Presidente quer assumir papel de liderança nas negociações globais
sobre o clima, na pele de um bem-sucedido protetor do meio ambiente.
Seus planos, porém, desmoronam ao serem confrontados com a realidade.O
Brasil está em chamas como nunca antes, em quatro biomas diferentes ao
mesmo tempo: Amazônia, Cerrado, Pantanal e na região agrícola ao redor
de São Paulo.
Há duas razões para isso. Primeiro, a pior seca dos últimos 70 anos
e, em seguida, os incendiários que se aproveitam da oportunidade para
comercializar as áreas queimadas ou utilizá-las para fins agrícolas.
A catástrofe gerada pelos incêndios é um grave revés às ambições de
política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Seu objetivo
em seu terceiro mandato como presidente sempre foi colocar o Brasil como
modelo global de proteção às florestas e assumir um papel de liderança
na defesa do clima.
Em termos estratégicos isso é algo que fazia sentido, uma vez que seu
antecessor, Jair Bolsonaro, menosprezava a proteção ambiental e apoiava
fazendeiros e garimpeiros na região da Amazônia, o que o deixou
amplamente isolado da Europa e dos Estados Unidos.
Lula queria brilhar a partir de janeiro de 2023 com uma política
ambiental exemplar que lhe renderia reconhecimento internacional. O
governo, inclusive, teve sucesso ao reduzir o desmatamento em seu
primeiro ano de mandato.
Êxitos iniciais viraram fumaça
Os êxitos iniciais, porém, viraram fumaça em meio aos incêndios
florestais deste ano. Sérgio Leitão, diretor do instituto ambiental
Escolhas, exige que o governo adote medidas muito mais amplas de combate
às queimadas. Se nada mudar, as chamas destruirão não apenas as
florestas, mas também a credibilidade do governo.
Isso, contudo, já aconteceu. No próximo ano, o Brasil receberá a
Conferência da ONU sobre o Clima. Lula planejava ressaltar em seu
tradicional discurso de abertura na Assembleia Geral das Nações Unidas,
na terça-feira (24/09), os progressos na luta contra as mudanças
climáticas e convocar o mundo a agir.
Agora, ele não conseguirá mais desempenhar o papel duplo de protetor
do clima e admoestador das nações industrializadas do Hemisfério Norte,
já que seu governo sequer consegue manter sob controle a situação em seu
próprio país.
No final do ano passado já estava claro que a biomassa desmatada na
Amazônia durante a longa e intensa temporada de seca iria queimar a
partir de agosto. No início deste ano, ficava cada vez mais evidente que
a América do Sul, como um todo, sofreria uma seca histórica no inverno.
Mesmo assim, o governo se manteve inativo.
Até o momento, ainda não foi apresentada uma estratégia para lidar
com os incêndios. O governo provavelmente contava com uma continuação do
sucesso inicial na proteção das florestas. O ex-ministro da Justiça de
Lula Flávio Dino, agora no Supremo Tribunal Federal (STF), teve de
determinar o envio de mais contingentes dos Corpos de Bombeiros para
combater as chamas – o que, na verdade, deveria ser trabalho do governo.
Reputação internacional em jogo
Lula apresentou há pouco a ideia de criar um “superministério do
Clima”, algo que ele já havia prometido durante a campanha eleitoral,
mas que acabou sendo rapidamente esquecido. Como essa autoridade
climática sem orçamento próprio poderá gerenciar as atividades entre os
ministérios é algo que ainda permanece envolto em mistério.
Ao mesmo tempo, Lula quer reconstruir a BR-319 através da floresta
amazônica, já que a seca do rio Madeira não permite que os fazendeiros e
comerciantes consigam escoar suas colheitas. Soma-se a isso o fato de o
governo manter os planos de explorar petróleo na bacia da Foz do
Amazonas.
Lula deve tentar fazer de tudo em seu poder para salvar sua posição
como protetor das florestas. É o único papel no qual ele ainda tem
chance de preservar sua reputação internacional. Ele já constrangeu a si
próprio sob olhares do público mundial ao tentar agir como mediador na
guerra entre a Rússia e a Ucrânia e na crise da Venezuela.
Há mais de 30 anos o jornalista Alexander Busch é correspondente de
América do Sul. Ele trabalha para o Handelsblatt e o jornal Neue Zürcher
Zeitung. Nascido em 1963, cresceu na Venezuela e estudou economia e
política em Colônia e em Buenos Aires. Busch vive e trabalha em
Salvador. É autor de vários livros sobre o Brasil.
O texto reflete a opinião pessoal do autor, não necessariamente da DW.
O Dia do Comprador, celebrado anualmente em 19 de setembro, é uma
data especial para homenagear os profissionais responsáveis por adquirir
produtos e serviços para as empresas. Eles desempenham um papel
fundamental no sucesso de uma organização, pois são responsáveis por
encontrar fornecedores confiáveis, negociar preços e garantir que as
necessidades da empresa sejam atendidas.
O Dia do Comprador homenageia os profissionais responsáveis por uma
das funções mais estratégicas dentro das empresas: as compras. São esses
especialistas que analisam tendências de mercado, negociam com
fornecedores e asseguram que os melhores produtos cheguem aos estoques,
ao mesmo tempo, em que garantem a sustentabilidade financeira do
negócio.
Um bom comprador precisa estar sempre atualizado sobre as tendências
do segmento em que atua, buscando, constantemente, novas oportunidades e
soluções inovadoras para melhorar a eficiência dos processos de compra.
Está sob as responsabilidades de um Comprador receber e classificar
as requisições de compras dos departamentos, organizar e monitorar o
sistema de controle de compras no computador, reunir-se com a gerência e
funcionários de outros departamentos para ajudar a determinar as
necessidades de compras, estudar catálogos e jornais do comércio para
verificar o que está se vendendo localmente e no exterior, contatar os
fornecedores e negociar preços e condições de contratos de compras,
manter arquivos por fornecedor com registros de entrega e pagamentos,
manter-se atualizado com as tendências de mercado, novos produtos e as
necessidades de materiais e suprimentos da sua organização, fazer
recomendações à gerência e funcionários da companhia sobre contratos com
fornecedores, organizar a liberação de equipamentos desnecessários,
avaliar se os equipamentos e mercadorias recebidas estão em bom estado e
efetuar as mudanças necessárias.
Para que o profissional tenha um bom desempenho como Comprador é
essencial que possua conhecimentos das regras, sistemas e planos
estratégicos da companhia e conhecimento de finanças e de orçamento.
Pensando na necessidade urgente de pragmatismo na liderança, Piero
Franceschi, sócio da StartSe, criou um framework inédito listando os 6
comportamentos cruciais que distinguem os líderes exemplares em cenários
de execução de alto nível.
Infográfico Piero Franceschi
No competitivo mundo dos negócios, a liderança é o
motor que impulsiona o sucesso das organizações. No entanto, enquanto
discutimos o papel dos líderes, é essencial mergulhar nas
características que verdadeiramente fazem a diferença no complexo
ambiente corporativo.
Listamos soft skills e hard skills, mas na prática, emerge uma
verdade incontestável: líderes eficazes são aqueles que geram resultados
reais. Todo o resto, é apenas conceito.
Pensando na necessidade urgente de pragmatismo na liderança,
listei nesse framework inédito, os 6 comportamentos cruciais que
distinguem os líderes exemplares em cenários de execução de alto nível:
Priorização da ação: feito é melhor que perfeito
Reconhecendo a importância da agilidade, esses líderes valorizam a
implementação rápida e eficiente sobre a busca pela perfeição absoluta.
Clareza na complexidade: simples sem ser simplório
Optando pela comunicação e execução simplificadas, esses líderes
mantêm a essência brilhante de seus planos, sem sucumbir à
superficialidade.
Transparência e foco: sem tempo para egos
Comunicação franca e transparente é a pedra angular desses líderes,
que priorizam dados e fatos em detrimento de opiniões e desejos
pessoais, rumo aos resultados almejados.
Aprendizado iterativo: aprende como não errar, errando
A rápida assimilação dos erros passados é a marca registrada desses
líderes, que rejeitam repetir caminhos infrutíferos, em busca de
progresso contínuo.
Flexibilidade e prontidão: sem apego, sem preguiça
Desapegados de planos inflexíveis, esses líderes ajustam rapidamente o
curso quando as circunstâncias exigem, assegurando a eficácia de suas
estratégias.
Resiliência e crescimento: anti-frágil
Encarando as falhas como oportunidades de fortalecimento, esses
líderes emergem de adversidades mais resilientes, perseverando
incansavelmente até alcançar os objetivos estabelecidos.
Os líderes efetivos são verdadeiros catalisadores de mudança,
capazes de superar obstáculos e concretizar metas ambiciosas. Mesmo os
mais experientes neste campo estão constantemente buscando
aprimoramento.
Ao adotar os seis comportamentos delineados neste framework, os C-levels podem alavancar sua eficácia executiva, moldando um futuro de sucesso para suas organizações no dinâmico cenário empresarial global.
Descubra o Marketplace Valeon do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores
Moysés Peruhype Carlech – ChatGPT
O Vale do Aço é uma região próspera e empreendedora, conhecida por
sua indústria siderúrgica e seu ambiente de negócios dinâmico. Agora
imagine ter um único local onde você pode encontrar todas as informações
e recursos necessários para ter sucesso nesse ambiente competitivo.
Bem-vindo ao Marketplace Valeon do Vale do Aço – um hub online que
engloba empresas, notícias, diversão e empreendedorismo, oferecendo uma
plataforma única para empresários e gerando leads valiosos.
Um ecossistema empresarial abrangente:
O Marketplace Valeon do Vale do Aço reúne empresas locais de diversos
setores em um só lugar. Com uma interface intuitiva, os usuários podem
facilmente encontrar e se conectar com fornecedores, parceiros
comerciais e clientes potenciais na região. A plataforma oferece uma
ampla gama de categorias de negócios, desde indústrias tradicionais até
empresas inovadoras, garantindo que todos os empreendedores encontrem as
oportunidades certas para expandir seus negócios.
Notícias e insights atualizados:
Além de ser um diretório empresarial, o Marketplace Valeon do Vale do
Aço também oferece um fluxo contínuo de notícias e insights relevantes
para os empresários da região. Através de parcerias com veículos de
comunicação locais e especialistas em negócios, a plataforma mantém os
usuários informados sobre as últimas tendências, oportunidades de
mercado, mudanças regulatórias e eventos relevantes. Essas informações
valiosas ajudam os empresários a tomar decisões informadas e a se
manterem à frente da concorrência.
Diversão e engajamento:
Sabemos que a vida empresarial não é só trabalho. O Marketplace
Valeon do Vale do Aço também oferece uma seção de entretenimento e
lazer, onde os usuários podem descobrir eventos locais, pontos
turísticos, restaurantes e muito mais. Essa abordagem holística permite
que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma
comunidade unida e fortalecendo os laços na região.
Foco no empreendedorismo:
O Marketplace Valeon do Vale do Aço é uma plataforma que nutre o
espírito empreendedor. Além de fornecer informações e recursos valiosos,
também oferece orientação e suporte para os empresários que desejam
iniciar seus próprios negócios. Com seções dedicadas a tutoriais,
estudos de caso inspiradores e conselhos de especialistas, o marketplace
incentiva e capacita os empreendedores a alcançarem seus objetivos.
Geração de leads para os empresários:
Uma das maiores vantagens do Marketplace Valeon do Vale do Aço é a
capacidade de gerar leads qualificados para os empresários. Com um
público-alvo altamente segmentado, a plataforma oferece a oportunidade
de se conectar diretamente com potenciais clientes interessados nos
produtos e serviços oferecidos pelas empresas cadastradas. Isso
significa que os empresários podem aumentar sua visibilidade, expandir
sua base de clientes e impulsionar suas vendas de forma eficiente.
Conclusão:
O Vale do Aço é uma região cheia de oportunidades e empreendedorismo,
e o Marketplace Valeon do Vale do Aço se torna um recurso indispensável
para os empresários locais. Ao oferecer um ecossistema empresarial
abrangente, notícias atualizadas, diversão, suporte ao empreendedorismo e
a geração de leads qualificados, o Marketplace Valeon se destaca como
uma ferramenta poderosa para impulsionar os negócios na região. Não
perca a chance de fazer parte dessa comunidade dinâmica e descubra o
poder do Marketplace Valeon do Vale do Aço para o seu sucesso
empresarial.
A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO
Moysés Peruhype Carlech
A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz
divulgação de todas as empresas da região do Vale do Aço, chama a
atenção para as seguintes questões:
• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou
pela primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.
• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas
para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.
• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.
• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.
• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se
expanda, seja através de mobilidade, geolocalização, comunicação,
vendas, etc.
• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:
a) Digitalização dos Lojistas;
b) Apoio aos lojistas;
c) Captura e gestão de dados;
d) Arquitetura de experiências;
e) Contribuição maior da área Mall e mídia;
f) Evolução do tenant mix;
g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;
h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;
i) Convergência do varejo físico e online;
j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;
k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;
l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;
m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.
Vantagens competitivas da Startup Valeon:
• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar
rapidamente reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a
Startup Valeon não foge disso, fazem dois anos que estamos batalhando
para conquistarmos esse mercado aqui do Vale do Aço.
• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos
contar com apoio dos parceiros já consolidados no mercado e que estejam
dispostos a investir na execução de nossas ideias e a escolha desses
parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui do Vale do
Aço para os nossos serviços.
• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois
são capazes de proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.
• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos diariamente à procura do inédito.
• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do
mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas
desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na
divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso
funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia,
inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande
empresa. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar
tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos
manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em
como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.
• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de
divulgação de suas empresas e bem como contribuindo com o seu
faturamento através da nossa grande audiência e de muitos acessos ao
site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter mais de 100.000 acessos.
Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:
• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;
• Atraímos visualmente mais clientes;
• Somos mais dinâmicos;
• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;
• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;
• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.
• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em
buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para
impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as
suas vendas.
Proposta:
Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas
Empresas na nossa máquina de vendas, continuando as atividades de
divulgação e propaganda com preços bem competitivos, bem menores do que
os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.
Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada
empresa contendo: fotos, endereços, produtos, promoções, endereços,
telefone, WhatsApp, etc.
O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja
também uma SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar
ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a
oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de
divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma
Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa
livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua
empresa seja oficializada.
A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando
para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as
melhores marcas do varejo e um mix de opções.
O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o
cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de
compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.
Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que
pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa
plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é
muito abaixo do valor praticado pelo mercado.
Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:
O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação
das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site
de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a
comunicação dos clientes com as lojas.
Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim
trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da
compra.
No país, as lojas online, que também contam com lojas
físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com
relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que
compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
O número de visitantes do Site da Valeon (https://valedoacoonline.com.br/) tem crescido exponencialmente, até o momento, temos mais de 222.000 visitantes e o site (https://valeonnoticias.com.br/) também nosso tem mais de 5.800.000 de visitantes.
O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de
comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e
ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros
marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e
promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como:
empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de
produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais
do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.
Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos
tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa
história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.
Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.
O economista Roberto Campos, integrante da comissão brasileira em
Bretton Woods – quando da criação do FMI e do Banco Mundial –,
ex-ministro e fundador do BNDES, dizia que “no Brasil, empresa privada é
aquela que o governo controla e empresa pública é aquela que ninguém
controla”.
Hoje, o atual presidente do Banco Central,
neto do economista, lidera uma campanha para criar uma empresa pública.
E não seria uma empresa qualquer, seria a mais poderosa estatal de
todos os tempos: A empresa pública Banco Central do Brasil.
A nova estatal seria a primeira com vastos poderes normativos,
regulatórios, fiscalizatórios e seria eximida de supervisão ministerial.
Quer grandes poderes, mas não quer grandes responsabilidades.
A mudança prevista na PEC n.º 65/2023, de relatoria do senador Plínio
Valério (PSDB-AM), pretende turbinar a autonomia orçamentária e
financeira, dando um cheque em branco para o Bacen gastar recursos
públicos com ampla liberdade, podendo copiar a irresponsabilidade fiscal
e os penduricalhos existentes nas instituições que contam com similar
autonomia.
O Bacen já conta com autonomia operacional, garantida pela Lei
Complementar n.º 179/2021, podendo tomar decisões sem pedir permissão a
outros órgãos. Projetos como o Open Finance, Pix e Drex se desenvolveram
em um banco sem autonomia formal. A atual autonomia, de 2021, ainda é
recente e deve ser avaliada. A necessidade de se avaliar e tomar
decisões baseadas em evidências não vale apenas para políticas sociais.
Se existe estudo que demonstra a melhoria da política monetária de 2021
para cá, deve ser apresentado e debatido.
A super autonomia da PEC 65 daria ao Banco um poder absoluto sobre os
bens e políticas públicas que gerencia, retirando os freios e
contrapesos típicos do Estado de direito. O Banco Central seria uma
estatal que ninguém controla.
No novo patrimonialismo proposto, o Banco Central não seria o
guardião da moeda, mas seu dono, indiferente às opiniões dos
representantes do povo. Os funcionários do Banco seriam os únicos aptos a
opinar sobre o curso de ação, o que poderia tornar a instituição mais
vulnerável à captura e à influência do poder econômico.
A proposta é inconstitucional por vício de iniciativa, pois a
Constituição confere ao presidente a prerrogativa de iniciar propostas
como essas. Não que isso valha muito, pois o Supremo Tribunal Federal
(STF) – instituição dotada de autonomia análoga – validou a Lei
179/2021, provida do mesmo vício.
Estamos diante de uma curiosa ironia do destino, em que o neto do
célebre economista “Bob Fields” propõe a criação de uma estatal dotada
de superpoderes e super autonomia sem precedentes, levando ao extremo a
observação de seu avô.
BRASÍLIA (Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai
assinar nesta terça-feira uma medida provisória para liberar 514 milhões
de reais em crédito extraordinário prioritariamente para o combate aos
incêndios florestais espalhados pelo país, anunciou o ministro da Casa
Civil, Rui Costa.
Além desse valor, um novo crédito será liberado posteriormente a
partir de reuniões de análise que o governo federal fará com
governadores e outras autoridades dos Estados mais afetados pelas
queimadas, acrescentou o ministro.
Costa disse ainda, durante reunião liderada por Lula com ministros e
chefes de Poderes para tratar do combate aos incêndios, que o governo
editará uma outra medida provisória para a flexibilização da legislação
para que o BNDES possa fazer uma liberação mais rápida de recursos do
Fundo Clima.
O Brasil tem enfrentado uma crise climática grave causada por uma
seca recorde e queimadas que atingiram a Amazônia, o Pantanal e também o
interior de São Paulo e áreas do Centro-Oeste.
Na abertura da reunião no Palácio do Planalto, Lula disse que os
incêndios florestais que assolam o país têm fortes indícios de serem
criminosos, e que “cheira a oportunismo” de alguns setores querendo
criar confusões no país.
Neste exato momento, algo decisivo está acontecendo na guerra entre a
Ucrânia e a Rússia. A Ucrânia está prestes a receber mísseis de longo
alcance dos Estados Unidos e do Reino Unido, algo que pode mudar o rumo
desse conflito. Estamos falando de armamentos que podem atingir alvos a
centenas de quilômetros de distância. Mas como essas negociações estão
se desenrolando? E, mais importante, como essas armas podem transformar a
guerra?
A Ucrânia vem pedindo por mísseis de longo alcance desde o início da
guerra, mas até agora, os Estados Unidos hesitavam em liberar esses
armamentos. No entanto, mudanças recentes nas negociações sugerem que
isso está prestes a acontecer.
Na semana passada, altos oficiais dos Estados Unidos e do Reino Unido
se reuniram para discutir a liberação dos mísseis “ATACMS” e Storm
Shadow para a Ucrânia. Essas reuniões ocorreram em vários níveis, tanto
nos gabinetes dos dois países quanto em uma visita de campo à Ucrânia,
onde o secretário de Estado americano, Antony Blinken, e o secretário
britânico de Relações Exteriores, David Lammy, se encontraram com o
presidente Zelensky.
Esse encontro foi significativo. Não só foi a primeira visita
conjunta de autoridades americanas e britânicas à Ucrânia em uma década,
como também exigiu um grande esforço logístico, já que todas as viagens
à Ucrânia precisam ser feitas de trem, saindo da Polônia. Foram dez
horas de viagem, ida e volta, para que os líderes pudessem discutir,
cara a cara, como esses novos armamentos podem ser utilizados.
E por que tantas conversas e reuniões? Porque a liberação desses
mísseis não é uma decisão simples. Há muito em jogo, e o medo de uma
escalada do conflito com a Rússia sempre esteve no centro dessas
negociações.
Mas o que são exatamente esses armamentos que estão em jogo?
Os mísseis “ATACMS”, desenvolvidos nos Estados Unidos, são projetados
para atingir alvos a uma distância de até trezentos quilômetros. Eles
são disparados de lançadores “HIMARS”, que a Ucrânia já possui, e podem
destruir alvos importantes, como depósitos de munição, centros de
comando e bases aéreas.
Já o míssil Storm Shadow, de fabricação britânica, tem um alcance um
pouco menor, de duzentos e cinquenta quilômetros, mas é equipado com uma
ogiva mais pesada, ideal para destruir alvos fortificados, como bunkers
e estruturas protegidas. O que torna o Storm Shadow diferente é que ele
é lançado de aviões, o que dá à Ucrânia uma flexibilidade tática ainda
maior.
Mas por que esses mísseis ainda não foram liberados? A resposta está no medo de uma escalada.
Por mais de dois anos, a Ucrânia tem solicitado permissão para usar
essas armas em território russo, mas os Estados Unidos sempre hesitaram.
A principal preocupação é que, ao atingir alvos dentro da Rússia, o
conflito possa se expandir ainda mais, potencialmente atraindo outros
países para a guerra. Além disso, existe o temor de que a Rússia veja
isso como uma provocação direta e reaja de forma imprevisível.
No entanto, a situação no campo de batalha mudou. A Rússia tem usado
sua vantagem de alcance para atacar a Ucrânia com bombas planadoras, que
são basicamente bombas comuns adaptadas com asas para que possam ser
lançadas de aviões a grandes altitudes e atingir seus alvos com mais
impacto. A Ucrânia, sem armas de longo alcance o suficiente para
contra-atacar, tem sofrido com esses ataques.
Por isso, as negociações para liberar os mísseis “ATACMS” e Storm
Shadow ganharam uma nova urgência. Durante a visita dos ministros à
Ucrânia, um ponto importante foi discutir quais alvos a Ucrânia pretende
atingir com essas armas. A Ucrânia está no meio do conflito e sabe
melhor do que ninguém onde os ataques seriam mais eficazes. Esse tipo de
informação foi essencial para os executivos que, posteriormente,
tomaram a decisão de avançar com a liberação dos armamentos.
E é aqui que entra a reação da Rússia.
A reação de Moscou, como era de se esperar, foi imediata. O governo
russo já declarou que a liberação dessas armas seria vista como um ato
de agressão direta contra a Rússia, o que, segundo Putin, equivaleria a
lutar contra o próprio país.
Mas, por trás da retórica, está o verdadeiro medo russo: com essas
novas armas, a Ucrânia poderá atingir alvos estratégicos dentro do
território russo, forçando Moscou a reposicionar suas forças e proteger
infraestruturas vitais, como depósitos de armas e bases aéreas.
A Rússia já começou a reposicionar suas aeronaves para bases mais
distantes, fora do alcance dos mísseis ucranianos. Mas essa mudança tem
um custo. Isso significa que os aviões russos precisarão voar maiores
distâncias, gastando mais combustível e reduzindo a eficácia de seus
ataques.
Além disso, os depósitos de suprimentos e centros logísticos que
antes estavam seguros agora estarão na mira dos mísseis “ATACMS” e Storm
Shadow. Para Moscou, isso significa que suas operações militares no
leste da Ucrânia podem ser seriamente prejudicadas.
E como exatamente essas armas podem mudar o curso da guerra?
Primeiro, a Ucrânia finalmente terá a capacidade de interromper os
ataques aéreos russos. Até agora, os aviões russos estavam fora de
alcance, o que permitia que lançassem bombas planadoras de forma
relativamente segura. Mas com os mísseis de longo alcance, as bases
aéreas russas que abrigam esses aviões estarão vulneráveis. Isso forçará
a Rússia a operar seus aviões a uma distância maior, tornando seus
ataques menos eficientes.
Em segundo lugar, a Ucrânia poderá criar uma espécie de “zona de
exclusão” ao longo da fronteira com a Rússia. Isso significa que as
linhas de suprimento e as bases logísticas russas que antes estavam fora
de alcance agora poderão ser atacadas. Isso dificultará o
reabastecimento das tropas russas na linha de frente e, com o tempo,
poderá enfraquecer suas operações.
Terceiro, os mísseis de longo alcance serão cruciais para as
ofensivas terrestres ucranianas, como a ofensiva em Kursk. Com a
capacidade de atingir alvos estratégicos antes de avançar com suas
tropas terrestres, a Ucrânia poderá enfraquecer as defesas russas e
aumentar suas chances de sucesso nas ofensivas.
E, por fim, a questão da Crimeia. Embora a ponte da Crimeia, que liga
o território russo à península, seja um alvo tentador, ela está no
limite do alcance dos mísseis “ATAC-MS” e Storm Shadow. Além disso,
destruir uma estrutura tão grande e fortificada é um desafio técnico.
Mesmo que a ponte seja danificada, a Rússia já adaptou suas rotas de
abastecimento, usando o “corredor terrestre” que conquistou em dois mil e
vinte e três para manter o fluxo de suprimentos para a Crimeia.
Mas e então, o que podemos concluir de tudo isso?
A liberação dos mísseis “ATAC-MS” e Storm Shadow pelos Estados Unidos
e Reino Unido marca um ponto de virada importante na guerra. A Ucrânia
terá uma nova capacidade de atingir alvos estratégicos, e a Rússia será
forçada a repensar suas estratégias. Embora esses mísseis não encerrem a
guerra imediatamente, eles vão, sem dúvida, alterar a dinâmica do
conflito.
Agora, resta ver como essas novas ferramentas serão usadas e se elas
realmente terão o impacto que muitos esperam. O que está claro é que a
guerra está prestes a mudar de forma dramática. E quem conseguir se
adaptar mais rápido, terá a vantagem.
A ONG ambiental Mighty Earth associou nesta terça-feira (17) os
grandes frigoríficos JBS, Marfrig e Minerva à “destruição química” do
Pantanal brasileiro, após um estabelecimento que a organização como
fornecedor ter pulverizado agrotóxicos em uma vasta área deste bioma
para abrir espaço para a pecuária.
A Mighty Earth citou em um relatório uma operação policial realizada
em abril no estado do Mato Grosso contra o “desmatamento químico” de
mais de 81.200 hectares em onze propriedades situadas na maior área
úmida do mundo.
A degradação deste santuário da biodiversidade ocorreu entre 2021 e
2023 com pulverizações aéreas de 25 tipos de “agrotóxicos”, incluindo o
2,4-D, componente do Agente Laranja, utilizado pelos Estados Unidos na
Guerra do Vietnã, segundo a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso.
A Fazenda Soberana, uma das onze propriedades envolvidas no crime
ambiental, está no “centro de uma cadeia de abastecimento de carne
bovina que conecta os três maiores frigoríficos com quatro grandes redes
de supermercados no Brasil: Carrefour, Casino/GPA, Grupo Mateus e
Sendas/Assaí”, indicou a Mighty Earth em um comunicado.
ONG associa grandes frigoríficos à ‘destruição química’ do Pantanal
O proprietário da fazenda foi multado em R$ 2,8 bilhões em abril por
danos causados ao meio ambiente, uma cifra recorde para Mato Grosso em
casos deste tipo, segundo a secretaria.
O órgão afirmou na época que a pulverização “irregular” também
poderia ter contaminado a água na área alagada, colocando em risco a
fauna, especialmente os peixes, e até mesmo os seres humanos.
Usando imagens de satélite, a investigação da Mighty Earth, realizada
em parceria com as organizações Repórter Brasil e AidEnvironment,
descobriu que a operação destruiu 3.447 hectares na Fazenda Soberana.
“Já tinha sido identificado o uso desse agente laranja e de outros
componentes químicos para a destruição da floresta, mas do tamanho que a
gente viu nesse foi a primeira vez”, disse à AFP João Gonçalves,
diretor da Mighty Earth no Brasil.
No total, incluindo o desmatamento atribuído à Fazenda Soberana, o
estudo descobriu a destruição de 4.651 hectares em cinco propriedades
pecuárias da Amazônia, do Cerrado e do Pantanal, supostamente vinculadas
direta ou indiretamente com JBS, Marfrig e Minerva.
– “Não toleram desmatamento ilegal” –
Em uma resposta enviada aos autores do relatório em maio passado, a
JBS afirmou que os casos mencionados não aparecem nos sistemas de alerta
de desmatamento que utiliza: o estatal Prodes e a rede MapBiomas.
Uma das propriedades, localizada no estado do Pará, não está
registrada como fornecedora, e as compras de outras três, que a JBS não
menciona, “foram feitas antes de serem identificadas possíveis
irregularidades socioambientais”, assegurou.
As políticas de compra da empresa “não toleram desmatamento ilegal”, disse em uma nota enviada à AFP na segunda-feira.
A Marfrig, por sua vez, afirmou à AFP que a Fazenda Soberana lhe
“forneceu animais para abate” em setembro de 2018 e janeiro de 2019.
“Na época do abate, a propriedade cumpria todos os critérios socioambientais”, afirmou.
Em comunicado enviado à AFP, a Minerva indicou que, em relação à
Fazenda Soberana, no município de Barão do Melgaço, “não há nenhuma
comercialização”.
Já o Carrefour defendeu em sua resposta à ONG que, “após um estudo
cuidadoso”, pode confirmar “que nenhuma das cinco propriedades
mencionadas fornece ao grupo”.
A Mighty Earth denunciou ainda que 27 matadouros da JBS que abastecem
com produtos os supermercados Carrefour, Casino/GPA, Grupo Mateus e
Sendas/Assaí estão “vinculados” à destruição de quase 470.000 hectares
na Amazônia e no Cerrado entre 2009 e 2023.
Se incluídos nove frigoríficos “associados” à Marfrig e à Minerva, a
área é de mais de 550.000 hectares, segundo seus cálculos, que são
atualizados periodicamente.
O estudo foi publicado no momento em que incêndios devastam o Pantanal.
Embora o fogo esteja associado a uma seca extrema agravada pelas
mudanças climáticas, as autoridades afirmam que a maioria dos casos tem
origem criminosa.
O Brasil enfrenta uma das piores secas da história. De acordo com o
Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais
(Cemaden), mais da metade do país lida o piro período de estiagem dos
últimos 44 anos, incluindo Minas Gerais. No estado, uma forte massa de
ar seco e quente continental vem inibindo a chegada de frentes frias e
favorece a permanência de baixos índices de umidade relativa do ar,
impedindo a formação de chuvas.
Com a ausência de chuvas, as ocorrências de incêndios atendidas pelo
Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) aumentaram. Segundo a
corporação, de janeiro a agosto, as ocorrências tiveram um aumento de
50% em comparação ao mesmo período do ano passado, totalizando
aproximadamente 14 mil registros, um recorde dos últimos cinco anos.
Uma alternativa para a escassez hídrica seria a chuva artificial,
técnica utilizada com o objetivo de fazer com que as partículas de água
das nuvens se juntem, formando gotas para a produção de chuvas. Para que
ocorra essa aglutinação, são usados sais de prata, como brometo ou
iodeto de prata. No entanto, segundo especialistas, o dispositivo pode
não ser tão eficaz para o combate de incêndios florestais e queimadas.
O Que É Chuva Preta E Por Que Ela Acontece
“Uma forma [de reduzir o impacto das queimadas] é a chuva induzida,
por meio de helicópteros ou aeronaves, dispersar um produto para
aumentar a densidade desses núcleos de condensação provocando as
precipitações. Elas podem ser úteis para apagar os incêndios, mas podem
causar uma consequência ainda maior. Isso porque o brometo pode
prejudicar o solo”, explica o professor do Instituto de Ciências
Agrárias (ICA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Flávio
Pimenta.
O especialista em recursos hídricos pondera que a chuva artificial
não é a melhor alternativa para o combate às queimadas, visto que
trata-se de um investimento caro e incerto. Isso porque, segundo
Pimenta, é difícil saber se uma nuvem vai realmente chover em cima de um
incêndio específico devido aos ventos.
“O clima do nosso Brasil está atípico, com muitas chuvas no Sul e
muita seca no Norte. Nas regiões áridas e semiáridas, o problema é ainda
mais grave. São muitos dias sem chuva, então não há lençóis freáticos e
rios que ajudem a situação. Como o clima está muito seco, as queimadas
chegaram para ficar. Associadas à falta de conhecimento das pessoas, a
condição climática impede que a massa de ar frio chegue. Talvez ainda
tenhamos mais uns dois meses sem chuva”, diz.
Segundo a meteorologia, o mês de setembro traz consigo uma combinação
de temperaturas elevadas e precipitação abaixo da média, acompanhadas
de variações significativas. Em Minas, a previsão indica um cenário
climático preocupante, com impactos que podem se estender para diversos
setores, incluindo saúde, agricultura e energia.
Como não é possível adiantar a chuva, o professor da UFMG orienta que
o melhor a se fazer é esperar as chuvas naturais, que devem voltar ao
estado em outubro, e investir na consciência ambiental da população.
Devastação
De janeiro a agosto de 2024 os incêndios no Brasil já atingiram 11,39
milhões de hectares do território do país, segundo dados do Monitor do
Fogo Mapbiomas, divulgados nessa quinta-feira (12). Desse total, 5,65
milhões de hectares foram consumidos pelo fogo apenas no mês de agosto, o
que equivale a 49% do total deste ano.
Nesses oito primeiros meses do ano, o fogo se alastrou principalmente
em áreas de vegetação nativa, que representam 70% do que foi queimado.
As áreas campestres foram as que os incêndios mais afetaram,
representando 24,7% do total. Formações savânicas, florestais e campos
alagados também foram fortemente atingidos, representando 17,9%, 16,4% e
9,5% respectivamente. Pastagens representaram 21,1% de toda a área
atingida.
No período, os estados do Mato Grosso, Roraima e Pará foram os mais
atingidos, respondendo por mais da metade, 52%, da área alcançada pelo
fogo. São três estados da Amazônia, bioma mais atingido até agosto de
2024. O fogo consumiu 5,4 milhões de hectares do bioma nesses oito
meses.
O Pantanal teve 1,22 milhão de hectares queimados até agosto de 2024,
um crescimento de 249% nas áreas alcançadas por incêndios, em
comparação à média dos cinco anos anteriores. A Mata Atlântica teve 615
mil hectares atingidos pelo fogo, enquanto que na Caatinga os incêndios
afetaram 51 mil hectares. Já os Pampas tiveram apenas 2,7 mil hectares
no período de oito meses.
*Estagiária sob supervisão da subeditora Jociane Morais
Nesta quarta-feira (18), inicia a Semana Nacional de Trânsito 2024.
Prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a Semana Nacional
de Trânsito acontece, anualmente, entre 18 e 25 de setembro. Para o ano
de 2024, pela primeira vez, o tema foi definido por votação popular e o
escolhido foi “Paz no trânsito começa por você”. Durante a semana,
convoca-se todos os órgãos que compõe o Sistema Nacional de Trânsito a
participar de ações que mobilizem a sociedade.
No mesmo período, comemora-se a Semana Nacional da Mobilidade, que
celebra o Dia Mundial sem Carro (22 de setembro). O objetivo é promover a
reflexão sobre a forma como nos deslocamos nas cidades e os enormes
problemas que o uso excessivo dos veículos pode causar ao meio ambiente e
ao bem-estar da sociedade.
De acordo com o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, a
mensagem da Semana Nacional de Trânsito 2024 tem como objetivo
conscientizar os brasileiros sobre a necessidade coletiva de tornar o
trânsito um ambiente de paz.
“Estamos felizes com a participação do público. Foi a primeira vez
que a população teve a oportunidade de escolher diretamente a frase a se
trabalhar nas campanhas de 2024. Todos aqueles que participam do
trânsito têm o compromisso de manter a paz, diminuir o número de
sinistro, assim como tornar as estradas mais seguras”, destacou.
Semana Nacional de Trânsito 2024: momento de ação e reflexão
Conforme Celso Mariano, especialista e diretor do Portal do Trânsito,
a responsabilidade de fazer com que o trânsito seja um ambiente melhor,
com menos violência, é de todos nós. Não adianta apenas reconhecer os
maus comportamentos no trânsito, é preciso excluí-los por completo.
O especialista destaca também que o trânsito é um ambiente de muitos
contágios. “Aquela indignação, aquele estresse, aquela preocupação,
facilmente atravessam a lataria e penetram nos outros veículos. Olhares
furiosos ou amedrontados conectam cérebros sensíveis e tudo ganha
contornos de caos. Ou de harmonia, se os ânimos forem de empatia, de
colaboração, de boas intenções. No trânsito, espalhe o bom contágio”,
declara.
“Paz no trânsito é o que todos queremos! Que não seja só um dia, só
um mês. Que nossa paz seja consistente, sólida, duradoura… e
contagiante!”, finaliza Mariano.
A Semana Nacional de Trânsito é comemorada todos os anos entre 18 e
25 de setembro, de acordo com o artigo 326 do Código de Trânsito
Brasileiro, e o tema definido pelo Conselho Nacional de Trânsito
(Contran) para este ano é “Paz no trânsito começa por você”.
O objetivo é destacar o respeito aos mais vulneráveis, o reforço à
proteção à vida e o fomento à cidadania no trânsito. No DF também estão
previstas atividades relacionadas à mobilidade urbana sustentável, com
ações voltadas a ciclistas, pedestres e motociclistas.
Simultaneamente a este período, acontece a Semana Nacional da
Mobilidade, que celebra o Dia Mundial sem Carro (22 de setembro). O
objetivo da Semana é promover a reflexão sobre a forma como nos
deslocamos nas cidades e os enormes problemas que o uso excessivo dos
veículos pode causar ao meio ambiente e ao bem-estar da sociedade.
Com o tema “Paz no trânsito começa por você”, a mensagem educativa
proposta para esse ano educativas deste ano visa conscientizar a
população sobre a importância de atitudes responsáveis no trânsito. O
foco é mobilizar a sociedade para adotar comportamentos que promovam um
trânsito mais pacífico, consciente e seguro.
As principais ações estão alinhadas ao Plano Nacional de Redução de
Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), destacando a proteção dos mais
vulneráveis, o acalmamento do tráfego, a acessibilidade e a
sustentabilidade. Essas são as bases para as atividades promovidas ao
longo da semana, reforçando a importância de um trânsito mais humano e
seguro.
Andre Charone – Contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais
Com a aprovação recente do Projeto de Lei 1847/24 pela Câmara dos
Deputados, uma nova preocupação surge para milhares de brasileiros: a
possibilidade de perderem acesso a valores financeiros que, porventura,
esqueceram em contas bancárias ou outros instrumentos financeiros. O
projeto autoriza que tais fundos não reclamados sejam transferidos para o
Tesouro Nacional, com o objetivo de auxiliar na redução do déficit
orçamentário do país. Esta medida, embora vista pelo governo como uma
necessidade fiscal, vem sendo apelidada de “confisco” por críticos, que
alertam sobre a importância de os cidadãos reivindicarem esses valores
antes que seja tarde.
Entenda o Projeto de Lei e Seu Impacto
O cenário é mais complexo do que parece. Segundo o contador e
especialista em finanças pessoais André Charone, “ainda que,
tecnicamente, não seja considerado ‘confisco’ como o que aconteceu com a
Poupança na década 90, esse projeto, no longo prazo, coloca em risco o
direito dos cidadãos de recuperar seu próprio dinheiro”. A lei permitirá
que os valores não reclamados, identificados em diversas instituições
financeiras, sejam considerados como receita primária, uma manobra que,
de acordo com analistas financeiros, deveria ser mais transparente e
oferecer um prazo maior para que os proprietários desses fundos se
manifestem.
Passo a Passo para a Verificação e Resgate de Valores
Para os brasileiros que desejam verificar se têm valores a receber,
André Charone oferece um guia detalhado, que reflete a necessidade de
agir rapidamente:
1. Acesso ao Sistema de Valores a Receber: O primeiro passo é acessar
o site do Banco Central por meio deste link:
https://www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber . Este portal foi
especificamente desenhado para facilitar a consulta de valores
esquecidos.
2. Consulta de Valores: Uma vez no site, os usuários devem inserir
seu CPF ou CNPJ e fornecer sua data de nascimento ou a data de abertura
de sua empresa, o que permitirá que o sistema identifique qualquer valor
associado a seu nome ou entidade jurídica.
3. Procedimento de Resgate: Se forem encontrados valores, o
procedimento seguinte envolve a autenticação por meio de uma conta
gov.br de nível prata ou ouro. “Este é um passo crucial para garantir
que os direitos dos cidadãos sejam protegidos, permitindo que eles
reivindiquem o que é seu por direito antes que o governo faça uso desses
fundos”, explica Charone.
4. Transferência dos Valores: Idealmente, a transferência dos fundos
deve ser realizada via chave Pix, o que agiliza e simplifica o processo.
Caso não seja possível, o usuário deverá entrar em contato direto com a
instituição financeira para arranjar a transferência.
A Relevância da Ação Imediata
O especialista enfatiza a importância da ação imediata. “Deixar para
verificar esses valores mais tarde pode significar nunca mais vê-los”,
alerta Charone. Ele recomenda que todos façam uma verificação periódica
não só para este caso específico, mas como uma prática financeira
regular.
A matéria encerra com um chamado à consciência cidadã: “É seu
dinheiro, e o direito de reivindicá-lo não deveria ser perdido por falta
de informação ou ação. Verifique hoje mesmo se você tem valores a
receber, e assegure-se de que seus direitos financeiros sejam
respeitados”, conclui André Charone.
Este alerta é um lembrete crucial para todos os brasileiros: em
tempos de incerteza econômica, cada medida que possa impactar suas
finanças merece atenção e ação imediatas.
Sobre o autor:
André Charone é contador, professor universitário, Mestre em Negócios
Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão
Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e
certificação internacional pela Universidade de Harvard
(Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA).
É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo
Ensino, autor de livros e dezenas de artigos na área contábil,
empresarial e educacional.
André lançou dois livros com o tema “Negócios de Nerd”, que na
primeira versão vendeu mais de 10 mil exemplares. Os livros trazem
lições de gestão e contabilidade, baseados em desenhos e ícones da
cultura pop.