A FDA, espécie de Anvisa dos EUA, autorizou a Neuralink a testar um
novo implante cerebral capaz de devolver a visão a pessoas cegas.
Trata-se do projeto Blindsight, que quer dizer “Visão Cega”.
Esse novo implante será conectado com a parte do cérebro responsável pela visão. Segundo a Neuralink, a primeira versão devolverá a visão às pessoas de forma gradual, como se fosse uma projeção.
Elon Musk
disse que, na primeira versão, as pessoas enxergarão como se estivessem
vendo um jogo virtual com gráficos baixos, “como se fosse um Atari”.
Mas que logo isso evoluirá.
Segundo ele, depois de atingir o
primeiro objetivo, que é devolver a visão, o dispositivo será capaz de
permitir que a visão das pessoas com chip será melhor do que a visão
natural dos humanos.
E que os chips poderão nos ajudar a enxergar infravermelho, ultravioleta e até ondas de radar.
Bom… devolver a visão já seria algo extraordinário, então nem é bom pensar nessa outra camada aqui.
Você
pode acreditar nisso ou achar que é uma loucura. Fato inegável e que o
FDA, a Anvisa americana, aprovou os testes e a lista de voluntários para
essa fase experimental já está disponível no site da Neuralink.
Neuralink fez 2º implante de chip cerebral em humano, diz Musk
‘Não quero azarar, mas parece ter corrido
muito bem’, disse o bilionário sobre a operação, mas sem revelar a
identidade do paciente. A empresa pretende fazer mais implantes ainda
este ano.
Por g1 – Globo
Neuralink, do bilionário Elon Musk, realizou bateria de exames antes
de implantar chip em seu primeiro paciente — Foto: Reprodução/Neuralink
Um segundo paciente humano recebeu com sucesso o chip cerebral da “Neuralink”, empresa do bilionário Elon Musk. O anúncio foi feito pelo próprio empresário durante entrevista para um podcast na sexta-feira (2).
A Neuralink ainda está testando seu dispositivo, que se destina a ajudar pessoas com lesões na medula espinhal (veja ele como funciona).
O chip permitiu que o primeiro paciente, Noland
Arbaugh, de 29 anos, jogasse videogame, navegasse na internet, postasse
nas redes sociais e movesse o cursor em seu laptop, segundo a agência
Reuters.
Durante a entrevista para o podcast, Musk não compartilhou muitos
detalhes sobre o segundo implantado, mas afirmou que ele tem uma lesão
na medula espinhal semelhante à do primeiro paciente.
“Não quero azarar, mas parece ter corrido muito bem com o segundo
implante”, disse Musk. “Há muito sinal, muitos eletrodos. Está
funcionando muito bem”, completou.
No mês passado, o bilionário tinha anunciado que sua empresa
retomaria os implantes em humanos, após resolver um problema que afetou a
capacidade do primeiro implatado de mover o cursor de um computador com
o pensamento.
A empresa chegou a publicar um vídeo (veja acima) mostrando
Noland jogando xadrez on-line usando sua mente, sem mencionar um
detalhe: após a operação, alguns dos cabos revestidos de eletrodos
haviam se retraído.
O futuro da humanidade: chips cerebrais e a busca pela superinteligência
A Neuralink anunciou que espera implantar chips no cérebro de milhões
de pessoas nos próximos 10 anos. Essa notícia, por si só, já é
incrível. Mas o que está escrito nas entrelinhas é ainda mais
impressionante.
Esse movimento mostra uma ampliação no “escopo” de atuação da Neuralink. A ideia inicial era oferecer uma solução terapêutica, mas agora essa sinalização mostra uma mudança de direcionamento.
A Neuralink acredita que é possível implantar os chips em pessoas sem nenhum comprometimento neurológico com o objetivo único de transformá-los em “super humanos”, ampliando suas capacidades cognitivas.
Isso pode parecer estranho, mas começa-se a desenhar um cenário interessante. Está claro que os robôs humanoides tomarão o emprego de muitas pessoas, em diferentes mercados.
Contudo, alguns especialistas acreditam que possa haver um intermediário entre o humano e o robô. Esse “híbrido” começa a tomar forma com iniciativas como essa, da Neuralink, e algumas outras vindas das big techs.
O Google, por exemplo, já desenvolveu e comercializa uma “calça robótica”,
que aumenta em 40% a força das pernas dos usuários. Isso significa que é
possível fazer muito mais atividades, com quase a metade do esforço.
Esse “meio do caminho” entre o humano e o robô pode ser uma alternativa para reduzir o impacto da perda de empregos ou pelo menos retardar esse processo, dando tempo para a recolocação de quem perder o emprego.
É muito fácil nos apegarmos às soluções e ao desafio de projetá-las e
transportá-las à realidade, mas tudo começa bem antes, com a
identificação de um problema.
Foto: Unsplash
Um tempo atrás, nós recebemos Uri Levine, cofundador do Waze, na sede da StartSe em São Paulo. Ele veio lançar seu livro “Apaixone-se pelo problema, não pela solução”.
De fato, a relevância desse tema é imensa para quem deseja construir
qualquer coisa. Afinal, é fácil nos apegarmos às soluções e ao desafio
de projetá-las e transportá-las à realidade.
Tudo começa bem antes, com a identificação de um problema. Esse é o
ponto de partida. Muitas pessoas cometem o equívoco de criar produtos e
serviços sem conhecer as dores e as dificuldades reais enfrentadas por
um determinado grupo de pessoas.
Quando você quer desenvolver algo, seu maior risco não é faltar
dinheiro ou experiência ao longo do processo… Mas, sim, trabalhar meses
num projeto e só descobrir, depois desses meses todos, que não há consumidores para o que você criou.
É jogar seu tempo fora em uma solução que não resolve o problema de
ninguém. Isso sim é uma ameaça. Desperdiçar parte da sua vida e dos seus
recursos construindo uma iniciativa potencialmente dispensável.
Para minimizar esse risco, a primeira coisa que você deve fazer é
encontrar uma dor a ser remediada. Isso é a base de tudo. Vejo inúmeros
indivíduos tratarem seus produtos como filhos, protegendo-os de toda e
qualquer ameaça. Só que produtos e serviços mudam.
Necessidades se mantêm, produtos e serviços se alteram.
Em algum momento, para continuar atendendo aos anseios dos
consumidores, você precisará alterar – ou até matar – as soluções atuais
e lançar novas. E quando esse dia chegar, a tendência de quem defende
seus produtos sem olhar para os problemas que eles resolvem é resistir, e
não agir e ficar para trás. As necessidades humanas se mantêm, a forma
de satisfazê-las evolui
Leitura recomendada
Experimente vivenciar a inovação e a tecnologia onde elas nascem. Em 6
dias de Imersão no Vale do Silício, você vai se conectar com renomados
acadêmicos, empresas e investidores locais.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar
ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a
oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de
divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma
Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa
livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua
empresa seja oficializada.
A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando
para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as
melhores marcas do varejo e um mix de opções.
O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o
cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de
compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.
Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que
pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa
plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é
muito abaixo do valor praticado pelo mercado.
Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:
O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação
das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site
de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a
comunicação dos clientes com as lojas.
Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim
trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da
compra.
No país, as lojas online, que também contam com lojas
físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com
relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que
compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
O número de visitantes do Site da Valeon tem crescido exponencialmente, até o momento, tivemos 223.000 visitantes.
O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de
comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e
ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros
marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e
promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como:
empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de
produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais
do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.
Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos
tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa
história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.
Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.
A suspensão do Twitter afetou a desinformação eleitoral?
Pablo Marçal parece ter derretido, Ricardo Nunes se consolidou entre o
público bolsonarista; o segundo turno parece ter se definido nas
últimas duas semanas. E isso só em São Paulo. A campanha eleitoral está a
toda, e com os recentes acenos do Twitter – que passou a respeitar as
decisões do STF, indicando uma advogada como representante legal e suspendendo as contas investigadas – parece que a empresa de Elon Musk percebeu que é um mau negócio ficar fora do ar neste momento.
Mas qual foi o impacto até agora dessa suspensão histórica da rede
social durante a corrida eleitoral? Procurei quatro especialistas em
desinformação e fact-checking para me ajudar a entender a resposta.
(Alô, Alexandre de Moraes: para deixar claro, os pesquisadores seguem monitorando a rede através de contas no exterior.)
“É impressionante que o volume de desinformação nas temáticas que a
gente monitora de desinformação, que são campanhas permanentes ligadas à
extrema direita brasileira, não diminuiu em nada. Isso nos surpreendeu bastante”, diz Marie Santini, diretora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ (Netlab).
Mas, para ela, embora o volume seja o mesmo, a suspensão do Twitter reduziu a velocidade com que essas campanhas desinformativas se espalham.
“O Twitter tinha essa característica de rede social muito veloz, que
de alguma forma colocava pautas e questões e informações erradas no
debate público e atingia muitas pessoas muito rapidamente, pela lógica
do algoritmo da plataforma”, explica. Por outro lado, a presença massiva
da imprensa e de políticos ajudava a acelerar o ciclo da
desinformação.
“A suspensão do Twitter teve esse duplo efeito, desacelerou a
disseminação de desinformação e essa desaceleração está dando um tempo
para a imprensa chegar com as informações confiáveis, íntegras. Isso
deixa o debate público um pouco mais saudável”, diz ela.
Natália Leal, diretora da Lupa, agência de fact-checking que também faz treinamentos, afirma que a suspensão não afetou o fluxo de fake news: “Os usuários seguem ativos em outras plataformas e mantêm o mesmo comportamento de espalhar informações falsas”,
diz. “Muitas contas que tradicionalmente publicam desinformação sobre o
processo eleitoral seguiram ativas no X, através de VPN, e, sem acesso
ao aplicativo, não conseguimos monitorar esse movimento e checar essas
informações”.
Já Sérgio Lüdke, coordenador do projeto Comprova, que reúne dezenas
de redações para fazer verificação em tempo real, lamenta a suspensão do
Twitter, dizendo que “faz bem à saúde mental não conviver com o ódio na
plataforma, mas é também lamentável ter que deixar para trás todo o
estoque de inteligência que ela é capaz de gerar e conservar”.
Para ele, o maior impacto da suspensão do Twitter foi impedir a
avaliação do fluxo de desinformação, pois a plataforma funcionaria como
um “entreposto” onde campanhas de fake news são trazidas de outras
plataformas.
“É muito difícil dimensionar a redução da circulação da desinformação
com as barreiras impostas ao X”, diz ele. “Mas a atividade ainda é
grande. Somente uma das postagens que usou fotos manipuladas da Tabata
Amaral há alguns dias alcançou perto de 200 mil visualizações.”
Tai Nalon, fundadora e diretora do Aos Fatos, uma organização que
promove soluções tecnológicas originais para monitorar e combater
desinformação, lembra que o monitoramento já estava mais difícil desde a
aquisição da empresa por Elon Musk. “Desde que a API do Twitter passou a
ser paga, no ano passado, estamos sofrendo com um apagão de
dados que nos impede de fazer diagnósticos mais precisos sobre o que
está acontecendo na plataforma. E como Musk mudou
fundamentalmente alguns de seus principais atributos, como a timeline
cronológica e a distribuição gratuita de conteúdo, fica ainda mais
difícil dimensionar se a experiência que eu e o Aos Fatos vínhamos tendo
no X é a mesma de outras pessoas.”
Ainda segundo a jornalista a principal ferramenta de combate à
desinformação havia sido “cooptada por grupos políticos desde a origem”.
“Há estudos que mostram que essa ferramenta sozinha não combate a
desinformação e, por falta de transparência e mecanismos de controle,
pode até aumentar seu alcance”, explica.
Embora já tivesse sido uma boa ferramenta qualificadora do debate
público onde estavam autoridades e quem as cobria, o Twitter já tinha
menos usuários que o TikTok e “estava em franco declínio”. “Antes do
bloqueio, era conversa recorrente entre marcas jornalísticas
despriorizar a plataforma. Havia menos jornalistas engajados em
transmitir boas informações também, já que virou um terreno fértil para
assédio e outros tipos de ataques digitais. E, mesmo que você tivesse a
sorte de não ser atacado, o engajamento era inexplicavelmente baixo para
contas gratuitas. Então, se não é possível afirmar categoricamente se a
desinformação aumentou, certamente é possível dizer que a quantidade de
boa informação diminuiu.”
Bluesky ou TikTok?
Os especialistas concordam que a rede que mais ganhou adeptos nesse período foi o Bluesky – estima-se que
a plataforma recebeu mais de 3 milhões de novos usuários, atingindo a
casa dos 10 milhões no total. Essa migração modificou a dinâmica das
conversas e da desinformação.
“De acordo com a nossa equipe de audiência e engajamento, que
acompanha esses ambientes, ainda não há por lá uma tendência de
espalhamento de desinformação como ocorria no X”, diz Natália Leal. “No
Bluesky, inclusive, vimos usuários comemorando que perfis que costumam
compartilhar teorias da conspiração e conteúdos falsos não migraram para
lá.” Mas, para ela, a rede é ainda incipiente e é preciso ver se ela
vai se consolidar.
De fato, pode ser que, se o Twitter voltar a funcionar no Brasil esta
semana, todos esses usuários voltem para o quintal de Musk.
O jornalista Lüdke avalia que houve um “comportamento de manada” para
o Bluesky – mas apenas de perfis mais progressistas. Marie Santini
discorda. Para ela, quem migrou para a plataforma foram “pessoas
neutras, que talvez não estivessem conversando tanto sobre política,
estivessem usando o Twitter para outras coisas”. Além disso, analisa a
pesquisadora, há uma tentativa de desinformadores de “ocupar mais o
TikTok”, mas, como a rede não é tão usada por membros da imprensa
tradicional, a tração dessas campanhas é menor.
Fragmentação da audiência e falta de incentivo ao jornalismo
O resultado, para Marie Santini, é que o que se vê agora “não é uma
polarização dentro de uma plataforma, é uma polarização em plataformas
diferentes, ou seja, cada campo político está discutindo numa plataforma
específica e não está conseguindo ser confrontado e debater com outro
campo”. Crescem, assim, as bolhas ou “câmara de eco”.
Na análise de Tai Nalon, o debate público já estava mais fragmentado e
deve continuar assim. “O bloqueio do Twitter apenas cimentou essa
percepção. Se o Instagram e o Facebook desincentivam conteúdos
políticos, assim como o TikTok não gosta muito de jornalismo, há poucos
lugares onde encontrá-los. O YouTube, que é uma máquina
inexplicavelmente subestimada de informação e de desinformação, é um
deles. O WhatsApp também, além do Telegram. Mas essas plataformas
oferecem experiências bastante específicas de consumo e me parecem
incomparáveis.”
“Também não sei dizer se é bom ou ruim – só sei que os mecanismos de
incentivo à boa informação são insuficientes dentro dessas plataformas.”
Natalia Leal também acredita que a tendência é uma via de mão dupla.
“Há alguns anos temos diferentes plataformas e redes sociais se
alternando em relevância nesse debate e para a sociedade. É positivo, à
medida que quebra um monopólio de informação, mas também é negativo,
porque a falta de regulação transforma esses ambientes em lugares nocivos e perigosos muito rapidamente.”
O cantor Gusttavo Lima é
sócio da empresa Vai de Bet, investigada pela Polícia Civil de
Pernambuco que apura um esquema de lavagem de dinheiro de jogos ilegais.
É o que afirma a decisão judicial que, nesta segunda-feita, 23, determinou a prisão preventiva do cantor.
Segundo a Justiça, em 1.º de julho deste ano, Lima adquiriu
participação de 25% na empresa de apostas esportivas. A empresa do
sertanejo também é suspeita de ocultar valores oriundos de jogos
ilegais.
Gusttavo Lima como garoto-propaganda da Vai de Bet. Foto: Reprodução/Vai de Bet
A defesa do cantor afirmou que a decretação da prisão é “injusta e
sem fundamentos legais” e que está tomado as medidas cabíveis para
revertê-la.
O Estadão não localizou as defesas de José André da
Rocha Neto, da Vai de Bet e da HSF Entretenimento Promoção de Eventos,
também citadas no processo.
A Vai de Bet pertence a José André da Rocha Neto, que estava na
Grécia com o sertanejo no dia em que foi deflagrada a Operação
Integration. Desde então, o empresário não se apresentou à polícia e é
tido como foragido. Gusttavo Lima é acusado de ter atuado na fuga do
empresário.
Conforme a juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do
Recife, a sociedade na empresa de Rocha Neto, um dos principais
investigados na operação, acentua ainda mais a natureza questionável das
“interações financeiras” do cantor. “Essa é uma associação que levanta
sérias dúvidas sobre a integridade das transações e a legitimidade dos
vínculos estabelecidos”, diz a juíza.
Foi para a empresa J.M.J. Participações Ltda, de Rocha Neto, que
Gusttavo Lima teria vendido seu avião, um Cessna Aircratf, tendo
recebido valores que somam R$ 22,2 milhões. O avião foi apreendido pela justiça no aeroporto de Jundiaí, no interior de São Paulo. Segundo a decisão judicial, a empresa de Lima atuou para “ocultar/dissimular a disposição e propriedade da aeronave”.
infographics
Na decisão desta segunda-feira, a juíza afirma ainda, com base na
investigação policial, que a Balada Eventos e Produções Ltda, de
Gusttavo Lima, é responsável por ocultar valores provenientes de jogos
ilegais da HSF Entretemimento Promoção de Eventos, ao receber dela
repasses de R$ 9,8 milhões.
Aponta também que a empresa GSA, de Gusttavo Lima, teria ocultado
valores provenientes dos jogos ilegais, guardando em cofre da empresa R$
112 mil e 4,7 mil euros, além de 1 mil dólares.
Segundo consta na decisão, há “indícios suficientes de participação dele no crime de lavagem de dinheiro”.
O que diz a defesa
Em nota, a defesa de Gusttavo Lima informou que as medidas cabíveis
já estão sendo adotadas para reverter o mandado de prisão contra o
cantor. “Ressaltamos que é uma decisão totalmente contrária aos fatos já
esclarecidos pela defesa do cantor e que não serão medidos esforços
para combater juridicamente uma decisão injusta e sem fundamentos
legais.”
Segundo a nota, a inocência do artista será devidamente demostrada,
“pois acreditamos na Justiça brasileira”. “O cantor Gusttavo Lima jamais
seria conivente com qualquer fato contrário ao ordenamento de nosso
país e não há qualquer envolvimento dele ou de suas empresas com o
objeto da operação deflagrada pela Polícia pernambucana.”
A defesa esclarece que os autos tramitam em segredo de justiça e que
qualquer violação a esse instituto será objeto de reparação e
responsabilização aos infratores.
História de Débora Bergamasco, Isabel Mega, Tainá Falcão – CNN Brasil
Autoridade Climática racha governo Lula
A criação da Autoridade Climática para coordenar políticas públicas
de combate à crise do clima rachou o governo do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT). A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, defende
que a instituição seja uma espécie de autarquia vinculada à sua própria
pasta, o MMA. Marina argumenta que, se a instituição for atrelada à
Presidência da República, corre o risco de ficar refém da “sazonalidade
política e da alternância de poder”. Ou seja, que um futuro governo
possa simplesmente extinguir o órgão. Já o ministro da Casa Civil, Rui
Costa, um dos conselheiros mais ouvidos por Lula, diverge. Em entrevista
ao jornal “O Globo”, ele criticou a ideia: “Autoridade Climática
subordinada ao ministro como cargo de segundo escalão… Então, ou é
autoridade ou é um departamento.” As divergências sobre a vinculação do
órgão vêm desde o governo de transição, em 2022. Diante do impasse e da
falta de recursos, o presidente Lula decidiu não decidir e a criação do
órgão acabou não saindo do papel. Com o agravamento das queimadas pelo
país, a criação da Autoridade Climática voltou à pauta e, novamente,
gera discordâncias. https://www.youtube.com/watch?v=cWXV2D0muKo A
CNN confirmou a informação de que, por hora, a avaliação da Casa Civil é
a de que o formato vinculado a um ministério poderia comprometer o
poder de atuação da instituição, sem poder de fogo para mobilizar outras
pastas. Por outro lado, há a avaliação de que a Autoridade Climática
fora do ministério poderia tirar protagonismo de Marina Silva nessas
discussões. Embora seja uma demanda prioritária de Marina Silva desde a
campanha presidencial, o Ministério do Meio Ambiente não ainda não
enviou nenhuma proposta formal de texto para a Casa Civil. O MMA chegou a
fazer uma apresentação em Power Point, mas ainda não há nenhuma
proposta formalizada. O único texto já na mesa de Rui Costa é uma
proposta de estatuto jurídico da emergência climática. O Palácio do
Planalto espera receber em breve o texto. E, quando chegar, será
encaminhado para discussão interministerial. Resistências no Congresso
No centro do debate está também o perfil de quem assumiria o cargo de
Autoridade Climática. O presidente da Frente Parlamentar de Agricultura e
Pecuária, Pedro Lupion (PP-PR), disse à CNN ser “absolutamente contra a
vinculação da Autoridade Climática ao Ministério do Meio Ambiente”.
Lembrando que esse tema precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional,
Lupion declarou que fará “todos os esforços para barrar qualquer
tentativa de indicar alguém que tenha perfil ideológico para assumir a
função. Não aceitaremos um perfil que não seja técnico e que dialogue
com todos os setores”, concluiu. Um dos nomes que circulam é do o
deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que é vice-presidente da Frente
Parlamentar da Agropecuária e foi relator do projeto dos Combustíveis do
Futuro, que estabelece um novo marco regulatório para o setor de
biocombustíveis. Jardim negou à CNN que tenha sido sondado e disse
enxergar o novo órgão como algo que deve ser setorizado para alguém do
governo. O deputado disse que prefere preservar a posição de
independência.
O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante abertura da Cúpula do
Futuro, no Salão da Assembleia Geral, da Sede das Nações Unidas (ONU) •
22.09.2024 – Ricardo Stuckert/PR
Em seus três mandatos, o presidente Lula já discursou várias vezes na
sede das Nações Unidas em Nova York, apresentando propostas que, com o
tempo, revelaram-se pouco realistas.
Entre essas, destaca-se a ideia de reformar a governança global,
inverter a relação de poder entre países ricos e pobres, e promover a
paz em conflitos em várias regiões do mundo.
No entanto, quem prestar atenção ao que Lula diz nesta Assembleia
Geral das Nações Unidas ouvirá, em grande parte, mais do mesmo.
São, basicamente, as queixas de uma potência regional média — o Brasil — com pouca capacidade de projeção de poder.
Além disso, o país viu diminuir sua liderança na América do Sul e
enfrenta dificuldades até mesmo para cuidar de seus próprios desafios,
como a preservação da Amazônia e seu papel na transição energética, com
foco nas mudanças climáticas.
Na atual viagem a Nova York, Lula participou de eventos que geraram
torrentes de palavras bem-intencionadas, mas sem resultados práticos,
como a chamada Cúpula do Futuro.
Diante disso, parecia pragmático, e até modesto, o pedido que o
presidente brasileiro fez às agências de classificação de risco:
reestabelecer o grau de investimento que o Brasil já teve e perdeu.
Infelizmente, também esse pedido corre o risco de cair na gaveta das
demandas irrealistas, principalmente por conta da política fiscal e do
elevado nível de dívida do país.
É o velho contraste entre o que se diz e o que se faz — ou não se faz.
Ediney Giordani, especialista da KAKOI Comunicação
Desde que o antigo Twitter, atual X, foi removido no Brasil após
descumprir decisão judicial do ministro do Supremo Tribunal Federal
(STF), Alexandre de Moraes, o debate que se levantou no meio da
comunicação gira em torno da importância das empresas manterem sua
presença no maior número de redes sociais possível.
Para Ediney Giordani, especialista da KAKOI Comunicação, estar em
diversas redes sociais, não é apenas saudável para a comunicação
institucional, mas resguarda estratégias de comunicação quando um evento
como este acontece:
“Quando o Orkut acabou, por exemplo, muitas empresas se viram
perdidas na comunicação, principalmente aquelas que publicavam
exclusivamente naquela plataforma. Temos que lembrar que as redes
sociais podem acabar, fechar ou, neste caso do X, serem banidas por uma
decisão judicial. O estrago na estratégia para empresas que só fazem
postagens em uma única rede é incalculável. Vale o antigo ditado: nunca
coloque seus ovos em uma só cesta”.
Vale usar uma única rede social na comunicação?
O especialista lembra que empresas que se restringem a utilizar
exclusivamente uma única plataforma podem perder todo o seu legado
quando a rede escolhida resolver acabar com a operação. O ideal é sempre
ter um plano B, como vemos com frequencia com as quedas do Whatsapp em
que o Telegram é prontamente usado:
“O público está em diversas redes sociais e é uma ação perigosa focar
apenas em uma. A interação não se restringe a um único espaço. Se a
comunicação de uma empresa estiver apenas no Instagram, por exemplo, e
do nada a rede social mudar ou acabar, prejudicará a visibilidade e,
claro, as vendas”.
Do ponto de vista de estratégia de marketing digital, o correto é
diversificar e marcar presença igualmente em todas elas, principalmente
quando há campanhas de vendas e engajamento.
Ediney lembra que cada rede social tem suas características,
portanto, para manter a coerência, uma equipe de comunicação com atenção
redobrada em social media faz toda a diferença:
“Uma mesma peça pode ter linguagens e abordagens diferentes em cada
rede social, já que todas têm características diferentes a serem
exploradas. Uma mensagem em vídeo no YouTube é diferente de um carrossel
de imagens no Facebook, pois cada plataforma tem sua métrica, suas
características” finaliza o especialista.
EUA dizem trabalhar para reduzir escalada do conflito. Iraque convoca
reunião de países árabes. Assessor de Lula chama bombardeio de
“tremendamente revoltante”. Os ataques israelenses contra o Hezbollah
que atingiram o sul do Líbanonesta segunda-feira (23/09) provocaram
repercussão internacional, com países pedindo uma intervenção imediata
do Conselho de Segurança das Nações Unidas na região.
O presidente dos EUA,Joe Biden, disse que os Estados Unidos querem acalmar a situação no Líbano.
“Fui informado sobre os últimos acontecimentos em Israel e no Líbano.
Minha equipe está em contato constante com as autoridades e estamos
trabalhando para diminuir a escalada de uma forma que permita que as
pessoas voltem para casa em segurança”, disse Biden ao conversar na Casa
Branca com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohamed bin
Zayed Al Nahyan.
Segundo o porta-voz do Pentágono, general Patrick Ryder, os EUA estão
enviando tropas adicionais ao Oriente Médio em resposta à escalada do
conflito. “Por uma questão de cautela, estamos enviando um pequeno
número adicional de militares americanos para aumentar nossas forças que
já estão na região”, disse.
A ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, também expressou preocupação com os bombardeios.
‘Estamos à beira de uma guerra total’ por escalada Israel-Líbano, alerta Borrell
“A dramática escalada da violência na fronteira entre Israel e Líbano
é chocante, especialmente os relatos de civis mortos, incluindo
crianças”, escreveu na rede social X. “É necessária uma solução em
conformidade com a resolução 1701 da ONU para a Linha Azul. A lógica de
golpe e contragolpe tem consequências catastróficas para a região. A
redução da escalada em ambos os lados é a tarefa do momento”, enfatizou.
Já o porta-voz do secretário-Geral das Nações Unidas, Stephane
Dujarric, disse que António Guterres, está alarmado com a escalada da
situação no Líbano e muito preocupado com o grande número de vítimas
civis relatadas pelas autoridades libanesas. Representantes de 193
países se reúnem na terça-feira em Nova York, para o debate da
Assembleia Geral das Nações Unidas.
Aliado do Hezbollah, Irã acusa Israel de ampliar guerra
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, acusou Israel de querer
ampliar a guerra travada no Oriente Médio. O Hezbollah, criado e armado
pelo regime fundamentalista do Irã, é considerado um braço de Teerã no
Líbano. “Eles estão nos arrastando para um ponto para onde não queremos
ir”, disse o presidente iraniano sobre Israel. “Não há vencedor em uma
guerra. Estamos apenas nos enganando”, concluiu.
O ministério de Relações Exteriores da Síria chamou os ataques
israelenses de “criminosos” e pediu que Israel seja condenado por todos
os membros das Nações Unidas. A pasta afirmou, em nota, que, desde a
madrugada de segunda-feira, Israel “lançou uma agressão contínua” contra
o Líbano e acusa o exército israelense de ter como alvo centros
médicos, ambulâncias e veículos civis, entre outros.
O primeiro-ministro do Iraque, Mohammed Shia al-Sudani, chamou uma
reunião urgente de lideranças de países árabes, paralela à Assembleia
Geral da ONU, para avaliar a repercussão do ataque e para “trabalhar
juntos para parar” o que chamou de “comportamento criminoso”. A Turquia
defendeu que Israel tenta empurrar o Oriente Médio para um cenário de
caos.
“Os ataques de Israel ao Líbano marcam uma nova fase em seus esforços
para arrastar toda a região para o caos”, disse o Ministério das
Relações Exteriores da Turquia em um comunicado. Já o Egito pediu “que
as potências internacionais e o Conselho de Segurança das Nações Unidas
intervenham imediatamente” para impedir “a perigosa escalada israelense
no Líbano”.
Celso Amorim: ataque é “risco de guerra total”
Em conversa com jornalistas em Nova York nesta segunda-feira, o
ex-chanceler e assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, Celso Amorim, disse que o ataque israelense é revoltante e cria
risco de uma guerra total
“Eu acho uma coisa tremendamente revoltante e perigosa porque ali o
risco [é] de uma guerra total. E, veja bem, estamos falando de um lugar
onde tem muitos brasileiros”, disse Amorim.
Segundo o ex-chanceler, o Itamaraty já planeja uma operação para
retirar brasileiros do Líbano assim como foi feito em 2006, se houver
necessidade.
“Ataque é contra Hezbollah, não contra libaneses”
O porta-voz militar de Israel, Daniel Hagari, disse que os aviões de
guerra israelenses atingiram 1.300 alvos do Hezbollah, destruindo
mísseis de cruzeiro, foguetes carregados com explosivos pesados,
foguetes de longo e curto alcance e drones de ataque.
Ele defendeu que muitos deles estavam escondidos em áreas
residenciais, mostrando fotos do que seriam armas escondidas em casas
particulares. “O Hezbollah transformou o sul do Líbano em uma zona de
guerra”, afirmou em coletiva de imprensa.
O Dia do Soldador é uma data especial que celebra e reconhece o
trabalho árduo e essencial dos profissionais da soldagem. Comemorado no
dia 23 de setembro, esse dia é uma oportunidade para agradecer e
valorizar esses especialistas que desempenham um papel fundamental em
diversas.
Não se sabe exatamente quando a soldagem foi inventada, mas os
indícios dos primeiros forjamentos de metais são da Era do Bronze entre
2000 AC e 3000 AC. O processo de Soldagem por forjamento consiste em
aquecer dois metais até antes dos seus pontos de fusão e, através de
força bruta, uni-los, normalmente a marteladas.
Não se sabe exatamente quando a soldagem foi inventada, mas os
indícios dos primeiros forjamentos de metais são da Era do Bronze entre
2000 AC e 3000 AC.
O processo de Soldagem por forjamento consiste em aquecer dois metais
até antes dos seus pontos de fusão e, através de força bruta, uni-los,
normalmente a marteladas. Por isso esse processo também é chamado de
solda por martelamento.
Temos indícios do uso desse processo no Egito Antigo, sendo utilizado
em ornamentos como máscaras e joias encontradas dentro das pirâmides.
Portanto, é muito provável que foi neste período que a história da
soldagem teve início. Contudo, por exigir muita força e técnica para ser
executado, o processo de soldagem não era muito utilizado nessa época.
O processo de soldagem moderno só evoluiu a partir da descoberta do
arco elétrico em 1801, pelo inglês Sir Humphry Davy. O processo demorou
em torno de 7 anos para ser oficializado. Em 1808, Humphry Davy
apresentou publicamente um arco de grande escala em frente a Royal
Society em Londres, através da transmissão de uma corrente elétrica
entre duas hastes de carbono em contato.
Esse avanço permitiu a criação da solda por arco elétrico, um marco
muito importante na história da soldagem. Porém a falta de estabilidade e
de equipamentos mais adequados atrasou o processo e por isso a demora
de quase 100 anos para tornar-se viável a indústria.
A história da soldagem faz parte da história do mundo. A primeira
utilização em larga escala da soldagem foi durante a primeira Guerra
Mundial. A soldagem era usada como uma ferramenta de reparo rápido de
equipamentos, que permitia ganho de tempo durante os conflitos. Contudo,
após a guerra, a indústria ainda preferia produzir peças de
equipamentos em ferro fundido.
Para uma engrenagem de ferro fundido ser feita, era necessário
projetar a peça, fabricar um molde em argila, preencher o molde com o
ferro derretido e usinar a peça para corrigir as imperfeições geradas
pelo molde.
A solda era um método mais barato, rápido e prático para produzir
peças quando comparado ao processo de fundição. No entanto, a indústria
tinha receio do uso da nova tecnologia e acordos lucrativos comerciais
sobre o uso do ferro fundido também eram um empecilho. Por isso a demora
para incluir o processo na sua linha de produção.
Cada novo avanço nos processos gerava uma evolução nos equipamentos.
As máscaras de solda foram de capacetes de metal pesados e que ofereciam
pouco conforto, para equipamentos de alta qualidade, leves, práticos e
que podem ser levados a qualquer lugar.
Os soldadores desempenham um papel fundamental em diversos setores da
indústria, sendo responsáveis por unir materiais e garantir a qualidade
e segurança das estruturas.
No Dia do Soldador, é importante falar sobre investir na formação e
capacitação desses profissionais para garantir a excelência e eficiência
nos processos de soldagem. Através de cursos e treinamentos, os
soldadores podem aprimorar suas habilidades técnicas, aprender novas
técnicas e se manter atualizados com as tendências do mercado.
Essa instituição foi pioneira no ensino da soldagem no Brasil e
contribuiu significativamente para o desenvolvimento dessa profissão no
país. Desde então, o dia 23 de setembro foi escolhido como uma forma de
homenagear todos os soldadores e reconhecer a importância do seu
trabalho.
É uma oportunidade para celebrar as conquistas e avanços alcançados
ao longo dos anos, além de promover a valorização e o reconhecimento
dessa profissão tão essencial para diversos setores da indústria.
Portanto, no Dia do Soldador, é importante lembrar e agradecer a
todos os profissionais que se dedicam diariamente a garantir a qualidade
e segurança das estruturas que nos cercam.
Você já se perguntou o que realmente motiva as pessoas? Ou como
convencer alguém de forma eficaz? Daniel Pink, um dos maiores
especialistas em comportamento humano e motivação do mundo, traz as
respostas para essas e outras perguntas neste episódio do Ghost
Interview.
Reprodução
O Ghost Interview é um formato proprietário do Morse que recria
narrativas em forma de entrevista para apresentar personalidades do
mundo dos negócios, tecnologia e inovação.
O convidado: Daniel Pink é um escritor e palestrante
americano conhecido por explorar temas relacionados ao comportamento
humano e motivação no trabalho. Com quatro best-sellers do NYT, Daniel
Pink é uma voz influente no cenário em evolução de vendas e motivação.
Ele é o nosso convidado do Ghost Interview de hoje!
To Sell is Human:
argumenta que todos nós vendemos de alguma forma, apresentando novas
habilidades necessárias para influenciar e persuadir no mundo moderno.
The Power of Regret:
explora o papel dos arrependimentos na vida humana, mostrando como
refletir sobre eles pode oferecer lições valiosas e melhorar nosso
futuro.
Qual é o pensamento mais equivocado das pessoas sobre persuasão?
Eu passei os últimos 20 anos pesquisando e escrevendo sobre duas
obsessões na minha vida: Persuasão e Motivação. A persuasão não tem a
ver com alguma coisa mágica que fazemos para manipular as pessoas. Não
se trata de enganar as pessoas. Na verdade é muito mais bonito que
isso.
Qual a sua percepção de vendas com o To Sell is Human e quais são as novas habilidades que você propõe para o sucesso nesse campo?
A venda é uma atividade universal e essencial na vida moderna, mesmo
para aqueles que não estão em vendas tradicionais. Todos nós estamos
constantemente vendendo, seja em nossas carreiras, interações sociais ou
vida pessoal, ao tentar persuadir ou influenciar os outros. Eu desafio
visão tradicional das vendas como algo negativo e apresento um novo
conjunto de habilidades para o sucesso: sintonia, flutuação e clareza.
No mundo atual, vender é mais sobre servir e ajudar os outros a resolver
problemas do que simplesmente convencer alguém a comprar um produto.
Dan, em 2009, seu livro “Drive” e sua palestra no TED “The
Puzzle of Motivation” receberam atenção significativa. Você explicou que
incentivos extrínsecos, como bônus, são um veneno para tarefas
criativas e podem substituir a motivação intrínseca. As empresas
seguiram seu conselho?
Alguns fizeram, outros não. Algumas empresas, incluindo as grandes,
reagiram e simplificaram os seus sistemas de remuneração. Em vez de
estruturas de incentivos complexas, baseiam-se agora em modelos que
prevêem apenas alguns bónus além do salário base. Alguns aboliram as
comissões de vendas. Também conferem mais autonomia, domínio e
propósito, principalmente em áreas de inovação. Portanto, estão a ser
feitos progressos, progressos lentos, progressos imperfeitos, mas mesmo
assim progressos.
Então, você acha que os melhores desempenhos deveriam receber
mais dinheiro, mas não como resultado de um determinado desempenho
mensurável, mas como um investimento antecipado?
Sou totalmente a favor de medir o desempenho. Sou simplesmente contra
muitos usos de recompensas “se-então”. Há muito a ser dito a favor de
um jogador de futebol de ponta como Ronaldo, por exemplo, ter um salário
base superior ao de muitos dos seus companheiros de equipe. Mas, acima
de tudo, é importante que ele não seja pago principalmente por metas.
Porque o que aconteceria? Ele tentaria marcar cada toque em vez de
passar para seus companheiros e tentar vencer o jogo. Recompensas
individuais de alto risco podem corroer a cooperação.
Temos o desafio de medir bem o desempenho individual num ambiente de trabalho cada vez mais complexo. Como você visualiza isso?
As empresas precisam de medições – inclusive para indivíduos. Mas
criar os corretos é complicado. Por exemplo, muitas organizações não
conseguem compreender a Lei de Goodhart, que afirma que sempre que uma
medida se torna uma meta, deixa de ser uma medida eficaz. Se houver
grandes recompensas para comportamentos específicos, as pessoas podem
tentar manipular o sistema e otimizar para a métrica do que para o
objetivo subjacente que se pretende medir. O que também constatei é que
muitas medições e sistemas de incentivos são extremamente complicados — e
requerem todo um aparato administrativo dispendioso para os conceber,
implementar, monitorizar e julgar. As melhores medidas tendem a ser
pequenas em número, simples em design, difíceis de manipular e
conectadas a resultados de negócios importantes. Mas não existe uma
resposta perfeita.
Até que ponto os gestores estão preparados para isso?
Alguns são, outros não. Alguns gestores mais velhos ressentem-se
especialmente desta tendência. Eles pensam: “Quando eu tinha a sua
idade, ficava no escritório o tempo todo. Então, todo mundo deveria
estar no escritório o tempo todo também”. Muitas pessoas realmente
acreditam que as pessoas não trabalham em casa, mesmo que no escritório
elas não tenham trabalhado muito. O fato de você poder ver alguém não é
evidência de que a pessoa esteja realmente fazendo algo produtivo ou
eficaz. E o fato de você não poder ver alguém não é prova do contrário.
Vamos passar para o seu último livro “The Power of Regret”. O que o arrependimento tem a ver com o desempenho?
Ah, tem tudo a ver com desempenho. O arrependimento é uma emoção.
Faz-nos sentir mal quando olhamos para trás e dizemos: Se ao menos eu
tivesse feito algo diferente ou de uma maneira diferente. Assim,
lamentamos certas decisões, ações ou omissões. É um dos sentimentos mais
comuns que as pessoas têm – e um dos mais úteis. Porque se lidarmos
adequadamente com os nossos arrependimentos – não os ignoramos, não os
cozinhamos, mas confrontamos-nos – podemos tornar-nos melhores
negociadores, solucionadores de problemas e estratégias, evitar
preconceitos cognitivos e encontrar mais sentido na vida. Mais uma vez,
isso não é um desejo. Isto é o que meio século de ciência nos diz.
Você discute como o arrependimento tem a ver principalmente
com oportunidades e oportunidades perdidas. É claro que algumas pessoas
têm mais oportunidades do que outras. Isso afeta a quantidade de
arrependimento que eles sentem? As pessoas com mais oportunidades se
arrependem mais?
Fiz este American Regret Project, uma pesquisa quantitativa, onde
consegui dividir as respostas por dados demográficos. Então eu poderia
analisar: os homens têm arrependimentos diferentes dos das mulheres? As
pessoas mais velhas têm arrependimentos diferentes dos mais jovens? Uma
das coisas que me surpreendeu, exactamente nesse ponto, foi que as
pessoas com maiores níveis de educação formal tinham mais
arrependimentos profissionais do que as pessoas com menos educação. O
que parece estranho, porque, principalmente neste país, se você tem um
diploma avançado, você tem muitas oportunidades diferentes. Mas foi pela
razão que você está dizendo: quando eles tiveram mais oportunidades
apresentadas a si mesmos, houve mais oportunidades perdidas, então eles
tiveram mais arrependimentos profissionais nesse domínio. Agora, por
outro lado, quando as oportunidades das pessoas são frustradas, isso
também causa arrependimento. Mas em alguns casos beira um pouco mais a
decepção, porque foram as circunstâncias que não permitiram.
A ideia por trás deste livro é nos ensinar como usar nosso arrependimento com mais sabedoria ou como ter menos arrependimento?
São os dois, porque acho que essas coisas são gêmeas. Se você olhar
para trás e confrontar seus arrependimentos anteriores – encará-los nos
olhos em vez de apresentar essa falsa bravata de “sem arrependimentos”, e
não ignorá-los, mas não se afundar neles – então você poderá criar uma
vida onde no futuro você terá menos arrependimentos. Você aprendeu as
habilidades de lidar com emoções negativas e tem uma noção melhor do que
realmente importa e do que não importa.
Existem várias empresas especializadas no mercado para desenvolver,
gerenciar e impulsionar o seu e-commerce. A Startup Valeon é uma
consultoria que conta com a expertise dos melhores profissionais do
mercado para auxiliar a sua empresa na geração de resultados
satisfatórios para o seu negócio.
Porém, antes de pensar em contratar uma empresa para cuidar da loja online é necessário fazer algumas considerações.
Por que você deve contratar uma empresa para cuidar da sua Publicidade?
Existem diversos benefícios em se contratar uma empresa especializada
para cuidar dos seus negócios como a Startup Valeon que possui
profissionais capacitados e com experiência de mercado que podem
potencializar consideravelmente os resultados do seu e-commerce e isto
resulta em mais vendas.
Quando você deve contratar a Startup Valeon para cuidar da sua Publicidade online?
A decisão de nos contratar pode ser tomada em qualquer estágio do seu
projeto de vendas, mas, aproveitamos para tecermos algumas
considerações importantes:
Vantagens da Propaganda Online
Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e
a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos
smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia
digital.
Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é
claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco
dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é
mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda
mais barato.
Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar
uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em
uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança,
voltando para o original quando for conveniente.
Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo
o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é
colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e
de comentários que a ela recebeu.
A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o
material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é
possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver
se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.
Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio
publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não
permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio
digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que
ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a
empresa.
Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o
seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela
esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.
Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma
permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão
interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não
estão.
Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.
A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar
potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos:
computadores, portáteis, tablets e smartphones.
Vantagens do Marketplace Valeon
Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.
Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso
proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores
que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por
meio dessa vitrine virtual.
Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes
queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência
pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente.
Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas
compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos
diferentes.
Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa
abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das
pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua
presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as
chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma,
proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.
Quando o assunto é e-commerce,
os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles
funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os
consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo
ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas
encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus
produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa
que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em
2020.
Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas
vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver
seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do
nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a
visibilidade da sua marca.
VOCÊ CONHECE A ValeOn?
A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO
TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode
moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é
colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn
possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o
seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.