segunda-feira, 23 de setembro de 2024

SUA MARCA PESSOAL É MAIS QUE UM CARTÃO DE VISITA É A SUA REPUTAÇÃO PROFISSIONAL

 

Daniele Avelino – Colunista StartSe

Você sabe qual é a sua marca pessoal? Mais do que um cartão de visitas, sua marca pessoal é a sua reputação profissional. Descubra como ela pode transformar sua carreira na área de Recursos Humanos e impulsionar o crescimento da sua empresa.

Foto: Pexels

A marca pessoal é um conceito cada vez mais relevante no ambiente corporativo, especialmente na gestão de pessoas. A capacidade de construir e comunicar uma marca pessoal forte pode não apenas destacar profissionais em suas áreas, mas também influenciar positivamente a percepção e o sucesso de uma organização como um todo.

Ao longo da minha jornada profissional, principalmente a partir de 2021, percebi que poderia utilizar ao meu favor para conquistar novos desafios profissionais, bem como construir uma nova jornada fazendo uma transição de carreira, por exemplo.

O Que é Marca Pessoal?

A marca pessoal é a forma como você se apresenta e é percebido por outras pessoas. É a combinação de sua identidade, valores, habilidades, e como você comunica isso ao mundo. No contexto corporativo, a marca pessoal de um líder pode atuar como um poderoso ativo, aumentando sua credibilidade, influência e capacidade de liderança dentro da empresa e no setor como um todo.

No ambiente de Recursos Humanos, ter uma marca pessoal forte pode ajudar líderes a se destacarem como especialistas na área, a serem reconhecidos por suas competências e a atraírem talentos de qualidade para suas equipes.

Quando trabalhamos de forma proativa com a forma como nos apresentamos para o mercado ou até mesmo para a organização, somos lembrados de forma fácil para atuar em um projeto, em tirar dúvidas ou até mesmo convites para novos desafios.

Benefícios da Marca Pessoal para a Gestão de Pessoas

  1. Aumenta a Credibilidade e a Influência: Um líder de RH com uma marca pessoal bem definida é visto como um especialista confiável e uma voz respeitada na área. Isso pode ajudar a construir relacionamentos mais fortes com outros líderes, colaboradores e stakeholders, facilitando a implementação de políticas e iniciativas de gestão de pessoas.
  2. Atrai Talentos e Retém Funcionários: Quando um líder é reconhecido por sua expertise e visão, isso pode tornar a empresa mais atraente para novos talentos. Além disso, funcionários atuais podem se sentir mais motivados e engajados ao trabalhar sob a liderança de alguém respeitado e admirado, o que pode reduzir a rotatividade e aumentar a satisfação no trabalho.
  3. Promove a Cultura Organizacional e a Marca do Empregador: Líderes com marcas pessoais fortes podem alinhar seus valores e missões pessoais com os da empresa, ajudando a promover uma cultura organizacional positiva. Isso também fortalece a marca do empregador, tornando a empresa mais atraente para candidatos e reforçando o compromisso da organização com valores como transparência, diversidade e inclusão.

Como Construir uma Marca Pessoal Autêntica

Para construir uma marca pessoal autêntica e eficaz, é importante analisar qual é o maior valor que você deseja ser conhecido? O que você deseja ser reconhecido? Isso é essencial, para traçar os planos e seguir alguns passos estratégicos. Apresento-os a seguir, alguns passos que segui para desenvolver a minha marca pessoal.

  • Autoconsciência: Compreender suas próprias forças, valores e o que você quer ser conhecido é fundamental. Isso envolve uma reflexão profunda sobre suas motivações e o impacto que você deseja ter na sua organização e no setor.
  • Definição de Objetivos: Estabeleça metas claras para sua carreira e como você deseja ser percebido. Isso ajudará a guiar suas ações e decisões, garantindo que todas estejam alinhadas com a imagem que você deseja projetar.
  • Valor Proposto: Desenvolva uma proposta de valor que comunique claramente o que você oferece de único e valioso. Isso deve incluir suas habilidades, experiências e como você pode contribuir para o sucesso de sua empresa e do setor de RH.
  • Comunicação Estratégica: É importante comunicar sua marca pessoal de maneira consistente em várias plataformas, como redes sociais, eventos da indústria e publicações de conteúdo. A auto-publicação, por exemplo, pode ser uma ferramenta poderosa para compartilhar insights e reforçar sua marca como um líder de pensamento no RH.

Integração da Marca Pessoal com a Marca Corporativa

A marca pessoal não deve ser vista isoladamente da marca corporativa. Pelo contrário, quando bem integrada, a marca pessoal de um líder pode fortalecer a marca da empresa, ajudando a atrair talentos, engajar funcionários e construir uma reputação de mercado sólida. Exemplos de líderes como Richard Branson mostram como valores pessoais alinhados com a visão da empresa podem criar sinergias poderosas, aumentando o valor tanto da marca pessoal quanto da corporativa.

Investir na construção de uma marca pessoal sólida pode trazer inúmeros benefícios para líderes de RH e suas organizações. Não só ajuda na promoção de uma cultura organizacional positiva e no aumento do engajamento dos funcionários, como também pode destacar líderes como influenciadores no setor, facilitando a atração e retenção de talentos. Em um ambiente de trabalho cada vez mais competitivo, a marca pessoal se tornou um diferencial estratégico essencial para o sucesso na gestão de pessoas.

Ao seguir essas práticas e adotar uma abordagem consciente e estratégica para construir sua marca pessoal, líderes de RH podem não apenas elevar suas próprias carreiras, mas também contribuir de maneira significativa para o sucesso de suas organizações.

Leitura recomendada

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Como a Plataforma Site Valeon pode ajudar as empresas a crescerem

A Plataforma Site Valeon pode ajudar as empresas a crescerem de diversas maneiras:

1. Aumentando a visibilidade online:

  • Oferecendo um site profissional e otimizado para mecanismos de busca, aumentando a visibilidade da empresa na internet e atraindo mais visitantes.
  • Integração com ferramentas de marketing digital, como Google Ads e Facebook Ads, para alcançar um público mais amplo e direcionado.
  • Otimização do site para conversão, com formulários de contato e botões de ação que facilitam a interação com os clientes.

2. Melhorando a experiência do cliente:

  • Conteúdo informativo e relevante, que ajuda os clientes a encontrarem as informações que procuram e a entenderem os produtos e serviços da empresa.
  • Ferramentas de autoatendimento, como chat online e FAQs, que respondem às perguntas dos clientes de forma rápida e eficiente.
  • Design intuitivo e responsivo, que garante uma boa experiência de navegação em qualquer dispositivo.

3. Aumentando as vendas:

  • Integração com plataformas de e-commerce, permitindo que os clientes comprem produtos e serviços consultando diretamente no site.
  • Ferramentas de marketing automation, que automatizam o envio de emails e mensagens personalizadas para leads e clientes.
  • Análise de dados, que fornece insights sobre o comportamento dos clientes e ajuda a otimizar as campanhas de marketing.

4. Reduzindo custos:

  • Automação de tarefas repetitivas, como o envio de emails e a gestão de leads.
  • Otimização do site para SEO, que reduz a necessidade de investir em publicidade paga.
  • Integração com ferramentas de CRM, que ajuda a gerenciar o relacionamento com os clientes de forma mais eficiente.

5. Aumentando a produtividade:

  • Ferramentas de colaboração, como compartilhamento de arquivos e calendários, que facilitam o trabalho em equipe.
  • Integração com ferramentas de gestão de projetos, que ajuda a organizar e acompanhar o andamento das tarefas.
  • Automação de tarefas repetitivas, que libera tempo para os funcionários se concentrarem em atividades mais estratégicas.

A Plataforma Site Valeon é uma solução completa e acessível que pode ajudar empresas de todos os portes a crescerem.

Para saber mais, visite o site <valedoacoonline.com.br> ou entre em contato com a equipe de vendas pelo telefone (31) 98428-0590.

Contatos:

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Fone: (31) 8428-0590

domingo, 22 de setembro de 2024

CARAVANA PARA ACOMPANHAR LULA NO SEU DISCURSO NA ONU

 

História de Emilly Behnke, Taísa Medeiros, Rebeca Borges

Lira, Barroso e ministros: saiba quem acompanha Lula na Assembleia da ONU

Lira, Barroso e ministros: saiba quem acompanha Lula na Assembleia da ONU

Chefes de poder e ministros compõem a comitiva brasileira que acompanhará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Nova York, nos Estados Unidos, para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na próxima semana. O presidente viajou neste sábado (21) e fará na terça-feira (24) o discurso de abertura da conferência, conforme a tradição internacional. Apesar de comporem a delegação brasileira, nem todas as autoridades viajarão junto do presidente. Além da conferência em si, os integrantes da comitiva também devem se dedicar a eventos paralelos. Como a CNN mostrou, a primeira-dama Janja Lula da Silva viajou antes do presidente, na quarta-feira (18), e terá agenda própria na conferência. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, viajou na quinta-feira (19). O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), não confirmou a ida até o fechamento da reportagem. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), viajará no domingo (22), um dia depois do que o chefe do Executivo. A abertura do debate geral é tradicionalmente feita pelo Brasil. Neste ano, o governo tem o peso de ocupar a presidência do G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo, além de sediar, no próximo ano, a Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas (COP-30). A agenda de Lula inclui, no domingo (22), a primeira sessão da Cúpula do Futuro, convocada pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, sendo o segundo orador previsto para discursar. A Cúpula será realizada entre os dias 20 e 23 de setembro. Ao longo do evento, Lula deve abordar como temas principais em seus discursos a inclusão e o combate à fome, o esforço para a transição energética e a reforma da governança global. https://www.youtube.com/watch?v=rhC7gikVpuE Comitiva brasileira A primeira-dama Janja cumpre uma agenda paralela à do presidente. Neste sábado, ela participará de um encontro promovido pela Aliança Global contra a Fome e a Pobreza na Universidade de Columbia. Na segunda-feira (23), Janja participa de um evento sobre como mulheres líderes no setor financeiro podem impulsionar uma transição climática justa. Ela ambém estará em evento relacionado ao compromisso das primeiras-damas no desenvolvimento da primeira infância. Outra agenda paralela é cumprida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele participa da Climate Week NYC (Semana do Clima), com foco na ação climática. Já o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius Carvalho, cumprirá agendas no Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e com o B20, o Fórum Global de Negócios. Leia a lista de autoridades que viajam para Nova York para a conferência da ONU: Primeira-dama Janja Lula da Silva; Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (a confirmar); Presidente da Câmara, Arthur Lira; Presidente do STF, Luís Roberto Barroso; Procurador-Geral da República, Paulo Gonet; Ministro da Fazenda, Fernando Haddad; Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira; Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva; Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco; Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara; Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves; Ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos; Ministro do Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome, Wellington Dias; Ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Carvalho; Secretária do Ministério do Planejamento, Renata Amaral.

PREÇO DO CAFÉ DISPARA NO MUNDO TODO

 

História de Jake Lapham e Felipe Souza – BBC News e BBC News Brasil

Mulher fazendo café durante festival no Reino Unido

Mulher fazendo café durante festival no Reino Unido© Getty Images

Quanto é caro demais para uma xícara de café?

Preços como 5 libras (R$ 36) em Londres ou 7 dólares (R$ 38) em Nova York por uma xícara de café podem ser impensáveis ​​para alguns — mas podem, em breve, se tornar realidade graças a uma “tempestade perfeita” de fatores econômicos e ambientais nas principais regiões produtoras de café do mundo.

O custo dos grãos não torrados negociados nos mercados globais está agora em um “nível historicamente alto”, diz a analista Judy Ganes.

Especialistas culpam uma mistura de safras problemáticas, forças de mercado, estoques esgotados — e a fruta mais fedorenta do mundo.

Então, como chegamos aqui e quanto isso afetará seu café com leite matinal?

Em 2021, uma geada anormal destruiu plantações de café no Brasil, o maior produtor mundial de grãos do tipo arábica — aqueles comumente usados por baristas.

Essa escassez de grãos fez com que os compradores procurassem países como o Vietnã, o principal produtor de grãos robusta, que são normalmente usados ​​em misturas instantâneas.

Mas os agricultores de lá enfrentaram a pior seca da região em quase uma década.

As mudanças climáticas têm afetado o desenvolvimento dos pés de café, de acordo com Will Frith, um consultor de café localizado na cidade de Ho Chi Minh, impactando, por sua vez, a produção de grãos.

E então os agricultores vietnamitas migraram para uma fruta amarela e fedorenta — o durian.

A fruta — que é proibida no transporte público na Tailândia, Japão, Cingapura e Hong Kong por causa de seu odor — está se mostrando popular na China.

E os agricultores vietnamitas estão substituindo suas plantações de café por durian para lucrar com esse mercado emergente.

Os estoques de café no Vietnã estão 'quase esgotados' e ainda faltam dois meses para uma nova temporada de colheita

Os estoques de café no Vietnã estão ‘quase esgotados’ e ainda faltam dois meses para uma nova temporada de colheita© Getty Images

A participação de mercado do durian do Vietnã no mercado chinês quase dobrou entre 2023 e 2024, e alguns estimam que a safra seja cinco vezes mais lucrativa do que o café.

À medida que inundavam a China com durian, as exportações de café robusta caíram 50% em junho em comparação com o mesmo período do ano anterior e os estoques estão “quase esgotados”, de acordo com a Organização Internacional do Café.

Exportadores na Colômbia, Etiópia, Peru e Uganda se destacaram, mas não produziram o suficiente para aliviar o aperto do mercado.

“Bem na época em que as coisas começaram a acelerar para a demanda por robusta é bem quando o mundo está lutando por mais oferta”, explica Ganes.

Isso significa que os grãos robusta e arábica agora estão sendo negociados em altas quase recordes nos mercados de commodities.

Renato Garcia Ribeiro, responsável pela área de café no Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, diz que o principal fator que causa a alta de preços mundial não é o plantio de durian, mas o clima.

“O clima atrapalha bastante desde 2021, quando ocorreram geadas. No ano seguinte, ocorreu bastante chuva e no ano passado teve muito calor. Agora, a chuva já está atrasada e o desenvolvimento da próxima safra está prejudicado”, diz ele.

Ele afirma que o clima desfavorável causa uma baixa nos estoques mundiais de café pelo terceiro ano consecutivo.

“No Vietnã, além desse problema de redução de área, 2024 foi um ano quente e seco. Isso deve prejudicar muito a safra deste ano, que começa a ser colhida em outubro. Esse aumento do preço relacionado à crise de oferta pode inclusive causar um recuo no consumo de café”, diz.

Uma tempestade de mercado em formação

A mudança na economia global do café deve impactar seu preço de maneira significativa? A resposta curta: potencialmente.

O atacadista Paul Armstrong acredita que os apreciadores de café podem em breve enfrentar a perspectiva “louca” de pagar mais de 5 libras por uma dose de café no Reino Unido.

“É uma tempestade perfeita no momento.”

Armstrong, que dirige a Carrara Coffee Roasters com sede em East Midlands, importa grãos da América do Sul e da Ásia, que são torrados e enviados para cafés em todo o Reino Unido.

Ele diz à BBC que recentemente aumentou seus preços, esperando que isso compensasse os preços mais altos que ele paga, mas ele diz que os custos “só se intensificaram” desde então.

Ele acrescenta que, com alguns de seus estoques terminando nos próximos meses, ele terá que decidir se repassa mais uma vez os custos mais altos para seus clientes.

Frith diz, no entanto, que alguns segmentos da indústria estarão mais expostos do que outros.

“É realmente o café em quantidade comercial que sofrerá a maior variação. Café instantâneo, café de supermercado, no posto de gasolina, tudo isso está subindo.”

Os números da indústria alertam que um alto preço de mercado para o café pode não necessariamente se traduzir em preços de varejo mais altos.

Felipe Barretto Croce, CEO da FAFCoffees no Brasil, concorda que os consumidores estão “sentindo o aperto” com o aumento dos preços.

Mas ele argumenta que isso se deve “principalmente aos custos inflacionários em geral”, como aluguel e mão de obra, em vez do custo dos grãos. A consultoria Allegra Strategies estima que os grãos contribuem com menos de 10% do preço de uma xícara de café.

“O café ainda é muito barato, como um bem de luxo, se você o fizer em casa.”

Ele também diz que o aumento do custo dos grãos de qualidade inferior significa que o café de alta qualidade pode agora pode ser uma boa opção.

“Se você for a uma cafeteria especializada em Londres e tomar um café, em vez de um café na Costa Coffee (loja popular), a diferença (no preço) entre aquela xícara e o café especial é muito menor do que costumava ser.”

Mas há esperança de alívio de preços no horizonte.

Perdendo terreno futuro

A próxima safra de primavera no Brasil, que produz um terço do café do mundo, agora é “crucial”, de acordo com Croce.

“O que todos estão olhando é quando as chuvas retornarão”, diz ele.

“Se retornarem cedo, as plantas devem estar saudáveis ​​o suficiente e a floração deve ser boa.”

Mas se as chuvas chegarem tarde, em outubro, ele acrescenta, as previsões de rendimento para a safra do próximo ano cairão e o estresse do mercado continuará.

A longo prazo, as mudanças climáticas representam sérios desafios para a indústria global de café.

As lavouras de café em São Paulo foram destruídas por uma geada extrema em 2021

As lavouras de café em São Paulo foram destruídas por uma geada extrema em 2021© Getty Images

Um estudo de 2022 concluiu que, mesmo se reduzirmos drasticamente as emissões de gases de efeito estufa, a área mais adequada para o cultivo de café pode cair 50% até 2050.

Uma medida para proteger o futuro da indústria, que tem o apoio de Croce, é um “prêmio verde” — um pequeno imposto cobrado sobre o café dado aos fazendeiros para investir em práticas agrícolas regenerativas, que ajudam a proteger e sustentar a viabilidade das terras agrícolas.

Então, embora frutas com cheiro ruim sejam parcialmente responsáveis ​​pelos aumentos de preços hoje — uma mudança climática pode, em última análise, prejudicar a acessibilidade do café nos próximos anos.

LULA DECLARA SUA REPULSA AOS EMPRESÁRIOS QUE SÃO INIMIGOS DA CLASSE TRABALHADORA

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

O presidente Lula da Silva recentemente “inaugurou” o Comperj – o complexo petroquímico no Rio de Janeiro que teve sua pedra fundamental lançada pelo próprio Lula em outra encarnação, no seu segundo mandato, e que levará no total 21 anos para finalmente entrar em operação plena, em 2029, tudo o mais constante. Como é do seu feitio, o demiurgo transformou o que deveria ser uma vergonha em um “ato de reparação”, segundo suas palavras.

O Comperj é um dos símbolos mais vistosos da trevosa era lulopetista que arruinou o País com sua gastança e sua corrupção. O complexo, que deveria custar US$ 6,2 bilhões, consumiu quase 5 vezes mais e ainda não funciona como planejado. Por outro lado, a obra foi uma das protagonistas do petrolão, o esquema de corrupção na Petrobras que abasteceu os cofres petistas e dos partidos comparsas.

Pois é dessa “reparação” que Lula fala: para o chefão petista, a Lava Jato, que flagrou o petrolão, foi uma operação destinada a “desmoralizar a Petrobras” para forçar sua venda. Atribuindo essa conspiração a “eles”, pronome que Lula usa para designar genericamente aqueles que, em sua definição, seriam os inimigos do Brasil e dos brasileiros pobres, o presidente chamou de “bando de imbecil” (sic) os que defendem a privatização da Petrobras.

E assim chegamos ao cerne do discurso de Lula, que deveria ser tomado como exemplar do que o petista deseja para seu terceiro e talvez último mandato: mais do que em qualquer outro momento desde que começou a exercer o poder, Lula parece determinado a ressuscitar o raivoso líder sindical dos anos 80, que ele nunca deixou de ser, mas que as necessidades políticas o haviam obrigado a domesticar.

Aquele personagem investia toda a sua energia na ideia de que os empresários são inimigos da “classe trabalhadora”. Aquele Lula não escondia sua repulsa à iniciativa privada, em qualquer de suas expressões. Aquele Lula mandou o PT votar contra a Constituição de 1988 porque, segundo o partido, o texto “eleva a propriedade privada a direito fundamental da pessoa humana”.

Desde o nascimento do personagem “Lulinha Paz & Amor”, que os marqueteiros petistas inventaram em 2002 para finalmente ganhar uma eleição presidencial, Lula vem tentando se passar por moderado e pragmático. Na mais recente disputa, em 2022, conseguiu os votos de eleitores de centro ao se identificar como o líder da “luta pela democracia”, malgrado seja incapaz de condenar as ditaduras de companheiros como Maduro e Ortega.

Agora, talvez por ter se dado conta de sua finitude, Lula parece ter se cansado de fingir ser o que nunca foi. Seu discurso no Comperj poderia ter sido feito em Vila Euclides. Numa saraivada de ataques, desqualificou os empresários do País, que em sua definição seriam simplesmente incapazes de melhorar a vida dos brasileiros. A julgar por suas palavras, todo o setor produtivo deveria ser do Estado, que seria um administrador mais sensível às reais necessidades do povo.

A horas tantas, perguntou: “A Vale está melhor agora que foi privatizada ou ela era melhor quando ela era uma empresa do Estado brasileiro?”. Se o critério fosse o valor de mercado, a Vale passou de R$ 39,5 bilhões em 1997, ano da privatização, para R$ 250 bilhões hoje. Mas o critério de Lula não é esse: para o petista, falta “bondade” à Vale privatizada.

Ele acha um horror que o CEO da Vale ganhe R$ 55 milhões por ano, e não R$ 55 mil, como se isso fosse uma ofensa aos pobres, e não a remuneração arbitrada pelo mercado para recompensar a expertise necessária para administrar uma empresa do porte da Vale. Pouco importa que a empresa recolha milhões em impostos e gere milhares de empregos. Para Lula, empresa privada boa é aquela que abre mão do lucro em favor de projetos do Estado e cujos executivos sejam abnegados trabalhadores que renunciam a altos salários em troca do orgulho de fazer parte desses projetos.

Há muito mais no tal discurso, mas só essa seleta basta para constatar que Lula decidiu fazer campanha aberta contra a iniciativa privada que não se dobra a seus delírios.

 

OS CARROS ELÉTRICOS VÃO VENCER A CORRIDA CONTRA OS CARROS HÍBRIDOS

 

História de The Economist – Jornal Estadão

O esforço da indústria automobilística para se descarbonizar gira em torno da substituição da gasolina por baterias. Um número crescente de clientes quer ambos. Compradores que não podem pagar por um carro totalmente elétrico, ou que se preocupam com a disponibilidade de pontos de carregamento, estão optando por veículos elétricos híbridos plug-in (carregados na tomada), cujas vendas estão disparando. Mas o alarde em torno dos híbridos pode se mostrar de curta duração.

As vendas mundiais de carros que funcionam puramente a bateria foram mais do que o dobro daquelas dos híbridos no último ano. Mas a diferença tem se fechado rapidamente. As vendas de híbridos plug-in cresceram quase 50% nos primeiros sete meses de 2024 comparadas com igual período de 2023, enquanto aqueles totalmente elétricos avançaram 8%, segundo estimativas da corretora Bernstein.

Os fabricantes de automóveis têm diminuído o entusiasmo por veículos elétricos e aumentado o interesse por híbridos. Este mês, a Volvo retrocedeu em seu compromisso de se tornar totalmente elétrica até 2030. Agora ela diz que elétricos e híbridos juntos representarão 90% de suas vendas até o final da década. No mês passado, a Ford anunciou que estava abandonando planos de fabricar um grande SUV totalmente elétrico, optando em vez disso pela força híbrida. A Hyundai está dobrando sua gama de híbridos de sete para 14 modelos. A Volkswagen também prometeu aumentar investimentos em híbridos enquanto repensa seus planos para elétricos.

Carros elétricos ainda enfrentam o receio dos motoristas em relação à autonomia da bateria, temendo não conseguir completar a viagem Foto: Alex Silva/ Estadão - 14/12/2021

Carros elétricos ainda enfrentam o receio dos motoristas em relação à autonomia da bateria, temendo não conseguir completar a viagem Foto: Alex Silva/ Estadão – 14/12/2021

Os consumidores estão se voltando para os híbridos parcialmente porque são mais baratos. As grandes baterias necessárias para rodar veículos totalmente elétricos os tornam muito mais caros do que os carros a gasolina. Isso é um problema quando se trata de vender para o mercado de massa; a maioria dos compradores “não pagará um prêmio”, diz Jim Farley, chefe da Ford.

Carros elétricos superam modelos de gasolina na Noruega

Os híbridos plug-in, por outro lado, funcionam com baterias menores: eles basicamente têm uma unidade de 20 quilowatts-hora, cerca de um terço do tamanho das baterias dos elétricos. Como consequência, os híbridos são apenas um pouco mais caros do que os carros movidos a gasolina, e custam menos para rodar. Embora possam normalmente viajar apenas cerca de 40 milhas (aproximadamente 64 km) em suas baterias, a opção de usar gasolina evita a ansiedade que muitos motoristas de elétricos têm sobre ficar sem carga.

Por sua vez, os fabricantes de automóveis gostam de híbridos porque eles geralmente são tão lucrativos quanto os carros movidos a gasolina, em contraste com os elétricos, muitos dos quais são deficitários. Baterias menores significam custos de produção mais baixos. Os híbridos também permitem que os fabricantes de carros tradicionais aproveitem mais suas experiências e cadeias de suprimentos existentes.

A moda pelos híbridos, no entanto, pode se revelar passageira. Regras na Califórnia, adotadas por mais 16 Estados americanos, estipulam que até 2035 apenas 20% dos novos veículos vendidos pelos fabricantes de automóveis podem ser híbridos plug-in; o restante deve ser totalmente elétrico. A União Europeia planeja apertar ainda mais os freios: o bloco vai proibir a venda de todos os carros que funcionam com motores a gasolina, incluindo híbridos, até 2035.

Os híbridos já podem ser menos competitivos até lá. Os preços das baterias têm caído e cairão ainda mais à medida que a produção se expande e novas químicas são desenvolvidas. Fabricantes de automóveis como a Renault têm planos de lançar modelos elétricos que custam significativamente menos do que suas ofertas atuais, estimulados pela concorrência chinesa. As redes de carregamento continuam a se expandir.

A Bernstein prevê que os veículos híbridos capturarão uma parcela cada vez maior do mercado de automóveis até por volta de 2030, mas que as vendas se estabilizarão e, por fim, diminuirão à medida que as vendas de elétricos se acelerarem. Os híbridos estão “vencendo agora, mas os elétricos acabarão triunfando”, avalia Patrick Hummel, do banco UBS.

Xavier Smith, da AlphaSense, uma empresa de consultoria, acredita que a obsessão que as montadoras têm atualmente com os híbridos se mostrará míope. Aqueles que perderem o foco na eletrificação poderão ficar para trás em breve.

Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

DE ONDE VEM O ROMBO DAS CONTAS PÚBLICAS?

 

História de Redação – Isto é Dinheiro

Após superar crises cambiais sucessivas, o Brasil tem enfrentado, nos últimos dez anos, desafios nas contas públicas, com déficits seguidos e aumento da dívida pública, agravados por políticas econômicas anteriores. Hoje, o País enfrenta uma crise de confiança que desvaloriza o real, afugenta investimentos, pressiona a inflação e leva o País a ter juros mais elevados.

De acordo com especialistas, as principais causas que explicam esse problema crônico: são gastos elevados com a Previdência Social, despesas altas com servidores públicos, carga tributária muito acima da média de outros países emergentes e novas pressões em rubricas como Benefício de Prestação Continuada (BPC) e pisos da saúde e da educação.

A equipe econômica comandada por Fernando Haddad buscou a recuperação das receitas como estratégia para diminuir o déficit. Até aqui, as medidas têm sido insuficientes, e economistas apontam para a urgência de o governo estabelecer uma política efetiva de redução de despesas – agenda essa que enfrenta resistência do presidente Lula e da ala política do governo.

NOVAS REGRAS PARA SUBSTITUIÇÃO DA CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO

 

História de André Nicolau – Catraca Livre

Como funciona o Programa CNH Social e quem pode participar

Como funciona o Programa CNH Social e quem pode participar© Fornecido por Catraca Livre

Uma série de mudanças na renovação da Carteira Nacional de Habilitação foram anunciadas pelo Governo Federal em 2024 e devem afetar principalmente os motoristas com idades entre 50 e 70 anos. 

Entre as novidades, uma das principais mudanças na legislação diz respeito ao novo prazo de validade do exame de aptidão física e mental, exigido na renovação da carteira.

Afinal, quais são as principais mudanças na lei da CNH?

As novas regulamentações de trânsito trouxeram transformações importantes, especialmente no que tange à obrigatoriedade de alguns equipamentos e, principalmente, ao período de validade da habilitação, que agora se ajusta conforme a faixa etária:

Para motoristas com menos de 50 anos, a CNH passa a ter validade de 10 anos;

Aqueles com idades entre 50 e 70 anos devem renovar a carteira a cada 5 anos;

Já os motoristas com mais de 70 anos terão a CNH válida por 3 anos.

Vale lembrar que esses prazos podem ser alterados conforme a avaliação do médico responsável pelo exame.

Como renovar a CNH com as novas regras?

Para renovar a CNH, o processo é simples:

Os motoristas, especialmente os mais velhos, devem ficar atentos aos prazos de vencimento da habilitação, que agora expira mais rapidamente para pessoas acima de 50 anos.  

  • Acesse o site do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de seu estado;
  • Faça login com seu CPF ou CNPJ e senha;
  • Atualize seus dados e siga as orientações para solicitar a renovação.

Benefícios para motoristas com mais de 50 anos

Para amenizar o impacto das mudanças, motoristas com 50 anos ou mais passaram a ter um desconto de 50% no valor da renovação da CNH. Além disso, idosos acima de 70 anos têm direito a um desconto de 30% para renovar o documento. Essas medidas buscam facilitar o processo de renovação para os condutores mais experientes.

SURGIMENTO DO PARAFUSO E DA CHAVE PHILLIPS

 

História de Vivian de Souza Campos – Mega Curioso

A chave Phillips é indispensável em projetos de reparo doméstico, e está presente em quase todas as caixas de ferramentas. Sua popularidade está diretamente ligada à inovação que é o parafuso Phillips, um fixador com uma cabeça em formato cruzado que revolucionou o mundo dos reparos e da montagem. Mas qual é a origem desse design e por que ele se tornou tão popular?

Da invenção à popularização

Henry F. Philips. (Fonte: NIHF/Reprodução)

Henry F. Philips. (Fonte: NIHF/Reprodução)

parafuso de cabeça cruzada originou-se no final dos anos 1800 com o design inicial de John Thompson, que introduziu um recesso em formato de cruz na cabeça da peça. No entanto, a adoção desse modelo enfrentou desafios devido à profundidade do recesso, que complicava a produção e o manuseio.

A grande virada ocorreu em 1933, quando Henry F. Phillips adquiriu a patente e refinou o design, criando um recesso cruciforme mais raso que facilitava a produção em massa e a aplicação da ferramenta. Daí o nome ‘Phillips’, em homenagem a Henry F. Phillips, que aprimorou e popularizou o modelo.

Henry formou a Phillips Screw Company e conseguiu convencer grandes fabricantes a adotar o novo formato, com a General Motors sendo uma das primeiras a utilizar parafusos Phillips em seus veículos a partir de 1937.

A adoção inicial e o sucesso do design demonstraram suas vantagens em eficiência e segurança, estabelecendo o modelo como um padrão amplamente aceito na indústria. Essa inovação transformou a montagem e a produção de fixadores, consolidando a popularidade do modelo até hoje.

Eficiência e precisão no uso

O parafuso Phillips aumenta a eficiência e a precisão, reduzindo escorregamentos e facilitando o aperto. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

O parafuso Phillips aumenta a eficiência e a precisão, reduzindo escorregamentos e facilitando o aperto. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

Uma das principais qualidades do parafuso Phillips é a sua capacidade de centralizar automaticamente na ferramenta, graças à sua cabeça cruzada. Como a chave encaixa perfeitamente no recesso do parafuso, reduz significativamente o risco de escorregamento.

Isso é particularmente benéfico em ambientes industriais e de produção em massa, onde a automação e a rapidez são fundamentais. Com a ferramenta ajustada corretamente, o parafuso pode ser girado com maior facilidade, tornando o processo mais ágil e eficiente. Isso melhora a precisão durante o aperto e reduz a quantidade de esforço necessário para concluir a tarefa.Aproveite a enorme base de clientes da Amazon para impulsionar suas vendas.

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Além disso, a firmeza do encaixe minimiza a probabilidade de danificar o parafuso ou o material ao redor, o que é essencial para garantir a integridade das superfícies de trabalho e a durabilidade dos fixadores.

Assim, o parafuso Phillips representa uma significativa inovação no mundo dos fixadores, e se tornou um padrão amplamente adotado, tanto em aplicações domésticas quanto industriais. Sua capacidade de se adaptar rapidamente à ferramenta e a facilidade de uso são as principais razões pelas quais esse modelo continua sendo uma escolha popular.

OS 4 PILARES DA TRANSFORMAÇÃO DE UMA EMPRESA

Piero Franceschi – Partner na StartSe

Muitas vezes, a transformação fica relegada a um grande projeto “salvador” que ilude a todos à sua volta, gerando letargia e frustração. Pensando nesse desafio, Piero Franceschi, sócio da StartSe, montou um framework com seu pensamento sobre os 4 pilares de uma transformação.

Os 4 pilares de uma transformação (Infográfico Piero Franceschi)

Por mais que muito se tenha falado de transformação nos últimos anos, são raros os casos em que as empresas têm um portfólio completo de ações para a transformação. 

Muitas vezes, a transformação fica relegada a um grande projeto “salvador” que ilude a todos à sua volta, gerando letargia e frustração.


Pensando nesse desafio, montei esse framework com o meu pensamento sobre os 4 pilares de uma transformação.

Todos os 4 tipos de ação devem ocorrer de forma concomitante para a transformação efetiva de uma empresa:

Das que existem relativamente baixo investimento:

1. ATAQUE RELÂMPAGO: são ações com foco externo que obtêm transformações rápidas, capturando valor imediato com resultados positivos que aumentam a moral da equipe. Geram sensação de evolução, criando confiança para os “Grandes Saltos” que vêm pela frente. Todo mundo precisa sentir que “a coisa está andando”.

2. CHOQUE DE CULTURA: Ações que geram transformações internas na cultura que visam construir alinhamento e reorganização de competências-chave necessárias para a visão. Preparam o time com o mindsete ferramentas que serão exigidas nas atividades de alto esforço e complexidade que estão do outro lado da matriz.

Já os outros dois grupos de ação geralmente exigem maiores níveis de investimento:

3. REFORMA DE FUNDAÇÃO: Iniciativas que geram transformações estruturais que resolvem o legado, eliminando travas sistêmicas que impedem os “Grandes Saltos” de ocorrerem. Não são muito sexy, mas criam condições essenciais para o longo prazo, atualizando a fundação da empresa para novos padrões. É tipo a troca do encanamento e fiação.

4. GRANDES SALTOS: Grandes projetos que miram transformações complexas no modelo de negócio mandatórias para a manutenção da relevância junto aos seus clientes. Têm como objetivo construir novos ciclos de perpetuidade da empresa, readequando sua competitividade a um novo mercado. Com tudo isso, fica claro que a falha em promover um portfólio completo de ações de transformação leva provavelmente à falácia de acreditar em contos de fada onde apenas um bom feitiço resolve tudo. É preciso muito mais do que um projeto “salvador” para mudar uma empresa.

Leitura recomendada

Piero Franceschi, sócio da StartSe
e co-autor do bestseller “Organizações Infinitas”, tem 20 anos de experiência em Marketing, Estratégia e Inovação em posições de liderança de grandes empresas como Bauducco, Danone, Diageo e Pearson. Quer contratar a palestra do executivo para a sua empresa?

Sabe o que eu mais vejo no mercado?

 Junior Borneli — StartSe

Testemunho:

Que empresários existem aos montes, mas poucos são empreendedores.

Simplesmente porque um empreendedor se forja em meio a desafios.

E eu tiro isso pela minha própria história.

Eu nasci no interior de Minas Gerais. Numa cidade de apenas 13 mil habitantes.

E como toda cidade do interior, as opções de lá eram bem limitadas

Eu sempre senti que poderia ir além, nunca consegui saber como.

Então trabalhei numa universidade por 10 anos.

Sem propósito, sem objetivo, apenas fornecendo o necessário pra minha esposa e filho.

Até que um eu cheguei em casa e vi que a minha energia elétrica havia sido cortada.

E eu digo que esse foi o pior e o melhor dia da minha vida.

Porque foi aí que a ficha caiu.

Que eu entendi que precisava fazer algo e que só o empreendedorismo poderia me tirar daquele lugar.

Que custe o que custasse, eu NUNCA MAIS me encontraria naquela situação novamente

Esse foi o gatilho que despertou o que eu chamo de atitude empreendedora.

A voz que diz lá dentro que “você pode mais”.

Como despertar sua atitude empreendedora e impactar positivamente seus projetos com isso.

Espírito empreendedor: 8 dicas matadoras para despertar o seu

Janu França

Um empreendedor de sucesso não nasce pronto, ele se molda. Compartilhamos neste artigo 8 habilidades fundamentais para você atingir seus objetivos.

Qualquer realização começa na mente. E empreendedores são, normalmente, aqueles que têm a capacidade de colocar suas ideias em prática e fazer acontecer. Algumas pessoas já nascem com esse espírito, né? Outras nem tanto. Mas não se engane, isso pode ser trabalhado e desenvolvido.

É fundamental desenvolver – ou aprimorar – esse perfil realizador para quem quer abrir uma empresa e fazer ela crescer. O sucesso empresarial está diretamente ligado à reunião de um grupo de características e habilidades que tornam uma mente mais atenta para aspectos essenciais de um negócio.

Confira nossas dicas de como despertar este espírito em você!

1 Tenha autoconfiança

“Autoconfiança é muito importante para alcançar o sucesso. E para se tornar confiante, é importante estar preparado.”

Arthur Ashe, tenista

Todo bom empreendedor confia em si mesmo. É preciso acreditar em suas ideias e visão de negócio para colocá-las em prática e fazer com que elas prosperem. Por isso, não se limite a pensar no que pode ou não fazer, acredite em você e no seu sucesso. Isso irá te impulsionar.

2 Trabalhe sua mente

“Persiga um ideal, não o dinheiro. O dinheiro vai acabar indo atrás de você.”

Tony Hsieh, empreendedor

Quem tem um espírito empreendedor persegue as oportunidades quando as encontra. E para reconhecer essas oportunidades é preciso que você possua a mentalidade certa, quando você tem uma percepção incorreta, seu espírito empreendedor não se desenvolve.

Alimente uma atitude positiva e encare as barreiras e os pequenos fracassos como aprendizado, que preparam você para tentar novamente.

3 Desenvolva senso crítico

“Você deve lutar mais de uma batalha para se tornar um vencedor.”

Margaret Thatcher, política

Trabalhe seu senso crítico diariamente, ele será extremamente necessário para que você desenvolva seus projetos da melhor maneira possível. Sempre analise e reflita sobre todos os aspectos do projeto, se não ficar satisfeito com algo, repense e refaça.

Crie a capacidade de você mesmo avaliar suas ideias e a forma como realiza cada etapa.

4 Planeje suas metas e as cumpra

“Todas as diretrizes são resultado de um planejamento e todo planejamento é resultado de sonhos.”

Flávio Augusto, empreendedor

Para alcançar seus objetivos você precisa saber exatamente onde deseja chegar. Por isso trace suas metas e planeje bem suas estratégias, ter um espírito empreendedor tem a ver com a capacidade de planejar e ter disciplina, por isso trabalhe essas habilidades.

Estabelecer metas ajuda a alimentar seu espírito empreendedor, mas elas precisam ser realistas, palpáveis e mensuráveis. Obedecendo a esses pontos você poderá traçar objetivos de curto e longo prazo.

#DicaConsolide: não deixe de conhecer a história do grande erro do super empresário Flávio Augusto.

5 Tenha atitude

“Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo.”

Martin Luther King, pastor e ativista político

Não adianta ter boas ideias, planejar estratégias, traçar metas e não ter atitude para executá-las. Para realizar seus sonhos e alcançar o sucesso desejado, é necessário agir. Ter um espírito empreendedor não tem a ver com ideias e planejamento, e sim em possuir a capacidade e a motivação para executar.

A melhor maneira de despertar e alimentar seu espírito empreendedor é colocar algo em prática. Os desafios de um negócio e seus processos vão fazer com que esse espírito se manifeste. Por isso, ao identificar sua ambição no mundo empresarial e o mercado onde deseja atuar, não perca tempo e parta para a ação.

6 Tenha ambições realistas

“Faça o que você puder, onde você está e com o que você tem.”

Theodore Roosevelt, ex-presidente EUA

Tenha ambições que estejam ao seu alcance, não adianta tentar resolver problemas que estão fora do seu controle ou tentar atingir alguns objetivos cedo demais. Faça planos e trace metas que façam sentido para o seu projeto, utilizando seu senso crítico para definir se são plausíveis e alcançáveis naquele momento.

7 Seja criativo

“Criatividade é inteligência, divertindo-se.”

Albert Einstein, físico

A criatividade é essencial para qualquer empreendedor, desde a concepção de um novo negócio até a hora de desenvolver soluções e estratégias dentro da empresa. Todo mundo tem certo nível de criatividade, por isso se você deseja ser um empreendedor trabalhe sempre sua criatividade para mantê-la ativa.

8 Desenvolva habilidades de liderança

“O melhor líder não é necessariamente aquele que faz as melhores coisas. Ele é aquele que faz com que pessoas realizem as melhores coisas.”

Ronald Reagan, ex-presidente EUA

É muito importante que um empreendedor tenha habilidades de liderança, para conduzir seu projeto e delegar quando necessário. Além disso, é preciso saber tomar as próprias decisões e fazer com que outros acreditem em seu projeto.

Também é essencial que você saiba conduzir as pessoas pelo caminho que você deseja trilhar.

Pronto para despertar seu espírito empreendedor? Então comece logo a colocar essas dicas em prática.

NOSSA MARCA. NOSSO ESTILO!

COMPARTILHAMOS CONHECIMENTO PARA EXECUTARMOS COM SUCESSO NOSSA ESTRATÉGIA PARA REVOLUCIONAR O MODO DE FAZER PROPAGANDA DAS EMPRESAS DO VALE DO AÇO.

O desejo de mudar, de transformar, de acreditar, são fundamentais para irmos além. São agentes propulsores da realização de sonhos. Já o empreendedorismo está presente no DNA dos brasileiros e nossa história trouxa essa capacidade que temos de nos reinventar e de nos conectarmos com você internauta e empresários que são a nossa razão de existir.

E todos esses elementos combinados e levados ao território da internet, torna o que era bom ainda melhor. Na internet e através do Site da Valeon, podemos proporcionar o início do “virar de chaves” das empresas da região para incrementar as suas vendas.

Assim, com inovação e resiliência, fomos em busca das mudanças necessárias, testamos, erramos, adquirimos conhecimento, desenhamos estratégias que deram certo para atingirmos o sucesso, mas nada disso valeria se não pudéssemos compartilhar com vocês essa fórmula.

Portanto, cá estamos! Na Plataforma Comercial Marketplace da VALEON para suprir as demandas da região no que tange à divulgação dos produtos e serviços de suas empresas com uma proposta diferenciada dos nossos serviços para a conquista cada vez maior de mais clientes e público.

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos. Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual.

 

O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses três anos de nosso funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia, inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina das empresas. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.

 

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A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

 

sábado, 21 de setembro de 2024

STF DISCUTE AMPLIAÇÃO DE FORO PRIVILEGIADO NO STF

História de Lucas Mendes – CNN Brasil

Mendonça vota contra ampliação de foro no STF

Mendonça vota contra ampliação de foro no STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou, nesta sexta-feira (20), contra a proposta de ampliação do alcance do foro privilegiado de autoridades na Corte. O magistrado é a favor de manter a regra atual, que estabelece que o chamado “foro por prerrogativa de função” termina quando a autoridade deixa o cargo. Divergência O voto de Mendonça é o único até o momento contra a ampliação do foro. Já há maioria formada para ampliar a regra, fixando que o foro é mantido no Supremo mesmo depois de a autoridade deixar o cargo. Ressalva Mendonça fez uma ressalva de que, até que seja fixado o entendimento do Supremo sobre o tema, investigações e ações penais de sua relatoria permanecem na Corte, “em respeito ao colegiado”, que já formou maioria nesse sentido. Um desses casos é o da investigação envolvendo as acusações de assédio contra o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida. Pela regra atual, Almeida perdeu o foro no STF ao ser demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 6 de setembro. Quando alguém perde o foro no Supremo, o caso, em geral, vai para a primeira instância da Justiça. “Em respeito ao colegiado, registro que, até que se conclua o presente julgamento e se defina a jurisprudência deste Supremo Tribunal Federal sobre a prerrogativa de foro, ad cautelam, as investigações por mim supervisionadas e as ações penais sob minha relatoria permanecerão no âmbito deste Supremo Tribunal Federal”, afirmou. “Uma vez julgada a questão, se seguirá definitivamente a jurisprudência fixada por esta Suprema Corte”. Segundo Mendonça, o “alargamento do foro por prerrogativa de função para período posterior ao fim do exercício do cargo ou função do agente político contraria a jurisprudência construída de forma gradativa e constante” pelo STF. “Terminado o exercício do cargo ou função, esvazia-se toda a lógica justificadora do excepcional foro por prerrogativa de função”, declarou. A discussão sobre o tema é feita no plenário virtual. Nesse formato de julgamento, não há debate entre os ministros, que apresentam seus votos em um sistema eletrônico. https://www.youtube.com/watch?v=kILxg3zrfO4 Maioria A maioria de votos pela ampliação de foro foi formada em abril. Na ocasião, Mendonça pediu vista (mais tempo para análise). O caso foi retomado nesta sexta (20), com o voto do ministro. A proposta que tem maioria estabelece que o foro continua no STF mesmo após o afastamento do cargo, “ainda que o inquérito ou a ação penal sejam iniciados depois de cessado seu exercício”. Esse entendimento foi apresentado por Gilmar Mendes. Votaram a favor os ministros Roberto Barroso, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Ainda precisam votar os ministros: Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Edson Fachin. Como é a regra O STF tem competência para processar e julgar, nos crimes comuns, o presidente da República, o vice-presidente, deputados e senadores, ministros e o procurador-geral da República. Já para integrantes dos tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União (TCU), embaixadores, e comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, a competência é para crimes comuns e de responsabilidade. A regra atual sobre foro no Supremo foi definida em 2018. Para que o processo tramite no STF é preciso que o crime tenha sido cometido no exercício do cargo e em razão da função ocupada. Se o agente público perder seu mandato, o processo vai para a primeira instância. A única exceção é para quando o caso já estiver na fase final de tramitação; nessa situação, o processo permanece no STF. Em 2022, a Corte decidiu que continua tendo competência em casos de “mandato cruzado” — ou seja, quando o congressista investigado ou processado por um suposto crime é eleito para outra Casa Legislativa durante a tramitação do inquérito ou da ação penal.

 

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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