segunda-feira, 16 de setembro de 2024

DEPUTADOS ALVOS DE ALEXANDRE DE MORAES ASSINAM SEU IMPEACHMENT

 

História de Redação – IstoÉ Dinheiro

O pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes é assinado por 13 deputados aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que já foram citados pelo magistrado em inquéritos que tramitam na Corte. Ao todo, 152 parlamentares da Câmara assinaram o requerimento, protocolado no Senado na terça-feira, 10.

Todos os deputados que estão na mira de Moraes são do PL, sigla do ex-presidente. São eles: Alexandre Ramagem (RJ), André Fernandes (CE), Bia Kicis (DF), Carla Zambelli (SP), Carlos Jordy (RJ), Eduardo Bolsonaro (SP), Eliézer Girão (RN), Filipe Barros (PR), Junio Amaral (MG), Luiz Phillipe de Órleans e Bragança (SP), Marco Feliciano (SP), Silvia Waiãpi (AP) e Zé Trovão (SC). O Estadão procurou os 13 deputados, mas não obteve retorno.

No início do mês passado, o jornal Folha de S.Paulo mostrou que o gabinete de Moraes pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relatórios para embasar decisões contra Bia Kicis, Eduardo Bolsonaro, Filipe Barros, Marco Feliciano e Junio Amaral. O uso do TSE foi feito sem seguir os ritos processuais e é um dos temas que embasam o pedido de impeachment contra o ministro.

Conversas vazadas entre o juiz auxiliar de Moraes no STF, Airton Vieira, e o ex-assessor do TSE Eduardo Tagliaferro mostram que a ordem do ministro era a de coletar publicações que continham notícias falsas sobre as eleições presidenciais de 2022. Segundo o jornal, os pedidos foram feitos para embasar decisões do INQ 4.781, mais conhecido como o “inquérito das fake news”.

“Boa noite, Eduardo! Tudo bem?! O Ministro pediu para verificar, o mais rápido possível, as redes sociais dos deputados bolsonaristas (os nomes envio abaixo), ver se estão ofendendo Ministros do STF, TSE, divulgando “fake news”, etc., para fins de multa. Ele tem bastante pressa… Obrigado”, diz uma mensagem de Airton Vieira enviada para Tagliaferro.

O deputado Luiz Phellipe de Órleans e Bragança, por sua vez, começou a ser investigado pelo inquérito das fake news em 2020. A inclusão dele na investigação se deu devido a postagens com supostas desinformações e ataques relacionados ao TSE.

Cinco deputados são investigados por relação com atos antidemocráticos

Dos 13 deputados que vão visados por Moraes, cinco são investigados por inquéritos que apuram atos antidemocráticos. Os parlamentares são: André Fernandes, Carlos Jordy, Eliézer Girão, Silvia Waiãpi e Zé Trovão.

Passados 15 dias dos atos golpistas de 8 de Janeiro, Moraes mandou investigar se Fernandes e Waiãpi incentivaram o vandalismo contra os prédios públicos. A suposta incitação aos ataques está sendo apurada no inquérito da tentativa de golpe de Estado, relatado pelo ministro do STF.

Dois dias antes do 8 de Janeiro, André Fernandes divulgou o ato que resultou na intentona golpista. “Neste final de semana acontecerá, na Praça dos Três Poderes, o primeiro ato contra o governo Lula. Estaremos lá”, disse. Fernandes também compartilhou uma foto do porta do armário de togas de Moraes, que foi arrancada pelos vândalos, com a legenda: “Quem rir vai preso”.

Silvia Waiãpi, por sua vez, publicou vídeos dos ataques nas redes sociais dela. Em uma publicação, ela afirmou que o “povo” estaria tomando o poder.

“Povo toma a Esplanada dos Ministérios nesse domingo! Tomada de poder pelo povo brasileiro insatisfeito com o governo vermelho”, disse a parlamentar.

Em julho do ano passado, Moraes autorizou a Polícia Federal (PF) a apurar se Eliézer Girão “antecipou” a tentativa de golpe de Estado no 8 de Janeiro um mês antes dos ataques aos Três Poderes. Ele também está sendo investigado no inquérito que apura a invasão dos prédios públicos.

A inclusão de Girão no inquérito da tentativa de golpe foi motivada por uma série de publicações dele entre novembro de 2022 e janeiro de 2023. Segundo a PF, as postagens indicariam que o deputado incitou hostilidade entre as Forças Armadas e as instituições republicanas. Em uma das mensagens ele escreveu: “Casa do Povo pertence ao povo. O Brasil pertence aos brasileiros. A Justiça pertence a Deus. #Vamos Vencer”.

Zé Trovão, por sua vez, é investigado no inquérito sobre manifestações antidemocráticas no 7 de Setembro de 2021. O bolsonarista foi preso em outubro daquele ano, após Moraes apontar que ele estava organizando um levante de caminhoneiros que resultaria em manifestações violentas no feriado da Independência.

Em janeiro deste ano, Moraes autorizou a deflagração de uma fase da Operação Lesa Pátria, que investiga a atuação de financiadores, executores e incentivadores da tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Carlos Jordy foi o principal alvo, após a PF suspeitar de um envolvimento dele com atos antidemocráticos que ocorreram no Rio após a derrota de Bolsonaro.

Espionagem ilegal e contratação de hacker para invadir CNJ

O candidato do PL à prefeitura do Rio, deputado Alexandre Ramagem é o principal alvo da investigação do STF que apura se a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), órgão que ele chefiou durante o governo Bolsonaro, foi utilizada para espionar opositores do ex-presidente. De acordo com as descobertas das operações Vigilância Aproximada e Última Milha da PF, o órgão monitorou ilegalmente ministros do STF, jornalistas e opositores do ex-presidente.

Carla Zambelli está sendo investigada no inquérito da tentativa de golpe e pela invasão hacker ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que teria sido planejada como um pretexto para colocar em xeque a Justiça brasileira.

Segundo as investigações, Zambelli contratou o hacker Walter Delgatti Neto, o “Vermelho” para inserir alvarás de soltura e um mandado de prisão falso contra Moraes no sistema do CNJ. No caso da tentativa de golpe, Moraes ordenou em julho deste ano que a PF apure se ela intermediou a viagem de uma influenciadora digital à Espanha, onde foi feita uma conversa com o militar venezuelano Hugo Carvajal, ex-agente do ex-ditador venezuelano Hugo Chávez.

O post Quem são os deputados que assinam impeachment de Moraes e são alvos de investigações no STF apareceu primeiro em ISTOÉ DINHEIRO.

HOJE DIA 16/9 É CELEBRADO O DIA NACIONAL DOS CAMINHONEIROS

Karla Neto

Nessa segunda-feira(16) de setembro, celebra o dia Nacional do Caminhoneiro, é uma data especial criada para homenagear e reconhecer a importância dos profissionais que trabalham no transporte de cargas pelo país. Celebrado em diferentes datas ao redor do Brasil, como 30 de junho, 25 de julho e 16 de setembro.

Esse dia é uma oportunidade de valorizar o trabalho árduo desses profissionais, que enfrentam longas horas de estrada, em condições adversas e com desafios constantes para manter o Brasil e sua economia em movimento.

É uma ocasião importante para expressar a gratidão e reconhecimento pela dedicação desses profissionais incansáveis que contribuem para o desenvolvimento do país.

Por que o dia do caminhoneiro é comemorado em 3 datas diferentes?

As datas de comemoração do Dia do Caminhoneiro foram estabelecidas de maneiras distintas, embora todas busquem homenagear a mesma classe de trabalhadores.

Isso implica que a forma de celebração pode variar de acordo com a região onde a data foi originalmente estabelecida e é festejada.

Essa diversidade de comemorações resulta em diversas homenagens únicas para esses profissionais, e não significa que uma seja mais correta do que outra. Cada uma delas possui seu significado e importância.

Dia do Caminhoneiro – CALLENDAR Brasil Dia do Caminhoneiro 16 de Setembro de 2024 (Segunda-feira)

O Dia do Caminhoneiro é celebrado anualmente em 16 de setembro.

Esta data é uma homenagem a todos os profissionais que atravessam as longas estradas brasileiras e internacionais, transportando as mais diversas mercadorias e movimentando a economia nacional.

No Brasil, existem três datas comemorativas que homenageiam os caminhoneiros: 30 de junho, 25 de julho e 16 de setembro.

A nível nacional, o ex-vice-presidente do Brasil, José Alencar Gomes da Silva, decretou através da lei nº 11.927, de 17 de abril de 2009, o Dia Nacional do Caminhoneiro para ser comemorado em 16 de setembro.

Mas, a nível popular, o Dia do Caminhoneiro continua a ser celebrado em 25 de julho, data que também se comemora o Dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas.

O 30 de junho é considerado uma data regional, pois celebra a profissão de caminhoneiro na região do estado de São Paulo. Esta data foi oficializada através da lei nº 5.487, de 30 de dezembro de 1986.

Mensagem para o Dia do Caminhoneiro

Com as mãos no volante, o caminhoneiro conduz o progresso do país. Feliz dia do caminhoneiro!

“O caminhoneiro nunca está sozinho! Leva sempre consigo, guardo no lugar mais especial do coração, a sua família e amigos. Nós lhe admiramos e nos orgulhamos do seu trabalho! Mesmo passando dias nas estradas e a saudade apertando, estaremos sempre com você! Parabéns e Feliz Dia do Caminhoneiro!”

“Costurando o chão do país, desbravando e conhecendo lugares que não imaginaríamos que existia… Ser caminhoneiro é um grande orgulho e privilégio! Mesmo às vezes a saudade batendo forte, o amor que sente pela estrada é o alivio para os momentos de tristeza! Feliz Dia do Caminhoneiro!”

 

ELON MUSK É UM ORIGINAL AO NOS MUDAR PARA UM FUTURO DE CARRO TOTALMENTE ELÉTRICO ELE TORNOU A VISÃO EM REALIDADE

Redação StartSe

“Quero dar às pessoas os insights mais úteis das ciências sociais para ajudá-las a pensar de forma mais clara e crítica e a fazer escolha que irão construir felicidade, significado e sucesso”.

Adam Grant | Reprodução

Adam Grant é um psicólogo organizacional super conhecido e uma figura chave no mundo do trabalho e da psicologia. Ele é professor na Wharton School da Universidade da Pensilvânia e já escreveu vários best-sellers. Ele também é o anfitrião do podcast “WorkLife”, onde compartilha suas ideias e conversa com pessoas influentes sobre como melhorar nossas vidas profissionais.

Seu propósito: “Quero dar às pessoas os insights mais úteis das ciências sociais para ajudá-las a pensar de forma mais clara e crítica e a fazer escolha que irão construir felicidade, significado e sucesso”. 

Como você define os “Originais” de seu livro? E quem seria um “original” do mundo tech e inovação? 

Eu penso que os Originais são pessoas que não apenas questionam a maneira como sempre fizemos, mas que tomam a iniciativa de criar uma maneira melhor. Muitas vezes se diz que ideação sem execução é apenas alucinação, há tantas pessoas que sonham com ideias interessantes, mas nunca fazem nada a respeito. 

É difícil não colocar Elon Musk nessa lista. Você pode amá-lo ou odiá-lo, mas, quando se trata de sonhar com a visão e também tomar a iniciativa de tentar nos tornar um multiplanetário e nos mudar para um futuro de carro totalmente elétrico, ele com certeza é um “original”. Acho que ele se encaixa principalmente porque desafia o status quo e, em segundo lugar, acho que ele é implacável na tentativa de tornar sua visão uma realidade. 

Como lidar com a procrastinação? 

Não procrastinamos pelas razões que achamos que fazemos. Muitas pessoas pensam que estão sendo preguiçosos, estão evitando esforço, se questionando “o que há de errado comigo?” quero trabalhar duro!”. Mas acontece que não é o trabalho árduo que você está evitando quando procrastina, são emoções negativas, sentimentos desagradáveis, você está evitando um conjunto de tarefas que faz você se sentir frustrado, confuso, entediado, ansioso, muita procrastinação é motivada pelo medo. Uma das melhores maneiras de gerenciar isso é perguntar quais são as tarefas que você consistentemente procrastina. Sobre quais emoções negativas elas estão provocando e então como você muda isso? 

O que é inteligência emocional?

Eu comecei como um cético em relação à inteligência emocional, uma vez até um colega me disse que inteligência emocional era inteligência para pessoas burras! Obviamente, isso não é verdade… A pesquisa sobre inteligência emocional a define como a habilidade de lidar com as emoções. A inteligência emocional permite que você reconheça, entenda, gerencie e regule as emoções, sendo essa última parte – a regulação – muitas vezes a mais difícil que enfrentamos como indivíduos e líderes.

Há muito a ser repensado quando se trata de emoções. Sempre que você fica com raiva, frustrado ou desapontado, vale a pena lembrar que essas emoções são apenas um rascunho inicial. Você nunca publicaria uma versão preliminar do seu blog, certo? Você o editaria para garantir que é a melhor versão, da mesma forma que eu nunca publicaria o primeiro rascunho de um livro! O mesmo vale para as emoções – muitas pessoas simplesmente vão em frente e “publicam” – internalizando como se sentem – sem parar por um segundo e pensar que talvez deveriam fazer uma revisão, um primeiro ou segundo rascunho.

Quais são os principais modos de pensar que orientam nossos valores e crenças?

Há duas décadas, li um artigo brilhante de Phil Tetlock, que me apresentou a ideia de pensar como um pregador, um promotor ou um político. Depois que internalizei esse conceito, não consegui mais deixá-lo de lado. Eu o via em todos os lugares… Eu o via no meu próprio pensamento… no pensamento de outras pessoas… Eu o via na maneira como nos comunicamos.

A ideia básica é que, quando você está pregando, você está tentando converter outras pessoas e defender suas crenças sagradas. Quando você está acusando, você está tentando ganhar uma discussão, o que significa que você terá que provar que o outro lado está errado. Minha grande preocupação é que, quando estamos presos a uma mentalidade de pregador ou promotor, não estamos dispostos a questionar nossas próprias suposições e opiniões… se eu estou certo e você está errado, então eu posso ficar parado, e você é quem precisa mudar. 

No modo político, as coisas são um pouco mais flexíveis. Nesse modo, estou tentando ganhar a aprovação de uma audiência – e isso significa que vou fazer lobby ou campanha. Posso dizer coisas que você quer ouvir, mas talvez não esteja realmente mudando o que realmente penso ou – se o fizer – posso estar fazendo isso para agradar meu grupo em vez de encontrar a verdade.

Como podemos manter nossos próprios valores com ceticismo saudável?

Há um tempo e um lugar para ser pregador, promotor ou político. Se você tem uma audiência receptiva às suas ideias – ou pelo menos mente aberta – não há razão para que você não possa ser entusiasta ou hipercrítico de algo que você acha que é um engodo… ou para garantir que você entenda o que eles querem ouvir para garantir que você esteja falando a linguagem deles. 

Onde as coisas se tornam problemáticas é quando começamos a nos apegar a ideias que nunca fizeram sentido ou que não são mais verdadeiras. Também é problemático quando você está lidando com uma audiência que é resistente às ideias que você está apresentando. Quando essas condições estão presentes, precisamos repensar nosso instinto de pregar, acusar ou fazer política e, em vez disso, pensar mais como cientistas. 

Como devemos desarmar conflitos e polarizações nos relacionamentos interpessoais?

Aprendemos muito em psicologia nos últimos anos sobre como despolarizar situações, mas temo que não exista uma bala de prata. Nosso ponto de partida é reconhecer que, se você quer que outras pessoas abram suas mentes, você também precisa abrir a sua.

Eu sei que tenho a tendência de entrar no modo promotor, já fui até chamado de “tirano da lógica” de vez em quando… mas essa não é minha intenção. Tenho esse hábito de, quando alguém tem uma visão extrema, eu tender a querer tomar o extremo oposto e empurrar os limites de um argumento. Para mim, isso faz parte da diversão de um debate animado. No entanto, isso pode parecer um ataque. Às vezes digo às pessoas que tenho essa tendência e peço que sinalizem se me virem fazendo isso. 

Quero que as pessoas me avisem se eu entrei no modo promotor e se preciso mudar para o modo científico e mostrar mais curiosidade e humildade. Essa pequena revelação pessoal é útil, pois dá às pessoas permissão para apontar a abordagem umas das outras e permite uma abertura para ideias e conversas sem reações exageradas se as coisas esquentarem. Este é apenas o começo, é claro, mas é um bom ponto de partida.

Como podemos aplicar uma melhor compreensão de nossos valores e crenças?

Eu desperdicei muitas horas tentando mudar os valores das pessoas em vez de apenas reformular as ideias que me empolgam em termos de valores que elas já possuem. Para começar, temos que descobrir quais são os princípios e valores que têm maior importância para a pessoa com quem estamos conversando. Isso vem da psicologia da entrevista motivacional, onde um psicólogo conselheiro geralmente lida com pessoas que estão enfrentando dependência e tenta guiá-las para superar essa dependência. 

Mindset correto é o que vai fazer você alcançar (ou não) o sucesso

Junior Borneli, co-fundador do StartSe

Mulher negra e sorridente segurando um IPad e olhando para frente (Fonte: Getty Images)

Mindset é a sua programação mental, é como você encara tudo que está ao teu redor

Mindset. Você já ouviu essa palavinha algumas vezes aqui no StartSe. Ela é importante, talvez uma das coisas mais importantes para “chegar lá” (seja lá onde for que você quiser chegar).

É sua habilidade de pensar o que você precisa para ter sucesso. E como a maioria das coisas que você possui dentro de você, ela é uma espécie de programação do seu ser. Tanto que é possível que você adquira outro mindset durante a vida, convivendo com as pessoas corretas, conhecendo culturas diferentes.

Algumas pessoas dizem que é isso das pessoas que faz o Vale do Silício ser a região mais inovadora do mundo. Eu, pessoalmente, não duvido. Fato é: você precisa de ter a cabeça no lugar certo, pois a diferença entre um mindset vencedor e um perdedor é o principal fator entre fracasso e sucesso.

Para isso, é importante você começar do ponto inicial: um objetivo. “Todo empreendedor precisa ter um objetivo. Acordar todos os dias e manter-se firme no propósito de fazer o máximo possível para chegar lá é fundamental”, diz Junior Borneli, co-fundador do StartSe e uma das pessoas mais entendidas de mindset no ecossistema brasileiro.

De lá, é importante você fazer o máximo que puder e não perder o foco, mantendo-se firme. “Não importa se no final do dia deu tudo certo ou errado. O importante é ter a certeza de que você fez tudo o que foi possível para o melhor resultado”, avisa.

Com a atitude certa, é capaz que você sempre consiga canalizar as coisas como positivas. “Você sempre tem duas formas de olhar um a mesma situação: aquela em que você se coloca como um derrotado e a outra onde você vê os desafios como oportunidades. Escolha sempre o melhor lado das coisas, isso fará com que sua jornada seja mais leve”, alerta o empreendedor.

Esses tipo de sentimento abre espaço para uma característica importantíssima dos principais empreendedores: saber lidar com grandes adversidades. “Um ponto em comum na maioria os empreendedores de sucesso é a superação”, destaca Junior Borneli.

Saber lidar com essas adversidades vai impedir que você pare no primeiro problema (ou falência) que aparecer na sua frente. “São muito comuns as histórias de grandes empresários que faliram várias vezes, receberam diversos ‘nãos’ e só venceram porque foram persistentes”, afirma.

É importante ter esse mindset resiliente, pois, nem sempre tudo será fácil para você – na verdade, quase nunca será. “Empreender é, na maior parte do tempo, algo muito doloroso. Até conseguir algum resultado expressivo o empreendedor passa por muitos perrengues. A imensa maioria fica pelo caminho”, diz.

É como uma luta de boxe, onde muitas vezes, para ganhar, você terá que apanhar e apanhar e apanhar até conseguir desferir o golpe (ou a sequência) certo. “Na minha opinião, não há melhor frase que defina a trajetória de um empreendedor de sucesso do que aquela dita por Rocky Balboa, no cinema: ‘não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. É assim que se ganha’”, ilustra.

O problema talvez seja que alguns aspectos do empreendedorismo tenham glamour demais. “Empreender não é simplesmente ter uma mesa com super-heróis e uma parede cheia de post-its coloridos. Você vive numa espécie de montanha russa de emoções, onde de manhã você é ‘o cara’ e à tarde não tem dinheiro pro café”, salienta.

Vale a pena, porém, perseverar neste caminho. “Para aqueles que são persistentes e têm foco, a jornada será difícil, mas o retorno fará valer a pena!,” destaca o empreendedor.

DERROTA TAMBÉM ENSINA

Um ponto importante do sucesso é saber lidar com o fracasso e, de lá, tomar algumas lições para sair mais forte ainda. “Toda derrota nos ensina algumas lições e assim nos tornamos mais fortes a cada nova tentativa. A cultura do fracasso, aqui no Brasil, é muito diferente dos Estados Unidos”, afirma Junior.

No Vale do Silício, falhar é encarado algo bom, na verdade – e aumenta suas chances de sucesso futuro. “Por lá, empreendedor que já falhou tem mais chances de receber investimentos porque mostrou capacidade de reação e aprendeu com os erros”, conta o empreendedor.

Mas ao pensar sobre fracasso, você precisa ter o filtro correto para não deixar a ideia escapar. “Encarar os erros como ensinamentos e entender que falhar é parte do jogo torna as coisas mais fáceis e suportáveis”, salienta.

Foco é a palavra de ordem para você conseguir alcançar os objetivos traçados no caminho, mesmo que em alguns momentos pareça que está tudo dando errado. “Por fim, buscar o equilíbrio mental e o foco são fundamentais. Nas vitórias, tendemos a nos render à vaidade e ao orgulho. E nas derrotas nos entregamos ao desânimo e a depressão. Mentalize seus objetivos, foque nos caminhos que vão leva-lo até eles e siga firme em frente”, afirma.

É importante que você tenha noção de que para ser uma exceção, você não pode pensar da maneira comodista que a maior parte das pessoas. “Se você quer chegar onde poucos chegaram, precisará fazer o que poucos têm coragem e disposição para fazer”, completa.

                   O “não” do cliente a uma proposta. Por quê?                   

Moysés Peruhype Carlech

Fiquei pensando e ao mesmo tempo preocupado com o seu “não”, sem nenhuma explicação, à nossa proposta de divulgação da sua loja e de resto todas as lojas dessa cidade no Site da nossa Plataforma Comercial da Startup Valeon.

Esse “não” quer dizer, estou cheio de compromissos para fazer pagamentos mensais, não estou faturando o suficiente para cobrir as minhas despesas, a minha loja está vendendo pouco e ainda me vem mais uma “despesa” de publicidade da Startup Valeon?

Pergunto: como vou comprar na sua loja? Se não sei qual é a sua localização aí no seu domicílio? Quais os produtos que você comercializa? Se tem preços competitivos? Qual a sua interação online com os seus clientes? Qual o seu telefone de contato? Qual é o seu WhatsApp?

Hoje em dia, os compradores não têm tempo suficiente para ficarem passeando pelos Bairros e Centros da Cidade, vendo loja por loja e depois fazendo a decisão de compra, como antigamente.

A pandemia do Covid-19 trouxe consigo muitas mudanças ao mundo dos negócios. Os empresários precisaram lutar e se adaptar para sobreviver a um momento tão delicado como esse. Para muitos, vender em Marketplace como o da Startup Valeon se mostrou uma saída lucrativa para enfrentar a crise. Com o fechamento do comércio durante as medidas de isolamento social da pandemia, muitos consumidores adotaram novos hábitos para poder continuar efetuando suas compras. Em vez de andar pelos corredores dos shoppings centers, bairros e centros da cidade, durante a crise maior da pandemia, os consumidores passaram a navegar por lojas virtuais como a Plataforma Comercial Valeon. Mesmo aqueles que tinham receio de comprar online, se viram obrigados a enfrentar essa barreira. Se os consumidores estão na internet, é onde seu negócio também precisa estar para sobreviver à crise e continuar prosperando.

É importante você divulgar a sua loja na internet com a ajuda do Site da Startup Valeon, que no caso não é uma despesa a mais e sim um investimento para alavancar as suas vendas. Desse modo, o seu processo de vendas fica muito mais profissional, automatizado e eficiente.  Além disso, é possível a captação de potenciais compradores e aumentar o engajamento dos seus clientes.

Não adianta pensar dessa forma: “Eu faço assim há anos e deu certo, porque eu deveria fazer diferente? Eu sei o que preciso fazer”. – Se você ainda pensa assim, essa forma de pensar pode representar um grande obstáculo para o crescimento do seu negócio, porque o que trouxe você até aqui é o que você já sabe e não será o que levará você para o próximo nível de transformação.

O que funcionava antes não necessariamente funcionará no futuro, porque o contesto está mudando cada vez mais rápido, as formas como os negócios estão acontecendo são diferentes, os comportamentos dos consumidores está se alterando, sem contar que estão surgindo novas tecnologias, como a da Startup Valeon, que vão deixar para trás tudo aquilo que é ineficiente.

Aqui, na Startup Valeon, nós sempre questionamos as formas de pensar e nunca estamos totalmente satisfeitos com o que sabemos justamente por entender que precisamos estar sempre dispostos a conhecer e aprender com o novo, porque ele será capaz de nos levar para onde queremos estar.

Mas, para isso acontecer, você precisa estar disposto a absorver novas formas de pensar também e não ficar amarrado só ao que você já sabe.

Se este for seu caso, convido você a realizar seu novo começo por meio da nossa forma de anunciar e propagar a sua empresa na internet.

Todos eles foram idealizados para você ver o seu negócio e a sua carreira de uma forma completamente diferente, possibilitando levar você para o próximo nível.

Aproveite essa oportunidade para promover a sua próxima transformação de vendas através do nosso site.

Então, espero que o seu “não” seja uma provocação dizendo para nós da Startup Valeon – “convença-me”.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

 

domingo, 15 de setembro de 2024

TRIBUNAIS CADA VEZ MAIS POLÍTICOS

 

História de Notas & Informações – Jornal Estadão

As mais recentes indicações do presidente Lula da Silva a tribunais superiores e regionais, em vez de promover pacificação, apontam para a ampliação de disputas ideológicas na cúpula do Poder Judiciário brasileiro. A origem e o perfil desses nomes e a forma como são escolhidos pelo atual presidente sugerem o acirramento dos ânimos nas cortes, intensificando tensões e transpondo da política para a Justiça uma polarização que em nada colabora com o fortalecimento das instituições e o bom funcionamento dos tribunais.

Antes de Lula, Jair Bolsonaro já havia deixado claro o interesse de domesticar o Judiciário. É de sua lavra a observação segundo a qual, ao indicar Kassio Nunes Marques ao Supremo Tribunal Federal, passou a ter “10% de mim” naquela Corte. O ex-presidente também batalhou por um ministro “terrivelmente evangélico”, qualidade irrelevante para a investidura do cargo, mas relevantíssima do ponto de vista político.

Quaisquer que fossem os méritos e deméritos dos indicados por Bolsonaro, eram evidentes os interesses pessoais e o ânimo conflituoso do então presidente. Lula, por sua vez, pode até ser um pouco mais discreto no seu desejo de aparelhar politicamente o Judiciário, mas já deixou claro que não está para brincadeira, seja ao colocar no Supremo seu advogado particular, seja ao nomear seu ministro da Justiça e calejado político, Flávio Dino, para ter na Corte alguém com “cabeça política”.

No passado, o petista ainda parecia ter alguma preocupação com a qualidade de suas indicações aos tribunais superiores, como no caso da nomeação do jurista conservador Carlos Alberto Menezes Direito para o Supremo. Mas essa preocupação não durou muito: para a vaga deixada por Menezes Direito em razão de seu falecimento, em 2009, Lula indicou ninguém menos que o ex-advogado do PT José Antonio Dias Toffoli – reprovado duas vezes em concurso para juiz de primeira instância, mas considerado por Lula bom o bastante para a mais alta Corte brasileira.

Neste terceiro mandato, Lula mantém o critério ao ocupar os tribunais superiores e regionais com nomes mais próximos – como um advogado seu, um fiel aliado ou uma amiga de sua mulher, Janja da Silva. O demiurgo decerto espera que esses indicados sejam a vanguarda das batalhas político-jurídicas de interesse do lulopetismo.

E é nessa arena que ganha protagonismo o Grupo Prerrogativas, formado por 250 advogados e juristas de esquerda. O “Prerrô”, como o grupo criado há dez anos para se contrapor a alegados desmandos da Operação Lava Jato é chamado por seus próprios integrantes, já possui representantes no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Tribunal Superior do Trabalho (TST), além de três tribunais regionais.

Nas indicações pelo chamado quinto constitucional – aqueles 20% das vagas de tribunais destinadas à advocacia ou ao Ministério Público –, grupos organizados sempre atuaram para emplacar nomes. O Prerrogativas, portanto, segue uma tradição, mas o faz de maneira desinibida, ostentando suas vitórias em celebrações nas quais assume a identidade de grupo político.

Sob a bênção de Lula, tudo isso terá impacto no Judiciário. Como mostrou reportagem do Estadão, a chegada de Antônio Fabrício de Matos Gonçalves ao TST, por exemplo, animou defensores das chamadas pautas progressistas e sua nomeação é vista como uma contraposição a um suposto polo conservador da Corte, representado por Ives Gandra da Silva Martins Filho. Ora, a inclinação política de um ou de outro é – ou deveria ser – indiferente, dado que os ministros deveriam estar comprometidos com a jurisdição trabalhista e com respeito às leis e à Constituição.

O poder concedido pela Constituição ao presidente da República para a indicação de magistrados para ocupar a alta cúpula do Poder Judiciário exige responsabilidade, autocontenção e profundo apreço pelo espírito público. A instrumentalização de tribunais superiores e regionais degenera a Justiça, e o Brasil não precisa de mais radicalização.

GASOLINA COM 35% DE ETANOL VAI CAUSAR PREJUÍZO AOS MOTORISTAS

História de Boris Feldman – AutoPapo

O “Combustível do Futuro”, já aprovado pelo Congresso, determina alterações na nossa matriz energética em defesa da “energia limpa e renovável”. Sob esta bandeira, aparentemente indiscutível, o Brasil vai queimar mais combustível verde, menos do fóssil. Na linha global da descarbonização do planeta e bom para o agronegócio, mas punindo os motoristas. Nas bombas, mais etanol na gasolina e mais biodiesel no diesel.

No caso do etanol, qual o problema de a mistura com a gasolina subir o percentual dos atuais 27% para 35%?

No flex, o problema é só no bolso

Num carro flex, o motor vai continuar funcionando normalmente, pois foi projetado para receber qualquer proporção dos dois combustíveis: 100% gasolina ou 100% álcool. Ou a mistura dos dois em qualquer percentual: 50/50, 20/80 ou outra qualquer.

O carro tem um sensor que percebe qual combustível está vindo do tanque. No escapamento ou na linha de alimentação do motor. Esta informação é repassada à central eletrônica que o ajusta automaticamente.

Carro flex: no mercado há mais de 20 anos, aceita etanol ou gasolina em qualquer proporção (Foto: Volkswagen | Divulgação)

Carro flex: no mercado há mais de 20 anos, aceita etanol ou gasolina em qualquer proporção (Foto: Volkswagen | Divulgação)

Entretanto, o motor pode não protestar, mas seu bolso, sim. O etanol tem valor energético cerca de 33% inferior ao da gasolina. Então, o motor vai precisar de mais combustível para rodar a mesma quilometragem. Em outras palavras, aumenta o consumo.

Por isso é que só vale a pena abastecer o carro flex com etanol se ele custar cerca de 25 a 30% menos que a gasolina. O que se paga a menos pelo etanol compensa a menor quilometragem que se roda por litro.

Então, se a gasolina com 35% de etanol tem menor valor energético, ela necessariamente deveria custar menos por litro. Entretanto, das últimas vezes em que se aumentou este percentual, o governo se “esqueceu” de determinar uma redução no preço da gasolina para compensar o aumento de consumo. O resultado é que o motorista, no fim do mês, será novamente punido com uma conta maior no posto embora tenha rodado a mesma quilometragem.

Mas, e os carros que só podem ser abastecidos com gasolina?

Carro a gasolina vai sofrer com maior percentual

Ainda existem milhões de carros nacionais sem o sistema flex, lançado em 2003. E os importados. Aí, o buraco é mais embaixo pois, além do prejuízo monetário de se pagar por gasolina e levar mais de 1/3 de álcool, alguns motores podem “protestar”. Pois não foram projetados e incapazes de se ajustar como o flex. Alguns deles até poderiam apresentar um funcionamento satisfatório. Outros correm risco de perder desempenho e funcionar irregularmente.

Quando o governo decidiu aumentar o teor de etanol para 27%, o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cepes) realizou testes com mistura de até 30%, sem problemas nos motores importados. Mas não realizaram, na época, testes com 35% de etanol.

Viabilidade: técnica ou política?

Decisão pelo aumento de percentual não é técnica (Fotomontagem: Ernani Abrahão | AutoPapo)

Decisão pelo aumento de percentual não é técnica (Fotomontagem: Ernani Abrahão | AutoPapo)

O PL 528/2020 aprovado pela Congresso observa que as alterações serão implantadas depois de aprovada sua “viabilidade técnica”.  Sob responsabilidade de um Grupo de Trabalho do Conselho Nacional de Politica Energética (CNPE) do Ministério de Minas e Energia, que jamais negou qualquer elevação do teor de biocombustível, seja do etanol na gasolina, seja o biodiesel no diesel. A decisão não é técnica, mas política.

Quando elevou a mistura de etanol para 27%, o governo teve o bom senso de manter em 25% o teor da gasolina do tipo Premium, que abastece preferencialmente os automóveis importados. O problema agora é mais grave, ainda que o governo adote mesma política: dono de carro novo importado tem condições de pagar pela gasolina premium, bem mais cara que a normal. Mas, e quem não é abonado e tem um velho carro à gasolina?

O motorista brasileiro sempre sofreu com um combustível fora de todos os padrões internacionais. E nada indica uma mudança a médio ou longo prazo.

 

CONGRESSO PROCRASTINA E DEIXA PARA DEPOIS DAS ELEIÇÕES PROJETOS IMPORTANTES

História de Rebeca Borges, Emilly Behnke – CNN Brasil

Tributária, dívida dos estados e sabatina do BC: saiba o fica para depois das eleições no Congresso

Tributária, dívida dos estados e sabatina do BC: saiba o fica para depois das eleições no Congresso

Com fim dos esforços concentrados com atividades presenciais no Senado e na Câmara, os congressistas devem retomar o ritmo de votações após as eleições municipais, ou seja, no fim de outubro. Propostas estruturantes e de teor mais polêmico serão analisadas depois do pleito. É o caso da regulamentação da reforma tributária e do projeto sobre a pactuação das dívidas dos estados com a União. Também aguarda análise a indicação do economista Gabriel Galípolo para o comando do Banco Central, marcada para 8 de outubro no Senado. Entre os temas com maior divergência entre governo e oposição, estão as propostas que miram poderes do Supremo Tribunal Federal (STF) e projeto de anistia para envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de janeiro. As matérias aguardam análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Além disso, o Congresso também precisará se dedicar à análise das peças orçamentárias enviadas pelo governo federal: a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o Orçamento de 2025. A votação dos textos, no entanto, depende de uma resolução do impasse sobre emendas parlamentares. O assunto é discutido entre representantes dos Três Poderes. Pendências na Câmara Dívida dos Estados: O projeto, aprovado em agosto pelo Senado, institui o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) para a renegociação dos mais de R$ 740 bilhões em dívidas das unidades federativas com a União. O texto teve urgência aprovada na Câmara na última semana e, por isso, será analisado diretamente pelo plenário, sem passar por comissões temáticas. No entanto, o relator ainda não foi definido. Comitê Gestor do IBS: No início de agosto, a Câmara aprovou o texto-base do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária. No entanto, os deputados ainda não analisaram os destaques (sugestões de mudanças) sobre a matéria. A votação ficará para depois das eleições. A proposta, que teve como relator o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), trata das regras sobre o Comitê Gestor que administrará o IBS, o Imposto sobre Bens e Serviços, de competência estadual e municipal. O tributo foi criado pela reforma para substituir os atuais ISS e ICMS. PL da Anistia e projetos que miram o STF: A CCJ da Câmara retomará, depois das eleições, a análise do projeto de lei que propõe a anistia dos presos pelos atos antidemocráticos do 8 de janeiro. O texto ficou travado na comissão após mobilização de governistas para obstruir a pauta. O colegiado também vai se debruçar nos textos que miram ministros do STF, como a PEC que limita decisões monocráticas e o projeto que permite ao Congresso derrubar decisões da Suprema Corte. Cassação de Chiquinho Brazão: Após as eleições, o plenário da Câmara deverá analisar o pedido de cassação do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de mandar matar a vereadora Marielle Franco, em 2028, no Rio de Janeiro. O parecer pela cassação do deputado foi aprovado pelo Conselho de Ética. Para ser aprovado no plenário, o relatório precisa receber ao menos 257 votos favoráveis. Pendências no Senado Regulamentação da Reforma Tributária: Aprovado na Câmara no primeiro semestre, o principal projeto de regulamentação da reforma tributária tramita na CCJ do Senado. O texto terá relatoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM). O projeto regulamenta a aplicação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência de estados e municípios, e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que é federal. PEC do Banco Central: A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado analisará depois das eleições a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que transforma o Banco em uma empresa pública com natureza especial, além de garantir ao BC autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira. O projeto tem relatoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM), que não conseguiu chegar a um acordo sobre a proposta com o governo, o que adiou a análise da proposta para depois das eleições. Sabatina de Gabriel Galípolo: A CAE marcou para o dia 8 de outubro a sabatina de Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a presidência do Banco Central. No mesmo dia, o nome de Galípolo será analisado pelo plenário do Senado Federal. Orçamento: A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso precisa analisar até o fim do ano o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). A peça estabelece metas e prioridades do governo federal para a confecção da Lei Orçamentária Anual (LOA)

 

QUEREM TRIBUTAR PREVIDÊNCIA PRIVADA COMO HERANÇA

 

História de Cláudio Gradilone – Forbes Brasil

As discussões sobre a tributação da previdência privada como herança têm gerado grande interesse entre investidores e planejadores financeiros. Com o avanço das reformas tributárias no Brasil, surgiu a possibilidade de que planos como o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) sejam sujeitos ao Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).

Se você tem na previdência privada uma estratégia de planejamento sucessório, esta mudança pode alterar muito os seus planos e, portanto, você deve acompanhar as mudanças para entender se vale a pena continuar aportando em previdência.

Mudanças na tributação: o que está em jogo?

A previdência privada, devido às suas vantagens fiscais, tem sido, ao longo dos anos, um dos pilares do planejamento financeiro no Brasil. O PGBL, por exemplo, permite a dedução de até 12% da renda bruta anual na declaração de Imposto de Renda, o que reduz a base de cálculo do imposto. O VGBL, embora não permita deduções na fase de acumulação, oferece a vantagem de tributar apenas os rendimentos no momento do resgate. Em ambos os casos, são características que tornam os planos de previdência uma escolha popular tanto para aqueles que buscam uma aposentadoria mais tranquila, quanto para quem pensa em deixar um legado financeiro para a família.

No entanto, a recente aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/24 pela Câmara dos Deputados, trouxe uma nova perspectiva que tem preocupado os investidores: a possibilidade de que PGBL e VGBL sejam tributados como herança. O ITCMD, que até então não incidia sobre esses planos devido ao entendimento de que eles não faziam parte do inventário do falecido, poderá ser aplicado, com alíquotas variando entre 2% e 8% conforme o estado.O STF pode reverter a decisão?

O Supremo Tribunal Federal (STF) está em meio às discussões que podem definir o futuro da tributação da previdência privada. O ministro Dias Toffoli, relator do caso, votou contra a incidência do ITCMD sobre os planos de previdência, argumentando que, especialmente no caso do VGBL, os valores recebidos pelos beneficiários em caso de morte do titular se assemelham ao pagamento de um seguro de vida, e não a uma herança.

Se a maioria dos ministros entender a cobrança como inconstitucional, o STF pode bloquear a tentativa do Congresso de incluir essa tributação na regulamentação da reforma tributária, trazendo grande alívio para muitos investidores que têm a previdência privada como um instrumento importante em seu planejamento sucessório.

Ainda não é possível arriscar qual será o resultado do julgamento, já que a análise do STF segue até o final deste mês, contudo, como investidores precisamos estar preparados para possíveis mudanças.

A PROCRASTINAÇÃO É UMM COMPORTAMENTO AUTOSSABOTADOR

 

Bryan Robinson – Forbes Brasil

Você está atrasado em um prazo, e seu chefe está te pressionando. Você fica ansioso, mas em vez de se sentar em frente ao computador e terminar o que tem que fazer, você vai limpar a casa, rola o feed nas redes sociais ou vai fazer um lanche. Por quê?

A procrastinação é um comportamento autossabotador que a maioria de nós adota em algum momento. É estimado que 20% dos adultos sejam procrastinadores crônicos. No Brasil, o tema foi recorde de buscas no Google em 2023, com um aumento de 90% nas pesquisas em relação aos últimos cinco anos.

Por que nós procrastinamos?
A procrastinação crônica não é racional ou lógica. Ela afeta a produtividade, a saúde mental e até a sua carreira. Se você trabalha de casa, é fácil se distrair. Tem bolo de chocolate na geladeira e o cachorro precisa passear.

Segundo um estudo da plataforma de jogos Solitaired, 78% das pessoas nos EUA, ao procrastinar, dizem sentir ansiedade. Esse comportamento evita que você conclua uma tarefa, ao mesmo tempo em que aumenta a frustração e sabota o seu desempenho.

A pesquisa também reuniu outros números importantes sobre o tema. Confira alguns destaques:

Profissionais são mais propensos a procrastinar tarefas domésticas, exercícios e consultas médicas;
No geral, 99% admitem procrastinar em alguma tarefa;
Quase duas em cada cinco pessoas dizem que procrastinariam menos se as redes sociais não existissem;
A falta de motivação é a razão mais comum para a procrastinação nos EUA.
A ironia é que procrastinar exige energia, mas seus esforços estão indo na direção errada. Você não é exatamente preguiçoso, porque está sendo produtivo em outra coisa. Você sabe que não está focado nas suas prioridades e que está fazendo algo contra a consciência do seu “cérebro pensante”, mas mesmo assim adia o que tem de ser feito. Evitar isso amplifica a ansiedade quanto mais perto você chega do prazo. Então, por que nos torturamos desse jeito?

Especialistas sugerem que a procrastinação está frequentemente associada à autorregulação emocional. É comum que sentimentos negativos ligados a determinadas tarefas nos impeçam de concluir o que precisamos fazer.

Na ausência de ansiedade, normalmente aproveitamos a oportunidade para fazer aquilo que nos entusiasma. Se você teme responder a uma caixa de e-mails cheia, é mais provável que adie essa tarefa. Mas se você está ansioso para ir à praia, vai querer ir o mais rápido possível.

Dicas para parar de procrastinar
Realize uma tarefa pequena da sua lista de afazeres para dar início ao processo. Concluir um item rapidamente pode ajudar a vencer a procrastinação.

Divida uma tarefa em pequenos blocos de tempo, como cinco minutos, para evitar a sensação de sobrecarga.

Estabeleça recompensas depois de completar uma parte da tarefa, em vez de antes, para obter um estímulo positivo.

Pense nos benefícios a longo prazo de concluir essa tarefa. Quando um projeto parece difícil, concentre-se nos aspectos positivos de como você se sentirá ao terminá-lo.

Não ceda à voz na sua cabeça que o pressiona com autocríticas opressivas. Use uma linguagem que reflita escolha, como “eu posso” e “eu quero”, em vez de “eu devo”, “eu tenho que”.

Evite o perfeccionismo que faz você definir metas irreais e focar nos erros. Metas mais realistas ajudam a reduzir a procrastinação.

Evite se rotular como um procrastinador, pois isso lhe dá permissão para manter esse hábito. Em vez disso, trate o procrastinador como apenas uma parte de você. Refira-se a ele em terceira pessoa e converse com ele para se distanciar.

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*Bryan Robinson é colaborador da Forbes. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento. 

Leia mais em: https://forbes.com.br/carreira/2024/09/procrastinacao-como-parar-de-adiar-tarefas-e-fazer-o-que-deve-ser-feito/

CINTURÕES DE VAN ALLEN SÃO PERIGOSOS PARA ASTRONAUTAS NO ESPAÇO

 

BBC News Brasil

Os cinturões de radiação foram descobertos em 1958 pelo físico americano James Van Allen. Em 2012, cientistas da Nasa descobriram um terceiro cinturão que é transitório, dependendo da atividade solar

Os cinturões de radiação foram descobertos em 1958 pelo físico americano James Van Allen. Em 2012, cientistas da Nasa descobriram um terceiro cinturão que é transitório, dependendo da atividade solar© NASA

Dois membros da tripulação da espaçonave Resilience fizeram história na quinta-feira (12/9) ao caminhar no espaço como parte da missão espacial Polaris Dawn, a primeira a ser totalmente financiada pelo setor privado.

A bordo da espaçonave, estavam o bilionário Jared Isaacman, fundador da empresa de processamento de pagamentos Shift4; Scott “Kidd” Poteet, piloto aposentado da Força Aérea americana; e duas engenheiras da SpaceX, Anna Menon e Sarah Gillis.

A missão Polaris Dawn faz parte do plano da SpaceX de levar missões tripuladas “para a LuaMarte e mais além”, de acordo com a empresa do bilionário Elon Musk.

Para chegar à estratosfera, onde Isaacman e Gillis fizeram uma caminhada espacial na quinta-feira, a espaçonave precisou passar pelos Cinturões de Van Allen.

De acordo com a Nasa, a agência espacial americana, trata-se de “um dos maiores perigos” enfrentados pelos astronautas.

O bilionário Jared Isaacman e a engenheira Sarah Gillis realizaram na quinta-feira a primeira caminhada espacial comercial da história

O bilionário Jared Isaacman e a engenheira Sarah Gillis realizaram na quinta-feira a primeira caminhada espacial comercial da história© EPA

A missão Polaris Dawn conseguiu atravessar com sucesso estes cinturões, graças à proteção da espaçonave Resilience e dos trajes espaciais usados, que foram recentemente reformulados pela SpaceX para serem muito menos volumosos do que os usados pela Nasa.

Mas, afinal, o que são os Cinturões de Van Allen? E por que são uma preocupação para as viagens espaciais?

Um escudo protetor para o planeta

A Terra é protegida pela magnetosfera, um campo magnético originado do núcleo de ferro do planeta — e que retém partículas de radiação de alta energia.

Ela impede os efeitos prejudiciais que as tempestades e o vento solar podem ter sobre a tecnologia e os seres humanos.

As partículas de radiação atraídas pela magnetosfera formam dois cinturões em forma de rosquinha, conhecidos como Cinturões de Van Allen, que circundam nosso planeta.

De acordo com a Nasa, o primeiro cinturão externo “é formado por bilhões de partículas de alta energia originadas do Sol — e um segundo cinturão interno resulta das interações dos raios cósmicos com a atmosfera da Terra”.

Para chegar ao espaço sideral, os astronautas precisam passar pelos cinturões, mas fazem isso rapidamente para limitar sua exposição à radiação.

A tripulação da missão Polaris Dawn viajou na cápsula Resilience, lançada de Cabo Canaveral, na Flórida

A tripulação da missão Polaris Dawn viajou na cápsula Resilience, lançada de Cabo Canaveral, na Flórida© Getty Images

O risco

Pier Jiggens, pesquisador da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), especialista em radiação espacial e design de espaçonaves, comentou em um blog publicado pela ESA que há dois riscos para os astronautas ao atravessar os Cinturões de Van Allen.

De acordo com o cientista, os astronautas podem sofrer o que ele chamou de “efeitos determinísticos”, que são causados pela exposição de baixo nível à radiação durante um longo período de tempo ou (pela exposição) de alto nível à radiação durante um curto período de tempo.

“Provocam distúrbios no sistema nervoso central, supressão da hematopoiese na medula óssea, catarata e outros problemas de visão, além da síndrome aguda da radiação, que seria um risco significativo em atividades extraveiculares (EVA, na sigla em inglês, ou caminhadas espaciais)”, ele disse.

Em segundo lugar, ele mencionou os chamados “efeitos estocásticos” ou doenças que os astronautas podem ou não desenvolver no futuro, como câncer.

Jiggens observou que, como os cientistas conhecem os Cinturões de Van Allen, eles podem fornecer material de proteção para as tripulações — e, se alguém for afetado, “é porque se trata de uma missão muito mal planejada”.

Ainda segundo o cientista, os especialistas usam diferentes materiais para proteger os astronautas, desde o próprio alumínio de que são feitas as espaçonaves até plásticos, polietileno, água e, mais recentemente, lítio

.Uma das primeiras ilustrações dos Cinturões de Van Allen, descobertos em 1958

Uma das primeiras ilustrações dos Cinturões de Van Allen, descobertos em 1958© NASA

O marco estabelecido por Van Allen

Os anéis receberam este nome em homenagem a James Van Allen, o cientista que os descobriu.

Van Allen, que era professor de física na Universidade de Iowa, nos EUA, desenvolveu junto a vários alunos uma série de instrumentos para detectar micrometeoritos e raios cósmicos, que foram lançados ao espaço com os satélites Explorer 1 e Explorer 3, em janeiro de 1958.

O Explorer 1 foi o primeiro satélite artificial lançado ao espaço, algo que foi possível graças a um programa de pesquisa internacional iniciado pelo cientista.

Com os dados desses instrumentos, eles descobriram o cinturão interno. O satélite Explorer 4 foi lançado em julho do mesmo ano, e a sonda espacial Pioneer 3, em dezembro, o que levou à descoberta do anel externo.

.James Van Allen era professor de física na Universidade de Iowa

James Van Allen era professor de física na Universidade de Iowa© Getty Images

De acordo com uma publicação da Nasa, os cálculos de Van Allen estabeleceram que era possível viajar pelas regiões de menor radiação dos cinturões para chegar ao espaço sideral.

Em 1968, a missão Apollo 8, da Nasa, foi a primeira espaçonave tripulada a voar além dos cinturões.

Em 2012, a agência espacial americana descobriu um terceiro cinturão, mas ele aparece de forma transitória, dependendo da atividade solar.

LULA INSISTE NAS ATAS PARA NÃO TER DE ATACAR SEU AMIGO SANGUINÁRIO MADURO

 

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).


Já se passaram quase dois meses das eleições na Venezuela e as atas eleitorais ainda não foram apresentadas. E, provavelmente, não serão.

O Presidente Lula está convencido que Maduro fraudou as eleições. Se não estivesse, não insistiria na exibição das atas, cujas cópias estão em mãos da oposição e de todos os mandatários dos países democráticos que denunciaram a fraude, a perseguição dos opositores vencedores e as torturas realizadas pelo cruel ditador venezuelano e sua corja dirigente.

Insiste, todavia, para não ter que atacar seu amigo sanguinário, que só se pronunciará após terem sido exibidas as atas, sabendo que nunca serão.

Maduro entregou à Justiça, cujos magistrados foram escolhidos a dedo entre seus asseclas, a qual declarou que as atas não precisam ser exibidas, apesar de quase 80% de suas cópias estarem em mãos da oposição, porque a palavra de Maduro, como nas monarquias absolutas da era feudal em que a palavra do rei não poderia ser contestada, é absoluta e se disse que ganhou a eleição é o que basta.

Apesar de haver cópias das atas, que levaram todos os países democráticos a declarar vitória esmagadora de González, na ditadura venezuelana o que vale é a força de um Exército partícipe da corrupção, marca maior do fraudulento Governo da Venezuela, a que muitos atribuem ser hoje um dos grandes focos da geração do narcotráfico no planeta.

Recentemente uma declaração conjunta formulada 41 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU)  solicitou ao Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) que publique imediatamente os resultados de todas as atas eleitorais e permita a verificação dos dados para promover a credibilidade do processo eleição de 28 de julho.

À evidência, um modesto advogado de província como eu não pode aconselhar um presidente que possui muito mais títulos de professor e ‘doutor honoris causa’ pelo mundo do que as poucas dezenas que tenho. Gostaria, todavia, de fazer algumas ponderações sobre o tema.

A primeira delas: pode alguém se dizer democrata se admira e é amigo de notórios e cruéis ditadores como Putin, Maduro, Xi Jinping e aqueles que dirigiram a mais antiga ditadura da América em Cuba?

A segunda: por que tanta aversão aos países democráticos como Estados Unidos e o Polo Ocidental, preferindo o Polo Oriental sob a tutela chinesa, que embora seja uma economia liberal é uma ditadura política?

Terceira: por que ao se dizer orgulhoso de ser comunista e ter nomeado um comunista para o STF, adotando uma política de alinhamento mais com as ditaduras do que com as democracias, tendo tido apenas 40% do eleitorado, não consulta o povo sobre sua política externa através de um plebiscito? Afinal, ele teve 60 milhões de votos contra 58 milhões de Bolsonaro, 7 milhões de votos nulos e 25 milhões de abstenções. Noventa milhões de brasileiros eleitores não votaram nele.

Quarta: por que não condenou a chacina de israelenses sem motivo pelo Hamas, que deliberadamente após assassinar 1.300 inocentes, levou 200 reféns para a Palestina, com a intenção de provocar a reação de Israel e colocar o mundo contra o país que queria recuperar os reféns martirizados? Colocou-se desde o início a favor da Palestina e contra Israel.

São alguns dos pontos de reflexão que gostaria que o presidente meditasse para saber o que o povo pensa destas opções que não foram objeto dos debates eleitorais em 2022.

À nitidez, se mesmo sem plebiscito, já condenasse o cruel ditador venezuelano – não um governante desagradável – pela sua monumental fraude eleitoral, já melhoraria sua imagem internamente e, principalmente, a do Brasil no Exterior.

Afinal, o Brasil é uma nação ocidental. Nossos valores, cultura, preferências e alinhamentos sempre foram ocidentais. O chamado Sul Global é apenas um projeto de poder da China, de característica oriental, quase sempre mais tendente a regimes e sistemas totalitários que democratas.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...