de R$ 9,8 milhões.

Aponta também que a empresa GSA, de Gusttavo Lima, teria ocultado valores provenientes dos jogos ilegais, guardando em cofre da empresa R$ 112 mil e 4,7 mil euros, além de 1 mil dólares.

Segundo consta na decisão, há “indícios suficientes de participação dele no crime de lavagem de dinheiro”.

O que diz a defesa

Em nota, a defesa de Gusttavo Lima informou que as medidas cabíveis já estão sendo adotadas para reverter o mandado de prisão contra o cantor. “Ressaltamos que é uma decisão totalmente contrária aos fatos já esclarecidos pela defesa do cantor e que não serão medidos esforços para combater juridicamente uma decisão injusta e sem fundamentos legais.”

Segundo a nota, a inocência do artista será devidamente demostrada, “pois acreditamos na Justiça brasileira”. “O cantor Gusttavo Lima jamais seria conivente com qualquer fato contrário ao ordenamento de nosso país e não há qualquer envolvimento dele ou de suas empresas com o objeto da operação deflagrada pela Polícia pernambucana.”

A defesa esclarece que os autos tramitam em segredo de justiça e que qualquer violação a esse instituto será objeto de reparação e responsabilização aos infratores.

AUTORIDADE CLIMÁTICA CAUSA RACHA NO GOVERNO LULA

História de Débora Bergamasco, Isabel Mega, Tainá Falcão – CNN Brasil

Autoridade Climática racha governo Lula

Autoridade Climática racha governo Lula

A criação da Autoridade Climática para coordenar políticas públicas de combate à crise do clima rachou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, defende que a instituição seja uma espécie de autarquia vinculada à sua própria pasta, o MMA. Marina argumenta que, se a instituição for atrelada à Presidência da República, corre o risco de ficar refém da “sazonalidade política e da alternância de poder”. Ou seja, que um futuro governo possa simplesmente extinguir o órgão. Já o ministro da Casa Civil, Rui Costa, um dos conselheiros mais ouvidos por Lula, diverge. Em entrevista ao jornal “O Globo”, ele criticou a ideia: “Autoridade Climática subordinada ao ministro como cargo de segundo escalão… Então, ou é autoridade ou é um departamento.” As divergências sobre a vinculação do órgão vêm desde o governo de transição, em 2022. Diante do impasse e da falta de recursos, o presidente Lula decidiu não decidir e a criação do órgão acabou não saindo do papel. Com o agravamento das queimadas pelo país, a criação da Autoridade Climática voltou à pauta e, novamente, gera discordâncias. https://www.youtube.com/watch?v=cWXV2D0muKo A CNN confirmou a informação de que, por hora, a avaliação da Casa Civil é a de que o formato vinculado a um ministério poderia comprometer o poder de atuação da instituição, sem poder de fogo para mobilizar outras pastas. Por outro lado, há a avaliação de que a Autoridade Climática fora do ministério poderia tirar protagonismo de Marina Silva nessas discussões. Embora seja uma demanda prioritária de Marina Silva desde a campanha presidencial, o Ministério do Meio Ambiente não ainda não enviou nenhuma proposta formal de texto para a Casa Civil. O MMA chegou a fazer uma apresentação em Power Point, mas ainda não há nenhuma proposta formalizada. O único texto já na mesa de Rui Costa é uma proposta de estatuto jurídico da emergência climática. O Palácio do Planalto espera receber em breve o texto. E, quando chegar, será encaminhado para discussão interministerial. Resistências no Congresso No centro do debate está também o perfil de quem assumiria o cargo de Autoridade Climática. O presidente da Frente Parlamentar de Agricultura e Pecuária, Pedro Lupion (PP-PR), disse à CNN ser “absolutamente contra a vinculação da Autoridade Climática ao Ministério do Meio Ambiente”. Lembrando que esse tema precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional, Lupion declarou que fará “todos os esforços para barrar qualquer tentativa de indicar alguém que tenha perfil ideológico para assumir a função. Não aceitaremos um perfil que não seja técnico e que dialogue com todos os setores”, concluiu. Um dos nomes que circulam é do o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que é vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e foi relator do projeto dos Combustíveis do Futuro, que estabelece um novo marco regulatório para o setor de biocombustíveis. Jardim negou à CNN que tenha sido sondado e disse enxergar o novo órgão como algo que deve ser setorizado para alguém do governo. O deputado disse que prefere preservar a posição de independência.

 

PROPOSTAS DE LULA NA ONU COM O TEMPO SE REVELARAM POUCO REALISTAS

 

É o velho contraste entre o que se diz e o que se faz — ou não se faz

William Waack – CNN Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante abertura da Cúpula do Futuro, no Salão da Assembleia Geral, da Sede das Nações Unidas (ONU)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante abertura da Cúpula do Futuro, no Salão da Assembleia Geral, da Sede das Nações Unidas (ONU) • 22.09.2024 – Ricardo Stuckert/PR

Em seus três mandatos, o presidente Lula já discursou várias vezes na sede das Nações Unidas em Nova York, apresentando propostas que, com o tempo, revelaram-se pouco realistas.

Entre essas, destaca-se a ideia de reformar a governança global, inverter a relação de poder entre países ricos e pobres, e promover a paz em conflitos em várias regiões do mundo.

No entanto, quem prestar atenção ao que Lula diz nesta Assembleia Geral das Nações Unidas ouvirá, em grande parte, mais do mesmo.

São, basicamente, as queixas de uma potência regional média — o Brasil — com pouca capacidade de projeção de poder.

Além disso, o país viu diminuir sua liderança na América do Sul e enfrenta dificuldades até mesmo para cuidar de seus próprios desafios, como a preservação da Amazônia e seu papel na transição energética, com foco nas mudanças climáticas.

Na atual viagem a Nova York, Lula participou de eventos que geraram torrentes de palavras bem-intencionadas, mas sem resultados práticos, como a chamada Cúpula do Futuro.

Diante disso, parecia pragmático, e até modesto, o pedido que o presidente brasileiro fez às agências de classificação de risco: reestabelecer o grau de investimento que o Brasil já teve e perdeu.

Infelizmente, também esse pedido corre o risco de cair na gaveta das demandas irrealistas, principalmente por conta da política fiscal e do elevado nível de dívida do país.

É o velho contraste entre o que se diz e o que se faz — ou não se faz.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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